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Vamos falar a sério

14 Junho, 2013

A greve dos professores é para defender o status quo. Compete aos jovens, suas famílias e contribuintes em geral a decisão: se é isso que querem, o status quo, aceitam o aumento de impostos que isso implica.

Que professores achem que colateralmente estão a defender os alunos, só surpreenderia quem ainda não percebeu que as corporações do país acham sempre que sabem o que é melhor para as pessoas.

Está respondido, António Fernando Nabais. Obrigado por ter decidido que sou malcriado: só confirma o segundo parágrafo deste post. Pela minha parte dou por encerrada a participação no “debate”: agora é entre grevistas e os contribuintes.

70 comentários leave one →
  1. balde-de-cal permalink
    14 Junho, 2013 18:17

    a escumalha das corporações sociais-fascistas só tem direitos.
    até o de tentar ‘estorquir’ 5€ aos profs para fundo de greve.
    porque o fundo ‘foi para o maneta’.
    ‘é preciso partir os dentes à reacção’.
    os alunos e contribuintes são ‘res nullia’

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  2. António Fernando Nabais permalink
    14 Junho, 2013 18:24

    A Inês perguntou:
    “Onde morava essa preocupação quando cortaram os horários lectivos para metade e mantiveram os programas?
    Onde morava essa preocupação quando criaram os mega-agrupamentos?
    Onde morava essa preocupação quando cortaram a acção social ou o passe escolar?
    Onde mora essa preocupação quando parte dos alunos que vão a exame não podem sequer pensar em usá-lo para prosseguir estudos pois não têm posses para isso?
    Não somos reféns nessa altura?
    E a preocupação com o futuro dos meus professores? Onde morava essa preocupação quando milhares de professores foram conduzidos ao desemprego e o número de alunos por turma foi aumentado?”
    A sua resposta é a de que os professores só defendem a sua própria corporação. Brilhante! Devo dizer-lhe, no entanto, que, face aos seus textos sobre Educação, não esperava mais.

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    • vitorcunha permalink*
      14 Junho, 2013 18:27

      Se calhar o problema é ter expectativas.

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      • RCAS permalink
        14 Junho, 2013 19:00

        Não percebo Vitor, qual é o problema da Inês? insultou alguem? incomodou alguem?
        manifestou a sua opinião, e depois? é crime? manifesta uma opinião de esquerda? e daí?
        Você Victor ,o Rui, a Helena, o JM, não manifestam posições de direita, pior, neo liberais?
        Qual é o problema?
        OU SERÀ que o que está em causa para o governo na greve dos professores, é mostrar aos funcionários públicos, e por extensão a todos os portugueses que ainda têm trabalho, que não vale a pena resistir às medidas de corte de salários, aumentos de horários e despedimentos colectivos sem direitos nem justificações, a aplicar ao sector. É um conflito de poder, que nada tem a ver com a preocupação pelos alunos ou as suas famílias .
        Versão portuguesa thatcheriana?

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  3. 14 Junho, 2013 18:25

    O post de AFNabais é escorreito, cristalino e demolidor.
    Quanto à greve dos professores : TÊM RAZÃO !

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  4. Joaquim C. Tapadinhas permalink
    14 Junho, 2013 18:28

    Este é um país em que a maioria das alimárias têm razão e é por isso que cada vez estamos em piores condições. Todos somos e fomos heróis. Os outros, os que não pensam como nós, são umas grandes bestas. Este é o raciocínio que corre neste mar sem esperança.

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  5. Vivendi permalink
    14 Junho, 2013 18:33

    Um aluno por professor?

    Em 1973, Portugal tinha 150.000 funcionários públicos. Então, de Valença do Minho a Dilí, essa centena e meia de milhar cobria necessidades de 25 milhões de portugueses espalhados por 2 milhões de km2. Veio a revolução e importava inchar o Estado com toda a casta de clientelas, filiados, familiares, comanditas. Em vinte anos, o funcionalismo do Estado quintuplicou. Havia – e ainda continua a haver – gente que pensava ser absolutamente normal que metade da população de dezenas de concelhos se tornasse funcionária do Estado.

