Que deveriam as agências dizer de um país com dívida de 100% do PIB, défice de 10% e crescimento de 2%, onde o executivo está com dificuldade em obter apoio parlamentar para pagar a dívida que vai vencer em Agosto, como este?
Sim, sim, O Carlos Albuquerque tem razão. Alguém me explica como a Moodys dá a máxima notação á dívida americxana e depois lemos isto?
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“O Departamento do Tesouro norte-americano criou uma equipa secreta para debater formas de evitar um “default” nos EUA caso o Congresso não chegue a acordo para subir o tecto máximo de endividamento federal. A notícia está a ser avançada pela agência Reuters.”
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In http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=494891
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Ainda me vão explicar os critérios da Moodys para dar a máxima notação a uma dívida que daqui a um mês pode gerar perdas aos seus investidores.
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Teorias da conspiração? Não. Simples. Quem manda, pode. E quem pode manda areia para os olhos dos crédulos. E dos calimeros.
Carlos Albuquerque,
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Vamos partir do princípio que a Moody’s está errada em relação aos Estados Unidos. Isso quer dizer que já podemos aumentar os salários da Função Pública?
“Vamos partir do princípio que a Moody’s está errada em relação aos Estados Unidos. Isso quer dizer que já podemos aumentar os salários da Função Pública?”
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Não. O que o Jm devia perguntar é: porquê que a notação dos USA é a máxima e os seus investidores podem não receber o dinheiro daqui a poucas semanas.
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Aliás, eu lhe faço esta questão. Porquê que os USA têm a notação máxima e Portugal já é lixo. Aposto que me vai saber responder. eheheheheheh
imagine-se que sim, acabamos com as agências, pelo menos impedimos as yankies de andarem a mandar na Europa. Vai ser uma felicidade. Até que a chinesa chega aí e diz que a portulância vale lixo. Aí vamos arranjar forma de pôr a chinoca fora de jogo. Fantástico. Depois vem a Canadiana e diz que Portugal não tem competitividade e não é previsível que a venha a ter porque ao contrário da Irlanda, a mâo de obra efectiva e a potencial (os que estão a sair do ensino obrigatório) não tem valor. Olhem que a canadiana é menina para isso. .. Ok, mandamos a canadiana dar uma curva. Entretanto as agências europeia começam a dizer o que nessa altura será evidente, ou seja, que todos os salários em Portugal têm de levar um corte pelo meio porque o país não conseguiu descolar e que o perfil é negativo. E aí que fazemos? Saímos do Euro. Ok. Entretanto a enchente de turístas esperada não chega porque agora com as low-cost há muito para onde ir, mais exótico e mais interessante. Ups, o plano de turismo de massa falhou. O de turismo de “açto nível” não descola e o Porto Wine não vende mais que há 20 anos. Que fazer, colocamo-nos a questão olhando para o tigre celta, produtor de todo ou quase o softwere europeu, com os olhos esbugalhados… Que fazer? psicanalises.blogspot
O Trill tem que me explicar então porquê que existe olipólio. Se acha bem.
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E desafio-o a si como ao JM, a explicar porquê que a notação da Moodys é a máxima para dívida americana e lixo para a portuguesa. Aposto que também não me vai saber explicar porquê. Ou sabe? O JM nitidamnete não sabe. Surfa a onda. E Vc. consegue explicar-me?
««Não. O que o Jm devia perguntar é: porquê que a notação dos USA é a máxima e os seus investidores podem não receber o dinheiro daqui a poucas semanas.»»
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Mas essa pergunta interessa para quê? Só se for para desviar as atenções daquilo que podemos controlar (as contas públicas portuguesas) para aquilo que não podemos (o mundo).
“Mas essa pergunta interessa para quê? ”
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Interessa para o BCE, para os seus detentores e para os cidadãos em geral, quem em último caso são eles que estão sob avaliação. Compreendeu?
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Expliqe-me lá porquê que a notação dos USA é a máxima e a portuguesa é lixo.
“A divida dos states deveria ser junk. E a portuguesa tbm.Concluímos então que a Moodys acertou na sua avaliação de ontem?”
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Não. Concluimos que a Moodys não presta, é incompetente e é potencialemente criminosa. Daí faz bem o PGR investigar, mesmo que não o consiga.
“Uns podem imprimir notas, outros não ?”
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Exactamente isso é o que a Moodys está a dizer. Quando não é para isso que lhes pagamos os honorários. Pagamos para outra coisa. Daí que podemos dizer que a Moodys ou é incompetente ou corrupta.
“Vamos partir do princípio que a Moody’s está errada em relação aos Estados Unidos. Isso quer dizer que já podemos aumentar os salários da Função Pública?”
E o que é que o rating da Moody’s tem a ver com os salários da função pública? Aliás diria, o que é que o rating da Moddy’s tem a ver com a realidade económica, para além do facto de haver quem siga as suas indicações?
“Falar mal da mooody está na moooda.”
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Falar bem da moodys também está na moda. Uma coisa é criticar a gestão portuguesa outra defender antros de corrupção. Lembro que a Lehman Bros. recebeu nota máxima desta ag~encias poucos dias antes de falir. Lembro que esta agência deu notações máximas a CDOs que vieram a revelar-se, poucos meses depois, lixo “tóxico” E lembro que os investidores que confiaram nesta agência não foram ressarcidos da mão criminosa desta agência. Repito, a mão criminosa desta agência, que colaborou numa das maiores fraudes financeiras da história.
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Só para lembrar a alguns, que comem muita sopa:
. http://articles.baltimoresun.com/1996-03-28/business/1996088152_1_bond-rating-municipal-bond-bond-market
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“Moody’s Investors Service has pleaded guilty and paid a criminal fine of $195,000 for obstructing justice by destroying documents sought by the U.S. Department of Justice’s (DOJ) antitrust division in an antitrust investigation, according to a DOJ announcement. ”
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In http://www.highbeam.com/doc/1G1-73846616.html
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O erro dos europeus é confiarem em criminosos, com cadastro, tidas como agências de rating. Quem vigia os policias?
“Mas essa pergunta interessa para quê? Só se for para desviar as atenções daquilo que podemos controlar (as contas públicas portuguesas) para aquilo que não podemos (o mundo).” JM
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Não podemos controlar o mundo mas podemos perguntar (e devemos) porque é o mundo tem regras que são escrupulosamente cumpridas para uns e que não se aplicam a outros, porque o funcionamento do mundo – do meu, e não duvido, do seu – depende, em boa parte, do integral cumprimento dessas regras. Portanto, ou a Moody’s é incompetente (e não serve para avaliar dívida nenhuma) ou tem uma agenda menos honesta e transparente (e nesse caso deve ser criminalmente responsabilizada pelos danos que causa).
