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Preservar as relações laborais lixando o trabalhador

2 Outubro, 2012

Há uma tese que defende que os empresários foram contra a medida da TSU para preservar boas relações laborais com os seus trabalhadores. Mas se o objectivo era esse, bastava-lhes anunciar que usariam a baixa da TSU para repor os salários. Poucos optaram por esta via, o que sugere que o problema era outro. Mas os empresários preocupados com os seus trabalhadores ainda vão a tempo de repor o aumento de IRS que Vitor Gaspar vai anunciar amanhã. Só não têm é como. Esperemos que os trabalhadores não descubram que saíram a perder porque isso poderá azedar as relações laborais.

179 comentários leave one →
  1. Paulo permalink
    2 Outubro, 2012 19:51

    Miranda
    Tem a certeza que a TSU nao vai diminuir para as empresas?
    Também foi avisado antecipadamente pelo Gaspar?

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  2. 2 Outubro, 2012 19:55

    Como você não consegue descolar da TSU, cuja “bondade” técnica teria sem dúvida algum mérito, embora moralmente seja um desastre nos termos apresentados, deixe-me dizer-lhe que se o tolinho tivesse subido a taxa de 11 para 15%, sem por agora mexer na taxa dos patrões, a coisa tinha passado sem problemas… – Faça as contas…
    Inclusivamente a “defesa” do aumento seria fácil: solidariedade e esforço dos que trabalham para com os que estão desempregados… Enfim…

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  3. anti-comuna permalink
    2 Outubro, 2012 20:16

    Os comunistas querem implodir com a economia portuguesa. Sinais preocupantes:
    .
    “Greve portuária ameaça exportações de vinho para o Natal
    .
    Clientes estrangeiros ameaçam cancelar as encomendas se houver atraso nas entregas. Empresas de vinhos do Sul estão a desviar contentores de Lisboa para Leixões, onde os trabalhadores não fazem greve.”
    .
    in http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=581343
    .
    .
    Al-Ushbuna continua a andar para trás.

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  4. Eleutério Viegas permalink
    2 Outubro, 2012 20:16

    E este rebanho de escumalha ainda grunhe que o “ignorante” é o outro…

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  5. 2 Outubro, 2012 20:20

    Amigo João Miranda:

    Faça uma visitinha ao meu blog:

    http://blogdomendesemendes.blogspot.com

    Muito grato pela sua visita

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  6. Portela Menos 1 permalink
    2 Outubro, 2012 20:31

    JMiranda assessor de Borges e A-C e Eleuterio assessores de JMiranda 🙂

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  7. anti-comuna permalink
    2 Outubro, 2012 20:46

    Mais sinais da sabotagem comunista:
    .
    “Fruticultura – Só na pêra rocha os prejuízos já ultrapassam os dois milhões de euros
    .
    Greve nos portos marítimos paralisa exportações de fruta
    .
    .
    As sucessivas greves em curso nos portos marítimos portugueses estão a paralisar a exportação da fruta nacional, causando prejuízos elevados. Só em pêra rocha, segundo os cálculos da Portugal Fresh – Associação para a Promoção das Frutas, Legumes e Flores de Portugal, nestas duas semanas perdeu-se um volume de negócios de dois milhões de euros.”
    .
    in http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/economia/greve-nos-portos-maritimos-paralisa-exportacoes-de-fruta
    .
    .
    É meter essa gente em tribunal por traição à pátria. eehheheheheh

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  8. Portela Menos 1 permalink
    2 Outubro, 2012 21:06

    ai, ai, ai, que vem aí o comunismo!
    A-C, está tudo bem com o bagacinho?

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  9. anti-comuna permalink
    2 Outubro, 2012 21:20

    Portela, está com receio que a população se revolte contra a sabotagem comunista? Não receie a população. “A luta continua!”

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  10. anti-comuna permalink
    2 Outubro, 2012 21:25

    As sabotagens comunistas:
    .
    “Portos
    .
    Indústria agro-alimentar teme “impacto dramático” das greves nas exportações
    .
    FIPA estima em 10 milhões de euros o custo mensal de recorrer aos portos de Vigo e Algeciras e apela ao Governo e aos trabalhadores portuários para chegarem a um acordo que evite o prolongamento das paralisações. Outubro e Novembro prometem ser calamitosos para o sector.”
    .
    in http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=581341
    .
    .
    Esta sabotagem comunista é um atentado contra os portugueses. É uma tentativa de causar danos aos demais portugueses, que se esforçam para livrar o país da carga de trabalhos. E estes parasitas andam a sabotar o esforço alheio para satisfazer os objectivos dos comunistas.
    .
    .
    “O novo secretário-geral da CGTP representou o Partido Comunista no Parlamento durante três meses em 1993 e tem um percurso, desde sempre, ligado ao sindicalismo. Chega à liderança da maior central sindical do país com o apoio das bases comunistas, reunindo, aqui, mais consenso do que Carvalho da Silva, que deixa a chefia da central sindical depois de 25 anos.
    .
    Arménio Carlos tem o curso industrial e foi operário-chefe na Carris, onde entrou em Janeiro de 1974. Membro do PCP desde 1977, deu os primeiros passos na luta sindical no início dos anos 80 como elemento da subcomissão de trabalhadores da empresa de transportes públicos, em Cabo Ruivo. Cinco anos depois, torna-se dirigente do Sindicato dos Transportes Urbanos de Lisboa e, em 1987, da União dos Sindicatos de Lisboa. Chega a coordenador da união em 1996, o mesmo ano em que se senta à mesa do conselho nacional e da comissão executiva da CGTP.
    .
    O caminho até à liderança foi conquistado com o tempo e trabalho árduo. Arménio Carlos é membro do Comité Central do PCP desde 1988 e foi mandatário distrital de Lisboa da candidatura de António Abreu às eleições presidenciais. Assumiu as pastas mais importantes na Intersindical há quatro anos, respondendo publicamente pelas áreas do emprego, acção reivindicativa e Comissão Permanente de Concertação Social. Foi, aliás, o rosto da CGTP da última greve geral, aparecendo com cada vez mais frequência na imprensa e televisão, substituindo Carvalho da Silva.”
    .
    in http://economia.publico.pt/Noticia/discreto-trabalhor-e-membro-do-comite-central_1531159
    .
    .
    Desde que a CGTP caiu nas mãos da ala dura do PCP que a sabotagem económica se tornou no pão-nosso de cada dia.

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  11. Portela Menos 1 permalink
    2 Outubro, 2012 21:31

    Miguel Macedo
    From Wikipedia, the free encyclopedia
    Miguel Macedo
    Minister of Internal Administration
    Incumbent
    Assumed office
    June 21, 2011
    President Aníbal Cavaco Silva
    Prime Minister Pedro Passos Coelho
    Preceded by Rui Pereira
    Member of Parliament
    for Braga
    In office
    August 13, 1987 – April 4, 2002
    Incumbent
    Assumed office
    March 10, 2005
    Personal details
    Born 6 June 1959 (age 53)
    Braga
    Political party Social Democratic Party
    Profession Lawyer
    Miguel Macedo (Braga, 6 June 1959)[1] is a Portuguese lawyer and politician, and the current Minister of Internal Administration.
    He received his degree in law from the University of Coímbra[2]
    [edit]Political career

    A-C, este tem contribuido muito para o PIB:
    .
    Miguel Macedo was the leader of JSD, the youth wing of PSD.[3] His first experience in the government was in the first cabinet of Cavaco Silva as Junior Secretary of State of Minister Couto dos Santos between 1990 and 1991.[3] Afterwards he became active in local politics and was elected city councilor of Braga, from 1993 to 1997.[2] In 2002, he returned to national politics with the PSD as State Secretary of Justice under Minister Celeste Cardona and Minister José Pedro Aguiar-Branco.[3] He was the Deputy of Braga from 1987 to 2002, and again from 2005 onwards.[1]
    When Passos Coelho was elected president of PSD, Miguel Macedo was elected leader of Parliament.[3] His negative vote for the approval of the Programa de Estabilidade e Crescimento [Stability and Growth Program] (PEC) of the current president at that time, José Sócrates, meant the fall of his government and the call for the anticipated elections.[3]

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  12. Portela Menos 1 permalink
    2 Outubro, 2012 21:33

    A-C, este tem contribuido muito para o PIB:
    .
    Miguel Macedo was the leader of JSD, the youth wing of PSD.[3] His first experience in the government was in the first cabinet of Cavaco Silva as Junior Secretary of State of Minister Couto dos Santos between 1990 and 1991.[3] Afterwards he became active in local politics and was elected city councilor of Braga, from 1993 to 1997.[2] In 2002, he returned to national politics with the PSD as State Secretary of Justice under Minister Celeste Cardona and Minister José Pedro Aguiar-Branco.[3] He was the Deputy of Braga from 1987 to 2002, and again from 2005 onwards.[1]
    When Passos Coelho was elected president of PSD, Miguel Macedo was elected leader of Parliament.[3] His negative vote for the approval of the Programa de Estabilidade e Crescimento [Stability and Growth Program] (PEC) of the current president at that time, José Sócrates, meant the fall of his government and the call for the anticipated elections.[3]

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  13. tric permalink
    2 Outubro, 2012 21:34

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  14. anti-comuna permalink
    2 Outubro, 2012 21:36

    Portela, entre esse tipo e o Jerónimo, qual a diferença? O Jerónimo alguma vez trabalhou na vida? O gajo foi quase toda a vida sindicalista. Andou a viver á custa de quem mesmo trabalha. ehehheh
    .
    .
    Sindicalistas em Portugal? Na terminologia marxista: feitores que apascentam e oprimem os trabalhadores, que deles retiram o seu viver. ehehheh

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  15. malpica permalink
    2 Outubro, 2012 21:37

    Sr Miranda não dá para convencer os srs Passos e Cavaco a festejar a data do 5 de Outubro, na Praça do Comércio? Seria uma boa oportunidade para avaliar o sentir republicano do povo português.
    .

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  16. anti-comuna permalink
    2 Outubro, 2012 21:45

    O PCP anda a sabotar a economia portuguesa: http://tinyurl.com/8bk38h2

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  17. tric permalink
    2 Outubro, 2012 21:49

    A TSU é uma medida para 2013…era…amanhã Gaspar tem é que falar das medidas que vai aplicar para chegar aos 5% do defice…foi isso que o Governo foi negociar em Bruxelas antes de discutir com a Nação…este Governo é só intrujas…amanhã o Governo vai comunicar, tem que comunicar, como vai conseguir chegar aos 5%!! a TSU era uma medida de impacto praticamente nulo para o Estado…uma medida equivalente, é uma medida de igual impacto !! agora a maior intrujice, será associar as medidas para chegar aos 5% do defice com o abandono da TSU ( que segundo o Governo, praticamente tinha um impacto nulo nas contas do Estado…) ! campanha que se passa em Portugal, das maiores intrujices propaganda pela comunicação social, é estarem a associar a medidas extraordinarias para chegar aos 5% com o abandono da TSU…um Primeiro-Ministro que age e permite que o Governo actue desta forma, deve ser imediatamente demitido…sem pestanejar!!

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  18. javitudo permalink
    2 Outubro, 2012 21:50

    A-C, a sabotagem dos comunas vem nos livros.
    A campanha em curso condiz com o provérbio chinês: “As más companhias são como um mercado de peixe, acabamos por nos acostumar ao mau cheiro”. Os tugas desprevenidos não se apercebem sequer das amostras dos suv.
    No tempo e nos lugares que escravizaram eles não eram meigos para com sabotagem económica.
    É pena não sabermos mais sobre o arquivo Mitrokhin onde se revela que o KGB enterrou rádios, armas e explosivos em esconderijos espalhados por toda a Europa e Estados Unidos como parte de um plano soviético para sabotar condutas, centrais eléctricas, cabos de alta tensão, barragens, reservatórios e outras instalações na eventualidade de uma guerra.
    O jeróimo e o inquisidor são uns meninos ao pé dos profissionais. Sobra-lhes na língua o que lhes falta no crime.
    Aspiram a aprendizes de feiticeiro, mas os tempos também não vão bons e já é difícil encontrar dementes como o otelo.

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  19. anti-comuna permalink
    2 Outubro, 2012 21:54

    “No tempo e nos lugares que escravizaram eles não eram meigos para com sabotagem económica.”
    .
    .
    E continuam a ser. Basta ver a Koreia do Norte ou Cuba.
    .
    .
    A população tem é que tomar consciência que os comunistas querem rebentar com a economia portuguesa e atirar as culpas para cima da direita. Porque, quem sofre, são as populações, não são os própios comunistas ou até mesmo os gajos do governo.

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  20. tric permalink
    2 Outubro, 2012 21:58

    O Primeiro-Ministro vai fugir de Portugal e não vai anunciar publicamente as medidas extraordinárias para chegar aos 5%…inacreditável…

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  21. 2 Outubro, 2012 21:58

    ” já é difícil encontrar dementes” — Não é nada!… LoL

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  22. tric permalink
    2 Outubro, 2012 21:59

    a culpa de não chegarmos aos 5% é a da TSU…

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  23. tric permalink
    2 Outubro, 2012 22:04

    foi negociar, com bruxelas a TSU !!?? foi…foi…como chegar aos 5%…o Governo foi dizer a Bruxelas quais as medidas extraordinárias para chegar aos 5%…andarem a atirar com a TSU para os olhos, mostra bem a natureza destes gajos…

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  24. tric permalink
    2 Outubro, 2012 22:08

    e da comunicação social que andou nos últimos dias, a vender a filme ” a culpa é da TSU…” !

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  25. malpica permalink
    2 Outubro, 2012 22:18

    Eu não acredito que o Blasfémias não saiba quem é Hervé Falciani. O homem pode ter dados que implique uma rceita para o fisco português, superior à taxa da TSU. A França já caçou 1200 milhões de euros, e ainda a procissão vai no adro.

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  26. fred permalink
    2 Outubro, 2012 22:40

    Coelho segura-se na prancha
    Não há ondas
    A maré está baixa
    Arranjou um Gaspar expiatório
    Um Borges de piranha
    Mas o povo não relaxa
    Volta a dizer basta
    Não se deixa enrolar
    Por artimanha tão baixa
    Um não é um não!
    E o povo já disse basta
    Vai jorrar sangue laranja na baixa

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  27. 2 Outubro, 2012 22:51

    Hoje o nosso Primeiro-Ministro Passos Coelho e o seu assecla Víctor Gaspar foram à Europa negociar mais qualquer coisa, que, como todos sabemos, não é mais do que um baixar de calças que mete dó. São tão pouco patriotas que até o azeite que levam deve ser importado…

    Depois ouvem-se grandes “ahhhhh” quando na Europa se fala em criar alternativas e o nome de Portugal é, por defeito, excluído…David Cameron sabe porque o fez e a pobre coitada da Direita portuguesa continua tapadinha como sempre…

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  28. A. R permalink
    2 Outubro, 2012 22:57

    Não há almas indignadas pelo apelo à violência do Arménio Carlos na maior manifestação de sempre no terreiro do paço?

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  29. Portela Menos 1 permalink
    2 Outubro, 2012 23:09

    depois da “abstenção violenta” a “abstenção equidistante”….
    http://www.ionline.pt/portugal/mocao-censura-ps-deve-abster-se-ser-equidistante-neoliberalismo-neomarxismo

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  30. trill permalink
    2 Outubro, 2012 23:13

    pena que não haja um link para o artigo do Paulo Morais sobre as fundações, hoje no CM. Em dado passo escreve qq coisa assim: porque a prima da prima do ministro lá o convenceu que aquela fundação é mesmo muito útil…

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  31. anti-comuna permalink
    2 Outubro, 2012 23:13

    A sabotagem económica do PCP:
    .
    “De acordo com Luis Venâncio, da Federação de Sindicatos de Transportes e Comunicações (Fectrans), afeta à CGTP, os trabalhadores vão realizar um plenário em frente às instalações da empresa em Cascais, às 9h, seguida de uma marcha até às instalações da Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) em Sintra.

