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“One Shot”: Saldos e bolas fora…*

5 Maio, 2012
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O “Pingo Doce” resolveu assinalar o feriado do 1º de Maio com uma acção de “marketing”, dita “one – shot”. Uma mega promoção de um dia só que provocou uma mega correria às lojas daquele supermercado do Grupo Jerónimo Martins. Vou deixar de lado as questões técnico-jurídicas que, eventualmente, possam envolver-se naquela acção. (…) Concentremo-nos em algumas notas de observação de carácter político:

Continua aqui.

* Grande Porto, 04.05.12.

15 comentários leave one →
  1. Nuno's avatar
    Nuno permalink
    5 Maio, 2012 01:12

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    Os donos das lojas fazem o que querem desde que seja aceite pelos trabalhadores — que até saíram largamente beneficiados, não 200% mas esse montante acrescido de folgas e outros beneficios que a JM tem vindo a conceder — e não infrinjam as normas em vigor.
    Piolhitos por costura…
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  2. JCA's avatar
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    5 Maio, 2012 01:16

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    Pois.
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    =Ikea faces allegations that it used Cuban prisoners to make its products
    Deal to make Ikea furniture in Cuban prisons was hatched using East German trading connections, according to reports
    http://www.guardian.co.uk/business/2012/may/03/ikea-furniture-cuban-prisoners
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    =Green energy revolution was/is an abysmal failure and financially ruinous…
    http://www.aei.org/article/energy-and-the-environment/the-myth-of-green-energy-jobs-the-european-experience/
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    =El Gobierno está ultimando ya el proyecto que permitirá a los bancos crear sociedades a las que podrán traspasar los activos inmobiliarios que ya tengan provisionados para liberar sus balances.
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    El convencimiento de que el ajuste del sector no irá más lejos de estos descensos lleva, pues, a preparar el terreno para que las entidades puedan ir creando estas sociedades de liquidación
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    Una vez provisionadas las cantidades exigidas los bancos bancos podrán ir “sacando con ventas parciales o a través de sociedades” esos activos.
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    Sin embargo, el presidente de Bankia también apreció algunas bondades de la medida. La principal, que esas sociedades podrían permitir separar los ciclos de las provisiones y los del sector inmobiliario.
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    http://economia.elpais.com/economia/2012/05/03/actualidad/1336060907_363895.html
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  3. anti-comuna's avatar
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    5 Maio, 2012 06:21

    O milagre económico português soma e segue. Os azeites tugas ganham prémios na China e tentam ganhar visibilidade. Mais uma oportunidade para ganhar quotas de mercado aos italianos e espanhois…
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    “China: Azeites portugueses conquistam 14 medalhas
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    O azeite português esteve em destaque na “Oil China Competition”, uma competição internacional realizada anualmente em Pequim, capital daquele país, onde catorze marcas portuguesas foram premiadas.
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    “É bom para Portugal e ajuda a projetar o país como um produtor de azeite de qualidade”, destacou um profissional do setor em declarações à Lusa, que anunciou as vitórias lusas no evento.”
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    in http://boasnoticias.clix.pt/noticias_China-Azeites-portugueses-conquistam-14-medalhas_10957.html
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    De destacar isto:
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    “Embora o azeite não esteja incluído na gastronomia tradicional chinesa, o seu consumo está a aumentar no país, um aumento que acontece a par da melhoria do nível de vida da população e, em particular, da ascensão da nova classe média urbana.
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    Estimativas do setor mostram que as importações chinesas de azeite cresceram mais de 60% desde 2004, ultrapassando as 25.000 toneladas em 2010.
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    Os países mais representados no mercado da China são a Espanha, a Itália e a Grécia, com mais de dois terços das cerca de 200 marcas de azeite importadas. ”
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    Grão a grão…
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    PM A telenovela Pingo Doce Ataca no 1º de Maio continua a esgotar audiência. Impressionante. Mosquitos por cordas?

