Médicos pela co-adopção gay contra a destruição da escola pública

Destruir a democracia é atacar a Lusa e vice-versa, que nós somos todos idiotas.
Há muitas abordagens possíveis para justificar uma greve. A mais comum, usada pelos Mários Nogueiras desde 1914, é a “estão a destruir a [inserir qualquer coisa] pública”. Os médicos optaram, com plena marinhopintização do seu bastonário, por esta abordagem comprovadamente parva. Em primeiro lugar, já se sabe que a adesão será de 300%, com pessoas que nem são médicos a fazerem greve solidária (inclui desempregados como astronautas não-colocados, professores não-colocados e socráticos rendidos à ghagra choli); em segundo lugar porque é mais uma hipótese para alguém usar a expressão “a maior greve de sempre”, expressão caída em desuso desde a última greve neste país, a que aconteceu (vou arriscar) na última sexta-feira.
A proletarização dos médicos é uma coisa difícil de ver. Estávamos habituados a cursos de medicina terem mais utilidade que os de sociologia, algo que começa a mudar através da típica resolução de problemas à lá tuga, a que opta em simultâneo por três auto-estradas Porto-Lisboa mais uma linha de TGV (para mercadorias, integrada com o hub de hovercrafts a fazer em São Torpes). Lembrem-se que era o que vocês queriam quando os vossos filhos adquiriam a hipótese de entrar no curso; dizer agora que é demais já não vale, seus anti-constitucionais igualitários.
Precisamos todos da t-shirt da semana e isto sem incêndios não cria indignação sazonal que chegue. Eu, pessoalmente, agora só consigo pensar nas crianças em pleno sofrimento com a impossibilidade de co-adopção gay. Isto da ignomínia sazonal é muito bonita mas, que eu saiba, ainda é preciso parar os que estão a destruir a escola pública desde 1975.

«socráticos rendidos à ghagra choli»
ehehehehe
É a estação parvinha.
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blasfemias pela escola “privada”( com muitos subsidios do estado) e a favor da destruiçao da escola publica
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Não sejas silly
Não sejas silly
Não sejas silly, cone.
— Delfins
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Porque é que o Lopes não vai viver prá Coreia do Norte, ou pra Cuba? Lá é tudo do estado e é um verdadeiro paraíso. Mas é só prá Nomenklatura, porque os camaradas como o Lopes, vivem todos na miséria.
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mas eu ja tenho casa em cuba,outra na coreia e outra nas av.novas.claro que so pago IMI em portugal
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Lá está o que tenho dito por aqui várias vezes.
Em vez de tomarem posições razoáveis, que permitam dialogo, estes sindicalistas extremos (seja bestonario ou outro) servem mais a causa do Cunha que a dos associados, no caso os médicos que prestam serviço no Estado.
Quase todos concordam que o Paulo Macedo tem feito um trabalho positivo, mas com certeza terá errado algumas vezes e pode sempre melhorar. Era bom que do outro lado estivesse alguém do mesmo nível.
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Era desejável que houvesse um esforço para evitar a greve. Apesar de os médicos estarem também sacrificados a nível salarial ,neste caso, estamos face a problemas de funcionamento do SNS e de defesa dos utentes. Possivelmente o ministro não terá margem e eventualmente virão mais cortes na saude….será?Lamento pelo dr Paulo Macedo, um dos poucos ministros que fez cortes e é uma pessoa credível ,mais que o 1º.
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precisamente,a questao nao é com o paulo macedo.A Questão é esta:tudo se pode vender(em saldo),tudo é negociavel desde que seja publico com excepçao de :a divida publica,os contratos PPP,as rendas do sector energetico,o finaciamento dos colegios privados que viram a verba do orçamento de estado,aumentada.
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Isso já dizia Sartre, de um joao lopes qualquer.
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Do outro lado estão os médicos do privado que servem a ADSE e que são os mesmos do SNS.
Tão simples quanto isto.
Esta é daquelas cenas em que os sindicalistas dão tiros nos próprios cascos.
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Este vitorcunha lacaio do partido não tem mesmo nada na cabeça. Aliás se calhar até tem mas não digo
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Quase que eliminava este comentário tão bom. Seria um erro.
