O betão cobra sempre a factura
Durante o cavaquismo era de bom tom criticar a política do betão. O simples pronunciar da palavra betão valia um olhar censório. Outros tempos vieram e Sócrates reabilitou o betão ou melhor dizendo socializou-o: o betão passou a ser um item na agenda para o crescimento e para o emprego. A agora tão incensada dra. Ferreira Leite tornou-se em 2008 no bombo da festa ao declarar que as “obras públicas só reduzem desemprego de Cabo Verde ou Ucrânia” (Imigrantes criticam Manuela Ferreira Leite; Sócrates apresenta-se contra Ferreira Leite «retrógrada» ; Um embaraçoso mal-estar… Os sonhos de betão encheram o país de auto-estradas vazias que não conseguimos pagar e de urbanizações igualmente vazias porque não há português para tanta casa. Mas não só. A aposta no betão está também nos números ctuais de desemprego: 25% dos desempregados vêm da construção. Que arranjem rapidamente trabalho noutro sector é o melhor para eles e para nós.

Portugal, que futuro? Pois bem. As diferenças entre um engenheiro de província e os iliminado da capital:
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http://balancedscorecard.blogspot.dk/2012/06/treta-de-universitario.html
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http://balancedscorecard.blogspot.dk/2012/06/os-modelos-mentais-da-triade-estao.html
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Se não fosse o Norte, os iluminados da capital bem que tinham que ir para… trolhas! ahahhhhhaha
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Obrigado, Helena!
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Nos anos 80 havia necessidade de algum betão. Simplesmente fizemo-lo demasiado depressa e algo atabalhoadamente. E quando era suficiente, lá pelos anos 90, não quisemos parar.
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O pior é que nos endividámos, e a dívida (os seus juros) são os verdadeiros custos do betão, somados aos custos de exploração, de manutenção e de aprovisionamento das estruturas criadas. Quando os benefícios marginais de novas estruturas não são repercutidos em ganhos de produtividade do país (seja o que qualquer magano entender disto, que conceito mais vácuo!), então os custos são avassaladores.
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Para dar uma ideia, pensemos num custo de exploração de 8% do custo de construção e custo de dívida na ordem dos 8% também. As despesas de construção (não falamos em custos) duplicam a cada SEIS anos. Em 25 anos teremos mais que sextuplicado o dispêndio na construção, logo teremos de ter receitas de pelo menos 10 vezes (impostos pesam!) a despesa inicial de construção para chegar ao equilíbrio financeiro.
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Pergunto: alguém pensa nisto quando receita défice a rolhos?
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OS GRANDES “ARTISTAS” PSD SÃO ECLIPSADOS DO COMENTÁRIO…
QUAL É O INTERESSE DE OUVIR OU LER ALGUÉM QUE TEM UMA VISÃO TÃO LIMITADA E FACCIOSA DA VIDA POLÍTICA? E SE ENTREGA ” ORGASMICAMENTE” A SÓCRATES … COMO SE O PAÍS TENHA NASCIDO COM ELE!
como prof. gostaria de a ver afastada do cargo por falta de sentido pedagógico, ft. de isenção, ft de equilibrio analítico,ft de fluidez narrativa..
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pronto, helenafmatos descobriu mais um pecado dos portugueses, o betão; afinal somos todos empresários do betão e não sabíamos.
ps: essa senhora Ferreira Leite é a mesma daquela cena da “asfixia democrática” ?
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é , o cavaco e seguidores transformaram os agricultores e pescadores em trolhas , mas claro , já há um alojamento por cada 2 portugueseses .. foi uma pena , pq comer e beber precisamos todos dias enquanto casa uma basta prá vida e não vamos encher todos os km2 do país de estradas , pois não ?
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A coisa vai.
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“Portugal coloca total da dívida a juros mais baixos
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O valor colocado atingiu o limite máximo do montante indicativo da emissão, que oscilava entre 1.250 e 1.500 milhões de euros.
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O Instituto de Gestão do Crédito Público (IGCP) colocou mil milhões de euros em Bilhetes do Tesouro (BT) com maturidade a 12 meses, numa operação onde a procura superou a oferta em 2,7 vezes, valor igual ao registado no último leilão comparável.
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O juro desceu ligeiramente face ao último leilão comparável, fixando-se nos 3,834% face aos 3,908% anteriores.
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Já em relação às BT a seis meses, o IGCP colocou 500 milhões de euros, sendo que a taxa média ponderada desceu para 2,653% face aos 2,935% do último leilão com a mesma maturidade, realizado a 2 de Maio.”
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in http://economico.sapo.pt/noticias/portugal-coloca-total-da-divida-a-juros-mais-baixos_146104.html
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Quando a malta der por ela, Portugal já anda a colocar dívida nos mercados, e com juros cada vez mais baixos. A coisa vai…
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Este comentário é completamente simplista. Não se consegue dar a volta à crise destruindo o que está, que gerava emprego, pagava impostos e também exportava. O sector da construção é dos que mais contribui para as exportações, além de que todos os países precisam de um sector da construção viável, senão serão outros a vir fazer as obras. Há muita renovação urbana e recuperação de património a fazer em Portugal, mas aqui passa-se frequentemente do 8 para o 80 e do 80 para o 8. Depois de demasiada construção nova, agora não há construção alguma, o que não dá tempo, nem condições, para o sector se reestruturar. Para além do Estado não lhes pagar. O resultado é o DESCALABRO a que se assiste. O aviso de que o colapso da construção terá efeitos devastadores na banca portuguesa está certo. Vem aí outra vaga de problemas para o sector financeiro. Não pensem que é só alarmismo.
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“Que arranjem rapidamente trabalho noutro sector é o melhor para eles e para nós.”
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Onde é que estão as fábricas para absorver toda a mão-de-obra não qualificada que ganhava a vida na construção? Onde é que está o comércio? Mas pensa-se que a requalificação profissional ou a formação vai dar rumo a esta gente toda? No fundo a Helena diz como o outro e manda-os para a emigração. Só que para isso não é preciso governo. Mais valia estarem calados.
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O Lionheart agora deu em keynesaino. Vai pôr o país todos como um estaleiro. eheheheheh
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Onde estão as fábricas? Terão que se construir. Onde está o comércio? Terá que ser reconvertido.
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Olhem-me estes. Antes eram todos pelo corte das despesas do Estado, contra os elefantes brancos e contra o estatismo. Agora deram todos em xuxas empedernidos. Coitado do meu país com esta gente cata-vento…
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O futuro de Portugal: http://www.drillingrigs.com.pt/picture/4-46d.jpg
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Esta gente não sabe o que andou a pedir? Se não soubesse, que soubesse. Porque nestas coisas, ou há tomates ou não os há.
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Olhem, estes gajos parece que têm umas ideias onde criar emprego. Sem ser através do parasitismo tradicional imobiliário:
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“Portucel. 15 mil novos empregos dependem de 40 mil hectares de eucaliptos
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O investimento estimado em perto de 2 mil milhões de euros está condicionado ao fornecimento de matéria-prima nacional”
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http://www.ionline.pt/dinheiro/portucel-15-mil-novos-empregos-dependem-40-mil-hectares-eucaliptos
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Quem vive rodeado de prédios até nem lhe passa pela cabeça que há fábricas em Portugal. Grandes e pequenas. Há poucas? Então são precisas mais. É isso que o governo está a apostar: na industrialização do país.
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Mas há quem goste é de bancos e banquinhos, vender casas e seguros, fazer rotundas e grandes elefanets brancos.
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Um dia destes, até o TGV vai ser ressucitado só para dar trabalho aos que não se querem reconverter. ehehheheh
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Onde estão as fábricas? Constroem-se:
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“Só dentro de um mês será possível anunciar a localização exata da nova fábrica
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Visabeira vai criar empresa com 200 postos de trabalho
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O grupo Visabeira vai abrir mais uma fábrica na região Centro, na área da indústria cerâmica, permitindo a criação de 200 postos de trabalho. O anúncio foi feito hoje pelo CEO do grupo, Paulo Varela, na conferência Economias Regionais como Fator de Desenvolvimento.”
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in http://www.dinheirovivo.pt/Empresas/Artigo/CIECO047352.html
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Se Portugal criasse 100 mil empregos na indústria nos próximos 3 a 4 anos, mais os empregos indirectos que potenciam, só aqui serão mais de 300 mil postos de trabalho.
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Claro que isto implica fazer fábricas. Não apenas grandes e pequenas. Um exército. Tipo exército de formiguinhas. E não apenas grandes projectos de fachada que depois… Mas, claro, para isso é preciso ter tomates para não ceder aos parasitismos. Este país estão tão viciado em parasitismo e trolhagem, meu deus. Eles nem sequer têm agilidade mental para pensar como se poderão criar os tais postos de trabalho. Ai Costa que o mundo costa. ehehheheheh
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Vejam esras gentes de Guimarães. Não andam a berrar por parasitismos. Procuram novos produtos e serviços. E investem mais:
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Pois é. São do Vale do Ave. Gostam mais de vender lenços que chorar, mesmo que se chore por vezes.
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Mas é melhor isto, não é?
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Esta gente anda mesmo distraída, caramba. Olhem, lenços para os outros construirem. ehehhehh
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“Coelho da Silva produz placa cerâmica inovadora
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A empresa fabricante de telha cerâmica, Coelho da Silva, deverá ter, antes do fim de Junho, as primeiras paletes de produto acabado na nova unidade F5, onde serão produzidos os modelos topo de gama da marca. O grande destaque, segundo a edição de hoje do Jornal de Leiria, está na «placa cerâmica totalmente inovadora a nível mundial», destinada ao revestimento de coberturas planas não acessíveis, segundo o jornal da empresa de Porto de Mós.
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A nova unidade F5 representa um investimento de 20 milhões de euros e a criação de 40 postos de trabalho.”
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in http://www.leiriaeconomica.com/item7866.htm
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Mais 40 postos de trabalho na indústria. Mas não são os únicos:
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“Famopla aumenta capacidade produtiva
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A Famopla, empresa de moldes para plásticos, sedeada na Marinha Grande, tem em curso investimentos de ampliação de instalações e inovação com o objectivo de aumentar a capacidade produtiva e as exportações, dos actuais 25% para 80% da produção, revela a edição de hoje do Jornal de Leiria.”
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in http://www.leiriaeconomica.com/item7831.htm
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Não diz quantos, pois não? Mas hão-de ser alguns.
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Aqui há uns tempos esta gente nem sabia que exportavamos. Agora não sabem como criar postos de trabalho para reconverter os trolhas. Está certo. Não haja dúvidas nenhumas. A financiarização das economias deu cabo das escolas de economia deste país. Só sabem pedir FIRE como se o mundo comesse produtos financeiros, casas e blocos de cimento.
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AC, o lionheart, é um lisboeta mental. Não há nada a fazer. Acham que Portugal é o que vêem do castelo de S.Jorge.
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Onde criar empregos? A malta do Vale do Ave dá-vos o exemplo. Desçam ao país real e vejam como se faz.
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Não chega?
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Não chega?
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Querem mais?
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O mundo precisa de comer, se vestir, viajar, medicar-se, tratar-se, descansar, etc. Quem pensa que o país vai sair da crise com obras públicas, mais dívida e especulação, tanto financeira como imobiliária.
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O que se aprende nas faculdades de economia hoje em dia? Cálculo e engenharia financeira? VAR e Betas? Mais nada? Cruzes canhoto. Esta país não é para velhos. ehehehhheh
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“AC, o lionheart, é um lisboeta mental. ”
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Continua na minha. O Norte tem que pedir a Independência. Porque, existe uma clivagem social, ideológica e sociológica que não se apaga em duas penadas. Isto já vem de trás, mais de 500 anos. Mas enfim, a esperança é a última coisa a morrer, não é caro José Silva?
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Olhem, dos que querem vender telhas aos trolhas. ehehehehe
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“No seguimento do que referi nas edições anteriores do Jornal CS sobre esta nova unidade de produção, cabe-me agora dar-vos conta da conclusão da primeira fase deste investimento, que culminará com a etapa final de execução do rojeto e o consequente arranque industrial.
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Foi possível cumprir integralmente o plano contratado, com o esforço empenhado e a colaboração e coordenação
entre a CS e todos os fornecedores de equipamentos e serviços, pelo que iremos ter as primeiras paletes de produto acabado antes do final do próximo mês de junho.
