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Chamar pai a outro

15 Setembro, 2011

Não há uma semana em que não nos caiam em cima as exigências de António Arnaut para lhe sustentarmos um alegado filho, a saber o SNS. Esta telha do “pai do SNS” é das coisas mais deprimentes deste país. Se António Arnaut é pai do SNS sustente-o e trate dele que é o que os pais fazem pelos filhos. Agora esta paternidade que remonta a 1978 é de facto espantosa. António Arnaut foi ministro dos Assuntos Sociais do II Governo Constitucional que tomou posse a 23 de Janeiro de 1978 e cessou funções a 29 de Agosto de 1978. Ou seja foi ministro sete meses!!!!  Se cada ministro andasse para aí armado em pai de tudo o que legislou em escassos meses de governo não aguentávamos com tanto filho! Esta desmesura maçónica de transformar cada pequeno gesto num acto nunca visto nem igualado é tão trágica quanto ridícula mas rende muito em termos de propaganda.

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53 comentários leave one →
  1. Grunho permalink
    15 Setembro, 2011 17:22

    Há aí ex-ministros que se governam bem como que em pais de tudo o que disseram e fizeram nesse papel.
    Vejam-se o Ferreira do Amaral, O Jorge Coelho, o Dias Loureiro, Pina Moura e tuti-quanti.

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  2. Grunho permalink
    15 Setembro, 2011 17:32

    O que eu estava a dizer era:
    Há aí ex-ministros que se governam bem como pais de tudo o que disseram e fizeram nesse papel.

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  3. joao manuel permalink
    15 Setembro, 2011 17:34

    eles estão preocupados é com as reformas milionárias que auferem ( gostava de saber qto recebe o sr em questão pelos meses em que foi ministro ) e as restantes prebendas, subsidios etc..

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  4. 15 Setembro, 2011 17:35

    Com esse pai, o mínimo a que o SNS deve aspirar é ao estatuto de órfão. Já, que se faz tarde…

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  5. Joaquim Santos permalink
    15 Setembro, 2011 17:39

    Até que enfim…nunca tinha lido sobre essa matéria nada tão certeiro!
    É o que se chama fazer filhos em barriga alheia

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  6. Arlindo da Costa permalink
    15 Setembro, 2011 17:44

    Vai chamar maçónico ao Relvas!

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  7. 15 Setembro, 2011 17:46

    Letra da música vai deixar de ser “Mas quem será o pai da criança, eu sei lá, sei lá”… É que já toda a gente sabe que é o Arnaut

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  8. berto permalink
    15 Setembro, 2011 17:48

    Não sei nem me interessa se o Arnaut é o pai, avô, tio, primo ou cunhado do SNS. O que sei é que o SNS foi e ainda é a única grande conquista e mais valia pós 25 de Abril, apesar dos defeitos, abusos, e ataques que tem sofrido ao longo dos anos. E não consta por aí que António Arnaut alguma vez tenha aumentado de forma ilegal a sua conta bancária à custa da criação do SNS. Ah, pois, é da maçonaria! E só foi ministro 7 meses!
    Houve ministros que o foram durante anos e que ficaram conhecidos por actos menos lícitos, não pelo seu credo, seita ou partido.

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  9. Eleutério Viegas permalink
    15 Setembro, 2011 17:55

    Helena Matos em grande!!! Parabéns.
    De facto, este insuportável e geriátrico xuxa que arranje a massa para deitar fora!

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  10. paulo permalink
    15 Setembro, 2011 18:01

    Deixem lá o homem ser o pai do SNS. O MELHOR PORTUGUÊS DE SEMPRE nunca mereceu igual atenção! Mas pelo andar da carruagem, a propaganda dos “MELHORES” continua a valer…até ver, como diz o ceguinho. Vamos mas é inventar outra crise que esta ficou muito mal feita!

