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Renegociação horária

4 Maio, 2013

Estranho que uma certa esquerda, que considera inevitável renegociar dívidas, não considere renegociar horários de trabalho, comprando horas ao empregador.

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44 comentários leave one →
  1. trill permalink
    4 Maio, 2013 13:01

    A França e a Holanda receberam mais facilidades do que aquilo que pediram. Sem renegocia. Na portugLândia não, não há que levantar muitas ondas: só mudar as leis e dspedir a arraia miúda, pq há que proteger a boyzada das “entidades”. http://psicanalises.blogspot.pt/2013/05/basta.html

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  2. tric permalink
    4 Maio, 2013 13:11

    O descanso dos Guerreiros Sirios !!! Israel…Turcos…Sauditas…Al-Qaeda…Americanos…Judeus Portugueses a apoiarem atentados terroristas em Damasco!!??? apoiados pela comunicação social judaica em Portugal…os Judeus deviam era ser todos expulso de Portugal…em Portugal não devia haver espaço para a propaganda e defesa daqueles que promovem o ataque e a destruição da Cristandade no Médio-Oriente…quando é que o palhaço do Embaixador de Israel é expulso de Portugal !!??? enfim… Viva a Cristandade Assyria-Portuguesa!!!
    .

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  3. tric permalink
    4 Maio, 2013 13:27

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  4. tric permalink
    4 Maio, 2013 13:29

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    • vitorcunha permalink*
      4 Maio, 2013 13:30

      O tric é uma videoteca. Já considerou ir para a RTP?

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      • Caetano permalink
        4 Maio, 2013 13:44

        E o Vitor já considerou apresentar posts mais responsáveis e menos agarotados, ou será que defende o não pagamento puro e simples da dívida? É isso o que Passos decidiu com os horários da administração pública.

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      • tric permalink
        4 Maio, 2013 14:16

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  5. Fincapé permalink
    4 Maio, 2013 13:45

    “A Europa prepara-se para permitir horários de trabalho até 65 horas semanais.”
    Acho bem. Capatazes, botas de cano alto e um chicote a sulcar o costado da rapaziada é o que faz falta a esta Europa. E reduzir a comida, pois o pessoal anda demasiado anafado.
    Os da outra metade que fica sem trabalho é enfiá-los em fornos. Há uns gajos lá mais para o lado leste que ainda não devem ter perdido o jeito. Poderão desenvolver formação na área e orientar os trabalhos.
    ——-
    “Vítor Cunha de seu nome… azul e branco na cor (uma opção a que subjaz espírito ganhador)…”
    ——-
    Vítor Cunha, ainda está zangado comigo por isto?
    “Fui ver o Benfica a “malhar” nos turcos. Espero que brevemente “malhe” no Porto. Até porque o seu homónimo Vítor (Pereira) acha que o Benfica não joga nada.” 😉

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    • vitorcunha permalink*
      4 Maio, 2013 13:49

      Não, Fincapé, gosto de o ler da mesma maneira como gosto de enumerar títulos do FCP a benfiquistas não reformados.

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      • Fincapé permalink
        4 Maio, 2013 14:35

        Boa piada. Está em forma. 🙂

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  6. Minhoto permalink
    4 Maio, 2013 14:04

    Comprar horas ao empregador, sim senhor! No bom caminho da carta de alforria…

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  7. 4 Maio, 2013 14:18

    Comprar horas?
    Se comprar o tempo fosse viável, os ricos nunca morriam.
    Às vezes até morrem com menos dignidade que os pobres.
    A não ser que o Gaspar faça a dignidade pagar imposto.

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  8. 4 Maio, 2013 14:38

    O erro da coisa
    O desemprego vai chegar aos 18,5% em 2014.
    Bem, se prevêem 18,5%, vai superar os 20% de certeza.
    Afinal, todas as políticas implementadas apontam para isso. E os números em Espanha são uma amostra do que é possível.

    Não consigo aceitar que não se coloque em cima da mesa, uma alternativa a este processo que é – socialmente – demasiado negativo.

    Temos quase 20% de desemprego, ou seja, 1 português em cada 5, sem emprego. É verdade que o crescimento traria empregos. Mas muitos falam de crescimento da boca para fora. Ora, o crescimento exige investimento e este precisa de dinheiro. Que não há. O investimento necessita de expectativas positivas de quem investe. Que não existem.
    Quem fala de crescimento fala de ilusões. Não haverá crescimento algum nos próximos (alguns) anos.