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Com a tecnologia mais sofisticada disponível no mercado, a F5 irá produzir os modelos topo de gama Tecno, Domus e Plasma, mas também os produtos que este ano apresentamos na Tektónica, em Lisboa – o evento, por excelência, onde lançamos as novidades CS. Alargamos a oferta da gama Plasma com novas soluções estéticas de superfície texturada, e lançamos uma peça cerâmica totalmente inovadora a nível mundial, destinada a coberturas planas – a placa cerâmica Climatile.
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Um dos impactos positivos que a F5 terá na economia relaciona-se com a promoção de emprego qualificado, na medida em que envolve a criação de postos de trabalho. Já foram recrutadas as pessoas necessárias para o
funcionamento a três turnos diários, assim como para o reforço de algumas equipas da estrutura da empresa. Os
novos elementos encontram-se a receber formação teórico-prática nas restantes unidades de produção, para entretanto se integrarem nas respetivas equipas de trabalho.”
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in http://www.coelhodasilva.pt/files/ficheiros_file_pt_201_7056.pdf
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E é assim que o país vai criando postos de trabalho. Silenciosamente, no sector de bens transaccionáveis. Os não transaccionáveis terão que se reconverter e redescobrir novas fontes de rendimentos, de trabalho e criação de riqueza.
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Não há outra saída para a crise. As pessoas convençam-se disso. O credit crunch veio mudar a economia mundial, que vinha sendo marcada pela monetarização das economias ocidnetais, desde o final da guerra. Mas agora tudo mundo. É preciso voltar ao tido mundo real. Coisas palpáveis. Mesmo que no curto prazo a instabilidade penaliza as exportações e a aposta em bens e serviços transaccionáveis. Mas não há outra saída para a crise. Seja em Portugal, em Espanha ou mesmo nos USA.
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Isto vai ser uma longa e dura corrida contra a adversidade. Portugal pôs-se a jeito e levou com a crise toda em cima. Agora é quase como estar em guerra, na luta contra a morte económica, política e social. Vai ser uma longa e dura batalha. Muitos percalços terão os portugueses que ultrapassar. Vai haver alturas em que parece que os esforço é inglório. Mas não há outro caminho. O Japão também tentou pôr a malta a trabalhar na construção civil e não resultou. Além de não resultar, estão agora com uma dívida pública colossal e bastante arriscada. Se lhes corre mal…
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Portanto, deixemo-nos de lirismos. Há muitos mercados por explorar, muita gente para alimentar, vestir, tratar, dar-lhes descanso, etc. Portanto, em vez de chorar é vender lencinhos. Por todo o lado, por todo o planeta. Focarem-se naquilo que conta. Produção real de bens e serviços, sustentados em criação de riqueza, mais produção e produtividade, redução do endividamento e aposta no investimento produtivo, que só depois poderá gerar o tal consumo tão almejado.
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Quem vos disser que isto lá vai com gastos públicos, investimento público e especulação imobiliária, estão-vos a mentir. Essas varinhas de condão morreram com a chegada do credit crunch. São ilusões. Não esperança real. Numa palavra. A saída da crise chama-se mesmo industrialização e produção de serviços transaccionáveis e exportáveis. Tudo o resto é letra.
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AC, a única solução é provoca-los para ver se aprendem. Exemplo: Dizer que o que está a acontecer na economia portuguesa é uma vingança do Norte ou do Portugal extra-Lisboa, uma bofetada de luva branca sobre as supostas elites da capital (que não são necessariamente naturais de Lisboa e algumas até não vivem lá). Agora o que o Norte tem que dizer é que não deviam ter gasto dinheiro em Ferraris, isto é, não deviam ter investido em Expos, ser a região da Europa com maior densidade de auto-estradas, que não deviam ter centralizado tudo o que é sedes de economia não transaccionável. Olhe em tempos um antigo presidente da CCRVT até escrevia em documento oficial que Lisboa era a única região com capacidade de internacionalização e que se devia desconectar da economia do resto de portugal e ligar-se às economias avançadas. Imagine-se a arrogâncias deste imbecil. Agora que se f…. todos.
Ainda agora estive a ler o relatório de avaliação bancária do INE e confirma-se a minha tese. A bolha imobiliária está a rebentar em Lisboa. As quedas de avaliação lá são superiores à média nacional.
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“Agora o que o Norte tem que dizer é que não deviam ter gasto dinheiro em Ferraris, isto é, não deviam ter investido em Expos, ser a região da Europa com maior densidade de auto-estradas, que não deviam ter centralizado tudo o que é sedes de economia não transaccionável.”
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Exacto. E nos montes alentejanos, casas e quintas no Brasil com empréstimos bancários, etc.
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Lisboa se não mudar de mentalidades rapidamente, vai passar 20 anos a penar, como andou o Norte e Centro do país. Quem não tem agora coisas palpáveis para vender no exterior, está lixado. Porque, por muito que seja difícil vender lá fora, é a única solução para sair da crise. Mesmo quando lá fora as coisas tremem e ameaçam o colapso.
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A vida é dura mas há que arranhar a terra para sobreviver. Acabaram-se as ilusões do crédito fácil e barato, do Estado que pode gastar tudo o que pode e não pode e das parasitagens do resto do país. E a malta de Lisboa que não se revê naquelas elites só tem que se revoltar e juntar-se ao resto do país. ehehhheh
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AC,
A malta da esquerda e dos parasitas podia ao menos não ser burra. É que de facto 75% do petróleo consumido em Portugal, responsável pelo crónico déficite comercial, da balnaça de pagamentos e por menor crescimento do PIB (sim, quanto maiores as importações, menor o PIB) é para a rodovia, sobretudo mercadorias e passageiros urbanos. Ora se tivessem um pingo de credibilidade apresentavam projectos voluntaristas de iniciativa pública para resolver essa dependência. E não seriam necessários muitas fortunas. Na Europa o transporte de mercadorias por via ferroviária faz-se a baixa velocidade e portanto se se reabilitasse as 5 ou 6 ligações ferroviárias existentes com Espanha conseguia-se reduzir as importações e aumentar o PIB. Mas os parasitas e esquerdas isso não dizem. Devem ter uma comissãozita da Galp ou da Brisa.
AC, há futuro para Portugal e para o mundo ocidental. Dá é trabalho a encontrar modelos de negócio mais sustentáveis. Todos querem ser gestores, quadros, empresários em negócios fáceis, sem risco no sector não transaccionável. Esse tempo acabou.
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“AC, há futuro para Portugal e para o mundo ocidental. Dá é trabalho a encontrar modelos de negócio mais sustentáveis. Todos querem ser gestores, quadros, empresários em negócios fáceis, sem risco no sector não transaccionável. Esse tempo acabou.”
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Exactamente. Esse mundo acabou. Quem espera que o mundo volte ao que era antes do credit crunch é porque ainda não percebeu o que tanto mudou e vai mudar nas nossas vidas. Tudo. Mas mesmo tudo.
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E a sua sugestão está correcta. Mas esta malta continua a ver o mundo pelo funil errado. Felizmente temos o euro, senão, não saimos da cepa torta.
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A coisa vai. Pela força da realidade e das circunstâncias. O que é preciso é mostrar os bons exemplos, para dizer. Eis quem é capaz de fazer mais e melhor. E vencer nesta nova economia.
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Este blogue está cada vez mais ridículo. Se o Passos Coelho der ouvidos a esta gente, ele é que vai pagar as favas. Os outros podem sempre mudar de “nome”.
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Pois, Lion. Mas quem andou a pregar ao Coelho para cortar a sério no passado agora não pode dizer: ah! afinal era a brincar o que eu dizia. O Pinócrates é que tinha razão: mais auto-estradas, mais aeroportos, mais rotundas e rotundinhas.
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Eu já estou a ver o Lion e outros como Vc. Volta Pinócrates, estás perdoado. eheheheh
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Então afinal defendiam o quê antes e para quê? Só por pura politiquice? Só para deitar o gajo abaixo? Então deixassem o gajo estoirar de vez com o país.
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Pois, pois. Tão anti-estatistas que eles eram… E agora, quem os viu e quem os vê. eheheehehh
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Aqui na zona de Aveiro, se não fossem os magrebinos, as plantações de morango estavam paradas. O pessoal da construção não quer nada com trabalho na agricultura, dizem que seria um retrocesso!
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Caro AC,
Já viu esta?
http://expresso.sapo.pt/portugal-ja-coloca-divida-a-juros-mais-baixos-do-que-espanha=f731171
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“Aqui na zona de Aveiro, se não fossem os magrebinos, as plantações de morango estavam paradas.”
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Pois. Depois queixem-se. Não faz sentido haver tanto desemprego e haver empresas a queixarem-se que não há trabalho. Os salários podem ser mais baixos? Pois antes um mais baixo que nenhum. Mas enfim.
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Ainda há muita gente mimada no país, caramba. Mas mesmo muito. La “dolce vita” ha cambiado… eheheheheheh
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Caro Miguel, mas essa diferença para Espanha não diz ainda muito. A sério. É mais por um problema espanhol que solidez tuga. Mas não tenha dúvidas nenhumas. O Estado hoje teve um excelente leilão. Qualquer dia testa prazos para depois Setembro, para apalpar terreno. 😉
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Se calhar, um dia destes, Portugal já nos mercados a financiar-se com alguma sustentabilidade e esta malta ainda a berrar contra a incapacidade portuguesa de ir aos mercados. ehehhhehe
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Também há uma coisa. Os mercados internacionais podem estar quase a dar uma volta do caraças. Isto é, começarem a mudar de ideias e procurarem dívida de países com alguma sustentabilidade na sua própria dívida. Portugal, com sorte, lá para o fim do ano, pode conseguir essa tal ansiada mudança de expectativas e começar a financiar-se com juros mais baixos e prazos mais longos. Apesar de tudo, a coisa vai rolando. Devagar, devagarinho, eles aos poucos começam a reconhecer virtualidades positivas nos portugueses e em Portugal.
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Claro que muito disto que o governo está a conseguir é graças ao nosso Gasparov. 😉 Já mandou fazer o póster para eu colar na porta do meu quarto, ao lado da Paloma Lago? ehehheeh
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Ah! Outra coisa positiva no leilão de hoje. Os juros exigidos foram mais baixos que no último leilão do Fundo Europeu, com garantias dos parceiros europeus, mas destinados os fundos a Portugal. Isso é interessante. Pois vender a estes preços e nesta altura… Vamos ver. Vamos ver. A coisa vai andando.
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Chegado aqui, já nem sei se o post é sobre a betoneira helenafmatos,
ou sobre o abotoado anti-não sei quê.
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Caro AC,
Concordo consigo, não se podem tirar grandes conclusões do leilão de hoje, mas o sinal não deixa de ser impressionante atendendo ao que se passava há poucos meses. E claro, para nós as coisas podem complicar-se se a situação espanhola se continua a degradar desta maneira. Basta ver a evolução da dívida na Irlanda em meia dúzia de anos e tremer com o que se pode passar com os muchachos, alguns problemas são parecidos e tudo.
Quanto ao poster, prefere em fato de banho ou fato completo? :-))
Para lhe ser franco, esperava um pouco mais do Gasparov, embora não esteja desanimado. Parece-me é que há sempre resistências do polvo em libertar a sociedade e que parte da mafia socratina se mudou para o laranjal, nada de muito supreendente, são todos primos…
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“Parece-me é que há sempre resistências do polvo em libertar a sociedade e que parte da mafia socratina se mudou para o laranjal, nada de muito supreendente, são todos primos…”
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Pois. O PSD sempre esteve dividido em dois. Com o Cavaquismo é que a coisa pendeu quase toda para o lado dos parasitismos. Mas aquele velho PSD anti-estatista ainda vai resistindo ao aparelhismo parasita e sustentado em “socialismo de direita”.
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Olhe, eu sei que o Gasparov não nos enche a medidas todas. Mas se o gajo conseguir pôr Portugal a financiar-se nos mercados, isso já é um grande trabalho. Pode ter erros mas ele lá vai levando a água ao seu moinho. Ele eo ministro Alvaro Pereira. O que interessa são resultados, mais que floreados políticos. E estes dois personagens não são políticos. Portanto, muita coisa acontece por não terem maus vicios e não saberem “rabiar” entre os fortes interesses corporativos da sociedade portuguesa e de Lisboa.
