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Barreiras psicológicas

11 Novembro, 2010

O valor dos CDS da dívida pública portuguesa atingiu, a meio do dia, os 493.21 bps, sendo o quarto que mais aumentou hoje. Não deverá tardar a ser ultrapassada (pela primeira vez desde que os Credit Default Swaps foram inventados),  a barreira psicológica dos 500 pontos base.

43 comentários leave one →
  1. anti-comuna's avatar
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    11 Novembro, 2010 15:59

    Interessante artigo do Joaquim:

    “luz ao fundo do túnel

    A crise terminou. Terminou no sentido em que já não comporta incertezas. A UE vai telegovernar Portugal via FMI, Sócrates está de malas aviadas e o partido socialista prepara-se para a travessia de um deserto com muito poucos oásis.”

    In http://portugalcontemporaneo.blogspot.com/

    Só não tenho tanto a certeza que o socialismo acabou em Portugal. Muito pelo contrário, vai de vento em popa. A esta hora já deveria haver muitas vozes a pedir o corte brutal do Estado, se fosse um país normal. Mas só meia dúzia de gatos pingados pensam assim.

    Vai ser assim. Vamos ser corridos do €uro e Portugal vai atrofiar mesmo a sério. Só a Independência do Norte evitará a queda numa ditadura. Certinho e direitinho.

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  2. será's avatar
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    11 Novembro, 2010 16:00

    mas:
    Espanha e Itália também estão a ser arrastadas para o turbilhão da dívida

    pensava que eramos só nós. Se calhar a Espanha e a Itália também estão a ser governadas por José Sócrates e Teixeira dos Santos. o malandreco do Socrates até está já a mandar nos PIGS e arredores todos.

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  3. Portela Menos 1's avatar
  4. anti-comuna's avatar
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    11 Novembro, 2010 16:07

    Vão ser aarastados aqueles que não entenderem o que é necessário: disciplina financeira do dinheiro dos outros. Seja eles dos contribuintes, seja ele dos credores ou até dos alemães.

    Esta gente pode meter a cabeça na areia, pode refugiar-se nas asneiras alheias, mas foi este governo que levou Portugal ao colapso. Foram dois homens que se pode dizer que foram completamente estúpidos. Nunca perceberam que tinham uma política económica e orçamental estúpida. Nunca compreenderam que tipo de crise vinha aí. Nunca aceitaram que desde Outubro pasado já não governavam para os portugueses pmas para os credores; foram eles que sempre meteram a cabeça na areia e ainda gastaram muito mais do que seria possível durante uma crise destas e, por fim, para cereja no bolo, estão a negar o inevitável: Portugal já não se safa sózinho. Tem que pedir ajuda aos demais.

    E quanto mais tarde, por pura teimosia, como é costume nesta dupla artolas é que ainda vamos ver o colapso do sector financeiro arrastado pela recusa em admitir o óbvio: falharam. Foram incompetentes. Foram quase criminosos. Humpf!

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  5. e-ko's avatar
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    11 Novembro, 2010 16:31

    as margens das barreiras psicológicas:
    “As taxas de juro da Irlanda dez anos estão a superar os nove por cento no mercado secundário, e continuavam a subir ao início da tarde, numa altura em que as portuguesas iam nos 7,244 por cento (às 13H15), e torna-se cada vez mais provável que aquele país precise de uma intervenção externa para auxílio financeiro, antes de Portugal poder ter de recorrer a um apoio do mesmo tipo.
    Aliás, hoje o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, já veio dizer que a UE está disponível para ajudar a Irlanda. “Estamos a supervisionar a situação na Irlanda” e, “em caso de necessidade”, a União Europeia está “pronta para apoiar” o país, disse numa conferência de imprensa, acompanhado do presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy.

    As taxas de juro irlandesas romperam hoje a barreira psicológica dos nove por cento, e esta tendência poderá estar a ajudar a degradar as condições de financiamento de Portugal, cujas taxas de juro estão pelo terceiro dia consecutivo acima dos sete por cento e hoje de manhã tocaram os 7,5 por cento, segundo os dados da plataforma da Reuters, a que é utilizada pelo PÚBLICO.

    As taxas irlandesas a dez anos disparam desde meados de Outubro, como aconteceu com as de Portugal e da Grécia, mas também com as da Espanha e da Itália, se bem que estas estejam em níveis ainda significativamente inferiores, no que já pode ser visto como uma reedição da crise da dívida pública dos países do euro vivida na Primavera. Para a dívida portuguesa, a subida foi de 5,6 por cento a 18 de Outubro para níveis acima dos sete por cento.

