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o verdadeiro problema das reformas

9 Setembro, 2012
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Por que razão o governo português tarda a iniciar um programa sério de reforma do estado? Reformar o estado, nas actuais circunstâncias, significa fazer duas coisas: a) extinguir serviços públicos; b) fazer transitar serviços públicos para a iniciativa privada. Dito de outro modo: tirar das mãos dos jotinhas e das luminárias da política meios e recursos que pertencem aos contribuintes, e deixá-los nas mãos de quem os cria. O problema está em que neste PSD, ao contrário do que nos foi prometido no programa eleitoral, ninguém acredita nisso, nem está para ceder poder, influência e dinheiro.

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Atenda-se, exactamente a este respeito, a estas significativas palavras de Paula Teixeira da Cruz, vice-presidente do PSD, Ministra da Justiça e membro influente do inner circle de Pedro Passos Coelho: «Está por provar que o setor privado, ao contrário do que se diz muitas vezes, tenha maior eficiência que o setor público. Temos áreas de negócio onde isso é patente». Podiam ter-nos avisado disto antes das eleições.

23 comentários leave one →
  1. João Santos's avatar
    João Santos permalink
    9 Setembro, 2012 21:31

    Contrariamente à MOLECADA caseira, essas figuretas INQUALIFICÁVEIS que levam para o DESASTRE TOTAL uma nação com quase mil anos,
    «El jefe del Estado francés recuperó la iniciativa perdida y presentó un programa a dos años, “una agenda para recuperar el país, el empleo, la competitividad y construir una sociedad más solidaria”. Sólido, apelando al sentido común, Hollande reclamó a “los más ricos” que “demuestren su patriotismo” y confirmó que aprobará la simbólica tasa del 75% para los ingresos superiores al millón de euros. Reconoció que necesita “encontrar” 33.000 millones y, para conseguirlos, anunció que 10.000 de ellos serán aportados por los hogares que más tienen; otros 10.000, por las empresas; y 10.000 se ahorrarán en todos los ministerios, salvo Educación, Justicia e Interior.»
    (texto noticioso de El País (9set2012)

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  2. Cáustico's avatar
    Cáustico permalink
    9 Setembro, 2012 21:36

    Rui a.
    Estou entre os que creem estar por provar (em Portugal, note-se) essa de que o privado faz melhor que o público. Pelo menos nas áreas clássicas da saúde e da educação (as maiores fatia do bolo). A justiça, segurança e defesa são, a meu ver, inalienáveis. Resta pouco, muito pouco.
    E, desse pouco, as privatizações (designadamente nos transportes e comunicação social) e as externalizações se vão, paulatinamente, encarregando. Para quem tem memória curta: os serviços de limpeza, segurança, informática, logística, aprovisionamento, alimentação, apoio informático, etc., na administração pública, foram entregues a privados. Não me parece que tal tenha significado grande economia de recursos. Apenas trouxe maior elasticidade a essa despesa.
    E essa de “tirar das mãos dos jotinhas e das luminárias da política meios e recursos que pertencem aos contribuintes, e deixá-los nas mãos de quem os cria” não me convence. Quem os cria são os contribuintes, com o seu trabalho e investimento. E, num estado de direito, os contribuintes, delegam em políticos responsáveis e responsabilizáveis, não em qualquer “mão invisível” sem rosto.
    Diria que um dos problemas cá do burgo é que os contribuintes são ultrapassados, em largo número, pelos eleitores.

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  3. XisPto's avatar
    XisPto permalink
    9 Setembro, 2012 21:40

    Na mouche, e pode concluir-se que não existe verdadeiramente uma força política reformadora.

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  4. Grunho's avatar
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    9 Setembro, 2012 21:46

    Imaginem!!!
    A Paula Teixeira da Cruz acertou uma!!!

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  5. Paulo's avatar
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    9 Setembro, 2012 21:51

    Rui
    Pois de generalidades está o pais cheio. Sim há boys e girls por aí, muitos no setor privado. Lembra-se do filho do eng. do BCP, que sacou alguns milhões a fundo perdido! E dos negocios do Duarte Lima, e do BPN,e das PPP, e daquele argolas amigo do Sócrates na PT, e podia continuar aqui o resto do dia.
    Não só está por provar como há muitas provas ao contrário.
    E como disse o caustico, uma boa parte das gorduras do Estado são das externalizações.
    E além dos sectores que ele referiu, acrescento por minha conta algumas actividades essenciais, que funcionam em monopólio natural. O abastecimento e tratamento de águas, a rede eletrica (passar a REN para os chineses é uma idiotice sem tamanho), a rede de gás, os transportes urbanos e regionais (geridos decentemente e sustentáveis, atiçando princípios de utilizador pagador e apenas algumas exceções bem justificadas!). Existem no pais serviços destes públicos que dão lucro, é só aplicar aos restantes e tirar das administrações e direções os politicos, esses símbolos incompetentes. Mas despedir toda a gente a eito só porque sim vai piorar ainda mais.