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Não tem de partir a casa toda porque não gosta do quadro na parede. Se procede assim, é porque a sua visão está distorcida pelas suas convicções e porque o seu fanatismo chegou ao ponto em que não lhe interessam os meios desde que os fins sejam atingidos. É o comunismo de pernas para o ar.
Mas os próprios chineses já puseram o dedo na ferida, é que o recurso à impressora é uma forma de default nas obrigações, por mais limpinho que pareça.
“Mas os próprios chineses já puseram o dedo na ferida, é que o recurso à impressora é uma forma de default nas obrigações, por mais limpinho que pareça.”
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Exactamente. Porque a questão é sempre a mesma. O que avaliam as agências de rating? O risco de perdas ou default? Se é o risco de perdas, a dívida americana e inglesa nunca poderia ter a notação máxima, porque de facto, os investidores perderam dinheiro ou o risco foi mal avaliado. Se é o risco de default, a dívida tuga não pode ser considerada lixo nem usar a justificação do caso grego para este downgrade, quando o Estado grego nem sequer deixou de pagar tudo o que venceu até agora. (Assim como o Estado português.)
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O problema é grave porque, legalmente, é o risco de default. Aí as notações dos USA poderiam ser entendidos como justificados. Mas o que não se compreende como é que existe um limite legal para a emissão de dívida federal e este atingido (ou prestes a atingir) não é incproporado no risco. Daí que, tecnicamente, a Moodys (como as demais) nunca poderiam atribuir pontuação máxima, mesmo que no passado, os políticos sempre permitiram o aumento do endividamento do governo federal. A Moodys faz avaliação de risco não previsões políticas. (Aliás, a prova disso mesmo, é que dentro de 3 semanas, podem ficar a arder os primeiros 80 mil milhões de dólares dos investidores.)
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O que a Moodys está a fazer é apenas isto. Segue o mercado e quem pode imprimir dinheiro, logo, a Reserfa Federal comprar a dívida. Mas a Reserva Federal pode ser visto como uma entidade exterior ao emissor (que o é legalmente) logo, como um vulgar investidor. (Que é o que eles fazem à dívida grega, irlandesa e portuguesa.)
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Ora, se a Moodys segue o mercado, como alguns cromos defendem, para quê as agências de rating? Se elas seguem o mercado em vez de serem independentes dos próprios investidores e suas acções?
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O problema europeu é que deixou um oligopólio corrupto e com cadastro (aqui é mais grave, porque esta gente tem cadastro) definir notações de risco que fazem parte dos critérios da própria actuação do BCE. O BCE e bem, ignora estas agências de rating. (Na prática é mesmo obrigado.)
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O que aqui se põe é a seguinte questão. A Moodys é competente para avaliar o risco do crédito da nossa dívida soberana? Na minha opinião, não. Mesmo quando acerta, pese embora as justificações dadas sejam muito duvidosas.
“E isso muda a realidade…!?”
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Muda. Pode colapsar a liquidez do nosso sistema financeiro. (Por isso o BCE ignora as agências porque tem mais que uma missão e não apenas defender o euro.
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Se não tivesse impacto nem mudanças, não se justificava a própria existência destas agencias.
O Departamento do Tesouro norte-americano criou uma equipa secreta para debater formas de evitar um “default” nos EUA caso o Congresso não chegue a acordo para subir o tecto máximo de endividamento federal. A notícia está a ser avançada pela agência Reuters.
O Congresso terá de chegar a acordo sobre esta matéria até ao próximo dia 2 de Agosto, caso contrário o país arrisca entrar numa situação de insolvência.
O Secretário do Tesouro dos EUA, Timothy Geithner (na foto), já veio garantir que não há planos de contingência para a eventualidade de o governo dos EUA emitir mais dívida tendo já ultrapassado o limite constitucional para o fazer.
no entanto, segundo a Reuters, essa equipa secreta tem estado a explorar formas de prevenir um colapso financeiro que se daria caso o governo não fosse capaz de refinanciar a dívida.
A agência cita fontes próximas do processo.
E isso muda a realidade…!? Plus
Muda, sim, que já o BCE não lhe liga, dizendo, essa Moody’s é uma m… afinal, que, por salvaguardar o dólar rastejante pretende atirar areia aos olhos da gente, e não se lhe liga, com o euro forte, ela rabia do inesperado, porque nos julgava tontos, e pronto, já está.
Carlos Albuquerque, o que é que o rating da Moddy’s tem a ver com a realidade económica, para além do facto de haver quem siga as suas indicações?
Precisamente, o facto de haver quem siga as suas indicações. Vamos culpar os investidores por acreditarem nas indicações da Moody’s? Vamos criar umas agências paralelas, dependentes dos Estados, para depois os investidores não lhes darem credibilidade? E nessa altura que fazemos? Obrigamos os investidores a acreditar nas agências que queremos que acreditem?
Carlos, não é só Portugal, a Grécia e os europeus a criticarem as agências. Os EUA também. Aliás, todos os Estados criticam. É bom sinal.
“afinal, que, por salvaguardar o dólar rastejante pretende atirar areia aos olhos da gente, e não se lhe liga, com o euro forte, ela rabia do inesperado, porque nos julgava tontos, e pronto, já está.”
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De facto foi isso aconteceu. Depois do anúncio oficial que a dívida tuga continuarei a servir de collateral, o euro foi deitado para apanhar stops e desatou a subir até agora.
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Aparentemente os investidores em euros dão razão ao BCE e também não confiam na Moodys.
“Carlos, não é só Portugal, a Grécia e os europeus a criticarem as agências. Os EUA também. Aliás, todos os Estados criticam. É bom sinal.”
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É bom sinal uma agência de rating ter cadastro e ter admitido a culpa em violar as leis?
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É bom sinal comissões de inquérito oficiais terem repreendido (mas não, ainda incriminado) as agências por más práticas?
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Não. É um péssimo sinal. Quem vigia os policias?
anti-comuna, É bom sinal uma agência de rating ter cadastro
Quem tem cadastro são as pessoas.
É bom sinal comissões de inquérito oficiais terem repreendido (mas não, ainda incriminado) as agências por más práticas?
Não é bom. É óptimo. É óptimo que as comissões de inquéritos OFICIAIS repreendam. É a prova que as agências não podem nem devem estar sob a alçada dos Estados.
Ainda o anti-comuna, Quem vigia os policias?
Certamente que uma entidade sob a hierarquia dessa polícia não é a melhor solução. Digo eu. No caso da PSP e da GNR é a IGAI. Que não está sob a hierarquia de nenhuma delas mas antes do MAI.
“É a prova que as agências não podem nem devem estar sob a alçada dos Estados.”
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Mas estão. Podem ser chantageadas pelos Estados. E sim, as organizações também podem ter cadastro.
