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Ver para crer*

11 Fevereiro, 2011

Alameda das Linhas de Torres, nº 156; 198/200

Avenida da República, 21

Avenida 24 de Julho, nº 171 C

Avenida Afonso Costa, 41, 3.º Piso Ala D

Avenida Almirante Reis, nº 65

Avenida Brasil nº 155 H

Avenida Brasília

Avenida Ceuta Norte – Lote 5 – Loja 1

Avenida Cidade de Luanda Nº 33, Loja – A

Avenida Cidade Lourenço Marques

Avenida Cidade do Porto

Avenida D. Carlos I

Avenida da Liberdade, nº 175

Avenida de Roma, 14 P

Avenida Frei Miguel Contreiras, 52 Avenida Gomes Pereira, nº 17

Avenida Infante D. Henrique, Lote 1

Avenida João Paulo II, Lote 550

Avenida Rio de Janeiro

Avenida Santos e Castro, Lote 2

Bairro da Ameixoeira Zona 4, Lt. 12 – Lj. B

Bairro da Liberdade, Rua B, Lotes 3 a 6, Piso 1

Bairro do Armador Lote 768 – Loja Dta.

Bairro Marquês de Abrantes

Calçada da Ajuda, nº 236

Calçada da Tapada

Calçada do Cascão, nº 39-41

Calçada do Combro, 58

Calçada do Moinho de Vento, nº 3

Calçada do Poço dos Mouros, nº 2, nº 8

Calçada Marquês de Abrantes, nº 45 – r/c dtº

Campo das Amoreiras

Campo de Santa Clara, nº 60

Campo Grande 13, 15, 25

Casa do Governador – Rua do Espírito Santo

Casalinho da Ajuda – Lote IO 57A – R/c A

Castelo de S. Jorge Convento das Bernardas – Rua da Esperança, n° 146 Costa do Castelo, 75

Escadinhas de S. Miguel, nº 10

Espaço Monsanto – Estrada do Barcal, Monte das Perdizes

Estr. de Telheiras 102, 146

Estr. do Paço do Lumiar 44

Estrada da Pimenteira

Estrada de Benfica, nº 368

Estrada de Chelas nº 101/113/25

Estrada do Alvito

Estrada Paço do Lumiar – Lt. A3 – Lj.

