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A ler

27 Dezembro, 2009
by

Escumalha, por Rodrigo Adão da Fonseca no Insurgente.

21 comentários leave one →
  1. 27 Dezembro, 2009 20:00

    milícias facciosas, cada qual para os seus crentes!…

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  2. 27 Dezembro, 2009 20:13

    Mais um episódio da canalhice avençada.

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  3. Vasco permalink
    27 Dezembro, 2009 20:17

    Depois deste post estou certo que tanto o RAF como o PPM perdoam o CAA. A época é propicia a que se façam as pazes. Tão bonito que até estou comovido.

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  4. anónimo permalink
    27 Dezembro, 2009 20:21

    mais um martir da direita ranhosa. bora lá acender isqueiros de solidariedade à 1/2 noite.

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  5. anónimo permalink
    27 Dezembro, 2009 20:27

    tou admirado ainda não terem reclamado uma investigação ao palma, o magalhães até podia ser suspenso de escrever no cc por 30 dias por ideias ilícitas.

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  6. santinho permalink
    27 Dezembro, 2009 20:28

    Já chegou aqui a paris a fama de um determinado pinante que a única coisa que faz é procurar um lugar, seja como subsecretário, secretário, funcionário superior ou o que quer que seja desde que seja poder. Faz-se amigo do JPP e tal como este faz aquela senhora feia que parece que foi secretária do psd, também o tal pinante arrasta-se junto do JPP com a finalidade antes descrita.
    Precisa ser DENUNCIADO, este pinante.

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  7. José permalink
    27 Dezembro, 2009 22:32

    Não falta muito para vir aqui defender o Abrantes. O tom do postal do insurgente, pelo RAF, é pior que o do “anónimo” Abrantes. Carrega mais uma vez nas tintas do “dar a cara” e só por isso apetece-me defender o Abrantes.

    E aqui vai, por isso:

    o blog do Abrantes pode ser o que de facto é: um blog de um faccioso, de um lobotomizado pela partidarite, como de facto é e sempre foi. Mas tem uma certa ética que aprecio, até agora. Apesar de insultar por imagens e por alusões, mantem-se num certo registo que lhe retira qualquer isenção ou respeitabilidade, mas pode ser interessante como referência do poder que está. E o registo da escrita, num tom que por vezes não é para levar a sério, retira-lhe ainda uma respeitabilidade que o causa nossa do Vital sempre procurou.

    O Abrantes existe como pessoa e pelos vistos parece que tem avatares. Mas ainda assim, por vezes, prefiro o CC ( que não leio frequentemente mas apenas quando surgem polémicas como esta) do que alguns blogs ditos de “direita” e que cheiram a um certo mofo que me incomoda.

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  8. Licas permalink
    27 Dezembro, 2009 22:45

    A Manuela Moura Guedes foi vítima de um *pequeno* EQUÍVOCO: que foi o de julgar que vivia e trabalhava pata ganhar o seu pão num País Democrático, com um Governo obrigado a assegurar essa mesma qualidade essencial.
    Esqueceu-se do propósito já clássico dos Socialistas: Jorge Coelho, quém se mete com o PS , leva !.
    Agora sofre as consequências da sua leviandade.

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  9. anónimo permalink
    27 Dezembro, 2009 22:51

    “Agora sofre as consequências da sua leviandade.”

    o marido mandou-a calar até receberem as indemnizações.

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  10. 27 Dezembro, 2009 22:59

    Tenham juízo nessas cafeteiras!

    Censura, agora!
    PS, partido da liberdade democrática, desde os tempos de Macau e de Lunda Norte.

    Viva a UNITA! Viva o Mário Só ares! Viva os diamantes de sangue! Viva o Stanley Ho à beira da morte e os descendentes a afiar a moca!

    Viva Portugal… O Dias Loureiro e o Bibi.

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  11. Licas permalink
    27 Dezembro, 2009 23:32

    #10 Deve estar BÊBEDO, ou então a referir-se à *candonga* em que João Soares tentou fazer com as pedrinhas (o que deu no abate d avião onde seguia).

    O PS em vez d ser com o Povo, pelo Povo e do Povo é
    Com a CORRUPÇÂO, PELA CORRUPÇÂO, e da CORRUPÇÂO.

    Fátima Felgueiras, Lopes da Mota, Armando Vara, PGR, José Sócrates,
    Todos exemplares cidadãos.

    Não faço distinção : todos e os do PSD também para a GRELHA!

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  12. jupiter permalink
    28 Dezembro, 2009 00:22

    Uma prenda de Natal aos hospitais.
    Dois dias antes do Natal, os ministérios da Saúde e das Finanças reforçaram o capital de 15 hospitais para reduzir as dívidas aos fornecedores.
    O objectivo da medida é ajudar os hospitais a pagar parte da dívida aos fornecedores. Os hospitais encerram o ano com uma dívida superior a mil milhões de euros.
    Em 2010 vamos ter ainda mais prendas.