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Acho que Vc. devia ser mais desconfiado do papel dos Estados e não confiar tanto neles. Certo é que a Moodys foi inciriminada pela Justiça americana e pagou uma multa, aceitando a culpa. E vamos ver se a Justiça americana faz com a Moodys. E mesmo que a Justiça americana nada faça (a troco de quê? ), sabemos que a Moodys colaborou, repito, colaborou numa fraude financeira gigastesca, não se limitando a meter um selo de qualidade naqueles produtos como, veja bem, também participou na elaboração desses produtos com bancos de investimento, sem sequer informar os investidores. E, mais grave ainda, tudo o indica, os produtos foram construídos propositdamente para defraudar os seus investidores.
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Infelizmente a Justiça americana não funciona bem, pois este caso gravissimo, levou ao colapso financeiro, não apenas instituições como particulares.
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A Moodys não me merece qualquer credibilidade nem tem idoneidade para mater a sua actividade. E tem um grave conflito de interesses, não apenas através dos seus accionistas, mas até como instituição que pode ser chantageada pelo próprio Estado americano para defraudar os investidores.
Vamos ver o que faz a Justiça americana com isto:
. http://pt.scribd.com/doc/50396595/FCIC-Final-Report-Conclusions
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Se não fizer uma incriminação formal, é de crer que nunca Moodys merecerá qualquer credibilidade, pois ficaremos sempre na dúvida se os seus ratings não são condici0nados por chanatagens do Estado americano.
Infelizmente o crime compensa nos USA:
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. http://www.sec.gov/news/press/2011/2011-143.htm
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Paga-se umas multazinhas e tal e fecha-se os olhos. É assim hoje os USA. É a máfia instalada em Wall Street.
Mas estão
Não, não estão. Podem ser chantageadas pelos Estados.
E até por si. Ou pelos investidores. Por qualquer pessoa. Ao contrário das entidades que estão sob a tutela dos Estados, que só são influenciadas por estes. E sim, as organizações também podem ter cadastro.
Não, não podem. As pessoas colectivas podem ser incriminadas mas isso é outra história. Acho que Vc. devia ser mais desconfiado do papel dos Estados e não confiar tanto neles.
Como? Não sou eu que acredito em comissões “oficiais”. Pois por ser desconfiado é que vejo com bons olhos o papel destas agências, que naturalmente podem ser pressionadas por qualquer entidade, mas pelo menos estão separadas da alçada dos Estados. E vamos ver se a Justiça americana faz com a Moodys. E mesmo que a Justiça americana nada faça (a troco de quê? )
Ou seja, se a justiça americana não decidir como você acha que deve decidir, não fa justiça. Fazer justiça é tomar decisões que o anti-comuna acha justo.
A Moodys não me merece qualquer credibilidade nem tem idoneidade para mater a sua actividade.
Mas pelos vistos merece a credibilidade dos investidores. E quando não lhes merecer irá falir. Só um exemplo para o esclarecer: se eu fosse barbeiro e um careca não gostasse da minha forma de cortar o cabelo isso pouco me interessaria. Importaria-me muito mais com a opinião dos meus clientes ou potenciais clientes. E tem um grave conflito de interesses
É bom sinal. Mau sinal é quando não há conflito de interesses; quando os interesses confluam todos no sentido dos interesses do(s) Estado(s).
Mas deixe-me dizer-lhe só mais uma coisa anti-comuna: não são só as agências que mudam rapidamente de opinião; você também o faz. Ainda ontem escrevia isto da Moody’s: “O Vice-Presidente da Moddys é claro como a água. Doi? Claro que doi. Mas dois, porque este governo pôs-se a jeito.
(…)
Quexem-se, queixem-se. Mas quem se pôs a jeito foram os portugueses. Muitos que agora criticam estas agências de rating eram os que gozaram até, quando uns gajos de Coimbra fizeram queixa na PGR. Agora, engulam, que é para aprenderem a ter juizo.”
Que é que lhe deu hoje para se virar contra a Moody’s?
“Ou seja, se a justiça americana não decidir como você acha que deve decidir, não fa justiça. Fazer justiça é tomar decisões que o anti-comuna acha justo”
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Exactamente. Qualquer investidor deve surpreender-se como, perante o sucedido e o que dizem os documentos oficiais, estas organizações não são levadas perante a Justiça. Como cidadão e investidor, deverei sempre ter em conta esta coisa simples: é credível uma organização que está dependente de um Estado quanto a uma eventual acusação criminal e suas avaliações de rating?
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Vc. diz que só as pessoas podem ter cadastro. O quê? Cadastro criminal? Ou todo o tipo de cadastro? Não meu amigo, o historial de uma organização, o seu cadastro, pode impedir a sua própria existência e actividade. Seja na actividade bancária, como até a fazer televisão.
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De resto, esqueça lá a ideologia e responda-me: acredita nos serviços de Justiça e regulação americanas? se sim, estou esclarecido.
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PM Mas olhe que, nem por acaso, o mercado até nem é burro de todo a avaliar esta problemática. O dollar também é vítima da cada vez maior falta de credibilidade das instituições americanas. É a vida!
“Que é que lhe deu hoje para se virar contra a Moody’s?”
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Qualquer organização que eu considero criminosa e que parasita os agentes económicos e investidores, têm sempre a minha antipatia. São demasiadas vítimas perante tais comportamentos, senão criminosos à face da lei, são-no á face de uma ética que falta nos mercados financeiros.
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Olhe, deixe lá, que nestas coisas também me rio bastante:
. http://www.businessinsider.com/did-moodys-website-just-get-hacked-by-someone-angry-over-portugal-2011-7
Olhe e são comportamentos destes, apoiados por muitos, que destroem o verdadeiro valor do capitalismo. E que é aproveitado pelos seus inimigos para o denegrir. Pena que não se tenha em conta a própria credibilidade do sistema e apenas se defenda instituições que actuam como agentes num sistema capitalista. Enfim, vistas curtas é o que é.
Continua a aguardar-se uma resposta devidamente fundamentada por conhecimentos económicos e de mercado de JM à questão formulada ? Porquê a disparidade de critérios e de avaliação ? PORQUÊ ?
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Repare que não está em questão o afunilamento das medidas do nosso governo na receita e a sua conveniente inépsia na despesa (institutos e fundações, PPP, obras faraónicas ou privatizações adiadas -eu sei que V. adora privatizar tudo e todos). Repare que o seu argumento é SIM DESVIAR AS ATENÇÕES para as medidas ditas de esquerda de aumentar o salário minímo…não é disso que se trata e nem isso será possível com a maioria agora eleita, e nem é oportuno tal medida apesar de EU conhecer muita gente de bem, trabalhadora que se vê à rasca para chegar ao fim do mês com tostões nos bolsos, mesmo COM ESSE ORDENADO MINÍMO GIGANTESCO!