Estrada Poço Chão 15-A, Lisboa

Impasse à Rua Américo de Jesus Fernandes

Largo Calhariz 17

Largo das Pimenteiras, nº 6-A

Largo de Chão do Loureiro

Largo de São Mamede, nº 7

Largo do Chafariz de Dentro, N.º 1

Largo do Ministro, nº 1

Largo dos Jerónimos, nº 3 – r/c

Largo dos Lóis, nº 4 – 1º

Palácio do Beau Séjour, Estrada de Benfica, 368

Paços do Concelho – Praça do Município

Palácio do Contador Mor, Rua Cidade do Lobito

Palácio dos Machadinhos – Rua do Machadinho, nº 20

Palácio Galveias, Campo Pequeno

Palácio Marquês de Tancos, Calçada Marquês de Tancos, 2

Parque Eduardo VII, Lisboa

Cruz das Oliveiras

Poço do Borratém, nº 25 – 2º

Praça das Casas Novas

Praça Dr. Fernando Amado, Lote 565, R/c

Praça General Vicente de Freitas

Praça Mar Humberto Delgado

Quinta Conde dos Arcos / Avenida Dr. Francisco Luís Gomes

R. Alberto de Sousa 31

Rampa do Mercado das Galinheiras

Rua A projectada à Rua de Sousa Lopes, Loja 10 A – Bairro do Rego

Rua Abade Faria, nº 37

Rua Adriano Correia de Oliveira, 4A

Rua Alberto de Oliveira – Palácio dos Coruchéus

Rua Alexandre Herculano, 46

Rua Almada Negreiros

Rua Ângela Pinto

Rua Antão Gonçalves

Rua Antero Figueiredo

Rua António Maria Cardoso, 38

Rua António Patrício nº 26 2º andar

Rua Arco Marquês do Alegrete, nº 6 – 2º C

Rua Augusto Rosa, nº 66 – 1º Dto, nº 68 e nº 70

Rua Azedo Gneco, nº 84 – 2º

Rua Cais do Gás, ao Cais do Sodré

Rua Cardeal Mercier

Rua Cardeal Saraiva, nº 4

Rua Castilho n.º 213

Rua Circular Norte – Bairro da Encarnação

Rua Coelho Rocha 16

Rua Comércio 8,4º-D, Lisboa

Rua Conde de Arnoso, nº 5-A/B

Rua Conselheiro Lopo Vaz, nº 8

Rua Correia Teles, nº 103 A

Rua Costa Malheiro – Lote B12

Rua D. Luís I, nº 10

Rua da Atalaia

Rua da Boavista, nº 9

Rua da Correnteza, N.º 9

Rua da Esperança, nº 49

Rua da Junqueira, 295

Rua da Mouraria, nº 02 – 2º

Rua da Palma, 246

Rua da Prata, nº 59 – 1º

Rua da Rosa, nº 277 – 2º

Rua Damasceno Monteiro, nº 69

Rua das Acácias

Rua das Azáleas

Rua das Farinhas, nº 3 – 2º

Rua das Portas de Santo Antão, nº 141

Rua de Campolide, nº 24-B

Rua de O Século, 79

Rua de S. Bento, 182 – 184

Rua de Xabregas, nº 67 – 1º

Rua do Ouro, nº 49 – 4º

Rua do Rio Tâmega

Rua do Saco, 1

Rua dos Cordoeiros, nº 52 – r/c

Rua dos Fanqueiros, 38 – 1º

Rua dos Lusíadas, nº 13

Rua dos Remédios, nº 53 e 57-A – 2º andar

Rua Engenheiro Maciel Chaves

Rua Engenheiro Vieira Silva

Rua Ernesto Vasconcelos

Rua Estrela

Rua Félix Bermudas

Rua Ferreira de Castro – Lote 387 – C/v

Rua Filipe da Mata, nº 92

Rua Filipe Folque

Rua Gabriel Constante

Rua General Silva Freire, Lote C

Rua Gomes da Silva

Rua Gomes Freire

Rua Gualdim Pais

Rua João Amaral

Rua João de Paiva, nº 11

Rua João Frederico Ludovice

Rua João Silva, nº 2

Rua João Villaret, nº 9

Rua José Duro

Rua Leão de Oliveira

Rua Luciano Cordeiro, nº 16 – r/c Esq

Rua Lúcio Azevedo Lote, 11-r/c, 12-A, 21B

Rua Luís Pastor de Macedo

Rua Machadinho 20

Rua Manuel Marques, Porta 4 F, 6 H

Rua Maria da Fonte – Mercado Forno do Tijolo, Bloco C

Rua Maria José da Guia, 8

Rua Morais Soares, nº 32/32-A

Rua Natália Correia, nº 10 – 10F

Rua Nova da Piedade, nº 66

Rua Nova do Almada, nº 53 – 1º e 2º

Rua Nunes Claro, nº 8 A

Rua Padre Abel Varzim, 7 D

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Rua Professor Vieira Almeida 3-r/c-A, Lisboa

Rua Projectada à Calçada da Quintinha, lotes B1 a B8

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Rua Raul Carapinha

Rua Rio Cávado

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Rua Saraiva de Carvalho, nº 8 – 2º