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  4. anti-comuna's avatar
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    5 Maio, 2012 06:25

    Entretanto, qualquer dia até o Lidl vai tentar exportar produtos tugas, à semelhança do Leclerc.
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    “50 marcas próprias do Lidl vão usar símbolo “COMPRO o que é nosso”
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    A cadeia de hard discount Lidl aderiu ao “COMPRO o que é nosso” elevando para 15 mil milhões de euros o volume de negócios das marcas aderentes a esta iniciativa da AEP. Nos próximos seis meses o símbolo “ COMPRO o que é nosso” vai estar visível em cerca de 250 referências de 50 marcas próprias da insígnia alemã, acontecendo esta adesão na semana em que o Lidl lança a campanha “sabores portugueses” e um cabaz 100% nacional, por apenas 5 euros.”
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    in http://www.hipersuper.pt/2012/05/04/50-marcas-proprias-do-lidl-vao-usar-simbolo-compro-o-que-e-nosso/
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    As guerras comerciais no sector da Grande Distribuição estão ao rubro. Vale tudo para tentar aguentar as quotas de mercado. Até as distribuidoras com origem no estrangeiro querem “ser” portuguesas. eheehhehe
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    Um cabaz tuga por 5 aéreos? Não haverá aqui dumping também? eheehhheh

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  5. anti-comuna's avatar
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    5 Maio, 2012 06:32

    Mais um produto tuga novo. E assim mais empreendedores tentam vender os lenços me vez de chorarem…
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    “Wi-Go: Compras mais fáceis com carrinho inteligente português
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    Fazer compras vai tornar-se mais simples para quem tem dificuldades de mobilidade. O Wi-Go é um carrinho de compras inteligente, desenvolvido por uma equipa portuguesa que, depois de vencer a final nacional do Imagine Cup, colocou Portugal na final mundial.”
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    in http://jpn.icicom.up.pt/2012/05/04/wigo_compras_mais_faceis_com_carrinho_inteligente_portugues.html
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    Olhem, para fazer compras nos supermercados:
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    “Em desenvolvimento há cerca de um ano, o dispositivo foi pensado não só para superfícies comerciais, como também para hospitais e aeroportos. O seu uso doméstico é igualmente uma opção ainda que, possivelmente, com uma adaptação de formato. No futuro, o carrinho poderá ser programado para seguir uma rota, sem ter de seguir a pessoa e indicando onde estão os produtos. “Num hospital pode ser programado para levar uma refeição desde a cozinha até ao quarto do paciente, percorrendo vários pisos sem necessidade de um funcionário”, exemplifica Luís.”
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    “O projeto, que começou como tese de licenciatura e que, posteriormente, deu origem a um protótipo e à criação da empresa IS2you, uma spin-off de desenvolvimento de sistemas inteligentes da Universidade da Beira Interior (UBI), deverá ser colocado no mercado até ao final do ano. “Esse é o nosso objetivo. Queremos ter algumas unidades nas superfícies comerciais para as pessoas utilizarem e que funcionem como projeto piloto de apoio à comunidade”, esclarece Luís, que conta com a colaboração de uma equipa constituída por Simão Melo de Sousa, Pedro Querido, Michael Adeixo e Ana Figueira, todos licenciados em Engenharia Informática pela UBI.
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    O produto final ainda não está completamente definido. “Não sabemos se vamos ter um modelo que se adapte aos três ambientes – aeroportos, residências e shoppings – ou um para cada um deles”, afirma.
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    Com base em testes em ambiente real, o engenheiro informático está otimista em relação à adesão do público ao Wi-Go. “Este é um conceito diferente e as pessoas querem experimentar e acabam por dizer: ‘Eu gostava de ter isto!'”, afirma.”
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    E pronto. Mais uma boa tentativa de criar um produto comercial com fortes potencialidades exportadoras. E mais uma empresa a tentar participar no milagre económico tuga…

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  6. anti-comuna's avatar
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    5 Maio, 2012 06:45

