Das ditaduras de esquerda não se foge: deserta-se!!!!
4 Abril, 2013
Sete bailarinos cubanos desertaram para os Estados Unidos Este texto do PÚBLICO é um tratado sobre a desculpabilização e a condescendência que a comunicação social vota à esquerda. Para lá da ‘deserção” (serão os bailarinos militares??) motivada por questões materiais – “novas oportunidades artísticas e melhores condições económicas” – e não tb pela falta de liberdade o texto tem verdadeiras pérolas e terminando com a directora da Escola Nacional de Bailado de Havana a pronunciar-se sobre o apoio activo à dança em Cuba por contraste com a difícil vida dos bailarinos no “resto do mundo”.
49 comentários
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O ex Doutor Relvas desertou…
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Aposto em como nos States há bailarinos de mais países além de Cuba.
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Helena, não a quero retirar das suas dissertações sobre a má comunicação social portuguesa. Mas já viu quem é que saiu do governo? Isto deve estar mesmo tudo a ruir…
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(…) “novas oportunidades empresariais e melhores condições económicas” para o maçon MRelvas ex-ministro, ex-quase tudo neste P”SD”.
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A Helena já deveria saber um pouco mais sobre os termos derivados na rotulação da perspectiva política.
Como a militância e o «engagement» são premissas apriorísticas do comunismo, decorre natural que o afastamento daqueles que explícita ou implicitamente anuíram à axiomática comunista se expresse em termos com conotação (e denotação!) marcial.
Não omitir que do comunismo emana o estado de «guerra permanente de classes» como conceito motor intrínseco ao comunismo.
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…e fizeram muito bem ! Se são tecnicamente bons bailarinos e com ambições, têm o futuro garantido nos States.
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Próxima vítima de Helena Matos : o Diário Económico, quando cessar o contrato.
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HMatos,
Relido o título do post, pergunto-lhe : e das ditaduras de direita não se foge, permanece-se ?
Por acaso Vc. sabe quanta gente da Cultura no tempo de Salazar e de Caetano desertou ?
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Vai estudar….MJRB.
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MJRB
Não o compreendo. Claro que as pessoas fugiam nessa altura. Claro que agora fogem também nas ditaduras de direita.
A diferença é que de uma ditadura de direita foge-se, de uma de esquerda “deserta-se”. O jornalista está a dar uma conotação negativa à fuga de uma ditadura de esquerda, como se os pobres coitados devessem, por dever patriótico, moral ou outro, lá ficar.
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Desertores do mésticos:
Guterres & socialismo;
Barroso & social-democracia;
Sócrates & Terceira Via;
Relvas & pioneirismo laranja.
Onde irá Passos?
Onde cairá Seguro?
Na Terra do Nunca?
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AACM,
eu, estudar, para quê ?, se tenho mega-exemplos dum ex-PM e dum Relvas ?
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ROrtega,
preciosidades… Ou se quiser, tipo “de” e “da”…
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Nas ditaduras de direita é o paraíso.
Daqui a seis meses metade regressou e a outra metade esta desempregada ou na marginalidade.
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Nas ditaduras de direita é assim
Um dos mais sanguinários dos muito sanguinários generais ditadores que assolaram a Guatemala, Efraín Ríos Montt, está sentado no banco dos réus, acusado de genocídio e crimes contra a humanidade, entre outras selvagerias menores.
Eric Nepomuceno
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A Guatemala vive um processo que eu e a maioria dos guatemaltecos pensávamos que jamais aconteceria: um dos mais sanguinários dos muito sanguinários generais ditadores que assolaram o país, Efraín Ríos Montt, está sentado no banco dos réus, acusado de genocídio e crimes contra a humanidade, entre outras selvagerias menores. Ao lado dele, também sendo julgado, está outro general, Mauricio Rodríguez Sánchez, seu chefe de inteligência militar, a tenebrosa G-2.
Foi curto o tempo de presidência do agora réu: durou de março de 1982 a agosto de 1983. Chegou ao poder graças a um golpe de Estado, perdeu o poder graças a outro golpe.
Em um país com formidável histórico de golpes militares e ditaduras sanguinárias, Ríos Montt conseguiu a proeza de ter sido excepcionalmente brutal. Pastor de uma dessas seitas evangélicas criadas do nada, em seus dezesseis meses de poder absoluto criou grupos paramilitares batizados de PAC – as Patrulhas de Autodefesa Civil – que mataram pelo menos vinte mil assassinatos. Cerca de cem mil guatemaltecos se refugiaram nos países vizinhos, principalmente México e Honduras, e mais de um milhão foram expulsos de suas cidades e povoados e passaram a vagar pela Guatemala à procura de um lugar onde sobreviver.
