A Europa ainda não se conseguiu adaptar aos efeitos da globalização. A Europa continua a gastar mais do que produz, e são poucos os paises que se vão aguentar : a Alemanha, os Paises Nordicos, a Holanda, a Republica Checa, e pouco mais. A França a Inglaterra e a Italia vão em grande velocidade a caminho do declinio. Como se ve pelo actual estado de coisas, Portugal, Espanha e Grecia, não contam para as soluções, porque são parte do problema. Já há muito boa gente a por a união monetaria em causa, e se esta crise se arrastar por mais algum tempo, os eleitores/contribuintes alemães que teem pago a grande fatia deste regabofe, vão fechar os cordões à bolsa, pelo menos para o sul da Europa. Não termos sabido aproveitar estes 24 anos de integração europeia utilizando adequadamente os enormes recursos postos à nossa disposição, constitui um enorme falhanço para nós como povo, e para o qual não temos desculpa, e teremos desperdiçado a ultima oportunidade de nos tornarmos um pais verdadeiramente desenvolvido. Escamotear o que aí vem, não é politica, é um verdadeiro crime que os politicos portugueses estão a cometer.
Os Estados Unidos teem recursos naturais e humanos para superarem a crise, a China a India, e o Brasil estão-se a preparar para o futuro, a África austral com Angola e a África do Sul à cabeça tambem vão passar para o pelotão da frente. Quanto à Europa, acho que 2 mil anos de história não lhe vão valer de muito nos tempos que aí veem.
De 10 em 10 anos (Agenda de Lisboa – 2000; Europa 2020 – 2010), lá se vai tentando alguma coisa que, inveitavelmente, ainda depende sobretudo dos governnos e das acções nacionais…
Talvez em 2010 se consiga alguma coisa mais profícua e com resultados, para 2030! (à 3ª será de vez?), tipo….não há agenda, nem planos, nem incentivos nenhuns e leva mais fundos da União (estruturais ou outros) quem apresentar melhores resultados e perfomances, na aplicação dos que recebeu antecedentemente….
Todos a concorrenciar entre si, na repartiçaõ do “bolo” e talvez as “agendas” se tornen mais produtivas (lá para 2030).
“A Europa ainda não se conseguiu adaptar aos efeitos da globalização.”
Acho que tem a ver com a influência do pensamento de esquerda nas políticas europeias, em que se julga que o dinheiro dos impostos é inesgotável (ou então pede-se emprestado) e que se pode desperdiçar porque há sempre mais e mais. Economia e crescimento não faz parte da linguagem de esquerda.
A Europa ainda não se conseguiu adaptar aos efeitos da globalização. A Europa continua a gastar mais do que produz, e são poucos os paises que se vão aguentar : a Alemanha, os Paises Nordicos, a Holanda, a Republica Checa, e pouco mais. A França a Inglaterra e a Italia vão em grande velocidade a caminho do declinio. Como se ve pelo actual estado de coisas, Portugal, Espanha e Grecia, não contam para as soluções, porque são parte do problema. Já há muito boa gente a por a união monetaria em causa, e se esta crise se arrastar por mais algum tempo, os eleitores/contribuintes alemães que teem pago a grande fatia deste regabofe, vão fechar os cordões à bolsa, pelo menos para o sul da Europa. Não termos sabido aproveitar estes 24 anos de integração europeia utilizando adequadamente os enormes recursos postos à nossa disposição, constitui um enorme falhanço para nós como povo, e para o qual não temos desculpa, e teremos desperdiçado a ultima oportunidade de nos tornarmos um pais verdadeiramente desenvolvido. Escamotear o que aí vem, não é politica, é um verdadeiro crime que os politicos portugueses estão a cometer.
Os Estados Unidos teem recursos naturais e humanos para superarem a crise, a China a India, e o Brasil estão-se a preparar para o futuro, a África austral com Angola e a África do Sul à cabeça tambem vão passar para o pelotão da frente. Quanto à Europa, acho que 2 mil anos de história não lhe vão valer de muito nos tempos que aí veem.
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De 10 em 10 anos (Agenda de Lisboa – 2000; Europa 2020 – 2010), lá se vai tentando alguma coisa que, inveitavelmente, ainda depende sobretudo dos governnos e das acções nacionais…
Talvez em 2010 se consiga alguma coisa mais profícua e com resultados, para 2030! (à 3ª será de vez?), tipo….não há agenda, nem planos, nem incentivos nenhuns e leva mais fundos da União (estruturais ou outros) quem apresentar melhores resultados e perfomances, na aplicação dos que recebeu antecedentemente….
Todos a concorrenciar entre si, na repartiçaõ do “bolo” e talvez as “agendas” se tornen mais produtivas (lá para 2030).
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“A Europa ainda não se conseguiu adaptar aos efeitos da globalização.”
Acho que tem a ver com a influência do pensamento de esquerda nas políticas europeias, em que se julga que o dinheiro dos impostos é inesgotável (ou então pede-se emprestado) e que se pode desperdiçar porque há sempre mais e mais. Economia e crescimento não faz parte da linguagem de esquerda.
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Tretas!
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