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E querem ter crescimento económico?

15 Dezembro, 2010
by

Portugal foi o país da UE onde a carga fiscal mais subiu

 

Com o nosso nível de desenvolvimento e de poder de compra, não é possível crescer com este nível de carga fiscal. Donde, o grande “desígnio nacional” a implementar neste país deveria ser a redução para cerca de metade do nível de tributação. O que passaria por reduzir previamente a despesa pública dos actuais 80.000 para cerca de 50.000 milhões. Permitindo ainda gerar excedentes orçamentais para reduzir a dívida pública.

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30 comentários leave one →
  1. aafrancis permalink
    15 Dezembro, 2010 13:48

    Concordo 100 % com o que aqui escreves-te!
    É de facto uma vergonha este país em que vivemos !

    http://anunciosclassificados.wordpress.com/

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  2. Jorge Mesquita permalink
    15 Dezembro, 2010 13:49

    Reduzir a despesa pública e reduzir a carga fiscal é fomentar, a médio e a longo prazo, a ingovernabilidade do país. Estou de acordo em que se reduza a carga fiscal a quem tem salários iguais ou inferiores a 800 euros e se tributem os lucros das grandes empresas que apresentaram lucros, superiores ou iguais a cem mil euros de uma forma faseada. Estamos em crise e a todos cabe a sua responsabilidade em contribuir para a saída dela. Não será isto uma grande verdade que qualquer Governo que nos governe não tem coragem para a implementar?
    Jorge Manuel Brasil Mesquita
    Lisboa, 15/12/2010

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  3. 15 Dezembro, 2010 13:52

    Além de que fomentam a evasão fiscal com a economia paralela e não estimulam o mercado…

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  4. Joaquim permalink
    15 Dezembro, 2010 14:10

    Caro Luis Rocha,
    Muito bem!
    É por isso que estamos numa espiral descendente imparável.

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  5. anti-comuna permalink
    15 Dezembro, 2010 14:11

    Ponham os olhinhos nesta preciosidade:
    .
    “PME pagam impostos mais altos em Portugal
    .
    19-11-2010

    A comparação das regras fiscais entre Portugal e França revela-se fortemente desfavorável para as PME portuguesas. No nosso país, os regimes simplificados e os limites de isenção são mais restritos para as PME e as taxas efectivas de tributação são muito mais elevadas – revela José Duarte, director-geral da Effigest. O Revisor Oficial de Contas com actividade em França e Portugal considera que a fiscalidade portuguesa gera desequilíbrios e penaliza o funcionamento das empresas.”
    .
    In http://www.vidaeconomica.pt/
    .
    .
    Quando eu li isto até fiquei a ganir. Como é possível isto? Eu não sou um profundo conhecedor do sistema fiscal franciú, mas aquilo é um terror. Quando me falam da porcaria dos impostos e auditorias fiscais francesas, com multas de bradar aos céus (por exemplo, um atraso no pagamento do IVA ou uma assincronia entre os dados para o Intrastat e os registados nas contas nacionais dá multa de 10% do valor total do IVA), distribuição de resultados pelos trabalhadores, pagamentos à Seg. Social mensal e trimestral, etc. e mesmo assim as PMEs francesas pagam menos impostos que as portuguesas… Portugal atingiu o limite do absurdo.
    .
    .
    Como querem que Portugal cresça se criar riqueza parece ser crime? Glup!

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  6. lucklucky permalink
    15 Dezembro, 2010 14:47

    O IVA começou em 15% já vai em 23% quais foram os resultados dos aumentos sucessivos de impostos?
    .
    Só mais subidas de impostos.

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  7. Santos Costa permalink
    15 Dezembro, 2010 14:52

    Portugal deve ser o país da Europa que tem a maior economia informal. Se todos pagassem, todos pagaríamos menos. Poucos ganham e o resto do país perde!