    A degradação da situação da Irlanda aconteceu depois de, ontem, uma das mais importantes casas de compensação europeias, a LCH.Clearnet, ter anunciado que passa a exigir, já a partir desta semana, um depósito de 15 por cento contra todas as posições em obrigações irlandesas, que servirão para indemnização em caso de incumprimento do Estado irlandês.

    Esta decisão gerou uma “venda em rajada”, na expressão do diário britânico Financial Times, da parte de agentes do mercado que não estão em condições ou não querem fazer aquele depósito, que gerou o que aquele jornal classifica como “uma venda dramática” de obrigações irlandesas.

    Um analista ouvido por aquele jornal dizia que a Irlanda “está perto de perder a credibilidade entre os investidores, se é que já não a perdeu”. Os juros das obrigações a dez do país no mercado secundário estão a aproximar-se do nível das gregas, que às 12h35 estavam em 11,752 por cento
    in jornal de negócios

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  6. e-ko's avatar
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    11 Novembro, 2010 16:36

    desculpem-me, o artigo anterior é do público e não do jnegócios:
    http://economia.publico.pt/Noticia/irlanda-na-iminencia-de-precisar-de-ajuda-externa_1465573

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  7. e-ko's avatar
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    11 Novembro, 2010 16:50

    O documentário “A Verdade da Crise” (INSIDE JOB) começa na Islândia, o suposto modelo de estabilidade económica, até o Governo ter desregulado a indústria financeira. Seguiu-se a desgraça.

    Mas ninguém nos Estados Unidos prestou muita atenção e tirou daí ilações. Em vez disso, deixaram que prosseguisse a vaga de desregulação que já vinha desde a era Ronald Reagan.

    Da Islândia passamos para os tempos da pós-Grande Depressão, com a regulação financeira a coincidir com um contínuo período de crescimento.

    Depois saltamos até 2008, após o boom do mercado imobiliário, que deixou a economia devastada. Muitos sentiram de imediato os seus efeitos, perdendo as suas casas, outros foram afetados de forma indireta, como os chineses empregados pelos Estados Unidos para fabricar muitos dos seus produtos.
    Más decisões e pura ganância

    O filme mostra que as companhias de seguros e o Governo norte-americano tiveram responsabilidades no desastre, seja por más decisões ou por pura ganância.

    Raghuram Rajan economista do FMI foi um dos que alertou que os riscos que estavam excessivos e que o sistema estava demasiado instável para que pudesse continuar a suster-se. A implosão era inevitável e a arrogância dos responsáveis em admitir as culpas ou os erros crassos são exasperantes.

    A locução é do ator Matt Damon, a condução das entrevistas é do próprio realizador, que falou com economistas, políticos e responsáveis das grandes instituições financeiras. “

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  8. lucklucky's avatar
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    11 Novembro, 2010 17:20

    As patetadas da e-ko continuam. Ainda não percebeu que a Regulação é que define os Juros.
    Que foram os Governos, Bancos Centrais c/ Juros Baixos e quem pediu juros baixos.
    —-
    A Dívida Pública na maioria dos países Europeus é muito alta e só Orçamentos com superavits como sucederam nos anos 50 e 60 é que podem estabilizar a situação.
    A seguir a Portugal, vem Itália, Espanha, Inglaterra(estão desgraçados) e França.

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  9. D's avatar
    11 Novembro, 2010 17:47

    A “yield” da dívida pública a 10 anos continua acima dos 7%, mas está nesta altura a aliviar do máximo fixado de manhã, nos 7,247%.

    O prémio de risco da dívida portuguesa a 10 anos face às obrigações alemãs situa-se agora nos 465 pontos base, quando de manhã chegou a superar os 480 pontos base.

    Na Irlanda, os juros avançam 28 pontos para 8,919%, depois de terem chegado aos 8,929%. Uma subida que leva o prémio de risco para 652 pontos.

    Será que o tigre irlandes, sempre apesentado pelos laranjas como um modelo económico a copiar, não tomou as medidas restritivas atempadamente?

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  10. e-ko's avatar
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    11 Novembro, 2010 17:54

    ó lukiki,
    patetadas dizes tu… saíu-te um diploma de economista num ovo kinder?

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  11. D's avatar
    11 Novembro, 2010 17:58

    Em tempos solicitei à Dra Helena Matos que me dissesse, é que eu não sei e desconheço se houve algum, os governos que em Portugal após o 25 de Abril baixaram a despesa pública.
    Isto tinha a ver com a extrema dificuldade que o Governo teria, e vai ter, em fazer baixar o défice apenas pelo corte da despesa publica, tal como o Passos Coelho afirmou no Pontal.
    Se souber alguma coisa, diga Dra Helena.