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Por falar em oportuno e real, considera igualmente normal, oportuno esta avaliação de TRASH, tendo em conta já o ultimo imposto extraordinário e as medidas da troika AGORA ? Nesta semana ?
Está a brincar com quem ? Isto é paródia ? A jusante as medidas tomadas recentemente são erradamente concentradas na receita, não obstante este facto, AS AGÊNCIAS TEÊM OS SEUS INTERESSES OCULTOS/DESCOBERTOS! e ao contrário do delírio de JMF tem muito mais impacto que os colunistas de jornalecos!
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Palha de quem vive dos mercados e das oportunidades e esqueceu não um qualquer “estado social” xuxalista, esqueceu sim a sociedade, a humanidade, os trabalhadores, a base da civilização…os valores éticos e humanos, os valores de justiça. A justiça em Portugal pode estar cega mas os portugueses não, mesmo os que sofrem de alguma cegueira intelectual…acordam, a crise chega a todos e a todos desperta.
Quando se coloca a questão da diferença de critérios da Moddys em relação a outras economias, designadamente à americana, mas poder-se-ia comparar com outras, alguns perguntam: mas isso serve-nos de alguma coisa?
Claro que serve. Serve para mostrar que têm de ser desmascaradas.
A AMérica está completamente falida e os americanos gordos como porcos, mas a Moodys continua a dar-lhes triplo AAA.
Quando é que a Europa, a Rússia ou a China invadem o país dessas ratings?????????????????????’
“Porquê que os USA têm a notação máxima e Portugal já é lixo.”
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Grande novidade. Porque a Moddy’s está dependente do regulador e da política americana : Estado Americano.
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O bizarro da história no entanto é você anti-comuna:
Você acha que isso é uma boa coisa para os Americanos e má para os Portugueses.
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Você parece um miúdo a sonhar com um Pai desleixado.
« O mundo do pós-guerra fria tem duas grandes potências, os Estados-Unidos e a agência Moody’s. » Thomas Friedman, editorialista de política estrangeira do New York Times, explicita assim a formula : se os Etatados-Unidos podem derrotar um enimigo usando o seu arsenal militar, a agência de notação financeira Moody’s tem os meios de estrangular financeiramente um país atribuindo-lhe uma má notação.”
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Considerações com mais de uma década, contidas num artigo de 97 sobre as agências de rating:
. http://www.monde-diplomatique.fr/1997/02/WARDE/7764
“Você acha que isso é uma boa coisa para os Americanos e má para os Portugueses.”
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Eu não acho nada. Só me rio. Olhe, o discurso já lá chegou:
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“Pelosi: “We are not Greece””
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In http://www.businessinsider.com/pelosi-we-are-not-greece-2011-7
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Mas eles ainda têm 3 semanas para se entenderem, não é?
Olhe, caro Lucklucky, estou para aqui a ver os gajos do sol-poente ehehehehe e como reagem ao aéreo e, digo-lhe, que a coisa está a ficar preta. Para o dollar. É que o dollar tirou o lugar ao yene no carry trade e isso reforça o momentum. Os americanos andam a brincar com os mercados e vai-lhes sair o tiro pela culatra. Eles deviam saber que é quase impossível manipular o mercado como gostavam de o fazer: devagarinho, sem provocar pânicos.
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No entanto, parece-me, os gajos que acumulam dollares do outro lado do continente euroasiático, é que parecem estar a ficar nervosos. Terem tantos dollares começa a remoer-lhes a cabeça. Os chineses até compram que se farta yenes e dizem que é por causa da… Deflação. eheehhehehh Nem têm medo da radioactividade nem nada lololololololol
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Os asiáticos devem olhar para o dollar index e ficam a remoer. E se? os americanos querem exportar a crise mas tem riscos. O risco de um pânico. Quem sabe se um default daqui a 3 semanas não despoleta uma corrida á venda descontrolada de dollares? Irá a Reserve Federal pedir ajuda para impedir um forte aumento da volatilidade cambial? Quase que aposto.
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É que, vendo bem, os asiáticos têm razão. Se são tantos a apostar na subida do dollar contra o euro e este, com más notícias, apanha sempre patos e sobe contra o dollar… É porque é de continuar a comprar euros e fugir do dollar. Mas quando a porta começa a ser pequena e tantos para fugirem da sala, desde petroregimes até aos próprios hedge funds americanos…
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Vamos ver no que isto vai parar. Mas eu vou-me rir a sério se surge um clique e desata tudo a fugir do dollar e provocar um colapso. É que, são tantos gordinhos para porta tão pequena…
CASINO ESTORIL
A DGERT tem por missão apoiar a concepção das políticas relativas ao emprego e formação profissional e às relações profissionais, incluindo as condições de trabalho e de segurança saúde e bem-estar no trabalho, cabendo-lhe ainda o acompanhamento e fomento da contratação colectiva e da prevenção de conflitos colectivos de trabalho e promover a acreditação das entidades formadoras.
Tudo uma grande mentira, as provas são dadas com o despedimento colectivo de 112 pessoas do CASINO ESTORIL
“Para Os Trabalhadores da empresa casino estoril no final se fará justiça, reconhecendo a insustentabilidade de um despedimento Colectivo oportunista promovido por uma empresa que, para além do incumprimento de diversas disposições legais, apresenta elevados lucros e que declara querer substituir os trabalhadores que despede por outros contratados em regime de outsoursing”.
Há por aí muito “lixo” com notação AAA.
Que deveriam as agências dizer de um país com dívida de 100% do PIB, défice de 10% e crescimento de 2%, onde o executivo está com dificuldade em obter apoio parlamentar para pagar a dívida que vai vencer em Agosto, como este?
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O blog do Piscoiso também aceita piadunchas estilo Malucos do Riso acompanhas de fotos em baixa resolução.
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Sim, sim, O Carlos Albuquerque tem razão. Alguém me explica como a Moodys dá a máxima notação á dívida americxana e depois lemos isto?
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“O Departamento do Tesouro norte-americano criou uma equipa secreta para debater formas de evitar um “default” nos EUA caso o Congresso não chegue a acordo para subir o tecto máximo de endividamento federal. A notícia está a ser avançada pela agência Reuters.”
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In http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=494891
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Ainda me vão explicar os critérios da Moodys para dar a máxima notação a uma dívida que daqui a um mês pode gerar perdas aos seus investidores.
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Teorias da conspiração? Não. Simples. Quem manda, pode. E quem pode manda areia para os olhos dos crédulos. E dos calimeros.
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Memórias da escravatura: Quando um olheiro de escravos chamado Moodys me atirou para baixo do chicote do capataz dum plantador do Novo Mundo.
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mas eles tb n deram, anos e anos, triplo A à portulândia?
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Carlos Albuquerque,
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Vamos partir do princípio que a Moody’s está errada em relação aos Estados Unidos. Isso quer dizer que já podemos aumentar os salários da Função Pública?