    Há, no caso vertente dos professores, quem julgue normal que 10.000 professores do secundário continuem a vencer com horário zero, ou seja, sem darem aulas. Para proteger o indefensável, o pieguismo, variante manhosa de estupidez, quer convencer os portugueses da justeza das reivindicações de quem não tem funções, mas quer continuar sentado à mesa do orçamento. A questão dos professores é muito simples. Em 1974, a taxa de natalidade em Portugal era de 3,01, em 1980 de 2,19, em 1990 de 1,43 e em 2010 de 1,35. O boom do ensino universitário escondia, afinal, a lenta inversão da pirâmide, o envelhecimento da população, o fim anunciado da população escolar do básico e secundário. Em 2010 nasceram 94 mil crianças, o que quer dizer que em 2021 só haverá 94 mil alunos a entrar no no ensino secundário. Com os duzentos mil que lá estarão, a população do primário e secundário nunca chegará aos 300 mil.
    Cegos, indiferentes à catástrofe que se aproximava, governos sucessivos continuaram a contratar dezenas de milhares de novos docentes. Actualmente, entre os 100 mil docentes, há 35 mil professores considerados a mais no ensino. Em 2021, persistindo na defesa desses postos de vencimento, haverá três alunos por professor. Aqui está, sem florentinismos, a verdade a que os defensores do indefensável continuam agarrados.

    http://combustoes.blogspot.com/2013/06/a-verdade-sobre-os-professores.html

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  6. 14 Junho, 2013 18:52

    ! 3-posts-3 !, no Blas, sobre um normal texto duma estudante de 18 anos, traz “água no bico” !
    Será que os dois blasfemos descobriram algo grave para a sociedade e para a Nação, sob o pseudónimo “Inês Golçalves” ?

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    • vitorcunha permalink*
      14 Junho, 2013 18:53

      “O normal” texto de uma estudante de 18 anos”.

      O “normal”.

      Eheheheheh!

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      • 14 Junho, 2013 18:56

        E não pode ser normal ?
        Vc. conhece IGonçalves (eu nao conheço) para duvidar que um texto daqueles possa ser escrito por uma jovem com 18 anos ?
        Vc. tem “tabelas” etárias para avaliar a inteligência doutrem ?

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      • Joaquim Amado Lopes permalink
        14 Junho, 2013 21:13

        Vítor,
        O empenho de certas pessoas na ilusão de que se trata de um “normal texto duma estudante de 18 anos” merece mais do que “Eheheheheh!”. No mínimo, ROTFLOL.

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      • vitorcunha permalink*
        14 Junho, 2013 21:33

        Joaquim,

        Será esta Inês Gonçalves, Coordenadora Nacional de Estudantes do Bloco de Esquerda? https://groups.google.com/forum/?fromgroups#!topic/cnebe/BXt8pEc5ANc

        ROTFLOL

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      • n00b permalink
        14 Junho, 2013 21:23

        OMGWTFBBQ!

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      • Joaquim Amado Lopes permalink
        14 Junho, 2013 22:29

        Vítor,
        Segundo o Público, “esta” Inês é militante do Bloco de Esquerda mas, embora seja talvez coincidência a mais, “há muitas Marias na terra”.
        .
        Não posso deixar de estranhar que um grupo usado para trabalho partidário interno, onde são discutidas estratégias e organização de eventos, esteja aberto ao público.
        Devem ter o calendário preenchido com sessões sobre “formas de luta progressistas” e não puderam ainda agendar uma sessão sobre “Cuidados a ter com a forma como se usam ferramentas de colaboração online 101”.

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      • vitorcunha permalink*
        14 Junho, 2013 22:31

        É preciso reformar o programa da disciplina de TIC.

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      • Pedro permalink
        15 Junho, 2013 16:00

        Eu propunha que o Vitor, o Amado Lopes e outros, falassem directamente com a Inês, ou até se encontrassem com ela, para tirarem as duvidas. Isso sim era de homem. Parecem mulheres de soalheiro.. Esta nossa direita liberal, é um bocado embaraçosa.