A ditadura de Ríos Montt foi especialmente cruel com os indígenas, que são a esmagadora população do país. Não por acaso desde 1999 tentam abrir processos contra ele – na Guatemala, na Espanha –, sempre em vão. Entre outras razões, porque apesar de seus feitos brutais ele conseguiu se eleger varias vezes deputado. Perdeu a última eleição e, com ela, a imunidade parlamentar.
Rigoberta Menchú, a índia que ganhou o prêmio Nobel da Paz, denunciou Ríos Montt e outros generais por tortura, genocídio, prisão ilegal e terrorismo de Estado diante de um tribunal espanhol. Um juiz foi até a Guatemala para interrogar os denunciados. Não conseguiu interrogar ninguém. E ficou no ar a amarga impressão de que jamais aconteceria nada contra os militares assassinos.
Pois agora aconteceu. E o que se ouve no tribunal é assustador. Os depoimentos das vítimas, principalmente das mulheres, são estarrecedores. As violações sexuais se davam em massa, ninguém – não interessava a idade – escapava. Depois de assassinar indiscriminadamente homens e rapazes, depois de devastar lavouras e incendiar aldeias, os soldados se davam à sanha perversa com as mulheres. Há relatos demolidores de pessoas que foram queimadas vivas, de membros decepados, orelhas e línguas amputadas, olhos vazados. E os estupros coletivos em praça pública. Um horror capaz de superar a mais demencial das imaginações.
Para ouvir esses relatos, quem preside o tribunal que julga Ríos Montt e seu assecla é uma mulher com nome delicado: a juíza se chama Jazmín Barrios. A acusação tem um número concreto: 1.771 indígenas da etnia ixil foram assassinados pelos militares durante os 16 meses de poder absoluto de Ríos Montt. É menos de dez por cento do total de mortos, em sua imensa maioria maias.
O general de 86 anos repete, numa ladainha inalterada, que reconhece que houve ‘alguns excessos’, mas garante que não sabia de nada, que não ordenou nada, que não permitiu nada.
Em cada sessão do tribunal da juíza Jazmín Barrios são ouvidas doze pessoas. Doze sobreviventes de massacres. Doze vozes que contam o horror dos horrores diante de um ancião que permanece inalterado enquanto ouve o que aconteceu em seus tempos de ditador supremo.
É raro – raríssimo, aliás – que ex ditadores sejam levados aos tribunais para responder por terrorismo de Estado. A Argentina é uma exceção particular: vários generais ditadores foram condenados a penas pesadíssimas de prisão. Na Guatemala, parecia impensável.
Entre outras mazelas, o país conta – ou contava até agora – com um sistema judicial olimpicamente inepto e corrompido. Graças a isso, para não mencionar as pressões gritantes dos militares, a impunidade parecia estar assegurada para sempre. O panorama mudou.
O julgamento de Ríos Montt e Rodríguez Sánchez é o primeiro. A Guatemala se confronta com as chagas abertas do seu passado. E poderá encontrar no resgate da verdade, na preservação da memória e na aplicação da justiça o tão necessário antídoto para deixar de ser uma sociedade envenenada pelos longos, longuíssimos anos de horror.
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O Duarte é um lírico.
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Além do mais o título da noticia é mentiroso
Neste momento qualquer cubano pode sair livremente de Cuba e voltar quando quiser.
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Duarte, ainda não morreste?!
Já é hora…
R.
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Portugueses emigram com “ilusões” e “promessas de paraíso”
Publicado em 2012-07-15
75 1 1
A maioria dos portugueses que sai do país para procurar emprego e uma vida melhor leva “ilusões” e vai atrás de “promessas de paraíso”, e depois “encontra dificuldades”, disseram à Lusa associações da comunidade portuguesa em França.
Aníbal de Almeida, membro honorário e ex-provedor da Santa Casa da Misericórdia de Paris (SCMP), associação que presta auxílio à comunidade portuguesa na capital francesa, disse à Lusa que “não há regularmente portugueses a dormir na rua”, mas que a associação recebe diversos pedidos de ajuda de recém-chegados.
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O termo está bem aplicado.
Cuba não é um país.
