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E se fosse nossa filha?

8 Agosto, 2010

 «A rapariga holandesa de 14 anos Laura Dekker recebeu finalmente a ordem judicial que lhe vai permitir realizar o sonho de dar a volta ao mundo sozinha num barco à vela. Apesar da controvérsia, os serviços de protecção à criança, que desde o início se opuseram a que a jovem fizesse a viagem sozinha, viram agora preterida a sua posição, tendo o tribunal acabado por autorizar Laura Dekker a fazê-lo. Também os Pais não estiveram em sintonia, tinham opiniões diferentesQuarta República

30 comentários leave one →
  1. Pruvio's avatar
    Pruvio permalink
    8 Agosto, 2010 12:12

    Nossa de quem?

    Se fosse minha filha, não queria os tribunais metidos no assunto. Se eu achasse que ela tinha experiência e competências para tentar a proeza sem grandes riscos, teria a minha autorização. Mas isso sou eu (a minha esposa provavelmente pensaria de maneira diferente e acabaria por ficar em terra).

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  2. CAA's avatar
    8 Agosto, 2010 12:20

    Não ia.

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  3. Tico's avatar
    Tico permalink
    8 Agosto, 2010 12:23

    Acho muito bem, mas, se fosse minha filha, não ía

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  4. piscoiso's avatar
    piscoiso permalink
    8 Agosto, 2010 12:27

    Se fosse pai da Laura Dekker, conhecia a Laura Dekker.
    A sucinta resenha da vida dela que no link se lê, não é suficiente para se conhecer a Laura Dekker.
    O simples facto de se ter uma filha, não automatiza restrições genéricas, porque cada filha é uma filha.
    Até podia dar duas voltas ao mundo se fosse uma boa filha.

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  5. zedeportugal's avatar
    8 Agosto, 2010 13:17

    Se fosse minha filha (uma das minhas filhas) teria todo o meu apoio. A começar pela batalha judicial pela autorização, que é (mais) um disparate: que tribunal se pode achar mais competente para decidir sobre esta questão que os pais, que são quem a conhece e quem sabe avaliar a sua relação capacidade/temeridade?

    Nota: Gostava de saber se os comentadores CAA e o Tico, que vieram imediatamente afirmar a sua autoridade sobre a (presumível) descendência, têm filhos/as. Esta atitude demonstra à saciedade um dos maiores problemas da gente portuguesa: são lestos a opinar e a julgar mesmo aquilo sobre aquilo que não sabem, não conhecem, não têm qualquer experiência. O português tem uma opinião(zinha) sobre tudo, está convencido que sabe tudo.

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  6. piscoiso's avatar
    piscoiso permalink
    8 Agosto, 2010 13:24

    Esta posta, ligada com a posta anterior de LR, pode levar à seguinte pergunta:

    Permitiria que um seu filho menor, comesse bolas de berlim na praia algarvia?

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  7. Licas's avatar
    8 Agosto, 2010 15:36

    PERMITIRIA QUE SEU FILHO ADOLESCENTE VIESSE A BLASFÉMIAS TOMAR CONHECIMENTO A O QUE
    PISCOISO VEM ESCREVENDO ?

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  8. C. Medina Ribeiro's avatar
    8 Agosto, 2010 18:47

    A par da questão concreta colocada no ‘post’, há uma outra (que se aplica a todos os casos que envolvem situações de risco desnecessário):

    Se a cachopa vier a estar em perigo, e for preciso salvá-la no alto-mar, a família paga as despesas envolvidas nesse tipo de operações?

    Possivelmente isso não seria problema, pois o que essa gente pretende é a fama imediata (associada à mediatização do caso), contando ganhar dinheiro com as reportagens – mesmo que uma delas seja a da morte da jovem imatura…

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  9. Antonio M.'s avatar
    Antonio M. permalink
    8 Agosto, 2010 20:50

    By STAFF REPORTER

    Published: Today
    A BRITISH couple have been murdered in Pakistan in a suspected “honour killing” after calling off their daughter’s marriage.
    Taxi driver Gul Wazir and wife Bagum were brutally gunned down in the village of Salehana in the remote and dangerous Nowshera province after travelling there to try and settle the wedding dispute.