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  12. Outside's avatar
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    11 Novembro, 2010 18:16

    “D”,

    V. está no blog errado. Por aqui não abunda a sua côr.
    Com esta referência não lhe retiro valor à desconfiança pelo jota renascido e futuro PM, porêm V. Exa. por aqui só se preocupa com o “mal menor” sem AFINCADAMENTE E RIGOROSAMENTE descrever a podridão xuxalista que aqui nos colocou, sem qualquer tipo de desculpas de crises económicas exteriores.

    P.s: E não se incomode que HM só responde quando quer (e está no seu direito).

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  13. campos de minas's avatar
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    11 Novembro, 2010 18:33

    a doutora helena deve estar na conversa com os seus amigos sionistas( sem o jmf por perto)

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  14. será's avatar
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    11 Novembro, 2010 18:35

    Vai ser o doutor passos que vai pela 1ª vez nesta democracia gorvernar com superavit, ele que se formou aos 36 anos numa universidade perto de si(mãe, porque não acabei o ciclo?)

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  15. D's avatar
    11 Novembro, 2010 18:45

    Outside

    Apenas lhe digo o que sempre disse: “Estamos lixados com este PS+PSD+CDS+BE+PCP”.
    Para melhor compreender desvendo: estamos todos lixados com os nossos políticos. Todos eles!… Percebeu.

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  16. Bulimunda's avatar
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    11 Novembro, 2010 18:52

    No fundo…

    Opiniões Influenciadas pelo Interesse ..tão verdadeiro….

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  17. insider's avatar
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    11 Novembro, 2010 18:57

    Quando é que o “senhor 7%” se demite?

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  18. Simão's avatar
    Simão permalink
    11 Novembro, 2010 19:09

    E….qual é o problema?
    As instituições portuguesas e europeias (especialmente estas últimas) já decidiram: não há cá “Defaults” p’ra ninguém logo, por isso, escusam de estar aqui com estes “agoirentos” whisfull thinkings”.
    Depois há esta palermice de andar sempre a falar no FMI para cim e no FMI para baixo e “se-vier-cá-o-FMI-é-que-vai-ser-e-tal…”
    Cut the crap.
    Em primeiro lugar, em caso de dificuldades, não é o FMI própriamente dito que “vem”. Quem “vem” é o Fundo de estabilização Europeu, com mera participação do FMI.
    É preciso relembrar estes pornmenores (que, na realidade, não o são)s para “refrescar” alguns ânimos.
    Em segundo lugar anda aí uma exaltação pueril sobre a tal “vinda” como se fossem fazer mundos e fundos e provocar mudanças de 180º nas sociedades “intervencionadas”. Mutatis mutandi a Europa continuará mais ou menos na mesma. Na Grécia, desde a tão proclamada “intervenção” nada do “outro mundo” se tem passado…..a não ser o “take over” do PASOK (cujos membros devem estar a contemplar, bucóolicamente, entre bom vinho e boa comida, as magníficas paisagens do Egeu) nas últimas eleições.
    – Em terceiro lugar (mas bem importante) : há eleições para ganhar em todos os Estados -Membros da União. Eleições, get it??!?!?
    – Em quarto lugar: o FED não pára de imprimir, logo…………….
    – Em quinto lugar: quando o Euro chegar a 1,60 dólares os “alarmes” vão soar e alguns países da UE vão ter que por “na gaveta” as actuais prescrições e vão ter que “engolir” a actual política pois se pensam que os EUA são otários estão muito enganados.
    – Em sexto lugar: os mais exaltados/iletrados deveriam fazer um pouco de pesquisa e, por exemplo, averiguar sobre a história das bancarrotas (“Default on Sovereign Debt”, para os mais anglófilos) dos diferentes Estados. Pode ser só na Europa (ou, até, só em Portugal). vejam como correu e o que ocorreu e depois digam qualquer coisa, tá?
    – Em sétimo lugar: na Islândia a vida continua.
    Em oitavo lugar: “Vamos ser corridos do €uro e Portugal vai atrofiar mesmo a sério”
    Bom, pelos visto há excelentes humoristas.
    Mesmo em tão remota eventualidade (pois estaríamos longe de ser os únicos a ser “corridos”) qual o mal de ter , de novo, uma moeda nacional. Num primeiro momento seria algo “complicado” mas, no médio e longo prazo, com boa governação, poderia ser das melhores coisas que nos poderiam acontecer, uma vez que a nossa economia não está estruturada para ter uma moeda com tal valor.
    (e não me venham com a treta das viagens e dos cãmbios pois um país não pode ser gerido de acordo com conveniências turísticas dos seus cidadãos e porque, na realidade, de que nos adianta termos a mesma moeda da França ou da Alemanha se, na realidade, continuamos a ter rendimentos bem inferiores???? Ora, ora, get a life!)
    Em nono lugar: “A esta hora já deveria haver muitas vozes a pedir o corte brutal do Estado, se fosse um país normal.”
    Não que defenda um estado tão “grande” mas, com o que por aqui leio (e com a weltschaung que lhe está subjacente), fico satisfeito de não haver nenhum país na Europa que seja “normal”.
    Em décimo lugar: quem está à espera da “carniça” ou do fim do mundo pode bem meter a viola ao saco.
    Em décimo primeiro lugar: no limite, há a solução americana, ou seja: bailouts p’rá malta.