Rua Silva Tavares

Rua Teixeira Pascoais 10, nº 12

Rua Tomás Alcaide, 63 A

Rua Vila Correia, nº 17 A

Rua Virgílio Correia

Rua Wanda Ramos Lote 12 – Loja

Travessa da Galé, 36

Travessa de S. Tomé, nº 5

Não, não endoideci. Há simplesmente coisas cujo absurdo só se percebe quando esbarramos nelas. E esta lista de 184 endereços é um desses casos. Nestes 184 prédios novos, velhos, palácios, lojas, andares, casas, pólos, complexos e quintas instalou a autarquia lisboeta centenas de departamentos, divisões, núcleos, unidades, gabinetes, agências, empresas municipais e sociedades. 184 endereços que são certamente mais, pois é dificílimo perceber ao certo quantos são e onde funcionam esses serviços municipais. São também mais porque deixei de fora muitos serviços em que a autarquia participa em associação com outras entidades. Excluí também as escolas e os jardins-de-infância tutelados pela autarquia e os cemitérios, embora no caso de um deles, o cemitério de Carnide, tal opção seja muito questionável: como é sabido, o cemitério de Carnide não serve para cemitério, pois, apesar de ter custado o dobro do previsto, a verba não foi suficiente para avaliar a localização e o resultado lá está nos milhares de cadáveres que não se decompõem e mais milhões anunciados para os exumar.
Mas mesmo que eu tivesse feito um levantamento exaustivo na lista faltaria sempre alguma coisa, pois sucessivos presidentes da autarquia lisboeta acharam que a solução para os problemas da cidade passava sempre e quase só por acrescentar esta lista. Informava o PÚBLICO recentemente: “António Costa muda-se para o Intendente em Março. Presidente da Câmara Municipal de Lisboa quer ajudar a acabar com a fama desta zona da capital e prepara novo gabinete para dois anos. A sede do município será só para cerimónias”.
Confesso que, no início, acreditei que o presidente da autarquia lisboeta se ia instalar no edifício da junta de freguesia da zona ou nos prédios que a EPUL ali se propôs construir e que, como é hábito naquela empresa municipal, se arrastam em obras suspensas, milhões de euros de prejuízo e intrincadíssimos processos judiciais. Mas não, não é nada disso. A autarquia lisboeta alugou um espaço no nº 27 do Largo do Intendente para transferir para aí o gabinete do presidente e de vinte funcionários. Entretanto, fazem-se as obras necessárias. (Será que alguém acredita que uma zona se revitaliza porque lá se instalam 20 funcionários da autarquia mais o respectivo presidente? Quando muito, a polícia pode enxotar para outras zonas alguns elementos que considere mais indesejáveis.) O número 27 do Largo do Intendente vai ser acrescentado em Março a esta lista. E sobretudo ela não parará de aumentar enquanto os presidentes da autarquia não perceberem que não há impostos que consigam sustentar isto nem cidade que resista a esta concepção do poder autárquico.

*PÚBLICO

*Obs. Em alguns casos não consta o nº da porta pela prosaica razão de que também não consta nas informações da CML

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27 comentários leave one →
  1. 11 Fevereiro, 2011 10:51

    Não deixa de ser curioso que dos 4 cartões de visita de pessoas ligadas a entidades camarárias que tenho na minha secretária, 3 sejam de moradas que não estão nesta lista. Dá para imaginar quão incompleta está.

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  2. tina permalink
    11 Fevereiro, 2011 10:58

    Excelente serviço público, este post. Que ineficácia e desperdício por parte da CML. Ao contrário do que dizem, deve haver muito dinheiro disponível e por isso, em vez de procurarem formas de contenção ainda gastam mais.

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  3. 11 Fevereiro, 2011 11:15

    Lisboa tem sido infelizmente o concelho mais mal gerido do país desde 1974. É azar a mais. Tanto os edis do CDS e PSD como os do PS têm sido uma lástima. Mas os lisboetas têm culpas no cartório. São coniventes com a situação. Desleixados merecem ser votados ao desleixo. A solução passaria por decretar a falência do Município, nomear uma comissão administrativa para sanear as dívidas, fazendo tudo o que for necessário para equilibrar as contas, e só depois fazer eleições.

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  4. 11 Fevereiro, 2011 11:35

    Isto é que chamar os prédios pelos nomes. Uma lista vertiginosa, ainda que incompleta, que mostra bem o enorme estado-dentro-do-estado que é a CML, simultaneamente maior proprietário e senhorio de Lisboa com as consequências que se conhecem, até para património classificado.

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  5. dürer permalink
    11 Fevereiro, 2011 11:46

    Que loucura.