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  13. jupiter permalink
    28 Dezembro, 2009 00:26

    «Preocupa-me um pouco a saída, principalmente porque há uma fatia de profissionais de grande experiência que estão a sair, profissionais que se formaram dentro do sistema público, que são os responsáveis pelos bons desempenhos e que são também os formadores», disse a ministra da gripe vagamente preocupada.
    Em breve alguns terão ocasião de ver as consequências. A maior parte nem vai dar conta, a não ser que alguém faça as estatística comparativa dos últimos anos dos que entram nos hospitais e saem para a morgue.

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  14. 28 Dezembro, 2009 01:29

    O Sr. Juiz.
    Salvo erro, ainda não vi gente em pranto, rasgando-se, aos saltos, por causa da intervenção do sr. presidente do Supremo Tribunal de Justiça, num dos ataques mais frontais à liberdade de imprensa. Que um trauliteiro o faça, munido dos instrumentos habituais, estamos habituados; que um presidente do Supremo Tribunal de Justiça peça um tribunal de excepção — digamos, um Tribunal Plenário — que integre a «estrutura política do Estado» (políticos nomeados pelo governo?, pelo Parlamento, pela vizinhança?) para julgar a imprensa e os jornalistas, é não apenas grave como estapafúrdio.FJV

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  15. 28 Dezembro, 2009 10:01

    José,

    «Mas ainda assim, por vezes, prefiro o CC ( que não leio frequentemente mas apenas quando surgem polémicas como esta) do que alguns blogs ditos de “direita” e que cheiram a um certo mofo que me incomoda.»

    Não é isso que está em causa neste propósito. Trata-se de mostrar o nojo devido a uma expressão de carinho pela censura de opiniões contrárias. Trata-se de repudiar a ameaça pouco velada a quem diz o que pensa.

    E não se esqueça: com gente assim, hoje o alvo é o PPM, amanhã pode ser você…

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  16. Anónimo permalink
    28 Dezembro, 2009 12:12

    Quando todos forem do contra, o cagasentensas é a favor.
    Não interessam as razões. Toma-se uma qualquer posição porque sim, e depois inventam-se argumentos para a defender.

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  17. José permalink
    28 Dezembro, 2009 13:26

    CAA:

    Eu já fui alvo da atenção particular do Abrantes quando lá comentava. A interacção que encontrei por lá, na caixa de comentários, permite-me dizer o que digo, porque apesar de tudo apreciei a ética. Só escrevo o que escrevo por isso mesmo, uma vez que o que o Abrantes por lá escreve pouco me interessa a não ser para confirmar a lobotomia derivada da partidarite. O Abrantes desacredita-se por si mesmo, com o que escreve e como escreve. Mas devo confessar que não tenho animosidade contra o indivíduo e até o admiro em certa medida.

    Em relação ao ferreira, o caso é da patologia. Precisa urgentemente de consulta.

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  18. José permalink
    28 Dezembro, 2009 15:01

    A credibilidade e razoabilidade do Abrantes mede-se por coisas como estas:

    Em relação a um arquivamento de um processo crime, contra Nobre Guedes, por causa dos sobreiros, escreveu vários postais, por não concordar que o arquivamento tenha sido intercalar no processo de inquérito. Defendeu – mal, demonstrando ignorància- que tal não era processualmente possível e que só no fim dos processos há arquivamento.

    No caso deste arquivamento liminar do PGR nas certidões do Face Oculta. nada escreveu.

    É esta desonestidade que desacredita e por isso não leio o blog.

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  19. 29 Dezembro, 2009 00:35

    Ricardo Rodrigues vice-presidente da bancada socialista

    Ricardo Manuel de Amaral Rodrigues, jurista de profissão, ocupa actualmente o cargo de vice-presidente da bancada parlamentar do PS na Assembleia da República. É membro do Conselho Superior do Ministério Público eleito pela AR e membro da Comissão Parlamentar Permanente. Pertence à Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, integrando a Comissão de Inquérito sobre a situação que levou à nacionalização do BPN e sobre a Supervisão Bancária Inerente. É ainda presidente da Subcomissão de Justiça e Assuntos Prisionais. Coordena vários grupos de trabalho, entre os quais se destacam o da protecção de vítimas de violência doméstica, o do regime jurídico de inventário, o dos dados do sistema judicial, o do código de execução de penas e o da lei do cibercrime

    Em Novembro de 2003, era Ricardo Rodrigues secretário regional da Agricultura e Pescas do governo de Carlos César, rebenta o escândalo de pedofilia nos Açores, conhecido também por «caso garagem do Farfalha». Várias figuras conhecidas de Ponta Delgada vêem o seu nome enredado no escândalo, entre elas um conhecido médico e um procurador-adjunto, (convenientemente transferido para o Tribunal de Contas do Funchal)
    Ricardo Rodrigues vê, também, o seu nome implicado e, antes que a coisa atinja outras proporções, demite-se do Governo Regional. Porém, apesar do falatório, o agora deputado nunca foi constituído arguido no processo.