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  11. Arlindo da Costa permalink
    15 Setembro, 2011 18:05

    Se todos os ministros dos sucessivos e abundantes governos de Portugal tivessem em tão pouco tempo deixado um legado político e social como deixou António Arnault, certamente que Portugal estaria no top ten dos países do 1º Mundo.
    Pegamos no exemplo dos ex-Ministros das Finanças – desde o Braga de Macedo, o Catroga, o Beleza, o Bagão, a MFL, o João Salgueiro, o Campos e Cunha etc, etc- todos muito desenvoltos de goela, mas tiveram «lá» uma porrada de tempo, e o que é que verdadeiramente fizeram, a não ser enterrar o país cada vez mais?
    António Arnaut, como Ministro dos Assuntos Sociais – pai do SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE!!! – desta República, ao menos merece uma estátua e um louvor público, enquanto os outros nem merecem uma lápide com epitáfio…

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  12. 15 Setembro, 2011 18:19

    A patetice dos arlindos é ilimitada.
    Eles não percebem que o modelo de SNS defendido por Arnaut e camaradas faliu e está inevitavelmente condenado à morte. Eles, sim, são candidatos a coveiros do SNS, se este não mudar.
    Pobres diabos, nunca mais têm emenda!

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  13. 15 Setembro, 2011 18:35

    “Se cada ministro andasse para aí armado em pai de tudo o que legislou ”
    Pois, preferem ir mamar nas tetas que legislaram.

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  14. Manuel Silva permalink
    15 Setembro, 2011 18:41

    Quanto à paternidade é favor consultar isto
    http://dre.pt/pdfgratis/1979/09/21400.PDF e ver o seguinte
    Aprovada em 28 de Junho de 1979.

    O Vice-Presidente, em exercício, António Arnaut.

    Promulgado em 21 de Julho de 1979.

    Publique-se.

    O Presidente da República, ANTÓNIO RAMALHO EANES.

    O Primeiro-Ministro, Maria de Lourdes Ruivo da Silva Matos Pintasilgo.

    Também se poderá ler isto http://www.portaldasaude.pt/portal/conteudos/a+saude+em+portugal/servico+nacional+de+saude/historia+do+sns/historiadosns.htm
    1978 – O Despacho ministerial publicado em Diário da República, 2.ª série, de 29 de Julho de 1978, mais conhecido como o “Despacho Arnaut”, constitui uma verdadeira antecipação do SNS, na medida em que abre o acesso aos Serviços Médico-Sociais a todos os cidadãos, independentemente da sua capacidade contributiva

    Pormenores históricos que não interessam. Interessa é escarnecer. Não basta discordar, é necessário o dichote soez.

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  15. Arlindo da Costa permalink
    15 Setembro, 2011 18:42

    Quem estão condenados à morte, sãos os «lemes», os «da-se» e toda essa parafenália de fúfias proto-fascistas que pastam aqui neste pasto viçoso e tenro.
    Vocês são o escarro da nação.
    Que o SNS nunca vos entregue um compromido ou uma injecção.
    (Estes fúfias criticam o SNS mas estão lá sempre batidos e até são capazes de já terem aldrabado o sistema ou então ter entregue um leitão ou um borrego so «sr.doutor».
    Eu é que vos conheço de gingeira, seus marmelos de goela barata!)

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  16. Eleitor permalink
    15 Setembro, 2011 18:55

    É interessante verificar que para alguns socialistas a maior conquista de abril não foi a democracia mas sim o início do do pesadelo financeiro. É bom lembrar-lhes (e a outros) que as conquistas de abril (liberdade à parte) já nos levaram à falência (e consequente intervenção estrangeira) por três vezes.
    Convém começar a ensinar que a democracia é um método (entre outros) de gerir o poder político. A “redistribuição” dos rendimentos, que teoricamente gera igualdade, é algo de diferente e também se pratica em regimes não democráticos: é uma forma de obter popularidade e de legitimar o exercício do poder.

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  17. João Santos permalink
    15 Setembro, 2011 19:08

    Preocupem-se mas é com o pai do extermínio das pescas, da agricultura e de muita indústria. Preocupem-se com o decénio inaugural do maior regabofe de dinheiros despejados na nossa história e que está na origem de todo o descalabro dos dias de hoje. Deixem-se de branquear fuguretas e figurões e de esconder o decénio que gerou este monstro. A história, felismente, não se escreve nas coutadas virtuais do recauchutado fascismo lusitano.

