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Mitos em tempo de crise

2 Novembro, 2011

A mentira mais repetida na vida política portuguesa é a de que os portugueses vivem acima das suas possibilidades, trabalham pouco, ganham demasiado e deveriam poupar mais. Nada de mais errado: este conjunto de mitos constitui um embuste.
Hoje, no Correio da Manhã.

38 comentários leave one →
  1. balde-de-cal permalink
    2 Novembro, 2011 01:17

    com sapatilhas o problema português deixou de ser conjuntural para ser estrutural.
    agricultura e pescas resumem-se ao tinto. importamos 80% dos alimentos.
    na indústria falta tecnologia.
    falta dinheiro. vontade de trabalhar.
    é demasiado pesada aquela merda a que chamam estado.
    sofrem os contribuintes.
    a esquerda está cada dia mais festivas
    os sindicatos vão perder os associados.
    ressuscitou o trisavô albino

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  2. Arlindo da Costa permalink
    2 Novembro, 2011 01:20

    De facto os portugueses, os trabalhadores, pensionistas e as suas famílias, vivem muito abaixo das suas possibilidades, pois são constantemente roubados(as) pelo Estado (via impostos), pelos Bancos e pelos Monopólios de Comércio e Serviços.
    Quem vive acima das nossas possibilidades tem sido uma vasta nomenklatura politica e partidária e uma aristocracia financeira e empresarial, que ainda há pouco tempo se pavoneavam nas passareles dos lucros e das assembleias gerais, desprezando os clientes, consumidores, contribuintes e até pequenos accionistas e aforradores.
    Fazê-los pagar com confisco e carga fiscal é o que devia ser feito, pois os portugueses têm sido roubados por esta gente.
    Basta abrir os jornais todos os dias para constatarmos esta realidade.

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  3. Portela Menos 1 permalink
    2 Novembro, 2011 01:26

    mas essa mentira é escrita todos os dias, aqui mesmo no Blasfémias pelos seus editores.

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  4. Tresanda permalink
    2 Novembro, 2011 01:52

    Um dos maiores embustes de sempre foi mesmo este Paulo Morais no Blasfémias. Suponho que por simpatia, ninguém tenha coragem de lhe dizer isso.

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  5. certo permalink
    2 Novembro, 2011 01:55

    É deveras agradável ler, pelo menos uma vez, tantos comentários elogiosos, positivos (todos) ao artigo de PM, no CM, sinal que se não perdeu de todo ainda a nossa auto-estima, como da constatação de a verdade se afirmar, vez por outra, como uma novidade, por sobre a generalização costumada de conversas das tvs festivaleiras, que não se dão ao esforço simples, incorreto, politicamente, de separar o trigo do joio, por não se ofenderem compadres do poder, do PS, como do PSD e mesmo CDS, semelhantes nos gastos, roubalheira e vícios .

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  6. Nuno permalink
    2 Novembro, 2011 03:19

    Em parte é verdade:
    Há um fosso que separa três grupos: Um, reduzido, que corresponde exactamente ao exposto e nele se encontram, além dos detentores de fortunas pessoais ou familiares e os empresários de sucesso. Outro, maior, a chamada classe média, que tende a viver acima das suas possibilidades, trabalhar pouco, ganhar demasiado e deveria poupar mais. E, por último, a imensa maioria que vive na miséria e sem saber como vai ser o dia de amanhã.

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  7. Zebedeu Flautista permalink
    2 Novembro, 2011 04:11

    Tenha lá calma Tresanda que no comunismo e fascismo é que temos de afinar todos pelo mesmo diapasão.
    .
    Vejam lá que os Gregos ainda conseguem trabalhar mais horas que nós. São os campeões em horas de trabalho por ano na zona euro. Em ultimo andam os holandeses mas desconfio que deve haver um numero significativo de relações laborais duradouras com horário reduzido nos países com salários mais elevados.
    .
    A culpa da nossa desgraça é do “SISTEMA”.

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  8. 2 Novembro, 2011 09:43

    Ganham demasiado o tanas.
    Basta atravessar a fronteira para ver um mesmo trabalho ser melhor remunerado.
    E nas lojas tudo mais barato.
    Excepto o vinho.