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“Vamos partir do princípio que a Moody’s está errada em relação aos Estados Unidos. Isso quer dizer que já podemos aumentar os salários da Função Pública?”
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Não. O que o Jm devia perguntar é: porquê que a notação dos USA é a máxima e os seus investidores podem não receber o dinheiro daqui a poucas semanas.
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Aliás, eu lhe faço esta questão. Porquê que os USA têm a notação máxima e Portugal já é lixo. Aposto que me vai saber responder. eheheheheheh
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imagine-se que sim, acabamos com as agências, pelo menos impedimos as yankies de andarem a mandar na Europa. Vai ser uma felicidade. Até que a chinesa chega aí e diz que a portulância vale lixo. Aí vamos arranjar forma de pôr a chinoca fora de jogo. Fantástico. Depois vem a Canadiana e diz que Portugal não tem competitividade e não é previsível que a venha a ter porque ao contrário da Irlanda, a mâo de obra efectiva e a potencial (os que estão a sair do ensino obrigatório) não tem valor. Olhem que a canadiana é menina para isso. .. Ok, mandamos a canadiana dar uma curva. Entretanto as agências europeia começam a dizer o que nessa altura será evidente, ou seja, que todos os salários em Portugal têm de levar um corte pelo meio porque o país não conseguiu descolar e que o perfil é negativo. E aí que fazemos? Saímos do Euro. Ok. Entretanto a enchente de turístas esperada não chega porque agora com as low-cost há muito para onde ir, mais exótico e mais interessante. Ups, o plano de turismo de massa falhou. O de turismo de “açto nível” não descola e o Porto Wine não vende mais que há 20 anos. Que fazer, colocamo-nos a questão olhando para o tigre celta, produtor de todo ou quase o softwere europeu, com os olhos esbugalhados… Que fazer? psicanalises.blogspot
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O Trill tem que me explicar então porquê que existe olipólio. Se acha bem.
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E desafio-o a si como ao JM, a explicar porquê que a notação da Moodys é a máxima para dívida americana e lixo para a portuguesa. Aposto que também não me vai saber explicar porquê. Ou sabe? O JM nitidamnete não sabe. Surfa a onda. E Vc. consegue explicar-me?
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A ÉRRETÊPÊ É LIXO A ÉRRETÊPÊ É LIXO!
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É (ainda) máxima para o EUA porque acreditam na dinâmica da economia americana, é lixo para a portulândia porque aqui simplesmente não há qq dinâmica.
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depois há a defesa dos interesses próprios: a Moody’s é do Buffet cujos interesses se gerem em usd.
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Todos os que fizeram uma campanha negra contra Sócrates deveriam dirigir-se voluntariamente à porta dos silos da Lipor….
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“porquê que a notação da Moodys é a máxima para dívida americana e lixo para a portuguesa.”
A divida dos states deveria ser junk. E a portuguesa tbm.Concluímos então que a Moodys acertou na sua avaliação de ontem?
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Para sair do fundo do abismo basta encher balões.
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««Não. O que o Jm devia perguntar é: porquê que a notação dos USA é a máxima e os seus investidores podem não receber o dinheiro daqui a poucas semanas.»»
.
Mas essa pergunta interessa para quê? Só se for para desviar as atenções daquilo que podemos controlar (as contas públicas portuguesas) para aquilo que não podemos (o mundo).
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Aliás, eu lhe faço esta questão. Porquê que os USA têm a notação máxima e Portugal já é lixo. Aposto que me vai saber responder. eheheheheheh
Uns podem imprimir notas, outros não ?
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“Mas essa pergunta interessa para quê? ”
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Interessa para o BCE, para os seus detentores e para os cidadãos em geral, quem em último caso são eles que estão sob avaliação. Compreendeu?
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Expliqe-me lá porquê que a notação dos USA é a máxima e a portuguesa é lixo.
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“A divida dos states deveria ser junk. E a portuguesa tbm.Concluímos então que a Moodys acertou na sua avaliação de ontem?”
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Não. Concluimos que a Moodys não presta, é incompetente e é potencialemente criminosa. Daí faz bem o PGR investigar, mesmo que não o consiga.
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“Uns podem imprimir notas, outros não ?”
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Exactamente isso é o que a Moodys está a dizer. Quando não é para isso que lhes pagamos os honorários. Pagamos para outra coisa. Daí que podemos dizer que a Moodys ou é incompetente ou corrupta.
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“Vamos partir do princípio que a Moody’s está errada em relação aos Estados Unidos. Isso quer dizer que já podemos aumentar os salários da Função Pública?”
E o que é que o rating da Moody’s tem a ver com os salários da função pública? Aliás diria, o que é que o rating da Moddy’s tem a ver com a realidade económica, para além do facto de haver quem siga as suas indicações?
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Falar mal da mooody está na moooda.
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“Falar mal da mooody está na moooda.”
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Falar bem da moodys também está na moda. Uma coisa é criticar a gestão portuguesa outra defender antros de corrupção. Lembro que a Lehman Bros. recebeu nota máxima desta ag~encias poucos dias antes de falir. Lembro que esta agência deu notações máximas a CDOs que vieram a revelar-se, poucos meses depois, lixo “tóxico” E lembro que os investidores que confiaram nesta agência não foram ressarcidos da mão criminosa desta agência. Repito, a mão criminosa desta agência, que colaborou numa das maiores fraudes financeiras da história.
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Só para lembrar a alguns, que comem muita sopa:
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http://articles.baltimoresun.com/1996-03-28/business/1996088152_1_bond-rating-municipal-bond-bond-market
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“Moody’s Investors Service has pleaded guilty and paid a criminal fine of $195,000 for obstructing justice by destroying documents sought by the U.S. Department of Justice’s (DOJ) antitrust division in an antitrust investigation, according to a DOJ announcement. ”
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In http://www.highbeam.com/doc/1G1-73846616.html
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O erro dos europeus é confiarem em criminosos, com cadastro, tidas como agências de rating. Quem vigia os policias?
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“Mas essa pergunta interessa para quê? Só se for para desviar as atenções daquilo que podemos controlar (as contas públicas portuguesas) para aquilo que não podemos (o mundo).” JM
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Não podemos controlar o mundo mas podemos perguntar (e devemos) porque é o mundo tem regras que são escrupulosamente cumpridas para uns e que não se aplicam a outros, porque o funcionamento do mundo – do meu, e não duvido, do seu – depende, em boa parte, do integral cumprimento dessas regras. Portanto, ou a Moody’s é incompetente (e não serve para avaliar dívida nenhuma) ou tem uma agenda menos honesta e transparente (e nesse caso deve ser criminalmente responsabilizada pelos danos que causa).