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      • Joaquim Amado Lopes permalink
        15 Junho, 2013 22:03

        Pedro,
        Um órgão do Bloco de Esquerda, para responder à alegação de que a greve de professores prejudica os alunos, teve a ideia de “demonstrar” que “os alunos” estão do lado dos professores grevistas. Assim, escreveu um texto que podia facilmente ser escrito por um sindicalista (muito provavelmente, foi mesmo escrito por – ou com ajuda de – um ou mais sindicalistas) e tentou passá-lo pelo testemunho de uma estudante anónima.
        Jovens e inexperientes, não tiveram o cuidado de adaptar o texto à personagem e escolheram para assumir a autoria do texto um deles, uma estudante de 18 anos que tem um perfil no Facebook que demonstra claramente que é uma activista política, não uma estudante típica. Ao fazê-lo, foram eles que se expuseram ao embaraço e estão a colher o que semearam.
        É que a hipocrisia por detrás desta manobra é por demais evidente, concorde-se ou não com a decisão da FENPROF de marcar a greve precisamente para o dia do exame. Mas isto sou que acho tal decisão simplesmente nojenta.
        .
        Quanto a falar directamente com a Inês, gosto muito de conhecer novas pessoas mas já não tenho qualquer paciência para ouvir a K7 do Bloco. E pode ter a certeza que não é por os portugueses continuarem a pedi-la que a comunicação social insiste em passar essa K7 incessantemente. Pelo menos é isso que se depreende dos resultados das eleições e das sondagens.

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      • und permalink
        15 Junho, 2013 22:08

        1º a norma tem variantes anormais

        logo o texto bastante mauzinho, mas elaboradito poderia ter saido da mona de uma pita de 13 ou 18 ou 16

        o facto de surgir num momento crítico até valorizaria as notas da estudante

        eu cá fazia o conselho de turma subir-lhe a nota para 20

        É UMA jovem empreendedora

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      • Portela Menos 1 permalink
        15 Junho, 2013 22:25

        (…) uma estudante de 18 anos que tem um perfil no Facebook que demonstra claramente que é uma activista política, não uma estudante típica (…)
        í
        uma estudante típica?! 🙂 tipo uma estudante em que a “sua política é estudar”, tal e qual o outro diz que a “sua política é o trabalho” ! Vcs não enganam !

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  7. A. Santos permalink
    14 Junho, 2013 18:54

    Vítor:
    «statu quo».
    É uma expressão latina.
    Os plurais latinos não são como nas batatas: batata, singular, batatas, plural.
    Além de que «statu quo» quer dizer o estado em que as coisas se encontram, tão só
    Então você critica tanto a escola. não se aprende nada, você é que sabe tudo, porque aprendeu com professores marcantes, em boas escolas privadas liberais, e depois dá calinadas igualzinhas às daqueles ignorantes que critica?
    Afinal em que ficamos?

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    • vitorcunha permalink*
      14 Junho, 2013 18:56

      “Não se aprende nada”, “eu é que sei tudo”, “aprendi em boas escolas liberais”

      Leu isso na Maria? Se foi aqui, ponha os links.

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      • A. Santos permalink
        14 Junho, 2013 19:22

        Vítor:
        Você é incrível: muita parra pouca uva. Ou então: é só fumaça.
        Quando é apanhado com as calças na mão foge a sete pés.
        Coitado, não tem vergonha das figuras tristes que faz aqui?

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      • vitorcunha permalink*
        14 Junho, 2013 19:23

        Então, os links?

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      • licas permalink
        14 Junho, 2013 21:01

        Há aqui um problema da Física, sr. A. Santos:a um indivíduo
        com as caças na mão é-lhe só permitido dar . . . passos muito miudinhos . . .

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      • Pedro Martins permalink
        15 Junho, 2013 14:59

        Sr. A. Santos: que figurinha que está aqui a fazer. Não tem nada mais interessante para opinar? É que, para opiniões como a sua, vou ler o Record Online e as guerras Porto-Benfica.

