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300

21 Dezembro, 2013

Li ontem que havia sido feita uma inspecção aos mais de 300 cursos que existem nas escolas superiores de educação em Portugal.

300! Trezentos!

Tendo em conta a existência de excesso de oferta de professores no mercado de trabalho e tendo em conta a diminuição do número de alunos e da população em geral (que irá acentuar crescentemente a redução de alunos), não seria de ponderar uma moratória por 5 anos e suspender os ditos 300 cursos? É que sempre se evitava a continuação do logro sobre quem os frequenta e  seria sobretudo uma boa medida de contenção de despesa pública desnecessária.

31 comentários leave one →
  1. und's avatar
    und permalink
    21 Dezembro, 2013 20:00

    OS 300 CURSOS SÃO PRA FORMAR PROOF’S NON NEM PROFES

    BASTA LER OS TITÚLIOS ESPANCA

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    • Gabriel Silva's avatar
      Gabriel Silva permalink*
      21 Dezembro, 2013 20:25

      há professores que ainda podiam ser úteis….

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      • ora's avatar
        ora permalink
        21 Dezembro, 2013 20:39

        essa i-dei-a da utilidade ou inutilidade dos profes é muy simplex

        o facto é que muita gente ia para cursos via-ensino porque não tinha média para outros cursos

        pois desde 1996 e mais desde 1999 os cursos via-ensino são o desemprego parcial ou total in pessoa

        eu dou aulas há 30 anos e não me considero professor

        já dei aulas de ictiologia a escaladores de bacalhau

        já dei aulas de técnicas de laboratória ó personal da germania bavieriana

        já dei aulas de controle do vómito projectado na ponte ou no convés de petroleiro ou de graneleiro

        1º não identificou a natureza dos 300 cursos

        dificilmente serão via ensino pois em 2005/2006 Sócrates acabou com os estágios remunerados passando todos os cursos via-ensino a serem ainda mais desinteressantes

        logo a maioria desses cursos não deve ser de ensino

        educadora de infância é trabalhadora nas creches privadas ou (públicas, poucas) deste país

        necessita quem vai cuidar dos 70 mil putos que nascem neste país ter um curso de puericultura?

        acho que si ainda continuam morrendo afogados com a cabeçorra dentre de un balde debalde a formação das ditas cujas

        pois a maioria dos lares para petizes e velhadas está entregue a pessoal sem formação

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    • ora's avatar
      ora permalink
      21 Dezembro, 2013 20:55

      ou seja a questão principal deveria ser : para quê 300 cursos com 20 alunos cada

      quando dantes nos anos 80 muitos desses cursos tinham uma média de 50 a 100 alunos

      dever-se-ia perguntar porque a universidade de lisboa mas não só começaram a diversificar os cursos as variantes dos cursos e os mestrados que por acaso eram gratuitos para os maiores clientes os professores do quadro….

      Porque cria a universidade de Évora um curso de 20 alunos no início da década de 90 para engenharia geológica?
      quando os cursos de geologia nessa década exportam geólogos para todos os cantos do mundo
      e as minas fecham em série em pretucale?

      segundo eles era um curso direcionado para as pedreiras de vila viçosa e para partir xisto nas cadeias…montanhosas ou não que dão abrigo a 11 ou 14 mil reclusos depende dos anus

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      • colono's avatar
        colono permalink
        21 Dezembro, 2013 23:08

        E não deste aulas praticas de como levar na peida?

        Bem me parecia ser essa a razão de andares todo roto!

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      • und's avatar
        und permalink
        22 Dezembro, 2013 18:15

        filha não somos colón nas listas

        ó hashashsin

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  2. André's avatar
    André permalink
    21 Dezembro, 2013 20:15

    Não precisa de ir tão longe, basta que o Ministério de Educação, nas médias de acesso aos cursos de educação nas instituições públicas de ensino superior aumente as médias mínimas de ingresso (em vez dos 9,5 mínimos que acabam por ser 10,5 ou 11, coloque-se, por exemplo, um 14, equivalente ao bom menos no ensino secundário). Aproveitem e façam isso a todos os cursos das áreas de letras que esses também têm gente demais para o mercado de trabalho.