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Não tem de partir a casa toda porque não gosta do quadro na parede. Se procede assim, é porque a sua visão está distorcida pelas suas convicções e porque o seu fanatismo chegou ao ponto em que não lhe interessam os meios desde que os fins sejam atingidos. É o comunismo de pernas para o ar.
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“Uns podem imprimir notas, outros não ?”
Mas os próprios chineses já puseram o dedo na ferida, é que o recurso à impressora é uma forma de default nas obrigações, por mais limpinho que pareça.
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“Concluimos que a Moodys não presta, é incompetente e é potencialemente criminosa”
E isso muda a realidade…!?
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“Mas os próprios chineses já puseram o dedo na ferida, é que o recurso à impressora é uma forma de default nas obrigações, por mais limpinho que pareça.”
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Exactamente. Porque a questão é sempre a mesma. O que avaliam as agências de rating? O risco de perdas ou default? Se é o risco de perdas, a dívida americana e inglesa nunca poderia ter a notação máxima, porque de facto, os investidores perderam dinheiro ou o risco foi mal avaliado. Se é o risco de default, a dívida tuga não pode ser considerada lixo nem usar a justificação do caso grego para este downgrade, quando o Estado grego nem sequer deixou de pagar tudo o que venceu até agora. (Assim como o Estado português.)
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O problema é grave porque, legalmente, é o risco de default. Aí as notações dos USA poderiam ser entendidos como justificados. Mas o que não se compreende como é que existe um limite legal para a emissão de dívida federal e este atingido (ou prestes a atingir) não é incproporado no risco. Daí que, tecnicamente, a Moodys (como as demais) nunca poderiam atribuir pontuação máxima, mesmo que no passado, os políticos sempre permitiram o aumento do endividamento do governo federal. A Moodys faz avaliação de risco não previsões políticas. (Aliás, a prova disso mesmo, é que dentro de 3 semanas, podem ficar a arder os primeiros 80 mil milhões de dólares dos investidores.)
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O que a Moodys está a fazer é apenas isto. Segue o mercado e quem pode imprimir dinheiro, logo, a Reserfa Federal comprar a dívida. Mas a Reserva Federal pode ser visto como uma entidade exterior ao emissor (que o é legalmente) logo, como um vulgar investidor. (Que é o que eles fazem à dívida grega, irlandesa e portuguesa.)
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Ora, se a Moodys segue o mercado, como alguns cromos defendem, para quê as agências de rating? Se elas seguem o mercado em vez de serem independentes dos próprios investidores e suas acções?
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O problema europeu é que deixou um oligopólio corrupto e com cadastro (aqui é mais grave, porque esta gente tem cadastro) definir notações de risco que fazem parte dos critérios da própria actuação do BCE. O BCE e bem, ignora estas agências de rating. (Na prática é mesmo obrigado.)
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O que aqui se põe é a seguinte questão. A Moodys é competente para avaliar o risco do crédito da nossa dívida soberana? Na minha opinião, não. Mesmo quando acerta, pese embora as justificações dadas sejam muito duvidosas.
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“E isso muda a realidade…!?”
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Muda. Pode colapsar a liquidez do nosso sistema financeiro. (Por isso o BCE ignora as agências porque tem mais que uma missão e não apenas defender o euro.
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Se não tivesse impacto nem mudanças, não se justificava a própria existência destas agencias.
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O Departamento do Tesouro norte-americano criou uma equipa secreta para debater formas de evitar um “default” nos EUA caso o Congresso não chegue a acordo para subir o tecto máximo de endividamento federal. A notícia está a ser avançada pela agência Reuters.
O Congresso terá de chegar a acordo sobre esta matéria até ao próximo dia 2 de Agosto, caso contrário o país arrisca entrar numa situação de insolvência.
O Secretário do Tesouro dos EUA, Timothy Geithner (na foto), já veio garantir que não há planos de contingência para a eventualidade de o governo dos EUA emitir mais dívida tendo já ultrapassado o limite constitucional para o fazer.
no entanto, segundo a Reuters, essa equipa secreta tem estado a explorar formas de prevenir um colapso financeiro que se daria caso o governo não fosse capaz de refinanciar a dívida.
A agência cita fontes próximas do processo.
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E isso muda a realidade…!? Plus
Muda, sim, que já o BCE não lhe liga, dizendo, essa Moody’s é uma m… afinal, que, por salvaguardar o dólar rastejante pretende atirar areia aos olhos da gente, e não se lhe liga, com o euro forte, ela rabia do inesperado, porque nos julgava tontos, e pronto, já está.
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Carlos Albuquerque,
o que é que o rating da Moddy’s tem a ver com a realidade económica, para além do facto de haver quem siga as suas indicações?
Precisamente, o facto de haver quem siga as suas indicações. Vamos culpar os investidores por acreditarem nas indicações da Moody’s? Vamos criar umas agências paralelas, dependentes dos Estados, para depois os investidores não lhes darem credibilidade? E nessa altura que fazemos? Obrigamos os investidores a acreditar nas agências que queremos que acreditem?
Carlos, não é só Portugal, a Grécia e os europeus a criticarem as agências. Os EUA também. Aliás, todos os Estados criticam. É bom sinal.
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“afinal, que, por salvaguardar o dólar rastejante pretende atirar areia aos olhos da gente, e não se lhe liga, com o euro forte, ela rabia do inesperado, porque nos julgava tontos, e pronto, já está.”
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De facto foi isso aconteceu. Depois do anúncio oficial que a dívida tuga continuarei a servir de collateral, o euro foi deitado para apanhar stops e desatou a subir até agora.
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Aparentemente os investidores em euros dão razão ao BCE e também não confiam na Moodys.
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“Carlos, não é só Portugal, a Grécia e os europeus a criticarem as agências. Os EUA também. Aliás, todos os Estados criticam. É bom sinal.”
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É bom sinal uma agência de rating ter cadastro e ter admitido a culpa em violar as leis?
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É bom sinal comissões de inquérito oficiais terem repreendido (mas não, ainda incriminado) as agências por más práticas?
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Não. É um péssimo sinal. Quem vigia os policias?
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Caro AC
http://m.yahoo.com/w/news_america/china-ratings-house-says-us-defaulting-report-054309883.html?orig_host_hdr=ca.news.yahoo.com&.intl=ca&.lang=en-ca
Depois ninguém se queixe que os chinocas não avisaram…É que eles não se esquecem destas coisas.
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anti-comuna,
É bom sinal uma agência de rating ter cadastro
Quem tem cadastro são as pessoas.
É bom sinal comissões de inquérito oficiais terem repreendido (mas não, ainda incriminado) as agências por más práticas?
Não é bom. É óptimo. É óptimo que as comissões de inquéritos OFICIAIS repreendam. É a prova que as agências não podem nem devem estar sob a alçada dos Estados.
