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Animal farm

2 Novembro, 2010

O Governo aumentou em 20% a verba disponível para despesas de representação no Orçamento do Estado para 2011. (CM)

25 comentários leave one →
  1. 2 Novembro, 2010 11:51

    Portam-se como crianças numa loja de chocolates. Isto já começa a ser demencial.

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  2. JC Amaral permalink
    2 Novembro, 2010 12:14

    Para cortar na despesa o Ministério das Finanças podia acabar com o FET (Fundo de Estabilização Tributário e com o FEA (Fundo de Estabilização Aduaneiro). São dois subsídios que os funcionários da DGCI, DGAIEC e DGITA andam a mamar. Só o FET estão 5% das cobranças coercivas resultantes de processos instaurados pela DGCI. Isto equivale a 3 ou 4 ordenados adicionais por ano…

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  3. JCA permalink
    2 Novembro, 2010 13:08

    .
    O Senhor Primeiro Ministro na replica à Dª Apolonia definiu cerca das 11.50h o objectivo deste modelo de OE:
    .
    “tudo faremos até ao fim do ano para que fiquemos à mercê das turbulências dos mercados financeiros’
    .
    Dando o beneficio da duvida, era mesmo isto que queria dizer, foi uma gaffe ou uma distracção ?
    .

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  4. 2 Novembro, 2010 13:09

    A revolta dos animais da Manor Farm contra os humanos é liderada pelos porcos Snowball (Bola-de-Neve) e Napoleon (Napoleão). Os animais tentam criar uma sociedade utópica, porém Napoleon é seduzido pelo poder, afasta Snowball e estabelece uma ditadura tão corrupta quanto a sociedade de humanos.[2]
    na Wikipedia
    Sorry 🙂 I just couldn’t resist…

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  5. Francisco permalink
    2 Novembro, 2010 13:21

    O Governo não existe, é uma farsa.
    Ora, uma farsa como esta, para ser representada, claro que é uma despesa enorme, precisa de ser paga com despesas de representação.

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  6. e-ko permalink
    2 Novembro, 2010 13:26

    encurralados!… entre os penuts das despesas dos desgovernos e a subida das taxas da dívida soberana… nem a vitória, tão badalada do PPC, sobre os desvarios dos mercados, mantém as taxas abaixo dos 6%… só cata-ventos!…

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  7. 2 Novembro, 2010 14:45

    Alguém me pode informar, com números, em que ano dos governos PSD houve redução da despesa pública?

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  8. 2 Novembro, 2010 14:45

    Gostava de ver esmiuçadas tais despesas de representação.
    Se é para aumentar o apoio aos nossos emigrantes, tudo bem.
    Se é para comprar mais champagne, bebam água.

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  9. 2 Novembro, 2010 14:53

    Na senda de Mr Piscoiso, bebam água e da torneira.
    Que falta que está a fazer uma espécie de Tea Party.
    Da direita ou da esquerda.
    «Governo aumentou em 20% a verba disponível para despesas de representação»
    E eu cada vez mais convicto,
    para ir à manifestação de Novembro.
    Hay gobierno, estoy contra.
    Hay orçamiento, soy contra.
    20%? Injusto, passem a 40%.
    A bem do Regime.

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  10. Por outra permalink
    2 Novembro, 2010 14:58

    https://blasfemias.net/2010/11/02/e-a-politica-estupido/
    É a política.

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  11. anti-comuna permalink
    2 Novembro, 2010 15:17

    A chatice toda. Afinal, mesmo com OE aprovado, os juros parece que não querem descer.

    Muitos podem procurar as explicações que quiserem, mas o facto é que deixar passar este OE é ainda pior que viver sob um OE em duodécimos. Assim, claro, é expectável que os juros possam atingir os 7%, a breve prazo. É só dar tempo ao tempo.

    O laparoto do PPC preferiu a via más fácil, mesmo escolhendo um teatro desprezível. Hoje já levou com a resposta/chantagem do Sócrates, que será coadjuvado pelo Cavaco: sem estabilidade não há contas públicas sãs. lolololololol Leia-se, a oposição não pode provocar uma crise política senão é o fim do mundo. Como o Cavaco também está sob as mãos do Sócartes, vamos ter governo mal liderado e incompetente por mais uns 4 anos. lolololololol

    É a vida!