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  8. anti-comuna permalink
    15 Dezembro, 2010 14:53

    O IVA vem dos 12%, depois 13% e sempre a subir por aí fora, que daqui a duas semanas, chegará a 23% e, com jeitinho, lá o teremos a 25%!
    .
    .
    E a pobreza diminuiu? E a Justiça melhorou? E o ensino melhorou? O que é que melhorou?
    .
    .
    Mas isto ainda mal começou:
    .
    http://sic.sapo.pt/programasInformacao/scripts/videoplayer.aspx?ch=plano-inclinado&videoId=BB64C6DC-D406-4F4C-844A-1FD3E454D63F

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  9. anti-comuna permalink
    15 Dezembro, 2010 14:56

    Lá vem a demagogia:
    .
    “Portugal deve ser o país da Europa que tem a maior economia informal.”
    .
    .
    Pelo contrário, Portugal deve ter uma economia paralela abaixo da média europeia, segundo li algures por aí. (Hei-de encontrar o estudo e o meter por aqui.)
    .
    .
    “Se todos pagassem, todos pagaríamos menos. Poucos ganham e o resto do país perde!”
    .
    .
    Quase que aposto que o amigo é funcionário público. Mais uma falácia. Quanto maior a carga fiscal, maior a despesa estatal, logo de nada vale pagar mais impostos pois é premiar os parasitas e os sanguessugas.
    .
    .
    Pelo contrário. Quem consegue evitar pagar impostos está a melhorar o país, já que a eficiência económica do sector privado é muito maior que a do sector público. É altura de dizermos a verdade: pagar mais impostos é apenas alimentar mais parasitas, corruptos e negócios escuros.

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  10. fagulhas permalink
    15 Dezembro, 2010 14:58

    De impostos indirectos ou directos? a nivel europeu estamos na média

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  11. Sousa Pinto permalink
    15 Dezembro, 2010 14:59

    14:53
    O que melhorou foi a conta bancária dos que, de uma forma ou outra, se encostaram ao poder.
    E nisso o PS é exemplar.

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  12. Jorge Manuel Brasil permalink
    15 Dezembro, 2010 15:04

    Obrigado, por terem limpo o meu comentário. Eis um exemplo vivo de Democracia basculante. Ser desaprovado foi um enxivalho e uma honra. Deu para perceber a qualidade do blogue.
    Jorge Manuel Brasil Mesquita
    Lisboa, 15/12/2010

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  13. Sintrense entalado permalink
    15 Dezembro, 2010 15:32

    E CONTINUA A SUBIR

    No concelho de Sintra, uma Câmara PSD by Fernando Seara e Duques companhias, a tarifa de resíduos urbanos vai aumentar perto de 40% para as empresas em 2011.

    http://www.queluz.org/2010/12/fernando-seara-aumenta-tarifa-de.html

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  14. tric permalink
    15 Dezembro, 2010 16:18

    pagam mais impostos e o credito é cada vez mais uma miragem…e o Socretino ainda a Governar Portugal !!!

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  15. A C da Silveira permalink
    15 Dezembro, 2010 16:30

    Santos Costa,
    Esse é o falso argumento da esquerda para justificar tudo e um par de botas.
    Quem é que pode medir a dimensão da economia paralela num país onde quem compra uma casa maior ou um carro melhor tem logo o fisco à perna?
    O descalabro é o estado gastador que temos, que já leva mais de 50% do produto, com os resultados que conhecemos.

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  16. Gol(pada) permalink
    15 Dezembro, 2010 17:52

    “Tarifas eléctricas sobem 10% para 36 consumidores industriais, enquanto os domésticos terão subidas de 3,8 por cento (acima da inflação), segundo decisão da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), agora anunciada.”
    Preço da gasolina sem controlo.A cupidez impera e todos assobiam pró lado.
    E assim vai a lenta AGONIA da Economia do circo.

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  17. lucklucky permalink
    15 Dezembro, 2010 18:07

    “Portugal deve ser o país da Europa que tem a maior economia informal. Se todos pagassem, todos pagaríamos menos. Poucos ganham e o resto do país perde!”
    .
    Não é isso que a História indica. Cada ano o Estado saca mais e não contente com isso ainda se endivida mais porque prefere chular os filhos, netos e os que ainda não nasceram a enfrentar a população.

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  18. JP Ribeiro permalink
    15 Dezembro, 2010 18:15

    Bom post que atinge o alvo: o Estado tem de reduzir a despesa E A RECEITA para metade. Pare valer a pena trabalhar e viver neste país. Para não emigrar. Para não dar um quarto do valor das coisas (IVA) para estes parasitas que nos consomem.