    Last, but not the least: enquanto escrevi este comentário os EUA “divertiram-se” à grande e o resto são: bullshit.

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  19. Simão's avatar
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    11 Novembro, 2010 19:19

    “Só a Independência do Norte evitará a queda numa ditadura. Certinho e direitinho.”

    Começo a ter saudades do Estado-Novo. LOL!
    Como se costuma dizer: “certas coisas, no tempo do Prof.Oliveira Salazar, não aconteciam”.
    🙂

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  20. Pi-Erre's avatar
    Pi-Erre permalink
    11 Novembro, 2010 19:39

    Nova letra do hino:
    .

    Heróis do mal

    Pobre Povo

    Nação doente

    E mortal

    Expulsai os tubarões

    Exploradores de Portugal

    Entre as burlas

    Sem vergonha

    Ó Pátria

    Cala-lhe a voz

    Dessa corja tão atroz

    Que há-de levar-te à miséria

    P’ra rua, p’ra rua

    Quem te está a aniquilar

    P’ra rua, p’ra rua

    Os que só estão a chular

    Contra os burlões

    Lutar, lutar !

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  21. anti-comuna's avatar
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    11 Novembro, 2010 20:01

    O Simão escreveu tanto para depois dizer a coisa sepulcral:

    “Bom, pelos visto há excelentes humoristas.
    Mesmo em tão remota eventualidade (pois estaríamos longe de ser os únicos a ser “corridos”) qual o mal de ter , de novo, uma moeda nacional. Num primeiro momento seria algo “complicado” mas, no médio e longo prazo, com boa governação, poderia ser das melhores coisas que nos poderiam acontecer, uma vez que a nossa economia não está estruturada para ter uma moeda com tal valor.”

    Disse e bem: No médio e longo prazo, com boa governação”…

    Se tivessemos boa governação, nem seriamos corridos do €uro. lolololololol

    Leu tanto mas no fim acaba por ser como os outros: lambre-sebentas que não aprende nada com o que lê. É assim: inspira, respira e nada regorgita. hehehehehehehh

    Obrigado Simão, pela sua douta sabedoria. ;))

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  22. anti-comuna's avatar
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    11 Novembro, 2010 20:13

    Entretanto, aqueles que acreditam nas patranhas do Estado…

    “Os certificados de reforma apresentavam, no final de Outubro, uma rentabilidade a 12 meses de 1,17%, abaixo da prestação anual de 1,3% verificada em Setembro e de 2,95% registada em Agosto.”

    In http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=453313

    Ou seja, com a inflação bem acima dos 2%, neste caso 2,3%, quem meteu a pasta no Estado perde dinheiro. Se somarmos que paga IRS, ao passo que os estrangeiros estão isentos desse imposto, os portugueses estão sempre a ser roubados pelo Estado. lolololololol

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  23. anti-comuna's avatar
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    11 Novembro, 2010 20:23

    Simão, o Pedro também tinha a pedra mas desperdiçou-a.

    O Botas, por acaso, sustentou-se numa moeda forte, bem valorizada acima do que valia na altura. Mas soube aproveitar essa moeda forte para catapultar o crescimento económico e driblar os maus ventos do exterior.

    Ora bem. Nós com o euro, com um bom piloto, poderíamos em Democracia, pelo imitar o Botas. Mas, lá está, como se dizia antigamente, para um mau piloto, nunca há vento de feição. Por isso o mau piloto se queixa tanto. Do vento, do mar, das núvens, do capitão, dos marinheiros, do Rei, etc.

    Aliás, o Filipe II foi precisamente o grande rosto do ibérico estoura-riquezas, que perpetuou nos seus actos e genes, a figura do estouvado, que gasta mais do que deve e pode. Desde aí… Get it??? ahhaahahahahahh Foi ele que estoiroi 5 vezes, não foi? O tal lambe-sebentas que nunca largava a papelada de tanto ler, que foi um desastre completo.

    Nós tivemos a oportunidade de pertencer a uma moeda forte mas, como em Democracia, não nos sabemos governar, desperdiçamos esta oportunidade de ouro.

    Mas também, verdade se diga, nem com um novo Botas isto endireitava. Mas pronto, há quem imagine um Portugal de Botas e galochas. Sempre é preferível o Norte Independente e deixar o lastro sozinho afundar-se.