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  12. ana ferreira permalink
    2 Novembro, 2010 15:30

    Para com mais dignidade; traduzido “pra vender melhor o peixe(podre)”

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  13. 2 Novembro, 2010 15:40

    «Alguém me pode informar, com números, em que ano dos governos PSD houve redução da despesa pública?» – D
    O Pordata está à nossa, e à sua, disposição. Tenha em atenção duas coisas: a inflação muito baixa dos últimos anos só tem paralelo com a que vigorava nos anos 60 do século passado pelo que, se nos dias de hoje a comparação de valores nominais, sem mais, é totalmente legítima, as coisas não são assim em épocas com inflação significativa; Eduardo Catroga inciou o seu mandato como Ministro das Finanças de Cavaco Silva em Dezembro de 1993, ou seja, com o OE para 1994 já aprovado o que significa que só o orçamento de 1995 foi da sua responsabilidade.
    Observe-se aqui, no blog do Prof. Álvaro Santos Pereira, a evolução da dívida pública em % do PIB (de alguma forma o “espelho” do saldo primário da execução orçamental), nomeadamente o período dos 10 anos de Cavaco Silva como primeiro-ministro.

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  14. 2 Novembro, 2010 15:55

    Referi a despesa pública, não o défice publico. Explico melhor: em que ano dos governos PSD baixou a despesa pública do estado (função pública, empresas públicas, SNS, educação, etc)?
    É que segundo parece os cortes agora previstos representam um número sem paralelo. E segundo também parece o PSD, quando foi governo, nunca baixou nada parecido.
    Será que agora, no euro, não temos os mesmos instrumentos para fazer baixar o défice?
    Não podemos desvalorizar a moeda?
    Não podemos mexer nas taxas dos juros?
    Em tempos que já lá vão tudo isso era possível e, assim, víamos os nossos ordenados baixar sem sentir. Era devagar, devagarinho, mas com grande força.
    Não acha Eduardo F.?

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  15. José permalink
    2 Novembro, 2010 16:18

    “Para cortar na despesa o Ministério das Finanças podia acabar com o FET (Fundo de Estabilização Tributário e com o FEA (Fundo de Estabilização Aduaneiro). São dois subsídios que os funcionários da DGCI, DGAIEC e DGITA andam a mamar. Só o FET estão 5% das cobranças coercivas resultantes de processos instaurados pela DGCI. Isto equivale a 3 ou 4 ordenados adicionais por ano…”

    Ninguém fala nisto. É para dar de mamar a Jumentos. Gostava de saber se são tributados em IRS.

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  16. José permalink
    2 Novembro, 2010 16:20

    E vou colocar no meu blog esse comentário, pedindo desde já o consentimento…presumido.

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  17. Carlos Dias permalink
    2 Novembro, 2010 16:27

    Dívida Pública?
    Ó D isso não tem interesse nenhum.
    Direi mais, só mesmo aqueles que preocupam com essas ninharias (e os nossos credores) é que não acham graça a essa dívida.

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  18. 2 Novembro, 2010 17:15

    “Alguém me pode informar, com números, em que ano dos governos PSD houve redução da despesa pública?” – pergunta o D.
    Ignora, pelos vistos, que em democracia os governos são “julgados” em eleições.
    Os governos PSD já o foram, com os resultados que se conhecem.
    Vamos, então, a outro truque, que esse já deu o que tinha a dar…

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  19. 2 Novembro, 2010 17:32

    Caro D,
    Se acha que -10 é igual a -1000 o que é que eu, ou outro alguém, lhe pode responder?

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  20. 2 Novembro, 2010 18:09

    Ensine-me, por isso responda, se souber, às minhas dúvidas.

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  21. gui permalink
    2 Novembro, 2010 18:13

    Outra despesa com que se deveria acabar era o “subsídio de deslocação” dos magistrados. TODOS os juizes de Lisboa poderiam finalmente deixar Cascais e ir para a sua terra. Isto só para falar da capital, omitindo portanto Viana do Castelo.

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  22. José permalink
    2 Novembro, 2010 18:32

    gui, tipo Jumento:
    mesmo assim, ainda se pouparia mais, acabando com o tal subsídio de estabilização tributária ( que nome pomposo, hein?)

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  23. gui permalink
    2 Novembro, 2010 19:11

    José, tipo montador de jumentos
    Enquanto durar isto, uns montam, outros são montados. Eu sou dos que são montados à força, jumento, portanto; outros montam, pela força da lei.
    A ideia é acabar com todos os subsídios. Mas poderíamos começar pelos funcionários com os vencimentos mais altos do país.

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  24. 2 Novembro, 2010 19:30

    É natural que aumentem as despesas de representação. Como a Europa já não nos empresta um cêntimo, é preciso ir pedi-lo aos outros continentes…

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  25. lucklucky permalink
    2 Novembro, 2010 21:30

    Deram o Poder todo ao Estado. Agora o Estado Tira Tudo.

    Têm o que merecem. E isto é só o começo.

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