    Their son was also blasted in the attack – but miraculously survived. He is now in a stable condition in a hospital in North Western Pakistan.

    Read more: http://www.thesun.co.uk/sol/homepage/news/3086522/British-couple-in-honour-killing.html#ixzz0w2qFTgLh

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  10. Paulo Quintela's avatar
    Paulo Quintela permalink
    8 Agosto, 2010 23:32

    Se eu fosse pai da Laura Dekker, e crendo que ela tem mais que habilitações para dar a volta ao mundo, e estando asseguradas as condições de segurança / salvamento com equipe perto, eu deixaria ir a minha filha Laura Dekker.

    Se fosse a minha filha “Antónia” que sobe e desce o rio douro e o tejo, não deixaria.

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  11. Paulo Quintela's avatar
    9 Agosto, 2010 00:09

    “ A par da questão concreta colocada no ‘post’, há uma outra (que se aplica a todos os casos que envolvem situações de risco desnecessário):”

    Caro Medina Carreira : situação de risco desnecessário, é ter um filho / filha.
    Explico-me: assim que nos separar-mos, ou divorciar-mos, deixamos em 1/3 dos casos, de os ver. Mas em todas as separações, deixamos de decidir se saltam de para-quedas , ou se andam de submarino debaixo do mar, ou vão viver para um país do terceiro mundo. A partir do momento em que nos separamos, eles não são nossos filhos.

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  12. MDN's avatar
    MDN permalink
    9 Agosto, 2010 01:07

    #5

    è bom falar quando é com os outros, quer dizer com 14 aos não têm responsabilidade para responder criminalmente, não podem beber alcool, e dificilmente entram em discotecas á noite, mas fazer uma volta ao mundo ja está tudo bem….tenham juizo…Não ia não senhor.

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  13. Paulo Quintela's avatar
    9 Agosto, 2010 01:17

    Caro MDN

    Se me permite, está a fazer um erro, o mesmo que todos os tribunais de familia. Generalizar.
    Para os tribunais de familia, na sua imensa maioria, e visto seguirem as tendencias feministas radicais, todos os homens são maus, e maus pais.
    (o mesmo irá acontecer, lógicamente, nos casos de falsas acusações de violencia doméstica, estou farto de avisar. Mesmo se provando ser falsa, o homem perde. E pode ir preso.
    É mesmo assim.
    Tal como nos casos de Poder Paternal, bolas, é fácil de ver a ligação. Prova-se que são bons pais, com provas materiais, testemunhais, até de jornais, e até de abaixos assinados, e mesmo assim perde.
    Porque vai ser diferente nos casos de falsas acusações de violencia doméstica ? Não vai. Vão todos dentro.
    Vejam se acordam.
    É o mesmo principio.
    Bolas.

    Continuando, o que o MDN diz, é regra geral para todos os menores. Mas a Laura, no que diz respeito à vela, não é como os outros miudos e miudas. Ela sabe velejar, e de certeza mto bem. Deve ter patrocinios.
    Como tal, não é baseado nas generalizações sobre outros miudos, que nem sabem nadar, quanto mais velajar, que se deve decidir. Mas sim, caso a caso.
    E se os pais deixam, e ela tem condições, os profs deixam, as entidades nauticas não devem estar a dormir, não se entender porque carga de agua (veio a propósito) vem um apendice de um tribunal de familia, dizer que não . Contra entidades competentes, contra os pais, contra os professores.

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  14. zedeportugal's avatar
    9 Agosto, 2010 02:13

    #12

    com 14 aos não têm responsabilidade para responder criminalmente, não podem beber alcool, e dificilmente entram em discotecas á noite

    Não sei se estou a entender o que escreve, mas isto quer dizer que se pudessem beber álcool e entrar em discotecas já poderia ir dar a volta ao mundo?