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      • vitorcunha permalink*
        15 Junho, 2013 15:02

        Aqui comentam todos os que querem comentar. Esse pedantismo de chamar a atenção a “figurinha” dos outros nem dá tempo para ver a “figurinha” própria.

        A “figurinha” ou a trampa do politicamente correcto é o lápis azul deste século.

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      • Pedro Martins permalink
        15 Junho, 2013 15:22

        A expressão “figurinha” estava associada ao comentário inicial. E, obviamente, o meu comentário não tem o intuito de impedir ninguém de comentar. Nem de me meter nos termos em que aceita ou não os comentários, bem se entenda.

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      • A. Santos permalink
        15 Junho, 2013 16:13

        Senhor Pedro Martins:
        Não conhece o ditado popular «Bem prega Frei Tomás…».
        É o que o rapazola Vítor Cunha faz.
        Critica tudo e todos, sabe tudo sobre todos os assuntos.
        Depois… é o que se vê, nem sabe escrever uma expressão tão banal nos dias de hoje.
        Portanto, para si, corrigir um erro é fazer uma triste figurinha.
        Não percebo então tantas preocupações com a ignorância dos alunos, o mau funcionamento da Escola, a greve dos professores, temas recorrentes no Blasfémias.
        Se é para valer tudo…

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      • vitorcunha permalink*
        15 Junho, 2013 16:26

        O rapazola diz acabaram as respostas aos imbecis.

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  8. Fernando Rodrigues permalink
    14 Junho, 2013 19:18

    Vivendi. Obrigado pela lucidez. muito escorreito e implacável . Como eles querem ainda vamos ter um para um. O resto é conversa pra boi dormir.Isto é, conta pra todos (contribuintes) pagarem e uns quantos parasitas viverem encostados na viúva.

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  9. ZÉ DA LOTA permalink
    14 Junho, 2013 19:18

    Os professores defendem além do seu posto de trabalho, a escola pública e a sua qualidade…..a corja de políticos que nada faz em plena assembleia da republica a não ser tratar da sua vidinha e das suas empresas e que roubam milhares ao erário publico com as sua negociatas estão protegidos, não necessitam de greves e incitam o povo contra o povo…estou e estarei sempre ao lado dos professores!

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    • 14 Junho, 2013 19:27

      Pode juntar aos milhões de euros de salários para os deputados, outros avultados milhôes para cada partido que eleja deputados. Quantos mais elegerem, mais multiplica…
      Por vezes sinto-me bravio (no mínimo) por constatar que durante a semana, mais de metade dos deputados faltam À OBRIGAÇÃO de estarem a trabalhar no parlamento ! — também é verdade que “aquilo”, para a maioria não acarreta grandes nem medianas tarefas Será que esses deputados estão todos em “representação no exterior” ?
      Metade dos deputados chegam ! — mas os partidos precisam encaixar os seus boys…

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  10. jose.silva permalink
    14 Junho, 2013 19:20

    Vitor,

    Vossa Mercê continua a pecar por generalização abusiva, claro, que não é uma problema só seu, os seus camaradas de argumentário também! Mas, para sorte sua, os seus opositores sofrem da mesma peste.

    Quando se faz uma generalização, basta uma excepção para a destruir!

    E soponho que estaremos de acordo que existe pelo menos um Professor/insp. tributario/médico/Juiz/(o que for), que é funcionário Publico, trabalhador e merecedor do que lhe pagam. Não?

    Se não existe conhecimento das causas (e eu não tenho), ao menos respeite-se as regras de uma argumentação.Talvez?

    Como se prova aqui, e noutros sitios mais, os vossos professores fizeram, mesmo,um mau trabalho! (estou abusivamente a presumir, que a maioria dos aqui presentes, concluiu pelo menos 12 º ano). Porque se estudaram ciências [duras] deviam a logica, que aprenderam em matemática, caso contrario [ciências flácidas!] deveriam ter aprendido mais em filosofia.

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  11. jose.silva permalink
    14 Junho, 2013 19:21

    (…)suponho(…)

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  12. 14 Junho, 2013 19:43

    Relidos os primeiro e segundo parágrafos deste post, definem bem o que o neoliberalismo quer para este país : desprezar os cidadãos, desviar dinheiro do Estado para interesses privados e, não se importariam nadinha, preparar o terreno para o advento dum qualquer Joseph McCarthy.