    “Exigimos melhores condições de trabalho. A Scotturb teve um lucro de 1,5 milhões de euros no ano passado e continua a não investir nos trabalhadores e em equipamentos”, disse o sindicalista à agência Lusa.”
    .
    in http://www.publico.pt/Economia/trabalhadores-da-scotturb-em-greve-a-partir-das-3h-de-quartafeira-1565585

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  32. Sebastien De Vries permalink
    2 Outubro, 2012 23:15

    …quando chega o tal momento, o do império do medo, deixam transparecer sinais de magma ou de energia acumulada que, prestes a libertarem-se, não são mais do que vesúvios adormecidos.
    …em breve nas vossas ruas…o Estado Social dá hoje para escravizar o amanhã: não há dinheiro.

    Hoje às 15 00h. vamos para a 2ª estação nos Mistérios Dolorosos deste rosário.
    Como o meu antepassado, galês de avô, no Montana, …ferro e tiro…pela propriedade e pela vida.

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  33. Portela Menos 1 permalink
    2 Outubro, 2012 23:30

    uma ajuda para A-C dormir descansado:
    http://www.publico.pt/Pol%C3%ADtica/seguro-recusa-votar-a-favor-das-mocoes-de-censura-do-pcp-e-be-1565595

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  34. tric permalink
    3 Outubro, 2012 00:46

    “Vítor Gaspar explica hoje medidas para substituir alterações à TSU”- Publico
    .
    Vitor Gaspar vai decretar hoje quais as medidas extrordinarias que os portugueses vão pagar pelos erros clamorosos da suas previsões…as medidas extraordinárias para 2012!!??? TSU…inacreditável !!…

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  35. A C da Silveira permalink
    3 Outubro, 2012 01:08

    A comunagem que frequenta este blog não fala do “Congresso das Alternativas” que vai ter lugar no proximo 5 de Outubro na Aula magna? Ou não foram convidados?
    O Daniel Oliveita tem andado excitadìssimo com o assunto lá no blog dele, O Arrastão, mas há dias que não fala nisso. Será que não tem clientes?

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  36. amador permalink
    3 Outubro, 2012 01:21

    Pai perdoai-lhe pois nao sabem o que fazem ou o que dizem…

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  37. Francisco Colaço permalink
    3 Outubro, 2012 07:10

    A sabotagem económica é a primeira fase da luta Comunista, conforme descrota por V. I. Ulianov, conhecido pelo seu nome de guerra. Foi aplicada com afinco e mestria desde 1912 na Rússia, atacando-se comboios de mercadorias, fábricas e paralizando fábricas e portos e a linha férrea.
    .
    Ainda está por provar que a alteração da ditadura dos Romanov para a ditadura dos Sovietes tenha sido um salto de liberdade. Os números de mortes e de execuções sumárias durante a luta entre os brancos e os vermelhos e depois do estabelecimento do regime comunista indicam precisamente o oposto.
    .
    A Rússia apenas sentiu um ar de liberdade após 1985, com Gorbachov. Em 1992 a transição democrática iniciava-se, com um período de caos económico que ceifou milhões de vidas. Hoje a Rússia tem liberdade económica e cresce, talvez não os 4% que anuncia, mas cresce muito o PIB per capita, visto que a população contrai rapidamente.
    .
    Os frutos da aplicação marxista foram a miséria, a repressão, o compadrio, a desigualdade, a prepotência, a ineficiência, o desperdício e algumas das anedotas políticas mais engraçadas, contadas pelo fantástico povo soviético nas cozinhas, como forma de mitigar a opressão e viver em sanidade.

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  38. Ricciardi.b permalink
    3 Outubro, 2012 08:22

    A baixa da TSU da parte das empresas atraves da subida da TSU nos trabalhadores é tão RIDICULA quanto ridiculo seria BAIXAR a TSU nas empresas financiando essa descida com uma subida no IRC.
    .
    Há coisas que não são admissiveis. Nem argumentando racionalidade economica. Um Judeu devia ser morto com uma bala ou numa camara de gas? enterrado ou quiemado? qual as melhores soluções finais?
    .
    Quer dizer, estas perguntas não tem resposta. E se a resposta for economica estamos lixados.
    .
    Se o estado percepciona (erradamente) que os custos laborais devem descer nas empresas e se para isso muito contribuem os impostos ecessivos sobre o factor trabalho, o que tem a fazer é simples: poupar, não desperdiçar, controlar a despesa para ter folga suficiente para baixar a TSU.
    .
    Baixar a TSU só resulta se a mesma for financiada com cortes na despesa do estado. oO resto é conversa ideologica.
    .
    Rb

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  39. Fernando S permalink
    3 Outubro, 2012 08:31

    O Pais viveu e vive acima das suas possibilidades. O Estado, naturalmente. O Estado gastou directamente e distribuiu rendimento e riqueza por muitas familias e empresas. Mas não foi apenas o Estado. O conjunto dos portugueses, Estado, familias e empresas, consumiu para além do que a economia podia produzir e suportar.
    .
    Por isto mesmo, agora, o pais tem de apertar o cinto : o Estado tem de gastar menos, as familias teem de consumir menos, as empresas teem de reduzir recursos ou mesmo fechar.
    Podem-se discutir as modalidades e os ritmos. Mas o resultado tem de ser menos consumo privado, mais recessão, mais desemprego. Não ha alternativa. Ou antes, ha : a bancarrota, a desvalorização brutal, o empobrecimento absoluto e duradouro.
    .
    Apenas depois de efectuados os ajustamentos indispensaveis na economia é então possivel pensar numa inversão de tendencia e numa retoma do crescimento em termos sustentaveis.

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  40. Tiradentes permalink
    3 Outubro, 2012 08:32

    “Ai ai ai que vêem aí os comunistas que comem criancinhas ao pequeno- almoço”.
    Seria bom de dizer que esta frase só beneficia os próprios.
    Os comunistas não comem criancinhas ao pequeno. almoço. Comem adultos, homens e mulheres, ao almoço, ao lanche e ao jantar.
    Só assim se explica o número de caveiras que o regime deixou para trás, aproximado daquele que a II grande guerra deixou, e isto, numa “paz interna”,nas inúmeras purgas, politicas económicas de fome, deportações siberianas, hospitais psiquiátricos …..
    No final do regime deixaram todo um povo na miséria material e moral que levará séculos a recuperar.
    A título exemplificativo na Polónia deviam criar um monumento com as 7000 caveiras dos oficiais chacinados para que o seu amiguinho alemão pudesse invadir o país de forma mais expedita enquanto eles tentavam ocupar a Finlãndia.

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  41. Tim permalink
    3 Outubro, 2012 08:33

    Já percebemos que para o JM quanto pior melhor…

    Ou seja, para o JM bom mesmo era não preservar as relações laborais e lixar à mesma o trabalhador…

    Um modelo curioso de sociedade laboral…

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  42. ricciardi permalink
    3 Outubro, 2012 08:40

    Fernando S,
    .
    Nao é o consumo q tem de baixar. Sao as importacoes.
    .
    Esse é exactamente o grande erro deste programa de ajustamento. É a politica do ARRASTAO. Vai tudo nas redes. O que interessa e o que nao interessa. As impostacoes baixam, mas as empresas que as substituem tambem vao nas redes. É pior a emenda que o soneto.
    .
    Por isso é q o desemprego nao para de subir. Por isso é que a producao industrial baixa constantemente. Por isso é que o volume de negocios na industria baixa todos os trimestres.
    .
    Interessa baixar a TSU nas empresas exportadoras? Que se faça uma medida dedicada. Por que é que seriam as empresas rentistas, bancos e ademais rendeiros da nacao a beneficiar com a medida?
    .
    Rb

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  43. piscoiso permalink
    3 Outubro, 2012 08:43

    Nada de novo.
    O “anti-comuna” diz que a culpa é dos comunistas.
    Se fosse “anti-tabaco” diria que a culpa era dos fumadores.

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  44. Fernando S permalink
    3 Outubro, 2012 08:50

    ricciardi,
    .
    Para baixar as importações é preciso baixar o consumo privado. A não ser que esteja a defender uma qualquer forma de proteccionismo aduaneiro.

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  45. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 08:55

    Há qualquer coisa de estranho no país. Ele está a ficar irreconhecível. Outro exemplo para o demonstrar?
    .
    Ontem o Benfica perdeu em casa e não os seus dirigentes queixarem das arbitragens.
    .
    .
    Há algo de anormal em Portugal. Se até os diriegntes benfiquistas perdem e aceitam como normal estas derrotas sem atirar as culpas para cima dos outros… O país não está a funcionar como é costume.
    .
    .
    Que se passa com o país?

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  46. Fernando S permalink
    3 Outubro, 2012 08:59

    ricciardi,
    .
    Porque é que as empresas que podem substituir importações “vão na rede” ?
    A baixa no consumo privado altera o padrão de repartição do consumo : menos consumo de produtos importados mais sofisticados e mais caros ; mais consumo de produtos nacionais mais ecessiveis.
    As empresas que ja produzem estes produtos podem aumentar volumes. Outras que não os produziam, incluindo as dos sectores não transaccionaveis, podem reconverter-se e passar a faze-lo.
    Os recursos de muitas das empresas dos sectores não transaccionaveis, que são as que mais sofrem com a queda do consumo global e que acabam por fechar, podem ser transferidos para actividades produtoras de bens para o mercado interno que passaram a ter maior procura devido à alteração no padrão global de consumo. Por exemplo, na agricultura, os produtores de peras e maçãs nacionais poderão substituir a importação de mangas, papaias e cocos.

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  47. Fernando S permalink
    3 Outubro, 2012 09:12

    ricciardi,
    .
    A baixa da TSU para as empresas dava precisamente uma margem financeira importante para as empresas ajustarem os respectivos planos de actividade no sentido de fornecerem produtos para os quais ha procura solvavel, procura interna resultante da substituição de importações e procura externa.
    .
    Uma baixa selectiva da TSU para as empresas exportadoras e produtoras de transaccionaveis para o mercado interno ?
    A intenção é boa. Mas é impraticavel. Ou melhor, seria complicado, exigiria uma maquina burocratica bestial, acabaria por ser furada por todos os lados, iria no sentido errado de uma discriminação entre empresas. Mais vale aplicar a medida a todas as empresas e deixar que estas façam livremente os ajustes necessarios para se adaptarem às novas condições nos respectivos mercados.
    Muitas empresas “protegidas” do sector não transaccionavel beneficiariam também com a medida ?
    Talvez, num primeiro tempo. Mas seria sol de pouca dura se não alterassem os seus modelos de negocio. Com o ganho na TSU poderiam baixar os respectivos preços de venda sem perder margem. O que seria globalmente benéfico para o conjunto da economia.

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  48. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 09:16

    Caro Fernando, o que o Ricciardi precisa é de “coltura”.
    .
    .
    E coltura neo-keynesaiana, claro: http://tinyurl.com/9lh5ko5
    .
    .
    O Rui Gomes da Selva já abriu a boca? Ou o país está mesmo a ficar irreconhecível? Estranho país este. Já não o consigo entender…

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  49. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 09:16

    “Uma baixa selectiva da TSU para as empresas exportadoras e produtoras de transaccionaveis para o mercado interno ?”
    .
    .
    Provavelmente viola os Tratados europeus. Duvido que fosse praticável.

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  50. tric permalink
    3 Outubro, 2012 09:32

    Quais é que vão ser a medidas extraordinarias para que em 2012 o Governo cumpra a meta do defice, é isso que o Gaspar vai anunciar hoje!! TSU…

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  51. tric permalink
    3 Outubro, 2012 09:35

    manter a previsão dos efeitos da TSU na ecónomia é mesma lógica estupida de quem previu aquelas receitas para OE2012, cujas consequências é mais medidas extraordinarias para pagar burrices alheias…

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  52. PMP permalink
    3 Outubro, 2012 09:37

    Já passaram 16 meses desde o programa da Troika e o resultado é um desastre :
    .
    PIB menor, divida maior, desemprego elevadissimo, receita fiscal menor.
    .
    Só não vê que a receita não funciona quem não quer ver.
    .
    PSD e CDS a preparar um vitoria estrondosa da esquerda nas proximas eleições .

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  53. Francisco Colaço permalink
    3 Outubro, 2012 09:38

    Anti-Comuna,
    .
    O ajustamento humilha. Pessoas com quem me reúno (igreja) falam frequentemente daquilo a que chamamos o ciclo do orgulho:
    .
    1) As pessoas são industriosas e enriquecem, trabalham e conseguem bens materiais e propósito para as suas vidas;
    2) Ao enriquecer, tornam-se orgulhosas, procuram as riquezas por si, desprezam os outros, presumem-se incapazes de cair, acham que são inteligentes e que vão durar para sempre;
    3) Insustentável a fase 2, caem, empobrecem e basicamente lixam-se;
    4) No estertor da miséria ou mudam ou fenecem; Se mudam, voltam a 1; se não, serão mais uma referência nos anais da história, como o foi o império romano ou os portugueses de 1500.
    .
    A fase da mudança de comportamentos passa, como sabemos nas formações de ensino de adultos, pelas fases de conformação, introspecção, reacção, planeamento e execução (a tal mudança).
    .
    Diria que estamos no início da fase 3, a qual começou no fim de 2010. Talvez o Anti-Comuna esteja a perceber um cheirinho de fase 4, que inevitavelmente se inicia pela fase de conformação.

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  54. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 09:44

    Caro Colaço, talvez tenha razão. Mas isso aplica a al-Ushbuna, não é?
    .
    .
    Repare que o resto do país sabe que tem de trabalhar para dar a volta à crise. Na “capital do império” ainda sonham que o consumo leva ao trabalho, quando a ordem é inversa. 😉
    .
    .
    Veja o PMP. Outro lírico. Acha que o caminho não leva a lado nenhum. Porquê? Acha que trabalhar não é preciso, o que importa é consumir. eheheheh
    .
    .
    Os nazis tinham alguns slogans curiosos. “O trabalho liberta!” Estas novas aves raras dizem: o consumo liberta. hahahahahah
    .
    .
    Só não os liberta da dívida e ficam escravos para sempre.

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  55. 3 Outubro, 2012 09:44

    A CRP proibiu o fascismo mas permitiu a mãe de todos os fascismos, que é o marxismo comunista.
    Hoje vemos a agenda dos comunistas, todos os comunistas, a ser cumprida e como diz o A. C. a sabotagem da economia portuguesa é uma das primeiras consequências da sua ação.
    A sua ação leva ao empobrecimento geral e ao embrutecimento acabando, por fim, na escravidão…

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  56. tric permalink
    3 Outubro, 2012 09:44

    TSU…mais impostos para uma medida que vai ter um impacto nulo nas micro-pequenas e médias empresas, ou seja, continuarão a cair que nem tordos cuja consequência será maior acelaramento para a destruição emprego…mas mais importante, é saber quais vão ser as medidas extraordinarias que vão ser aplicadas até ao final deste ano, para cumprir o defice !!! essa é que é essa..

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  57. tric permalink
    3 Outubro, 2012 09:46

    “Os nazis tinham alguns slogans curiosos. “O trabalho liberta!” Estas novas aves raras dizem: o consumo liberta. hahahahahah”
    .
    não…estes dizem, a fome liberta…com a miséria em Portugal a aumentar a uma velocidade alucinante…só pode ser…a fome liberta…Judeus!!!

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  58. Fernando S permalink
    3 Outubro, 2012 09:51

    PMP : “Já passaram 16 meses desde o programa da Troika e o resultado é um desastre : PIB menor, divida maior, desemprego elevadissimo, receita fiscal menor.”
    .
    16 meses é pouco tempo, curto prazo. O programa é para ser aplicado e continuado ao longo de varios anos. Os efeitos positivos serão progressivos (ja os ha : balança comercial, confiança dos mercados, etc) e mais fortes a médio/longo prazo.
    O resultado era perfeitamente previsivel a curto/médio prazo. A economia tinha mesmo de entrar em recessão com as consequencias inerentes. As negativas. Mas também as positivas. O crescimento da divida é inevitavel enquanto o déficit for negativo. Obviamente. Mas esta a ser reduzido, apesar da baixa nas receitas fiscais e do aumento das despesas sociais em resultado da recessão.
    Mas o mais importante são as alterações no modelo economico : menos despesa publica ; menos procura de não transaccionaveis e mais procura de transacionaveis ; baixa do custo do trabalho ; menos dependencia do crédito ; mais flexibilidade nos mercados ; etc.