    Azeite Tuga continua a aumentar bem as vendas no Brasil.
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    “Refere ainda a publicação brasileira que a marca registou um aumento de 40% nas suas vendas de março, em relação a 2011.
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    O grupo Sovena, que detém a Andorinha, entre outros, atribui o sucesso dos números ao investimento em soft sponsoring em televisão como nos programas da Mais Você, Big Brother Brasil e Domingão do Faustão, da Rede Globo.”
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    in http://www.dinheirovivo.pt/Buzz/Artigo/CIECO042039.html
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    É pena é que não ver azeite tuga por aqui. Italiano e espanhol sim, azeite português, nem o cheirar, quanto mais ver…

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  7. anti-comuna's avatar
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    5 Maio, 2012 07:02

    Enquanto o país mediático anda entretido com a telenovela Pingo Doce Ataca no 1º de Maio, fora de Lisboa, coisas interessantes acontecem. Parece que não, mas em Portugal, ocorre uma Capital Europeia da Cultura. E com coisas bastantes interessantes, para além das novelas do momento. Felizmente em Guimarães um Portugal diferente acontece, para além das telenovelas mediáticas.
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    “Mais de 900 vinhos portugueses estarão à prova no 19º Concurso Mundial de Bruxelas (CMB), uma espécie de “campeonato do mundo” do setor, que este ano terá lugar em Guimarães, entre os próximos dias 4 e 6.”
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    “Portugal regista assim um número recorde de participações ficando muito próximo do terceiro país mais bem representado no concurso, a Itália, que estará presente com quase mil vinhos.
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    As duas maiores representações são, uma vez mais, as de França e de Espanha, com 2.550 e 1.600 vinhos inscritos, respetivamente.
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    O Douro, com 238 amostras, o Alentejo, com 193, Lisboa, com 114, Minho, com 108, e as Beiras, com 101, são as regiões vinícolas nacionais com maior representação.
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    Os números são um dos pontos fortes do CMB deste ano: mais de 8.300 vinhos bebidas espirituosas do mundo inteiro (um aumento de 10 por cento face à edição anterior) vão ser provados por mais de 320 peritos oriundos de 40 países.”
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    in http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=549929&tm=4&layout=121&visual=49
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    Vinho é cultura e não se faz promoções como as feiras do livro, pois não? Ou fazem-se? ehehheh
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    Vejam bem. Portugal, um país pequeno, face aos seus tradicionais concorrentes, apresenta 900 vinhos. Quase tantos como a França, Espanha e Itália. Nada mau, pois não? Pois é, com tanta gente a produzir vinhos, cada vez melhores (ontem bebi um Verde que nunca tinha provado, numa festa e fiquei ainda mais surpreendido como surgem vinhos quase desconhecidos com uma qualidade excelente! Maravilha! É disto que o meu povo gosta…), alguma dia as exportações de vinhos irão disparar.
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    Vejam a quantidade de gente que vai a Guimarães promover Portugal e até os seus vinhos:
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    “O vereador Amadeu Portilha, da Câmara Municipal de Guimarães, disse, por sua vez, à Agência Lusa que “o Concurso Mundial de Bruxelas traz cerca de 400 jornalistas de todo o mundo”, o que é mais outra cifra significativa.”
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    Não é a Final da Champeons, mas quase…
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    E os gajos, lá da “parvónia”, dão mostras de como, sem a projecção mediática habitual para eventos no Porto ou em Lisboa, vão promovendo Portugal:
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    “Os museus locais receberam “mais 46, 5 por cento de visitantes e o teleférico registou uma afluência superior a 90 por cento face ao período homólogo do ano anterior”, exemplificou Amadeu Portilha.”
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    Mas isto é que importa, para dar visibilidade aos nossos tintos, brancos e assim-assim:
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    “O responsável considerou ainda que a realização deste evento em Portugal contribui para “reforçar a nossa imagem como país produtor de grandes vinhos, quer pelo impacto que possa ter na imprensa internacional, quer pelo facto de, nestes dias sermos visitados, por mais de 300 jurados vindos dos mais diversos países”.”
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    Eu é mais bagacinho, outros é mais bolos…
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  8. anti-comuna's avatar
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    5 Maio, 2012 07:50

