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Um governo comunista, por favor

31 Agosto, 2011

Portugal tem sido governado sucessivamente por sociais-democratas e socialistas. Acabámos falidos e em plena ditadura fiscal. Até para comprar um passe temos de fazer prova de rendimentos. Logo a solução está em termos um governo comunista. Note-se que escrevo comunista. Nada de socialismos e outras patetices. Comunista como manda a cartilha: sem propriedade privada ou qualquer vislumbre de actividade em que se seja tributado. É tudo do Estado. E o Estado que se governe e me governe. Agora esta cenoura à frente dos olhos da iniciativa privada para depois virem com a ladainha das desigualdades e da maldade dos ricos para depois exportularem mais impostos, não!!! Acabou. Por mim só vejo três vias. A primeira, é o dito comunismo. A segunda é fazer um acampamento de indignados fiscais e defender a fuga ao fisco. A terceira que me ocorreu hoje quando fui ao supermercado e dei de caras com as fantásticas compras de um grupo local muito típico de  usufrutuários de RSI,  é conseguir esse bendito estatuto de carenciado.  Para o resto já dei. Mas mal por mal prefiro o comunismo. Vou escrever ao Carvalho da Silva, ao Mário Nogueira e ao camarada Jerónimo  e proponho-me vir para a rua gritar: Comunismo já! Algo me diz que eles mesmos não estão interessados em deixar esta doce viver em que até a luta pelo socialismo é paga  pelo contribuinte mas por mim não desisto: quero um governo comunista pois acredito que só assim deixarei de ouvir falar em mais impostos. 

Até já, camaradas

 

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32 comentários leave one →
  1. Arlindo da Costa permalink
    31 Agosto, 2011 17:20

    Uma boa ideia.
    Pois os comunistas – os verdadeiros, os ortodoxos (não aqueles que estão no PSD ou na extrema esquerda do BE) – fazem o que o actual governo está fazendo com muito mais estilo e convicção!
    Até já, camarada.

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  2. afédoshomens permalink
    31 Agosto, 2011 17:25

    exportule helena maria…

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  3. Miguel permalink
    31 Agosto, 2011 17:29

    Há mais impostos porque há mais gente na classe média e baixa. Querendo guito rápido…é a eles. Fácil quando não houve estudo. Era só bocas e conversa de café contra o Socas, e agora nota-se que não há profundidade.
    Mas isto demonstra falta de estudo.
    O que acho incrível é a falta de ESTUDO. Chamar de ignorante a um deputado do PSD é uma dignificação do sistema constitucional, e aos badamecos dos Frasquilhos, Montenegros, Menezes constitui uma aproximação à seriedade.

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  4. 31 Agosto, 2011 17:30

    Até para comprar um passe temos de fazer prova de rendimentos.
    Não é verdade, é aliás mentira e assim se estraga um texto. Quem é que pode acreditar que tudo o resto é verdadeiro?

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  5. J CASTILHO permalink
    31 Agosto, 2011 17:48

    A Sarah Palin portuguesa a “blasfemar” ainda consegue ser pior do que a original! Tadinha!!!!

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  6. 31 Agosto, 2011 17:50

    Larachas.

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  7. Fincapé permalink
    31 Agosto, 2011 18:00

    “Até para comprar um passe temos de fazer prova de rendimentos”. Mas isto é o que a direita anda a reclamar há muito tempo para a saúde e não só! Tipo: Ó senhor, teve um AVC? Mostre lá o seu IRS para saber quanto vai pagar!
    Não percebo porque é que a HM diz que isto é de esquerda! Ai essas férias que não lhe fizeram bem!

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  8. lucklucky permalink
    31 Agosto, 2011 18:00

    Helena a maioria dos Comunistas e o Soci@lismo no geral já habituou a viver no dolce fare niente de ter empresas, empresários e trabalhadores competentes=ganham bem, para mugi-los .
    .
    O Soci@lismo quer controlar algumas empresas com renda fixa assegurada para mostrar quem manda – ex.Petróleos – Mas Industria? Tecnologia? Ideias? Investigação? Nah… dá muito trabalho e é arriscado: pode falhar.
    Deixam isso para o Mercado. O Mercado é a teta onde os Comunistas e o Soci@lismo se alimenta.
    .
    O que estragou os planos do Soci@lismo é a eficiência do mercado, os produtos tecnológicos estão cada vez mais baratos. Ou seja os impostos diminuem. Se impostos diminuem ficam com menos poder…
    Logo toca a colocar dificuldades para tornar tudo mais caro, como regulação mais complicada, limitar o mercado a uns quantos, etc, etc.