    No início de Janeiro de 2004, são conhecidas ligações de Ricardo Rodrigues a um outro escândalo, neste caso financeiro, que envolvia uma burla tendo por alvo a agência da Caixa Geral de Depósitos de Vila Franca do Campo, S. Miguel, a poucos quilómetros de Ponta Delgada.
    A comunicação social passou a denunciar o que se segredava à boca pequena e, «indignado», o responsável socialista resolveu processar um jornalista que, não só referiu este caso, como também o malfadado escândalo de pedofilia. Cinco anos depois, o Tribunal da Relação de Lisboa não lhe deu razão e, espanta-se, no acórdão, por o deputado não ter sido investigado nem ter ido a julgamento, no processo de Vila Franca do Campo.

    Ligações perigosas
    Ricardo Rodrigues apareceu ao lado de uma loira espampanante que se apresentou nos Açores como uma milionária que estava disposta a fazer avultados investimentos na Região.
    Emigrante no Canadá, dizia-se possuidora de uma considerável fortuna e teve direito a imensas atenções da comunicação social local. A seu lado lá estava Ricardo Rodrigues, como advogado e procurador da senhora. À conta disso, passeou pelo mundo. As coisas correram mal e a agência da Caixa Geral de Depósitos de Vila Franca do Campo meteu um processo à senhora por uma burla de muitos milhões de euros.
    O inquérito policial que investigou Ricardo Rodrigues por crimes de «viciação de cartas de crédito e branqueamento de capitais» remonta a 1997 (nº 433/97.8JAPDL), sendo que relatórios da PJ enfatizam a sua estreita ligação à principal arguida, Débora Maria Cabral Raposo, entretanto detida e em cumprimento de pena, depois de vários anos com mandados de captura internacionais, e classificada pela polícia como «burlona e traficante de estupefacientes».
    Rodrigues foi sócio e advogado de Débora, sendo que com ela frequentou os melhores hotéis e utilizou os serviços das mais conceituadas agências de viagens, tendo deixado um considerável rasto de «calotes»…

    (…)O estratagema encontrado para lesar a Caixa Geral de Depósitos foi arquitectado por Débora, ex-bancária e apontada como «cérebro da operação». Esta e o gerente da CGD, Duarte Borges, (primo de Carlos César e irmão de um conhecido magistrado judicial) engendraram um esquema de acesso a empréstimos fraudulentos servindo-se de um singular expediente. Como Borges usufruía de capacidade para conceder empréstimos até 2.500 contos, apenas com a finalidade de «adquirir novilhas para recria», angariavam supostos agricultores para acederem ao crédito, a troco de algumas dezenas de contos.

    Denunciado em acareação
    As declarações nos autos do ex-gerente da CGD são esclarecedores: «Foi referido pelo arguido, Duarte Borges, na acareação (…), que tem consciência que enviou vários milhares de contos (da CGD, provenientes de empréstimos agrícolas) à Débora Raposo / colaboradores, tendo indicado, entre outros, o arguido Ricardo Rodrigues. Mais, referiu que a Débora e os colaboradores, onde se encontra o arguido Ricardo Rodrigues, negociavam Cartas de Crédito, com dinheiros dos empréstimos fraudulentos em vários países».
    Este expediente, permitiu à «associação criminosa» prejudicar o banco do Estado num valor aproximado de 1 milhão e meio de contos, utilizados em operações de «engenharia financeira» muito duvidosas e, segundo a PJ, com ligações a redes internacionais de tráfico de droga, com quem Débora Raposo teria estreitas relações. Um dos tentáculos destas operações era o Colégio Internacional, no Funchal, cujos sócios eram Débora , Ricardo Rodrigues e a sociedade offshore Hartland Holdings Limited, uma obscura empresa com sede num apartado da Ilha de Man, no Reino Unido.
    http://www.alertaconstante.blogspot.com/2009/12/ricardo-rodrigues-vice-presidente-da.html

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  20. 29 Dezembro, 2009 00:50

    Caro Licas,

    Ou tu leste o commentaire com óculos de penafiel ou óculos lux champagne.
    Não sei se dá para perceber, mas, o sarcasmo é demasiadamente evidente para que hajam dúvidas.
    Pois todo o cuidado é pouco, o PS processa tudo o que for contrário ao computador magalhães, ou novas oportunidades.
    É pena terem fechado a U. Independente, estava a pensar num mestrado. Logo agora que concorria a um cargo de gestor de produto de depósitos de retorno garantido do BPP.
    Ele há coisas…

    Abraço,

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