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Ainda o anti-comuna,
Quem vigia os policias?
Certamente que uma entidade sob a hierarquia dessa polícia não é a melhor solução. Digo eu. No caso da PSP e da GNR é a IGAI. Que não está sob a hierarquia de nenhuma delas mas antes do MAI.
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“É a prova que as agências não podem nem devem estar sob a alçada dos Estados.”
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Mas estão. Podem ser chantageadas pelos Estados. E sim, as organizações também podem ter cadastro.
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Acho que Vc. devia ser mais desconfiado do papel dos Estados e não confiar tanto neles. Certo é que a Moodys foi inciriminada pela Justiça americana e pagou uma multa, aceitando a culpa. E vamos ver se a Justiça americana faz com a Moodys. E mesmo que a Justiça americana nada faça (a troco de quê? ), sabemos que a Moodys colaborou, repito, colaborou numa fraude financeira gigastesca, não se limitando a meter um selo de qualidade naqueles produtos como, veja bem, também participou na elaboração desses produtos com bancos de investimento, sem sequer informar os investidores. E, mais grave ainda, tudo o indica, os produtos foram construídos propositdamente para defraudar os seus investidores.
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Infelizmente a Justiça americana não funciona bem, pois este caso gravissimo, levou ao colapso financeiro, não apenas instituições como particulares.
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A Moodys não me merece qualquer credibilidade nem tem idoneidade para mater a sua actividade. E tem um grave conflito de interesses, não apenas através dos seus accionistas, mas até como instituição que pode ser chantageada pelo próprio Estado americano para defraudar os investidores.
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Caro Miguel, uma agência alemã também já avisou:
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http://www.ritholtz.com/blog/2011/06/chinese-rating-agency-says-the-us-has-already-defaulted-german-rating-agency-downgrades-u-s-debt/
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Talvez haja uma guerra económica maior do que aquilo que a generalidade das pessoas pensam. Ou admitem em público. ;))
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E não se diga que é tudo confindencial, porque…
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http://newsroom-magazine.com/2010/government-agencies/finance-and-banking/moodys-internal-corruption-detailed/
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Vamos ver o que faz a Justiça americana com isto:
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http://pt.scribd.com/doc/50396595/FCIC-Final-Report-Conclusions
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Se não fizer uma incriminação formal, é de crer que nunca Moodys merecerá qualquer credibilidade, pois ficaremos sempre na dúvida se os seus ratings não são condici0nados por chanatagens do Estado americano.
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Infelizmente o crime compensa nos USA:
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http://www.sec.gov/news/press/2011/2011-143.htm
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Paga-se umas multazinhas e tal e fecha-se os olhos. É assim hoje os USA. É a máfia instalada em Wall Street.
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Mas estão
Não, não estão.
Podem ser chantageadas pelos Estados.
E até por si. Ou pelos investidores. Por qualquer pessoa. Ao contrário das entidades que estão sob a tutela dos Estados, que só são influenciadas por estes.
E sim, as organizações também podem ter cadastro.
Não, não podem. As pessoas colectivas podem ser incriminadas mas isso é outra história.
Acho que Vc. devia ser mais desconfiado do papel dos Estados e não confiar tanto neles.
Como? Não sou eu que acredito em comissões “oficiais”. Pois por ser desconfiado é que vejo com bons olhos o papel destas agências, que naturalmente podem ser pressionadas por qualquer entidade, mas pelo menos estão separadas da alçada dos Estados.
E vamos ver se a Justiça americana faz com a Moodys. E mesmo que a Justiça americana nada faça (a troco de quê? )
Ou seja, se a justiça americana não decidir como você acha que deve decidir, não fa justiça. Fazer justiça é tomar decisões que o anti-comuna acha justo.
A Moodys não me merece qualquer credibilidade nem tem idoneidade para mater a sua actividade.
Mas pelos vistos merece a credibilidade dos investidores. E quando não lhes merecer irá falir. Só um exemplo para o esclarecer: se eu fosse barbeiro e um careca não gostasse da minha forma de cortar o cabelo isso pouco me interessaria. Importaria-me muito mais com a opinião dos meus clientes ou potenciais clientes.
E tem um grave conflito de interesses
É bom sinal. Mau sinal é quando não há conflito de interesses; quando os interesses confluam todos no sentido dos interesses do(s) Estado(s).
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Mas deixe-me dizer-lhe só mais uma coisa anti-comuna: não são só as agências que mudam rapidamente de opinião; você também o faz. Ainda ontem escrevia isto da Moody’s:
“O Vice-Presidente da Moddys é claro como a água. Doi? Claro que doi. Mas dois, porque este governo pôs-se a jeito.
(…)
Quexem-se, queixem-se. Mas quem se pôs a jeito foram os portugueses. Muitos que agora criticam estas agências de rating eram os que gozaram até, quando uns gajos de Coimbra fizeram queixa na PGR. Agora, engulam, que é para aprenderem a ter juizo.”
Que é que lhe deu hoje para se virar contra a Moody’s?
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“Ou seja, se a justiça americana não decidir como você acha que deve decidir, não fa justiça. Fazer justiça é tomar decisões que o anti-comuna acha justo”
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Exactamente. Qualquer investidor deve surpreender-se como, perante o sucedido e o que dizem os documentos oficiais, estas organizações não são levadas perante a Justiça. Como cidadão e investidor, deverei sempre ter em conta esta coisa simples: é credível uma organização que está dependente de um Estado quanto a uma eventual acusação criminal e suas avaliações de rating?
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Vc. diz que só as pessoas podem ter cadastro. O quê? Cadastro criminal? Ou todo o tipo de cadastro? Não meu amigo, o historial de uma organização, o seu cadastro, pode impedir a sua própria existência e actividade. Seja na actividade bancária, como até a fazer televisão.
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De resto, esqueça lá a ideologia e responda-me: acredita nos serviços de Justiça e regulação americanas? se sim, estou esclarecido.
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PM Mas olhe que, nem por acaso, o mercado até nem é burro de todo a avaliar esta problemática. O dollar também é vítima da cada vez maior falta de credibilidade das instituições americanas. É a vida!
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“Que é que lhe deu hoje para se virar contra a Moody’s?”
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Qualquer organização que eu considero criminosa e que parasita os agentes económicos e investidores, têm sempre a minha antipatia. São demasiadas vítimas perante tais comportamentos, senão criminosos à face da lei, são-no á face de uma ética que falta nos mercados financeiros.
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Olhe, deixe lá, que nestas coisas também me rio bastante:
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http://www.businessinsider.com/did-moodys-website-just-get-hacked-by-someone-angry-over-portugal-2011-7
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Olhe e são comportamentos destes, apoiados por muitos, que destroem o verdadeiro valor do capitalismo. E que é aproveitado pelos seus inimigos para o denegrir. Pena que não se tenha em conta a própria credibilidade do sistema e apenas se defenda instituições que actuam como agentes num sistema capitalista. Enfim, vistas curtas é o que é.
