Arquitectura do efémero
3 Março, 2010
Caiu o tecto da sala de espera do novo hospital de Cascais
No Barroco desenvolveu-me muito este conceito da arquitectura do efémero: durante semanas e semanas, aquelas almas afadigavam-se a construir umas estruturas em gesso, com flores e demais materiais que simbolizavam umas alegorias. Quando tudo estava pronto lá vinham os frades e o povo assistir à celebração finda a qual a dita estrutura se desfazia. Era o triunfo do efémero. Fazia sentido no Barroco. E no século XXI também.
18 comentários
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por aqui é o efémero do bacoco, vejamos quantos comentam esta obra literária.
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O Viaduto de Gonçalo Cristóvão foi no próprio dia.
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Quando o zézinho inaugura uma obra o material vinga-se.
O tecto é apenas um exemplo da qualidade das mudanças operadas num ministério impreparado pemiado com uma ministra que tem um processo suspenso (H. Amadora-Sintra) e de um dinossauro george de barbas, totalmente ineficaz no que diz respeito a verdaeiras medidas capazes de relançar a saúde pública, o calcanhar de aquiles de todos os governos. Quando um dia se fizer a história dos ministérios da saúde de há 15 anos para cá convém estar perto do INEM, não nos vá dar alguma coisa.
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Em que bolso estarão os materiais que teriam permitido ao tecto ser isso mesmo?
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Quem foi a empresa construtora? A Mota/Engil? A Construtora do Lena? A A Santo? Eis o socretismo no seu explendor.
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A rede sísmica do Instituto de metereologia registou um pequeno sismo com epicentro na zona da escola, esta manhã.
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Fernando Nobre à Presidência.
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Fernando Nobre à Presidência das Berlengas.
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O grau de facilitismo também já chegou às Universidades. Esperem para ver como vai ser com os engenheiros das novas oportunidades.
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quarta-feira, 3 de Março de 2010 | 13:33 Imprimir Enviar por Email
Cuba: Dissidente Farinas promete ir até ao «martírio»
O dissidente cubano em greve de fome Guillermo Farinas declarou que irá até ao «martírio» para fazer pagar ao regime comunista de Havana «um alto custo político» pela morte de Orlando Zapata, numa entrevista hoje ao diário El Pais.
«Sim, quero morrer. Chegou a hora em que o mundo se deve aperceber que este governo é cruel. Existem momentos na história dos países em que é necessário que existam mártires», declarou numa entrevista na sua casa em Santa Clara (centro).
O psicólogo e jornalista, de 48 anos, que não come nem bebe há uma semana, segundo o jornal, exige a libertação de 26 presos políticos cubanos com problemas de saúde.
Diário Digital / Lusa
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Que coragem que o jornalista Farinas demonstra. Ele vai morrer, os javardos do governo cubano nunca cederão.
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Temo que seja um bocadinho mais grave do que a mera efemeridade…
http://umjardimnodeserto.nireblog.com/post/2010/03/03/olha-caiu-o-tecto-do-novo-hospital-de-cascais
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#9.
O grau de facilitismo também já chegou às Universidades. Esperem para ver como vai ser com os engenheiros das novas oportunidades.
A Maria tem toda a razão.
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No século XXI faz mais sentido. Enquanto actividade que depende do território que, por sua vez, é um recurso limitado, a única forma de garantir o crescimento constante para a construção civil é começar a construir casas com duração máxima de- vamos lá- 5 anos.
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O Per Caso diria que melhor era preocupar com o bush. Que este jornalista como os outros são é agentes da Cia, “fassistas” sabotadores, contra-revolucionários.
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«Fazia sentido no Barroco. E no século XXI também»
Esperemos pelos resultados da “Parque Escolar”.
Não acertam/os uma.
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# 16
Nas escolas intervencionadas pela PE (escolas que tinham boas instalações!), o que se está a passar … “só visto” ou descrito por um professor não-alinhado pelo cartão rosa (choque)
Está tudo abafado pelos caciques escolhidos para directores das escolas.
…
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Sem concursos de projectos de arquitectura…
Com ajustes directos aos arquitectos cor-de-rosa…
É claro que a única coisa a temer é que o céu nos caia em cima…
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