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Mas repare que, um ano depois, o Estado tuga já vende bem dívida de curto prazo. Com juros aceitáveis. Pode estar quase a testar os prazos mais longos, para apalpar terreno. Lá fora já se começa a elogiar Portugal e não apenas entre os políticos europeus. Há uma mudança de imagem que está a ocorrer lentamente. Quase sem dar-mos por isso, as coisas já não são do tipo. Grécia fora, Portugal fora. Agora já não têm tantas certezas e já falam de outros.
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O ministro Alvaro Pereira aos poucos também vai fazendo o seu trabalhinho. E quando eu leio CEO de empresas internacionais a investirem em Portugal com bastantes elogios, isso diz-me muito mais que a imprensa tuga. Para mais, estes tipos fazem opinião entre outros investidores, que depois podem tentar investir também em Portugal. E, claro, vai mudando a percepção sobre a capacidade dos portugueses.
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A coisa vai. É difícil. É até por vezes quase impossível, mas a coisa vai. E e correr bem, a economia espanhola bateu no fundo. Em especial a procura interna. Vamos ver. Eu estou agora um bocado mais optimista para Espanha do que estava. Mas aquele governo é um bocadinho mau e até atabalhoado. O que não ajuda mesmo nada. As pessoas que tão mal dizem do governo tuga que comparem os dois governos. E vejam como o nosso ainda dá lições aos espanhois. O que se passa é que em Portugal dão mais valor ao que é de fora do que é de dentro. Mas o governo português está a milhas do governo espanhol. Mas a milhas, santo deus. Aquilo em Espanha é uma confusão do caraças, que até dá pena.
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Vamos ver. Se daqui a umas semanas o governo tuga conseguir colocar dívida para depois de Setembro de 2013, aí podemos dar um grande sorriso e até lançar alguns foguetinhos. ehehehehehh
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Eu todos os dias acendo uma velinha à Nossa Senhora de Berlim, a Virgem Angela, que vai levando o barco no meio desta tormenta. Aliás, cada vez defendo mais que a nossa aliança estratégica na Europa deve ser a Alemanha e não o UK. Basta ver nas empresas com quem é que nós temos a aliança no terreno. E a quem devemos, em parte, a mudança do peril económico desde os anos 60.
Se não fosse ela, os tolinhos que para aí andam já tinham rebentado com a Europa, com Eurobonds inventados em cima do joelho e “crescimento” por todo o lado…
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“Eu todos os dias acendo uma velinha à Nossa Senhora de Berlim, a Virgem Angela, que vai levando o barco no meio desta tormenta. ”
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ehehhehehheh
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“Aliás, cada vez defendo mais que a nossa aliança estratégica na Europa deve ser a Alemanha e não o UK. Basta ver nas empresas com quem é que nós temos a aliança no terreno.”
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Eu aqui ainda tenho muitas dúvidas. Eu posso criticar muito os ingleses (os governos e políticos, claro está) mas eles estão a passar uma fase. Estão a copiar o que se passou com o surgimento do Império Alemão e estão com medo e tentam dinamitar tudo o que seja continental para enfraquecer a Alemanha. Mas penso que é apenas uma fase. Vamos dar tempo ao tempo. Os gajos também vão ter que mudar de vidinha. Se não mudarem, aí sim, pensar em Portugal de outra maneira, que não estarmos sempre acoplados a ingleses mal agradecidos.
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Vamos com calma e ver no que param as modas quando os americanos começarem a dar o berro. Aí sim, pode ser importante ter o Reino Unido ao lado dos Europeus para lhes darem juizinho. 😉
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Entretanto, mais coisinhas boas tugas. Mais uma empresa de alto crescimento.
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“um dos maiores grupos empresariais portugueses de calçado
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Grupo Carité aposta em nova marca
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De modo a atingir novos patamares de excelência, o grupo Carité acaba de lançar a Lunaplena, uma marca de calçado de senhora sofisticada que chegará ao mercado já em Setembro próximo.
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“A Lunaplena é uma marca de calçado elegante, para mulheres cosmopolitas, que apresentará modelos requintados, com um design moderno e actual, que privilegia boas matérias-primas e excelentes acabamentos”, revelou Reinaldo Teixeira, GEO do Grupo Carité. Nesta primeira fase, a Lunaplena dirigir-se-á aos mercados latinos como Espanha, França e Portugal.
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Com a aposta na Lunaplena, o Grupo Carité alarga o «portfolio» de marcas, complementando a já existente Ten Toes, uma marca de calçado jovem, unissexo, actualmente em comercialização um pouco por toda a Europa e Japão.
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Grande crescimento em 2011
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Depois de ter crescido 20 por cento em 2011, o Grupo Carité espera manter um desempenho positivo este ano.
“Somos uma empresa versátil, que subcontrata em média 12 outras empresas, que possui técnicos altamente especializados, é capaz de produzir vários tipos de calçado – homem, senhora e criança – e que continua a merecer a confiança de grandes marcas internacionais”, sublinhou Reinaldo Teixeira.
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O ano de 2012 “será muito exigentes, mas esperamos consolidar, pelo menos, os resultados do exercício anterior”, revelou. Uma das particularidades da Carité passa pela conquista de clientes exigentes, que no passado recente produziam em Itália. “Em Portugal somos mais flexíveis, produzimos com uma excelente qualidade e apresentamos um preço global muito competitivo. Só nos falta ter a imagem de Itália, mas também nesse capitulo temos vindo a ganhar protagonismo. A nossa imagem já esteve a quilómetros da italiana, hoje está a poucos metros”, defendeu.
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O Grupo Carité vai continuar a privilegiar a aposta no mercado europeu. “O nosso modelo de negócio assenta muito numa reposta rápida e estamos numa posição muito privilegiada para responder ao exigente mercado europeu”. No entanto, novos mercados estão já em equação. “Estamos atentos a novas oportunidades e a fazer o trabalho de prospecção em novos mercados que apresentam um excelente potencial como China e Rússia.”
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Fonte: ICEP
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Estes gajos cresceram 20% o ano passado. Mais uma.
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Em Lisboa há mesmo gente com outra mentalidade. Pena que não seja a sociedade toda assim. Vejam como estes jovens tentam aproveitar o que é bom em Portugal para se lançarem no mercado.
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“Shoes Closet: “designer” de sapatos mudou-se para a montra
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A Shoes Closet montou o escritório dentro da própria montra da sapataria!
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O objectivo? Conhecer o público e promover a indústria.
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Queriam chamar a atenção. Para o trabalho deles, para o comércio tradicional, para a indústria do calçado. Helena Amante Oliveira pegou na secretária e pô-la na montra. Por estes dias, quem passar no nº 66 da Avenida Marquês de Tomar, em Lisboa, depara-se com a designer da Shoes Closet, uma marca de calçado que a jovem de 24 anos criou com o irmão Miguel Marques há dois anos.
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A montra viva, que deve prolongar-se até meio de Junho, quer privilegiar o contacto com o público e dar-lhes a conhecer mais sobre a indústria do calçado. É uma espécie de laboratório, onde Helena Amante Oliveira observa e tenta perceber o que o cliente deseja.
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Não foi preciso muito tempo para a designer entender que o conhecimento das pessoas sobre a indústria era escasso. Alguns transeuntes, sem repararem que estava uma pessoa na montra, comentavam que os sapatos da Shoes Closet, pelo ar moderno, não deviam ser portugueses.
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A observação não deixa de ser um elogio, mas não faz jus ao trabalho que toda uma indústria tem feito. É por isso que Helena acha que é preciso investir mais na “divulgação e criação de marcas”.
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A nova geração, da qual os irmãos da Shoes Closet fazem parte, ainda pode investir mais na área, mas já “tem contribuído para a renovação”, acredita a jovem de 24 anos.
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No fim do mês, a dupla vai viajar até Paris, a convite da organização da “Premiere Classe”, para expor na área mais exclusiva da feira de moda francesa. Um privilégio que conquistaram na GDS, feira internacional de Dusseldorf, onde o P3 também os conheceu e onde fecharam os primeiros contratos internacionais.”
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Fonte: ICEP
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É assim que eu gosto de ver Lisboa. A pensar em ganhar dinheiro de um modo saudável.
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Caro AC,
Resta ao picoiso, lion, portela e mais uns marmanjos cotizar-se para o tirar daqui para fora. É só deitar a mão a uns restos de pdms feitos à maneira, às benesses concedidas pelo licenciamento de um hipermercado catita, uns trocos de umas remessa dos off shores. Quem sabe? O pior é que esses não frequentam blogs.
Quanto mais você informa do positivo mais azia, descoroçoamento, desânimo, dores no corpo, comichão e mau hálito. Já não basta o “salvador” se refastelar em Paris, passeando pelos boulevards à espera que os originais estejam todos queimados (as malditas cópias não sabemos, os liberais são capazes de tudo). O regresso dele tarda para os salvar!
Ainda por cima há quem veja alguma luz ao fundo do túnel, anda o AC a informar do que os mídia escondem com desvelo. É demais, mas já agora continue, não lhe doam os dedos porque vai valer a pena.
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A-C: independência do norte? Com certeza. Pode ser que o sul assim se livre em definitivo de todos os loureiros, sócrates , limas, felgueiras, isaltinos, varas, como sabe perigosos “sulistas” responsáveis por uma parte do descalabro. Pode ser que assim os corruptos do norte deixem de vir para a capital fazer a merda que sempre fizeram. Apenas uma excepção: o algarvio cavaco que foi mentor de alguns dos personagens referidos.
Continue a acreditar que isto vai. Invejo o seu optimismo, e admiro quem vai conseguindo dar a volta à crise com muito sacrifício e vontade. Infelizmente, e lamento profundamente, acredito tanto nestes tipos do governo como dos anteriores. Com ou sem betão.
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“Ainda por cima há quem veja alguma luz ao fundo do túnel, anda o AC a informar do que os mídia escondem com desvelo. É demais, mas já agora continue, não lhe doam os dedos porque vai valer a pena.”
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Esta malta está viciada em pessimismo. No outro dia, houve alguém até, que disse que era uma doença portuguesa. Um estudioso qualquer destas coisas. eheheheh
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Caro Berto, com esses gajos que nomeou, pode ficar bem com eles. 😉 ehehhehheheh
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Quem lhe disse que o Norte apenas exporta alta qualidade? 😉
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com um poder político empenhado em destruir a ventura da dignidade humana, a única ventura que nos resta é o seu aniquilamento.
espanta-me que tenha sido apenas dom januário torgal ferreira a indignar-se com as palavras do PM.
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=2594124
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É. Tem razão embora ainda não liquidamente expressas.
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Sadomasoquismos ‘cientificados’ em sebentas que falariam como aquelas virgens dos templos gregos de há mlihares de anos. Ainda estamos na mesma ?
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Elites do ‘sofrer para a salvação’ e da ‘automuitilação’ como dádivas a e de aléns que supostamente cantam e libertam. Ou na outra versão ‘dos novos sóis na terra’.
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Há centenas e centenas de eras mas nunca salvaram nada. Apenas se repetem como gramofones entupidos. É altura de dar com os pés nisso tudo. Nessas tretas todas. Partir para um NOVO.
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Já não há paciência.
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Pessimista é que não sou, mas parece por demais evidente que esta propaganda continuada, repetitiva, obsessiva do a-c, porque circunscrita e sempre de mesmo sinal, tem todo o cunho de trabalho pago… ou anda à pesca.
Por mim tudo bem.
O blogue não é meu e só leio o que me interessa.
Vai um conhaque?
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“Pessimista é que não sou, mas parece por demais evidente que esta propaganda continuada, repetitiva, obsessiva do a-c, porque circunscrita e sempre de mesmo sinal, tem todo o cunho de trabalho pago… ou anda à pesca.”
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Sim. Estou mesmo à espera que o governo me dê um tacho. ahahhahahahah
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Vá-se habituando ás boas notícias. Porque elas haverão de ser muitas mais. Para más, deixo os do costume deliciarem-se.
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Olhe, entretanto lá fora já começam a abrir a boca de espanto. Com o tal milagre tuga. eheehhheeh
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Juros Portugueses a 5 anos nos 13%, há um ano estavam nos 11% !.
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O mercado não acredita na capacidade de portugal pagar a divida.
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Sem crescimento económico nunca pagaremos a divida nem a conseguiremos refinanciar sem ajuda externa.
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Só um choque fiscal no IRC e na TSU nos sectores transacionáveis poderá conseguir colocar o país a crescer de forma razoável.