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  18. 15 Setembro, 2011 19:17

    O problema é que o actual governo e todos os que o apoiam, como se vê por aqui, não tem coragem para dizer abertamente: “acabou, não há mais SNS. Quem tem dinheiro é que tem direito à saúde”. Pelo contrário continuam a dizer que querem manter o SNS e até melhorar as suas condições, por razões puramente “eleiçoeiras”. Razão tinha Sócrates quando dizia que o que eles (PSD/CDS/Cavaco) queriam
    era destruir o estado social com saúde, educação e justiça ao alcance apenas dos endinheirados. Como nos tempos da “outra senhora” que é onde almejam retroceder!

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  19. 15 Setembro, 2011 19:18

    Arnault devia era reclamar a troika, sao eles que tem a guita e segundo consta so a lagam aos bocadinhos… Na realidade sao eles que decidem o que cortar ou aumentar, fora disto nao vale a pena discutir muito, Arnault nao passa de um cao preso que ladra a tudo que passa a frente dele

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  20. 15 Setembro, 2011 19:20

    QUANTO CUSTA A SAÚDE PÚBLICA E COMO SE DISTRIBUI O DINHEIRO GASTO?

    Na comunidade autónoma de Madrid entrou hoje em vigor, nos serviços de saúde pública, uma norma destinada, entre outros fins, a consciencializar os utentes para os custos reais que o Estado suporta com os cuidados de saúde de cada cidadão.

    Consiste no seguinte: Independentemente de existir ou não pagamento pelo utente de qualquer taxa moderadora, a unidade prestadora dos cuidados de saúde está obrigada a emitir documento detalhado com o custo efecivo desse acto clínico; como sejam: pagamentos aos técnicos de saúde intervenientes e aos serviços e produtos hospitalares, sem nada ficar excluído.

    A título de exemplo, a reportagem a que assisti recolheu um caso dos serviços de oftalmologia de um hospital público: Um doente internado pela manhã sairia pelo meio dia depois de realizada uma intervenção cirúrgica, muito comum nos diabéticos quando há derrames internos, a vitroctomia. Na altura o doente acabava de receber o custo discrimanado no montante de 1.085€. Se por exemplo o doente fez um copagamento da taxa de 100€, ficou a saber que o erário público suportou os restantes 985€. Com várias outras vantagens: Sabermos detalhes dos custos com honorários, com instalações, com materiais, numa palavra, permitir supervisionar como e com quem funcionam os serviços, como se gastam os bens públicos.

    É muito difícil implementar sistemas de controlo do desperdício público? Não é!… desde que haja vontade… e não haja boicotes.

    Ao cuidado do ministro Paulo Macedo e de outros ministérios.

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  21. Fincapé permalink
    15 Setembro, 2011 19:27

    Minha cara, tomáramos nós que a decência de António Arnault fizesse parte do carácter de 10% dos políticos! A isto sim, chama-se degradação social. Imagino a forma como alguns tratam o seu avô ou mesmo o pai quando estes se põem a defender alguns valores menos modernos e que andam pelas ruas da amargura.
    Porra, ainda acusam a esquerda de serem pouco respeitosos!
    Realmente, no pior a direita é igual a alguma esquerda.
    Já agora, porque não obrigar António Arnault ao silêncio? Será porque quem antes do 25 de Abril não se calava, agora ainda seria mais difícil?
    Conteste com força as “ideias” desta gente, Dr. António Arnault! O senhor é duma colheita que dificilmente voltará a haver!

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  22. Eleitor permalink
    15 Setembro, 2011 19:29

    Zé da Póvoa,
    O que é que ainda não percebeu? Não há dinheiro, caroço, graveto! Acabou!
    Vamos ter que nos arranjar com o pouco que resta e com o que alguns ainda nos emprestam, e isso quer dizer que vamos ter que cortar despesas.
    Há neste mundo muitos países onde não há SNS, e não consta que as gentes de lá estejam a pensar mudar-se para cá.

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  23. 15 Setembro, 2011 19:34

    E a mãe quem é?