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Eu se fosse ao Vitor Cunha mandava-o à MERDA!E é o que faço, mesmo sem autorização do Vitor!
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Cabeçadas não vale!…
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primo lopes,nao se enerve,coma anti-oxidantes(tomate,melancia),faça desporto e principalmente,nao leia o pasquim CM.abraço…
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Proponho que se aumentem os salários dos médicos e do funcionalismo público em geral em 30%, e o IRS dos tansos da privada passe para 50%. IVA a 30%, já! Trabalhar mais de seis meses para pagar impostos ainda é pouco; temos de passar a trabalhar até ao São Mateus para sustentar o estado, porque nunca lhe chega. Nem ao estado, nem aos que vivem à custa dele.
Fosdra-se!!!
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Lá está
Como resposta a uma idiotice vem logo outra maior.
Infelizmente o que não falta são palermas, publicos e privados.
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Disparate? como é que pensa que o PS se prepara para ganhar eleições?
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Ainda no outro dia uma pessoa conhecida, com ADSE, dizia literalmente isso.
Que não estava certo terem aumentado os descontos e que isso é obrigá-los a irem ao SNS como as outras pessoas, ou a fazerem um seguro privado como a classe mais alta.
E o problema dela nem era este elitismo de funcionária pública que nem confia nos colegas da função pública, quando são médicos.
O problema dela era a tremenda injustiça de ainda existirem clínicas privadas que nem têm acordo com a ADSE.
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Parece anedota mas é a realidade.
Eu até acho que os sindicalistas deviam dar mais voz a estes seguidores que ninguém faz melhor propaganda contra a esquerda que a esquerda da função pública.
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Correcção- que a função pública. Retirar esquerda nisso que é tautologia.
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Lá está: o churchill sabe o que diz o melro pró picanço? pois é isso mesmo…
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Sejamos sérios e olhemos para a profundidade dos problemas.Considerando que Paulo Macedo fez cortes e racionalizou bastante o SNS e face às principais razões da greve, o que está em causa é o nosso modelo social. Provavelmente não temos economia para suportar o SNS como está hoje e isto tudo porque este governo não reformou nada e limita-se a cortes salariais e aumento de impostos . O regime está bloqueado, é necessário definir prioridades e se queremos o SNS e a educação como estão ,temos de reduzir outras funções do estado ,como representação externa, segurança, defesa,etc.Esta greve é para parar o sufoco orçamental e os médicos manifestam-se para que um dia não tenhamos de levar a alimentação aos internados e cada um se faça acompanhar pela roupa da cama antes de ser internado. Existem “sítios” onde isto se passa ,um governo responsável tem de fazer opções e não desculpar a sua incapacidade com o tribunal constitucional .Além disto tudo a nossa sobrevivência como estado independente não é viável com a carga de juros que teremos no próximo ano ,à volta de 8000 milhões!A dívida tem de ser reestruturada e a reforma do estado é obrigatória.
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mais uma vez ,concordo consigo.E tambem ja se sabe a resposta deste governo psd,cds,troika:nao ha dinheiro,qual a parte da frase que nao perceberam?(garanto-lhe que este governo nao sabe dizer mais nada)
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Mas a resposta faz sentido.
Eu posso ir ao stand da Porsche e dizer ao vendedor que quero o Cayene turbo, mas quando ele me perguntar como quero pagar a conversa fica dependente do euromilhões.
Não há dinheiro temos de cortar nos gastos.
O problema está na escolha, o Cunha quer manter todos os benefícios mas com os salários dos fp em metade.
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Não posso: o Joaquim não deixa.
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o Joaquim e mais uma dúzia de ilustres
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Estranhamente, uma dúzia de ilustres funcionários públicos. Devem ser “de esquerda”.
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Não são fp, são servidores do Estado.
Olhe que os homens e mulheres ainda ficam ofendidos(as)
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Servidores do estado são os desgraçados que lhes pagam os salários.
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Manuel
Não sei se é só o governo, na verdade acho mesmo que é o Estado (ou seja todos, apesar dos mongas que por aqui andam e que falam do Estado como se fosse coisa dos “outros”) que tem de optar.
