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Sobre um (não) debate

24 Setembro, 2012

O (não) debate sobre a TSU foi muito revelador dos equilíbrios insustentáveis do regime. Nota-se que basta um pequeno abanão para que as actuais relações de forças desmoronem. Nota-se também que existem instituições caducas que vivem do consumo interno e não concebem um mundo em que se possa viver de outra forma. Como o consumo interno aos níveis anteriores à crise é insustentável, essas instituições estão condenadas.

7 comentários leave one →
  1. trill permalink
    24 Setembro, 2012 09:19

    não percebo como ainda não se fecharam – ou cortaram quaisquer apoios do Estado – ás Fundações.

    A FCG é a única que merece esse nome e qualquer comparação com qq das outras é anedótico e a FCG sobreviverásem problemas sem os apoios que recebe do Estado.

    É que as fundações à moda Vara só servem para sacar $$$ do Orçamento de Estado, como todos mto bem sabemos. Numa altura de cortes é alvitante que o Estado continue a subsidiar as fundações. Será que o governo tem mêdo se Sóares e sus muchachos/as?

    depois as avaliações parecem ter sido feitas à medida de uma ou outra fundação:

    http://www.publico.pt/Pol%C3%ADtica/relatorio-sobre-fundacoes-tem-erros-mas-governo-descarta-responsabilidades-1557633

    acabe-se com este insulto e feche-se a torneira às Fundações. As que são Fundações a sério manter-se-ão, as fundações a´Vara desaparcerão a bem da Nação e dos bolsos dos contribuintes.

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  2. trill permalink
    24 Setembro, 2012 09:26

    e os IP’s e as entidades reguladoras, onde se encontram nulidades como o ascenso simões a ganhar “bués” de euros? ha… pois ,,, esses são boys e não dá para os mandar embora. Percebi.

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  3. JMLM permalink
    24 Setembro, 2012 09:51

    ” um mundo em que se possa viver de outra forma ”
    Mas que forma é esta Sr João Miranda?

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  4. Zé Paulo permalink
    24 Setembro, 2012 10:29

    Há coisas que devem ser feitas com cuidado, fundamentadas e saírem para fora na altura certa, sendo muito bem explicadas àqueles que serão afetados.
    O PM precipitou-se ao falar do aumento/abatimento da TSU.
    Não explicou bem como isso iria ajudar, foi uma espécie de eu quero, posso e mando.
    E também não ajudou nada ir logo de seguida cantar a “Nina dos meus quize anos”.
    Põs-se a jeito. Insensibilidade e incompetência dá nisso.

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  5. Tim permalink
    24 Setembro, 2012 10:41

    Os actuais governantes pretendem, afinal, plagiar o ministro Pinho e o seu famoso anúncio na China da barata mão de obra portuguesa…

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  6. Fenris permalink
    24 Setembro, 2012 12:03

    Não tão curiosamente assim, acho precisamente o contrário daquilo que o João Miranda escreve.
    Esta tentativa de carregar a TSU dos trabalhadores, para lhes baixar o salário, evidentemente, prova muito mais que as instituições caducas estão a vencer que o seu contrário.
    .
    Enfim, esta coisa da TSU foi de mentecaptos, o que não segnifica que o que por aí vem não seja, infelizmente.

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  1. Os culpados, segundo João Miranda « O Insurgente

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