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  24. 15 Setembro, 2011 19:38

    Esse Arnauth e quejandos defensores do SNS nunca estiveram horas a arrotar em macas das urgências dos SNSs.
    São uns dandys privilegiados….como se pode ver nos comentários……que nutrem um desprezo vil por quem precisa
    ou então funcionam com cunhas ….logo, com desprezo ainda pior.

    são a escumalha da sociedade.

    deviam SENTIR na pele o que é ir ás SEIS DA MANHÃ no inverno para os centros de saúde do interior gelado do país.
    não merecem consideração.
    asco

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  25. Arlindo da Costa permalink
    15 Setembro, 2011 19:48

    Então, porque é que os «indignados» que aqui postam contra o Arnaut e contra o SNS, por que é que não vão à Medis ou às clinicas Persona, quando tiverem diarreia ou tiverem o perímetro da barriga inchado por causa dos almudes de cerveja que empaviam?
    Por cverto aliviariam – e muito – os actuais custos do SNS!

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  26. Fincapé permalink
    15 Setembro, 2011 19:49

    Esta maltosa revela-se no pior que o ser humano tem. A pobreza mental faz-lhes pensar que nunca precisarão de um transplante, de tratar um cancro, da solidariedade ou da ajuda dos outros! Na família e nos amigos não pensam de certeza, porque toda a gente tem alguém que necessita desses cuidados. Donde é que vieram? Quem são? Que prazer mórbido os leva a gostar de ver os miseráveis pelas ruas dos países que apreciam a vegetar sem comida, sem saúde, sem educação? Que gente defende isto? Que gente para defender isto ainda insulta os outros?

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  27. 15 Setembro, 2011 19:55

    Mas, afinal, em que é ficamos?! É-se preso por ter cão e por não ter…
    Ora o SNS não está mal “desenhado”… não senhor (mal estão as PPP e outros sorvedouros que tais)!
    Está, talvez, mal entregue a um povo que tem, em muitos dos seus “doutores”, “engenheiros” e outros “distintos licenciados”, etc… gente muito rasca e impreparada intelectualmente e não só, para não abusar (roubar) o Estado.
    Dói, mas esta é que é a verdade!
    Claro que o “zé-pagode” não está de todo isento, porque também vem logo na peugada desta “finíssima elite”, exemplares de topo daquilo que, afinal, todos acabamos por ser (o tal perigo de contágio de que tanto, actualmente, se fala).
    Já alguém o disse… este país tem um grave problema – o seu próprio povo. Uns maltrapilhos “intelectuais e patriotas” de Ferraris, Mercedes e outras latas vestidos… com uma imensa, incurável e “assalariada” diarreia mental.
    Não vale dizer mal, só por dizer ou por amor clubístico; há que chamar os “boys” pelo nome…

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  28. 15 Setembro, 2011 19:58

    Excelente!
    Copiei. Obrigado.

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  29. Arlindo da Costa permalink
    15 Setembro, 2011 19:59

    Certissimo, Fincapé:
    Oxalá que esta cambada de malcriados e «indignados» contra o SNS, venham a ter cancro na boca, no rabiosque ou nos testículos, e que tenham de vender a casa, o carro ou pedir dinheiro emprestado à Cofidis para pagar as operações e os tratamentos!

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  30. 15 Setembro, 2011 20:10

    O pateta do arlindo ainda não percebeu que nunca utilizei, nem penso vir alguma vez a utilizar, o SNS.
    Vivo a quilómetros de distância disso… Mas sei que o modelo de SNS de Arnaut e camaradas faliu e tem morte certa, se não for alterado a tempo.
    Os ignorantes que vêm aqui dizer que Sócrates defendia o Estado Social não têm capacidade intelectual para ver que, pelo contrário, ele estava a enterrá-lo. Tanto que levou o País à bancarrota.
    Eles acham que o dinheiro para sustentar o seu SNS cai do céu… Não percebem que o recreio acabou. Que corja!

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  31. Manuel Silva permalink
    15 Setembro, 2011 20:12

    Acho que se a Helena Matos tiver um cancro nos testículos não precisará de vender nada…

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  32. 15 Setembro, 2011 20:15

    Para quem ainda nao encherga, aqui vai de novo! Quem manda e da odens e quem pode ou quem tem a guita para emprestar, como somos nos que precisamos entao nao a volta a questao, sou de acordo com o sns mas diferente do que ha, so para quem realmente precisa e sem gorduras “sociais” tipo abortos gratis a custa dos meus impostos.