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  9. Alexandre permalink
    2 Novembro, 2011 10:33

    Concordo com o post. É pena é a tendencia liberal para começar a cortar por baixo.
    Tirando honrosas excepções, muitos “liberais” (liberais entre aspas significa “socialistas de elite”) apenas falam contra um difuso crony capitalism sem nunca, mas nunca nomear os crony capitalists.

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  10. afédoshomens permalink
    2 Novembro, 2011 10:47

    por falar em paulo morais:
    «Pinto da Costa recebe tratamento na viagem de Nicósia para o Porto»

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  11. A. C. da Silveira permalink
    2 Novembro, 2011 10:52

    Eu não sei se é um embuste ou não, mas que os portugueses não produzem riqueza suficiente para pagar os beneficios sociais de que têm usufruido, parece-me irrefutavel, porque o resultado está bem à vista de todos.

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  12. afédoshomens permalink
    2 Novembro, 2011 11:03

    claro como a água é hoje- com esta tomada de posição da grécia- que a velha senhora a enrugada, a ferreira leite não tinha razão quando disse que quem paga é que manda.

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  13. Dezperado permalink
    2 Novembro, 2011 11:29

    “O primeiro mito é o de que os portugueses vivem acima das suas possibilidades, fazem férias caras e compram bens que não deviam. Um logro. Quando adquirem bens ou serviços, os cidadãos fazem-no ou com o seu dinheiro ou a crédito.”…retirado da noticia do CM

    Achei engraçado esta parte. Quando adquirem bens ou serviços, os cidadãos fazem-no ou com o seu dinheiro (e muito bem) ou a crédito (hummm….comprar bens a credito, não é viver acima das suas possibilidades????)

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  14. afédoshomens permalink
    2 Novembro, 2011 11:52

    a palestina é admitida na unesco e israel responde com a necessidade de atacar o irão…

    quanto aos negócios com a venezuela, agora nem postar nada,o outrora ditador humanizou-se ao falar de deus por causa do cancro!
    nem um post…shame on you blasfemos!

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  15. honni soit qui mal y pense permalink
    2 Novembro, 2011 12:17

    não é verdade …

    viviam de credito , logo viviam acima do que podiam custear … ou não existe credito mal parado dos privados superior a todo o restante montante da divida ?

    pode é dizer que foram os portugueses vitimas dos politicos, dos bancos e construtoras porque este três conjuntos de malandros se orientaram para OBRIGAR os portugueses a comprar casa própria … situação que constituiu a esmagadora parte da divida , depois há uns deslumbrados a trocar de audis e mercedes e a fazer férias á conta da visa e mc nos tropicos

    se as coisas custam mais , você ganha menos mas mantem o mesmo nível de gastos , qual é o resultado ?

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  16. Barbosa permalink
    2 Novembro, 2011 12:33

    Os portugueses são elogiados pelo seu trabalho, esforço, e sentido de responsabilidade em todos os países para onde emigram.
    Pergunta: por que razão em Portugal estas capacidades não resultam?
    Resposta possível: devido à falta de qualidade quer da maior parte dos patrões portugueses quer de grande parte dos nossos políticos.
    Pergunta: os nossos problemas serão de facto devido ao peso enorme do Estado?
    Resposta: mas a Áustria, por exemplo, não tem um forte sector do Estado em várias áreas estratégicas?
    Conclusão: Se os dinheiros vindos da CEE, qual ouro do Brasil, tivessem sido postos ao serviço do crescimento real e sustentável do país e não desviados para jipes, iates, etc, etc, decerto que o país estaria num estado diferente.
    São então os trabalhadores , privados e públicos, que têm que pagar pela incompetência dos patrões e políticos?

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  17. 2 Novembro, 2011 12:34

    se as empresas de crédito, emprestam ou emprestaram quem somos nós para criticar quem beneficiou. se o estado gasta acima das suas possibilidades, então o estado tem que emagrecer. se os seus contribuintes gastam acima das suas possibilidades, tal como mostra CCZ entram em falência. não percebo porque raio ade o estado roubar sempre o mesmo e ao mesmo tempo (redun…) viver a tripa forra e alimentar sempre os mesmos. o problema português é sempre o mesmo…. pp

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  18. 2 Novembro, 2011 12:36

    A.C.Silveira:
    O que “está à vista de todos” é que os piores cegos são os que não querem ver. Falar em “portugueses” inclui muita gente. Gente que, quando vai trabalhar para o estrangeiro é reconhecida como trabalhadora de excelência. Então o que está mal dentro de portas? Provavelmente quem dirige e que, nalguns casos bem conhecidos, vive bem acima das possibilidades do País. Porque quem está atento à nossa realidade, há muito percebeu que os grupos económicos de maior sucesso, não só não produzem um alfinete, como vivem e sempre viveram em sectores resguardados e à sombra do Estado. O crédito (privado) para que foram empurrados muitos portugueses (não a maioria), fez parte da estratégia desses grupos.