Eu queria era ver chegada a hora do Paulo Macedo vir dizer que a ADSE vai fechar e vamos todos para o SNS, em vez de nos aumentar 300% o desconto, e depois aguentar com mais 580000 clientes no sistema sem pagarem um cêntimo (como sucede com os privados, que não pagam um desconto extra).
Também queria ver a reação ao ver fechar algumas valências no Estado, por exemplo os tratamentos oncológicos que são muito caros. Quem quiser que pague do bolso ou então paciência.
A solução de cortar para metade o custo mas querer manter tudo igual ou melhor só resulta nos serviços que estavam geridos de forma medíocre (que havia e há, como é óbvio), para os que já estavam bem geridos é inviável. E como percebe quem tenha meia dúzia de neurónios, vai penalizar os bons e premiar os maus.
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A alternativa a cortes nos serviços seria o crescimento.
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Crescimento era a solução ideal
Infelizmente o setor privado só cresce com o Estado a investir, ou seja o Pires de Lima a escolher os amigos que vão ser contemplados.
O tempo dos industriais já lá vai.
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O SNS do Dr Arnaud está morto. Só falta fazer-lhe o enterro. Se não acreditam perguntem ao tio Obama.
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Não pagar a dívida que se fez para comprar o que não se devia não devia ser uma solução, mesmo que isso seja penoso.
A procissão ainda vai no adro e os bancos nacionais já estão nas lonas.
Se avançar a reestruturação caem todos, mais os fundos de pensões nacionais e de muitos inocentes.
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Um governo patriota e de direita se for necessário , deve: nacionalizar a banca falida (toda) e os os fundos de pensões . Para situações de emergência não devemos ter vergonha de seguir a esquerda e penso que nova bancarrota vai implicar isto e talvez, a saída do euro.
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pode-se dizer que a vida de muita gente ja esta destruida,mas paga-se a divida(seja la como fôr) e destroi-se um paìs.É para isso que foi inventada a frase:nao ha dinheiro…
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A frase verdadeira não é a de que “Nao ha dinheiro”.
A frase relevante é “o dinheiro aparece sempre”.
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Se fosse eu chamava a dama Argentina para ajudar a reestruturar a dívida e de seguida aumentava os médicos, professores, os apoiantes da senhora Aviola, descarregava dinheiro às pasadas na “escolar publica” baixava as propinas na Universidade de Coimbra prá’í uns 10 euros por ano e abria uma fundação para dar abrigo aos 400 e tal gaijos da “cultra” que apoiam o Costa.
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o governo em funções já fez reestruturação da dívida .Baixou taxa de juro e protelou a maturação de vários empréstimos ,claro que foi com o acordo dos credores . E tem de ser feito novamente por muito nos custe e, eventualmente, podem os credores exigir um contributo interno ,é a vida!
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Em 2015, 8 mil milhões serão um pouco mais de 4% do PIB. Já tivemos um peso dos juros da divida superior a 8% e mesmo assim a economia crescia a 3-4%. Quando é acabamos com as falácias politicamente correctas?
Não é ESTE peso da divida que nos impede de crescer. O que nos impede de crescer é a excessiva despesa do estado onde salários e reformas dos funcionários públicos representam quase 70%. Um estado que consome mais de 50% do rendimento do país, não tem futuro. O resto é conversa fiada.
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Queria dizer salários dos FP e reformas de todos, mais o subsidio de desemprego dos privados, os apoios sociais para os privados, não era?
Ou também acha que desempregados e pobres são funcionários publicos?
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Não, não queria dizer as reformas de todos. Quero dizer as reformas dos funcionários públicos! as reformas de 600 mil aposentados na CGA, funcionários públicos, custam ao país o mesmo que as reformas de 2300 reformados da Segurança Social, privados. Portanto não meta os pobres e os desempregados na conversa, porque os funcionários públicos e os pensionistas da CGA não são pobres nem nunca estiveram desempregados: têm emprego vitalício. Está na Constituição!!!
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“…2 300 000 reformados da Segurança Social”, é evidente!
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Pois é o que dá ler as interpretações do OE em vez de ler o original.
Era escusado estar para aqui a discutir mentiras repetidas muitas vezes.
Os salários são para aí 12%, o que é infinitamente menos que qualquer custo com pessoal de empresas de serviços, que é o que se pode comparar com o Estado.