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Lá vem o tótó. ehehehehh
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Este é outro que não gosta de boas notícias.
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Tome lá e não se esqueça da vaselina, está bem?
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“Vinho
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Líder mundial de roupa infantil investe 10 milhões no Douro
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O empresário francês Roger Zannier comprou três quintas em São João da Pesqueira, construiu uma casa, uma adega e contratou uma equipa de enólogos e arquitectos com o objectivo de “produzir o melhor vinho português”.”
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in http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=561281
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E para acabar bem em beleza, mais vaselina para o tótó do PMP:
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http://www.bloomberg.com/quote/GSPT10YR:IND
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Vamos ver se é desta que quebram a sério os 11% e vêm cá para baixo, para os 8%. Então, será vendida mais vaselina por esse mundo fora. ehheehheeh
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Mais boas notícias para o tótó do PMP:
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“Mercado
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Banca dispara em bolsa à excepção do BCP
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Planos de recapitalização foram bem recebidos pelos investidores.
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As acções do sector bancário reagiram positivamente ao anúncio dos planos de recapitalização dos bancos. A excepção foi o BCP, com os títulos a perderem 4% para os 0,096 euros, negociando em mínimos históricos. Já o BPI e o BES, que conseguiu evitar o recurso ao Estado, dispararam 5,77% e 4,52%. Foram as maiores subidas na sessão.”
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in http://economico.sapo.pt/noticias/banca-dispara-em-bolsa-a-excepcao-do-bcp_146001.html
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Menos um problema para resolver. A solvabilidade da nossa banca está quase garantida. Custou imenso aos accionistas da banca, mas na crises todos devem pagar. Não apenas os desgraçados dos contribuintes.
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A coisa vai-se compondo. O Estado, mais ou menos, com o défice controlado. A banca capitalizada. O país quase a conseguir um excedente na balança corrente e de capital (embora as exportações em Abril devam ter caído, mas vamos ver quanto cairam as importações) e até começa a estar à vista um excedente na Balança de Pagamentos. Agora só falta vender nas privatizações bem e baixar a dívida pública.
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A coisa vai. Aos trambolhões e aos soluços, mas vai. Até se correr bem, o desemprego atingirá o pico até ao final do ano. Mas isso já é pedir demasiado da minha bolinha de cristal. eehehehehh
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A vaselina está outra vez com uma saída fenomenal. Esta gente está-se a viciar…
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Eu não afirmei que este seu trabalho seja para tacho no governo.
Apenas constato a sua propaganda continuada e nem me interessam os seus objectivos.
Lúdicos é que não serão.
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Não serão lúdicos? Isso não. Bolas, que eu não trabalho para aquecer. ehehehehe
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Mais vaselina para os do costume. Perdão. Boas notícias.
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Portugal teve seis países com uma quebra do PIB trimestral maior. A saber. E que meditem os tótós nos países: RU, Holanda, Hungria, Chipre, Itália, Espanha e República Checa. A desgraçada da Grécia também teve um pior comportamento económico que Portugal mas não vem na fonte por mim consultada. O Eurostat.
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Podem confirmar aqui: http://epp.eurostat.ec.europa.eu/cache/ITY_PUBLIC/2-06062012-AP/EN/2-06062012-AP-EN.PDF
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Se correr bem, até ao final do ano consolidamos a saída da recessão. E depois veremos os investimento a recuperar, talvez o consumo e uma queda no desemprego.
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Agora, se os americanos se espatifarem, aí a coisa pode correr muito pior do que eu espero. Mas se calhar não. O Bernanke vai pôr as tipografias a trabalhar a todo o gás. Não será o único, por isso. Na Ásia o ciclo parece ter-se invertido também. Ainda é muito cedo para o dizer. Vamos ver, vamos ver. Tentar adivinhar isto é como tentar acertar no próximo tótó que vai encomendar vaselina tuga.
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Noutras frentes da batalha, o tótó do Jonhson voltou a espatifar-se em Maio. Pois é. Sem manipulações de mercado, inside trading e corrupção é díficil ganhar dinheiro, não é? Pois eu espero que os portugueses ponham o filho da puta atrás das grades. Que é bem feita. Mas há mais por aí. E até onde trabalham tugas. Mas pronto. Se esta abécula fosse parar ao xadrez já era uma grande coisa. ehheheheeh Mas alguns outros também eram bem postos na cadeia.
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piscoiso,basicamente o anti-social já domina o copy and paste,
logo,logo saberá escrever o português,visto ter-se licenciado já burro velho.(i. é primeiro teve de arranjar o guito,depois pôde comprar o curso numa universidade dita corporativa,esse emplastro!
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Aremandus, não fique triste, está bem? Também anda viciado em vaselina? ahhahahahh
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Meu caro amigo, eu sou dos digo assim: “put your money where your mouth is”. Capisce?
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Não fugi com a minha massa (a minha, pessoal, veja lá bem a coisa) de Portugal. Portanto, é para Vc. ver o quanto eu acredito nos portugueses. Não nos políticos e nas elites parasitas. Mas no país. ahahahahah
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A coisa vai. A coisa vai.
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Mas há mais coisas boas em Portugal. Desta vez os “chico-espertos” lerparam pela medida grande. É caso raro e até cala os populistas contra os bancos. Mas por aqui se pode ver como o capitalismo está a começar a funcionar em Portugal:
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“BCP caiu 97% em cinco anos
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Banco está a bater mínimos históricos na Bolsa na sequência do anúncio do aumento de capital. Derrocada começou há cinco anos, com a guerra de poder
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Ler mais: http://expresso.sapo.pt/bcp-caiu-97-em-cinco-anos=f731203#ixzz1x1tduDWR
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Pode parecer que não. Mas isto é saudável para os portugueses. Está na altura dos ricos também pagarem a crise e não apenas os do costume. Principalmente os chico-espertos que se colam ao poder político para tentarem ganhar dinheiro indecentemente.
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Portugal precisa de ser limpo deste tipo de “capitalistas”. E o risco começar a comportar perdas a sério e não estarem á espera que sejam os governos a gastarem a massa alheia para lhes dar de mamar.
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Portugal começa a regenerar-se. Ainda falta muito. Mas a coisa vai. Já começo a sentir um cheirinho de uma brisa portuguesa diferente. De um país mais agradável e mais desenvolvido.
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A coisa vai, a coisa vai.
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A-C quando vc regressar a portugal poderemos estar em 1966 e vc ter de pousar os 4 costados numa choldra de uma renomeada PIDE.
parece ser esse o seu sonho.
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Juros a 10 anos nos 11,6% quando há um ano estavam nos 10,3% .
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Mercados não acreditam em paises com o PIB a decrescer ou estagnado .
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Sem um crescimento razoável não vamos a lado nenhum, só estamos a perder tempo .
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O governo precisa urgentemente de uma estratégia económica e fiscal para ajudar as empresas a crescer mais rapidamente .
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A-C não consegue disfarçar os receios do seu optimismo ser contrariado pelo resgate da banca castelhana!
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O crescimento à custa do betão, foi uma das perversões dos governos de Cavaco Silva. Não estivesse a Helena Matos interessada, apenas, em propaganda e reconheceria que aqueles que o criticaram durante o tempo do Cavaco, continuaram a criticá-lo. O que pode ter acontecido é não suportarem a hipocrisia daqueles que, tendo apoiado essa política no tempo do Cavaco, a criticaram depois só porque… já não era o Cavaco.
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Dessa preversão resultou uma dependência enorme da população ativa em relação à construção civil e setores relacionados. Mais: muitos desses trabalhadores têm qualificações muito baixas (porque a nossa construção nunca foi muito exigente no que à tecnologia diz respeito) e de dificil reconversão. Mas, não vale contar o final da história sem passar pelo início. E aí, o protagonista foi Cavaco Silva (com o seu “fantástico” ministro-PPP, Ferreira do Amaral).
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“A-C não consegue disfarçar os receios do seu optimismo ser contrariado pelo resgate da banca castelhana!”
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Pouco me interessa. Interessa sim é saber se o governo espanhol sabe como tirar o país da crise. E até agora, não me parece. Isso sim, preocupa-me. Parecem gregos. E se o forem, Portugal leva por tabela.
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De resto, eu sou dos que apoio nacionalizações da banca, quando mal gerida e depois de limpa. (E respectivos prejuízos aos seus accionistas) Desde que comportem riscos sistémicos, claro. Porque BPP e BPN nem deviam ter sido tocados pelo Estado. Ou deixavam o Cadilhe limpar o banco e tentar refundá-lo. Ou deixavam-no cair, pois aquilo era demasiado pequeno para assustar a malta. Enfim. Típico de um certo tipo de parasitismos tuga.
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De resto, eu penso assim. Portugal está a criar os alicerces para ter uma economia mais sustentada no futuro. E se calhar capaz de aguentar uma eventual tempestade americana. Porque, se os americanos dão o berro, a crise europeia á beira da deles, são pegulhos, como eles gostam de dizer. Se os gajos se aguentarem e Portugal tiver tempo de sustentar o seu Estado e a sua economia ganhar mais bases sólidas, depois até posso dormir descansado com uma eventual crise americana.
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Claro que a malta ainda está um bocado confusa. Alguns ainda sonham com o retorno ao modelo económico anterior e tal. Mas isso nunca irá acontecer. Esta crise que a Europa vive pode ainda não ser nada. E esta crise que estamos a viver pode ainda vir a ser pior que a dos Anos 30. Muito pior. Mas pode ser que se evite a tempestade perfeita. Mas eu duvido que o evitemos. Infelizmente é capaz de ser tipo dominó. E que vai doer a sério quando chegar aos USA. Aí sim, é que a coisa pode dar mesmo para o torno.
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Pode ser que não. O meu desejo é que os portugueses continuem como até aqui. A lutar para sustentar o Estado e a sua economia. Depois, o que já não depende dos tugas, também não vale a pena perder muito tempo. ehehheheh
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Um engenheiro da província explica aquilo que qualquer pessoa medianamente informada devia saber. Mas enfim. Esta malta precisa de “ir para o meio dos ferros”, como antigamente se dizia na minha terra. eheheheh
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Memorável:
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“Ricardo Arroja no Insurgente escreveu este postal “desígnio nacional”, depois, nos comentários, acrescentou:
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“Como ainda este fim de semana dizia o Medina Carreira ao i, o problema de base é a desindustrialização da Europa, nomeadamente da Europa periférica, e que resulta da sua baixa produtividade face ao resto do mundo (incluindo face aos países fortes do euro). E, portanto, atendendo a que, por exemplo, em Portugal a produtividade média por hora é de 2/3 da produtividade média europeia, sem a alavanca cambial, o ajustamento dar-se-á por via do desemprego e das falências.”
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Muita gente que escreve sobre o sector dos bens transaccionáveis fala desta forma, fala como se o ajustamento deste sector se desse só agora com o programa da troika. O sector dos bens transaccionáveis não precisa de fazer ajuste nenhum agora, por definição, o sector nunca esteve protegido desde 1986. Assim, o ajuste tem sido feito ao longo dos anos.
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Enquanto as nossas elites se deslumbravam com o betão e com o sector financeiro, o sector de bens transaccionáveis provou o pão que o diabo amassou, caiu, desesperou, morreu, mudou de vida, transformou-se, aprendeu, teve sucesso e agora dá cartas.
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Agora que o bem-bom acabou as nossas elites dedicam-se a prescrever receitas para uma realidade competitiva que não conhecem.
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O grosso do desemprego e das falências nos sectores exportadores já ocorreram, não se confunda o desemprego do betão, do comércio, da restauração e dos recibos verdes no Estado com baixa produtividade.
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BTW, interessante que agora, assistimos à queda das exportações têxteis chinesas enquanto as portuguesas e espanholas crescem…
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Postado por CCz às 15:28″
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in http://balancedscorecard.blogspot.dk/2012/06/nao-se-vai-fazer-ja-se-fez.html
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Esta maralha anda mesmo a dormir. O Norte está em crise há 20 anos. Não há 5 nem 10. E de então para cá, foi fazendo a sua reestruturação, mudando os seus produtos, recriando empresas, melhorando o que pode, etc. Portanto, não é pela via salarial que o país vai conseguir a tão almejada produtividade. Quem precisa de ver os seus custos salariais baixar são os sectores protegidos da concorrência interna e externa. Tipo, Estado, televisões, jornais, imobiliárias, banca, EDP, Brisa, etc. Esta gente sim. Vai ter que ter um corte no nível de vida grande. Daí que Lisboa será a zona do país mais flagelada se não abrirem os olhos rapidamente. Porque as médias salariais em Lisboa terão que cair para baixo das do Norte e Centro do país. E depois a queda será tanto maior ou menor consoante a própria evolução do nível salarial no Norte e Centro do país.