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    • licas permalink
      14 Junho, 2013 21:09

      São uns patifes . Em contrapartida um outro José (Stalin)
      mantinha o povo no seu regaço, dava-lhe biberão, cantava-lhe canções para adormecer,
      and so on . .

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      • 14 Junho, 2013 21:16

        Exacto : são uns patifes.
        Tiro ao lado : Nunca tive nada a ver com stalinismos. Abomino ditaduras !

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  13. Basto_eu permalink
    14 Junho, 2013 19:45

    Nada como a gente ouvir e ler a esquerdalhada para melhor ficar precavido contra semelhante flagelo. Chiça!!!!!!!!!!!

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  14. economista permalink
    14 Junho, 2013 20:23

    Não sou grevista mas apenas sou contribuinte naquilo em que não posso fugir …
    Mas faz-me alguma confusão o argumento que a greve dos professores prejudica as famílias ! E os alunos !.. E as restantes greves não prejudicam ninguém ??? Mas uma greve dos transportes não prejudica o trabalhador que não pode ir trabalhar e tem filhos(alunos) em casa para sustentar ???

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    • vitorcunha permalink*
      14 Junho, 2013 20:24

      Prejudicar famílias e alunos não é o meu argumento. Aliás, acho que não prejudicam nada mais que a sua própria posição.

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    • 14 Junho, 2013 20:27

      O governo usa e abusa da situação dos alunos como “escudo” para incitar a opinião pública contra os professores.
      (Só falta promover uma intifada…).

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      • 14 Junho, 2013 20:28

        Este comentário é para economista.

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      • und permalink
        14 Junho, 2013 21:36

        intifada só no bairro 6 de maio
        ou no pica pau amarelo
        ou na bela vista
        ou…
        na cova da piedade é mais naifada

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      • economista permalink
        14 Junho, 2013 23:07

        to:
        V.C./MJRB/UND
        As greves , não obstante, como direito constitucional , em geral, violam até o princípio constitucional da “equidade” !.. Apenas os grupos de pressão conseguem fazer greves . Há aqui uma discriminação …
        Como é óbvio não sou contra as greves mas tenho que comer o que não cozinhei … Sinceramente , preferia que não houvesse motivos para haver greve …. Possível ?
        Fui professor . Mas hoje , nas actuais circunstâncias jamais o desejaria ser . Com filhos que batem nos pais e pais que batem nos professores !… Uma sociedade que põe os professores abaixo de cão não merece o mínimo respeito .
        “NÃO TEMOS MEDO DOS MERCADOS , ELES QUE PAGUEM A CRISE”
        E ninguém há-de morrer de fome num País com mais ovelhas que Gente e mais canas de pesca que telemóveis” .E deixa o aviso :
        “Não será encerrada nenhuma ESCOLA , um Infantário ou um Hospital para pagamento das “ aventuras e cowboiadas” da Banca e da Bolsa” .Olafur Grimsson -Presidente da Islândia

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      • vitorcunha permalink*
        14 Junho, 2013 23:10

        economista,

        Façam uma manifestação pela segurança na escola e estou lá. Professores exigem respeito na escola? Estou lá. Fazem greve por esse motivo? Incentivo e também faria.

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    • und permalink
      14 Junho, 2013 21:35

      se não prejudicassemos ninguém iamos fazer greve na estiva era?
      a greve tem um factor de pressão

      é a 4ª vez desde guterres que se faz este estylo

      no tempo de guterres 18 mil professores nãO PRofissionalizados conseguiram entrar para os quadros em apenas 3 anos graças assim se vê a força do PC

      acho que o PC era o 486 na altura ou o pentium I

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  15. und permalink
    14 Junho, 2013 21:31

    não, a greve é para defender o direito adquirido pelos quadros de escola e de zona, a não fazerem viagens brutais como os contratados

    é humano querer estabilidade ao menos perto da casa que compraram e geralmente ainda não pagaram

    melhor ficar na filipa de lencastre só com 4 horas até aos 62 do que reformar-se um ano mais cedo por o obrigarem a dar aulas extra noutra escola

    se eu tivesse a idade dele também me tinha reformado neste ano pôrra

    mais vale 2200 (brutos) 1748 líquidos agora do que muito menos daqui a …..