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  6. 11 Fevereiro, 2011 11:47

    Já que estamos em maré de chouriços, gostaria que publicasse a lista dos endereços das restantes autarquias do país.

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  7. 11 Fevereiro, 2011 12:01

    Ainda bem que já não vivo em Lxª, uma bela trampa e com montões de de gente a ‘circular’ por ali a todas as horas de todos os dias.
    Mas eu podia faxer uma lista semelhante para, só por exemplo, o Ministério da Educação…

    😦

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  8. António Cabral permalink
    11 Fevereiro, 2011 12:22

    Bom dia minha Senhora. Nem sempre concordo com o que diz e escreve, o que estou certo aceitará como natural. Dou-lhe os meus parabéns por este artigo.
    Pela minha parte, e mais modestamente, ando há três anos a fotografar o que gosto e os podres das cidades vilas e aldeias do meu País. Um dia verei o que fazer.

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  9. certo permalink
    11 Fevereiro, 2011 12:48

    Essa gente é doida, pelos vistos, e não melhorou com o António Costa, que, parece, quer tornar Lisboa numa grande rede camarária. Já viram, meus filhos, como sobre tudo isto o vosso papi reina, entre os amigos?

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  10. 11 Fevereiro, 2011 13:26

    ihihih
    Aparentemente o post é um ataque ao António Costa, que nem conheço.
    Mas pergunto-me quantos seriam os endereços da CMLisboa, quando foi presidida pelos outros, com outros nomes de outros partidos.

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  11. 11 Fevereiro, 2011 13:40

    Este é um dos maiores (em sentido literal e figurativo) posts do ano.
    Grande serviço público, muitos parabéns.
    É possível que alguém venha a sentir-se envergonhado.

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  12. ISABEL permalink
    11 Fevereiro, 2011 14:09

    Entretanto: Câmara de Lisboa exige creche a 250 metros da que abandonou
    ” Câmara de Lisboa está a exigir a cedência de um espaço de 350 metros quadrados, para instalar uma creche, a uma empresa que pretende erguer um bloco habitacional em Campo de Ourique. O curioso é que, a 250 metros dali, na Rua de Ferreira Borges, 122, a autarquia tem ao abandono, desde há quatro anos, um prédio de cinco andares em que gastou um milhão de euros para fazer um centro de dia para idosos e uma creche que nunca abriram (PÚBLICO, 4 e 27 de Janeiro).”
    http://www.publico.pt/Local/camara-de-lisboa-exige-creche-a-250-metros-da-que-abandonou_1479791

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  13. lucklucky permalink
    11 Fevereiro, 2011 14:14

    O Estado tem demasiado poder sobre os bolsos dos Portugueses. Os Portugueses acham bem e têm o que merecem.

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  14. 11 Fevereiro, 2011 14:50

    F-Se! ihihihihih Tens Razão. Para além de que o autor do Post tem a perspectiva de um aldeão. Concentrar tudo num sítio, de preferência ao pé da Igreja.
    Só falta não se tocar que isto é património do ESTADO PORTUGUÊS Y que não foi adquirido em 3 dias.
    Cerca 200 edifício para 2 milhões, nada de extraordinário.

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  15. Miguel Miranda permalink
    11 Fevereiro, 2011 15:11

    Seria pedir muito à autora do post que complementasse este exercício, com o percentual, de mandato para mandato, desde o 25abril?

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  16. 11 Fevereiro, 2011 15:25

    Ena, tanto socretino de serviço nesta caixa de comentários!
    E ainda há quem diga que o António da Bosta quer substituir o falso engenheiro…

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  17. Fredo permalink
    11 Fevereiro, 2011 15:29

    Estão aí incluídas as casinhas do Baptista Bastos et tutti quanti?
    E os ateliers, e estúdios entregues a artistas como Dina Aguiar?

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  18. JP Ribeiro permalink
    11 Fevereiro, 2011 15:42

    Este post está ao nível do saudoso post das bolachas…Parabéns!

    …Mas o que mais me surpreende é como aparecem logo aqui uma data de boys a arranjar desculpas!