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  59. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 09:58

    O PMP é um pobre analfabeto funcional. Faz-me lembrar os acólitos do Mugabe e a sua teoria que o dinheiro poderia ser fabricado à vontade do freguês. ehehheheehh
    .
    .
    Ele precisa de refrescar um bocado as ideias: http://www.reuters.com/article/2012/06/25/baltics-crisis-idUSL3E8HN07E20120625

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  60. PMP permalink
    3 Outubro, 2012 09:59

    Fernando S,
    .
    O programa da Troika / Passos / Borges / Gaspar é uma fantasia.
    devia ter sido revisto logo no fim de 2011, quando existiu o acordo de redução de 50% da divida da Grécia.
    .
    Fazer o PIB descer 6% em três anos é uma estupidez monumental, ainda por cima com a divida publica a aumentar e com a despesa praticamente intacta, com excepção das medidas excepcionais de corte nos subsidios !
    .
    Só se pode explicar por ignorância sobre o funcionamento da economia ou então porque se pretende impôr uma ideologia á força.
    .
    O resultado vai ser uma recessão continuada e uma derrota estrondosa do PSD nas próximas eleições que terão de ser antecipadas tanta incompetência demonstrada pelo governo.
    .
    Não existe alternativa a um programa de acelaração das exportações e de substituição de importações que permita o crescimento do PIB, ou então a uma renegociação da divida em valor, prazo e juros, tal como na Grécia.

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  61. PMP permalink
    3 Outubro, 2012 10:00

    O AC continua na sua senda de disparates , ainda pensa que o dinheiro vem das minas e metarlugias.
    .
    Está para aí uns 100 anos desfasado da realidade.

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  62. Francisco Colaço permalink
    3 Outubro, 2012 10:03

    Anti-Comuna, Ricciardi,
    .
    Vou dar 50% de razão a ambos. Aliás, dou 100% de razão a ambos. O Anti-Comuna explica-se muito bem, o Ricciardi tem razão, porém ao se tentar explicar mete os pés pelas mãos.
    .
    Vejamos se o Colaço pode explicar melhor as virtudes da posição do Mr. R. Se o Mr. R aceita ou não a explicação, pode dar a mocada na cabeça quando quiser.
    .
    O PIB pode ser formado vendo o consumo, o rendimento ou a produção. Quando vemos na óptica do consumo, temos basicamente que:
    .
    PIB = Despesa pública + Despesa privada + Importações – Importações + Termos menores
    .
    As exportações e as exportações andam a valer cerca de 37% do PIB, ou cerca de 1/3. O consumo total é a soma importações com as despesas públicas e privadas (esqueçam os termos menores, como o investimento, para o argumento).
    .
    Ora bem, façamos o exercício de substituir 1/3 das importações por produção nacional. O consumo seria o mesmo, MAS o PIB aumentaria 1/9, ou cerca de 11%. Na verdade o PIB aumentaria cerca de 13% ou 14% porque seriam gerados empregos. Penso que aqui estamos consensuais.
    .
    Como fazemos com que seja produzido mais em Portugal em vez de importar? Há vários caminhos:
    .
    1) Taxas aduaneiras: impossível pelos acordos internacionais; aumenta o contrabando; teríamos retaliações comerciais graves.
    2) O Estado cria unidades industriais para produzir o que se importa: lá voltávamos a 75 e às falências em massa de empresas nacionalizadas.
    3) Os PORTUGUESES aceitam VOLUNTARIAMENTE comprar apenas o que tem rótulo e fabricação portuguesa. Em vez de irem às chafaricas chinesas ou às para-chinesas do Belmiro, do Soares dos Santos e dos Mosquiteiros, compram na chafarica da esquina, a qual compra principalmente e quando pode a agricultores locais, os bens alimentares frescos.
    .
    Com 3), não há retaliações comerciais possíveis e os contentores chegarão vazios para voltarem cheios. Mais, o facto de se fazerem empresas locais que se fortalecerão irá mais cedo ou mais tarde aumentar as exportações.
    .
    Estão a ver os portugueses a fazer isso de desistir das lojas de chineses? Aqui está o problema. Pois pergunto, sem querer atirar pedras, quem de nós não vai há mais de três meses a uma loja de chinês (eu não fui, mas fui às para-chinocas, e posso por isso levar meia mocada do Ricciardi).
    .
    Expliquei-me bem?

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  63. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 10:03

    Sim, sim. Os gajos do Zimbabwe também eram tótós como Vc. E viu-se o resultado.
    .
    .
    Ma so caso mais virulento foi o nazismo nascido do ovo da serpente: impressão monetária: http://2.bp.blogspot.com/-2FxwYpNGgqI/T7uBZIZ4IKI/AAAAAAAACLo/mKVb0x_z97U/s1600/wheelbarrows-of-deutschmarks.jpg
    .
    .
    Se Vc. for nazi e desejar o nazismo na europa, compreende-se a sua obsessão pela impressora. mas era de lhe espetar com tinta preta pela carola abaixo e um monte de penas de galinha no focinho. 😉 E via o dinheirinho de outra forma, não? ahahahahah
    .
    .
    Olhe, nos USA os gajos imprimem que se farta e a economia está quase a afundar-se totalmente. Agora andam desesperados a imprimir para manter o corpo á tona da água. Um dia destes…

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  64. PMP permalink
    3 Outubro, 2012 10:04

    Do artigo do AC,

    “The other side of the story is not far away from the factory in the housing estate surrounded by overgrown vegetation, in hospitals and schools falling apart, and a fall in wages that has had thousands, including middle class professionals, receiving food parcels from the Samaritans. The Baltics have some of the highest income inequalities in Europe.
    .
    “Policymakers concede there were many special cases in the Baltics that set it apart. Public debt was far lower and there was a degree of political consensus. Latvia needed a 7.5 billion euro bailout, around a third of its GDP. The equivalent would be unaffordable for southern Europe.
    .
    “By 2014, his government will face payments on Latvia’s public debt, which increased from 10 percent of GDP to more than 40 percent during the crisis. This could act as a drag on growth.
    His government is now pushing for five percentage point cuts in income tax, a move that has international officials worried that Latvia is spending more than it should.

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  65. Francisco Colaço permalink
    3 Outubro, 2012 10:04

    Resumido, as nações lixam-se quando o Estado quer mudar o povo e consertam-se quando o povo muda o Estado.

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  66. PMP permalink
    3 Outubro, 2012 10:07

    O AC está cada vez mais totó , só diz disparates.
    .
    Então os EUA são como o Zimbawe ? Anda mesmo na Lua o AC.
    .
    Então os Nazis não ganharam as eleições em 1933 , depois de 4 anos de austeridade ?
    .
    AC , aprenda e deixe-se de conversa da treta .

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  67. Francisco Colaço permalink
    3 Outubro, 2012 10:08

    PMP,
    .
    «Latvia needed a 7.5 billion euro bailout, around a third of its GDP. The equivalent would be unaffordable for southern Europe.»
    .
    Talvez seja melhor responder em língua de economês, já que o que se diz em português parece não mover consciências: Portugal has had a bailout of nearly HALF it’s GDP. Over a third it well was.

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  68. PMP permalink
    3 Outubro, 2012 10:09

    O AC anda mesmo na Lua !
    .
    Olhem esta do INE de hoje : “Ainda assim, em termos homólogos, as vendas recuaram 6% em termos homólogos, o pior registo na União Europeia (UE),
    Em relação a Agosto de 2011, Portugal registou a maior queda (6%), seguido por Malta (5,4%),

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  69. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 10:09

    “Com 3), não há retaliações comerciais possíveis e os contentores chegarão vazios para voltarem cheios. Mais, o facto de se fazerem empresas locais que se fortalecerão irá mais cedo ou mais tarde aumentar as exportações.”
    .
    .
    Mas existem limites, caro Colaço. Mas se os produtos portugueses forem bons e os preços competitivos, deve-se semp5re consumir o que é português. Sempre. E a qualidade deles é melhor do que muitos pensam e julgam.
    .
    .
    Mas os limites existem. E aí o Fernando tem razão. Por exemplo, só mesmo consumindo menos gasolina é que podemos impedir a importação de crude para satisfazer o consumo interno.
    .
    .
    Mas há outro ponto que é importante dizer: entender o dinheiro. E o tempo que o afecta. E aí, estimular o consumo ou até mesmo a procura (interna ou global, pouco interessa) pode levar na mesma ao colapso económico. Porque, o consumo financiado pelo crédito é o pior deles, porque é sempre menor que o consumo gerado a partir de rendimentos ou da poupança. É uma questão de matemática. Daí que o consumo estimulado artificialmente é bastante perigoso. (Tese central da chamada “escola austriaca”, que tem razão nalguns pontos mas depois falha noutros clamorosos, como acreditar que só o crédito é que provoca bolhas financeiras e que este só é criado pela banca comercial.)
    .
    .
    Os americanos também estão sempre a tentar o consumo. E estão a dar o berro.

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  70. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 10:11

    “Então os Nazis não ganharam as eleições em 1933 , depois de 4 anos de austeridade ?”
    .
    .
    Que austeridade? Há-de me dize onde aprende o chorrilho de disparates que prega por aí. É muito triste ao que Vc. chegou, amigo. Desconfio que o amigo é nazi, caraças. Gulp!

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  71. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 10:13

    “Resumido, as nações lixam-se quando o Estado quer mudar o povo e consertam-se quando o povo muda o Estado.”
    .
    .
    ahahhahahah
    .
    .
    Não tenhamos dúvidas nenhumas.

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  72. Fernando S permalink
    3 Outubro, 2012 10:14

    PMP : “com a divida publica a aumentar e com a despesa praticamente intacta,…”
    .
    Ainda me lembro quando o PMP defendia mais Estado Social e mais investimento publico com mais déficit e mais divida … para compensar a queda no consumo privado e o défict de procura externa e assim evitar a queda do PIB …
    Agora é menos despesa publica e menos impostos …
    Vale tudo !

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  73. PMP permalink
    3 Outubro, 2012 10:17

    O AC é mesmo totó ou então anda por aqui a brincar com a malta (eu acho que é isso mesmo !)
    .
    Então os Nazis não ganharam em 1933 ?
    .
    “Heinrich Brüning was Chancellor of Germany during the Weimar Republic from 1930 to 1932. He was the longest serving Chancellor of the Weimar Republic.
    Shortly after Brüning took office he was confronted by an economic crisis caused by the Great Depression. Brüning responded with tightening of credit and a rollback of all wage and salary increases. These policies increased unemployment and made Brüning highly unpopular, losing him support in the Reichstag.
    .
    “As unemployment continued to rise, his cuts in welfare and reductions of wages combined with rising prices and taxes, increased misery among workers and the unemployed. This gave rise to the quote: “Brüning verordnet Not!” (Brüning decrees hardship), alluding to his measures being implemented by “Notverordnung”.
    These effects undermined the support of the Social Democrats for the government and the liberal and conservative cabinet members favoured opening the government to the right. President Hindenburg, pushed by his camarilla and military chief Kurt von Schleicher, also advocated such a move and insisted on a cabinet reshuffle and especially the resignation of ministers Wirth and Guérard, both from the Centre Party.

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  74. PMP permalink
    3 Outubro, 2012 10:22

    Fernando S,
    .
    Você deve estar a confundir-me com outro.
    .
    O que sempre defendi é que em paralelo com a redução da despesa pública superfula e burocratica, através de eliminação de dezenas de entidades e milhares de chefias publicas, seria indispensável uma estratégia de apoio às exportações e à substituição de importações.
    .
    Essa estratégia poerdia ser copiada em parte da Alemanha e da Coreia do Sul e da Dinamarca e do Estado Novo.
    .
    manter a maluquice da austeridade a qualquer preço não resulta porque o governo vai para casa mais cedo do que o tal horizonte de recuperação de que fala, mas que nunca chegará nos próximos dois anos, a menos que o governo mude de vida !

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  75. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 10:22

    PMP, leia mais um bocadinho. E não, não é propaganda nazi: http://www.recercat.net/bitstream/handle/2072/451/305.pdf?sequence=1
    .
    .
    Os ingleses também viram a sua economia a crashar mas não elegeram o nazismo. O que diferiu a Inglaterra da Alemanha, em circunstâncias semelhantes? Queda na produção, quedas salariais (não impostas pelo Estado, pois este até fez coisas do aroco da velha), etc. ambos os países sofreram esses problemas. A Alemanha imprimiu ao máximo para, tanto pagar as contas internas como externas. E deu origem ao nazismo.
    .
    .
    O PMP é nazi?

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  76. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 10:24

    “Essa estratégia poerdia ser copiada em parte da Alemanha e da Coreia do Sul e da Dinamarca e do Estado Novo.”
    .
    .
    Bolas, não foi apenas há dias que Vc. estava contra o governo e o Passos Coelho por causa da TSU e dos impostos, que dizia que ia baixar a procura interna. lololol
    .
    .
    Vc. quanto mais abre a boca, mais se enterra. Sem falar o que Vc. defende no blogue das biblias, que contradiz o que Vc. agora defende. É muito triste, amigo. Muito triste.

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  77. piscoiso permalink
    3 Outubro, 2012 10:39

    Depois há aí um cromo de laço, a classificar os outros comentadores com percentagens de razão.
    A sua razão vem desta fórmula:
    PIB = Despesa pública + Despesa privada + Importações – Importações + Termos menores

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  78. ricciardi permalink
    3 Outubro, 2012 10:41

    Claramente Fernando. Sair de um espaco economico que os atrapala a vida. Sair da zona euro. Nem é tanto porcausa da moeda em si que partilhamos, embora esse já fosse motivo suficientemente importante para sairmos. Mas é tambem pelo qe essa moeda proporciona e proporcionou. O EURO proporciono uma EURIBOR cujas taxas dependem de uma media de taxa de cednecia de bancos estrangeiros que seguem o ritmo das taxas orientadoras do BCE. Em suma adoptamos taxas que nao tem NADA a ver com a nossa economia. E isso gerou disparates. O primeiro foi um endividamento galopane que está na origem de TODOS s problemas nacionais. Para resolver este problema nao é contornando o mesmo que se resolve a coisa. Fingir que ele nao existe. Nao, para resolver o problema é eliminar a fone de todos os problemas. Sair da zona EURO. A s txas em Portugal devem ser aquelas que resltam das caracteristicas da nossa economia. Da nossa inflacao, da nossa balanca de pagamentos etc. E nao da economia da alemanha. Quando deviamos ter tido taxas altas tinhamos baixa e vice versa. O povo, os politicos e os empresarios endividaram-se racionalmente.
    .
    Pois, entao, iso acontece sepre que se quer impor artificialmene as coisas aos agentes. Aconteceu na URSS. E acontece agora na neo-urss – a zona ero.
    .
    Rb

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  79. Francisco Colaço permalink
    3 Outubro, 2012 10:42

    Piscoiso,
    .
    Ao contrário, o cultíssimo e estimadíssimo Piscoiso ainda tem incertezas filosóficas do resultado de multiplicar 3 por 2.