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Mas esta maralha ainda sonha com gambuzinos. Ainda não entenderam o que significa um credit crunch e os seus respectivos efeitos. Até os Estados vão ter que fazer pela vidinha. Portugal até já se adiantou. Mas outros irão passar pela mesmo cura de emagrecimento. E muitos ainda não se convenceram disso, mas vão.
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Ponhamos as coisas neste prisma. O que é mais arriscado? Investir no dívida pública inglesa ou portuguesa? Os mais distraídos dirão: inglesa, pois claro. Mas os mais espertos dirão, na portuguesa…
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Só gostaria de corrigir isto aqui:
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“Ponhamos as coisas neste prisma. O que é mais arriscado? Investir no dívida pública inglesa ou portuguesa? Os mais distraídos dirão: inglesa, pois claro. Mas os mais espertos dirão, na portuguesa…”
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Para isto aqui:
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Ponhamos as coisas neste prisma. O que é mais SEGURO? Investir no dívida pública inglesa ou portuguesa? Os mais distraídos dirão: inglesa, pois claro. Mas os mais espertos dirão, na portuguesa…
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Assim é que está correcto. Mil desculpas a todos.
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Desconfio que a Helena foi simpatizante do betão “liberal” de Cavaco e contra o betão “socializado” de Sócrates.
Até o betão já tem as simpatias de acordo com o carimbo político.
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Mas o betão está no nosso país, para ser desfrutado por todos, logo o seu equivalente monetário, não está em paraísos fiscais. Além disso promoveu o conhecimento, foi instrumento de valorização e qualificação profissionais, desde o projecto à execução da obra, deu dimensão e escala a muitas construtoras que por essa via se abalançaram a competir de igual para igual com o melhor que há lá fora, e venceram muitas vezes. E trabalhar lá fora quer dizer, o trabalhador receber em escudos e o Banco de Portugal em dólares, era assim nos anos oitenta. Eu sei do que falo.
Por outro lado a UE tinha os seus projectos de financiamento e eram esses e não outros. O problema é que o dinheiro aplicado no betão, fez e faz, salivar os Patinhas deste país, que sonham com esses milhões na Holanda. Vai daí, volta não volta os cães ladram, atiçados pelos donos, outros não ladram, mordem pela calada, são os piores.
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Mais uma forte procura de particulares por dívida corporativa. As empresas tugas estão a habituar-se a financiar junto da poupança privada tuga? Se assim for, parte dos problemas do endividamento nacional começam a ser resolvidos a sério.
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“Zon duplica oferta de obrigações para 200 milhões
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Forte procura pelos títulos de devida destinados a investidores de retalho levou a operadora liderada por Rodrigo Costa a subir a fasquia. Obrigações pagam juro de 6,85%.”
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in http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=561341
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Quando o governo começar a desagravar fiscalmente a nossa economia, tem que começar por aqui. Baixar os impostos pagos pela poupança no financiamento ás nossas empresas e economia. E tanto a dívida dos privados como do próprio Estado.
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Mais vaselina. Um hotel entre os melhores do mundo. Onde? Alentejo.
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“Alentejo: Hotel português entre melhores do mundo
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Um hotel português está na lista dos melhores novos hotéis do Mundo para 2012 elaborada pela revista norte-americana Travel and Leisure. Trata-se do hotel L’And Vineyards, um empreendimento de cinco estrelas situado numa herdade perto de Montemor-o-Novo, no Alentejo.
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A lista em questão, publicada na edição deste mês da revista sob a designação “The New Best Hotels 2012″, engloba 52 estabelecimentos e foi elaborada a partir a votação dos leitores.”
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in http://www.boasnoticias.clix.pt/noticias_Alentejo-Hotel-portugu%C3%AAs-entre-melhores-do-mundo_11387.html
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Mais turistas com bom poder de compra a caminho de Portugal.
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Mais exportações a caminho? Os tugas vão inovando.
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“Portugueses criam ‘outdoors’ biodegradávei
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Um grupo de investigadores portugueses desenvolveu ‘outdoors’ biodegradáveis feitos à base de fibras de soja, milho e bambu. A equipa de investigação resultou da colaboração entre a Escola de Engenharia da Universidade do Minho e a Universidade Fernando Pessoa, sendo que o projeto visa, em primeira instância, a proteção ambiental.”
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in http://www.boasnoticias.clix.pt/noticias_portugueses-criam-outdoors-biodegradaveis_11388.html
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Feitos de quê?
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“Estes novos outdoors biodegradáveis deverão ter um custo semelhante aos suportes convencionais. Em vez de se recorrer ao habitual poliéster laminado ou ao revestimento de resina de PVC (provado ser prejudicial aos sistemas imunitário, reprodutivo e endócrino, a impressão das imagens passará a ser feita em materiais biodegradáveis como as fibras de soja, milho e bambu, sem graves consequências ambientais nem impactos negativos na saúde pública.”
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Mais inovação:
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“Além da preocupação com os materiais biodegradáveis, esta investigação concentrou-se, também na inovação. Desta forma, foi desenvolvida uma aplicação de cristais líquidos cuja elevada capacidade cromática permite que um mesmo outdoor seja capaz de transmitir diferentes mensagens e cores. A patente deste aspeto inovador aguarda confirmação pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial.”
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E, por fim, o produto chegará aos mercados em breve:
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“Jorge Neves, docente do Departamento de engenharia Têxtil da Universidade do Minho, espera que “os anunciantes deixem de usar materiais com propriedade tóxicas e que são prejudiciais à saúde”. Os primeiros cartazes ecológicos devem ser afixados em breve, seguindo-se a produção em série.”
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E se calhar vai ser passível de exportar, logo mais empregos e riqueza criada em Portugal. A coisa vai. Mesmo contra a vontade dos profetinhas da desgraça.
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Para o vidente do anti-comuna explicar estes “milagres”:
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http://portadaloja.blogspot.pt/2012/06/mariano-fechou-que-pena.html
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“Para o vidente do anti-comuna explicar estes “milagres”:”
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Para a Zazie começar a procurar por si mesmo:
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http://en.wikipedia.org/wiki/Creative_destruction
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Não basta ter um produto bom. A melhor tecnologia. É preciso saber vender. Saber rentabilizar essas competências.
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De nada vale ter um bom produto se depois não se é capaz de o vender. O CCZ está farto de bater na mesma tecla, mas a maralha gosta é de se concentrar apenas numa vertente da sobrevivência empresarial.
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Mas os tugas têm capacidade para inovar nos telélé. Olhem esta ideia. Em vez de ganharem dinheiro a vender aos consumidores, ganham diheiro com os serviços prestados aos consumidores. Uma estratégia talvez mais rentável. Os tugas estão a chegar lá.
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“GeoSensi, a nova forma de chamar um táxi
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Aplicação gratuita para iPhone e Android está disponível a partir de hoje.
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A partir de hoje os clientes de táxis têm à disposição uma aplicação móvel grátis que vai simplificar a forma de encomendar um serviço, com a viatura a encontrar o utente no lugar exacto onde fez o pedido.
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“A GeoSensi é a forma mais fácil de chamar um táxi, sem perdas de tempo com a procura de números de telefone ou com chamadas telefónicas”, resume André Almeida, diretor de marketing da aplicação desenvolvida pela Spotfokus.
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Em causa está uma “revolucionária” aplicação gratuita para iPhone e Android e que, sem custos para o utilizador, vai permitir, com um simples toque no ecrã do dispositivo móvel, pedir um táxi em qualquer ponto do país.
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“Temos já parcerias com cooperativas e empresas de norte a sul do país, numa cobertura em constante expansão”, revela André Almeida, que destaca ainda a utilidade da aplicação para os cidadãos surdo/mudos.
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O responsável explica que o sistema localiza o local do pedido e define a melhor resposta, comunicando com as cooperativas ou diretamente com os veículos mais próximos.”
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in http://expresso.sapo.pt/geosensi-a-nova-forma-de-chamar-um-taxi=f731390
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Está muito bem pensado este novo negócio. Se os gajos tiverem sucesso, aposto que tentarão entrar em novos mercados. Excelente.
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/geosensi-a-nova-forma-de-chamar-um-taxi=f731390#ixzz1x6Lq3Nnv
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Estes gajos da Spotfokus são espertos. Criam applets para clientes específicos. Em vez de se focarem nos consumidores finais, preferem focar-se em empresas onde possam criar valor e ganhar dinheiro a médio e longo prazo.
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Vejam o website dos gajos: http://spotfokus.pt/index.php?page=aplicacoes-moveis
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Os tugas são criativos e capazes de pensar para além da caixinha. Boa! É disto o que o meu povo gosta.
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Estes gajos têm uma estratégia que pode ser muito melhor que os seus concorrentes. Se os gajos fazem estas pequenas aplicações para os taxis, porque não para restaurantes? Farmácias? Ou até mesmo mercearias, supermercados, etc?
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Bem pensado, sem dúvida nenhuma.
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Não digas asneiras. Os sapatos Mariano eram dos melhores do mundo.
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Nem se percebe como podes ser morcão e não os conheceres.
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Neste caso, parece é que quiseram ser “criativos em excesso” e fizeram merda. Os descendentes. Porque o que é clássico, inova-se mas sem anormalidades.
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Dw qualquer modo, como se comentou no Portadaloja- a chico espertice está aí para se ver. Contador a zeros.
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=> 4 Natural Liver Cleansing Foods
http://naturalsociety.com/liver-cleansing-foods/
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= > You can instantly know a woman’s sex history from her stride, claims study
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· Woman who have orgasms from sexual intercourse walk differently
· Belgian researchers watched videos of women walking, and could tell difference
.
Read more: http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-2152760/Researchers-claim-instantly-know-womans-sex-history-way-walks.html#ixzz1wlUIFFOH
.
=> The History of Hemp
http://www.wakingtimes.com/2012/06/05/its-hemp-history-week/
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“Os sapatos Mariano eram dos melhores do mundo.”
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Podiam ser. Mas não souberam ganhar dinheiro com um bom produto.
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Quando a malta se esquece que um sucesso empresarial não depende apenas de um factor, o produto, mas outras coisas mais, como vender bem, saber focar-se nos bons clientes, etc. O CCZ está farto de escrever isto no seu blogue. Enfim.
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Fica lá com a tua, que eu fico com a minha.
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Há em Portugal quem acredite que isto funciona. Mas só na teoria, na prática, quanto mais proteccionistas, pior a sua indústria. Porque será?
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“União Europeia acusa Brasil de subsidiar indústria
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Levantamento publicado nesta quarta-feira por Bruxelas revela que, desde 2008, o Brasil foi o quarto país a adotar o maior número de medidas protecionistas no mundo”
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in http://tinyurl.com/cwm7caf
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Cismas são piores que doenças. Agora, como não conseguem pôr a economia a crescer por causa dos problemas e estrangulamentos da indústria brasileira, estão a apostar naquilo que deu barraca na Europa: puxar pelo consumo com o recurso ao crédito bancário. Está certo. O que vale é que eles têm muito pitroil por extrair, senão… E mesmo assim não sei.
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Isso, eles que puxem a procura interna e econtinuem a estrangular a sua indústria, que Portugal agradece. ehehheheh
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Olha aqui, ó palerma: os sapatos Mariano existiram desde 1945. Eram dos melhores do mundo e exportavam para elites.
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Portanto, paloncito, quem é que não soube ganhar dinheiro durante 67 anos?
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“Portanto, paloncito, quem é que não soube ganhar dinheiro durante 67 anos?”
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E fechou não é? Pois. E o burro sou eu. ehhehheheh
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Há um disclaimer muito usado que diz assim: anteriores returns não são garantia de futuros retornos. ahahhhahh
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O anti-c. no seu afã publicitário, mete-se em galhos que não domina… e cai.
Sobre a Spotfokus.
Vossemecê, se mandar fazer um fato com as suas medidas, em vez de comprar num pronto-a-vestir, apesar de pagar mais tem um fato… à sua medida.
Com o software acontece o mesmo.