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  33. 15 Setembro, 2011 21:20

    O número de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza nos Estados Unidos aumentou para 15,1% da população em 2010, chegando ao recorde de 46,2 milhões de pessoas. Os dados são do censo norte-americano, divulgado terça-feira (13). É o maior contingente de pessoas abaixo da linha da pobreza dos últimos 52 anos, desde que os dados começaram a ser coletados. Em 2009, 14,3% da população norte-americana vivia abaixo da linha da pobreza.

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  34. 15 Setembro, 2011 21:22

    E sem cuidados de saude “tendencialmente gratuitos”. Se adoecerem ou arranjam dinheiro ou morrem.

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  35. 15 Setembro, 2011 21:34

    mas o mal está aí : só há 2 tipos de cuidados de saúde , o tendencialmente gratuito e o tendencialmente caro..
    se alguém parisse o tendencialmente médio , cuidados de saúde a preços razoáveis , é que era.

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  36. 15 Setembro, 2011 21:36

    O principal problema do SNS é que não sabemos ao certo a nossa fatia de contribuição para esse sistema. Além disso pode (e deve) ser melhorado.
    O SNS não é “mau”, o SNS é bom. Mas eu acho que a via é um sistema participado com seguros privados, com cláusulas bem definidas para doenças terminais, congénitas, etc.
    Mais eficiência é possível, como demonstra a ADSE.
    Que o SNS está enterrado em dívida todos sabemos, não sabemos é quanta…
    R.

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  37. 15 Setembro, 2011 22:00

    O SNS agoniza. Para quem se intitula “pai da criança”, o “rapagão” apenas quer sossego e abrigo. Importante é que não deixem de lhe reconhecer a paternidade… e a criatura resistirá.

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  38. A. R permalink
    15 Setembro, 2011 22:21

    Este PS está cheio de pais irresponsáveis!

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  39. 15 Setembro, 2011 22:32

    Claro que um campo com o lema morre que já não produzes é mais barato para a nação…questão de semântica..ao menos o Hitler não ia em subterfúgios..honra lhe seja feita…estes armam-se em púdicos mas as cuecas têm a Suástica em macramé…
    http://zebedeudor.blogspot.com/2011/09/uma-nacao-sem-ideal-desaparece.html

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  40. Carlos Dias permalink
    15 Setembro, 2011 22:39

    “Esta desmesura maçónica”
    Ora aí está.
    Já nos basta os clubes de futebol.
    Ainda temos de aturar os maçónicos?
    Ninguém pára esta porra?

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  41. Carlos Dias permalink
    15 Setembro, 2011 22:40

    Prefiro o lóbi gay.
    Sempre é mais transparente e não tão maricas.

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  42. jota permalink
    15 Setembro, 2011 22:43

    Vai-te tratar enquanto o SNS é gratuito,quando tiveres de pagar as tuas maleitas,e a tua mente doentia,
    saberás o que te custa.

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  43. Portela Menos 1 permalink
    15 Setembro, 2011 22:51

    os indignados liberais gostam é desta merda: Bancos Privados – Dinheiros Públicos – Dividendo Privados.
    .
    http://arrastao.org/2351150.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=facebook

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  44. certo permalink
    15 Setembro, 2011 23:00

    mas é isso mesmo, se é pai que cuide do filho, como os demais também fazem, ao menos dantes faziam, que isto hoje está na prática virado do avesso, ainda há dias o vimos, a propósito de escola sem mobília, porque dizia um pai, então como é isso?, tenho lá o filhote e não sei já que fazer-lhe, se devo ir para o trabalho, sem falta (alguma empresa ainda aberta), e não há um professor para cuidar dele, fazer o que eu não sei e não posso, aliás nem me compete

    com razão, ou para que são os professores e professoras, se não para tomar conta das crianças que escaparam ao aborto?, e não era assim ao tempo da minha mãe, que nos levava a todos para o campo, num gosto

    donde se tira a grande utilidade das férias, quando os pais, por algum tempo, tomam parte no conhecimento dos filhos, estrangeiros nove meses, dez e onze, sem contar o campo de férias de agosto

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  45. Tolstoi permalink
    15 Setembro, 2011 23:37

    Arnault segue para o Olimpo onde o esperam algumas das figuras da primeira república, afinal a máquina de propaganda é a mesma.