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  80. ricciardi permalink
    3 Outubro, 2012 10:44

    Desclpem os erros, mas é dificil teclar no ipad que tem a pua da mania de escrever por mim. No outro dia queria escrever conta e saiu cona. E mandei um email com a palavra cona para a gestora de conta do banco. Eheheh
    .
    Rb

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  81. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 10:47

    Eu acho que os nazis deviam dizer ao que vêm. E não inventarem, pensando que os demais são estúpidos. ehehheheheh

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  82. PMP permalink
    3 Outubro, 2012 10:49

    O AC está cada vez mais totó !
    .
    Então não foi precisamente em 1931 que Keynes convenceu o governo inglês a abandonar a austeridade que já vinha desde 1925 com a decisão de regressar ao Padrão Ouro anterior ?
    .
    Ó AC, acha que 1931 é antes ou depois de 1933 ?
    .
    Mais palermices do AC :

    A Coreia do Sul, Alemanha, Japaão, etc, nunca deixaram que o PIB descesse , ao contrário da maluquice do Passos / Borges / Gaspar / JM

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  83. piscoiso permalink
    3 Outubro, 2012 10:49

    “No campo daqueles que procuram a verdade, não existe nenhuma autoridade humana.
    Todo aquele que se fizer de magistrado, encontrará imediatamente a risada dos deuses.”
    EINSTEIN

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  84. Francisco Colaço permalink
    3 Outubro, 2012 10:50

    Anti-Comuna,
    .
    Por saber que nem todas as importações são debeláveis é por isso que me limitei a sugerir debelar 1/3 destas, cerca de 1/9 do PIB. Onde se pode debelar:
    .
    1) Produtos electrónicos de consumo: se os portugueses não mudarem de telemóvel e de televisores e de computadores todos os anos, pouparemos qualquer coisa como 0,25% do PIB.
    2) Produtos alimentares: consuma português, poupe 2,5% a 5% do PIB (e já considero uma parte pequena das importações).
    3) Combustíveis e lubrificantes: menos consumo, condução defensiva e bons hábitos de condução poupam 10% da importação de petróleo, ou qualquer coisa como 1,6% do PIB.
    4) Chinesices de plástico: consegue poupar EUR 500.000.000, ou 0,30% do PIB.
    5) Têxteis e calçado: consuma cada vez mais o que é nosso, poupe 1% a 2% do PIB.
    .
    Apenas nas rubricas 1) e 3) eu vejo uma retracção no consumo.
    .
    Caro Anti-Comuna, se os quase onze milhões de portugueses resolvessem por UM MÊS SEGUIDO consumir apenas português no que tivessem possibilidade, creia que o PIB aumentava 1% ou 2% de uma assentada.

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  85. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 10:53

    “Caro Anti-Comuna, se os quase onze milhões de portugueses resolvessem por UM MÊS SEGUIDO consumir apenas português no que tivessem possibilidade, creia que o PIB aumentava 1% ou 2% de uma assentada.”
    .
    .
    Ou mais. Tem razão. Mas isso é… Austeridade. 😉

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  86. ricciardi permalink
    3 Outubro, 2012 10:53

    Qunato a tarifas aduaneiras devo dizer q defendo apenas acordos BILATERAIS de comercio. Proporcionais. Nao precisamos que sejam s espanhois ou os franceses a negociar quotas pesqeiras com marrocos. Pamordeus. Nao precisamos que seja a alemanha a negociar quotas para america. Todas a negociacoes recentes com a america com vista a reduzir as tarifas entre blocos em nada beneficiou a industria portuguesa. Nada. O mesmo ja nao se pode dizer relativamene as intersses franceses, italianos e alemaes. Foram esses ts paises que estao a renegociar as tarifas com s gringos. E é claro, acordam tarifas sobre produtos que lhes interessam. Mercedez, fiat e citroens. Os sapatos e os moldes portugueses que se fodam.
    .
    Somos muito bem capazes de fazer acordos com o resto do mundo. Se os chinocas vendem para cá 500 milhoes, tem de deixar entrar 500 milhoes de produtos portugueses. Mais nada.
    .
    As unicas excepcoes verifica-se nas materias primas, principalmente energia. Se nao ha alternativas temos de importar sem negociacao possivel com o pais exportador. Pronto é assim. Sempre foi assim e sempre será assim. Vcs nem queiram saber na ultima intervencao do fmi a portugal as semanas de intensas negociaoes que se fazia com o fmi porcausa das tarifas aduaneiras. Discutia-se a pauta toda. Ponto por ponto.
    .
    Rb

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  87. Francisco Colaço permalink
    3 Outubro, 2012 10:53

    Piscoiso,
    .
    Então E = mc^2 é para ser tomada em dúvida existencial, com risadas dos deuses?
    .
    Piscoiso, o Piscoiso tem realmente um problema com aqueles que não se rendem á Louçanica nulidade. De qualquer forma, não foi chamado à discussão, e se não tem algo para contribuir para esta, manda o bom senso e a educação que decerto pode em si invocar que se mantenha fora desta.

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  88. Francisco Colaço permalink
    3 Outubro, 2012 10:55

    Anti-Comuna,
    .
    «Ou mais. Tem razão. Mas isso é… Austeridade. ;)»
    .
    Não é austeridade. É apenas bom senso. Se eu consumir de perto de mim, o dinheiro fica cá e mais depressa circulará para mim.

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  89. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 10:57

    “Então não foi precisamente em 1931 que Keynes convenceu o governo inglês a abandonar a austeridade que já vinha desde 1925 com a decisão de regressar ao Padrão Ouro anterior ?”
    .
    .
    E não foi o abandono da da nova moeda que levou os nazis ao poder? Moeda alemã nova que abrandou o ciclo hiperinflacionista mas que depois foi tudo por água abaixo nos últimos 4 anos antes da eleição do Hitler?
    .
    .
    E não foi o próprio Hitler que acusou os estrangeiros e os judeus de fomentar a carestia de vida e a dívida? Sobretudo externa?
    .
    .
    Foi a imprimir para pagar dívidas externas que a Alemanha colapsou. Dívidas essas impostos como reparação de guerra e depois num contexto de forte embargo económico para impedir os alemães de acederem a capitais externos, via exportações para pagarem essa mesma dívida. Nos últimos anos antes da chegada do Hitler, a Alemanha colapsou, em especial quando começou novamente a imprimir para pagar dívidas externas. Ou não foi assim?
    .
    .
    O meu amigo é nazi?

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  90. Francisco Colaço permalink
    3 Outubro, 2012 10:57

    Ricciardi,
    .
    «Se os chinocas vendem para cá 500 milhoes, tem de deixar entrar 500 milhoes de produtos portugueses. Mais nada.»
    .
    Se os chineses vendem, é porque alguém os compra. Se os portugueses escolherem não os comprar, os chineses não voltarão a enviar mais 500 milhões e provavelmente reenviarão os produtos para outras paragens.
    .
    Os portugueses é que podem dizer quem faz comércio com Portugal. Não o Estado. Nem a UE.
    .
    A carteira é mais poderosa que o decreto ou a boa e nula intenção.

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  91. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 10:58

    “Se eu consumir de perto de mim, o dinheiro fica cá e mais depressa circulará para mim.”
    .
    .
    Exactamente. E é uma das formas mais fundamentais para acabar com o credit crunch. ehehheheh

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  92. PMP permalink
    3 Outubro, 2012 11:00

    O AC anda mesmo na Lua :
    .
    O volume de vendas comércio a retalho português registou a maior quebra homóloga entre os países da Zona Euro que já divulgaram dados relativos a Agosto. Grécia, Chipre e Irlanda são alguns dos que ainda têm de divulgar dados desse mês.

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  93. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 11:03

    O PMP é nazi? Se o é, tenha a coragem de o dizer. Não se esconda. ahhaahahahah

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  94. piscoiso permalink
    3 Outubro, 2012 11:06

    Ó Colaço, vá insultar a sua famelga.

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  95. PMP permalink
    3 Outubro, 2012 11:06

    O AC é mesmo tolinho , ou faz-se que é a minha opinião.
    .
    Ele gosta é de vir para aqui brincar com a malta !.
    .
    Vamos lá repetir novamente :
    .
    a) Alemanha escolhe a austeridade entre 1930 e 1933 , a economia crasha, o desemprego explode para 30% ,
    os Nazis ganham .
    b) O Reino Unido abandona a austeridade, desvaloriza a moeda, aumenta as tarifas sobre importações, aumenta o deficit, a economia cresce, o desemprego baixa, a democracia mantêm-se
    .
    O AC parece que gosta dos Nazis !

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  96. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 11:08

    Entretanto, mais uma vitória portuguesa. Apesar do que se diz por aí.
    .
    .
    “Portugal converte 3,75 mil milhões de euros em dívida de prazo mais longo (act)
    .
    Leilão de troca recebeu forte procura, correspondendo a cerca de 40% da dívida que vai chegar à maturidade em Setembro do próximo ano e que agora Portugal só terá que reembolsar em 2015.”
    .
    .
    “O Estado português conseguiu reduzir em 38,6% o montante de dívida a reembolsar no mês de Setembro e a operação reduziu a percepção dos investidores quanto ao risco da dívida pública portuguesa. A operação está a ter impacto no mercado secundário: os juros da emissão de dívida pública com prazo até Setembro desceram 40 pontos base e a taxa implícita na dívida a três anos recuou oito pontos base para 5,29%, segundo a Bloomberg.

    Esta operação permitirá aliviar o regresso aos mercados de Portugal, que está agendado para Setembro de 2013 e servirá sobretudo para reembolsar esta obrigação que vence em Setembro de 2013.”
    .
    in http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=582039
    .
    .
    Parabéns ao Gasparov e sua equipa. Portugal conseguiu mais uma importante vitória para eliminar o credit crunch. Excelente!

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  97. Francisco Colaço permalink
    3 Outubro, 2012 11:08

    Ricciardi,
    .
    «E mandei um email com a palavra cona para a gestora de conta do banco.»
    .
    Desde que não a tenha mandado abrir uma conta, acho que não terá ficado ofendida. 😉

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  98. Francisco Colaço permalink
    3 Outubro, 2012 11:11

    Piscoiso,
    .
    Finja que estou no chão a rebolar-me de riso.

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  99. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 11:12

    “a) Alemanha escolhe a austeridade entre 1930 e 1933 , a economia crasha, o desemprego explode para 30% ,”
    .
    .
    Vc. é burro, homem. Eles não escolheram a austeridade. Foi a economia mundial que crashou. Foi o desabar do baralho de cartas internacional, agravado com a tentativa de exportar a crise, de todos e em especial os mais ricos (USA, UK, etc) que levaram ao colapso alemão. Sem falar na ocupação francesa dos territórios alemães, para os obrigar a pagar, mas desta vez pela via de “hard assets”, pela falta de credibilidade das autoridades monetárias e financeiras alemãs.
    .
    .
    Vc. é mesmo nabo, que nem sequer percebe que o Churchil copiou precisamente a Alemanha e só depois, quando começaram a ver ao ouro a fugir (sobretudo para os USA) é que também começaram a desvalorizar a sua moeda, abandonando o padrão-ouro. Quando todos em pânico fogem para o mesmo lado do barco, ele afunda-se.
    .
    .
    O salemães, que de 1924 a 1929 tiveram uma economia a estabilizar e a conseguirem dominar a inflação, depois colapsaram quando ninguém acreditava no dinheiro alemão. E o resto é História.
    .
    .
    O PMP é nazi ou não é? Tem medo de o dizer?

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  100. piscoiso permalink
    3 Outubro, 2012 11:18

    Clç – As suas presunções acerca dos outros comentadores são ridículas, ofensivas e malcriadas.
    Vá ao médico e trate dessas carências afectivas.

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  101. PMP permalink
    3 Outubro, 2012 11:20

    O AC está cada vez mais totó !
    .
    Vamos lá repetir novamente :
    .
    Em 1929 a economia mundial crasha .
    .
    Em 1930 o Reino Unido estuda o problema e no inicio de 1931 adopta as recomendações de Keynes, quer a nivel do deficit, quer a nivel da moeda, quer nas tarifas de importações.
    A economia começa a crescer, o desemprego diminui e a democracia mantêm-se.
    .
    Na Alemanha em 1931 o governo opta por aumentar a austeridade.
    A economia crasha ainda mais , o desemprego explode e os Nazis ganham.
    .
    O AC apoia os Nazis !

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  102. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 11:23

    “Em 1930 o Reino Unido estuda o problema e no inicio de 1931 adopta as recomendações de Keynes, quer a nivel do deficit, quer a nivel da moeda, quer nas tarifas de importações.
    A economia começa a crescer, o desemprego diminui e a democracia mantêm-se.”
    .
    .
    lolol
    .
    .
    Sim, começa a crecser. Só a produção industrial caiu mais de 80%, segundo algumas fontes, após o crash de 29.
    .
    .
    Sim, depois de cair tanto, teria que subir alguma coisa. Mas mesmo assim, a coisa foi dura, que logo a seguir vem o credit crunch, depois do do colapso austriaco.
    .
    .
    O meu amigo tem medo de dizer que é nazi?

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  103. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 11:23

    Entretanto, sinais positivos: http://www.bloomberg.com/quote/GSPT10YR%3AIND

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  104. Francisco Colaço permalink
    3 Outubro, 2012 11:33

    Piscoiso,
    .
    Agora estou mesmo a rebolar-me de riso. Ter o Piscoiso a acusar-me de insultá-lo depois da pérola das 10:39 é gritos. Vá lá fazer queixas à mamãzinha, berre e chore, mas quando lhe mostrar o que escreveu ela ainda lhe dá uma merecida lambada à minha frente.
    .
    Coitado de si. Oh homem! Isto é o Blasfémias, pá! Aqui discute-se. Quem sabe discutir, discute. Quem sabe insultar saberá que outros o ultrapassam na inteligência.

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  105. PMP permalink
    3 Outubro, 2012 11:44

    O AC está cada vez mais totó .
    .
    vamos lá repetir novamente :
    .
    Em 1931 o governo do R.Unido adopta a primeira politica Keynesiana em paz do mundo de sempre.
    .
    A queda do PIB entre 1929 e 1932 foi de apenas 5,5% !!!!!
    .
    Em 1934 o PIB real já estava acima do valor de 1929 !
    Resultado : Keynes 10 – Austriacos 0
    .
    A Alemanha aumenta a austeridade em 1930 , a economia crasha ainda mais , o desemprego explode, o governo em 1932 reforça a austeridade e a seguir perde as eleições para os Nazis.

    resultado : os austriacos são tontos
    .
    O AC apoia os Nazis !

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  106. piscoiso permalink
    3 Outubro, 2012 11:44

    Clç
    Qualquer presunção sobre uma pessoas que desconhece, pode ser considerada insulto.
    Vá julgar os seus paroquianas porque aqui não é a sua paróquia.
    E muito riso pouco siso, como diz o sábio povo.

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  107. Francisco Colaço permalink
    3 Outubro, 2012 11:47

    Piscoiso,
    .
    Vou deixar de lhe responder. Sugiro que faça o mesmo e que nunca mais se me dirija, directa ou indirectamente, no futuro.
    .
    Nenhum de nós assim se sentirá insultado.

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  108. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 11:50

    Ó PMP, é nazi ou não é? Tem medo de dizer que o é?
    .
    .
    O resto, não vale a pena responder-lhe, porque até Vc. nem sabe como se chavamam as greves em Inglaterra, que em 1932, culminou com uma devastação política e social, de todo o tamanho.
    .
    .
    Isto não vai lá com propaganda nazi. lololol

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  109. piscoiso permalink
    3 Outubro, 2012 11:55

    Clç
    Vc persiste num paternalismo ridículo.
    Respondo a quem quiser e quando quiser e estou-me nas tintas para o facto de me responder ou não.
    Vá lá apresentar sugestões aos seus paroquianos.