    Na Holanda a menina até pode fumar uns charros e fazer um aborto sem pedir autorização a ninguém. Ou seja, pode fazer os disparates à vontade, mas se quiser fazer alguma coisa de valor pode ser-lhe negada autorização.

    Esta discussão(zeca) que por aqui perpassa é um verdadeiro atentado à inteligência…

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  15. Sérgio's avatar
    Sérgio permalink
    9 Agosto, 2010 11:51

    É claro que os liberais são contra!
    Uma miuda de 14 anos devia estar a trabalhar, caramba, e não nessas folias e poucas vergonhas!

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  16. Sérgio's avatar
    Sérgio permalink
    9 Agosto, 2010 11:52

    “Na Holanda a menina até pode fumar uns charros e fazer um aborto sem pedir autorização a ninguém.”

    Não pode. Se há algo que é religiosamente controlado é a entrada de menores nas coffee shops.

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  17. luis de jesus's avatar
    luis de jesus permalink
    9 Agosto, 2010 12:06

    «Também os Pais não estiveram em sintonia, tinham opiniões diferentes.»
    Creio que a disputa a resolver é decidir sobre quem tem o direito de «proibir» ou «autorizar» a filha

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  18. Alex's avatar
    Alex permalink
    9 Agosto, 2010 12:19

    14 anos serve:
    1 – sair à noite até de madrugada
    2 – ir a 3 dias a festivais no meio do nada
    3 – fazer ballet, tocar piano
    4 – preparar-se para os os jogos olimpicos em ginástica artística
    5 – subir o everest
    6 – ser rainha
    7 – ter filhos
    8 – trabalhar numa fábrica
    9 – vender o corpo
    10 – fumar
    11 – casar
    12 – brincar com bonecas
    13 – ser enviada para um colégio interno
    14 – ser freira
    15 – usar armas

    Era mais saudável proibir certos filhos de cantores e actores de cantar e representar do que a miúda de velejar.

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  19. e-ko's avatar
    e-ko permalink
    9 Agosto, 2010 12:53

    tive um filho em vez duma filha, mas parece que por aqui ninguém contesta a saída para o alto mar da pequena por ser uma rapariga… ao menos isso. então, o rapaz que entreguei ao mundo, cedo aprendeu a nadar, a velejar, a surfar e a fazer escolhas e tomar decisões relativas à sua própria vida… coisa que a maioria dos pais não faz, lá pintar madeixas, pôr pircings e fazer plásticas, ainda vão deixando, mas coisas em que afirmam uma personalidade e vontade de fazer qualquer coisa de notável, não é possível…

    nisto, muito vai da educação, entre outras coisas, para a responsabilidade, mais ainda do que a maturidade que se possa ter ou não ter aos 14 anos…

    o meu filho tinha ido e, se fosse uma filha, tinha ido também!… quando se educa para a responsabilidade, tem-se confiança… tanto ele andou sozinho de avião… os aviões também caem!…

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  20. fado alexandrino's avatar
    9 Agosto, 2010 14:01

    Qual é o problema?
    Em Portugal aos 14 anos já assaltam postos de gasolina que é uma coisa bem mais dificil.

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  21. e-ko's avatar
    e-ko permalink
    9 Agosto, 2010 15:09

    ó Fado,

    não é só em Tugal que se assaltam bombas de gasoza aos 14…

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  22. Carlos's avatar
    Carlos permalink
    9 Agosto, 2010 15:27

    Se fosse minha filha!?…

    ficava ruído de inveja e desejaria que o próximo ano se sumisse em 24h.
    Como não é, desejo a maior felecidade do mundo à jovem e sorte para seus pais.

    Boa viagem.

    Carlos Silva

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  23. fado alexandrino's avatar
    9 Agosto, 2010 17:10

    não é só em Tugal que se assaltam bombas de gasoza aos 14…

    Com o mal dos outros posso eu muito bem.

