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pense duas vezes

29 Agosto, 2013
by

Antes de dizer mal dos empresários portugueses.

14 comentários leave one →
  1. 29 Agosto, 2013 23:54

    rui.a,

    Sim e depois??? Quem maltrata os empresarios todos os dias, é a quadrilha que defende.

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  2. 30 Agosto, 2013 00:07

    6 estrelas 🙂

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  3. 30 Agosto, 2013 00:10

    A Isabel Jonet proferiu frases que se tornaram polémicas devido ao apoio de figuras identificadas com um campo bem definido da nossa sociedade que deixaram transparecer as origens da dita.
    O Rui está a prestar um péssimo serviço aos empresários portugueses. Ao apoiá-los está imediatamente a criar antagonismo aos mesmo porque a sua, Rui, filosofia é perfeitamente identificável como não sociável, geradora de conflitos, e acima de tudo está a defini-los precisamente como a sociedade portuguesa os vê: açambarcadores de riqueza para beneficio próprio.

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  4. Portela Menos 1 permalink
    30 Agosto, 2013 00:25

    Um texto longo que consegue “esquecer” a palavra maldita – trabalhadores – substituindo-a por … “uma empresa é conjunto de meios” 🙂

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  5. piscoiso permalink
    30 Agosto, 2013 00:30

    Cá por mim, só digo mal dos empresários, ou dos trabalhadores, quando são incompetentes.
    E não preciso ir ao insurgente ler o lençol para chegar a esta conclusão.

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    • 30 Agosto, 2013 04:38

      O PISCOISO é competente, bão tenho dúvida, para aquilo para que foi *contratado*.
      Competente é ele, . . . se bem que distraído.
      Antes de perguntar ao Dono (Sócrates) emitiu opinião própria: deixai o actual Governo
      em exercício. Para grande azar dele NO DIA SEGUINTE Sócrates pronunciou-se recordam–se? diferentemente. Lá teve que o pobre engolindo um enorme sapo, que escrever;
      ELEIÇÕES, JÃ !
      A MEDIDA DA INTEIREZA DE CARÁCTER foi, finalmente, posta a nu.

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  6. Fincapé permalink
    30 Agosto, 2013 00:49

    Podemos sempre considerar a forma como o Estado deve estar organizado, que instituições e serviços dever prestar e apoiar, que grandeza deve ter. O problema é que para os “liberais” (coloco aspas para focalizar) o Estado é um corpo estranho e longínquo das pessoas e dos chamados mercados. Ora, o Estado não é nada disso. O Estado é uma organização das pessoas (dos cidadãos). E são elas, escolhendo os seus representantes em parte das instituições, como a AR, PR, Câmaras Municipais, Juntas de Freguesia e ainda mais, em muitos tipos de associações determinadas legalmente, que contribuem para a organização do Estado. A AR, que aprova as leis organizadoras, representa os cidadãos. Portanto, o Estado somos nós. Esta é a falha essencial e primária do “liberalismo”.
    Mas há muito mais. Cada interveniente no mercado, não é apenas isso, um consumidor ou um vendedor. Pode ser um doente e é de certeza um transeunte, um motorista, um pai (educador), um respirador de oxigénio… e em todas essas funções necessita de regras que lhe permitam assegurar com um mínimo de segurança o seu futuro e o da família. Necessita de garantir que se tiver um cancro terá acesso a tratamentos, se tiver filhos quererá garantir a sua educação, na condução quererá que ir seguro na mão direita, Quererá também que as indústrias do seu concelho não lhe poluam o ar, os rios ou os terrenos.
    Como se sabe, os espaços onde se juntam vendedores e compradores nos concelhos do país foram todos construídos pelas Câmaras Municipais. Ora, os vendedores tiveram séculos para demonstrar que seriam capazes de se organizar e construírem-nos eles próprios. Não o fizeram. Porquê? Porque estão a competir entre si. O Estado (ou seja, nós todos organizados) ao fazê-lo não está a meter-se na nossa vida. É parte da nossa vida.
    As regras que estabelece não são dele, são nossas. Os impostos cobrados são a forma de garantir que o tal edifício do mercado municipal será mantido e preservado.
    Parte dos impostos é para curar o tal cancro que aparece em x% dos cidadãos.
    Poderá dizer-se que os cidadão poderão ter um seguro de saúde para o mesmo efeito. Pois pode. Mais caro, com menos garantias e, provavelmente, ao fim de um ano de tratamentos abandonado. É isto que nós conhecemos do liberalismo na saúde.
    ———–
    Eu sei que isto está um pouco confuso, mas talvez dê para entender. De resto, para dizer tudo e corrigir estaria aqui tempo demasiado para um comentário.