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  6. Paulo's avatar
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    9 Setembro, 2012 21:53

    Só mais uma nota
    Se formos a somar os prejuízos a pagar por todos entre os boys no Estado e no privado se calhar ainda descobrimos que o melhor é nacionalizar algumas em empresas

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  7. javitudo's avatar
    javitudo permalink
    9 Setembro, 2012 21:56

    Deixemo-nos de brincadeiras com as palavras.
    O membro do Banco Central da Islândia Gylfi Zoega diz que Portugal deve investigar quem está na origem do elevado endividamento do Estado e dos bancos.
    Islândia defende investigação dos Governos portugueses responsáveis pelo descalabro.
    “Temos de ir aos incentivos. Quem ganhou com isto? No meu País eu sei quem puxou os cordelinhos, porque o fizeram e o que fizeram, e Portugal precisa de fazer o mesmo. De analisar porque alguém teve esse incentivo, no Governo e nos bancos, para pedirem tanto emprestado e como se pode solucionar esse problema no futuro”, diz o responsável.
    Ou se consegue fazer isto ou então é melhor os srs. ministros irem para férias. Para isto chamem o emigrado.
    Ao menos ficam a saber o que é ficar definitivamente na miséria. Mais uma vez vão ter saudades.

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  8. javitudo's avatar
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    9 Setembro, 2012 22:02

    A coisa pode aquecer e o rectângulo ficar na sombra dentro de dias.
    “In an unusual move, a U.A.E. security official explicitly threatened Iran with military action if the Islamic Republic attacks targets in the Arab Emirates through clandestine terror squads.
    Speaking on Sunday to the al-Arabiya network, the chief of Dubai’s police force Dhahi Khalfan Tamim said that the U.A.E. had solid information indicating that Iranian teams have infiltrate into the emirates, saying that “the Gulf won’t sit still in the face of Iranian threats. Adding that he had conveyed the same message to Iranian leaders, Khalfan Tamim said that if Iran “operated squads to damage security, well, we well eventually operate squads in its territory, since we won’t allow anyone to harm us while we sit idly by.”
    The U.A.E. security official’s comments represent unprecedentedly aggressive remarks in the history of bilateral relations between the emirates and Iran, coming amid increased tensions between Tehran and Dubai over the control of a group of islands in the Persian Gulf.
    Further on in his interview to al-Arabiya, Khalfan Tamim make another unusual remark for a Sunni official concerning the ongoing unrest in Syria, saying that he feared that the Muslim Brotherhood will take over the country, and adding that the group’s leaders were sitting in hotels in Turkey waiting to replace Syrian President Bashar Assad’s regime.
    He warned top Muslim Brotherhood leaders against trying to interfere in the internal affairs of other countries, adding that the “Gulf’s security represents a red line. Any incident or issue in any of the Gulf states will lead those states to work side by side.”
    Khalfan Tamim also said that ties with Egypt would not be harmed despite the fact that the Muslim Brotherhood’s Mohamed Morsi was recently elected the country’s president since Morsi resigned from all of his official positions in the Islamist movements and because the Muslim Brotherhood is supported by only ten percent of Egyptians”.

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  9. Carlos Ferraz's avatar
    Carlos Ferraz permalink
    9 Setembro, 2012 22:06

    Só agora começa a dar-se conta da realidade? O senhor, o AAA, o João Miranda e outros, decididamente não fazem parte da solução..

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  10. Marquês de Sade's avatar
    Marquês de Sade permalink
    9 Setembro, 2012 22:17

    A reforma do ESTADO tarda PORQUE:
    –é preciso pôr gente na rua!

    POIS.

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  11. tric's avatar
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    9 Setembro, 2012 22:28

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  12. Portela Menos 1's avatar
    Portela Menos 1 permalink
    9 Setembro, 2012 22:33

    a coerência é uma coisa muito bonita:
    http://www.jn.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1589068

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  13. trill's avatar
    trill permalink
    9 Setembro, 2012 22:35

    «Está por provar que o setor privado, ao contrário do que se diz muitas vezes, tenha maior eficiência que o setor público. Temos áreas de negócio onde isso é patente».

    isto é sem dúvida verdade agora é necessário eliminar instituições inúteis da esfera pública como a televisão e a rádio que devem ser deixadas aos privados pois na época em que vivemos temos, felizmente, muitas alternativas à televisão convencional. O dinheiro público tem de ser concentrado na saúde, na educação básica e “profissionalizante” (sem o truque de andar a subsidiar as “empresas amigas” a pretexto da formação profissional que deve ser dada fundamentalmente pelos professores de evt (trabalhos oficinais e similares, e outros “horários zero”, depois de receberam formação complementar necessária e contínua), na segurança e na justiça, que necessita de ser avassalada por uma reforma de pés à cabeça que destrua os “grupos obscuros” que a dominam, nem que para isso o governo tenha de recorrer à ajuda exterior (se fosse em outro continente diria sirectamente à ajuda do exército – lamento imenso mas a justiça é um “caso limite” na acepção plena de Karl Jaspers – cá digo à ajuda exterior dado o poder que sabemos os magistrados deterem e não descolarem dele abrigar a chamar “quem de direito” na Europa e na UE).