Software “pronto-a-vestir” há às resmas, cheio de coisas que nunca vai utilizar e que só ocupam espaço desnecessariamente, para se aproveitar apenas uma parcela, a que lhe interessa, que poderia ser otimizada e desenvolvida se feita à medida das suas reais necessidades.
Até porque o software “pronto-a-vestir” é dominado pelos tubarões tipo Microsoft.
Capito?
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“Vossemecê, se mandar fazer um fato com as suas medidas, em vez de comprar num pronto-a-vestir, apesar de pagar mais tem um fato… à sua medida.
Com o software acontece o mesmo.”
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Ui! Ai meu deus. Sim, e daí? O que é que Vc. me quer ensinar? Qual é o modelo de negócio desta empresa? Vender software à medida? Acha que é isso? Santo deus. Olhe para o modelo de negócio, homem. E deixe lá o software á medida, que isso existe desde que se inventou as máquinas com buracos nos plásticos. eheheheh
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Piscoiso,
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Pessimista é que não sou, mas parece por demais evidente que esta propaganda continuada, repetitiva, obsessiva do a-c, porque circunscrita e sempre de mesmo sinal, tem todo o cunho de trabalho pago… ou anda à pesca.
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Pessimista é que não sou, mas parece por demais evidente que esta disponibilidade continuada, repetitiva, obsessiva do piscoiso, porque circunscrita e sempre de mesmo sinal, tem todo o cunho de trabalho pago… ou anda à pesca.
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Nem a calhar. Isto serve para os tótós que abundam por aí. Já uma vez dei aqui uma explicação simples sobre isto. Mas a malta não acredita no óbvio porque vive no mundo das teorias. Agora duas investigadores publicaram um estudo que prova aquilo que deveria ser evidente para todos. Mas há sempre tótós que gostam mais de fezadas.
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“Pontos críticos
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Também há no FMI quem defenda as contracções orçamentais expansionistas
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Duas economistas do FMI voltaram aos impactos no crescimento da consolidação orçamental para argumentar que, para níveis de dívida pública muito elevados, poderá mesmo haver efeitos expansionistas da austeridade. Isto porque, defendem, a propensão ao consumo das famílias poderá de facto aumentar à medida que o endividamento público diminuiu (ou, de forma mais exacta, à medida que o rácio de dívida pública para rendimento das famílias caiu). Os efeitos são mais fortes para Austrália, Bélgica, Canadá e Espanha, defendem Rina Bhattacharya e Sanchita Mukherjee, na newsletter trimestral de investigação do FMI.”
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in http://comunidade.xl.pt/JNegocios/blogs/massamonetaria/archive/2012/06/06/tamb-233-m-h-225-no-fmi-quem-defenda-as-contrac-231-245-es-expansionistas.aspx
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Mas as autores não dizem bem isso que é tido no cabeçalho do título. Podem ver aqui: http://www.imf.org/External/Pubs/FT/irb/2012/02/index.pdf
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O que as autores dizem, e bem, é que altos níveis de dívida públicam minam a confiança dos consumidores e estes retraem-se no consumo e no próprio investimento. E a médio e longo prazo, reduzir os níveis da dívida estatal, gera efeitos expansionistas. Ou seja, aumenta o nível de confiança dos agentes económicos. E se as autoras encontraram nesses países esses feitos é por uma razão principal. O sistema europeu da Seg. Social europeu é conhecido pelo “pay as you go”, ou dito, Esquema de Ponzi. Ou seja, até as próprias políticas monetárias perdem os seus efeitos, ao contrário do sistema americano, muito influenciado por um sistema de pensões mais baseado na acumulação de capital e respectiva valorização a preços de mercados, que depois influencia a confiança, o consumo e até o investimento.
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Os tótós que vivem de teroias que ponham os olhinhos no trabalho das investigadoras. E compreendam porque é necessário medidas de austeridade.
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Piscoiso,
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Até porque o software “pronto-a-vestir” é dominado pelos tubarões tipo Microsoft.
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Talvez o mundo esteja a mudar mesmo por baixo dos seus próprios pés.
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Em nichos como o servidor, a Microsoft deixou de mandar há muito, assim como nos clientes web. Cada versão servidor da Microsoft mostra mais a irrelevância desta neste sector.
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E com os tiros no pé que se estão a dar com o Windows 8, (não vai ler DVD sem comprar o media center, tudo metro sem possibilidade de substituição, licenciamento confuso) pode crer que rendimentos passados não garantem nem nunca garantiram rendimentos futuros.
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eheheh
Assessoriado pelo Co laço, desisto.
Têm razão. Estão certos.
Levem os louros.
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Anti-Comuna,
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As certezas na economia são os sapatos Mariano dos intelectuais: podem gabar e argumentar os seus méritos mas ninguém pode no presente comprar um par novo a não ser em restos de existências.
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Piscoiso,
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Não me leve a mal, apenas asserverei o ponto para dizer que quem acusa tem um dedo virado para a frente e três para trás. E, sinceramente, acho-o muito mais inteligente do que isso.
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“Têm razão. Estão certos.
Levem os louros.”
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Então. Descobriu qual o modelo de negócio deles? Não é vender applets para os telemóveis, é cobrar por cada taxi pedido através da sua aplicação, que é disseminada de borla. E potencialmente mais rentável ao longo do tempo. Capisce? O modelo de negócio não tem nada a ver com a aquilo que Vc. pensou que era: fazer software ou pequenos programas á medida. Capisce? Ou quer que lhe explique outra vez?
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Esta sua mania de dizer sempre mal do que os outros dizem e pensam… É a sua perdição. Para a próxima, puxe pela cabeça antes de desatar aos tiros.
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Berto,
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A-C: independência do norte? Com certeza. Pode ser que o sul assim se livre em definitivo de todos os loureiros, sócrates , limas, felgueiras, isaltinos, varas, como sabe perigosos “sulistas” responsáveis por uma parte do descalabro.
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Esqueceu-se dos perigosos nortenhos António Costa, Pedro Mexia, Jorge Coelho, Zeinal Bava, Francisco Louçã, Jerónimo de Sousa, António Vitorino, Isaltino de Morais, José Miguel Júdice, Almeida Santos, Pina Moura, o Ministro «Alcochete Jamé» Pinho, tão ou mais responsáveis que os primeiros, porquanto fizeram muito mais dívida ou penduraram-se nela.
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bios:
Têm razão. Estão certos.
Levem os louros.
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Anti-Comuna,
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<i<O sistema europeu da Seg. Social europeu é conhecido pelo “pay as you go”
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É mais conhecido agora por «Pay and you’ll miss it».
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Quer uma aposta que antes do fim do mês os juros da França estarão nos 7%?
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Porquê que é um potencial grande negócio ao longo do tempo? Porque, em vez de venderem 100k applets (se o conseguissem) durate uns tempos, eles poderão cobrar uma taxa aos taxistas, de cada vez que um gajo pede um taxi pelo telemóvel. Ou seja, se ocuparem o mercado, podem gerar fluxos financeiros ao longo do tempo, com uma rentabilidade maior que se vendessem a aplicação durante uns tenpos. Eles estão a vender um serviço, não software. Que é coisa bem diferente.
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Suponha agora que eu so dono dos sapatos mariano e contrato a empresa para fazer uma applet como a dos taxis. E assim permito divulgar o meu produto, gero vendas através dos meus distribuidores e lojas (assim já sei onde posso comprar uns sapatos, se estiver no estrangeiro e precisar, por exemplo. que é uma coisa comum, ter que comprar roupa e sapatos de emerg~encia no estrangeiro ou em cidades fora do nosso habitual local de resid~encia) e o criador da applet ganha dinheiro pelo serviço prestado. Este é um exemplo de uma potencial aplicação das applets, está a ver a coisa? O modelo de negócio é completamente diferente que vender software, muito menos costumizado.
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Esta forma de eles tentarem ganhar dinheiro é mais inteligente. É como se estivessem a vender cartões de crédito ou multibancos e cobrarem por cada acção destes instrumentos bancários. ehehehehehh
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“Quer uma aposta que antes do fim do mês os juros da França estarão nos 7%?”
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Não aposte que perde. 😉
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Ó anti-c., estou-me nas tintas para os negócios, porque não sou negociante.
Nem estou a negociar consigo+colaço.
Depois de ler toda a sua verborreia, até parece que vivemos para o NEGÓCIO.
Fosga-se.
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Esta empres atem um conceito muito mais inteligente e inovador que a maioria dos concorrentes. Quem viaja tem, por exemplo, a possibilidade de ocupar um hotel da sua marca preferida, se tiver acesso a uma applet que nos diz, no local onde estamos, o hotel mais próximo. O restaurante. A mercearia ou até mesmo a loja de roupas ou pronto-a-vestir.
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Se estes tipos tiverem sucesso neste seu novo mercado, podem expandir-se para o exterior e para outros mercados. Se conseguirem criar uma produto fiável e uma organização capaz de providenciar applets boas, com upgrades e tal, podem ter aqui um grande negócio. Não vendem software nem linhas de programação mas um serviço.
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Mas, claro, são tugas, há que dizer mal deles. Bom, bom é o facebook e o google. Mesmo que o modelo de negócio seja o mesmo: cobrar pelos cliques e publicidade. Meu deus. O que esta gente despreza quando é feito pelos seus conterrãneos. ehhehheehh
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Só sabem dizer mal, PQP!
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Mas se eles tentam fazer esse negócio, e vc não concorda com esse tipo de negócios, não lhes compre.
Qual é o problema?
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“quando regressar a Portugal”
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ashahahahaha
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Este maluco vive em Rilhafoles e nem precisa de conhecer sapatos Mariano- aquilo lá é de pantufas
“:O))))))))))))))
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Como é que alguém sem ser mais maluco que este doido, ainda pode acreditar que ele é um trabalhador emigrado
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AHAHAHAHAHHAHAHAAH
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“Mas se eles tentam fazer esse negócio, e vc não concorda com esse tipo de negócios, não lhes compre.
Qual é o problema?”
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Que problema? Se os gajos conseguirem dominar o mercado, têm um negócio para começar. Uma espécie de facebook tuga, especifica e com elevado potencial.
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Vc. está a olhar para a tecnologia mas o que interessa é o modelo de negócio. É como fazer os tais sapatois maravilhosos e fehcar por falta de encomendas. Enfim.
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Uma empresa com 67 anos a facturar e a vender o melhor calçado do mundo, para este socretino em versão morcona, é mentira. Porque não preenchia aquela cartilha da inovação de papel higiénico e não sei quantas mais anormalidades que ele debita aqui, o dia inteiro.
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“:O)))))))))
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Faliram e o Ccz já tinha previsto. De tal modo que eu é que já tinha tido esta conversa com o Ccz e o Ccz (que não é colega dele em Rilhafoles) até já disse que se vai inteirar do motivo da falência.
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Valongo, Zazie. Valongo, paloncinha. eheheheheh
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“Uma empresa com 67 anos a facturar e a vender o melhor calçado do mundo, para este socretino em versão morcona, é mentira. Porque não preenchia aquela cartilha da inovação de papel higiénico e não sei quantas mais anormalidades que ele debita aqui, o dia inteiro.”
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Toma lá Zazie, paloncinha:
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“A empresa inovou o setor do calçado em setembro de 2009 ao introduzir nos sapatos pele de pata de galinha mas atualmente alega ter falta de encomendas que justifiquem o funcionamento da unidade, onde se “continua a produzir calçado de gama alta nesse e noutros materiais exóticos, como peles de avestruz e raia”.”
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in http://www.oje.pt/noticias/nacional/trabalhadores-da-fabrica-de-calcado-mariano-nao-aceitam-ferias-sem-receber-salarios
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Eram os melhores do mundo mas não vendiam. Pois é. Parece que outros serão os melhores do mundo. ahahhhah
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Paloncinha… tenho-te que te escrever no farmville de Évora para perceberes o que é um modelo de negócio. ahhahahha
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Claro que o Ccz não previu nada. Tivemos foi esta conversa há uns anos acerca da qualidade do que é nacional.
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E estes sapatos eram um cartão de visita.
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Estranhamente, nem políticos falavam neles quando preferiam os italianos nas feiras de Milão, nem este morcão marado dos cornos os conhecia.
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Um gajo do Norte que não conhece a Mariano é mentira. Porque até os hospícios recebem jornais.
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Completamente bêbado.
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Há uns 2 anos ainda escrevia umas coisas com lucidez. Mas pifou- fanatizou-se e a loucura tomou conta do que restava.