    Mas mantenho que os causadores deste descalabro devem ser julgados e condenados a pena maior (porque não estamos na Coreia, Cuba ou Vietnam onde seriam fuzilados).

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  19. Guillaume Tell permalink
    15 Dezembro, 2010 18:50

    A questão não está tanto no nível de impostos e de despesa pública (é certo que em Portugal ambos tem um nível demasiado elevado em relação ao nosso desenvolvimento e cultura), mas sim na eficiência de estes dois factores.

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  20. 15 Dezembro, 2010 19:37

    Guillaume Tell,

    “A questão não está tanto no nível de impostos e de despesa pública (é certo que em Portugal ambos tem um nível demasiado elevado em relação ao nosso desenvolvimento e cultura), mas sim na eficiência de estes dois factores.”

    Dinheiro gerido por burocratas será sempre menos eficiente que em mãos privadas.

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  21. Guillaume Tell permalink
    15 Dezembro, 2010 20:19

    Concordo plenamente consigo caro LR. Por isso a solução “milagre” para Portugal é de pôr gestores privados à frente do Estado. LOL.

    Mas agora mais a sério, a eficiência do Estado seria muito maior se o povo tinha mais poder de decisão sobre os dinheiros públicos (penso, entre muitos outros exemplos, referendar os orçamentos câmarários) , se o Estado estivesse em concorrência com o privado (por exemplo, dar aos cidadões a escolha entre ter um seguro de saúde público ou recorrer ao privado > conversa que necessita de uma explicação mais ampla) e se toda a gente estiver num patido político (para render o clientilismo mais complicado).
    A meditar.

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  22. Santos Costa permalink
    15 Dezembro, 2010 20:29

    “Anti-comuna
    Pelo contrário, Portugal deve ter uma economia paralela abaixo da média europeia, segundo li algures por aí. (Hei-de encontrar o estudo e o meter por aqui.)”

    http://www.fep.up.pt/servicos/gmc/RImprensa2.html

    Para si qual é a média europeia? 50%? Se for essa, então estamos bem abaixo
    http://www.pt.cision.com/O4KPTWebNewLayout/ClientUser/GetClippingDetails.aspx?id=2af3aec1-1f61-4288-ac05-f01694b113e1

    Notícia agenciafinanceira.com

    (09/12/10)-(Agência Financeira) A Economia paralela equivale
    já a um quarto da riqueza nacional. No ano passado a economia
    não registada, isto é, o conjunto de operações económicas que
    não entram no apuramento do Produto Interno Bruto,
    representava já cerca de 40 mil milhões de euros, o que daria
    para fazer 11 TGV.
    O maior avanço ocorreu de 2008 para 2009, precisamente no
    pico da crise, quando alcançou 24,2% do PIB, numa escalada
    de quase dois pontos percentuais, segundo uma investigação
    inédita em Portugal levada a cabo pela Faculdade de Economia
    do Porto, citada pelo «Jornal de Notícias»

    “Quase que aposto que o amigo é funcionário público.”

    não sou funcionário publico!Trabalho por conta de outrem e considero-ma bem pago, o que não acontece a muita gente deste país.
    “Mais uma falácia. Quanto maior a carga fiscal, maior a despesa estatal, logo de nada vale pagar mais impostos pois é premiar os parasitas e os sanguessugas”

    Será? Depende de quem estiver a governar! Esse seu argumento só serve para justificar a economia paralela. Sei lá você anda embrulhado nela…Concordo consigo quando diz que os impostos servem para premiar sanguessugas!

    “Pelo contrário. Quem consegue evitar pagar impostos está a melhorar o país, já que a eficiência económica do sector privado é muito maior que a do sector público.”

    O senhor tem uma forma muito peculiar sobre a eficiência económica. Acho um piadão a este seu argumento!

    “A C da Silveira”

    “Esse é o falso argumento da esquerda para justificar tudo e um par de botas.”

    1º Não sou de esquerda. Considero-me do centro .

    Dizer que é um argumento da esquerda, é o tipo de justificação de quem não tem argumentos.

    “Quem é que pode medir a dimensão da economia paralela num país onde quem compra uma casa maior ou um carro melhor tem logo o fisco à perna?”