Quando falei nos desempregados era precisamente para referir que apesar de pagarem impostos para o fundo de desemprego, os fp nunca beneficiam do mesmo, logo pagam para os outros beneficiarem.
Não sendo pobres (a considerar os limites legais estabelecidos), também não beneficiam dos apoios sociais do Estado, apesar de pagarem.
Em resumo, pagam apenas.
Sobre a CGA, é verdade que durante décadas quem pagou para esse saco foram os funcionários públicos, mas quem vai ao pote são muitos mais, e não são só os funcionários (entre politicos, assessores, bancários, e beneficiários de outros fundos de pensões privados que os governos nacionalizaram para pagar dividas públicas, resultantes de negócios privados).
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Ó Churchill eu já tenho pouca pachorra para imbecis como você. Se quiser ligue agora, são 21:48, para a TVI24 e ouça o que duas pessoas que lá estão, que também devem ler as interpretações do OGE em vez do original, estão a dizer sobre o que o estado cobra e o que o estado gasta em salários e pensões da CGA. Ouça e aprenda.
Nos últimos 40 anos, Portugal cresceu uma média de 3% e a despesa do estado em salários e pensões aumentou 6,6%. Isto para os que lêm o original do OGE deve fazer sentido. Para os que param um bocado para pensar, não faz. Ou por outra faz, mas o resultado está à vista!
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Os funcionários publicos até ao principio deste século não financiaram nem 30% dos encargos da CGA. Como é que é possivel pagar pensões iguais ao último salário a quem nunca descontou mais de 5-6%? Possivel é: com os impostos dos outros portugueses, e com divida pública!
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Não tem pachorra vá dar cabeçadas na parede, quero lá saber.
Os comentadores da TVI24 também não devem ter lido o OE, paciência.
A despesa do Estado e a questão da CGA andam juntas.
Os funcionários do Estado pagavam o mesmo que os outros (agora com a soma CGA + ADSE pagam mais), mas o Estado não fazia a sua contribuição como devia. Isso veio a ser corrigido e por isso aumentou a despesa. O que havia antes era uma forma de empurrar despesa para a frente.
Os privados descontam 11% e o patrão 23%. Se fizer as continhas vai ver que são os tais 30%.
Aprenda que a minha pachorra também não dura sempre. E já agora leia em vez de comentar comentadores.
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Você acha que um funcionário público tem descontos de 30%? Isso é a sério ou acha que é a sério porque vem num recibo?
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O Churchill anda a gozar com o pagode: quando é que os FPs faziam os mesmos descontos dos outros? e já nem falo dos 23,75% que a entidade patronal deles nunca enviou para onde devia.
Quanto a dar cabeçadas, se quiser, arranjo-lhe um capote para você treinar essa cabeça na arte da marrada, porque lá dentro só tem merda. Por fora, não sei, mas também não estou interessado.
Tchau…
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Alexandre:se o senhor me permitir não sou o churchill mas 1º: o debate deve ser feito com argumentos e com nivel,emvez de insultos e ordinarices.Independentemente das discordâncias que possa haver entre todos nós, é preciso haver boa educação ,respeito e tolerância face ás diferenças,mesmo que não concordemos
Em segundo lugar,todos concordamos que há um desiquilibrio na CGA.Mas ao contrário do que é por ai dito,sem primeiro conhecer-se os dados relacionados com esta matéria,esse desiquilibrio resulta do facto do Estado não ter cumprido a sua parte nos descontos,não pagando os 23,75% que tinha que pagar,algo que o trabalhador cumpriu,o que fez com que a CGA ficasse descapitalizada ao longo dos anos; uma decisão estapafúrdia tomada no governo de Sócrates que tornou a CGA num sistema fechada.Isto é,os funcionários públicos que entraram no Estado a partir de 2005 tiveram que passar a fazer os descontos no regime nomal da Segurança Social,o que reduziu as receitas da CGA.
Creio que assim fica bem definido o detentor das responsabilidades da situação atual do sistemas de pensões
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Cunha
Provavelmente expliquei-me mal, mas apesar de no assunto FP estarmos distantes e nenhum dar o braço a torcer, normalmente usamos argumentos.