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  9. Miguel Lopes permalink
    31 Agosto, 2011 18:04

    No dia 1 de Abril de 1974, a Coreia do Norte aboliu os impostos. A Coreia do Norte é mesmo o único país do mundo, onde não há impostos.

    Nessa altura, a Helena Matos já andava no MRPP? Aprendeu os conceitos operatórios do marxismo com o camarada Arnaldo Matos?

    É que eu suspeito que nunca tenha pensado com eles. Neste texto aparenta estar a criticar, com ironia, um republicanóide qualquer, desses da “causa pública”, ao mesmo tempo que lhe chama “comunista”.
    Repare, o princípio de uma sociedade socialista é “a cada um segundo o seu trabalho” (supostamente temos que passar por esta fase antes de chegarmos à outra). Exactamente a tal cenoura à frente da testa. Fulano trabalha X, recebe 10; Sicrano trabalha 2X, recebe 20. São abolidas as formas de extracção de valor do trabalho pelo capital privado, isto é, são propriedade social todos os meios de produção – não a produção (!!!), mas os meios de produção. Porque não é pelo facto do Zé Manel ter laranjas que há contradições de classe, há contradições de classe se o Zé Manel for dono das terras onde estão as laranjeiras, obrigando todos os outros a trabalhar para ele e roubando-lhes parte do valor que criam. Percebeu a cena?

    Marx, na sua Crítica ao Programa de Gotha, chega mesmo a dizer que o socialismo, ao impor a medida do trabalho na remuneração, é o direito da desigualdade pelo trabalho – desigualdades físicas e intelectuais entre as pessoas como consequência disso.

    Um comunista quer lá saber deste Estado para alguma coisa. Este Estado é da classe dominante. Tanto este Estado como a burguesia sugam o valor do nosso trabalho, mesmo que depois devolvam parte em caridade (no caso da burguesia) e salário social (no caso do Estado). Mas é a mesma merda.

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  10. lucklucky permalink
    31 Agosto, 2011 18:11

    Tinha de aparecer um cómico…

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  11. lucklucky permalink
    31 Agosto, 2011 18:16

    Cómico é um elogio deslocado. É por causa de gente desta que em boa parte de África e na Coreia do Norte se morreu e morre à fome.

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  12. Arlindo da Costa permalink
    31 Agosto, 2011 18:19

    É verdade, Luck, acabaram com os impostos como tu preconizas, e acabaram na floresta a recolher bagas e a caçar melros…

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  13. Miguel Lopes permalink
    31 Agosto, 2011 18:20

    E argumentar como gente crescida? Não consegue?

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  14. lucklucky permalink
    31 Agosto, 2011 18:45

    Os impostos são quase a 100% Arlindo. Um Norte Coreano não pode ter quase nada.
    Quem não pode ter nada como é óbvio pouco investe.
    Logo fome.
    O Comunismo que tudo na vida dos outros quer controlar tem de matar por definição.

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  15. Miguel Lopes permalink
    31 Agosto, 2011 18:58

    Sabe tanto o lucklucky. É o pintas lá da aldeia.

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  16. Arlindo da Costa permalink
    31 Agosto, 2011 19:02

    Luck:
    Então, a solução é regressar à via original: ou seja a do bom selvagem descrito por Jean Jacques Rousseau.
    Nada de impostos, nem Estado, nem policia.
    E todos com as pilinhas de fora e mamas ao léu.
    As Testemunhas de Jeová também têm esse programa.
    Até o leão dorme com o cordeirinho…
    Só mesmo o Luck para nos tirar da profunda depressão que este «novo» governo nos enfiou…

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  17. Miguel Lopes permalink
    31 Agosto, 2011 19:21

    O lucklucky com toda aquela sagacidade, tem calibre para entrar numa dessas turmas de testemunhas de jeová que acordam a malta a um sábado de manhã.