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E agora foi copiar os links que já tinham sido largados nos comentários do post do José que eu linkei
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ahahahahahahahaha
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Loucura total. “:O)))))))))))
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Vc. está a olhar para o negócio, mas o que interessa é o modelo tecnológico.
A não ser que queira vender banha de cobra.
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Balongo, quantos? o teu hospício fica em Balongo?
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ahahahahahahahaha
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Esse estrangeiro é cá uma coisa. Tens de contar à malta qual é o país onde és um próspero trabalhador a postar no Blasfémias os dias todos.
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“Um gajo do Norte que não conhece a Mariano é mentira. Porque até os hospícios recebem jornais.”
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eheehehhehehh
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E tu compraste quantos sapatos aos gajos? ahahahahha
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És mesmo burrinha, caraigo.
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“Vc. está a olhar para o negócio, mas o que interessa é o modelo tecnológico.
A não ser que queira vender banha de cobra.”
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Qaul banha da cobra. Os gajos combram pelo serviço. Que banha da cobra? Vc. pede um taxi, o taxista apresneta-se e cobra-lhe. Depois o taxista paga á empresa. É como qualquer serviço. Tipo multibanco, por exemplo. Vc. não paga o serviço utilizado nas lojas, mas a Unicre cobra aos comerciantes. Aqui o modelo de negócio é igual.
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Onde está a banha da cobra?
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Vc. pensa que é com a tecnologia que se ganha dinheiro? Bolas, Vc. está muito enganadinho. Olhe para a Microsoft, com uma tecnologia que é um nojo mas ganha dinheiro que se farta. Eles estão organizados para ganhar dinheiro, não para ganhar dinheiro em concursos tecnológicos. ehehehhe
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Este Anti-comuna não existe. É um boneco de hospício a fazer agit prop para os colegas.
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“:O))))))))))))
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Mas eu mato-me a rir como tanta gente que parece ter juízo ainda acreditar que é do estrangeiro que ele posta
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ahahahahah
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De Bruxelas. Do Parlamento Europeu dos loucos
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São sapatos de homem. Mas compravam familiares meus. Porquê?
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Já te disse que a família do meu pai era do Porto. Qual a novidade?
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Aliás, se fosses mesmo do norte até conhecias. O meu pai foi empresário bem conhecido.
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Tamancos, areia, brita e alcatrão TUGAS, salvo melhor opinião desembocam sempre no mesmo, ‘Truman Show’ delusions da Tugalândia:
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= > Cases of ‘Truman Show’ delusions on the rise as more people believe they’re the stars of their own reality TV programs
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“Reality TV shows are making increasing numbers of people convinced that they’re the stars of their own, unwanted television programs.
Psychiatrists are treating more people for so-called ‘Truman Show’ delusions”
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Read more: http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-2153071/Cases-Truman-Show-delusions-rise-people-believe-theyre-stars-reality-TV-programs.html#ixzz1wlWzUSfS
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Voem mais alto, as aguias voam solitárias muito alto, os tralhões (pardais ou passarelhos) voam em bando anárquicos rentes ao solo.
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Average minds discuss events, small minds discuss people. No caso não seria. Levantem voo para o alto.
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“Vc. pensa que é com a tecnologia que se ganha dinheiro? Bolas, Vc. está muito enganadinho. ” anti-c.
Ganha-se dinheiro com qualquer merda.
Basta ter como consultor um anti-comuna.
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Ah! Os teus familiares não chegavam para sustantar a fábrica. Modelo de negócio, estás a ver ó burrinha? ehehheeh
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De que lhes valeu ter uma corte de fieis, pequena, se era insuficiente para manter o negócio? Ou acham que eles deviam manter as portas abertas só para uns maluquinhos continuarem-lhes a comprar alguns pares de sapatos, de longe a longe?
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Bolas, deves ter cá uma inteligência do caraças. hahahahahh
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Qual fábrica?
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Que filme é que estás para aí fazer. Olha, vai tomar os remédios que está na hora.
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“Basta ter como consultor um anti-comuna.”
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Quer comprar os meus serviços? ahahahahah
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Vc. tem essa mania de dizer mal daquilo que não compreende. Se fosse mais humilde abria os olhos e não dizia mal daquilo que não compreende. O que é certo, se lhes correr bem, os gajos poderão ganhar dinheiro, outros continuarão a criticar os gajos, enquanto eles fazem sucesso.
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É assim a vida. Uns choram, outros fazem lencinhos.
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Agora até inventa que a Mariano era de familiares meus.
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Este gajo é um bluff.
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Piscoiso,
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O que interessa é a utilidade percebida para o utilizador ou o prescritor. Não interessa fazer uma nova aspirina-plus-de-receita-médica se os médicos (que prescrevem o medicamento) disserem cobras e lagartos dele e não forem nos argumentos do fabricante. Em suma, se não perceberem valor acrescido em relação ao medicamento tradicional.
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Tecnologia é, como a banha da cobra ou as mil maneiras de fazer o moto-contínuo, irrelevante para o utilizador. Olhe, você sabe quais são as tecnologias por baixo do Facebook (se é Perl, se é Python, se corre em PHP+framework qualquer?) E acha porventura que o utilizador comum sabe ou vai escolher o Facebook ou o Orkut porque o primeiro é mais bem programado que o outro?
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A pesquisa Google é mais ou menos a mesma há quase quinze anos. E quer saber uma coisa? O Bing não lhe fez mossa até agora. Nem o Ask jeeves, o Yahoo ou os outros que tenho aqui, no Firefox. Não usa nem WebGL nem sequer o Canvas. Não é preciso. O utilizador comum sente utilidade com a pesquisa como é (apesar de ter um pouco mais de Javascript nestes dias, continua essencialmente a mesma de sempre).
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“Qual fábrica?”
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Bolas, pensei mesmo que os conhecias. Burrinha. Não fales do que não sabes. Olha, queres que te ofereça a inscrição no farmville de Évora? Para depois aprenderes o que é um modelo de negócio?
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Vá, vai tomar os remédios e descansa um bocadinho que o fusível solitário já está aos tremeliques.
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Conhecia o quê, pascácio. Se tu nem sabias que o calçado Mariano existia, ias agora saber qual foi a empresa do meu pai.
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Isso de se viver na solitária provoca algum défice.
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Conheci o calçado. Foi essa a resposta quando perguntaste se eu os usava. Usavam na minha família. E expliquei que isso era natural pelo facto da família paterna ser do Norte.
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” Não é preciso. O utilizador comum sente utilidade com a pesquisa como é (apesar de ter um pouco mais de Javascript nestes dias, continua essencialmente a mesma de sempre).”
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Eu ainda sou do tempo, que nos diziam assim. De nada vale seres um crack a programar se depois quem utiliza o que fazes não sente utilidade. Mas agora já não devem ensinar estas coisas nos cursos tecnológicos. Agora, o que eles gostam é de se armarem em geeks á beira dos demais geeks. Diznedo. Estás a ver a preciosidade técnica disto que eu fiz? Mas depois, quando é preciso meter no mercado, não vale um chave.
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E isto tanto se aplica às novas como ás velhas tecnologias. Mas os geeks são sempre assim. Maravilhas tecnológicas é que contam, não o modelo de negócio. ehehhheh
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Mas penso que há em Portugal muita gente que não pensa assim. Graças a deus. Olhem os gajos da TIMWE não eram geeks da tecnologia. E lá construiram alguma coisa bem feita.
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Modelo de negócio é o mundo inventado em que vives
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E é um facto que o vendes. Há por aqui mais loucos que acreditam que é no estrangeiro que “empreendes”.
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AHAHAHAHAHAHAHAHA
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Bem, o melhor é ir que agora apareceu aquele outro louco enfarpelado que caga merda de alto e julga que cheira a rosas.
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“:O))))))))
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“Vc. tem essa mania de dizer mal daquilo que não compreende.”
E vc. acha que me compreende para aquilatar das minhas manias?
Reflectindo-lhe a verborreia, devia ser mais humilde, na sua pretensão de ajuizar sobre quem desconhece.
Mas enfim, hoje é Dia do Corpo de Deus.
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É o midas do cu-lasso.
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Aliás, este problema não se aplica apenas nos cursos tecnológicos. Também no mundo da economia.
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Estes gajos agora são assim. Esta empresa tem estes indicadores económicos, o título tem esta volatilidade, o sector tem outra e tal. É de comprar. Mas depois, que raio de modelo de negócio tem a empresa? Não querem saber. Depois derretem dinheiro dos clientes que é uma coisa louca.
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O velhote que enriqueceu na bolsa a bater os geeks, diz que nunca põe um chavo dele numa modelo de negócio que não entende. Talvez por isso o gajo enriqueceu onde os demais geeks, cada qual com a suas maravilhas técnicas, indicadores e tal, não conseguêm. Pois é. O gajo não olha apenas para indicadores mas para o modelo de negócio. Se não entende, não investe.
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Em termos agregados é a mesma coisa. É ver eles a pedirem cortes de impostos a torto e a direito, medidas proteccionistas, cortes salariais e tal. Não compreendem o modelo de negócio dos próprios países. E como funcionam as economias. Demasiado geeks. ahahahahahah
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“A definição de geek mudou consideravelmente ao longo do tempo e já não há um significado definitivo. Os termos nerd, dweeb e dork têm significados semelhantes a geek, mas muitos optam por identificar diferentes conotações entre estes termos, embora as diferenças sejam controversas. Em uma entrevista em 2007 ao Colbert Report, Richard Clarke disse que a diferença entre nerds e geeks é “geeks fazem acontecer.””
Até na Wiki.
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Então Vc. não é geek. 😉
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O que eu sou não tem nada com isso.
Na net somos bits.
O que vc. é… estou-me a cagar.
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“O que eu sou não tem nada com isso.
Na net somos bits.”
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Isto contradiz aquilo que queria saber de mim. Se eu procurava tacho. aahhahahah Ou queria me contratar como consultor? ehhehehehe
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Deixe lá. Mediocridade existe abundantemente na net. Principalmente aqueles que gostam de criticar aquilo que não entendem. heheheheh
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“O que vc. é… estou-me a cagar.”
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Mas não se esqueça da vasealina, está bem? Lembre-se que a cada dia que passa a procura sobe e os preços também. ahhaahahh
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Mais vaselina para os do costume:
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http://www.bloomberg.com/quote/GSPT10YR:IND
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Falta o Aremandus. Que só se lembra de mostrar isto para dizer que estamos a caminho da desgraça. ehheehheheh
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Esta é especial de corrida: http://tinyurl.com/7aspyu9
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“Ganha-se dinheiro com qualquer merda.
Basta ter como consultor um anti-comuna.“, foi o que escrevi.
Onde é que se depreende que o queria contratar para consultor?
Vc. é um grande bluff, como diz a zazie.
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Mas quer-me contratar? É? Se o quiser, lamento informá-lo que não trabalho para broncos. Só se precisasse muito.
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Vc. é o tal bronco que acha que o meu tempo aqui não é lúdico. E se não fosse? Alguma vez me viu aqui a perguntar se o meu amigo anda por aqui às custas dos contribuintes? Já alguma vez me viu a criticar o tempo que alguém passa por aqui?
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Vc. é bronco e com a mania que sabe umas coisas. Mas de onde Vc. para vai, eu já de lá vim.
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Entretanto não se esqueça do tratamento. E da vaselina, claro. eheheheheh
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A-C, até tenho pena de si, quando cai nas mãos da zazie…
nestas coisas tenho muitas convicções,mas falta-me a convicção.
renegeram-me as gargalhadas que dou ao ler os vossos diálogos…
nestas coisas o pessoal de esquerda é mais desprendido, quer que se fodam os negócios! prefere rir-se!
o riso liberta.
e cada um tem as suas taras, cada qual é como é.
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o seu tempo aqui não é lúdico;
é antes lúcido,daquela lucidez que dos abrigados em Rilhafoles
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Vá chamar bronco aos da sua família que utilizam parasitariamente o espaço de outrem para os seus negócios.
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“A-C, até tenho pena de si, quando cai nas mãos da zazie…” heheheh
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Cruzes canhoto! Se eu caísse, a minha mulher matava-me.
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Mudando de assunto para a vaselina. E como se ganham guerras económicas.
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“China corta juros pela primeira vez desde 2008
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Taxa de juro vai baixar em 0,25 pontos percentuais, numa medida do banco central para impulsionar o crescimento económico.”