O que eu disse, em resposta aos comentários do Silveira, é que se no privado para a SS o trabalhador desconta 11% e a isso adicionarmos os 23% da TSU, dá que a parte do trabalhador é 30% do total enviado para a SS.
No Estado, nós os trabalhadores pagamos a nossa parte, mas o Estado (que é meu patrão mas pertence a todos!) andou anos a não pagar o correspondente aos 23 da entidade empregadora, descapitalizando a CGA e empurrando as dificuldades para a frente, quando vier a assumir a responsabilidade de pagar as pensões com o dinheiro que não está lá.
Esse problema é real e é culpa dos governos, não dos trabalhadores.
Acresce que como bem disse o Arni, de 2005 para cá os novos trabalhadores descontam para a SS (e aí o Estado já entra com os 23), e como o sistema estava montado para uns pagarem para os antecessores (os meus descontos são para pagar a geração do meu avô e do meu pai), vai rebentar e são os atuais que se vão ver pendurados.
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O meu ponto é que nunca pagaram a vossa parte, mesmo que a culpa não seja – naturalmente – vossa. O meu ponto é que isso é só uma coisa que vem no recibo. A minha pergunta é se acha mesmo que do orçamento central saem as moedinhas físicas dos 11% entregues ao seu serviço, que as retém e devolve, por si ao orçamento central. Dito de outra forma, acha que podia receber os 11% em dinheiro se fosse possível abdicar dessa “retenção”?
Nada disso foi problema enquanto não acabou o dinheiro.
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Silveira
Descontos de 5% ou não pagarem o mesmo que os outros é arqueologia, ou então está a falar de outros beneficiários do CGA, como os bancários, que efetivamente descontam muito menos.
Eu pago mais que se trabalhasse no privado a receber o mesmo salário bruto, entre os 11% de CGA mais os 3,5% da ADSE.
Quando um privado paga 11% para a SS isso resulta na pensão de reforma, na baixa medica, no subsidio de desemprego, nas faltas por paternidade ou maternidade e no tempo do serviço militar obrigatório até nisso.
No Estado, os 11% do CGA são exclusivamente para a pensão de reforma.
As outras prestações sociais são pagas pelos orçamentos dos serviços de origem.
Se quiser contradizer traga dados, conversa de taberna não acrescenta nada.
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Cunha
Eu trabalho num serviço que sendo publico é uma utility, vende um produto diretamente aos consumidores.
Do dinheiro que os clientes pagam, sai o meu salário, a TSU (com outro nome), as despesas correntes, investimento e nos ultimos 20 anos todos os exercicios fecharam com saldo positivo, que não é lucro para os accionistas mas dinheiro para o dono, ou seja o Estado.
Saem mesmo moedas do bolso dos clientes, para o meu, CGA, ADSE e outros.
Se fosse uma empresa privada talvez eu tivesse recebido parte dos lucros ao longo dos anos, não é e nunca recebi. É uma escolha minha que se baseava numa menor retribuição e num menor risco.
O que me deixa irado é a sua obsessão em querer que eu seja penalizado por um crime que não cometi e por um risco que não corri, só porque quem ficou no privado a receber o dobro agora repare que ter assumido riscos às vezes é bom e outras não.
Há quem vá ao casino e ganhe, muitos vão e perdem, e outros vão até lá e bebem um copo no bar e não jogam. E fui destes ultimos e agora querem que contribua para os que perderam por ter apostado forte e perdido.
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Sai TSU com outro nome?
O tira-de-um-bolso-mete-no-outro já foi amplamente explicado.
Porém, você continua a não ter culpa de descontar 0.
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Hoje está pior que a defesa do Brasil
Mas qual tira de um bolso e coloca noutro?
Tira dos proveitos que resultam da venda de serviços (não do OE), e coloca no bolso da CGA e da SS.
É rigorosamente a mesma coisa que outras empresas iguais que fazem o mesmo mas são privadas. O produto vendido é rigorosamente igual, as receitas resultam da venda que tem um entidade reguladora que define o preço.
Não há nenhuma diferença.
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Há, pois: o seu patrão é gerido pelo legislador.
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O meu, a EDP, as gasolineiras, a Vodafone Portugal, a Nós, e outros.