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  19. 11 Fevereiro, 2011 16:45

    MONSTRO BUROCRÁTICO Á BOA MANEIRA SOCIALISTA.
    É por isso que o Costa se fartou de grunhir que a Câmara estava falida qdo lá chegou…mas tem DOIS MILHÕES de Euros para dar à viúva do saramago…e 18 milhões ao sporting.
    Mais as infindáveis avenças e negociatas com os amiguinhos que vão assinar a sua candidatura em 2016.
    Tudo à custa das taxas, tarifas, e impostos dos portugueses

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  20. 11 Fevereiro, 2011 17:31

    É notícia de ontem que os dirigentes da Função Pública sofrerão mais um revés remuneratório nas mãos deste Governo Socialista.
    Entende-se que, para reduzir o quadro dirigente, é mais fácil, desvalorizar remunerativamente o dirigismo de uma forma cega provocando a saída de muitos, evitando a tomada de decisões corajosas de ajuste onde este deve – mesmo – existir.
    .
    Infelizmente, este procedimento terá más consequências.
    Um Director-Geral ganharia, no início do ano passado, cerca de 3 mil euros por mês líquidos. Com os cortes recentes e com os previstos, agora anunciados, a sua remuneração deverá cair para pouco mais de 2 mil euros. Uma redução superior a 25%.
    .
    Neste caso, aparentemente, já não contam os argumentos que levaram a CGD a não reduzir, em Janeiro, os ordenados de forma equivalente à função pública. O risco era a saída dos quadros.
    .
    A aproximação sucessiva dos rendimentos dos dirigentes aos dos técnicos tornará o “prémio” da liderança num valor insignificante para quem decide, arrisca, se sujeita a fiscalizações, tribunais de contas e multas. Que tem que realizar avaliações de funcionários e gerir as suas responsabilidades, garantir serviços e enfrentar burocracias.
    .
    Claro que haverá sempre quem almeje esses cargos.
    Quem acha que o princípio de Peter não se lhe aplica ou quem o desconhece de todo.
    Assim, a Função Pública portuguesa se tornará num imenso … principado de Peter.
    .
    Que todos nós, contribuintes, pagaremos e teremos que aguentar.
    Organizações sem líderes à altura é meio caminho para a medíocre mediana socialista. O nivelamento sempre, por baixo. Isto, claro, se antes, não se partir tudo.
    .
    Afinal, temos (os Sócrates e Santos) o que merecemos…

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  21. 11 Fevereiro, 2011 17:47

    Para evitar o Princípio de Peter a solução é parar com as promoções automáticas.

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  22. Fincapé permalink
    11 Fevereiro, 2011 21:57

    Raios! Esses endereços não serão os dos ecopontos?

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  23. Euro2cent permalink
    11 Fevereiro, 2011 23:50

    Não faz mal, decerto que são locais de serviços culturais. Para os pagar, a partir de Novembro de 2010 há uma mirabolante “taxa de ocupação do subsolo”, conforme a Galp do gás explica aos tosquiados em mais 10 ou 12 euros por ano.

    (A emissora da CML devia passar mais vezes os “Vampiros” do Zeca Afonso, para reconfortar os munícipes.)

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  24. Botas permalink
    12 Fevereiro, 2011 03:37

    São casas de meninas?

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  25. 12 Fevereiro, 2011 13:49

    Excelente post!

    É preciso trazer à luz o parasitismo que grassa neste país, bem representado pela CML. O número excessivo de moradas revela que são precisos centros de hospedagem para instalar tantos parasitas. Não há parasitas sem hospedeiros.

    Enquanto resto do país, em particular, os municípios fronteiriços e outros do interior, definham sem recursos e se verifica uma desmobilização dos serviços públicos, de maternidades, a centros de saúde, médicos, estações de correio, escolas, postos da GNR, etc. em Lisboa prossegue deboche. É fartar vilanagem.

    Já agora seria interessante verificar os laços familiares entre os funcionários da CML e noutros departamentos e institutos do Estado.

    Uma vergonha de País.

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  26. 13 Fevereiro, 2011 14:22

    Coloquei hoje um link no meu blog.

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