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  24. Simão's avatar
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    11 Novembro, 2010 20:31

    O Anti-Comuna é mesmo um refinado humorista.
    Argumentos válidos? ZERO!
    Coitado, ainda deve pensar que vivemos sózinhos e isolados e, para cúmulo, ainda deve pensar que Portugal é plenamente independente (o que não é desde 1986, e mais depois de Maastricht e ainda mais agora.)

    Sobre tudo o que citei: ZERO!
    Deve doer ser abutre e ver que a carniça se vai.
    ahahahhahaha
    Escusa de ficar tão irritado que ainda arranja uma gastrite. 🙂

    É iletrado.
    Só fala nos Filipes. Ora fale em tantos outros Estados. Que tal.
    O que lhe dói, a si e aos que como você pensam é que, lá no fundo, tudo se resolve sem “m*rdas” de maior. É isso que lhe dói.
    Se, por um mero acaso, Vossas Senhorias estão convencidas que, com um governo do PSD (sózinho ou com o CDS-PP) vai haver o “fim-do-mundo-em-cuecas” estão Vosselências completamente enganadas.

    PS (salvo seja!) – Enquanto escrevi isto, os EUA caminharam mais um bocadinho para “print their way out of debt”.
    (coitado do BCE. LOL!)

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  25. Simão's avatar
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    11 Novembro, 2010 20:32

    “Sempre é preferível o Norte Independente”

    Uma afirmação desta, nos tempos do Sr.Presidente do Conselho, tinha um nome.

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  26. Simão's avatar
    Simão permalink
    11 Novembro, 2010 20:36

    – e, mais a norte do que eu é difícil….só se estivesse em Espanha 🙂

    “(pois estaríamos longe de ser os únicos a ser “corridos”)”

    A isto o humorista não responde. Ah pois não. Não convém pois, no fundo, ele sabe o que a UE fará.
    LOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL!

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  27. anti-comuna's avatar
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    11 Novembro, 2010 20:55

    “Uma afirmação desta, nos tempos do Sr.Presidente do Conselho, tinha um nome.”

    Sim. Traidor. lololololol

    “Sobre tudo o que citei: ZERO!”

    Conjecturas, conjecturas.

    Diz-me que vai haver eleições. E daí?

    Que o aéreo vai a 1,60 e daí?

    Diz-me que o euro é demasiado forte e daí?

    No fundo, respondi-lhe com a súmula do que escreveu: se tivessemos boa governação…

    Se tivessemos boa governação, o €uro era a melhor moeda para a ter. Veja lá que as nossas exportações estão a crescer relativamente bem. E mesmo assim não saímos da cepa torta. Portanto, a culpa não é do euro. É das gentes que nos governam. lololololol

    Olhe lá, quantas vezes o Filipe estoirou? 4? 5 vezes? Desde aí, os ibéricos foi sempre a mostrar ao mundo que somos experts em gastar o que temos e não temos. Hoje, como dantes, nada de novo em Abrantes. ahahahahahahh

    Pronto, caro Simão, vá lá tomar o chãzinho que eu bebo mais um bagacinho. lololololol

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  28. Carlos Dias's avatar
    Carlos Dias permalink
    11 Novembro, 2010 22:09

    Caro Simão, compreendo a sua firmação:
    “qual o mal de ter , de novo, uma moeda nacional. Num primeiro momento seria algo “complicado” mas, no médio e longo prazo, com boa governação, poderia ser das melhores coisas que nos poderiam acontecer”
    Penso até que para “nós” não seria nem algo nem muito complicado, claro que para aqueles que tem que gerir as importações de bens de equipamento ou matérias-primas não seria assim, mas para “nós” que apenas percebemos de turismo não acho que “nos” afectasse muito.
    Quanto “à boa governação” meu caro Simão, nem duvide que este governo (dos melhores que me lembre, pois ainda vou nos meus “vinte”) conduzirá toda a desvalorização da moeda ao melhor porto (devia dizer terminal de TGV mas já não tenho vontade de rir)
    Est que vous comprenez mon cher?

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  29. Vasco Sousa Santos's avatar
    Vasco Sousa Santos permalink
    11 Novembro, 2010 22:12

    `Foi muito inteteressante, num Estado de Direito, assistir à entrevista do Sr. Dr. Ricardo Salgado, qurm se entrevista ?. Quem se questiona?
    Um dos principais cidadãos portugueses. Talvez o mais influente em matéria de influência do poder económico s/ o político, no n/ País…

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  30. Vasco Sousa Santos's avatar
    Vasco Sousa Santos permalink
    11 Novembro, 2010 22:15

    `Foi muito inteteressante, num Estado de Direito, assistir à entrevista do Sr. Dr. Ricardo Salgado, quem se entrevista ?. Quem se questiona?
    Um dos principais cidadãos portugueses. Talvez o mais influente em matéria de influência do poder económico s/ o político, no n/ País.
    A entrevista foi hoje, dia 11/11/2010, para o ar na RTP 1.