    Mais oportunidades para as empresas tugas. E a experiência africana tuga poderá servir de trampolim para as empresas portuguesas.
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    Olhem para onde os chinocas estão a mandar a produção, agora que fica caro produzir na China. Não é para a Índia, como eu pensava, mas para… África!
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    “DESLOCALIZACIÓN | Mano de obra más barata
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    Las fábricas chinas se marchan a África
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    Cree que la industrialización conllevará la transformación del continente
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    * La productividad de las empresas ‘bien dirigidas’ es similar
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    *En Etiopía pagan una cuarta parte que en China y la mitad que en Vietnam
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    *Los costes en impuestos y cotizaciones son ‘aún inferiores’
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    *La falta de medios les obliga a importar materias que tienen ‘en abundancia’
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    in http://www.elmundo.es/elmundo/2012/05/04/economia/1336156168.html
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    É a cultura, estúpidos! Perdão, olhem como a famosa cultura asiática pode ser reproduzida em África:
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    “Según el Banco Mundial, la productividad en las empresas etíopes “bien dirigidas” es similar a la china y la vietnamita. Sin embargo, pagan una cuarta parte de los sueldos chinos y la mitad que los vietnamitas, siendo los costes salariales, lo que incluye impuestos y cotizaciones sociales, “aún inferiores”.”
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    Pelos vistos os africanos conseguem produzir tanto como na China ou no Vietname. Lá se vai a teoria da famosa cultura superior asiática para o galheiro. eheheheheh
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    Os franceses andam a transferir para Marrocos. Para Tanger. (Bem pertinho de Portugal, logo mais oportunidades para os fornecedores portugueses. Ver: http://www.vacationstogo.com/images/ports/maps/381_w.gif ) Mão-de-obra barata, abundante, jovem, bem pertinho da Europa e das principais rotas marítimas. (Com sorte, até Sines poderá ser utilizado para mandar voitures para outros mercados mundiais.) Os chinocas andam pela África sub-saariana. Que os tugas tão bem conhecem e até se desenrascam bem.
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    As oportunidades para as empresas portuguesas…

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  9. JDGF's avatar
    JDGF permalink
    5 Maio, 2012 09:00

    “…poder-se-á questionar, então, o que significa, hoje em dia, o “Dia do Trabalhador”…desde logo, para os trabalhadores…”
    Todos conhecemos um dos episódios recentes que marcará o seu significado. O regime legal em vigor nos últimos anos – 40 horas semanais com 2 dias de descanso (semanal) – foi ‘arrancado’ há relativamente pouco tempo: no Governo de Guterres (Janeiro de 1996).
    Em Portugal, a jornada de 8 horas diárias e 2 dias de descanso semanal, sofreu o mais visível (mas não o único) ataque no sentido da derrogação do quadro vigente, a 7 de Dezembro 2011, quando o actual Governo anunciou o ‘decreto’ de aumento em meia hora (diário).
    A recente crise económica e financeira tem, repetidamente e velozmente, colocado em causa o modelo actual. O último acordo de concertação social é um exemplo paradigmático e o reflexo dessas alterações.
    Os trabalhadores portugueses deveriam estar atentos e sensibilizados quanto à possibilidade de não conseguirem salvar os dedos, enquanto os anéis já ‘foram’ empenhados (flexibilização dos contratos e do horário laboral, distorção do conceito de ‘justa causa’, bancos de horas, desvalorização do trabalho extraordinário, etc.)… E a preservação dos dedos passa, como qualquer cidadão atento ‘sente’, pela defesa da negociação colectiva. E não pela correria (mais ou menos colectiva) atrás de ‘fogos fátuos’ (campanhas de marketing agressivas), uma manobra de diversão, no actual contexto sócio-económico, que tem provocado, pelo País, um desproporcionado (e irrelevante) esgrimir de argumentos, de opiniões e de ‘bitates’, em grande parte alienatórios. É preciso manter o discernimento para conseguirmos saber distinguir entre um efémero e excepcional ‘bodo aos pobres’ e a capacidade em assegurar um lugar (diário e permanente) à mesa da negociação do contrato social (para que este seja, digno, justo e equitativo), afinal uma reivindicação fundamental intrinsecamente ligada ao dealbar da Era Moderna, neste momento não assegurada.