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    • ora's avatar
      ora permalink
      21 Dezembro, 2013 20:29

      NON O PROBLEMA NUM É ESSE Ó GAMA TECHNICIAN

      O QUE SE PRETENDE COM O ENsino superior?

      quantos cursos de engenharia agrícola agro-florestal zootécnix deve ter um país

      em que os 40 mil engenheiros formados desde os tempos do Octávio Pato….foram encher ministérios e secções de compras de supermercados e delegacias de propaganda médica

      e tirando os Luíses nas câmaras de mora há bué de engenheiros dessa área que estão desempregados alguns com experiência e alguns até são amigos dele ou eram nã têm é cartão do partido para serem gestores do viveiro municipal
      ou do jardim municipal….

      até o excelso engenheiro lecocq deixou as suas fábricas de pavias enlatadas

      e pôs-se ao serviço da gestão dos parques naturaes e dos fluviários de reformas

      dá menos trabalho

      daí o professor de ginástica santana Castilho ter ido para gerente de politécnicos desde o de setúbal ao de santa comba dão ou é santa rem? rapid eye mov….

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  3. @!@'s avatar
    • ora's avatar
      ora permalink
      21 Dezembro, 2013 20:48

      escolas superiores de educação devem ter provavelmente 300 cursos

      mesmo se geminadas com as universidades como aconteceu com a escola do magistério primário de Évora em 1987 ou 88 …..

      o mAIS comum deve ser o de educadora de infância com uns 18 cursos e talvez umas 300 alunas

      será necessário ter 300 alunas em 18 cursos

      quando dantes 6 dos 12 cursos existentes tinham quase 500 alunas dum total de 800?

      em 1988/89 o curso de educadora de infância em lisboa ou em Évora tinham uma centena delas no 1º ano…desistiam na altura 30% antes da conclusão do curso
      quer por mudança de curso
      quer por irem trabalhar
      quer por engravidarem e emigrarem….
      também morreram duas por overdose nesse ano…

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      • ora's avatar
        ora permalink
        21 Dezembro, 2013 21:08

        a theoria licenciado/ desempregado reduz o homem a quê?

        incapaz? ineficiente? démodé? velho?

        ensanduicho-te em palavras ó quase septuagenário iletrado licenciado ou sem licença….

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  4. adelinoferreira45's avatar
    21 Dezembro, 2013 20:37

    Uma licenciatura não tem que corresponder um emprego.
    Os países serão tanto melhores quanto maiores forem as habilitações dos seus povos.
    A teoria homem/emprego reduz este a um artefacto.

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    • ora's avatar
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      21 Dezembro, 2013 21:04

      não não tem, mas ao menos pode corresponder à expectativa ou aos interesses dos alunos pá

      se bem me lembro no início dos anos 80 fui parar a uma das peores universidades do país a gritar numa praxe estúpida ch é o curso os outros são o recurso

      porque falhei em duas décimas a outra merda em que me tinha inscrito e nã tinha i-dei-a nenhuma do que queria

      vocação? isso apanha-se como as lombrigas?

      e o outro nhurro com média igual à minha veio apertar-me a mão e dizer-me somos as médias mais altas….

      de facto pensei este typo deve dar um bom mangas d’alpaca numa universidade qualquer
      mas acho que foi para uma câmara ou para uma cimenteira ou para a Quimigal ou para a Petrogal uma merda dessas em que não é precisa muita imaginação

      logo filha não é como dizia um professor do Miguel Tiago e do mesmo partido

      preferível ter licenciados a arrumar carros a não os ter

      é degradante para o arrumador capisces?

      nã ?
      deves ser um parvo como ele ou o luís orlando ou o crespo ou o Jorge araújo ou outro reithor ou chefe de departamento que nunca soube ffazer mais nada que dar aulas

      e olha que nem isso faziam muito bem….
      tá descansado na trinity havia peores

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      • adelinoferreira45's avatar
        21 Dezembro, 2013 22:51

        Ainda não há mestrados para colado dores de cartazes, em formatos mais pequenos. Aguarda, tem FÉ!

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      • adelinoferreira45's avatar
        21 Dezembro, 2013 22:53

        Coladores, 😛

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      • und's avatar
        und permalink
        22 Dezembro, 2013 18:18

        aguardo por quê filha

        eu cá não vou esticar o pernil no sns como tu

        agente é do club do hospital que dá luz

        num aprendeste a escrever com o exame da 4ª classe? ou ficaste pela gente de 3ª classe?