    Como há fuga aos impostos e o estado precisa de dinheiro, logo vai buscar onde há sinais exteriores de riqueza. Por acaso você não conhece ninguém que tenha esses sinais de riqueza e pague o mínimo de impostos ? Deve andar distraído…

    “O descalabro é o estado gastador que temos, que já leva mais de 50% do produto, com os resultados que conhecemos.”

    De facto temos um estado muito gastador mas temos ¼ da nossa riqueza produzida a andar por baixo da mesa. Volto a dizer que se todos pagarem, todos pagamos menos e aí o estado se for bem gerido não precisa de andar a “sacar dos nossos bolsos”

    Lucluky
    “Não é isso que a História indica. Cada ano o Estado saca mais e não contente com isso ainda se endivida mais porque prefere chular os filhos, netos e os que ainda não nasceram a enfrentar a população.”

    Meu amigo dê-se ao trabalho de ler o estudo da Universidade do Porto sobre este assunto!

    Não venham é atirar areia aos olhos de pessoas que desconhecem o quanto este fenómeno é prejudicial para a economia. Desde o canalizador ao pedreiro e passando pelo advogado, médico ou gestor, é o safe-se quem puder. O país que se f-da, não é meus senhores?

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  23. anti-comuna permalink
    15 Dezembro, 2010 20:48

    Caro Santos Costa, um estudo que indicia um aumento de 2 pontos percentuais em apenas um ano não me merece qualquer credibilidade, por muito bem intencionados os seus autores. Ainda tentei perceber a metodologia deles mas não o consegui.
    .
    .
    Em todo o caso, a média europeia deve andar pelos 26%. Mas quando encontrar os estudos, meto-os aqui para satisfazer a sua curiosidade.
    .
    .
    Já agora, um pontinho sobre o assunto. A economia paralela inclui actividades ilegais como o jogo, prostituição, tráfico de droga, etc. Acha mesmo que essa gente deve pagar impostos? lolololololo
    .
    .
    É que Vc. confunde economia paralela com evasão fiscal, pelos vistos.
    .
    .
    “Será? Depende de quem estiver a governar! Esse seu argumento só serve para justificar a economia paralela. Sei lá você anda embrulhado nela…Concordo consigo quando diz que os impostos servem para premiar sanguessugas!#
    .
    .
    Sim, sim, eu ando embrulhado nela. Quando vou às putas nunca peço recibo nem factura. lolololololol
    .
    .
    “Não venham é atirar areia aos olhos de pessoas que desconhecem o quanto este fenómeno é prejudicial para a economia. Desde o canalizador ao pedreiro e passando pelo advogado, médico ou gestor, é o safe-se quem puder. O país que se f-da, não é meus senhores?”
    .
    .
    Aqui Vc. volta a confundir eavsão fiscal com actividades paralelas, que inclui actividades ilicitas, ilegais e criminais.
    .
    .
    Mas diga-me, essa gente que não paga impostos não faz parte do país? Outra questão, sabendo-se que a equidade fiscal implica algum equilibro e beneficio de quem paga impostos, que beneficios temos em pagar impostos?
    .
    .
    Por fim quero concluir que o amigo deve ser masoquista. Paga impostos e gosta. lololololololol

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  24. anti-comuna permalink
    15 Dezembro, 2010 21:34