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  19. 2 Novembro, 2011 12:39

    Paulo Morais contra a corrente geral da equipa do Blasfémias.

    O problema é que os portugueses têm mesmo vivido acima das suas possibilidades, porque as suas possibilidades estão num nível demasiado baixo.

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  20. esmeralda permalink
    2 Novembro, 2011 12:54

    Sejamos honestos, realistas ou o que se quiser chamar! Mas é claro que toda a gente andava a gastar o que não tinha! Era crédito atrás de crédito. Crédito para casamentos e baptizados, crédito para férias e viagens… um absurdo! Claro que os bancos têm muita culpa. E as pessoas deixaram-se levar. É só ouvir declarações de quem foi vítima disso! E falo por mim: vinham os cartões de crédito sem eu os pedir; fazia-lhes uns buracos e mandava-os de volta!

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  21. esmeralda permalink
    2 Novembro, 2011 13:04

    Não são mitos nenhuns! É a pura verdade! Ninguém fazia por poupar, nem ninguém clamava para se fazer isso! Era um televisor em cada quarto, era um automóvel para cada um, era roupa de marca (como se a roupa não tivesse toda uma marca!), era esbanjar nas compras de Natal, era esbanjar e estragar na comida… E no poder: na Câmara que melhor conheço, um dos elementos da governação torcia o nariz às empresas municipais, às PPPs… mas depois lá acrescentava “o Governo também as faz!”. Pronto: um faz. todos fazem e está tudo bem!

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  22. Fredo permalink
    2 Novembro, 2011 13:15

    E dizia o americano ao português:
    “Vocês vivem acima das vossas possibilidades… pagam por um litro de gasolina, mais do triplo do que pago eu!

    Vocês vivem acima das vossas possibilidades… pagam tarifas de electricidade e de telemóvel 80 % mais caras do que nos custam a nós nos EUA!

    Vocês vivem acima das vossas possibilidades… pagam comissões bancárias por serviços e por cartas de crédito ao triplo que nós pagamos nos EUA!

    Vocês vivem acima das vossas possibilidades… pagam por um carro que a mim me custa 12.000 US Dólares (8.320 EUROS) e vocês pagam mais de 20.000 EUROS, pelo mesmo carro? Podem dar mais de 11.640 EUROS de presente ao vosso governo do que nós ao nosso!

    Vocês vivem acima das vossas possibilidades… por exemplo em New York o Governo Estatal, tendo em conta a precária situação financeira dos seus habitantes cobra somente 2 % de IVA, mais 4% que é o imposto Federal, isto é 6%, nada comparado com os 23% dos ricos que vivem em Portugal. E contentes com estes 23%, pagais ainda impostos municipais.

    Um Banco privado vai à falência e vocês que não têm nada com isso pagam, outro, uma espécie de casino, o vosso Banco Privado quebra, e vocês protegem-no com o dinheiro que enviam para o Estado.!

    E vocês pagam ao vosso Governador do Banco de Portugal, um vencimento anual que é quase 3 vezes mais que o do Governador do Banco Federal dos EUA…

    Um país que é capaz de cobrar o Imposto sobre Ganhos por adiantado e Bens pessoais mediante retenções, necessariamente tem de nadar na abundância, porque considera que os negócios da Nação e de todos os seus habitantes sempre terão ganhos apesar dos assaltos, do saque fiscal, da corrupção dos seus governantes e dos seus autarcas. Um país capaz de pagar salários irreais aos seus funcionários de estado e da iniciativa privada.

    Vocês vivem acima das vossas possibilidades… Os pobres somos nós, os que vivemos nos USA e que não pagamos impostos sobre o ordenados e ganhamos menos de 3.000 dólares ao mês por pessoa, isto é mais ou os vossos 2.080 €uros. Vocês podem pagar impostos do lixo, sobre o consumo da água, do gás e da electricidade. Aí pagam segurança privada nos Bancos, urbanizações, municipais, enquanto nós como somos pobres nos conformamos com a segurança pública!

