ora vamos lá a ver
Em entrevista ao Expresso e à SIC, António José Seguro disse não poder garantir que um futuro governo liderado por si diminua a actual carga fiscal. Isso significa, para qualquer mediano mentecapto, que António José Seguro se prepara, se e quando alguma vez chegar ao governo, para manter as taxas de impostos em vigor, as mesmas que foram violentamente aumentadas pelo governo de Passos Coelho, Vitor Gaspar e Maria Luís Albuquerque, e que ele tanto censurou no momento em que foram aplicadas. Ora, se as censurou foi porque as julgou desnecessárias e parte significativa dos sacrifícios ilegítimos que o governo que ele quer derrubar e substituir aplicou, segundo ele, cruelmente aos portugueses. Daí que, em coerência, ele não possa deixar de fazer, de duas uma: ou diminuir essa brutal violência assim chegue ao governo, ou retratar-se por a ter considerado desnecessária, mantendo-a quando for primeiro-ministro. Tentar esquivar-se a qualquer uma destas duas únicas posições possíveis, alegando, por exemplo, nada poder por ora garantir por desconhecer o país que irá receber, é próprio de um vulgar aldrabão de feira, que se espera não seja o chefe do governo de Portugal.

Declaração de interesses; Não gosto do Tózé Seguro como
líder do PS, por todas as razões e mais uma!
Todavia, ao assumir a posição criticada pelo Rui a. ele está
a tomar a decisão correcta, após estes três anos perdidos
sem se terem feito as reformas necessárias para adequar a
despesa pública ao nível da economia!
Já vai sendo tempo de cada governo que chega deixar de des-
fazer tudo o que o anterior fez, por isso não colhe, o argumen-
tário de treta usado para a crítica!!!
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O To Zé prometeu ser o verdadeiro Tó Zero.
Compromete-se em absoluto a não aumentar a carga fiscal. Não se compromete com uma baixa de impostos. Compromete-se a não despedir rigorosamente ninguém, o que diz muito do sua vontade de mudar o que quer que seja.
A economia que baixe o déficit, que o Tó promete fazer Zero. Se eu acreditasse que o objetivo era esse – não fazer rigorosamente nada face às maiores adversidades – eu até votava nele, o problema é o resto.
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Nada disto me surpreende,mas sendo assim porque raio os eleitores não mudam?Votem no Pcp,Bloco,Livre,Mrpp,Udp ou no partido que o Skin Mario Machado vai formar.Se correr mal caiem como já aconteceu a tantos outros ao longo de 40 anos de democracia.Mudam-se os tempos mudem-se as vontades!
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Entre quem vai fazendo algumas (muito poucas) coisas certas e quem garante que à primeira oportunidade rebenta com isto tudo de forma estrondosa, os primeiros são claramente preferíveis.
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Será que alguém está em condições de garantir alguma coisa?
A distracção é geral e isso preocupa-me até como Pancho.
Será que não perceberam que o programa acordado com a troika estava agendado para terminar (suspender) antes das europeias e legislativas, para não prejudicar a democracia?
A ausência deles é psicologicamente benéfica para Portugal, mas no final das legislativas despertarão de novo o real pesadelo.
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A resposta do Seguro sobre os impostos fez-me lembrar aquele preso que há uns meses escondeu o telefone no rabo e foi descoberto pelo guarda prisional porque o aparelho tocou.
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O Rui A. visivelmente não joga xadrez.
Seguro poderá naturalmente (e sem mentir!) invocar que pega num jogo cujas opções do jogador anterior em muito condicionam o seu fio de jogo a partir de agora.
Ainda assim tentará minimizar os estragos com que as opções anteriores ameaçam o desenvolvimento do jogo corrente.
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Pois, mas tudo o que o Governo actual faz é porque escolhe fazê-lo e não porque as circunstâncias deixadas pelo Governo anterior (e as decisões do Tribunal Constitucional) a isso o obrigam. Certo?
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Então ele não tinha prometido que chegado ao governo revogava todas as leis que nos prejudicam e repunha todos os cortes que nos fodem?
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Há socialistas e socialistas. O presidente do Eurogrupo, o socialista holandês Dijsselbloem já avisou as hostes: não se pode começar a gastar (outra vez, digo eu) o dinheiro que não se tem! Mas desconfio que ele tem de fazer um desenho muito bem feito para certas alminhas perceberem o que ele está a dizer.
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Ó RuiA. mas você espera coerência da parte do AJS? Gabo-lhe a paciência de analisar (perder tempo com) os discursos do homem.
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Eu assinaria este artigo por baixo:
http://www.ionline.pt/iopiniao/portugal-nao-falhou-ps-amuou/pag/-1
Ou a pouca vergonha com que o PS faz e está na politica.
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Não li / vi, a entrevista.
Não fosse este post de rui a. – que muito bem expõe a falácia do discurso socialista -, e ficaria apenas com as ideias que os órgãos de informação preferiram destacar da prestação de Seguro:
“Comigo não haverá despedimentos na função pública nem aumento de impostos”
(título do Expresso e já vi reportagem na sic)
Porque este é o tipo de jornalismo e informação que, todos os dias, chega a largas franjas da população, digo: a Comunicação Social é a verdadeira oposição…
http://jornalismoassim.blogspot.pt/2014/04/comunicacao-social-verdadeira-oposicao.html
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A demagogia socialista no seu melhor. E ainda acreditam neles, depois de, por três vezes, terem chamado o FMI. Se forem eleitos, vão dar cabo de nós outra vez.
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O Tozé promete sempre que os outros (países) irão resolver todos os nossos problemas. O trabalho dele no governo será pedinchar na Europa.
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O trabalho dele será explicar porque, falhando o que já falhou no socialismo europeu (veja-se inevitabilidade do confronto com a realidade), terá que fazer pior que a actual governação, que é o mesmo mas com inflacionadas expectativas criadas pelo próprio.
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Sobre a sua resposta no post do vitorcunha:
“Assuma o que quiser. Se quiser, até pode assumir que é amante do vitorcunha, que para mim está tudo bem. Mas as sua ladainha vai toda por água abaixo porque parte de pressupostos errados.
A verdade é que o vitorcunha apenas escreveu este post porque eu quis e, para isso, desafiei-o a falar sobre o assunto.
Interessante é ir ao post anterior e verificar que ele, depois de eu ter dito mais abaixo (neste post, a vista de todos) que consegui o que pretendi, apagou o comentário em que o desafiava a escrever. Atitude própria de pequenos de espírito.
E, visto ser o quarto ou quinto comentário meu apagado pelo vitorcunha, fica por aqui a minha participação em posts do rapaz.”
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