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  110. Francisco Colaço permalink
    3 Outubro, 2012 11:59

    PMP,
    .
    José do Egipto foi keynesiano nos dias das vacas magras. Nesses sete anos de fome ele abriu o celeiro do faraó e alimentou a terra do Egipto. Porém, nos sete anos anteriores (os das vacas gordas do sonho do Faraó), José tinha acumulado cereais, avisado que estava pela natureza do sonho de que, passados sete anos, a terra do Egipto sentiria fome.
    .
    Não há paralelo entre os sete anos anteriores e a prudente acção de José do Egipto. Ele acumulou reservas, nós acumulámos dívida. Ele grangeou cereais, nós construímos auto-estradas «lá vem um». Ele, José do Egipto, foi prudente, o nosso Guterres e Sócrates foram umas bestas quadradas, embora apenas uma delas possa vir a ganhar o céu por essa falha.
    .
    Keynesianismo seria possível (se desejável ou não, isso era outra coisa) CASO tivéssemos o que gastar. Na verdade nem temos o que gastar, estamos assoberbados com responsabilidades passadas, presentes e futuras da dívida, do peso do Estado e do funcionalismo e dos contratos estatais. A reacção tem, por conseguinte, de ser outra, para não agravarmos ainda mais o problema.
    .
    Qualquer que seja a reacção não pode envolver nem calotes (que não podemos sustentar uma escassez futura de crédito) nem investimento público em elefantes brancos (ou amarelos, ou negros). Tem de ser através do redimensionamento do Estado, tanto a nível económico como legislativo. É esse caminho precisamente o que não está a ser seguido.
    .
    RTP continua. Há negociações nas PPP, mas podem apenas ir até certo ponto. O funcionalismo não parou de aumentar (chamam-se empresas municipais, fundações e institutos as novas repartições, mas o ordenado deles vem ou do Estado ou do bolso dos cidadãos em regime de monopólio protegido).
    Milhentos exemplos a estes seguiam. O resultado é o mesmo: o Estado não quer redimensionar-se.

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  111. PMP permalink
    3 Outubro, 2012 11:59

    O AC anda mesmo avariado da cabeça.
    .
    Já nem ler numero simples sabe !.
    .
    Mas é tudo fita, ele anda aqui é a brincar com a malta .

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  112. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 12:02

    Para que não se caia no conto do vigário, perdão, nazismo.
    .
    .
    “Temin (1989) draws on Sargent (1983) to emphasise the importance of expectation changes as part of an underlying policy regime change to help economies out of the Great Depression. Temin argues that although Britain devalued in
    September 1931 the continuation of the policy framework of balanced budgets and restrictive monetary policy prevented an effective recovery in Britain during the 1930s. This contrasts with the experience of the USA –when Roosevelt succeeded President Hoover in March 1933 and announced the devaluation of the dollar, this was perceived as a powerful policy regime change that ended the depression in the USA. ”
    .
    “Figure 1 and Table 1 show that the devaluation in September 1931 was correlated with a significant recovery, suggesting that expectation effects may have had an impact, since it is unlikely that trade volumes responded immediately, but it is
    quite clear that the recovery came to an abrupt end with another downturn in early 1932, suggesting a limited policy regime change. Devaluation in September 1931 was followed by monetary easing with “cheap money” in April 1932 and the General tariff in February 1932.
    6
    . However, neither of these policies seems to have generated immediate observable effects on the path of recovery with the economy continuing to slide between February and September 1932. Clearly, Temin’s hypothesis of an
    absence of observable recovery in 1931-2 is consistent with the new high-frequency data. The policy moves in the British economy during 1931-2 did not generate immediate expectation effects that were powerful enough to end the depression. ”
    .
    in http://www.niesr.ac.uk/pdf/dp348.pdf
    .
    .
    A Inglaterra só começa a recuperar quando a própria economia americana começa a recuperar, depois da violenta queda.
    .
    .
    Qual keynes, qual carapuça. Só cá faltava ver o nazismo dizer que o Hitler seguiu o Keynes e tirou a Alemanha da crise. ahhaahhaah

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  113. PMP permalink
    3 Outubro, 2012 12:05

    FC,
    .
    O seu problema é de base , não entendeu ainda a eficácia do sistema capitalista em produzir bens e serviços , em comparação com outros sistemas como o comunismo ou os sistemas pré-industriais, agricolas.
    .
    Ao não perceber , e ao não se esforçar por perceber das vantagens do sistema capitalista, não consegue sair da cepa torta, do pensamento economico pré-industrial onde imperava a escassez e a pobreza.
    .
    Qualquer pessoa com um minimo de informação sabe que o Keynesianismo está sempre altamente preocupado com o saldo comercial, pois só uma economia equilibrada pode manter um crescimento do consumo.
    .
    Assim as politicas aplicadas em Portugal desde 1985 nunca poderão ser declaradas como Keynesianas, mas apenas de estatismo irresponsável e dogmatismo anti-inflacionista.

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  114. Francisco Colaço permalink
    3 Outubro, 2012 12:06

    Piscoiso,
    .
    «Respondo a quem quiser e quando quiser e estou-me nas tintas para o facto de me responder ou não.»
    .
    Se se referir a mim em termos insultuosos, como pode ficar aborrecido se me limitar a retorquir? Fui porventura o primeiro a insultar? Ao contrário, pela resposta aos seus insultos, com os quais o coloquei nas cordas e o enervei a ponto da imbecilidade, acho que dá demasiada importância às minhas respostas.
    .
    Se é verdade que o considero um imbecil (é verdade), mal educado e sem opinião definida, veja que tudo isso foi coisa que o Piscoiso lançou sobre si próprio. Não chego ao ponto do Rogério de o chamar homossexual (até porque isso não é de minha conta), mas terá de compreender que as suas palavras parecem as de um velho ressabiado. Mas se quer ganhar a discussão, considere-se vencedor, eu considero-me derrotado, visto-me de saco e cinza e confesso a superioridade do seu intelecto.
    .
    Sugiro-lhe afora que faça o favor de se não me dirigir (directa ou indirectamente), que lhe retrucarei na mesma e abençoada moeda. Nada me dará maior prazer.

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  115. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 12:10

    “Qualquer pessoa com um minimo de informação sabe que o Keynesianismo está sempre altamente preocupado com o saldo comercial, pois só uma economia equilibrada pode manter um crescimento do consumo.”
    .
    .
    Dê uma fonte. Uma única fonte da porcaria que escreveu. Keyneaisnaos preocupados com o saldo comercial? lolol
    .
    .
    Ó PMP, Vc. é nazi ou não é?

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  116. PMP permalink
    3 Outubro, 2012 12:11

    AC, mas vocÉ é a favor da austeridade que levou os Nazis ao poder ou não.
    .
    que grande confusão que vai na sua cabeça, ora a favor ora contra a austeridade !
    .
    Assim ninguém o entende ! Mas eu sei que o AC é isso que pretende, brincar aqui com a malta !
    .
    Olhe veja lá bem como o R.U, se safou bem e compare com a Alemanha
    GDP
    1929 = 100%
    1930 = 99.9
    1931 = 94.4
    1932 = 95.1
    1933 = 96.0
    1934 = 102.8
    1935 = 106.6

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  117. Francisco Colaço permalink
    3 Outubro, 2012 12:13

    PMP,
    .
    O que lhe estou a dizer é que quando muito o keynesianismo só pode ser aplicado quando:
    .
    1) há reservas suficientes para aguentar o ano I.
    2) há reservas suficientes para aguentar o ano II.
    3) há reservas suficientes para aguentar o ano III.
    4) …
    FIM DA CRISE
    5) há capacidade de repor reservas no ano I da retoma.
    6) …
    .
    Pode imaginar o que lhe estou a dizer. Se desvaloriza moeda, é exactamente o mesmo que reduzir salários. Veja Milton Friedman, Liberdade para Escolher, lá pelo meio ou Samuelson, Economia, nos capítulos de macroeconomia.
    .
    A via do investimento público seria boa SE houvéssemos amoedado aquando dos bons anos. Como não o fizemos, agora o caminho é outro.
    .
    A nossa esperança não reside agora na economia, mas na geologia. Não, não me refiro aos calhaus, mas à descoberta de reservas energéticas em Portugal.

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  118. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 12:13

    Ó PMP, Vc. é nazi ou não é? Diga-o. Se o é, assuma-o.
    .
    .
    E esses números foram feitos no seu Excel? ahhahahahah
    .
    .
    Os nabos dos ingleses falharam a década de 20, ora imitando os alemães ora os americanos. Pareciam baratas tontas.
    .
    .
    Eu ainda vou ver o PMP dizer que o Hitler foi aconselhado pelo Keynes. hehehheehh

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  119. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 12:20

    O nazismo tem que ler a wikipedia:
    .
    .
    “The Great Depression of 1929-32 broke out at a time when the United Kingdom was still far from having recovered from the effects of the First World War. Economist Lee Ohanain showed that economic output fell by 25% between 1918 and 1921 and did not recover until the end of the Great Depression,[2] arguing that the United Kingdom suffered a twenty-year great depression beginning in 1918. Relative to the rest of the world, economic output declined mildly in the UK between 1929 and 1934.”
    .
    in http://en.wikipedia.org/wiki/Great_Depression_in_the_United_Kingdom
    .
    .
    Eles, os ingleses, até deram origem aos que criaram o famoso Paradoxo de Kaldor. ahahhhahah
    .
    .
    Que em Portugal só há pouco tempo se começou a falar disso e muito em especial por “um engenheiro de província”: http://tinyurl.com/8afgrcd
    .
    .
    Ó PMP, o Hitler também acabou com a austeridade não foi? E foi um discípulo do Keynes. Auto-estradas, férias pagas aos trabalhadores, os primeiros parques naturais protegidos pelo Estado, etc. Está certo, PMP. Keynes é fixe!

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  120. piscoiso permalink
    3 Outubro, 2012 12:21

    Clç
    O seu chorrilho de insultos fica consigo, pois é vc. que os expele.
    Só o classificam a si.

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  121. Francisco Colaço permalink
    3 Outubro, 2012 12:21

    PMP,
    .
    Quanto era a dívida por reparações de guerra ao Reino Unido por parte da Alemanha nesses anos?
    .
    «In January 1921, the total sum due was decided by an Inter-Allied Reparations Commission and was set at 269 billion gold marks (the equivalent of around 100,000 tonnes of pure gold). This 100,000 tonnes of gold is equivalent to more than 50% of all the gold ever mined in history (est. 165000 tonnes) which was clearly not within the means of the Germans to pay. Consequently their only way of paying back the debt was in foreign currency, but attempts to purchase foreign currency with devalued paper Marks led to the hyperinflation.» (Wikipedia)
    .
    And what would Keynes say?
    .
    « The British economist John Maynard Keynes in his best-selling 1919 book The Economic Consequences of the Peace argued that reparations threatened to destabilize the German economy, and hence German politics
    .
    Os dois países eram diferentes. Um pagava além do que podia, o outro recebia pagamentos na mão por despesas de guerra já há muito pagas, e muito mais. A Alemanha pagou a última tranche dessas reparações já neste século XXI, imagine!

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  122. Francisco Colaço permalink
    3 Outubro, 2012 12:24

    Anti-Comuna,
    .
    Veja a diferença de tratamentos da recessão de 1921 e de 1929, ambas, ao que li, de igual magnitude inicial nos Estados Unidos. Uma foi tratada com austeridade e durou dezoito meses, dando origem aos loucos anos 20. A outra deu origem à Grande Depressão.

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  123. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 12:27

    ” o outro recebia pagamentos na mão por despesas de guerra já há muito pagas, e muito mais.”
    .
    .
    O PMP não sabe o que escreveu o Keynes sobre o famoso Tratado de Versalhes e como o mundo errou ao tentarem impedir a Alemanha de ser uma potencia industrial. Que os ingleses acusavam de ser, a Alemanha, responsável pela crise que viveram, devido ao “novo competidor”.
    .
    .
    Os bifes também para manipularem a política e a propaganda sempre foram espertos do cabeça, foram.

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  124. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 12:31

    “Veja a diferença de tratamentos da recessão de 1921 e de 1929, ambas, ao que li, de igual magnitude inicial nos Estados Unidos. Uma foi tratada com austeridade e durou dezoito meses, dando origem aos loucos anos 20. A outra deu origem à Grande Depressão.”
    .
    .
    Os ingleses eram uns pataratas. Estavam convencidos que iriam impedir a Alemanha de competir, competindo nos… Preços baixos. eeheheheheh
    .
    .
    Mas quem conseguiu lixar os ingleses foram os… Americanos. Que sem o competidor alemão e com os ingleses a andarem, ora a gastar, or a tentarem poupar, sem uma política definida de melhorar a sua posição competitiva senão apenas pela compressão de preços, deu nessa recessão. Andaram 20 anos em recessão. E só começaram a sair quando começaram a gastar dinheiro em armas, que o Churchil defendia, para sair da crise. Embora dizendo que era para impedir as ascensão do nazismo, que ele próprio fomentou quando andou pela Alemanha, com os seus agentes a desestabilizar a chamada “golden age” alemã. 😉

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  125. Francisco Colaço permalink
    3 Outubro, 2012 12:38

    Anti-Comuna,
    .
    Foram todos uns filhos da mãe nesse período, mas ao menos conservámos a nossa liberdade. Bom, o Ocidente conservou, porque o Leste Europeu caiu numa ditadura tal que nem a ditadura de Salazar e Franco se lhes assemelhava.
    .
    Aqui ainda podem haver algumas viúvas do Salazar. Fale no Jaruzelski na Polónia em termos apreciativos e terá sorte se não descobrir um por um que tem duzentos e seis ossos.

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  126. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 12:45

    “Foram todos uns filhos da mãe nesse período, mas ao menos conservámos a nossa liberdade. ”
    .
    .
    Foram e alguns continuam a ser. O que é o QE americano que não uma tentativa de exportar a crise, tentando baixar o valor do dólar?
    .
    .
    Que ataques não fazem ingleses e americanos contra a China e contra a Alemanha (para darem cabo do euro) por causa das “políticas mercantilistas” destes?
    .
    .
    Grande parte dos erros cometidos na Década de 30 estão a ser cometidos agora. Menos mas estão. A China e a Europa têm que levar a cabo políticas de austeridade muito por culpa da inflação exportada pelos americanos, que estão a retirar poder de compra, tanto na China como na Europa, pela via da inflação importada.
    .
    .
    Estamos a viver uma guerra económica, surda, mas bastante dura. E eles não brincam em serviço. Tanto batem como tentam evitar serem infectados pelo vírus da crise. Mas não vão conseguir e a Alemanha, se ceder, ao transformar o euro numa cópia do dólar ou da libra, é para sair do euro, logo que possa. Portanto, não estamos muito longe do que se viveu na Década de 30.

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  127. Francisco Colaço permalink
    3 Outubro, 2012 12:52

    Já shortou tudo o que é americano?

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  128. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 12:55

    “Já shortou tudo o que é americano?”
    .
    .
    Naa! Deixe-os andar. 😉
    .
    .
    Não se mistura política com negócios. 😉

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  129. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 12:59

    Caro Colaço, repare nesta anormalidade.
    .
    .
    Tudo indica que existe petróleo a mais no mundo, nesta altura, devido á forte queda no consumo nos países da OCDE. Especialmente estes. Mas está a ver os preços do crude?
    .
    .
    Imagine agora que Portugal conseguia importar crude a 50 euros por barril. Já viu no aumento do poder de compra? No estímulo à própria procura interna? A mais receitas fiscais? A menos despesas estatais? E no fim do credit crunch em Portugal?
    .
    .
    Claro que Portugal se pôs a jeito. Mas está a ver o que estão a fazer ao Irão? Eles não brincam em serviço. E a hiperinflação naquele país… (O PMP é que devia explicar a hiperinflação iraniana. Dinheiro não lhes falta, não é? ahahhah)

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  130. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 13:20

    Enquanto todos dizem que Porutgal nunca conseguirá pagar a sua Dívida e terá que reestruturar essa mesma dívida, o mercado parece que acredita que Portugal está no bom caminho. Aparentemente, mesmo com a cedência no caso da TSU, o governo continua a ter bastante credibilidade no exterior. Interessante, não é?
    .
    .
    No interior do país, tudo a ficar maluco. Protestos, greves, pessimismo militante, bota-abaixismo, etc. No exterior, Portugal vai conseguindo cada vez mais apoios. E o apoio de hoje é mesmo de relevar. Um forte pontapé no estômago dos que passam a vida a dizer que a estratégia governamental está a falhar. Pelos vistos não está. E os tais mercados acreditam cada vez mais em Portugal.
    .
    .
    “Juros das obrigações portuguesas acentuam queda depois da troca de dívida
    .
    A taxa de juro implícita na dívida pública portuguesa está em queda depois de o IGCP ter procedido a uma operação de troca de obrigações que alivia o montante a reembolsar em Setembro de 2013.
    .
    A remuneração que os investidores exigem para deter dívida pública portuguesa está a descer, depois de o IGCP ter realizado uma conversão de dívida.
    .
    Os juros implícitos na dívida pública portuguesa a dois anos caem 19,8 pontos base para 4,887%, segundo as taxas genéricas da Bloomberg para o mercado secundário. A “yield” implícita na emissão a cinco anos desce 14,7 pontos base para 6,813% e na de 10 anos desce 17,6 pontos base para 8,747%.
    .
    Esta quarta-feira, o Estado português recebeu títulos com maturidade em Setembro de 2013 e entregou obrigações com prazo até Outubro de 2015 em igual montante. Com esta operação conseguiu adiar o reembolso de 3,757 mil milhões de euros em cerca de dois anos.
    .
    Para o director da gestão de activos Banco Carregosa, Filipe Silva, os resultados do leilão de troca demonstram que “há interesse dos investidores em prolongar a exposição que têm a dívida portuguesa”.”
    .
    in http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=582085
    .
    .
    O Gasparov pode não ser bom na propaganda política mas tem uma credibilidade, que há muito nenhum ministro das finanças teve em Portugal. E esta, hein?