    Agora com mais tempo, uma resposta mais calma ao Santos Costa.
    .
    .
    É normal ver conceitos como a evasão fiscal, o planeamento fiscal e economia paralela ou informal lançados para a opinião pública sem o respectivo enquadramento e tentativa de explicação. Por motivos ideológicos e demagógicos.
    .
    .
    A economia paralela ou informal inclui todas as actividades económicas, que não são contabilizadas nas ditas Contas Nacionais, mas mensurável em parte através de alguns métodos, o mais conhecido, através da movimentação do dinheiro no interior de uma economia. Nestas actividades estão incluidas todas as actividades ilegais, criminais, etc. Assim como a evasão fiscal. O planeamento fiscal é excluído, porque é uma “fuga aos impostos” por motivos perfeitamente legais, que são aqueles que levam o ser humano a preferir obter o máximo de utilidade com o minimo de custo. Seja ele a comprar batatas ou pagar impostos, por norma o ser humana evita pagar mais do que devem até para defesa dos seus próprios interesses.
    .
    .
    Nas actividades paralelas há as actividades perfeitamente legais mas que se limitam a não pagar impostos. Aqui se incluem os tais trolhas que não querem facturar para não pagar impostos. Estas actividades em Portugal devem estar dentro da média europeia.
    .
    .
    As actividades mais lucrativas e com enorme peso económico são mesmo as ilegais. Tráfico de droga, de orgãos, bens roubados, etc. são actividades que entram nesta economia paralela, porque não são contabilizadas pelas estatísticas oficiais mas muitas vezes pagam impostos, para enganar as autoridades criminais. É mesmo intenção dos criminosos pagar impostos para legitimar os ganhos económicos. Pelo tipo de actividades, elas são as que mais contam no PIB (basta ver que vender 1kg de cocaína nas ruas tem mais peso económico que vender 1 tonelada de batatas sem IVA, IRC/S, etc).
    .
    .
    Para o bom funcionamento económico, sob sistemas fiscais que são competitivos, as actividades ilegais e criminais não devem ser “legalizadas”, mesmo que paguem impostos. Mandar matar uma pessoa e passar uma factura de um serviço prestado não legitima o assassinato. Logo, a questão não é fiscal mas Humanista e económica, mas por outras razões que as invocadas pelos que fazem demagogia com o assunto.
    .
    .
    Sob sistemas fiscais muito pesados, como é o caso português, não pagar impostos é uma forma desleal de competição mas aceitável sob o ponto de vista económico. É que, pagar 23% de IVA em Portugal é muito mais gravoso que pagar 25% na Suécia. E isto porquê? Porque, um sistema fiscal competitivo é aquele que atende à relação custo/beneficio. E os benefícios de pagar impostos em Portugal é muito menor que na Suécia.
    .
    .
    O planeamento fiscal não tem nada de ilegal ou tão pouco imoral. É o normal funcionamento da Humanidade, em que um ser humano evita custos para maximizar a utilidade económica das suas actividades. É louvável sob todos os pontos de vista. Por um lado, aumenta a eficiência marginal do capital, logo a produtividade, logo o nível de vida das populações. Por outro, evita que parasitas, sistemas corruptos (da tal economia paralela) e os funcionários públicos vivam a chular os demais desgraçados, que com o seu mérito, engrandecem a sociedade e contribuem para diminuir a pobreza.
    .
    .
    Em lado nenhum existem provas que pagar impostos diminuiu a pobreza. Pelo contrário, normalmente a pobreza está associada ao uso desbragado dos recursos roubados ao Povo através dos impostos, pelos políticos e pelos funcionários públicos. O caso mais evidente é Portugal. A dita pobreza relativa nunca caiu ao passo que os recursos roubados pelo Estado já passa 50% da riqueza criada no país. Ou seja, pagar mais impostos não diminui a pobreza, não trás quase beneficios nenhuns. Logo, pagar impostos é contra-producente e ele próprio gerador de actividades criminosas e paralelas, como a corrupção que domina o sistema político português. E faço notar ao Santos Costa uma coisa. A economia paralela está associada à corrupção dos agentes do Estado, desde policias, juízes, funcionários públicos e até políticos. Logo, pagar mais impostos, é aumentar a actividade paralela de uma economia.

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  25. anti-comuna permalink
    15 Dezembro, 2010 22:01