    Isso coloca os 20% de portugueses desempregados em problemas.
    Problemas que crescem se a idade de reforma sobe.
    E se quem trabalha, passa a trabalhar ainda mais.
    Vinte por cento é muita gente. Muito indignado. Que precisam de apoio social. Que se não vier coloca os indignados na rua. No crime ou em manifestações frente à Assembleia.
    Daí ter que haver apoio social. Que custará dinheiro, que terá de vir do trabalho de outros. Daqueles que, ao trabalhar mais horas, vão colocar no desemprego os primeiros.
    Mas, pior que isso é assistir à separação de famílias e à saída dos jovens, que emigram à procura de trabalho.

    Como recuperará o País o investimento feito na sua formação?
    Quem terá filhos em Portugal no curto prazo?
    Como se renovarão as gerações?
    Quem contribuirá para o sistema social no futuro?

    Que sentido terá isto tudo?

    Nenhum. A actual política de trabalho é um erro tremendo.

    Há menos trabalho disponível. As razões são várias e incluem os ganhos na introdução de novas tecnologias e a deslocalização de fábricas e produção para o exterior. E a expectativa de crescimento para recuperar dessa situação (sem custos maiores que os ganhos) é uma ilusão.

    Esta redução do trabalho disponível era previsível e corresponde a um ideal de sempre da humanidade: viver bem, trabalhando cada vez menos.

    Chegados a este ponto, o procedimento lógico apontaria para uma redução do tempo de trabalho associado a um emprego. Numa lógica de partilha numa sociedade que se deveria reequilibrar quando algo (neste caso o emprego disponível) falha.

    O caminho correto seria:

    1)Promover reformas mais cedo com os consequentes ajustes (cortes na pensão).
    2)Permitir um corte no tempo de trabalho associado a cada emprego associado a um corte remuneratório proporcional.

    Ler mais, aqui:
    http://notaslivres.blogspot.pt/2012/11/erros-governativos-ii.html
    http://notaslivres.blogspot.pt/2012/10/medida-3-divisao-distribuicao-do.html

    O caminho errado? É o que estamos a seguir…

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    • Incognitus permalink
      4 Maio, 2013 14:59

      Existe um largo consenso contra a criação de emprego. As pessoas são contra favorecer empresários, lucros e afins. Ora, a principal razão para se criar emprego é o lucro. Portanto existindo um largo consenso contra o lucro, existe um largo consenso contra o emprego.

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  9. Expatriado permalink
    4 Maio, 2013 16:05

    Encontrei esta conversa para entreter marcianos e extra-terrestres….
    .

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  10. YHWH permalink
    4 Maio, 2013 16:38

    Quem negoceia com Deus não negoceia com o Diabo…

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  11. 4 Maio, 2013 17:04

    Com que então uma taxa de desemprego de 20% significa que “1 português em cada 5” não tem emprego. Lêem-se comentários tão inteligentes por aqui!

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    • 5 Maio, 2013 07:53

      Se o comentário se tivesse reduzido a isso e se não estivesse lá escrito “ou seja”, você teria razão. Lei o comentário e depois argumente. Aí, o seu comentário seria muito inteligente.

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  12. @!@ permalink
    4 Maio, 2013 17:34

    Sr Vitor, o problema é que não há horas para comprar, O ordenado é uma compra que faz ao empregador que lhe vai comprar o seu serviço. É uma troca comercial. Por isso é que os empresários estão à rasca com este desemprego, percebe.

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  13. A C da Silveira permalink
    4 Maio, 2013 20:19

    Indignados, expatriados, pésfincados, socretinos, e outros comentadores esquerdófilos que frequentam os comentários do Blasfémias, que eles classificam como “um blog de Direita”: leiam com muita atenção a entrevista que o ideologo da esquerda bempensante, João Ferreira do Amaral de sua graça, deu hoje ao Expresso. Aquilo é o futuro dos portugueses a preto e branco. O que o dr Amaral defende para Portugal, é um cenário que faz estes tempos muito dificeis parecerem o paraíso.
    Só espero que a Clara Ferreira Alves tenha aprendido alguma coisa com a entrevista que lhe fez!