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  14. trill's avatar
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    9 Setembro, 2012 22:37

    já agora: seria escandaloso se a srª Cândida fosse para PGR! Escandaloso e inadmissível.

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  15. Fincapé's avatar
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    9 Setembro, 2012 22:38

    Eu penso que a questão nem estará tanto na questão de o público gerir melhor do que o privado ou o contrário. Os dois setores devem procurar gerir bem e, como se sabe, muitos gestores andam de Herodes para Pilatos, gerindo no Estado ou no privado, conforme o seu interesse pessoal e as suas ligações pessoais e políticas. Porque diacho é que se há-de dizer que um gestor que veio do privado e era considerado bom chega ao público e passa a ser mau? Ou o contrário?
    A questão deverá ser posta mais nas convicções ideológicas e/ou nos princípios em que acreditamos. Eu, por exemplo, penso que há setores que deverão estar nas mãos do Estado. E não faltam países dos mais ricos do mundo onde é assim.
    Mas ainda quanto à gestão, como se sabe, esquerda e direita exigem que os gestores públicos tenham salários muito mais baixos do que os equivalentes do privado. Logo, teria de se pôr em causa as capacidades dos gestores públicos, o que nem acontece muito, porque eles de seguida vão para empresas privadas e era aborrecido os críticos terem de passar a dizer que eles afinal são bons.
    Imagine-se que um gestor privado compra um carro topo de gama mesmo que esteja à beira da falência. A resposta a isto é: ninguém tem nada com isso, não sou eu que pago. O que não é verdade, porque são os consumidores que pagam tudo, tudo, sem exceção. E se não pagam a A, pagam a B.
    Mas o problema é que a filosofia de gestão do setor público é diferente do privado e, por isso, os preços são normalmente abaixo dos custos. Os serviços deficitários acumulam “prejuízos” que, quando há governos mais populistas, facilitadores ou com maior sensibilidade social aumentam exageradamente.
    Ainda recentemente alguns gestores hospitalares abdicaram de alguns direitos (ou regalias) favorecendo as unidades de gestão, como (se não estou em erro) no Hospital de Guimarães e noutro que me escapa (não fui pesquisar). A notícia foi dada, mas ninguém mais quis saber, porque isto parece que é visto quase como uma obrigação ou coisa assim.
    Quem defende que determinados setores estejam nas mãos do Estado, ou que o Estado tenha canais de TV como todos os países mais avançados civilizacionalmente (e é mesmo assim, na minha opinião), exigem que esses setores sejam bem geridos. E os governantes têm nomes e as empresas públicas gestores. Temos de chamar os bois pelos nomes. Se as águas estiverem nas mãos do Estado, o senhor ministro X e o senhor gestor Y têm de mostrar que geriram bem ou têm de ser demitidos. Neste aspeto, parece-me que faltam regras muito mais rigorosas.
    E não faltam exemplos de empresas privadas, tal como públicas, mal geridas.

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  16. rui a.'s avatar
    rui a. permalink
    9 Setembro, 2012 22:41

    «E não faltam exemplos de empresas privadas, tal como públicas, mal geridas.»
    Só que as privadas mal geridas vão à falência (obviamente, se o estado não lhes puser a mão por baixo, como aconteceu com o BPN…) e fecham, enquantos que a má gestão das públicas é sustentada pelos seus impostos, caro Fincapé.

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  17. trill's avatar
    trill permalink
    9 Setembro, 2012 22:44

    para PGR deveria ir alguém tão independente dos partidos quanto dos magistrados e seus orgãos coorporativos; sobretudo alguém que tenha total independência face à maçonaria que consta dominar e controlar a “justiça”, o que é vergonhoso e coloca Portugal abaixo de grande parte dos países ditos “em vias de desenvolvimento”.