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in http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=561387
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Em Maio, as vendas da BMW subiram mais de 40% na China. Outros construtores também já anunciaram subidas nas vendas naquele mercado, como a GM. A coisa vai.
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Entretanto, o governo central chinês e os locais já andam a subsidiar outra vez o consumo de carros e a relaxar as emissões de licenças. O banco central já baixa as reservas exigidas pela banca e os bancos, estatais, já andam a emprestar a torto e a direito.
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A China começou com políticas expansionistas outra vez (a última vez que o fez, a venda de carros disparou). Os americanos já se preparam para mais políticas monetárias expansionistas. O Japão já o está a fazer como a própria Inglaterra. No Brasil, Indonésia e Índia já o andam a fazer.
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E é assim que a Europa ganha a guerra económica. E mais oportunidades para as empresas tugas. A coisa vai. Com ou sem vaselina, a malta curte estas boas notícias. ahhaahhaahahh
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“Vá chamar bronco aos da sua família que utilizam parasitariamente o espaço de outrem para os seus negócios.”
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Vc. já me viu pedir dinheiro aqui? Não, pois não, então coma e cala. Quando me vir a pedir dinheiro, queixe-se aos autores do blogue. Até lá, aguente com a minha propaganda.
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A vaselina para si é de borla, claro.
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Ó meu caro ac, eu não venho para as caixas de comentários vender, contratar ou negociar o que quer que seja.
Isso é o seu trabalhinho.
De sapa.
Desejo que a exploração desta caixa lhe dê muito lucro, e que o meta onde lhe der mais prazer.
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“Desejo que a exploração desta caixa lhe dê muito lucro, e que o meta onde lhe der mais prazer.”
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Hoje ganhei mais uns pontinhos. Comprei acções daquela empresa que quer o pôr de taxi.
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Olhe, mais vaselina para si:
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“Design: Estúdio português vence prémio europeu
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O estúdio português de design e comunicação R2 conquistou o primeiro lugar nos European Design Awards 2012 através da apresentação da exposição “Eduardo Souto de Moura – Concursos 1979-2010″. Os prémios foram atribuídos em Helsínquia, na Finlândia, a 26 de Maio.
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De acordo com a Agência Lusa, a exposição vencedora foi organizada em Junho de 2011 para dar a conhecer projetos concebidos no âmbito de concursos de arquitetura da Faculdade de Arquitetura do Porto.
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A R2, empresa fundada por Lizá Ramalho e Artur Rebelo,com sede no Porto, ficou responsável por esta exposição e desenvolveu uma apresentação de design inovador. O projeto acabou por valer ao estúdio a conquista do principal prémio nos European Design Awards pelo segundo ano consecutivo.
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O júri da prova foi, nesta edição, composto por representantes 15 revistas especializadas em design. Os candidatos ao prémio provinham de 34 países e constituíram um recorde de participação desde o primeiro concurso, em 2007.”
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in http://www.boasnoticias.clix.pt/noticias_Design-Est%C3%BAdio-portugu%C3%AAs-vence-pr%C3%A9mio-europeu_11411.html
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Também vou ganhar com estes. Depois ofereço-lhe a vaselina, quer?
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Mas eu imagino o pó que Vc. me tem. Eu não o irei desiludir. Enquanto os autores do blogue não me proibirem de cá cantar, Vc. vai continuar a ouvir-me. ehehhehehhe
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Outra obsessão sua, além do bagacinho, é a vaselina.
Porque será?
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Para lha oferecer. Eu estou aqui para os meus negócios. Ora essa. Vc. ainda não compreendeu?
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Olhe, mais vaselina para si:
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“Vinhos portugueses trazem 31 medalhas de França
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Os produtores vinícolas portugueses ganharam, nesta quarta-feira, um total de 17 medalhas de ouro e 14 de prata no concurso mundial “Les Citadelles du Vin”, em Bordéus, onde os vinhos da Casa Ermelinda Freitas, Palmela, foram os mais premiados.
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“Ganhámos a medalha de ouro com o Touriga Nacional e com a Quinta da Mimosa, que são castas portuguesas, e também com o nosso Syrah, com o qual temos ganhado sempre, sempre, a medalha de ouro. É uma casta que está muito bem adaptada à região”, disse à Lusa Leonor Freitas, gestora e proprietária da Casa Ermelinda Freitas, que obteve um total de cinco galardões.”
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in http://www.boasnoticias.clix.pt/noticias_Vinhos-portugueses-trazem-31-medalhas-de-Fran%C3%A7a_11407.html
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Se quiser investirs nestes vinhos, também lhe posso meter a cunha, se quiser. ehehehhehe
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Mais troque lá isso por miúdos. Seja mais explícito.
Vc. quer vender vaselina?
Ponha aí os preços, portes e prazos de entrega.
Pode ser que encontre comprador.
Já agora arranje um vídeo com a vaselina.
Parece que o Herman tem qualquer coisa no género.
E que mais vende?
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O Piscoiso é o Diácono Remédios do Blasfémias. ahaahahah
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Olhem ele aqui quando era o educador da televisão: http://tinyurl.com/cycy974
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Ah, arranja cunhas para a venda de vinhos?
Porreiro.
Ponha aí o contacto e a percentagem da comissão.
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Para a semana eu indico-lhe a tasca para se abastecer de vinho. Hoje é só vaselina.
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O Piscoiso estava em grande, neste warning: http://tinyurl.com/6qerw7u
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Num habia nexedidade…
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Conversa de treta.
Ponha aí os preços da vaselina, do vinho, da sua saliva, portes e prazos de entrega.
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Piscoiso.
Ponha aí os preços da vaselina, do vinho, da sua saliva, portes e prazos de entrega.
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Se o Anti-Comuna não está a vender, porque é que o Piscoiso insiste em comprar?
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Anti-Comuna,
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Os pastéis de nata de cereja são uma decepção, pelo menos os que provei hoje em Alcongosta, na festa da cereja. São escuros, não sabem a cereja para além de um leve travo e não têm o interesse do Pastel de Belém com canela.
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No entanto, imagino que se irão vender com papo-secos para os que querem experimentar.
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“Os pastéis de nata de cereja são uma decepção, pelo menos os que provei hoje em Alcongosta, na festa da cereja. São escuros, não sabem a cereja para além de um leve travo e não têm o interesse do Pastel de Belém com canela.”
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Isso é que é pena. Bom, mas vale a pena tentar. Sempre. Se desse resultado… 😉
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Anti-Comuna,
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Dando resultado ou não, o importante é tentar e aprender tanto dos sucessos como dos erros.
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Quem nunca tentou deve ter a honestidade suficiente para não criticar quem arrisca, mesmo que não seja bem sucedido. Quem não sabe o quanto custa a vida não deve mandar postas de pescada a quem custa.
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Anti-Comuna, um idiota a quem nem a segunda célula cerebral se admira do que diz a primeira lembrou-se de atacá-lo dizendo que se licenciou «burro velho». Para mim, uma pessoa que se faz por si mesmo, que estuda a trabalhar (como eu fiz, aliás), que foge por mérito ao destino dos medíocres é um exemplo de vida. Há muita arrogância pelos que tiveram tudo e mesmo assim não souberam aproveitar nem dar graças pelo que tinham. Tiveram sem merecer.
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Tenha apenas isto em conta: por mais que os idiotas de serviço já tenham passado ao ataque pessoal, o que o Anti-Comuna previu pode ser provado e é observável. E até agora tem sido observado. Os juros descem, a pressão está-se a deslocal para nuestros hermanos. Fica por fazer duas previsões suas e duas minhas: a queda no mercado das avaliações do Reino Unido e dos Estados Unidos (por si previstos sem tempo, mas para breve) e os maus suores da França e da China (por mim, a China até ao fim de 2013).
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Vejamos. O tempo dirá se temos razão. Apenas digo isto: o outro lado apenas previu que Portugal ficaria igual à Grécia e, até ao momento, nada se está a verificar.
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francisco colaço: não tenho isso tão claro, de estarmos a afastar-nos da grécia.Não há reformas ou cortes de despesa, havendo sim um grande massacre fiscal dos portugueses.O que está a safar sim são as empresas, mas receio que que o efeito dests não seje suficiciente.Isto é muito simples meus amigos: as coisas ~só vão lá ao sitio quando o governo acelerar as reformas, cortar na despesa do estado , reduzir drasticamernte funcionarios e empresas, e reduzir irc e tsu.Isso sim, é uma verdadeira politica liberal digna desse nome.Uma politica que saneie as finanças sem ser-se ladrão e roubar as familias, e sem prejudicar o investimento estrangeiro
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f. colaço,
touché!
o que escrevi,burro velho é força de estilo.
de todo o modo as palavras «mérito» «sucesso económico» e quejandas não me dizem nada
“-mestre vem lá ao longe um pobre diz o díscipulo para Confúcio.
-que lhe daremos, mestre?
-Nada. ele tem tudo,não precisa de nada.”
ou seja,tudo o que tem valor está precisamente em mim, mesmo quando admiro o quadro da Mona Lisa, é a minha representação desse objecto
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É pois, é a tua representação do objecto e vontade de andares a ler o que eu escrevo no PC
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ehehehehehehehehe
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Agora precisas de passar à fase seguinte- esvaziares essa vontade toda e levitares para santo
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“:O))))))
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rr,
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Apesar do governo socialista recauchutado que temos, estamos definitivamente a afastar o país da Grécia. Não é o Governo que o tem feito, mas o empresário de vão de escada, os industriais e os produtores das indústrias criativas e de aplicações informáticas.
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Isto é, estamos a crescer do modo certo, APESAR do Governo, e não por causa dele.
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De qualquer maneira, concedo alegremente que se o Estado tivesse feito de uma vez por todas o seu redimensionamento (detesto falar em emagrecimento, eufemismo de coisa nenhuma) e mandasse o excesso de funcionários e de propriedades devolutas para o sector privado, o país poderia agradecer.
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Sonho num país em que o Estado não valha mais de 20% da economia. Se (improvável por pessimista) isto significasse que o Produto Interno Bruto se mantivesse igual, isso significaria na prática que com EUR 40MM de colecta de impostos o Estado teria superavite, ao contrário do presente, quando mantém défices com mais de 70MM de colecta. As taxas poderiam descer até metade, na prática. Nesse caso eu sugeriria a eliminação pura e simples do IRC.
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colaço, na mouche.E acrescento o seguinte: apesar de todo o meu respeito por esses empresários “vão de escada” também sou da opinião que o nosso modelo salarial , tendo em conta a produtividade, não pode ser o do bangladesh ou da india.Bons salários fomentam a motivação, a produtividade e a motivação.Na faculdade , tive uma cadeira de politicas de remuneração portanto tenho alguns conhecimentos no assunto.
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rr,
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Bons salários fomentam a motivação, a produtividade e a motivação.
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Isso dizia o Taylor, mas já a partir dos anos 30 se pôs isso em causa. Há pouca correlação entre salário e motivação, e a partir de um certo nível, esta chega a ser negativa (veja os suicídios entre os correctores da bolsa ou os executivos das grandes empresas como uma prova).
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O que realmente motiva os trabalhadores (sou culpado de ter testado isso na prática) é saberem que o seu trabalho é reconhecido, os erros que se cometam são assumidos colectivamente e modificados, sem os personalizar, e que a chefia é capaz de descer à terra de vez em quando e ir apoiar os homens. A partir disto pode pedir aos homens que o sigam para o inferno, que lhe garanto que lá vão alegremente, desde que o chefe vá primeiro.
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É claro que uma vez que a produtividade quintuplicou, fui o mais assertivo possível na negociação salarial dos meus homens, e inclusivamente cheguei a recusar um aumento de 60% para mim antes que o último dos trabalhadores sob a minha égide fosse aumentado. E eles é que foram aumentados 60%, e fui muito veemente nisso. Mas creia que antes disso, e sem aumentos, a motivação e a produtividade tinham melhorado, graças às teorias comporamentistas da escola de Chicago dos anos 30, que tive o cuidado de colocar em prática. E de abrir com as minhas próprias mãos motores e mudar rodas de camião, e de carregar sacos de cimento de vez em quando, para que soubessem que o ingenhêro não mandava sem saber fazer.
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In suma, o salário nem no dicionário vem à frente de motivação. Acredite que um lanche de bolachas e chouriço num sábado de manhã depois de uma semana particularmente produtiva faz mais que aumentos de salário a seco, por igual e sem anterior prova de esforço.
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