Isso prova o quê?
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O nosso SNS é dos mais económicos do mundo atualmente face aos resultados obtidos. O argumento de que o nosso SNS não é suportavel pela economia do país é do mais falacioso que existe:
http://expresso.sapo.pt/despesa-publica-com-saude-continua-a-deixar-nos-na-cauda-da-ocde=f878526
Países em que o sistema é maioritariamente privado como por exemplo nos EUA gastam uma percentagem do PIB muito superior e obtêm resultados muito piores em termos de indicadores como por exemplo esperança média de vida.
A verdade é que atualmente no SNS por motivos económicos não se podem dar os melhores medicamentos aos doentes e não se fazem exames que são necessários.
Por outro lado continua-se a privatizar o sistema de saúde o que está provado que não dá bons resultados. Basta perceber que não é muito positivo que a entidade empregadora de um médico tenha interesse em que se prescrevam determinados exames de diagnostico para se perceber que a procura do lucro (que é aquilo que carateriza uma instituição privada) pode não ser muito benefica neste sector. Basta ver por exemplo a quantidade de cesarianas que são feitas em instituições privadas (salvo erro 70% dos partos) quando este procedimento apenas deveria ser efetuado em 20% dos partos pois tem implicações negativas para a saúde do bebe, para perceber que a procura do lucro e a mentalidade do “cliente tem sempre razão” podem ter efeitos muito perniciosos neste sector.
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Mais uma choldra de “foncionários” em greve… Desta vez são médicos. Será que nos “vencimentos” lhes descontam os dias de greve? Se sim, cada dia que um fp faz greve isso é amigo dos bolsos dos tansos, os nossos.
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De que modo é que o alarme público, sistematicamente procurado por esta ordem e por este bastonário, se coaduna com as obrigações éticas e deontológicas de um batado?
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Esta greve tem a ver com a “ética”.
Não querem que lhes mexam na “ética” e seus suplementos.
Eu cá, ia só para a privada.
Toda a gente sabe que a actividade da saúde não precisa do estado…. 🙂
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“A proletarização dos médicos é uma coisa difícil de ver”. Como bem diz – era inimaginável, mas o seu governo, vitorcunha, tornou possível o inimaginável.
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Também é o seu governo. É aquela coisa da democracia representativa. A não ser que seja romeno e viva na Bulgária. Aí não é o seu governo.
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Zazie “Ainda no outro dia uma pessoa conhecida, com ADSE, dizia literalmente isso.
Que não estava certo terem aumentado os descontos e que isso é obrigá-los a irem ao SNS como as outras pessoas, ou a fazerem um seguro privado como a classe mais alta.
E o problema dela nem era este elitismo de funcionária pública que nem confia nos colegas da função pública, quando são médicos.
O problema dela era a tremenda injustiça de ainda existirem clínicas privadas que nem têm acordo com a ADSE.”
A menina tem muito jeito para contar histórias. Mas os seus ouvintes devem ser todos tolinhos!
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Se quiser faço copy paste porque a coisa foi contada publicamente no facebook.
Pelos menos 1600 pessoas a podem ter lido.
Quer mesmo insistir que a parva sou eu e que inventei?
Vai ver que se arrepende, porque isto é de tal modo imbecil que são v.s próprios que o exemplificam.
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Aliás, o choradinho dos fps é uma anedota. Ela conseguia juntar todas as contradições.
Como socialista/comuna (alterna o voto entre estes 2 partidos) dizia que isto é a destruição do bom do Estado Social e do SNS.
Mas depois, o problema é que não lhe basta o SNS. Só vai a clínicas privadas, apesar dos médicos até serem os mesmos do SNS.
E dizia que a injustiça era nem poder optar por um seguro privado, como a Médis, porque farta-se de ver donas a sacarem desses seguros nas clínicas onde vai.
Só para a calar, eu fui buscar a legislação para ela perceber que o partido a engana. Pode rescindir contrato com a ADSE porque é prof efectiva com mais de 50 anos.
Só que depois o choradinho foi outro. Foi dizer que o problema é que muitas clínicas não têm contrato com a ADSE e ela faz descontos para o Estado para ter direito a saúde à borla, no privado e no público.