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  18. Xico Cabaço's avatar
    Xico Cabaço permalink
    9 Setembro, 2012 22:45

    Isto é simples: o privado gere melhor.
    Como?
    Logo que a coisa é privatizada faz duas coisas: aumenta os preços como lhe convém e despede pessoas. Os serviços prestados pioram de qualidade enormemente, a malta passa a pagar muito mais e mais gente vai para o fundo do desemprego.
    Se esta é a tua receita, vai foder-t*, pá!
    Mas, por mim, tudo bem: experimentem lá. Há muita gente com vontade de privatizar, ainda mais, a saúde e a Educação. Eu acho muito bem. Só que têm de se preparar para a taxa de mortalidade baixar para níveis de há décadas, bem como para o regresso do analfabetismo em força. Porém, como o analfabetismo está bem viçoso, pelo menos o funcional, não estranhamos grande coisa.
    P.S. Aliás, a revolução de Passos e cia. já está a dar ótimos resultados.

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  19. Fincapé's avatar
    Fincapé permalink
    9 Setembro, 2012 23:09

    rui a.
    As falências também têm muitos custos para a sociedade. Antes das falências serem resolvidas, muita gente é prejudicada, tal como o Estado, tanto diretamente como indiretamente.
    O Estado tem um controlo (ou deveria ter) para poder resolver os problemas quase em cima deles. Um privado pode deixar andar, ir tramando fornecedores, empregados e o Estado (não pagando impostos, não devolvendo IVA, etc.). E isto acontece normalmente. Conheço muitos empresários que foram “vítimas” e assim ficaram com os prejuízos, porque os Tribunais demoram anos (pois, os Tribunais são públicos 😉 ) e nunca vão a tempo de resolver as situações. E quando algum vai preso ainda fica mais caro.
    No Estado há uma prestação de contas que não existe nas pequenas e médias empresas, naquelas que normalmente não têm acionistas, sócios ou outros que não participem diretamente na gestão.
    Quero dizer com isto que o Estado tem obrigação de gerir bem (apesar dos gestores ganharem muito menos).
    Tem mesmo essa obrigação e isto deverá ser exigido pelos portugueses.
    Quanto à dimensão do Estado, haverá obviamente sempre diferenças de opinião entre os cidadãos.

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  20. Eduardo F.'s avatar
    9 Setembro, 2012 23:10

    Não deixa de ser irónico que a autora de tal pensamento (?!) seja a mesma que, por diversas vezes, apelou à discussão sobre as funções do estado, precisamente o debate sobre o qual não se ouve um sussurro que seja por parte deste governo, incluindo a senhora em causa.

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  21. António Nunes's avatar
    António Nunes permalink
    9 Setembro, 2012 23:21

    Os jotinhas no sector público não são uma infabilidade. Razão tinha o Passos em 2011 (Abril, se não me engano) quando dizia que para os Gabinetes deveriam ir os funcionários públicos. Em Julho esqueceu-se. Fez mal, porque até nos Funcionários Públicos, essa corja, era capaz de encontrar meia dúzia de simpatizantes do PSD e do CDS.
    Também nos precipitamos quando tentamos definir uma fronteira entre o público e o privado. Não chegaria aos limites do PC Chinês. Mas o exemplo Alemão, Francês, Inglês (não falo dos nórdicos, porque esses também exageram), serviria para separar, distintamente, um país civilizado, de um país do terceiro mundo: sectores estratégicos como a aviação, a electricidade e a água (monopólios naturais), sectores vitais para as populações como a educação e a saúde (já ouvi uma médica, furibunda, a contestar a prescrição, num hospital de gestão privada, de ben-u-ron a doentes com cancro (racionalidade económica, sem dúvida). Mas, também, um serviço público de televisão e de rádio, o qual só é instrumentalizado se o poder instalado o permitir.
    O problema de fundo é que os privados só querem aquilo que lhes dê lucro (os últimos dias da humanidade do Karl Krauss tem uns personagens interessantes para uma analogia com o presente). E todos nós, no fundo, já evoluímos um bocadinho para considerar “azar” o velho que morre por não ter dinheiro para medicamentos ou o bebé que tem uma bactéria e que, por acaso, só a MAC o poderia ter salvo (claro, há sempre Paris e Londres, mas isso é para alguns).
    Desculpem o desabafo com frases feitas, mas como tive uma empresa, como trabalhei num banco, como agora sou Funcionário Público, sei bem como o discurso moralista do privado muito vezes se distancia da realidade.

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  22. Gasel's avatar
    Gasel permalink
    10 Setembro, 2012 14:05

    rui a.
    Posted 9 Setembro, 2012 at 22:41 | Permalink
    “Só que as privadas mal geridas vão à falência (obviamente, se o estado não lhes puser a mão por baixo, como aconteceu com o BPN…) e fecham, enquantos que a má gestão das públicas é sustentada pelos seus impostos, caro Fincapé.”

    Se isso fosse verdade, se as empresas privadas mal geridas fossem à falência… 90% das empresas em Portugal já não existiam!

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