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  16. asCético permalink
    14 Junho, 2013 22:11

    Há por aí comentadores encartados que, em relação aos professores, têm uma única certeza: são uns malandros e não querem saber dos alunos. Partindo dessa certeza inabaláve há que po-los na ordem. Se estiverem mal, que vão embora, pois não faltam, por aí licenciados desempregados e já formatados para aceitar trabalho escravo. São estas as maravilhas da crise: criar miséria que puxe todos para a miséria. Quem está mal não se pode queixar porque há sempre quem esteja pior. Com o pretexto da preocupação com os alunos e as famílias, diaboliza-se uma classe profissional que tem sido o alicerce do sistema de ensino em Portugal. Mesmo com todas as dificuldades, os professores têm levado os alunos portugueses a melhorar os resultados nos testes internacionais. O professor é um dos profissionais em quem os portugueses mais confiam, ao contrário dos políticos que aparecem no fim da lista. De um modo geral os alunos portugueses têm uma imagem positiva dos professores, reconhecendo a preocupação que têm por eles e pelo seu desempenho escolar. A opinião publicada sobre os professores não tem nada a ver com a realidade e com aquilo que se passa no terreno. Não percebo o ódio que uma minoria tão escassa mas com tanta visibilidade tem em relação aos professores. Será por os professores serem o último obstáculo ao controlo das massas e à alienação do povo? Terão as elites medo da liberdade intelectual dos professores e do papel da escola pública na formação de um espírito critico e esclarecido? È muito estranha esta mania recente de os governos terem a preocupação de virar os portugueses contra os professores, tentando despertar invejas de falsos privilégios e querendo ensaiar os adolescentes para que por auto sugestão digam ( por favor digam!) que os professores os estão a prejudicar! Só falta este governo recuperar uma das estratégias do Sócrates e contratar uma empresa de casting que ponha algumas crianças e adolescentes a dizer que os professores são todos uns lobos maus!

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    • und permalink
      14 Junho, 2013 22:16

      somos malandros não

      sou um bocadinho preguiçoso faço muito copy paste en tons pastel

      Exmo. Sr. Encarregado de Educação,

      Venho por este meio informá-lo de que o seu educando Ass séptico atingiu um número de faltas injustificadas igual ao dobro dos tempos lectivos semanais a bloukeira e for mação civicus e como já referido em cartas anteriores, por força do artigo 26 da Lei nº3/2008, de 13 de Janeiro, devo informar os CoEncarregados de Educação, a última falta é disciplinar tal como muitas das faltas anteriores como já antes lhe comuniquei, por favor não deixe o ass séptico dar faltas disciplinares opte pelas faltas low fat .

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      • asCético permalink
        14 Junho, 2013 22:37

        Lei n.º 51/2012,de 5 de setembro

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  17. Trinta e três permalink
    14 Junho, 2013 22:25

    Vá lá, vitorcunha. Todos temos dias em que nada corre bem e você meteu o pé na argola com a história da Inês. Só lhe fica bem reconhecer e… adiante. Temas não faltam (é por iso que bloggers e humoristas gostam tanto do governo).

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  18. Não Interessa permalink
    14 Junho, 2013 22:50

    Este foi oficialmente o maior fail do ano da blogosfera. Aquela figura de urso que de tão anedótica, até suscita uma certa compaixão. “Mas.. ” como dizia o outro, “não foi isso que me trouxe aqui”. Reparem numa determinada amiba de 3 nomes que continua neste post a dizer que a miuda não existe. Isto já nem é ser burro, é outra coisa qualquer. E o fail, em vez de estar calado, vai atrás e que sim sra. isto deve ser trapaça, pela certa.

    A sério, alguém que guarde isto nos arquivos da Interwebz, é como um congresso de trissómicos fds hahaha.