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  46. Tolstoi permalink
    15 Setembro, 2011 23:48

    O Medina Carreira bem anunciou o perigo de “default”,gosto desta palavra dá um tom técnico,de facto seria mais popular dizer falência, e era pesado, mas a esse já ninguém dá tempo de antena. Bem, mas saudades ,saudades , tenho dos tempos de antena do Alegre naquele seu tom de Marialva da esquerda, no outro dia esteve bem ao afirmar que gostou mais do Soares no comício do PS do que na universidade de verão do PSD, tem muito humor porque eu também gostei mais do Alegre no comício do PS do que nos do BE.

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  47. Arlindo da Costa permalink
    16 Setembro, 2011 00:11

    O Medina Carreira é doido da cabeça!
    Afinal onde para esse impostor?
    Ele agora não vem avaliar esta rapaziada que foi criada nos partidos e nas jotas e que só começaram a trabalhar aos 37 anos?

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  48. Tolstoi permalink
    16 Setembro, 2011 00:36

    Arlindinho
    Impostor porquê ?

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  49. 16 Setembro, 2011 09:43

    O Serviço Nacional de Saúde foi a maior conquista social do após 25 de Abril, com resultados internacionalmente reconhecidos na redução da mortalidade infantil (das melhores do mundo) e na assistência aos mais desfavorecidos, que a Organização Mundial de Saúde classificou como o 12º melhor do mundo. Indiquem-me outro sector/serviço, público ou privado, com uma avaliação destas.

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  50. Ana Maria permalink
    16 Setembro, 2011 17:28

    Na verdade, o SNS foi um processo longo que radica até ao período do Estado Novo, com a reforma de Gonçalves Ferreira, em 1971, e com a criação do Ministério da Saúde, em 1973. É verdade que foi o famoso “Despacho Arnaut” que veio dar acesso gratuit…o generalizado à assistência clínica, mas, como bem sabemos, não bastaria uma mera assinatura para criar, de súbito, todos os meios clínicos indispensáveis para a assistência sanitária a 9 milhões de portugueses.
    Aliás, se quisermos ser burucraticamente rigorosos, até podemos dizer que a A Lei 56/79, de 15 de Setembro, que cria de facto o SNS, data de mais de um ano depois da saída de Arnaut do Governo, onde era Ministro dos Assuntos Sociais ( e não da Saúde, como costumam dizer). Ou seja, o SNS, do ponto de vista estritamente legal, foi fundado pelo Governo Pintasilgo, com o Ministro Alfredo Bruto da Costa. Isso é uma insuportável pedra no sapato socialista, que fez o PS inventar uma paternidade, de forma a escamotear tudo o que o precedeu e o sucedeu, elegendo o grão-mestre da maçonaria como o padroeiro republicano dos doentes.
    O problema é que, para um povo néscio e amnésico, basta repetir meia dúzia de vezes uma mentira para que ela se torne verdade.

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  51. hajapachorra permalink
    16 Setembro, 2011 23:46

    Para a máfia pêesse o dinhairo nasce nas árvores; para essa associação de socorro mútuo nasce aí e em muitos outros sítios. Num país sem medo dos beijas-cus estes aventalicios estavam no xilindró. A malta de Catalnissetta e de Nápoles é mais decente.

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  52. Renato permalink
    17 Setembro, 2011 00:36

    Há aqui malta contentinha a dizer que o SNS acabou e nunca devia ter começado? Papagaios idiotas. Há muitos a pensar como vocês. Muitos nem sequer estariam hoje vivos se não fosse o SNS.
    O Arnaut esteve meia dúzia de meses no poder e foi-se embora de vez para Coimbra, terminado o que queria fazer. O que tem não o deve ao poder, que não lhe interessa. Todos vocês, vossos pais, vossos avós, lhe devem muito, ó imbecis. Apenas não vos deu educação, mas essa não era a sua responsabilidade.

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