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  10. anti-comuna's avatar
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    5 Maio, 2012 09:07

    Por vezes os males alheios… São oportunidades para outros.
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    Nos últimos 30 anos, muitos novos produtores mundiais de uvas e vinhos surgiram, com a subida das temperaturas nas suas regiões. Desde novos produtores na China, Argentina, Brasil, USA e outros novos produtores, foram ganhando quotas de mercado ao “velho mundo”. Hoje, por exemplo, os USA são o terceiro maior mundial de vinhos e uvas. Os americanos já exportam muito mais vinhos que Portugal. Já vendem mais vinho na China que Portugal. Assim como o Chile. E os velhos produtores, como Portugal, perderam quotas de mercado. Só que…
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    Só que os ciclos das temperaturas são lixados. E onde houve subidas nas temperaturas e nos padrões meteorológicos que permitiram novos produtores de vinho já começam a sentir os efeitos da fase descendente das temperaturas. Dando oportunidade aos portugueses para voltarem a conquistar mercados antes perdidos. Veja-se esta noticia:
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    “CLEVELAND – It was what grape growers in Northern Ohio feared the most. Early Sunday morning, temperatures in the Grand River Valley vineyards of Lake and Ashtabula Counties dropped into the lower and middle 20s. That’s not just a quick frost. That’s a hard freeze. By 9 that morning, most of the primary buds, the growth that gives you the best fruit, were black and shriveled, killed by freezing temperatures.
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    “It was devastating.” said Mary Jo Ferrante-Leaman, of Ferrante Winery in Geneva. “There was just nothing we could do.”
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    Leaman said the freeze killed 80 percent of this year’s wine grape crop. Ferrante Winery farms 45 acres of vinifera grapes in the prestigious Grand River Valley appellation east of Cleveland. The grape vines began growth early this year due to an extremely warm March. Growers at several area wineries have battled eleven different frost or freeze events from late March through the month of April. All had managed to save the majority of their crops. That is, until Sunday morning.”
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    Read more: http://www.newsnet5.com/dpp/weather/weather_news/northeast-ohio-wine-grapes-devastated-by-hard-freeze#ixzz1tz4DH6O5
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    Onde fica este produtor? Veja-se: http://maps.google.pt/maps?q=%2C&um=1&ie=UTF-8&hl=pt-PT&sa=N&tab=wl
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    Os investimentos na produção de vinho já chegavam quase aos Grandes Lagos. ehehehh Mas agora, com as temperaturas a cairem para valores mais consentâneo com o passado, lá se vai a produção de uvas. Mas como os americanos já consomem vinho com alguma regularidade, per capita estão algures entre os não produtores e os produtores, irão perder a produção mas não a apetência pela vinhaça. Logo, as oportunidades para os velhinhos produtores como Portugal…
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    Veja-se a razia: http://www.kwwl.com/story/17402576/iowa-grape-crop-hurt-by-this-weeks-frost
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    http://www.vcstar.com/news/2012/apr/14/frost-wipes-out-juice-grapes-in-sw-mich/
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    http://www.whas11.com/community/blogs/storm-team-blog/Crop-freeze-damage-at-local-vineyard-147066805.html
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    http://www.southcoasttoday.com/apps/pbcs.dll/article?AID=/20120427/NEWS/120429840/-1/NEWS01
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    Os males alheios poderão ser as oportunidades para os tugas. Falta é saber-lhes vender…

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  11. aremandus's avatar
    aremandus permalink
    5 Maio, 2012 09:33

    a Pinga Doce fermentada vai alimentando e sodomizando esta direita drunfada

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  12. José Carlos Sequeira's avatar
    José Carlos Sequeira permalink
    5 Maio, 2012 10:12