    Vocês enviam os filhos para colégios privados, financiados pelo estado (nós) enquanto nós aqui nos EUA as escolas públicas emprestam os livros aos nossos filhos prevendo que não os podemos comprar.

    Vocês vivem acima das vossas possibilidades…
    Vocês, portugueses, não são pobres, são é muito estúpidos………”

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  23. neototo permalink
    2 Novembro, 2011 14:20

    “E dizia o americano ao português:”

    E que respondeu o portugués:

    Vc nao acha que ja vcs ja viviram também em melhores tempos?

    Olhe para 300 atrás:
    -pagam por um litro de gasolina, mais do triplo do que pago eu!
    Nem tinham por que pagar nada em gasolina.

    -pagam tarifas de electricidade e de telemóvel 80 % mais caras do que nos custam a nós nos EUA.
    Nem pagavam nada por a electricidade. So depois que descovriram as barragems e as centrais nucleares. O Edison algo fiz nesse tempo para provocar tal . Até estava em que algumas barragems foram financiadas pelos Rockefeller e nao pelo Estado, a quem nao competía dar e ponher “a luz” aos seus ciudadans.

    -quase 3 vezes mais que o do Governador do Banco Federal dos EUA.
    Até nao havia Governador do Banco Federal. E depois até algum presidente nos alertou contra essa instituçao e esses especimens que por lá correm e andam ( Os Governadores do Susodito Banco).

    -Os pobres somos nós, os que vivemos nos USA e que não pagamos impostos sobre o ordenados e ganhamos menos de 3.000 dólares ao mês por pessoa, isto é mais ou os vossos 2.080 €uros.

    Se empezaram hoje vcs, os americanos a pagar o que DEVEM vcs deveriam pasar todo UM ANO trabalhando para pagar o que os americanos (dos UISEI) DEVEM. Ja veremos chegado o caso se vcs, sao personas de “fiar” ou só de “confiar”…

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  24. Von permalink
    2 Novembro, 2011 14:49

    Na Alemanha, na Holanda, até em Espanha, a organização do trabalho faz com que o horário de trabalho seja o bastante, sem a necessidade crónica de horas extra. A Espanha tem o problemas crónico das regiões autónomas que sugam a essência do seu orçamento. Mas nesses países, privilegia-se o cumprimento dos horários de trabalho normais, sem a necessidade de meias-horas, e sobretudo, uma eficaz e cirúrgica organização de trabalho, objectividade de funções e cumprimento de prazos. A questão não é trabalhar mais horas, mas sim trabalhar melhor no horário regular.

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  25. Dédé permalink
    2 Novembro, 2011 15:00

    Agora recorrer a crédito é viver acima das possibilidades? Passamos a viver uma vida inteira debaixo da ponte, poupamos umas massas, e quando formos velhotes comprarmos um T2? E do que é que os vossos amados bancos vivem sem o crédito?

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  26. Arlindo da Costa permalink
    2 Novembro, 2011 16:18

    Quem deve e muito são os bancos.
    Quandos os governos deixarem de desviar os nossos impostos para a puta da banca, esta quadrilha vai ter que ir para as pedreiras de Estremoz picar pedra!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Eu quero que os Bancos Portugueses me indemnizem como contribuinte liquido desta choldra!!!!

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  27. Francisco Colaço permalink
    2 Novembro, 2011 19:15

    Dedé,
    .
    Há créditos e créditos. Comprar casa a crédito é diferente de casar a crédito ou fazer férias a crédito. Há, ademais, também a possibilidade de arrendar casa e manter *mobilidade*quando esta é mais preciosa (no início da vida profissional).
    .
    Como ninguém leu o artigo, ao que parece. o que se fala nele (o Autor que me desminta se não o compreendi) é que é irrelevante se os portugueses vivem ou não acima das suas possibilidades. O mal é que o sistema político vive acima das possibilidades suas^H^H do país que o sustenta.