    Agora, porquê que eu penso que a evasão fiscal em Portugal é menor que noutros países. (Já vivi em vários e não sendo expert da coisa, deu para perceber como se passam as coisas.)
    .
    .
    A evasão fiscal portuguesa baseia-se sobretudo na não facturação de serviços prestados (advogados, trolhas, médicos, etc.) mas como o próprio PIB legal é baixo em Portugal, assim como a produtividade, logo o peso dos serviços é menor no custo mensal do cidadão médio. Outra evasão fiscal típica portuguesa é a fuga ao fisco de parte dos capitalistas portugueses, mas como em Portugal há poucos ricos, e ricos com alguma dimensão (basta comparar o famoso caso do tycoon norueguês que se refugiu em Malta com a fortuna dos homens mais ricos de Portugal, para se ver que até nisto os portugueses são uns pobres desgraçados.)
    .
    .
    Nas actividades paralelas estão aquelas ligadas à corrupção, tráfico de droga, etc. Estas actividades criminais em Portugal são mais altas em Portugal que na média dos países europeus, devido à corrupção instalada no Estado e ao sistema político corrupto. Além disso, Portugal é uma porta de entrada de droga na Europa, que depois tem um peso anormal nesta dita economia paralela. É reconhecido por alguns (o caso mais famoso, o jornalista Manso Preto, que escreveu bastante sobre o assunto, mesmo sob o risco de perder a vida) que em Portugal, as actividades lucrativas do tráfico de droga e armas e até lavagem de capitais externos tem um peso demasiado elevado mas pouco falado em Portugal, nos média tradicionais. Na verdade, este tipo de actividades compra, desde policias a juízes, delegados do MP, jornalistas e até, claro, os políticos. Em Portugal quase nunca se fala disso, mas sabe-se que este tipo de actividades envolvem sempre uma elevada corrupção nos serviços e funcionários do Estado. Nunca se vê políticos na cadeia, tão pouco jornalistas ou até juízes e delegados do MP: Mostrando que, apesar do que os demagógicos dizem, eles não têm verdadeiro interesse em combater estes males. Apenas cobrar mais impostos, logo, mais parasitagem estatal.
    .
    .
    É notória em Portugal que existe muita inveja. É raro ver elogios à riqueza e ao mérito. Quando alguém enriquece, é logo barrado pelas classes altas (“novo rico” não tem pedigree) e invejado pelas classes mais baixas, que dizem logo que deve ser tráfico de droga. Esta mentalidade acontece sobretudo no Sul, onde a mentalidade parasita e invejosa sempre desconfiou das novas fortunas e o establishment odeia novos competidores.
    .
    .
    Infelizmente em Portugal, 20% dos deputados portugueses são comunas, sobretudo eleitos a sul. Demonstrando assim, que Portugal é um país anacrónico, atrasado em todos os aspectos, com tradições de saque com centenas de anos. E, inflizmente, os opinion makers mais importantes são quase todos do sul, comunistas ou neocomunistas (como o Daniel Olveira, que até passa por social-democrata soft), parasitas e invejosos. E esses é que criam e influenciam a opinião pública e legitimam o roubo descarado por parte do Estado.

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  26. Vitor matos permalink
    15 Dezembro, 2010 22:33

    Agora percebo porque estão tão interressados nas eurobonds… era uma lufada de ar fresco e permitiria baixar o iva para uns 10% admitir mais uns 500 mil funcionarios publicos, lol e os alemães amigos tinham de pagar com um sorriso, lol.
    O mal de Portugal são os ciclos… O banco A empresta para o comsumidor pagar créditos ao banco B… se o Banco A deixar de emprestar… lol, é nesta espiral que vive o sistema fincanceiro, se de fora fecharem as torneiras ao dinheiros para os banco o sistema entra em colapso em pouco tempo (o que seria giro de ver).
    infelizmente acho que se for necessario, os poderes instalados preferem dobrar os imposto a alterar realmente alguma coisa.

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  27. Carlos Dias permalink
    15 Dezembro, 2010 23:49

    O amigo Santos Costa dá as costas aos seus amigos e espera que eles lhe afaguem as respectivas.
    Ó caro Costas, se espera que a PT (e outros amigos, da economia não evasiva (coitada)) são um desígnio nacional, não sei o que você espera dos seus amigos.
    Mas tenha cuidado com o que lhe fazem nas costas.

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  28. Santos Costa permalink
    16 Dezembro, 2010 09:56

    Meus caros, eu ainda amo o meus país apesar dos sacrifícios e de termos sido governados nos 36 anos de democracia por governantes (amadores rascas) sem sentido do que é patriotismo e serviço ao país. Alguns foram comissários de interesses duvidosos de terceiros e não do real interesse do país.
    Muitos de nós portugueses, pela forma como nos comportamos e agimos na sociedade, talvez não mereçamos mais que aquilo que temos recebido!

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  29. Santos Costa permalink
    16 Dezembro, 2010 09:58

    Correcção:
    Meus caros, eu ainda amo o MEU país…

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  30. ricardo permalink
    16 Dezembro, 2010 15:02

    Se tivessemos uma carga fiscal e uma despesa pública reduzida a metade da actual, não teríamos o desemprego que temos, teríamos ordenados maiores, preços mais baixos e até os serviços públicos seriam de melhor qualidade.
    O poder dos políticos e dos partidos é que seria bem menor…

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