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  131. Fernando S permalink
    3 Outubro, 2012 13:31

    PMP (3 Outubro, 2012 at 10:22) : ” Fernando S, Você deve estar a confundir-me com outro.”
    .
    Sim, devo estar a confundir com um tal Paulo Pereira que, por exemplo, escreveu no “O Insurgente” a 26 de Outubro de 2011 :
    “A estabilidade ou o crescimento da despesa pública nas recessões é um dos factores principais para a estabilização do consumo.”
    http://oinsurgente.org/2011/10/24/the-paradox-of-thrift-%e2%80%94-debunked/#comment-100431
    .
    PMP : “… a redução da despesa pública superfula e burocratica, através de eliminação de dezenas de entidades e milhares de chefias publicas …”
    .
    Sim, também é preciso. Mas, não tenhamos ilusões, são apenas algumas dezenas ou centenas de milhões de Euros. O nosso problema é antes da casa dos muitos biliões. As despesas publicas que contam verdadeiramente teem a ver com o “Estado Social” e com investimentos publicos em infraestruturas. Não reparei que o PMP tenha defendido ou defenda agora cortes desta natureza.
    .
    .
    PMP : “… uma estratégia de apoio às exportações e à substituição de importações.”
    .
    Qual estratégia ?
    Proteccionismo ? Subsidios ? Não é possivel. Não seria sequer aceite pela UE, pela Troika, pelos mercados … Implicaria burocracia, gastos, neopotismo, corrupção, discriminações, etc. E, sobretudo, seria contraproducente.
    Uma estratégia possivel e eficaz é precisamente a de aplicar medidas fiscais e liberalizadoras que levem à transferiencia de recursos do consumo publico e privado para as empresas. A austeridade também contribui para um progressivo reequilibrio de recursos dos sectores não transaccionaveis para os sectores transaccionaveis. A medida sobre a TSU ia na mesma direcção.
    .
    .
    PMP : “manter a maluquice da austeridade a qualquer preço não resulta porque o governo vai para casa mais cedo do que o tal horizonte de recuperação de que fala, mas que nunca chegará nos próximos dois anos, a menos que o governo mude de vida !”
    .
    Se o governo for para casa mais cedo por persistir na austeridade, o que não é impossivel vendo a força das resistencias e oposições, perde-se uma oportunidade unica de se sair mais rapidamente da crise financeira e de reformar sériamente o modelo economico.
    Se o governo abandonar a austeridade para perdurar então é porque abandonou também a perspectiva das reformas necessarias. Neste caso, por mim, até pode ir para casa !

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  132. Francisco Colaço permalink
    3 Outubro, 2012 13:50

    Fernando S.,
    .
    Austeridade? Notou alguma por parte do Estado? Austeridade significa viver com o estritamente essencial. No caso do Estado, vive essencialmente como vivia dantes (vai remendando algumas roupas aqui e ali, mas no essencial compra tudo novo e cari) e manda a conta aos contribuintes do sector privado.
    .
    Caro Fernando, austeridade não é saque.

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  133. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 13:59

    Caro Fernando, olhe que afinal ele até tinha alguma razão. Pouca, mas tinha. Olhe aqui:
    .
    “Na Zona Euro, e porque não tem um sistema monetário normal, a crise de 2008 transformou-se numa crise do Euro ou das dividas em euros, porque os países do euro não são soberanos monetáriamente e todos os que têm deficits publicos elevados conjugados com deficits correntes vão acabar por ir á falência a menos que passem rapidamente a ter superavits correntes muito depressa.”
    .
    Mesmo link acima por si indicado.
    .
    .
    Ora, este mocinho dizia que sem superavites correntes, depressa Portugal iria à falência. E agora o que Portugal conseguiu? Um equilibrio. E em breve, se Portugal tiver sorte, terá um excedente. No entanto, ele diz que não houve progresso nenhum de Portugal. Os investidores parece que acreditam o contrário. E esta hein?
    .
    .
    http://tinyurl.com/8uec7vv

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  134. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 14:13

    Mais pérolas do PMP:
    .
    .
    “A Alemanha só consegue manter a sua politica estupida de empobrecer a classe média porque outros paises como os PIIGS compram os seus produtos de forma irracional.”
    .
    in http://oinsurgente.org/2012/10/02/se-me-permitem-uma-questao-muito-simples/#comments
    .
    .
    “Já lhe expliquei várias vezes que o investimento não é financiado por poupança mas sim pelo crédito !”
    .
    Mesmo link anterior.
    .
    .
    “Temos pelo menos 80 anos de dados que sustentam a tese central da TG de Keynes !”
    .
    Mesmo link.
    .
    .
    http://tinyurl.com/9zxh8tk

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  135. Fernando S permalink
    3 Outubro, 2012 14:16

    Francisco Colaço,
    Até posso compreender que não seja tanta austeridade quanto seria desejavel.
    Mas alguma austeridade existe. Senão não estaria por ai tudo aos berros !…
    De resto, “austeridade” não é apenas cortes nas despesas publicas. Que são indispensaveis e que deverão ser ainda maiores. Também é aumentos de impostos. Porque diminuem rendimentos e recursos na posse das familias e das empresas. A queda no consumo privado é uma consequencia da austeridade.
    Claro que o Estado deve reduzir as suas despesas. E muito. Deve reduzir a sua dimensão e limitar a sua intervenção.
    Mas não chega. O sector privado também tem de reduzir consumos e recursos mal empregados. De resto, o endividamento privado é tão importante como o endividamento publico. O despesismo do Estado contribuiu também para um excesso de consumo no privado, das familias e das empresas. Claro que quando os portugueses beneficiavam das facilidades do Estado ninguém se queixava. Os eleitores portugueses é que puseram e mantiveram nos governos os governantes que nas ultimas décadas empolaram a dimensão e o intervencionismo Estatal. O Estado não é uma entidade estranha aos portugueses. Os portugueses tiveram os governantes que escolheram e o Estado que quizeram. Agora é toda a sociedade portuguesa que tem de arcar com os sacrificios necessarios para repor as contas do pais em ordem.

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  136. Ricciardi.b permalink
    3 Outubro, 2012 14:19

    Isto parece aquela conversa entre dois malucos em que o primeiro diz ao segundo olha vou pegar no meu raio de luz da lanterna e levar-te na ponta para fora do manicomio… e diz o outro maluco naaa não vais, ainda desligas a lanterna a meio e estatelo-me no meio da praça.
    .
    O programa de ajustamento é está feito de forma a que não possa ser cumprido. As medidas são conflictuantes entre si. Não é possivel domar o defice externo sem prejudicar o defice orçamental ou endividamento. Os liberais parecem anjolas. É uma equação de impossivel resolução porque é conflituante. Hoje já vão percebendo que, afinal, é preciso mais tempo.
    .
    Enfim, mais vale tarde do que nunca. Que remedio, a coisa não bateu certo. Aprevisão que a coisa prevista. No entanto, é muito diferente tomar medidas de austeridade de forma intensa para TRES anos e chegar a meio e dizer que afinal ´preciso mais tempo do que, logo no inicio, ter negociado a coisa para uns 6 anos. Não tinhamos levado à falencia muita pessoas e empresas que legitimamente investiram as suas poupanças. Esta negociação, em cima do joelho, promovida pelos Socialistas e apadrinhada pelos Sociais-Democratas foi uma verdadeiro crime contra os Portugueses.
    .
    Rb

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  137. Fernando S permalink
    3 Outubro, 2012 14:24

    Caro anti-comuna,
    .
    Exactamente como diz.
    Claro que o equilibrio nas contas externas foi conseguido em grande medida graças à queda e à reorientação no consumo interno e até no proprio investimento, publico e privado. Ou seja, graças à austeridade e à recessão.

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  138. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 14:32

    “Que remedio, a coisa não bateu certo. Aprevisão que a coisa prevista. No entanto, é muito diferente tomar medidas de austeridade de forma intensa para TRES anos e chegar a meio e dizer que afinal ´preciso mais tempo do que, logo no inicio, ter negociado a coisa para uns 6 anos.”
    .
    .
    O Ricciardi versão B ainda não compreendeu que são os mercados que o desmentem. As suas previsões valem o que valem. Mas os tais mercados, aqueles que metem e tiram pasta na credibilidade das políticas, estão a mostrar Portugal tem um caminho duro mas alcançavel.
    .
    .
    Contra a sua propaganda, apenas os factos. E estes são mais fortes que as suas palavras. São a única lanterna que contam. ehehehheh

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  139. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 14:33

    ” Ou seja, graças à austeridade e à recessão.”
    .
    .
    Claro, claro. sempre que temos desiquilibrios, eles só podem ser rapidamente resolvidos por recessões. São as curas. Mas a prosperidade, quase sempre, constroi-se nas crises e nas recessões. 😉

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  140. PMP permalink
    3 Outubro, 2012 14:41

    Fernando S,
    .
    Seria bom que você percebesse como funciona o sistema capitalista com crédito, no caso geral.
    .
    No caso geral, com câmbios flutuantes que inclui mais de 50% dos países do mundo, a taxa de cãmbio corrige pelo mercado os desequilíbrios da BTC .
    .
    Isto permite a paises como os EUA, Japão e RU manterem deficits publicos que duram décadas, porque o mercado está disposto a financiar as importações desses países, por razões mercantilistas dos paises exportadores.
    .
    o caso português , e devido á grande asneira do PSD e do Cavaco, ratificada pelo PS do Guterres, de aderir ao Euro já não estamos no caso geral e assim a politica económica é mais dificil.
    .
    Exige manipulação fiscal que ajude os transacionaveis e uma motivação dos cidadãos para comprarem divida interna, muitas vezes á força (pode ver o “How to pay for the war ” de JM Keynes ).
    .
    Como pode verificar no meu comentário no Insurgente tudo o que disse é lógico e adequado ao momento actual.
    nada contradiz , pel ocontrário o que repito desde há mais de 2 anos.
    .
    De qualquer forma o que importa são os factos : PIB a descer, divida a subir, desemprego a explodir , receita fiscal a descer.
    .
    Este governo abre o caminho a uma vitoria esmagadora da esquerda , antes do fim da legislatura.

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  141. Ricciardi.b permalink
    3 Outubro, 2012 14:43

    Ó AC meta o mercado naquele sitio que sabe. Então não foram esses mesmos mercados que nos colocavam em ratings A quenado já estavamos todos fodidos?
    .
    Vc às vezes parece maluquinho. Entao agora vem dizer que os mercado isto e aquilo?
    .
    Vc sabe lá bem. Vc sabia que esta operação era elegivel pelo BCE?
    .
    Como pode saber se nao ha intervenção?
    .
    Eu quero que os mercado vao apanhar gambuzinos. Nós temos é que NÃO depender mais dessa gente. Hoje corre bem porque o BCE intervem ou os gajos andam distraidos com a espanha ou porque os alemaes promovem muito portugal porque precisam publicitar sucessos ou o caralho mais velho, mas amanha anda tudo para trás outras vez. Porque a VERDADE, a REALIDADE, é que me interessa, e essa, meu caro, é mesmo muito má. A realidade é um país em drepressão absoluta e com tendencia para aprofunda-la em virtude daquilo que eu mais temia – democratização da austeridade pelos clientes de Portugal. A taxa de crescimento do PiB, dos paises clinetes de Portugal é neste preciso momento negativa.
    .
    Rb

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  142. PMP permalink
    3 Outubro, 2012 14:45

    Ac, você continua a dizer disparates uns a seguir aos outros , mas já desconfiamos que é para brincar aqui com a malta.
    .
    vamos lá repetir :
    .
    Em 1931 e 1932 o Reino Unido face á recessão optou por seguir os conselhos de JM Keynes , aumentar o deficit, desvalorisar a moeda, aumentar as tarifas às importações.
    O PIB em 1934 já tinha ultrapassado o pico de 1929.
    .
    Em 1931 e 1932 a Alemanha face á recessão aumentou a austeridade, o que crashou ainda mais a economia , explodiu o desemprego e assim os Nazis ganharam o poder em 1933.
    .
    O AC é a favor dos Nazis.

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  143. Anti-praticos permalink
    3 Outubro, 2012 14:48

    “Também é aumentos de impostos. Porque diminuem rendimentos e recursos na posse das familias e das empresas. A queda no consumo privado é uma consequencia da austeridade.”
    Como se houvesse margem para aumentos de impostos!
    O hollanbde e os socialistas franceses claramente não teriam melhor argumento para justificar a sua politica.Não digo que nao tenha alguma simpatia pelo liberalismo, mas convenhamos , foge aos padrões convencionais

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  144. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 14:49

    Quantos são? Quantos são?
    .
    .
    ” Então não foram esses mesmos mercados que nos colocavam em ratings A quenado já estavamos todos fodidos?”
    .
    .
    Os mercados costumam estar certos, nós é que não temos a certeza quando estão errados.”
    .
    Dito de outra forma, o ditado é: não te ponhas a mijar contra o vento.
    .
    .
    PMP, Vc. inventa largo. ahahahhhahah
    .
    .
    Olhe, hoje o mercado voltou a premiar o governo. O vento quando sopra para um dos lados… E o lado contrário é o nosso, mais vale guardar a pilinha.

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  145. PMP permalink
    3 Outubro, 2012 14:51

    “A Alemanha só consegue manter a sua politica estupida de empobrecer a classe média porque outros paises como os PIIGS compram os seus produtos de forma irracional.”
    .
    O irracional é que os PIIGS se endividaram para comprar produtos á Alemanha, em vez de se endividarem para aumentar a sua produção interna.
    .
    É claro que isto é uma irracionaliadade colectiva que só poderia ser gerida ao nivel do estado, porque ao nivel individual são micro decisões racionais ou quase racionais.

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  146. PMP permalink
    3 Outubro, 2012 14:53

    O AC está cada vez mais totó, não diz coisa com coisa.
    .
    Ora é a favor da austeridade ou no caso do New Deal já é a favor !
    .
    E não sabe ler numero do PIB do Reino Unido entre 1929 e 1934.
    .
    O AC anda a brincar aqui com a malta, ele é muito esperto !

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  147. Anti-praticos permalink
    3 Outubro, 2012 14:55

    Algumas vozes como o ac, falam aqui da convicçaõ dos mercados.Mas , meus senhores, não misturem os resultados concretos com a convicção dos mercados.Aquilo que acham não corresponde necessariamente á verdade.Estamos perante o efeito “linhas eróticas”.Isto é, até podem estar a gostar da música, mas estamos a enganar os mercados.Estamos a celebrar um negócio da china: sem darmos razões para tal, ganhamos deles o que pretendemos

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  148. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 14:56

    “E não sabe ler numero do PIB do Reino Unido entre 1929 e 1934.”
    .
    .
    O Hitler era também kenesiano, não era? ehehhhhehh
    .
    .
    Vá, da próxima vez não compre o BMW mas uma carroça de burros, para se locomover. Vai ver que depois lhe sobra dinheiro para comprar a palha. lol

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  149. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 14:57

    “.Aquilo que acham não corresponde necessariamente á verdade.”
    .
    .
    Vamos ver. Se acha que é mesmo assim, shorte. 😉
    .
    .
    Se tem tanta a certeza…

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  150. PMP permalink
    3 Outubro, 2012 14:57

    O AC anda confuso,
    afinal é contra ou a favor dos que permitiram os Nazis ganharem ?
    .
    Estes numeros do PIB em percentagem do pico anterior fazem confusão ao AC.
    Percentagens é muito complicado para o AC.
    .
    O AC é um brincalhão !