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  28. Beirão permalink
    2 Novembro, 2011 20:23

    Este Paulo Morais, ao dizer o que diz sobre a real situação portuguesa, a que ele chama de ‘mito’, só prova que, como professor universitário, deverá ser uma ‘boa anedota’.
    Portugal, e os portugueses, estão como estão, na bancarrota, são o ridículo da Europa e do mundo, não produzem riqueza porque ou não fazem a ponta dum corno ou passam o dia a encanar a perna à rã… mas, claro, passaram estes anos todos a viver à grande e à francesa, e, por isso mesmo, mergulharam de cabeça no fundo do abismo desta desgraça em que vegetamos.
    E vem este sujeito, como é costume nosso, dizer que a culpa é… do Camões.
    Tenha juízo, homem!

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  29. anonimo permalink
    2 Novembro, 2011 22:15

    Talvez que o testemunho deste director de um jornal grego ajude a entender melhor o problema português …

    A crise na Grécia vista por um jornalista grego (vídeo)

    Makis Delipetros foi director do diário Apogevmatini, até este jornal histórico fechar e ele e mais 130 trabalhadores terem ficado sequer sem subsídio de desemprego. Numa entrevista de vídeo ao Expresso, o jornalista faz o relato do que mudou no seu país e do que pode vir ainda a acontecer no futuro. A história de Makis faz parte de uma grande reportagem publicada este fim de semana na Revista Única.”

    Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/a-crise-na-grecia-vista-por-um-jornalista-grego-video=f657687#ixzz1cZ9eoRA7

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  30. anonimo permalink
    2 Novembro, 2011 22:19

    Parabéns ! Finalmente ! Um artigo que relata a verdade.

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  31. Euro2cent permalink
    2 Novembro, 2011 22:20

    > os portugueses não produzem riqueza suficiente para pagar os beneficios sociais de que têm usufruido,
    .
    Em particular, os “reformados” da politica, dos C.A. do Banco de Portugal, GCD, entidades/fundações/autoridades, etc. DECERTO que não produziram riqueza suficiente para a mama que têem.
    .
    Talvez fosse de começar por sacudir esses antes de pilhar os pobres?

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  32. Francisco Colaço permalink
    2 Novembro, 2011 22:40

    Euro2cent,
    .
    Pode sacudir os reformados da política, e deve fazê.lo. Porém não são assim tantos, pois a política funciona essencialmente num circuito fechado. A medida de limitar-lhes as pensões, ou ainda melhor, de as suspender até que as excelsas e magníficas aventesmas contem 65 anos de idade, pouco mais é que moralizadora.
    .
    Mas já deveria ter sido feita, e nisto parece que estamos de acordo.

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  33. Portela Menos 1 permalink
    2 Novembro, 2011 23:14

    (…) O problema deste governo é que, sabendo que não tem qualquer saída para esta crise, optou pelo “niilismo” político. O derrotismo e a desistência é a única coisa que tem para oferecer aos cidadãos. Quando o primeiro-ministro diz que o País tem de empobrecer e um secretário de Estado manda os seus jovens ir embora só podemos tirar uma conclusão: que não só são inúteis como têm plena consciência disso mesmo. E se sabem que são inúteis, deem lugar a outros. Em vez de irem embora os jovens, vão aqueles que nada querem fazer por eles. Talvez noutro lado qualquer aprendam qualquer coisa. E, mesmo assim, não fazemos questão que regressem. (…)
    por Daniel Oliveira/Arrastão

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  34. Zegna permalink
    3 Novembro, 2011 01:09

    os portugues não vivem acima das possibilidades , trabalham é para alguns viverem assim………..
    Portugal tem os politicos que escolheu……… pois , não? 42% dos portugueses nas ultimas eleições não escolheu nada , agora fazem manisfestações ……….e o governo faz-lhes um manguito.

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  35. olarila permalink
    3 Novembro, 2011 05:15

    Os portugueses sempre viveram a crédito. A crédito de uma suposta grandeza, (que nunca tiveram, ou foi efémera). A crédito dos génios nunca reconhecidos, a crédito dos mundos ao mundo, a crédito do desenrascascanço e a crédito do crédito dos que lhes foram dando crédito.

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  36. Francisco Colaço permalink
    3 Novembro, 2011 13:50

    Portela Menos Um,
    .
    Por citar alguém como o Daniel Oliveira, que tem a capacidade intelectual do Tino de Rans, estou neste momento a pensar que está a viver um mau momento.
    .
    No dia seguinte dá uma dor de cabeça, mas resista à tentação de beber um café ou de tomar comprimidos.

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