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    • Tiradentes permalink
      15 Junho, 2013 09:53

      Talvez possa ajudar a esclarecer sobre a Existência ( ou não) da dicotomia metafísica INÊS/MARTIN. ( I/M)
      Esta dicotomia só pode ser pensada se juntarmos a ela a existência de duas foras de existir, que, para não ferir susceptibilidades. me referirei a elas como “formatados 1” (F!) e “formatados 2” (F2).
      “I” foi apresentada nuns blogues que vc também lê como o contraponto de “M”. “M” já tinha sido apresentado num programa de tv.
      “M” já tinha sido apreciado por “F1” como um rapaz “formatado”com iniciativa empreendedor, desligado de partidos, independente de pensamento e de acção, criador de emprego e valor acrescentado.
      O mesmo “M” também já tinha sido apreciado por “F2” como um rapaz “formatado” neoliberal, quiçá neofássista explorador do povo trabalhador, apologista do ordenado minimo nacional e até do ordenado de 15 euros do partido comunista chinês.
      “I” foi apresentada como um exemplo contrário a “M” também empreendedora de preocupações pela sociedade, pelo ensino quiçá pelos professores e apreciada por “F2” como pessoa, independente, desligada de formatações quiçá até de ideologias ou partidos políticos.
      “I” apreciada por “F1” não é mais que uma militante de um partido, coordenadora de estudantes, participativa e engajada no mesmo e apresentada como se não fosse.
      Assim como pode bem ver a INÊS ….. EXISTE ….e.. NÃO EXISTE depende da premissa F com que faz o raciocínio
      Da mesma maneira o MARTIN…..EXISTE ….e..NÃO EXISTE depende da permissa F com que faz o raciocínio.
      Obs: as designações F1 e F2 podem ser usadas de forma arbitrária conforme o gosto “metafísico” de cada um para o seu raciocínio.
      Isto da metafísica é assim meu caro.

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  19. YHWH permalink
    15 Junho, 2013 08:11

    Que curioso e conveniente: mero assunto entre grevistas e contribuintes!…

    Agradeço o ter removido o governo incompetente do meio de tal refrega…

    Mas olhe que vai ser obra encontrar grevistas que não sejam contribuintes…

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    • vitorcunha permalink*
      15 Junho, 2013 08:14

      Os professores do privado também fazem greve?

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      • YHWH permalink
        15 Junho, 2013 10:19

        A greve é opcional e individual…

        Não sejamos integristas totalitários…

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      • vitorcunha permalink*
        15 Junho, 2013 10:21

        Cada homem um sindicato.

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      • Trinta e três permalink
        15 Junho, 2013 10:26

        Para que fique registado, no “privado” (seja ele qual for), também se fazem greves. E o vitorcunha pode registar que, antes do 25 de Abril, algumas das principais greves que se fizeram, foram em empresas privadas. Não tem de quê.

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      • vitorcunha permalink*
        15 Junho, 2013 10:27

        Alguma dessas faliu? 🙂

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      • Pedro permalink
        15 Junho, 2013 10:55

        Vitor Cunha, não há ninguém que faça greve que também não pague impostos. Ainda não entendi do que está a falar.
        Os privados fazem menos greve do que os do sector público, claro. Se se atrevessem a tal, no dia da renovação do contrato, daí a alguns meses ou dias, iam para a rua.

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      • vitorcunha permalink*
        15 Junho, 2013 10:56

        Hummm… Quem é que acha que paga salários da função pública para que estes possam… ahem… “descontar”?

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      • Pedro permalink
        15 Junho, 2013 15:49

        Todos os que trabalham pagam impostos. De onde é que acha que vem o dinheiro para construir as estradas onde circula, o tratamento do lixo que faz, esgotos, hospitais, escolas, etc? Provavelmente, muitos funcionários públicos contribuem mais do que você. Se calhar, devo mais a eles, do que ao seu trabalho e impostos que paga.

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      • vitorcunha permalink*
        15 Junho, 2013 15:56

        Eheheheheheheheheh!
        Parabéns: foi dronizado.

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