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  151. Fincapé permalink
    3 Outubro, 2012 14:59

    “Há uma tese que defende que os empresários foram contra a medida da TSU para preservar boas relações laborais com os seus trabalhadores.”
    Há várias teses. Outra delas é a seguinte: quando os empresários estão de acordo connosco, estão certos; quando estão em desacordo, estão errados.
    E cá para mim, os portugueses, empresários incluídos, reagiram à comunicação do primeiro.ministro (não às correções que surgiram mais tarde, após constatação dos graves erros), como não podia deixar de ser, que foi completamente dosconchavada, iníqua, primária, tirada diretamente do excel, sem ponderar que havia pessoas à frente das folhas de cálculo. Digamos que terá sido uma “borgisse” que, apresentada como foi, poria praticamente fim ao ordenado mínimo, como querem os liberais.

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  152. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 15:01

    PMP, Vc. é nazi ou não o é?
    .
    .
    Vc. se não souber ler, diga:
    .
    .
    “Devaluation in September 1931 was followed by monetary easing with “cheap money” in April 1932 and the General tariff in February 1932.
    6
    . However, neither of these policies seems to have generated immediate observable effects on the path of recovery with the economy continuing to slide between February and September 1932. Clearly, Temin’s hypothesis of an
    absence of observable recovery in 1931-2 is consistent with the new high-frequency data. The policy moves in the British economy during 1931-2 did not generate immediate expectation effects that were powerful enough to end the depression.”
    .
    Link algures acima.

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  153. PMP permalink
    3 Outubro, 2012 15:06

    O AC é a favor dos que levaram os Nazis ao poder !.
    Será que o AC é Nazi ?.
    .
    Então afinal o governo da altura di RU lá seguiu o mestre JM Keynes com uma sequência algo cautelosa de medidas já que era a primeira vez em época de paz :
    “Devaluation in September 1931 was followed by monetary easing with “cheap money” in April 1932 and the General tariff in February 1932.
    .
    Ora vamos lá repetir o PIB do RU nessa altura :
    .
    GDP
    1929 = 100%
    1930 = 99.9
    1931 = 94.4
    1932 = 95.1
    1933 = 96.0
    1934 = 102.8
    1935 = 106.6

    Nada mau para uma democracia !

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  154. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 15:17

    “Então afinal o governo da altura di RU lá seguiu o mestre JM Keynes com uma sequência algo cautelosa de medidas já que era a primeira vez em época de paz :”
    .
    .
    Se tivessem seguido o Keynes, não teriam apostado em orçamentos equilibrados. ahahahaha
    .
    .
    Vc. sabe o que fizeram os americanos, antes?
    .
    .
    Nem o Keynes inventou porra nenhuma. Copiou o que alguns defendiam em Itália. Vc. ainda tem muita broa com côdea tem para comer: http://it.wikipedia.org/wiki/Umberto_Ricci

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  155. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 15:19

    Perdão pelo último link. Este sim, era o que importava destacar: http://it.wikipedia.org/wiki/Umberto_Ricci_(economista)
    .
    .
    Mil desculpas.
    .
    .
    Keynes? Copiou e mal.

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  156. Fernando S permalink
    3 Outubro, 2012 15:22

    Ricciardi (3 Outubro, 2012 at 10:41) : “Claramente Fernando. (…). Sair da zona euro.”
    .
    Até concordo com alguns aspectos da sua análise histórica sobre o processo de endividamento nacional no seio de uma zona monetaria estavel e, por isso, com crédito abundante e barato.
    Mas não concordo com as suas 2 conclusões.
    .
    Não concordo que o endividamento nacional seja uma consequência do Euro. É culpa nossa, dos nossos governantes que seguiram políticas irresponsáveis, dos portugueses que os elegeram para fazerem o que fizeram, da inconsciência das familias e empresas que beneficiaram das larguezas do Estado e do crédito bancário barato acreditando que seria sempre assim.
    A entrada no Euro foi à partida positiva para o país, para os portugueses. Passámos a ter uma moeda estável, passámos a ter mais crédito para a economia, as nossas empresas puderam trabalhar num mercado integrado mais vasto e desenvolvido.
    Aproveitámos em parte. A nossa produtividade e a nossa eficiência aumentaram em termos absolutos. A nossa capacidade de criação de riqueza também. Os nossos recursos nacionais, os rendimentos das nossas famílias, o nosso nível de bem-estar, tudo cresceu.
    Mas não aproveitámos em grande parte. Utilizámos mal o acesso ao crédito e a um mercado mais desenvolvido. Utilizamos o crédito barato e abundante para permitir o crescimento do nosso Estado, do “Estado Social”, do Estado cliente de muitas das nossas empresas, do Estado empregador, do Estado distribuidor de subsidios, etc, etc. Todo este dinheiro e todos estes recursos injectados pelo Estado na economia representaram mercados para muitas empresas e rendimentos adicionais para muitas famílias. Todo este enriquecimento aparente criou ilusões e encorajou famílias e empresas a consumirem e a produzirem cada vez mais. Mas a consumirem e a produzirem cada vez mais bens de consumo para o mercado interno e a importarem cada vez mais bens do exterior. Passámos a consumir uma proporção crescente dos recursos disponíveis em prejuizo do investimento produtivo, em particular em sectores de bens transaccionáveis dependentes da procura interna e da procura externa. Este processo foi uma bola de neve. Os sinais da insustentabilidade deste modelo começaram a aparecer e a serem anunciados desde há já vários anos. Mas ninguém quiz ouvir e continuámos, os nossos políticos, nós todos, com o mesmo tipo de políticas públicas. O resultado foi o que foi, é o que é.
    .
    Não concordo quando diz que a solução é sair do Euro.
    Não concordaria mesmo que aceitasse a sua tese de que o Euro foi a causa da nossa perdição. Sair agora do Euro seria um suicidio colectivo. Seria uma ruptura drástica no financiamento da nossa economia e do nosso Estado. As consequência seriam terríveis. A desvalorização monetária empobrecer-nos-ia no imediato, passariamos provávelmente a consumir metade do que consumimos hoje. Levariamos muitos e muitos anos a recuperar.
    Mas, para além do mais, sair do Euro seria também abandonar para sempre as vantagens da pertença a uma zona económica e monetária mais alargada e estável. Seria deitar fora o bébé com a água suja do banho.
    O que o nosso país tem agora de fazer é corrigir rápidamente os desequilibrios que nos impediram e nos impedem de tirar todo o partido e todos os benefícios da pertença à Zona Euro. Se equilibrarmos as nossas contas públicas, se reduzirmos o peso do Estado na economia, se privatizarmos e liberalizarmos os nossos recursos e mercados, se começarmos a baixar a carga fiscal sobre as empresas e as famílias,… então estaremos em condições de integrar e beneficiar plenamente da moeda única.

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  157. Anti-praticos permalink
    3 Outubro, 2012 15:26

    “e começarmos a baixar a carga fiscal sobre as empresas e as famílias,… então estaremos em condições de integrar e beneficiar plenamente da moeda única.”
    Tem piada falar disso

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  158. Anti-praticos permalink
    3 Outubro, 2012 15:29

    Eu aceito fernando, que a constituição é um entrave.Mas como já disse noutro comentário, o mais liberal não é ser liberal.Digamos que mesmo governos de centro-esquerda ou até este PS eram capazes de toma-las.
    O que aconteceu foi isto: o pec IV manteve-se, mas como outro governo a implementá-lo.De resto são mais as semelhanças que as diferenças

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  159. PMP permalink
    3 Outubro, 2012 15:32

    O AC anda mesmo confuso, ora a favor da austeridade em Portugal, contra na Alemanha, contra nos EUA, a favor no RU, e na Itália.
    .
    Que grande confusão, mas ele é um brincalhão muito esperto, não é para levar a sério, é só para a malta se entreter ! Ora vejamos os conselhos do mestre JMK em doses suaves porque era a primeira vez e cautelas são sempre necessárias em politica á séria (lá não é como o tonto do Passos / Borges )
    .
    Emergency measures
    In an effort to balance the budget and restore confidence in the pound, on the 10 September 1931 with Phillip Snowden still as Chancellor, the new national government issued an emergency budget, which immediately instituted a round of cuts in public spending and wages. Public sector wages and unemployment pay were cut by 10%, and income tax was raised from 4s 6d to 5s in the pound[12] (from 22.5% to 25%). The pay cuts did not go down well however and resulted in a Mutiny in the Royal Navy.
    These measures were deflationary and merely reduced purchasing power in the economy, worsening the situation, and by the end of 1931 unemployment had reached nearly 3 million.[13] The measures were also unsuccessful at defending the gold standard, which the National Government had ostensibly been created to defend.
    Because of the gold standard there was nothing to stop a flight of gold. At first the government tried to stop the flight by introducing punitive interest rates. However, panic among international investors following the Mutiny put renewed pressure on the pound, and on 21 September 1931 the government was finally forced to abandon the gold standard. Immediately the exchange rate of the pound fell by 25%, from $4.86 to $3.40. This eased the pressure on exporters, and laid the ground for a gradual economic recovery.
    Also, in 1932 following the Ottawa Agreement Neville Chamberlain who had become Chancellor after the 1931 election, introduced tariffs on imports at a rate of 10% on all imports except those from the countries of the British Empire. The introduction of tariffs caused a split in the Liberal Party, some of whom, along with Phillip Snowden withdrew support for the National Government.

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  160. Fernando S permalink
    3 Outubro, 2012 15:33

    PMP (3 Outubro, 2012 at 14:41) : “Como pode verificar no meu comentário no Insurgente tudo o que disse é lógico e adequado ao momento actual. nada contradiz , pel ocontrário o que repito desde há mais de 2 anos.”
    .
    Sim, é coerente com a sua tese de que a saida da crise passa pelo aumento da despesa publica e pelo agravamento do défict orçamental !!

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  161. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 15:43

    Isto é de partir o coco. Da própria propaganda do nosso keynesiano militante:
    .
    “on the 10 September 1931 with Phillip Snowden still as Chancellor, the new national government issued an emergency budget, which immediately instituted a round of cuts in public spending and wages. Public sector wages and unemployment pay were cut by 10%, and income tax was raised from 4s 6d to 5s in the pound[12] (from 22.5% to 25%). The pay cuts did not go down well however and resulted in a Mutiny in the Royal Navy.”
    .
    .
    Bolas para o diabo. Isto foi o que Keynes mandou fazer ao governo conservador inglês? ahaahhahah
    .
    .
    Sabe quem foi o Ernesto Rossi? Que profético, o gajo. ehheheeh

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  162. PMP permalink
    3 Outubro, 2012 15:45

    Fernando S,

    Deve andar com dificuldades de leitura !
    .
    O que eu digo é manutenção do deficit aí pelos 6 a 7% por redução de IRC e TSU nos sectores transacionáveis

    E reduzir a despesa superfula, não a despesa social.
    Um corte a direito de 5% em toda a despesa incluindo PPP’s e Juros também seria uma ideia, dada a incompetencia deste governo emm reduzir o tamanho do estado burocrático.
    .
    É necessário fazer um esforço e entender a diferença entre deficit e despesa.
    .
    Reduzir o defíct por aumento de impostos é asneira da grossa , e não resulta !

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  163. PMP permalink
    3 Outubro, 2012 15:49

    AC, você anda mesmo confuso !
    .
    Então é a favor ou contra a austeridade ?
    .
    Não vê que no RU as medidas de Keynes foram graduais e o governo acabou ir implementando ao longo de 1931 e 1932 ?
    .
    Acha lento pouco mais de um ano para mudar toda a politica economica pela primeira vez no mundo ?
    Compare com os tontos do Passos / Borges / Gaspar que em 15 meses apenas aumentaram os impostos !
    .
    “Because of the gold standard there was nothing to stop a flight of gold. At first the government tried to stop the flight by introducing punitive interest rates. However, panic among international investors following the Mutiny put renewed pressure on the pound, and on 21 September 1931 the government was finally forced to abandon the gold standard. Immediately the exchange rate of the pound fell by 25%, from $4.86 to $3.40. This eased the pressure on exporters, and laid the ground for a gradual economic recovery.
    Also, in 1932 following the Ottawa Agreement Neville Chamberlain who had become Chancellor after the 1931 election, introduced tariffs on imports at a rate of 10% on all imports except those from the countries of the British Empire. The introduction of tariffs caused a split in the Liberal Party, some of whom, along with Phillip Snowden withdrew support for the National Government.

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  164. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 15:52

    Factos curiosos para o keynesiano militante.
    .
    .
    Os grandes críticos italianos às teorias de Keynes foram quase todos anti-fascistas. E o Mussolini resolveu o seu problema mandando matar os que criticavam o Keynes e o… Mussolini.
    .
    .
    Agora, o que o keynesiano militante tem que dizer é se é nazi. Sim, sim. Keynes copiou, copiou mal e apenas adaptou para o mundo anglo-saxónico as ideias alheias. De Itália… De onde os fascistas foram os maiores defensores das ideias de Keynes e de outros anteriores, italianos.
    .
    .
    O nazismo adopta uma versão alemã keynesiana. Coincidência?
    .
    .
    Os americanos também copiaram os fascistas italianos. E keynesianos. ehehehehh
    .
    .
    Eles nem sabem nem sonham de onde brotaram as ideias do Keynes.

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  165. Fincapé permalink
    3 Outubro, 2012 15:56

    Grandes confusões nestas cabeças. Confundir medidas económicas com ideologias que tentam a perenidade é tão absurdo como confundir o olho do c* com a feira de março.
    Em acordo com esta teoria, se formos poupadinhos somos salazaristas! Bahhhhh!

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  166. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 15:56

    “Não vê que no RU as medidas de Keynes foram graduais e o governo acabou ir implementando ao longo de 1931 e 1932 ?”
    .
    .
    Medidas proteccionistas, barreiras à importação e saída do padrão-ouro. O que o fascismo italiano sempre defendeu. ehhehehh
    .
    Cortes salariais e cortes na despesa pública?
    .
    .
    Acha que os ingleses foram influenciados pelo Keynes? Ou foram arrastados? De onde copiaram os americanos essas ideias? Do Keynes? Ou do fascismo italiano? E do fascismo alemão, mais tarde com resultados de tal forma “miraculosos” que um gajo de esquerda inglês foi à Alemanha dar o apoio ao Hitler.
    .
    .
    Ah! Keynes, esse maravilhoso economista. Genial, não é? Deve ter sido, deve. ehehheh

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  167. PMP permalink
    3 Outubro, 2012 16:01

    AC, você está cada vez mais totó e continua com os disparates,
    mas eu sei que é a brincar com a malta daqui do blasfemias.
    .
    Vamos lá recapitular :
    .
    RU adopta grosso modo JM Keynes ao longo de 18 meses entre 1931 e 1932, o PIB cai apenas 5,5% do pico e em 1934 é já superior ao pico de 1929 .
    .
    Inclui medidas de desvalorisação, aumento de tarifas importação, baixa de juros e aumento da despesa publica ou baixa de impostos.
    .
    Alemanha não faz nada disto e o desemprego explode e o PIB crasha mais de 25%.
    Os Nazis ganham as eleições em 1933 porque o povo está farto de austeridade !
    .
    O AC é a favor da austeridade ., logo o AC é a favor dos Nazis ?