É um quartel.
E embora a indústria do turismo sexual esteja a em pleno (só não vê quem não esteve lá) nem todos querem ser prostituta/os.
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eheheh, na hora da demissão da muleta do PPC, a HM não encontrou melhor tema…
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Carlos Dias,
Infelizmente temos muitos casos em Portugal Continental desse teor.
O Duarte, o Portela e o Piscoiso são 3 fulanos que se prostituem a torto e a direito. Os três cobrem a Lisboa inteira. Escolha deles.
R.
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Helena, Helena!
O Relvas demitiu-se! 😉
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Rogério, Posted 4 Abril, 2013 at 19:00
. continuas a fumar coisas estragadas e estás perdido sem o aluno Relvas!
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“Neste momento qualquer cubano pode sair livremente de Cuba e voltar quando quiser.”
.
Pois claro, ó Duarte, Cuba fica no Alentejo.
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“Esta entrada foi escrita por helenafmatos, publicada em 4 Abril, 2013 at 17:40”
.
a esta hora já era conhecida a demissão do aluno Relvas, certo?
era só para saber.
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OLÁ.!!!! Anda por aqui muito comuna… com dor de chifre…
Dou uma lata de conserva de atum ao comuna, que indicar um país governado por uma “ditadura de direita”…
A comunada não tem emenda!
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O Relvas desertou?
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Sete bailarinos? Só? Há uns dias, ouvi num qualquer bloco de notícias que, só num hospital ou clínica na Inglaterra trabalhavam 40 enfermeiros portugueses, que desertaram daqui para poderem sobreviver… Pobres cubanos, naturalizem-se portugueses, para poderem desertar em massa desta cleptocracia, tão do agrado de algumas blogueiras…
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piscoiso
Posted 4 Abril, 2013 at 17:48 | Permalink
Aposto em como nos States há bailarinos de mais países além de Cuba
___________________
Ao contrário de Portugal . . .
Não existe um cretino maior que o Piscoiso . . .
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PiErre
Posted 4 Abril, 2013 at 19:58 | Permalink
“Neste momento qualquer cubano pode sair livremente de Cuba e voltar quando quiser.”
.
Pois claro, ó Duarte, Cuba fica no Alentejo.
________________________
BO. . . A !!!!!!
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Helena, Helena!
O Relvas fugiu 😉
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Duarte
Posted 4 Abril, 2013 at 18:48 | Permalink
Portugueses emigram com “ilusões” e “promessas de paraíso”
Publicado em 2012-07-15
75 1 1
A maioria dos portugueses que sai do país para procurar emprego e uma vida melhor leva “ilusões” e vai atrás de “promessas de paraíso”, e depois “encontra dificuldades”, disseram à Lusa associações da comunidade portuguesa em França.
Aníbal de Almeida, membro honorário e ex-provedor da Santa Casa da Misericórdia de Paris (SCMP), associação que presta auxílio à comunidade portuguesa na capital francesa, disse à Lusa que “não há regularmente portugueses a dormir na rua”, mas que a associação recebe diversos pedidos de ajuda de recém-chegados.
_____________________
Não chegou ao m/ conhecimento que os tais bailarinos estejam
a dormir nas ruas de Nova Iorque . . .
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Duarte
Posted 4 Abril, 2013 at 18:42 | Permalink
Nas ditaduras de direita é assim
Um dos mais sanguinários dos muito sanguinários generais ditadores que assolaram a Guatemala, Efraín Ríos Montt, está sentado no banco dos réus, acusado de genocídio e crimes contra a humanidade, entre outras selvagerias menores.
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Ao contrário das Monarquias Hereditárias Comunistas (cá também houve
de irmão para irmão, como em Cuba) em que os dirigentes matadores compulsivos
jamais prestam contas à Justiça.
Pudera, nunca abandonam as rédeas com que contém as bestas (população)
que escravizam . . .
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“Ao contrário das Monarquias Hereditárias Comunistas (cá também houve
de irmão para irmão, como em Cuba)”
licas,
Estás a falar do vice-rei de Gaia???
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Lamento desiludir-vos, mas o coninhas do morcão do relvas não fugiu nem desertou, vai andar por aí. Os tristes do avental por si mesmos não têm onde cair mortos, por isso andam por aí, de políticos para comentadores de comentadores para pulhíticos. Relvas preparou o regresso do exílio do seu confrade socretino; agora a viúva arranja as coisas para o minus habens de tomar.