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  31. Simão's avatar
    Simão permalink
    11 Novembro, 2010 22:25

    “Conjecturas, conjecturas.”

    Quando não há argumentos é assim: fuga.
    Tá-se bem, lol.
    Você acha mesmo que há alguém nas governanças internacionais genuinamente preocupado com a actual situação?
    Se acha está equivocado.
    Apenas um transição.

    E se houvesse Default? Qual o problema?
    Há uns tempos, um amigo americano disse-me algo que nunca esqueci e que se pode traduzir na seguinte afirmação: “Bom, se tivermos que ir para o Default não tenho dúvidas que vamos. Os outros têm bem mais, mas muito mais, a perder do que nós. Passado algum tempo tudo fica bem de novo.Não seria o fim do mundo.”

    Ele tem razão, sabe. É que quando devemos 200 aos credores nós temos um problema. Quando devemos 20000000 aos credores são os credores que têm um problema.
    Percebeu?!

    Acha mesmo que o governo grego perde o sono? LOL
    Acha que Dublin vai ficar em pânico perante a chegada do Fundo de Estabilização Financeira/FMI?
    Ui, nem devem dormir, coitados.

    Existirão algumas dificuldades? Claro que sim, mas não o fim do mundo sonhado e/ou anunciado por muitos de certas esquerdas e de certas direitas.
    Apenas mais um crise. Que eu saiba, as crises são normais (business as usual) em Capitalismo.

    “Que o aéreo vai a 1,60 e daí?”

    Leia, aprenda um pouco de economia, aprenda a falar do que sabe e, depois……Faça essa pergunta aos alemães. Eles terão, certamente, todo o gosto em responder-lhe.

    Porque é que os PIGS não são “corridos” do Euro?
    Mais uma vez, aprenda um pouco e, se subsistirem dúvidas, pergunte aos alemães.

    Quanto aos PIGS, na pior das hipóteses, terão o mesmo destino da AIG (uuuui !!!que medol!!)

    obs – enquanto escrevi, os EUA deram mais uns “prints”. LOLOLOL!

    Vá lá beber o seu bagacinho que eu, se me permite, vou beber um pouco de Jack Daniel’s.
    Entenda como um brinde ao Fed.

    LOL

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  32. Simão's avatar
    Simão permalink
    11 Novembro, 2010 22:30

    Sr.Carlos Dias decerto saberá que nem todos os países da UE (longe disso) fazem parte do Euro.
    Certo?
    Alguns nem querem ouvir em entrar.
    Certo?

    Concedo que o problema foi termos entrado (os nossos governantes não aguentaram enquanto não nos puseram a fazer a figura de “sobrinho pobre em casa das tias ricas”). Agora é tarde demais.
    O novo-riquismo parolo é no que dá.

    Um brinde ao $USD 🙂

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  33. anti-comuna's avatar
    anti-comuna permalink
    11 Novembro, 2010 22:54

    “Quando não há argumentos é assim: fuga.” lololololol

    Ainda não percebi do que escreveu, mas estou sempre a aprender.

    Por um lado acha que os gajos vão-nos safar para não perderem pau e bola. Por outro diz que os alemães precisam dos tugas no €uro. Afinal em que ficamos?

    Vc. acha mesmo que os alemães querem uma moeda fraca? Se o quisessem não tinham acordado com os franceses a penalização dos credores. lololololol

    Depois diz que o euro vais aos 1,60 e manda-me aprender economia. lololololol

    “Quanto aos PIGS, na pior das hipóteses, terão o mesmo destino da AIG (uuuui !!!que medol!!)”

    Sim, sim. E depois? Culpa própria. Da tal má governação.

    Pronto, veja as impressoras que eu mantenho o bagacinho. hahahhahahhah

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  34. anti-comuna's avatar
    anti-comuna permalink
    11 Novembro, 2010 22:56

    Mas eu já agora levo-o para o que se passou há 20 anos atrás na Escandinávia. Vamos ver se não iremos aprender a lição com eles e mostrar como se reformam estados despesistas.

    A esperança é pouca em Portugal, mas milagres acontecem.

    Mais um bagacinho que hoje estou bem disposto.

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  35. Carlos Dias's avatar
    Carlos Dias permalink
    11 Novembro, 2010 23:09

    “Concedo que o problema foi termos entrado”.
    Meu caro Sr.Simão, o (grande) problema é sair-mos.
    Please believe me, let me go.