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  168. Fernando S permalink
    3 Outubro, 2012 16:02

    Anti-praticos (3 Outubro, 2012 at 15:26) : “Tem piada falar disso [“começarmos a baixar a carga fiscal sobre as empresas e as famílias,… ]”
    .
    “Piada” é falar em baixar impostos para toda a gente no imediato.
    Sim, este é um objectivo inseparavel de qualquer programa minimamente “liberal”. Mas, no contexto actual, é uma meta de médio prazo.
    No curto prazo não ha praticamente nenhuma margem financeira no Estado para baixar impostos. Antes pelo contrario, foi e é inevitavel aumentar alguns.
    A unica possibilidade de baixar no imediato a carga fiscal das empresas é uma medida do tipo da TSU financiada por uma transferencia de recursos das familias para as empresas. Todo o “partidão da despesa publica” e os interesses instalados do actual modelo economico se opos (os “liberais de pacotilha” também não perceberam). O governo recuou e perdeu-se uma oportunidade. Tornou-se inevitavel um novo agravamento da carga fiscal sobre o sector privado.
    De qualquer modo, com avanços e recuos, o prioritario é a consolidação das contas publicas. A medida que este processo for evoluindo o governo podera vir a ter alguma margem orçamental para baixar alguns impostos.

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  169. anti-comuna permalink
    3 Outubro, 2012 16:07

    “Inclui medidas de desvalorisação, aumento de tarifas importação, baixa de juros e aumento da despesa publica ou baixa de impostos.”
    .
    .
    As suas fontes desmentem-no.
    .
    .
    E nem as refere, para não dizermos que são nazis.
    .
    .
    No fundo, no fundo, Vc. acaba por defender o fascismo italiano. Políticas proteccionistas e tentativa de exportar a crise. Que em vez de resolver a crise, ainda a agrava, porque depois os competidores fazem o mesmo. E fizeram-no. E a crise agravou-se em vez de melhorar.
    .
    .
    Agora, dizer-se que a economia inglesa esteve melhor que todas as outras é falácia. Desde 1918 que estava em crise e teve o seu “sell off” em 29. Já estava tão arrasada que pouco mais poderia colapsar, apesar da forte queda na produção industrial e, sobretudo, na produção mineira.
    .
    .
    Keynes não influenciou o combate à crise em Inglaterra. Quem influenciou foram os acontecimentos nos USA, com a forte desvalorização do dólar para atrair ouro.
    .
    .
    Enfim. Mas o PMP é nazi ou não o é?

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  170. Anti-praticos permalink
    3 Outubro, 2012 16:20

    “Sim, este é um objectivo inseparavel de qualquer programa minimamente “liberal”. Mas, no contexto actual, é uma meta de médio prazo.
    No curto prazo não ha praticamente nenhuma margem financeira no Estado para baixar impostos. Antes pelo contrario, foi e é inevitavel aumentar alguns.”

    E a curto prazo pode também ter a certeza que não é possivel aumentar os impostos!Não , não foi preciso e mais do que isso, foi inútil, porque a receita baixou.As pessoas e as empresas já deram o seu contributo, é preciso que o estado daqui para a frente , dê o seu também.
    Vc julga que as familias ainda guardam um pé de meia que pode ser taxado.Acontece que a pressão fiscal neste momento atingiu o máximo,o que significa que neste momento não é possivel obter receitas das familias.E como precisamos de dinheiro, é altura de o estado também reduzir os seus gastos.Muito mais que uma opção, é uma urgência.Caso contrário não cumpriremos as metas.

    Depois, como descrito neste artigo,passo a citar:”A poupança cresceu ao longo deste ano a uma dimensão que não esperávamos”, disse Passos Coelho. “O que se passou”, continuou, “é que muita gente, por receio ou por precaução, tinha dinheiro para gastar e não gastou. As pessoas podiam ter comprado automóveis! Tem um efeito positivo”, admitiu, porque “saiu menos dinheiro do País, mas as receitas fiscais baixaram”.
    Ou seja, a culpa é das famílias portuguesas. Depois de terem passado uma década a viver à grande e à francesa, levando o Pais à pré-falência, agora as mesmas famílias tiveram o descaramento de consumir menos do que deviam. É caso para dizer que depois de viverem acima das suas possibilidades, os portugueses estão agora a viver abaixo das suas possibilidades. Grandes nabos! Como castigo, o Estado fica-vos com 7% do salário. E agora lembrem-se de não consumir em 2013!”

    Além disso, mostra a hipocrisia e a inutilidade da nossa “direita” (sim porque nao existe nenhuma em portugal), quando na legislatura passada criticaram o ps por aumentar impostos, nos pecs.Isto na minha terra chama-se hipocrisia.

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  171. PMP permalink
    3 Outubro, 2012 16:32

    O AC está cada vez mais totó e só diz palermices.
    .
    Já não sabe distinguir 1929 de 1919.
    .
    vamos lá repetir ainda mais simples , para o periodo de 1931, 1932 , 1933:
    .
    No RU remos queda de 5,5% do PIB com medidas graduais porque inovadoras, propostas por JMKeynes e outros economistas.
    .
    Na Alemanha temos uma queda maior que 25% do PIB com austeridade reforçada e desemprego elevadissimo ,a acima dos 30% o que leva à queda do governo e tomada de poder pelos Nazis.
    .
    A AC defende quem ajudou os Nazis a tomarem o poder, logo o AC é Nazi .

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  172. Anti-praticos permalink
    3 Outubro, 2012 16:43

    Este espaço de comentarios, está -se a transformar num autentico hospicio de malucos.Passistas fervorosos de um lados, esquerdistas doutro
    Pessoal: voces so dizem nhanha

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  173. Fernando S permalink
    3 Outubro, 2012 16:45

    PMP,
    .
    O que Vc disse esta escrito. Não vale a pena insistir.
    Dito isto, Vc também pode evoluir, naturalmente.
    Que eu tivesse reparado, desde ha uns tempos deixou de falar em aumentar a despesa publica, deixou de falar de novos investimentos publicos, deixou de falar em aumentar o déficit orçamental. É verdade que, perante a evidencia dos factos, era completamente disparatado.
    Agora fala em reduzir a despesa publica. Mas quando se vai ver o que é percebe-se que é pouca coisa, deixa de fora o essencial, todo o “Estado Social”.
    Agora fala em manter o défict publico. Mas como não quer austeridade não se percebe como. Além de que, não respeitando o programa da Troika, comprometeria a ajuda financeira e levaria a um ainda maior aumento da divida publica acumulada e ao agravamento dos custos financeiros (e portanto a aum aumento do déficit). Manter o déficit publico não é uma opção realista e sustentavel.
    É verdade que sempre falou em baixar impostos para as empresas dos sectores transaccionaveis. Mas continua a não se ver como é que seriam financiados. Além de que, como ja disse noutros comentarios, uma medida selectiva deste tipo é impraticavel nas condições actuais.
    .
    Ja agora, deixe-se de manobras de diversão : ninguém aqui confunde a despesa publica e o déficit orçamental.

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  174. Fernando S permalink
    3 Outubro, 2012 17:37

    Anti-praticos (3 Outubro, 2012 at 16:20) :
    “E a curto prazo pode também ter a certeza que não é possivel aumentar os impostos!Não , não foi preciso e mais do que isso, foi inútil, porque a receita baixou.As pessoas e as empresas já deram o seu contributo, é preciso que o estado daqui para a frente , dê o seu também.”
    .
    Tanto é possivel que vão continuar a ser aumentados. Sobretudo para as familias com rendimentos acima de um determinado rendimento. As familias de mais baixos recursos e as empresas teem sido o mais possivel preservadas. O que é mero bom senso.
    Claro que um aumento de impostos nunca é uma medida popular. Mas não é verdade que a média das familias não pode viver reduzindo adicionalmente o respectivo rendimento disponivel. Felizmente, a generalidade dos portugueses não vive no limiar da pobreza. O rendimento nominal médio real dos portugueses duplicou desde 1973. Sem contar o aumento do patrimonio per capita e o acesso a serviços publicos e subsidados. A generalidade dos portugueses ja viveu com muito menos ainda não ha muito tempo. As gerações mais velhas sabem-no bem.
    Os factos apontados nas declarações de Passos Coelho, isto é, o aumento significativo da poupança dos portugueses, apenas confirma a evidencia de que podem viver consumindo menos e que podem inclusivamente poupar mais apesar de ganharem menos e pagarem mais impostos.
    .
    Quanto ao contributo do Estado.
    Claro que é preciso que o Estado continue a reduzir despesa e a emagrecer.
    Mas não se pense que a redução da despesa publica não tem efeitos sociais negativos. A despesa publica mais importante, a que conta verdadeiramente, diz respeito a vencimentos de funcionarios, a pensões, a despesas “sociais”, a serviços publicos gratuitos ou a preços moderados, etc. Cortar nestas despesas significa diminuir os rendimentos de muitas familias, de funcionarios e de beneficiarios de todo o género. Cortar nestas despesas imediatamente e sem preparação pode implicar uma degradação de certos serviços publicos importantes para as familias e as empresas. Cortar nestas despesas significa diminuir ou interromper a compra de muitos bens e serviços fornecidos por empresas privadas de diferentes sectores, criando por isso dificuldades a estas empresas e determinando seguramente despedimentos e baixas de rendimentos. Cortes nas despesas publicas teem seguramente um impacto importante na vida do conjunto do pais e afecta familias e empresas. Muitas familias de baixo rendimento e dependentes de ajudas e muitas pequenas e médias empresas que dependem de fornecimentos e serviços do Estado. No fim de contas, o Estado, por pior e mal governado que seja, não é uma entidade exterior e estranha aos portugueses. O Estado é uma componente fundamental, omnipresente, infelizmente demasiado, na sociedade portuguesa. Para o melhor e para o pior, o Estado diz respeito e interessa todos os portugueses. Reformar e reduzir a dimensão do Estado é indispensavel. Mas, por estas e outras razões, não é algo que se possa fazer com precipitação, sem preparação, em muito pouco tempo.

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  175. Anti-praticos permalink
    3 Outubro, 2012 22:13

    “Tanto é possivel que vão continuar a ser aumentados. Sobretudo para as familias com rendimentos acima de um determinado rendimento. As familias de mais baixos recursos e as empresas teem sido o mais possivel preservadas. O que é mero bom senso.
    Os factos apontados nas declarações de Passos Coelho, isto é, o aumento significativo da poupança dos portugueses, apenas confirma a evidencia de que podem viver consumindo menos e que podem inclusivamente poupar mais apesar de ganharem menos e pagarem mais impostos.”
    .
    Não estou a questionar o poder de lançar impostos.Estou a questionar sim a eficácia dessa medida, que se aproxima ao que hollande fez em frança,e até que ponto isso compensará a receita.O problema é que chegámos a um ponto de fatiga fiscal, em que não é mais possivel recaudar o que quer que seja em matéria fiscal,como é demonstrado pela queda das receitas,e que poderá eventualmente repercutir em aumento da fuga ao fisco, ou mudança da sede fiscal para outros paises fiscalmente menos exigentes.Dito de outra maneira, foi inútil aumentarmos os impostos
    De qualquer maneira, como se vai consumir menos, logo a recaudação será menor,logo vai ser preciso insistir mais na despesa.Ou se escolhe receitas ou se escolhe diminuir o consumo.
    As delcarações do Pm são uma clara demonstração de incapacidade em compreender isso.Que não é possivel taxar mais e esperar mais receitas.Se queria mais receitas, não taxasse tanto

    Quanto á reforma do estado, nunca desmenti que fosse menos dura, e não essa a questão.O que torna preferivel a reducao de despesa a aumentos de impostos, é que a despesa é controlável e não está dependente de ciclos económicos, ao contrário do que acontece com as receitas.E vai ser preciso mais tarde ou mais cedo redefinirmos o estado, porque não há mais dinheiro para financiar a maior parte do sector publico.

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  176. Fernando S permalink
    3 Outubro, 2012 23:14

    Anti-praticos,
    .
    A queda nas receitas fiscais não é uma consequencia directa do aumento das taxas de imposição mas sim da propria recessão. Mesmo sem o aumento das taxas a economia estaria em recessão. Outros paises europeus onde ainda não houve aumentos de impostos ou onde os aumentos anunciados ainda não foram aplicados (casos do Reino Unido e da França), apesar de terem menos problemas de competitividade e de crédito do que Portugal, também entraram praticamente em recessão.
    Uma diminuição das receitas fiscais ja estava prevista. O aumento das taxas de imposição destinou-se a evitar que essa diminuição fosse ainda maior. Aconteceu que a queda no primeiro trimestre foi maior do que a previsão. Mas houve alguma recuperação no segundo trimestre. Que deve continuar no resto do ano. Mesmo assim, no final havera uma diferença que deve ser coberta com outras economias ou receitas extraordinarias.
    De qualquer modo, não aumentar impostos seria ainda pior para a consolidação orçamental do que não aumentar. Não aumentar impostos agravaria o déficit e não evitaria a recessão.
    A unica baixa de impostos que poderia vir a ter algum efeito positivo para a actividade economica e para o emprego, a da TSU das empresas financiada pelo aumento da contribuição dos trabalhadores para a SS, foi infelizmente abandonada pelo governo nas circunstancias que sabemos.
    .
    Quanto à reforma e redução do Estado, à necessidade de reduzir sériamente despesas publicas, perfeitamente de acordo. Mas os timings são diferentes, são mais longos. Em principio, à medida que essas economias forem sendo conseguidas é natural que o governo possa ter alguma folga para aliviar a pressão sobre os impostos sem prejudicar a consolidação orçamental.

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  177. Anti-praticos permalink
    4 Outubro, 2012 14:45

    “A queda nas receitas fiscais não é uma consequencia directa do aumento das taxas de imposição mas sim da propria recessão. Mesmo sem o aumento das taxas a economia estaria em recessão. Outros paises europeus onde ainda não houve aumentos de impostos ou onde os aumentos anunciados ainda não foram aplicados (casos do Reino Unido e da França), apesar de terem menos problemas de competitividade e de crédito do que Portugal, também entraram praticamente em recessão.
    Uma diminuição das receitas fiscais ja estava prevista. O aumento das taxas de imposição destinou-se a evitar que essa diminuição fosse ainda maior. Aconteceu que a queda no primeiro trimestre foi maior do que a previsão. Mas houve alguma recuperação no segundo trimestre. Que deve continuar no resto do ano. Mesmo assim, no final havera uma diferença que deve ser coberta com outras economias ou receitas extraordinarias.
    De qualquer modo, não aumentar impostos seria ainda pior para a consolidação orçamental do que não aumentar. Não aumentar impostos agravaria o déficit e não evitaria a recessão.”
    .
    Vamos por paragrafos: eu não digo que não houvesse recessão.Digo é que no nosso seria agravada pela já insustentável carga fiscal que já tinhamos, isto é havendo outros factores explicativos,este é um deles.Ou está esquecido que foi com recurso a este método que os governos anteriores recorreram para diminuir os défices? Era ai que tinha que ocorrer uma mudança.Pois eu discordo absolutamente da ultima frase, porque ao tornarem mais caro o consumo, este diminuiu.Por outras palavras, o aumento de impostos ao invés de compensar alguma queda, veio sim piorar o que estava mal.Ao contrário do que voce diz,não melhorou a queda, mas sim piorou-a.
    E mesmo que eu estivesse de acordo consigo em isentar de responsabilidade a fiscalidade, a verdade é que em recessão é inutil aumentar impostos.

    Quanto à reforma e redução do Estado, à necessidade de reduzir sériamente despesas publicas, perfeitamente de acordo. Mas os timings são diferentes, são mais longos. Em principio, à medida que essas economias forem sendo conseguidas é natural que o governo possa ter alguma folga para aliviar a pressão sobre os impostos sem prejudicar a consolidação orçamental.
    .
    Nota-se que está á espera que aumentar impostos permita diminuir o défice e reduzir despesa.Mas voce tem que perceber que a via dos impostos está acabada, nenhum portugues gera receitas suficientes para financiar o estado.Portanto a partir de agora o estado tem que acelerar a via do corte da despesa, que ao contrário dos impostos, é uma via que funciona.E se não for a bem, é a mal

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  178. Fenris permalink
    4 Outubro, 2012 15:07

    …e a cretinice de acreditar que é por causa do chumbo da TSU que aconteceu este aumento de impostos continua…

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