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  5. Mario Braga's avatar
    21 Dezembro, 2013 21:29

    bolas pazinhos já me fui desta virtualidade comentem à vontade

    olha o mote: vale mais ter 100 educadoras de infância em évora

    ou ter 5 cursos com 20 alunas cada

    isto não tem a ver com o nº de cursos

    nem com o número de alunos que era maior nos anos 90 com menos professores no superior

    é o rácio alunos/professor e se quiserem por curso

    não é o concurso do e agora põe-te na alheta….

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  6. Fincapé's avatar
    Fincapé permalink
    21 Dezembro, 2013 21:31

    Huuuum! A coisa está má em todos os cursos. Dizem que o de assessor é o que ainda está muito bem. Mas esse convém ser tirado nas universidades de verão. 😉

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    • Mario Braga's avatar
      21 Dezembro, 2013 21:53

      olha que não olha que não
      o mário soares dá aulas nessas universidades de verão todas….nem sobrevivem os canários

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      • Fincapé's avatar
        Fincapé permalink
        21 Dezembro, 2013 22:12

        Admito que tenham alguns bons professores. 😉

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    • adelinoferreira45's avatar
      22 Dezembro, 2013 01:03

      E a atestar pela qualidade dos professores que por lá passaram, os inscritos ficam com uma boa preparação para um futuro politico. Assim de memória lembro – me de António Borges (já falecido), eng Carlos Moedas, Prof Dr José Ribera Salcedo, entre outros. Neste último ano as boas vindas estiveram a cargo do Marco António (Valongo, Gaia, Secretário de Estado e o vice em exercício.

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      • und's avatar
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        22 Dezembro, 2013 18:20

        resumindo e a atestar o depósito para as concelhias dá jeito né…..

        o antónio borges nem conseguiu ensinar-vos a fazer tijolo….mesmo dando o exemplo….mau profe

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  7. javitudo's avatar
    javitudo permalink
    21 Dezembro, 2013 22:20

    Cursos a mais juízo a menos. Há muitas matas para desbravar e campos para cultivar.

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    • und's avatar
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      22 Dezembro, 2013 18:21

      atão nã há o brasil está cheio delas

      tiraste o curso da junta de colonização interna salazarista?

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  8. LTR's avatar
    LTR permalink
    21 Dezembro, 2013 23:22

    Quais cursos? Há uns tempos tive na mão um panfleto de um “curso” da especialidade de informática, repleto de matemática, português, história, inglês e outras disciplinas que deveriam fazer parte do passado dos alunos e estar aprendidas, não restando praticamente nada para a informática propriamente dita. O que é que o Ministério da Educação andou e anda a fazer? Mas há alguém que não perceba que são escolas de explicações para servir quem lá está a dar aulas e dar títulos de que as pessoas necessitam para servir o país de doutores, não para produzir? Mesmo nos melhores cursos, esprema-se a Investigação Operacional, Estatística e a maior parte das outras, e veja-se com o que se fica: meia dúzia de horas do tema central. Esta terra é uma anedota.

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  9. MJRB's avatar
    22 Dezembro, 2013 00:45

    Para resolver esta e outras “matérias”, não se pode exterminar usando novo decreto-lei (carago, quanto antes aproveitem a maioria na ARepública) cidadãos ?, sejam alunos ou professores, contínuos ou reitores ? Privatizar edifícios escolares e o ensino todo ele ? Vender o Padrão dos Descobrimentods a uma árabe e a Ponte 25 de Abril a um chinês ? Concessionar os jardins do Palácio de Belém a um banco e vender o Porto de Lisboa a uma qualquer marti(n)fer ?

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    • und's avatar
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      22 Dezembro, 2013 18:24

      a ponte salazarenta já foi alugada por cavaco até ao tempo de ser ponte submarina

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  10. zé manel's avatar
    zé manel permalink
    22 Dezembro, 2013 13:01

    Gabriel Silva,

    Tiques de planeamento central?

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  11. adelinoferreira45's avatar
    22 Dezembro, 2013 20:34

    Und
    Andas perdido da Vara!