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  36. anti-comuna's avatar
    anti-comuna permalink
    11 Novembro, 2010 23:10

    Para o Simão, que eu destas coisas não entendo nada. Ele deve sonhar com um milagre alheio para nos salvarmos da incúria própria:

    O PREÇO DA IRRESPONSABILIDADE

    In http://desmitos.blogspot.com/2010/09/o-preco-da-irresponsabilidade.html

    Leia isto e atire as culpas para o €uro, para os alemães, para as impressoras, para o que quiser. Como eu dizia: quando o piloto é fraco, nunca o vento é de feição.

    Ou como se diz na minha terra: quem não sabe fo***, até os col**** lhe estorvam. ;)) Sem ofensa, claro. Que isto já é o bagacinho a bater forte. lololololololol

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  37. Simão's avatar
    Simão permalink
    11 Novembro, 2010 23:22

    “Por um lado acha que os gajos vão-nos safar para não perderem pau e bola. Por outro diz que os alemães precisam dos tugas no €uro. ”

    Os gajos safam os PIGS todos….isto se quiserem manter e União Económica e Monetária.
    Se não quiserem ou não puderem (neste momento querem manter tudo a todo o transe) aí a conversa é outra e, se calhar, tanto melhor.

    “Vc. acha mesmo que os alemães querem uma moeda fraca?”
    É claro que não querem (o “fantasma de Weimar” ainda assombra Berlim) mas, como sabem que a Europa não está sozinha no mundo, não se podem também dar ao “luxo” de deixar essa mesma moeda valorizar em demasia pois o bloco comercial “Zona Euro” veria as suas exportações passar um “mau bocado” e os “States” andam a “desinchar” o Dólar (o tal “devalue and print the way out of debt”.
    Compreendeu agora?
    Ou seja, mais cedo ou mais tarde, e por mais que não queiram, vão ter de reagir ás políticas do governo de Washington DC (por mais que desagrade aos “peneirentos” de Bruxelas).
    Quando vemos a Alemanha, como vimos ontem, mandar bitaites sobre os USD 600 Billion que o Fed se lembrou de “injectar” podemos ver, facilmente, que a UE/BCE eestá com um “cagaço” monumental.
    A UE não está sozinha no mundo e, por mais que desagrade aos eurocratas dogmáticos, vão ter que entrar na “guerra cambial” que os americanos parecem estar a “cozinhar”.

    E agora eis as contas do “Grande Farol” do Liberalismo: http://www.usdebtclock.org/
    (a malta dos PIGS, pelos vistos, são um bando de amadores)
    lololol

    cheers

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  38. Simão's avatar
    Simão permalink
    11 Novembro, 2010 23:24

    nova “feature”
    http://www.usdebtclock.org/2015.html

    Ou seja…….

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  39. anti-comuna's avatar
    anti-comuna permalink
    11 Novembro, 2010 23:39

    O Simão deve pensar que só Vc. lê essas coisas. heheheheheeh

    Oiça, meu amigo, a única coisa que eu concedo é nisto: haverá na €uropa quem nos tente segurar. Mas duvido que por muito tempo. Ou seja, as novas regras não se aplicarão aos salvamentos que aí vêm mas a novos. Até porque é necessário alterar tratados e os governos sob fogo nunca permitiram ao Eixo aprovar essas medidas sem antes serem salvos.

    Agora Vc diz que os alemães nunca iriam deixar o aéreo subir por aí acima, para não perderem as exportações. Se acha isso é porque não conhece o pensamento típico do “Reno”. Estude com cuidadinho os anos 80 do marco alemão e vai ver que não é tão liquido que assim seja. Pelo contrário, se o dólar colapsar, os alimários ficarão seguros com um euro forte. Se o dólar cair “apenas” 40%, como no acordo de Plaza, aí são os americanos que terão que se desenrascar em encontrar forma de financiar a sua dívida e travar a inflação. A economia alemã já está num outro padrão e o medo é mesmo de um sobreaquecimento, já que a taxa de desemprego já vai nos 6,7% e só neste trimestre, espera-se que a economia alemã meta mais 800 trabalhadores no activo. E sabe o que quer isso dizer? Tem visto as euribor?

    Portanto, o amigo apenas faz conjunturas mas no que toca aos tugas, a coisa é simples: têm que aprender a governar-se. O resto é paleio para enganar os mais iludidos de sempre. Os que acreditam que o desenvolvimento é feito com passes dem ágica. Telemóveis, educação, TGVs, ventoínhas, etc.. Enfim, amanhá é ter de novo o tostão furado. lololololol

    Tem a certeza que não quer um bagacinho?

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  40. anti-comuna's avatar
    anti-comuna permalink
    11 Novembro, 2010 23:42

    Errata. Onde se lê isto:

    “. A economia alemã já está num outro padrão e o medo é mesmo de um sobreaquecimento, já que a taxa de desemprego já vai nos 6,7% e só neste trimestre, espera-se que a economia alemã meta mais 800 trabalhadores no activo.”