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  18. lucklucky permalink
    31 Agosto, 2011 19:25

    Típico a desconversar Arlindo. O Estado Soci@lista Tuga é maior que 50% da economia, de mais de 50% a zero há muitos graus.
    Mas para si não apetece falar em graus…
    Viu-me aqui alguma vez a condenar gastos na Justiça, Forças Armadas, Polícia?

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  19. António Sobral Cid permalink
    31 Agosto, 2011 19:35

    Nem pensar Helena Matos… ia logo parar ao Campo Pequeno, defronte a um pelotão de fuzilamento (ou como as balas são caras, talvez me dessem a “honra” de ser executado à antiga, eu de joelhos e faca de cozinha no pescoço por trás.
    Prefiro de longe um governo da EDE-MRPP e ex… (pena o João Isidro e o Zé Luís Saldanha Sanches já não estarem cá para vos puxar as orelhas…
    Mas poderia ser assim: a Justiça para o Garcia Pereira, os Negócios Estrangeiros para a Ana Gomes, tu nos Palácio Foz, a Mizé M. na Justiça, nas Finanças inventem, na saúde o irmão do Fernando Rosas (é médico) , nas ‘ralações’ com o parlamento o Palhinha (se ele ainda por aí estiver, era óptimo a mandar pessoas à merda) , nas obras públicas o Danilo (irmão do Arnaldo), ao menos ele é engenheiro e na iência (pois quem havia de ser , se ela era de Ciências ?) a Violante. No resto não sei bem se vcs chegam… Talvez pôr o Arnaldo a primeiro… 😀

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  20. portela menos1 permalink
    31 Agosto, 2011 19:46

    Quando fará helena um post sobre o governo “comunista” de AJJ?

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  21. licas permalink
    31 Agosto, 2011 20:48

    Miguel Lopes
    Posted 31 Agosto, 2011 at 18:04 | Permalink
    _________
    Eu á estava admirado . . .
    Aqui é muito raro um sermão Stalinista . Foi desencantado um Bispo
    para nos propinar a *Religião* (que, aliás nem os Russos querem saber dela,
    e COM TODA A RAZÃO tendo em consideração o que passaram até 1990 . . .)
    Ou teria a *IGREJA* encomendado este pedaço ….. de mer(itória) prosa?
    Não precisava pessoalmente, mas 1975 foi uma vacina para algumas
    cabeças *esquentadas* (passe a comparação).

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  22. helenafmatos permalink
    31 Agosto, 2011 21:00

    O Alberto João governa a Madeira como o PS gostava de governar Portugal. Escrevi várias vezes que descontando o facto de AJJ ser um homem de vida economicamente modesta nada o distinguia de José Sócrates.

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  23. 31 Agosto, 2011 21:05

    alinho na 2ª. é marcarem a data.

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  24. 31 Agosto, 2011 21:22

    Como eu a compreendo, Helena Matos…

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  25. Miguel Lopes permalink
    31 Agosto, 2011 21:29

    Caro licas,
    Esteja à vontade para adjectivar. Não faça cerimónia.

    De facto eu quis dar uma missa, admito. Mas não era na esperança de converter liberais em comunistas, mas converter liberais-ignorantes-que-nem-um-calhau em liberais um pouco mais cultos e sofisticados.
    Estava interessado em ver algumas cabeças esquentadas – que acham que este governo é ‘socialista’ -, a terem um pouco mais de respeito pelas palavras e pelo seu significado. Desta forma, o liberal sofisticado não teria estas definições doutrinárias pré-adolescentes que se podem sumarizar assim:

    Esquerda->Socialismo/Comunismo -> Mais Estado/Mais impostos -> nacionalizações
    Direita ->Liberalismo/Conservadorismo -> Menos Estado/Menos Impostos -> privatizações

    A Helena Matos acha que numa economia socialista, não tem que cuidar de si (“E o Estado que se governe e me governe”), pode estender-se ao sol enquanto os outros trabalham para ela comer. É esta noção infantil que sobressai do texto, e era essa noção que eu queria replicar. A Helena Matos não percebe que isso é exactamente aquilo que se passa hoje em dia (uns a trabalhar e outros ao sol).
    A sociedade sem classes é justamente a obrigação de todos trabalharem, porque apenas o trabalho tem valor de troca – ninguém se pode encostar só porque herdou uma fortuna ou é proprietário -, e como não há capital privado à procura da máxima rentabilização, não há desemprego. Toda a mão-de-obra pode ser incorporada, todos trabalham, e menos horas.