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  24. Paulo Quintela's avatar
    9 Agosto, 2010 20:37

    ” para o alto mar da pequena por ser uma rapariga… ao menos isso. ”

    Cara E-Ko.
    Essas diferenças, um dia há-de entranhar, são mto mais da parte das feministas radicais, e suas influencias em várias instancias, como tribunais, que da parte da população.
    Evidente, que mudando as leis, muda-se o comportamento das pessoas. Daí, essa coisa de tirar filhos (e filhas) a pais, ser impensável há 30, 40 anos atrás, e hoje os homens aceitarem.
    Continuo a dizer, estranhamente, mas isso tem a ver com a mentalidade e psique portuguesa (resignada, xica-esperta com a mania que dá a volta aos assuntos quando não dá), e neste caso, dos homens /machista e como tal, também chico-esperta, mentirosa (vários homens perdem os filhos, mas mentem, ou dizem “epá, ainda bem” e depois choram em casa. Real. Conheci
    Quanto a lutar pelos filhos, sem ser ir a tribunal perde-los, uns não sabem o fazer. Outros tem uma ideia vaga. Ha muitos que pensam que sabem, mas não sabem (só o saberiam se visse mtos mais a fazer.. funcionam por “imitação” e não lógica”. Etc.
    Evidente, que o que há a fazer, é unirem-se, e protestarem, “lutarem”, depois irem ter com politicos (disse depois. É assim por esta ordem).
    Fácil, mas é preciso entranhar.
    Só resta criar “campo” e “mentalidade” e ir denunciando, porque como ficou para trás algures no texto, para a maioria embora sendo um problema real, fazem de conta que não existe.

    http://www.logicasentida.blogspot.com/
    pS- Já agora, espero que o meu anterior comentário saia.

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  25. Paulo Quintela's avatar
    9 Agosto, 2010 20:39

    Se percebi, bem o seu comentário, lamento o que aconteceu, cara E-Ko

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  26. fado alexandrino's avatar
    9 Agosto, 2010 20:52

    19.e-ko disse
    9 Agosto, 2010 às 12:53 pm

    Excelente apontamento que só agora li.
    Um senhor aí em cima grita “não ia”.
    Coitado ele julgará que se controla a vida de um miudo(a) com 14 anos com as liberdades que todos agora têm?
    Não lhe digam nada, deixem-no viver naquele santa ignorância.

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  27. e-ko's avatar
    e-ko permalink
    9 Agosto, 2010 21:25

    caro Quintela,

    não percebo o que percebeu, para dizer que lamenta o que aconteceu…

    quanto a tirar ou não tirar filhos a pais há 30 ou 40 anos, é que nesse tempo não era tão frequente o divórcio e na maioria dos casos em que havia separação seguida de divórcio, a enorme maioria dos homens não queria assumir a educação, ao quotidiano, dos filhos… não existia ainda essa coisa moderna de partilhar ou ajudar nas tarefas em casa e com os filhos e não achavam que esse fosse o papel que deveriam assumir.

    concordo que muitas das decisões dos tribunais no que diz respeito à guarda das crianças estão muito impregnadas de preconceitos… muito há ainda a fazer para que a sociedade encontre os equilíbrios necessários.

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  28. MDN's avatar
    MDN permalink
    10 Agosto, 2010 01:51

    #14

    Sim eu generalizei, e embora concordo consigo com o que diz relativamente aos tribunais de familia, não posso concordar quanto a este caso…é uma coisa dizer que uma criança tem mais ou menos maturidade para a idade, e até ser um prodigio a navegar, mas a verdade é que os 14 anos impoem um limite á sua experiencia, vivencias, e como tal uma viagem desta envergadura não é, a meu ver, algo que eu, se fosse pai, permitiria.