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    • Fincapé permalink
      30 Agosto, 2013 00:53

      Ah! Conheço bastantes empresários, sem contar com os pequenos comerciantes. Todos eles, mais de esquerda ou mais de direita, pensam de forma parecida com o que eu disse. De tal maneira que foi também com as suas exigências que a câmara construiu, reconstruíu, manteve e mantém um desses mercados. É também por exigência deles (e participação) que uma dessas feiras de comércio e indústria é organizada pela câmara. Tenho mesmo de parar. STOP. 😉

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    • Fincapé permalink
      30 Agosto, 2013 00:54

      Ah! Conheço bastantes empresários, sem contar com os pequenos comerciantes. Todos eles, mais de esquerda ou mais de direita, pensam de forma parecida com o que eu disse. De tal maneira que foi também com as suas exigências que a câmara construiu, reconstruíu, manteve e mantém um desses mercados. É também por exigência deles (e participação) que uma dessas feiras de comércio e indústria é organizada pela câmara. Fora o resto. Tenho mesmo de parar. STOP. 😉

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    • Fincapé permalink
      30 Agosto, 2013 01:54

      “…Agora, imagine uma economia intervencionada, isto é, uma economia em que o mercado não é soberano, na qual existe um intermediário chamado “estado”…”
      ———
      Foi a desregulamentação, no caso feita por Bill Clinton, numa linha que já estava traçada, que permitiu que alguns bancos se tornassem “too big to fail”. O Goldman Sachs é um desses casos. Enquanto muitos dos pequenos bancos se encontram à beira da falência, o monstro devora tudo e tornou-se numa espécie de governo mundial, com os seus tentáculos bem entranhados na Casa Branca. E teria sido tão simples manter os bancos de investimentos separados dos normais bancos de depósitos. Enfim. O radicalismo liberal é muito mau.

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      • 30 Agosto, 2013 04:51

        Oh Fincapé . . . E os planos Quinquenais? Que fazem tanto jeito
        a propaganda do regime? Esqueceu-se porventura?
        E os gestores da Indústria designados pelo Estado?
        E a indiferença pelo meio ambiente, Mar de Aral?
        E a monocultura de algodão nos mares interiores?
        E as promoções relâmpago dos filiados no Partido Único?
        E os Sindicatos obedientes à risca do Estado?
        E as Arte da Pintura, Escultura , com único objectivo de louvar o Regime?
        E a *Literatura Engagé* ?
        Os *ingratos* tiveram tudo isto , veja-se, e mudaram de rumo (aparentemente).

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      • Fincapé permalink
        30 Agosto, 2013 16:53

        Diacho, tenho de ir à bruxa. Pensava ter dado resposta ao Licas e afinal não dei. Ou foi retirado? Não sei.
        ——–
        Meu caro, e porque é que acha que eu defendo o que diz acima? Sou um “quase libertário” que quer ler o que lhe aprouver, ir para onde puder, comprar as alfaces que quiser e onde quiser.
        Mas, contrariamente ao que pretende o “liberalismo”, a liberdade acaba quando na véspera da reforma a seguradora que me devia garantir a parte final da minha vida abre falência. Os acionistas garantiram certamente a sua, mas a minha e talvez a sua foram por água abaixo.
        A minha e a sua liberdade acaba também quando quiser curar um cancro e a seguradora me diz ou a si que as letras pequeninas do contrato não preveem aquele tipo de cancro, naquele cantinho do corpo. Ou então que não declarou no contrato que teve sarampo aos quatro anos e que, por isso, mentiu à seguradora, perdendo todas as regalias. Entretanto, o dinheiro que pagou fica lá todo para os BMW dos “empresários”.
        Por isso, defendo um Estado forte, que garanta aquilo que os privados nunca poderão fazer. O objetivo dos privados, segundo os conceitos “liberais” é ter lucro. Não é garantir reformas ou curar doenças.
        Eu tinha colocado aqui o exemplo de um partido dito de esquerda, o BE, que agora quer discutir o problema do piropo. Certamente, são pessoas feias que nunca receberam nenhum. Mas na Suécia algumas feministas querem que os homens urinem sentados para não haver diferenças sexuais. Acha que eu sou assim imbecil?

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  7. tric permalink
    30 Agosto, 2013 02:16

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  8. JCA permalink
    30 Agosto, 2013 22:31

    ,
    Parece que as ‘medias via jornalismo’ já estáo no caixote do lixo, já estariam a servir só para enfeitar, pelo menos teoricamente,
    .

    Remote Controlled Humans Via Internet Now A Reality

    Researcher Remotely Controls Colleague’s Body With Brain
    http://www.usatoday.com/story/tech/sciencefair/2013/08/27/human-brain-remote/2709143/

    Miniature ‘human brain’ grown in lab
    http://www.bbc.co.uk/news/health-23863544
    .

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