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    • Fincapé permalink
      4 Maio, 2013 23:21

      Acha então que João Ferreira do Amaral é de direita!? Já reparou no seu “avatar”? É cego de um olho. Como desejo que tenha os dois bem ativos, para não falar nos três, espero que aquela falta de um olho represente apenas uma momentânea falha da razão. 😉
      Do (quase) sempre,
      pésfincados

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      • Fincapé permalink
        4 Maio, 2013 23:48

        Corrijo. Afinal, viu que João Ferreira do Amaral é da esquerda bem pensante. Mas só viu com o olho bem representado no “avatar”. Com o olho tapado deu tiros no (finca)pé. Mas olhe que se eu não penso bem, pelo menos esforço-me. 😉

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      • A C da Silveira permalink
        5 Maio, 2013 02:38

        Afinal parece que quem é cego de um olho é o sr Fincapé. às vezes parece até que é cego dos dois, se diz que eu dei tiros no pé.

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      • Fincapé permalink
        5 Maio, 2013 14:36

        Eu disse que “deu tiros no (finca)pé”. Não no pé. 😉

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    • Portela Menos 1 permalink
      4 Maio, 2013 23:57

      reler a entrevista talvez boa ideia; o homem diz-se de esquerda, social-democrata, e que esta esquerda ficou cheia de complexos com a União Soviética.
      ah! e também diz que sair do Euro é uma certeza, não se sabe é quando.

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      • Fincapé permalink
        4 Maio, 2013 23:59

        Há pouco, num zaping, vi-o no programa do Herman. Mas não cheguei a ouvir nada. Talvez amanhã leia a entrevista.

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      • Portela Menos 1 permalink
        5 Maio, 2013 00:01

        António Bagão Félix, insuspeito de ser um perigoso esquerdista, na página 15 da revista também dá palpite sobre a moeda: (+-) um país na penúria não pode ter uma moeda forte.

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      • A C da Silveira permalink
        5 Maio, 2013 02:40

        Para dizer barbaridades como disse ao Expresso a propósito da saída de Portugal do euro, no programa do Herman é que ele está bem. Afinal aquilo (o show do Herman) é prá gente se rir um bocadinho!

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  14. Churchill permalink
    4 Maio, 2013 22:55

    Estranho que um certo governo que não aceita renegociar a divida decida unilateralmente aumentar o horário de trabalho dos funcionários em 14,5%, depois de lhes ter cortado o salário em 3,5-10%, mais 14% em subsídios, mais aumento de IRS, mais aumento de 66% no desconto para a ADSE, mais CGA com incidência a todos os rendimentos (quando o calculo das pensões é só sobre uma parte!).

    O facto é que somando todas as parcelas, considerando os ultimos 5 anos de inflação, os funcionários públicos vão estar a receber perto de metade da remuneração horária de 2008.
    A acrescentar a isto vem aí o despedimento, que era (e é do Portas e amigos!) a alegação principal para justificar o tratamento diferenciado.

    Mas o que irrita mesmo é ver aqui, noutros blogs e muitos jornais, o ar de satisfação de muitos portugueses por ver que quase todas as medidas foram para penalizar alguns cidadãos, cujo crime é terem sido seleccionados para trabalhar para o Estado através de concursos que venceram.

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  15. Portela Menos 1 permalink
    4 Maio, 2013 23:29

    João Ferreira do Amaral ao Expresso
    .
    O que acha da teoria neoliberal de que o Estado, com as almofadas, impede as pessoas de sair da sua “zona de conforto”, de serem empreendedoras ?
    – Não conheço nenhuma experiência histórica em que um país se tenha desenvolvido pelos cadernos neoliberais. Mesmo os Estados Unidos, com toda a iniciativa privada, tiveram um Estado fortíssimo a ajudá-los. No debate confunde-se muito o Estado com burocracia.

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    • A C da Silveira permalink
      5 Maio, 2013 02:35

      “No debate confunde-se muito estado com burocracia”. Importa-se de repetir? o estado é a burocracia. Ainda não tinha dado por isso? o estado é o maior empecilho ao crescimento económico em Portugal. A burocracia é alimentada pelos burocratas, para justificarem os seus empregos. A lei do Condicionamento Industrial que o Salazar fez no principio dos anos 50, porque queria o pessoal a trabalhar no campo, continua “vivinha da costa”. São os burocratas, em todos os niveis das instituições publicas, sejam do estado ou nas autarquias, que alimentam esse monstro que é uma das razões do nosso atraso!