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  29. Paulo Quintela's avatar
    13 Agosto, 2010 02:16

    e-ko disse
    “caro Quintela
    não percebo o que percebeu, para dizer que lamenta o que aconteceu…”

    Cito-a ” tanto ele andou sozinho de avião… os aviões também caem!… ”

    “quanto a tirar ou não tirar filhos a pais há 30 ou 40 anos, é que nesse tempo não era tão frequente o divórcio ”

    Certo, não havia tantos divórcios. Mas os que havia , não se tirava filhos a pais.

    Quanto a sua expressão “quanto a tirar ou não tirar”, é evidente que é tirar. Basta estar atenta à sua volta. Isto no caso de não ler noticias, em que já tiram a mães , tb. E a casais. Noticias cá ou lá fora.
    Se quiser numeros totais oficiais, procure. Estatisticas crediveis, também as há. Declarações de altos responsáveis, de Ingleses a americanos, a individualidades portuguesas do meio, são muitas.
    Escusa de colocar em duvida tal facto, porque não vale a pena.
    Tira-se filhos a pais.

    Noto, que não tocou no assunto que eu escrevi, sobre as feministas radicais.

    ” e na maioria dos casos em que havia separação seguida de divórcio, a enorme maioria dos homens não queria assumir a educação, ao quotidiano, dos filhos… ”

    Pode ser que sim, pode ser que não. Se diz que não havia tantos divórcios, não pode tecer comentários sobre as vidas privadas das pessoas. Pais ou mães.
    O que diz, pode ser perfeitamente, um lugar-comum. Falso.

    ” não existia ainda essa coisa moderna de partilhar ou ajudar nas tarefas em casa ”

    Nada tem a ver. Também não existia as mulheres trabalharem tanto fora de casa.
    Dividir tarefas, sobre a casa, não tem necessáriamente a ver com criar filhos, prepara-los para o futuro.
    Lavar a roupa toda, tem algo a ver com dar de comida a um filho ? Não.

    ” e com os filhos e não achavam que esse fosse o papel que deveriam assumir.”

    Novamente. Invenção sua. Se diz que não havia divórcios, não pode afirmar tal.
    As mulheres trabalhavam mais em casa, é certo. Mas muitas vezes, certas coisas das educações dos filhos, eram feitas TAMBÉM pelos pais.
    Lamento que confunda.
    Que desconheça.

    ” concordo que muitas das decisões dos tribunais no que diz respeito à guarda das crianças estão muito impregnadas de preconceitos… ”

    Vá lá. Só resta dizer , se a E-KO quizer, quais são esses preconceitos.
    Com um bocado de coragem, diz que é … tirar os filhos aos pais.

    Sabe, se quer justiça, tem que a dar.

    “muito há ainda a fazer para que a sociedade encontre os equilíbrios necessários.”

    Confusão sua. A justiça, nada tem a ver com a sociedade.
    Desculpas…
    Será que um tribunal, não liga a provas ? Para sim, não deve ligar. Deve seguir, o que voce acha que a “sociedade diz”.

    Lamento até nisso informa-la, que a maioria das pessoas, é (ou era) a favor da Guarda Conjunta , como principio…

    Isto em 2004.

    Só em Portugal, eram 64% das pessoas que responderam on-line a um jornal.
    Obvio, homens e mulheres.

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  30. e-ko's avatar
    e-ko permalink
    16 Agosto, 2010 11:36

    Quintela,

    não percebo a sua animosidade… qual é o seu problema, que o estado tire os filhos aos pais (mão e pai) ou aos pais (só o pai)? são dois problemas distintos, não?

    depois, para seu esclarecimento, pelo facto de dizer ”tanto ele andou sozinho de avião… os aviões também caem!… ”, não quer dizer que tenha sido vítima de acidente de avião, mas, que esse risco existe… felizmente, para ele e para mim, não foi o caso, mas só um risco para poder beneficiar do contacto e afecto da mãe e do pai, que viviam a mais de dois mil quilómetros um do outro.

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