Literalmente. Até deu ainda outro exemplo- disse que o dinheiro que recebe do Estado, é idêntico ao mesmo que poderia tirar para ela se tivesse uma empresa privada.
Aí foi risota e da grande.
È prof de Filosofia e a realidade é esta.
Passa a vida a dizer que o Estado tem obrigação de criar mais empregos.
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E a menina vai dizer-me que acreditou nessas balelas. Aqui, alguns fazem-se passar por Funcionários Públicos e mandam bocas iguais a essas. Tanto quanto sei, de facto, alguns médicos são os mesmos, mas as consultas são mais baratas e o tempo de espera menor. Para isso é que existem as PPP,
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Aqui está outra história bem tautológica.
Zazie “Parece anedota mas é a realidade.
Eu até acho que os sindicalistas deviam dar mais voz a estes seguidores que ninguém faz melhor propaganda contra a esquerda que a esquerda da função pública.
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É tautológica é.
Dizer funcionário público já implica dizer que é de esquerda, nem que essa “esquerda” se limite a ser o centro da sua barriga.
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Até acho piada a algumas das ideias que defende! Penso que todos nós conhecemos Funcionários Públicos, sejam eles familiares, amigos, amigos de amigos, vizinhos, conhecidos, professores, médicos, enfermeiros, etc, etc.
“Dizer funcionário público já implica ser de esquerda,….” é conversa para os seus ouvintes tolinhos.
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ès estúpida, nem merece a pena perder tempo com galinhas como tu
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Manuel, o Contador de Tretas
SIm Manuel essa treta já não pega. Leia o comentário do Rui.e abra o site, http://expresso.sapo.pt/despesa-publica-com-saude-continua-a-deixar-nos-na-cauda-da-ocde=f878526, que ele publicou.
Toda a gente já percebeu que querem destruir tudo o que é público, para entregar à privada.
Sim Manuel, gosto do “sejamos sérios e olhemos para a profundidade dos problemas….o regime está bloqueado”. Tudo tretas Manuel.
Como diz o João Lopes “tudo se pode vender (em saldo), tudo é negociável desde que seja público, com excepção da dívida pública, os contratos PPP, as rendas do sector energético,o financiamento dos colégios privados que viram a verba do orçamento de estado,aumentada, etc, etc…. Mas isto, Manuel, não lhe interessa, o que lhe interessa são tretas.
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Alexandre Carvalho da Silveira
“Os funcionários publicos até ao principio deste século não financiaram nem 30% dos encargos da CGA. Como é que é possivel pagar pensões iguais ao último salário a quem nunca descontou mais de 5-6%? Possivel é: com os impostos dos outros portugueses, e com divida pública!”
Alexandre Carvalho Silveira, para a SEGURANÇA SOCIAL a ENTIDADE EMPREGADORA desconta 23,75% e o TRABALHADOR 11%. Por acaso sabe, quanto DESCONTA O ESTADO, POR CADA FUNCIONÁRIO PÚBLICO, para a CAIXA GERAL DE APOSENTAÇÕES.
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Sabe: 0€.
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Exactamente, vcs e eu descontamos 0 €
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O Vitor Cunha antecipou-se, mas acertou: ZERO!!!
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“The new bank will symbolize the growing influence of emerging economies in the global financial architecture long dominated by the United States and Europe through the International Monetary Fund and the World Bank”
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> BRICS states reach consensus on creating joint development bank – China’s diplomat
http://voiceofrussia.com/news/2014_07_07/BRICS-reach-consensus-on-creating-new-100-billion-development-bank-Chinas-top-diplomat-6835/
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“The European commission launched the €1.2bn (£950m) Human Brain Project (HBP) last year with the ambitious goal of turning the latest knowledge in neuroscience into a supercomputer simulation of the human brain. More than 80 European and international research institutions signed up to the 10-year project”
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“The brain, the most complex object known, has some 86bn neurons and 100tn connections.”
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> Scientists threaten to boycott €1.2bn Human Brain Project
Researchers say European commission-funded initiative to simulate human brain suffers from ‘substantial failures’
http://www.theguardian.com/science/2014/jul/07/human-brain-project-researchers-threaten-boycott
.
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