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      • Churchill permalink
        5 Maio, 2013 08:41

        Desde o Estado ser um empecilho até aos burocratas que inventam absurdos para justificar os seus empregos é um saltinho na superior opinião do Silveiro.
        Êh pá não seja por isso, feche o Estado e voltemos todos para a barbárie.
        Depois quando quiser umas notas faça lá no quintal, e quero ver quem as aceita.

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      • Portela Menos 1 permalink
        5 Maio, 2013 16:53

        Como todos podemos ser um bocadinho idiotas eu gostava de saber qual é a naçao/país sem Estado. A Guine-Bissau, nao? Ou alguma repiublica anarquista? Nao ha paciencia para tanta ignorancia.

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  16. 5 Maio, 2013 02:58

    não percebi o que quis dizer , mas se lhe vai na ideia que horário de trabalho igual para todos é errado , tá certo. não me importo de trabalhar até aos 66 , agora 8 horas por dia ? duvido que consiga render mais que 5 horas.
    será que é tão difícil e complicado personalizar/etarizar ( de etário 🙂 o horários de trabalho ?
    as pessoas mais velhas podiam trabalhar menos horas , receber menos , e serem compensadas em créditos fiscais ou em isenções no sns . é que é muito fácil , se não procurarem forma de compensar os escravos , arranjar uma doença nessa idade e passar o ano que vai dos 65 aos 66 de baixa 🙂 tão tolos que estes cromos que governam são..

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  17. Trinta e três permalink
    5 Maio, 2013 09:34

    O “comprador de horas” é uma comédia em três atos de Jacques Deval.

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  18. Reformado permalink
    5 Maio, 2013 10:00

    – Mensagem encaminhada ———-
    De: Artur Alves Pereira
    Para os que não estão satisfeitos…
    Pontos de vista!
    Espera aí! Por cada voto depositado nas urnas os partidos recebem 14,40€ ???? . .

    REFORMA

    Greve ao voto até 2018, no mínimo, para os reformados e pensionistas!!!
    A crer num e-mail que me enviaram, há uma forma de apoquentar esta gente. Basta seguir (em massa) o conselho proposto em Manifesto, assinado por Álvaro Pereira, (pai de Ricardo Araújo Pereira), onde consta: (chamo a atenção pelo menos para os § 4; 5;6 e 7):
    “Manifesto assinado por Álvaro Pereira (pai do Ricardo Araújo Pereira).
    Não sou Funcionário Público, mas o Estado trata-me como se eu o fosse, enquanto REFORMADO.
    Dizem que os Reformados não têm poder de contestação, que de nada lhes serve tomar uma atitude contestatária (uma GREVE deles é inconsequente por não afectar nada nem ninguém).
    Eu não estou de acordo! E como tal, decidi tomar uma posição que traduzo no seguinte MANIFESTO:
    Considerando:
    1. Que me foram retirados o 13º e 14º mês até 2018;
    2. Que me reduziram a Reforma para a qual fiz descontos milionários durante uma vida de trabalho;
    3. Que me foram aumentados os descontos para o IRS, o IMI, no Consumo de Electricidade, da Água e do Gás, para a “Compensação aos Operadores” respectivos (EDP, Tejo Energia e Turbo Gás), nos Combustíveis, para o Investimento das Energias Renováveis, para os custos da Autoridade da Concorrência e da ERSE, na Alimentação, na taxa de Esgotos, para a Utilização do Subsolo, para a Rádio, para a Televisão, para a TNT, para a Harmonização Tarifária dos Açores e Madeira, Rendas de Passagem pelas Autarquias e Munícipes, para o auxílio social aos calões que recebem indevida e impunemente o RSI (Rendimento para a Inserção Social), para pagamento dos cartões de crédito de políticos, para as portagens nas SCUTS e aumento nas auto-estradas, para a recuperação de BPNs, para que os Dias Loureiros, os Duartes Limas, os Isaltinos de Morais e quejandos depositem as minhas economias em nome deles em offshores, para as novas taxas de Apoio Social, para as remodeladas Taxas de Urgência nos Hospitais Civis, para as asneiras provocadas pelas ideias megalómanas de políticos incompetentes que criaram auto-estradas sem trânsito, para as Contrapartidas e Compensações a Concessionários de diferentes estruturas, para pagamento das dívidas às Parcerias Público-Privadas durante 50 anos ou mais, etc., etc., etc., tudo recheado com 23% de IVA (por enquanto);
    4. Que, cada voto que um cidadão deposita na urna eleitoral, para além de pôr no poleiro os espertalhões que os (se) governam, representa um óbolo igual a 1/135 do salário mínimo nacional (actualmente em €485,00) a reverter para os seus cofres (1 voto = €3,60), a que acrescem as subvenções às campanhas e verbas para os grupos parlamentares. (Lei do Financiamento dos Partidos Políticos e das Campanhas Eleitorais: Lei n.º 19/2003, de 20 de Junho, com as alterações introduzidas pelo Decreto-lei n.º 287/2003, de 12 de Novembro (Declaração de Rectificação n.º 4/2004, de 9 de Janeiro), Lei n.º 64‐A/2008, de 31 de Dezembro1 e Lei n.º 55/2010, de 24 de Dezembro).
    5. Que esse valor é atribuído pelos quatro anos de legislatura, o que significa entregar aos partidos votados o quadruplo dessa importância (€14,40), atingindo uma despesa superior a 70 milhões de euros;
    Fonte: ttp://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1231653&page=-1
    6. Que, no caso dos votos em branco ou nulos, essa valia é distribuída por todos os partidos concorrentes às eleições;
    7. E que, se eu me abstiver de votar, não há montante a ser distribuído pelos partidos concorrentes às eleições,