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  26. 31 Agosto, 2011 21:44

    peço desculpa , Miguel Lopes , mas as suas teorias partem de um pressuposto errado que é o de que todas as pessoas se esforçam por igual. além disso , ele há gente que não passa sem controleiro , e ele há outros que adoram exercer control sem terem capacidade para isso mas até acabam por exerce-lo por serem afilhados do homem x e y e z do Partido !! e assim acabaram todas as aventuras comunistas , em treta pobre . e com muitas transnissões/heranças de poder entre a nomenklatura : olha o mano do fidel. não se herda bens (?) , herda-se o povo ;))

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  27. Portela Menos 1 permalink
    31 Agosto, 2011 21:45

    helenafmatos , Posted 31 Agosto, 2011 at 21:00
    .
    resta o incómodo de se calarem face às arbitrariedades e falta de democracia na Ilha (pelo menos no continente foi possível correr com Sócrates).
    Até o PR teve que receber a oposição num hotel e não consta que o PS, que governou à direita, tenha posto em causa as formalidades democráticas.

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  28. Miguel Lopes permalink
    31 Agosto, 2011 22:12

    “partem de um pressuposto errado que é o de que todas as pessoas se esforçam por igual”

    Justamente o contrário, e já expliquei isso em cima. Eis um excerto:

    “Por exemplo, o dia social de trabalho consiste na soma das horas de trabalho individuais. O tempo de trabalho individual do produtor individual é a parte do dia social de trabalho por ele prestada, a sua participação nele. Ele recebe da sociedade um certificado em como, desta e daquela maneira, prestou tanto trabalho (após dedução do seu trabalho para o fundo comunitário) e, com esse certificado, extrai do depósito social de meios de consumo tanto quanto o mesmo montante de trabalho custa. O mesmo quantum de trabalho que ele deu à sociedade sob uma forma, recebe-o ele de volta sob outra.

    Reina aqui manifestamente o mesmo princípio que regula a troca de mercadorias, na medida em que ela é troca de equivalentes. Conteúdo e forma alteraram-se, porque, nas circunstâncias alteradas, ninguém pode dar algo excepto o seu trabalho e porque, por outro lado, nada pode transitar para a propriedade dos indivíduos a não ser meios de consumo individuais. Porém, no que diz respeito à repartição dos últimos entre os produtores individuais, reina o mesmo princípio do que na troca de mercadorias equivalentes, o mesmo montante de trabalho sob uma forma é trocado pelo mesmo montante de trabalho sob outra.

    O direito igual é aqui, portanto, sempre ainda — segundo os princípios — o direito burguês, se bem que princípio e prática já não se andem a puxar os cabelos, enquanto a troca de equivalentes na troca de mercadorias só existe em média e não para o caso individual.

    Apesar deste progresso, este igual direito está ainda constantemente carregado com uma limitação burguesa. O direito dos produtores é proporcional ao seu fornecimento de trabalho; a igualdade consiste em que ele é medido por uma escala igual: o trabalho. Mas um [indivíduo] é física ou espiritualmente superior a outro; fornece, portanto, mais trabalho no mesmo tempo ou pode trabalhar durante mais tempo; e o trabalho, para servir de medida, tem que ser determinado segundo a extensão ou a intensidade, senão cessaria de ser escala [de medida]. Este igual direito é direito desigual para trabalho desigual. Não reconhece nenhumas diferenças de classes, porque cada um é apenas tão trabalhador como o outro; mas, reconhece tacitamente o desigual dom individual — e, portanto, [a desigual] capacidade de rendimento dos trabalhadores(7*) — como privilégios naturais. E, portanto, um direito da desigualdade, pelo seu conteúdo, como todo o direito. O direito, pela sua natureza, só pode consistir na aplicação de uma escala igual; mas, os indivíduos desiguais (e não seriam indivíduos diversos se não fossem desiguais) só são medíveis por uma escala igual, desde que sejam colocados sob um ponto de vista igual, desde que sejam apreendidos apenas por um lado determinado, por exemplo, no caso presente, desde que sejam considerados como trabalhadores apenas e que se não veja neles nada mais, desde que se abstraia de tudo o resto. Além disso: um trabalhador é casado, o outro não; um tem mais filhos do que o outro, etc, etc. Com um rendimento de trabalho igual — e, portanto, com uma participação igual no fundo social de consumo — um recebe, pois, de facto, mais do que o outro, um é mais rico do que o outro, etc. Para evitar todos estes inconvenientes, o direito, em vez de igual, teria antes(8*) de ser desigual.

