Agora é que não percebo mesmo
15 Outubro, 2010
a) O orçamento de que todos falam ainda não foi entregue na AR?
b) Este estado de excepção de que goza o actual primeiro-ministro – segundo leio não se pode chumbar o orçamento porque isso é dar-lhe capital de queixa – vai estender-se aos próximos primeiros-ministros?
7 comentários
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A derrapagem do orçamento começa logo com a hora de entrega. Nem isso o Ministro consegue cumprir.
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“Madalenne, você não quer que eu volte!”
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depende dos
“dias sins” ou “dias nãos”
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. . . é preocupante o estado mental da TOTALIDADE dos deputados da A.R. :
são tão *criativos* que até discutem um documento de que não sabem o
CONTEÚDO!!!!!!
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Esta senhora é o máximo!
Numa situação em que argumentos sérios podem e devem ser invocados contra a governação de Sócrates, esta senhora consegue entreter-se e fazer os outros perderem tempo com análises incompetentes, a partir de distorsões intencionais.
Vou ver se consigo explicar-lhe: a razão directa e suficiente pela qual muitos (direi, mesmo, que os melhores, fora dos círculos BE e PCP) entendem que o orçamento deve passar, está nas consequências sobre o custo da dívida (juros) e até na eventual queda em “banca rota”. Se o “capital de queixa” de Sócrates não fosse necessariamente precedido (ou acompanhado) daqueles efeitos, é óbvio que não teria lido tantas pressões para a passagem do orçamento; leia e estude o artigo de hoje de Polido Valente no Público e talvez perceba o ridículo do seu post.
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A abstenção do PSD a um péssimo orçamento é explicada pelas pressões vergonhosas feitas por adeptos do PSD antes de conhecerem o mesmo orçamento.
Como é óbvio, o PSD em bloco deveria ter dito que só após a apresentação do dito orçamento se pronunciaria, isto seria o que o PS teria feito numa situação simétrica.
Isto demonstra uma certa ignorância por parte do PSD das matérias macro-económicas, em grande parte devido à influência nefasta do mito cavaquista.
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…
Gabriel Silva, no seu “já chega- II”, censurou o comentário que escrevo a seguir.
Também nãp percebo…
Censurado:
Até que enfim encontro um comentário real e que põe a situação bem clara. Esta desgraça de governo, escolhido a dedo de um bando de socialistas – bandalhos por sistema -, arrastou Portugal para um estado lamentável na sequência de um endividamento exponêncial que impõe angariar fundos para não ir à bancarrota.
O presidente da república deveria suspender o actual governo e nomear outro de sua iniciativa, designando também, imediatamente, uma comissão de peritos – Medina Carreira, por exemplo, poderia encarregar-se de a formar.
Ninguém no seu perfeito juízo pode aceitar pagar mais impostos para serem geridos pelos bandidos que, infelizmente, ainda lá estão.
Nuno
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