    Eu, ARTUR ÁLVARO NEVES DE ALMEIDA PEREIRA, cidadão de pleno direito, com o BI e o NIF , com todos os impostos pagos e ainda credor do Estado por taxação indevida e não devolvida em sede de IRS, embora prescindindo de uma liberdade coarctada durante quase 40 anos e restituída em 25 de Abril de 1974, decido que, dependendo do cenário político-económico, meu e do meu país, entrarei em GREVE DE ELEITORADO, e SUSPENDO O MEU DIREITO DE VOTO ATÉ 2018!”

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  19. 5 Maio, 2013 13:40

    Gonçalo, se excluirmos o erro que já referi, o seu comentário demonstra inteligência e pertinência. Será sociólogo, pergunto? Mas o texto é mais do mesmo: diagnósticos “à Pros e Contras”, terminando com uma conclusão não fundamentada. Portanto, o que tinha lido no seu comentário é “o que já li e ouvi dezenas de vezes”. Nada a apontar.

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    • 5 Maio, 2013 16:29

      Não sou sociólogo. 20% = 1 em cada 5. É erro? Não é. Talvez redundância…
      Quanto a Prós e Contras não sei. Não costumo ver. O que pretendo dizer é que somar e acrescentar horas e dias de trabalho a uns, desempregando outros é errado. A solução é a inversa: reduzir horas a quem trabalha (e a parte correspondente do seu salário) permitindo a reintegração de muitos desempregados e o primeiro emprego de muitos jovens.
      http://notaslivres.blogspot.pt/2012/10/medida-3-divisao-distribuicao-do.html
      Desta forma reduzia-se as despesas da Segurança Social e haveria muito mais paz social.
      Na prática, redistribuía-se o (pouco) trabalho existente, pelo menos, até que fosse possível (?) criar mais trabalho, talvez a médio prazo.
      Só se vai no sentido contrário se a intenção for, efectiva e concretamente, criar desemprego, reduzir o valor/hora do trabalho nacional e colocar a nossa juventude (formada com os nossos recursos) a trabalhar na Alemanha. Soa a bloco de esquerda esta parte final? Talvez…

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      • Fincapé permalink
        5 Maio, 2013 17:29

        Gonçalo,
        O Alladin Sane está a chamar erro a isto “…uma taxa de desemprego de 20% significa que “1 português em cada 5″ não tem emprego”.
        Ora o que você disse é perfeitamente percetível, uma vez que você se referia à população ativa dos portugueses e não aos 10 milhões.
        Mas o Allandin Sane teve que pegar com essa… 😉

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  20. 5 Maio, 2013 17:51

    Obrigado por ter esclarecido isso, Fincapé. Mas confesso que não estava preparado para a solução apontada pelo Gonçalo no comentário que o “Finca” comentou. Olhem, viva a paz social! 🙂

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    • Fincapé permalink
      5 Maio, 2013 18:10

      Cumprimentos. 🙂

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    • 5 Maio, 2013 21:16

      Fincapé. Entendido. Alladin pega nos pormenores. Ajusto na última pega. Onde se lê “mais paz social” deve ler-se “menos indignação social”. Cumprimentos.

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