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Continua a aguardar-se uma resposta devidamente fundamentada por conhecimentos económicos e de mercado de JM à questão formulada ? Porquê a disparidade de critérios e de avaliação ? PORQUÊ ?
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Repare que não está em questão o afunilamento das medidas do nosso governo na receita e a sua conveniente inépsia na despesa (institutos e fundações, PPP, obras faraónicas ou privatizações adiadas -eu sei que V. adora privatizar tudo e todos). Repare que o seu argumento é SIM DESVIAR AS ATENÇÕES para as medidas ditas de esquerda de aumentar o salário minímo…não é disso que se trata e nem isso será possível com a maioria agora eleita, e nem é oportuno tal medida apesar de EU conhecer muita gente de bem, trabalhadora que se vê à rasca para chegar ao fim do mês com tostões nos bolsos, mesmo COM ESSE ORDENADO MINÍMO GIGANTESCO!
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Por falar em oportuno e real, considera igualmente normal, oportuno esta avaliação de TRASH, tendo em conta já o ultimo imposto extraordinário e as medidas da troika AGORA ? Nesta semana ?
Está a brincar com quem ? Isto é paródia ? A jusante as medidas tomadas recentemente são erradamente concentradas na receita, não obstante este facto, AS AGÊNCIAS TEÊM OS SEUS INTERESSES OCULTOS/DESCOBERTOS! e ao contrário do delírio de JMF tem muito mais impacto que os colunistas de jornalecos!
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Palha de quem vive dos mercados e das oportunidades e esqueceu não um qualquer “estado social” xuxalista, esqueceu sim a sociedade, a humanidade, os trabalhadores, a base da civilização…os valores éticos e humanos, os valores de justiça. A justiça em Portugal pode estar cega mas os portugueses não, mesmo os que sofrem de alguma cegueira intelectual…acordam, a crise chega a todos e a todos desperta.
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Ataque concertado à Moodys (acto 1º)
Ler
http://www.facebook.com/event.php?eid=214459695264048
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http://paginas.fe.up.pt/~ee07252/works/files/autoRefresh.html
insert refresh http://www.moodys.com/ every 5 secs
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Quando se coloca a questão da diferença de critérios da Moddys em relação a outras economias, designadamente à americana, mas poder-se-ia comparar com outras, alguns perguntam: mas isso serve-nos de alguma coisa?
Claro que serve. Serve para mostrar que têm de ser desmascaradas.
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A AMérica está completamente falida e os americanos gordos como porcos, mas a Moodys continua a dar-lhes triplo AAA.
Quando é que a Europa, a Rússia ou a China invadem o país dessas ratings?????????????????????’
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“Porquê que os USA têm a notação máxima e Portugal já é lixo.”
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Grande novidade. Porque a Moddy’s está dependente do regulador e da política americana : Estado Americano.
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O bizarro da história no entanto é você anti-comuna:
Você acha que isso é uma boa coisa para os Americanos e má para os Portugueses.
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Você parece um miúdo a sonhar com um Pai desleixado.
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Huuuuuuuufffffff! Queren lá ver a moenga???????
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« O mundo do pós-guerra fria tem duas grandes potências, os Estados-Unidos e a agência Moody’s. » Thomas Friedman, editorialista de política estrangeira do New York Times, explicita assim a formula : se os Etatados-Unidos podem derrotar um enimigo usando o seu arsenal militar, a agência de notação financeira Moody’s tem os meios de estrangular financeiramente um país atribuindo-lhe uma má notação.”
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Considerações com mais de uma década, contidas num artigo de 97 sobre as agências de rating:
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http://www.monde-diplomatique.fr/1997/02/WARDE/7764
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“Você acha que isso é uma boa coisa para os Americanos e má para os Portugueses.”
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Eu não acho nada. Só me rio. Olhe, o discurso já lá chegou:
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“Pelosi: “We are not Greece””
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In http://www.businessinsider.com/pelosi-we-are-not-greece-2011-7
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Mas eles ainda têm 3 semanas para se entenderem, não é?
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Olhe, caro Lucklucky, estou para aqui a ver os gajos do sol-poente ehehehehe e como reagem ao aéreo e, digo-lhe, que a coisa está a ficar preta. Para o dollar. É que o dollar tirou o lugar ao yene no carry trade e isso reforça o momentum. Os americanos andam a brincar com os mercados e vai-lhes sair o tiro pela culatra. Eles deviam saber que é quase impossível manipular o mercado como gostavam de o fazer: devagarinho, sem provocar pânicos.
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No entanto, parece-me, os gajos que acumulam dollares do outro lado do continente euroasiático, é que parecem estar a ficar nervosos. Terem tantos dollares começa a remoer-lhes a cabeça. Os chineses até compram que se farta yenes e dizem que é por causa da… Deflação. eheehhehehh Nem têm medo da radioactividade nem nada lololololololol
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Os asiáticos devem olhar para o dollar index e ficam a remoer. E se? os americanos querem exportar a crise mas tem riscos. O risco de um pânico. Quem sabe se um default daqui a 3 semanas não despoleta uma corrida á venda descontrolada de dollares? Irá a Reserve Federal pedir ajuda para impedir um forte aumento da volatilidade cambial? Quase que aposto.
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É que, vendo bem, os asiáticos têm razão. Se são tantos a apostar na subida do dollar contra o euro e este, com más notícias, apanha sempre patos e sobe contra o dollar… É porque é de continuar a comprar euros e fugir do dollar. Mas quando a porta começa a ser pequena e tantos para fugirem da sala, desde petroregimes até aos próprios hedge funds americanos…
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Vamos ver no que isto vai parar. Mas eu vou-me rir a sério se surge um clique e desata tudo a fugir do dollar e provocar um colapso. É que, são tantos gordinhos para porta tão pequena…
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CASINO ESTORIL
A DGERT tem por missão apoiar a concepção das políticas relativas ao emprego e formação profissional e às relações profissionais, incluindo as condições de trabalho e de segurança saúde e bem-estar no trabalho, cabendo-lhe ainda o acompanhamento e fomento da contratação colectiva e da prevenção de conflitos colectivos de trabalho e promover a acreditação das entidades formadoras.
Tudo uma grande mentira, as provas são dadas com o despedimento colectivo de 112 pessoas do CASINO ESTORIL
“Para Os Trabalhadores da empresa casino estoril no final se fará justiça, reconhecendo a insustentabilidade de um despedimento Colectivo oportunista promovido por uma empresa que, para além do incumprimento de diversas disposições legais, apresenta elevados lucros e que declara querer substituir os trabalhadores que despede por outros contratados em regime de outsoursing”.
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