    Mas, estes inconvenientes são inevitáveis na primeira fase da sociedade comunista, tal como precisamente saiu da sociedade capitalista, após longas dores de parto. O direito nunca pode ser superior à configuração económica — e ao desenvolvimento da cultura por ela condicionado — da sociedade.

    Numa fase superior da sociedade comunista, depois de ter desaparecido a servil subordinação dos indivíduos à divisão do trabalho e, com ela, também a oposição entre trabalho espiritual e corporal; depois de o trabalho se ter tornado, não só meio de vida, mas, ele próprio, a primeira necessidade vital; depois de, com o desenvolvimento omnilateral dos indivíduos, as suas forças produtivas(9*) terem também crescido e todas as fontes manantes da riqueza co-operativa jorrarem com abundância — só então o horizonte estreito do direito burguês poderá ser totalmente ultrapassado e a sociedade poderá inscrever na sua bandeira: De cada um segundo as suas capacidades, a cada um segundo as suas necessidades!” Karl Marx in Crítica ao Programa de Gotha

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  29. 31 Agosto, 2011 23:00

    não li tudo. mas então concorda que quem não gosta de trabalhar seja pobre , suponho . e suponho que concorda que quem mais trabalha e se esforça ganhe mais. diga-se que eu acho que a hora de trabalho de um médico , ceo , arquitecto ou advogado devia ser remunerada igualzinho à de um carpinteiro , jardineiro , varredor de rua ou enfermeiro. e não me vou aqui a debitar todas as categorias profissionais , só digo o que o meu sobrinho de 11 anos já percebeu : todas as profissões , dado serem todas necessárias , deviam ser igualmente remuneradas , que assim ele não tinha de ser uma coisa que não quer. e penso , que mais coisa menos coisa ,. é o que acontece na noruega. e claro , não esquecendo a produção por hora , que para isso existem os cronometros dos alemães…

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  30. A. R permalink
    31 Agosto, 2011 23:56

    Também quero o comunismo desde que me assegurem um posto no Politburo ou pelo menos pertencer ao Povo. O resto será a população.

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  31. Miguel Miranda permalink
    1 Setembro, 2011 00:34

    Nâo vale a pena disfarçar com o AJJ. Três meses de governação já estão a fazer estragos na Helena.
    Não tarda começa a aparecer nos jornais pedidos de perdão, por terem votado no Passos atrás.

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  32. Miguel Lopes permalink
    1 Setembro, 2011 00:37

    “mas então concorda que quem não gosta de trabalhar seja pobre”
    Sim. Quem trabalha menos, recebe menos (obviamente com excepções para quem esteja incapacitado para o trabalho). Mas durante a fase socialista, o trabalho é medida igual para a geração das desigualdades.
    O mesmo não pode ser dito de uma sociedade capitalista, onde o trabalho NÃO É a medida igual para as desigualdades, porque existem múltiplas formas de obter rendimentos: juros, rendas, dividendos, mais-valias, doações, heranças, etc.. Nenhuma destas formas é proveniente do trabalho de quem as recebe, mas do trabalho alheio.
    Que justiça pode haver quando eu me mato a trabalhar, para obter muito menos do que alguém que herdou património, e recebe por não fazer nada!?!? Ou de alguém que vive do trabalho alheio sugando-lhe a mais-valia?!?!

    Quanto ao salário. Bem, enquanto existir salariato, eu defendo que algumas profissões devam ser melhor remuneradas que outras, mas apenas numa fase transitória. O argumento é o mesmo da cenoura à frente da burro. O Estado Operário precisará, em determinados momentos, de orientar a mão-de-obra, seja para se defender ou se robustecer. Mas sim, por questão de princípio também concordo com salário igual.

    Cumprimentos

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