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    • Mario Braga's avatar
      22 Dezembro, 2013 20:39

      NON SOU CAMELO DE CÁFILA

      NUM PERTENÇO À VOSSA RAÇA

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      • Mario Braga's avatar
        22 Dezembro, 2013 20:39

        The novel describes a legend consisting of eight tales the pastoral and pacifist Dogs recite as they pass down an oral legend of a creature known as Man. Each tale is preceded by doggish notes and learned discussion.
        An editor’s preface notes that after each telling of the legend the pups ask many questions:
        “What is Man?” they’ll ask.
        Or perhaps: “What is a city?”
        Or: “What is a war?
        There is no positive answer to any of these questions.”
        Plot summary[edit]

        The Tales[edit]
        As the tales unfold, they recount a world where humans, having developed superior transportation, have abandoned the cities and moved into the countryside. Hydroponic farming and decentralized power allow small communities to become self-sufficient. In the beginning the driving force for dispersion is the fear of nuclear holocaust, but eventually humans discover they simply prefer the pastoral lifestyle.
        The tales primarily focus around the Webster family, and their robot servant, Jenkins. The name Webster gradually becomes “webster”, a noun meaning a human. Themes familiar to Simak readers recur in these stories, notably the pastoral settings and the faithful dogs.
        Each successive tale tells of further breakdown of urban society. As mankind abandons the cities, each family becomes increasingly isolated. Bruce Webster surgically provides dogs with a means of speech and better vision. The breakdown of civilization allows wandering mutant geniuses to grow up unrestrained by conventional mores. A mutant called Joe invents a way for ants to stay active year round in Wisconsin, so they don’t start over every spring. Eventually the ants form an industrial society in their hill. The amoral Joe, tiring of the game, kicks over the anthill. The ants ignore this setback and build bigger and more industrialized colonies.
        A later tale tells of a research station on the surface of Jupiter. (This story, first published as Desertion in 1944, was one of the first stories about pantropy.) Simak’s version of Jupiter is a cold, windswept, and corrosive hell where only advanced technology allows the station to exist at all. A scientist is accompanied by Towser, his tired and flea-bitten old dog. But there is a problem. Men permanently transformed to survive unaided on Jupiter’s surface leave the station to gather data and inexplicably fail to return. Finally the scientist transforms himself and his canine companion into the seal-like beings that can survive the surface. They leave the station in their new form and experience Jupiter as a paradise. Towser’s fleas and irritations are gone and he is able to talk telepathically to his former master. Like the previously transformed station personnel, the scientist decides never to return.
        He eventually does return, to share with all humankind what he has discovered. It seems impossible – how can he show them the wondrous Jupiter that he and Towser perceive? Joe steps in again, once more out of sheer mischief. He knows a mind trick to allow people to broadcast meaning to others’ minds as they speak. By means of a kaleidoscope-like instrument, he can twist the minds of other people so they can perform the mind trick. Thus all humanity learns the truth about Jupiter, and most elect to leave Earth, give up their physical humanity and live transformed on Jupiter’s surface
        Simak’s vision of human apocalypse is unusual, not one of destruction, but simply of isolation. Much of humankind becomes so lonely that it eventually dies off. Some favor starting over as a completely different species capable of experiencing on Jupiter the simple bliss that humans have otherwise lost.
        Ten thousand years in the future, Jenkins is provided with a new body so he can better serve the few remaining “websters”. By then, the dog civilization has spread all around the Earth, including the rest of the animals whom, little by little, the dogs introduce to their civilization. All of them are significantly intelligent, and Simak appears to mean that they were so all the while even though humans were not able to notice it. This civilization is a pacifist and vegetarian one. The dogs intervene in nature and distribute food to wild animals, managing to virtually end all predation. Besides, they also look for doors between dimensions through which some beings from different worlds are able to pass. At this point, a wraithlike creature called a cobbly appears, having traveled from another world on the time thread. Before it is driven away, Jenkins’s new telepathic sense enables him to read the creature’s mind to discover how it moves from world to world. Realizing that humanity cannot peacefully coexist with the Dogs and the other animals, Jenkins uses the knowledge to take his human charges to one of the other worlds. Eventually the human race dies out on the new world.
        However, returning to the initial Earth in the final tale of the book, Jenkins finds the dogs dealing with the ever-growing Ant City, which is taking over the Earth. Jenkins travels to Geneva, where a last small group of humans sleep in suspended animation. He asks his former master, a Webster, how to deal with the ants. The answer is typically human – poisoned bait, enough to kill but not before the bait is taken back to the ant colony, so it is fed to the queen. Jenkins is saddened because he realizes the Dogs will never accept this solution. He tells the dogs that the “websters” had no answer. He and the Dogs leave Earth for one of the other worlds.
        The stories were written in the post-World War II world, and reflect the attitude that humans are unable to live at peace with their fellow beings. There is an underlying theme throughout the book that humans possess a fundamental aggressive flaw they will never be able to overcome.

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