    Deve ler-se isto:

    . A economia alemã já está num outro padrão e o medo é mesmo de um sobreaquecimento, já que a taxa de desemprego já vai nos 6,7% e só neste trimestre, espera-se que a economia alemã meta mais 800 MIL trabalhadores no activo.

    Onde se lê isto, deve ler-se:

    “Portanto, o amigo apenas faz conjunturas mas no que toca aos tugas, a coisa é simples: têm que aprender a governar-se.”

    Deve ler-se:

    Portanto, o amigo apenas faz CONJECTURAS mas no que toca aos tugas, a coisa é simples: têm que aprender a governar-se.

    Mil desculpas ao Simão e demais leitores. O bagaço é mesmo do melhor. ;))

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  41. anti-comuna's avatar
    anti-comuna permalink
    12 Novembro, 2010 00:09

    Já que o Simão destacou alguns links, eu deixo-lhe dois para meditar. Só lhe digo que o pensamento anglo-saxónico está esgotado. E Vc. parece-me enformar do típico pensamento do impédio em colapso e não vê para além da propaganda que lê nos média de fala inglesa.

    Medite nisto:

    “”Current account balances are also proof of achievements, and they are the result of global market processes,” Merkel told the paper. The German chancellor dismissed international criticism of the country’s export surplus as well. “Our export success shows how competitive German products are,” she said.

    In an interview with SPIEGEL earlier this week, Merkel’s finance minister, Wolfgang Schäuble, had even stronger words. “The German export successes are not the result of some sort of currency manipulation, but of the increased competitiveness of companies,” Schäuble said. “The American growth model, on the other hand, is in deep crisis. The United States lived on borrowed money for too long, inflating its financial sector unnecessarily and neglecting its small and mid-sized industrial companies. There are many reasons for America’s problems, but they don’t include German export surpluses.””

    In http://www.spiegel.de/international/germany/0,1518,728324,00.html

    E olhe lá quem está de acordo com isto:

    “The serious defects in the United States economic development and management model will lead to the long-term recession of its national economy, fundamentally lowering the national solvency. The new round of quantitative easing monetary policy adopted by the Federal Reserve has brought about an obvious trend of depreciation of the U.S. dollar, and the continuation and deepening of credit crisis in the U.S. Such a move entirely encroaches on the interests of the creditors, indicating the decline of the U.S. government’s intention of debt repayment. Analysis shows that the crisis confronting the U.S. cannot be ultimately resolved through currency depreciation. On the contrary, it is likely that an overall crisis might be triggered by the U.S. government’s policy to continuously depreciate the U.S. dollar against the will of creditors.

    The total output value of the U.S. financial services industry is composed of two major parts: one is the transferred production value, most of which comes from value distribution of participating in international production. Another part is the inflated value originated from credit innovation, which belongs to bubble value. In addition, due to the high economic financialization, more than half of the profits in the real economy come from the returns of financial activities. If we exclude the factor of virtual economy, the U.S. actual GDP is about 5 trillion U.S. dollars in 2009, per capita GDP about $ 15,000. Meanwhile, the total domestic consumption was 10.0 trillion U.S. dollars and government expenditure was 4.5 trillion U.S. dollars.”

    In http://www.businessinsider.com/china-dagong-us-gdp-2010-11#ixzz151QbScei

    Agora ponha-se a olhar apenas para a monetarização da economia americana e feche os olhos ao que se passa no resto do mundo.

    Deixe lá que o meu bagacinho está mesmo a bater forte. lololololol

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  42. Nuno's avatar
    Nuno permalink
    12 Novembro, 2010 04:57

    Há um livro, “Como se Levanta um Estado”, que foi editado recentemente embora coligidon em meados dos anos trinta. Foi seu autor António de Oliveira Salazar.
    Se calhar, ainda vai dar uma ajuda aos que vierem governar depois serem corridos os socialistas.

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  43. Nuno's avatar
    Nuno permalink
    12 Novembro, 2010 05:15

    Acho bem que tornem independente uma região qualquer lá para o norte Por exemplo, uma faixa que englobe o Porto, Aveiro, a Figueira da Foz, Coimbra e mais umas vilas do litoral. Pronto, e por aí podem instituir uma ditadura “á la norte”.
    O Minho e Trás os Montes não que não gramam os tripeiros, bem como a Beira Alta e Alto Alentejo, Alentejo e Algarve é que não – separamo-nos dessa treta e até podemos sediar a capital no Funchal.
    E para mim é porreiro porque deixo de ouvir calinadas socretinas e do impagável Teixeira dos Santos, como dos outros vários bimbos, quase todos juristas, que têm de ser irradicados para o parlamento do Porto, a Invicta – cidade sem género.

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