    Senhores evangelistas, do Bloco e da CGTP, confesso que pequei no último primeiro de Maio, trocando o consumo de bifanas e “mines” nas barraquinhas do relvado da Alameda – o verdadeiro “plus” da manif, nos tempos em que tudo o que era restaurante fechava nesse dia – por uma tarde de compras no Pingo Doce de Telheiras. É a vida. Não sendo propriamente um necessitado a quem sobre mês no fim do dinheiro (pelo menos neste momento), soube-me bem poder “stockar” algumas coisas, como cervejas, vinhos (normais e Porto’s), papel higiénico, detergentes, sabonetes, óleo, a metade do preço. A única coisa que me distinguiu de alguma turba, nomeadamente de “lelos”, foi o facto de ter mantido, no carrinho de compras, as embalagens vazias do que consumi no local, procedendo ao respectivo pagamento. Há que manter a dignidade moral, mesmo em situações de quase vale-tudo. Repito: Pequei mas não me arrependo, não peço perdão, nem faço de conta que não fui. E ainda mais: Se voltar a acontecer, seja nesta ou noutra cadeia de hipermercados, lá estarei. E só espero que isto atice a concorrência e possamos, em vez de 50%, obter, digamos, uma promoção do género, “compre 100€ e nós damos-lhe as compras, mais 20€”.

    A propósito disto o Ricardo Araújo Pereira, que, na minha modesta opinião, há muito perdeu a graça original dos anúncios do Montepio, criou uma rábula que circulou na “rede”. A parte a que eu achei mais piada foi a tirada genial do locutor: “Este espaço (de crítica humorística ao Pingo Doce) foi patrocinada pelo… Continente”. Como dizem os putos, lol.

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  13. Euro2cent's avatar
    Euro2cent permalink
    5 Maio, 2012 10:25

    Arre, que o artigo, aqui iscado, lá no link externo tinha tipografia de deixar qualquer um cego.
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    E, francamente, pouco dizia.
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    Felizmente os comentários informativos do anti-comuna safam o défice da página. Obrigado.

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  14. anti-comuna's avatar
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    5 Maio, 2012 11:04

    Um dos blogues da moda encontrou uma nova explicação para a queda yieles portuguesas: um cartel manipulador! ehehheheh
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    “We suspect the plan went something like this: Loeb had one of his hedge-fund-huddles; the cartel all bought into Portuguese bonds (or more likely the basis trade – lower risk, higher leverage if a ‘guaranteed winner’); bonds soared and the basis was crushed; now that same cartel – facing pressure on its AAPL position (noted as one of Loeb’s largest positions at the end of April) – has to liquidate (reduce leverage thanks to AAPL’s collateral-value dropping) and is forced to unwind the Portuguese positions. A quick glance at the chart below tells the story of a Portuguese bond market very much in a world of its own relative to the rest of Europe this last month – and perhaps now we know who was pulling those strings?”
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    in http://www.zerohedge.com/news/dan-loeb-and-portugal-connection
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    O problema não é saber-se que poderá ter havido uma manipulação das obrigações tugas. Sim, também é possível. Mas se é assim, tanto podem haver manipulações para cima como para baixo. Ou seja, talvez também tenham sido manipulações que levaram a uma forte subida nas yields tugas. Ou não? ehehehhehh
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    Estes gajos, com a Vaselina toda envida de Portugal, nem assim se safam. Ora são os bancos tugas a puxar pelas obrigações tugas, ora a arbitragem ou algum cartel. Tudo serve para irem dizendo que Portugal está insolvente. Todavia, mal ou bem, até o governo já prevê quedas na dívida pública tuga. Mas, claro, estes indigentes mentais, para que querem saber dessas minudências, se é certo e sabido, que o povo tuga é estúpido, de fraca cultura e incapaz de honra o seus compromissos? Se eles, dizem e passam por serem os maiores da cantadeira…
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    Mas vão precisar de muita vaselina para aguentar a coisa, como diz o outro.
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  15. Me's avatar
    5 Maio, 2012 13:11

    até é coerente : numa ditadura económica com uma polícia económica , saldos são um facto político 🙂

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