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Em Marte era tudo gente seria…… Tao seria tao seria, que para nao serem contaminados construiram um muro a’ volta do “planeta”…… para nao deixarem entrar refugiados do inferno terraqueo….
.
Estes marcianos sao mesmo uns comicos….
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A comunagem que costuma frequentar o Blasfémias, pelos vistos gosta e está contente com o tipo de informação que o Publico lhes fornece. Bom proveito lhes faça: também há quem goste de comer merda e ler o Publico e gostar é uma coisa parecida.
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Qual o gozo do desertaram!?
Os emigrantes, feitos pelo Relvas e Passos Coelho, fugiram?!
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OH LENINHA, E DE PORTUGAL QUANTOS JOVENS BAILARINOS, ARQUITECTOS, ENGENHEIROS, OPERÁRIOS, DESERTAM, ?
EM PORTUGAL HÁ UM GOVERNO DA SUA COR, QUE NÃO DEIXA OS JOVENS DESERTAR, EXPULSA-OS!
TENHA VERGONHA.
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Não me parece que haja discordância da maioria dos comentadores em relação à Maria Helena, há é dificuldades hermenêuticas, digamos assim.
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Por favor, não digam mal de Cuba, que nos anos 80 era o maior país do Mundo.
.
Cuba tinha nessa altura a administração em Havana, a capital em Moscovo, o exército em Angola e a população em Miami.
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Eramasfoice,
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«há é dificuldades hermenêuticas, digamos assim.»
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Há dificuldades farmacêuticas, se me permite completar o que disse.
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Expatriado:
.
Esta foi-me contada por cubanos, e circula em Cuba.
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O Fidel morre e dirige-se para o céu. Como não estava na lista, São Pedro recambia-o para o inferno.
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Lá encontra-se com o Belzebu, que lhe faz uma grande festa. Fidel então lembra-se de que tinha deixado a sua bagagem na recepção do paraíso celeste.
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Satanás manda então dois diabos buscar a dita bagagem. Estes encontram o portão do céu fechado, pois está-se na hora de almoço. Vendo os portões fechados e querendo voltar para o inferno, um dos diabos propõe ao outro:
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— Olha, saltamos o muro, entramos à socapa e trazemos as malas sem incomodar ninguém. Em menos de cinco minutos estaremos de volta.
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Ao encetarem a violação do muro, são vistos por dois anjos. Um dos anjos comenta para o outro:
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— É típico. Nem há dez minutos está o Fidel no inferno e já começa a leva de refugiados!
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É caso para perguntar ao Duarte e Cia quantos enfermeiros atravessaram o canal da mancha em bóias feitas de pneus.
Não era esta gente que proclamava o direito dos emigrantes e a cultura dos emigrantes em Portugal? Os brasileiros, ucranianos, cabo-verdianos, angolanos, romenos são todos desertores em Portugal.
Tenham vergonha na cara e se olhem ao espelho, o Algarve está cheio de ingleses desertores assim como a Madeira.
O Brasil e os EUA foram feitos de desertores.
Aliás o primeiro desertor foi o conde D Henrique do seu reino, seguido do filho mercenário cruzado.
Por isso só pode dar esta “coltura”.
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Enfermeiros portugueses emigram
Enfermeiros emigram porque “há países que lhes pagam quatro ou cinco vezes mais”
Mais de 2300 enfermeiros emigraram porque “há países que lhes pagam quatro ou cinco vezes mais do que em Portugal”, onde não há “um rumo em termos de recursos humanos na saúde”, alega o bastonário.
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/enfermeiros-emigram-porque-ha-paises-que-lhes-pagam-quatro-ou-cinco-vezes-mais=f767058#ixzz2PbkujoDL
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Podiam era emigrar para Cuba mas isso não fazem eles, vá lá saber-se porquê.
Brasileiros emigraram para Portugal no consulado do Ali-Bábá Lula para ganharem quatro ou cinco vezes mais.
De Cabo Verde emigraram para Portugal para ganhar mil por cento a mais.
De uma antiga pátria socialista até um ministro foi encontrado nas obras em Portugal onde ganhava seguramente muito mais que sendo ministro.
Tudo desertores como esses vendidos dos enfermeiros. Mercenários neoliberais que andam atrás do capital.
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Estou a ver que a marcianada por aqui nao se governa…..
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É dos diálogos mais interessantes da blogsfera, os centrados em Colaço e Expatriado 🙂
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