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Paris já está a arder

19 Julho, 2014

Imagens de Paris, hoje.

 

Pro-Palestinian protesters react during a demonstration against violence in the Gaza strip in Paris-Pro-Palestinian protesters throw projectiles during a demonstration against violence in the Gaza strip in Paris-Pro-Palestinian protesters throw projectiles during a demonstration against violence in the Gaza strip in ParisPro-Palestinian protesters burn an Israeli flag during a demonstration against violence in the Gaza strip in ParisFRANCE-ISRAEL-PALESTINIANS-CONFLICT-GAZA-DEMO

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38 comentários leave one →
  1. Joaquim Carreira Tapadinhas permalink
    19 Julho, 2014 21:41

    Se a ONU não consegue fazer reconhecer no território, dois estados, Israel e Palestina, então esta organização de cúpula, que custa os olhos da cara ao povo dos países que a suportam, é apenas uma instituição de fachada, um albergue para funcionários pagos principescamente.

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  2. 19 Julho, 2014 21:46

    Umas pedras, uns carros, talvez até um autocarro queimados, não parece ser grande problema.
    Enquanto estão a fazer isto não assaltam velhinhas.
    Esta juventude é danada prá brincadeira e a culpa é da testosterona.
    Mal comece a bola já se acalmam.

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  3. 19 Julho, 2014 21:48

    Essas imagens referem-se a quê? indignação pelos quase 300 mortos no abate do avião malaio? ou será pelos quase 300 sírios chacinados ontem pelos jihadistas? Ou talvez pelos mais de 50 nigerianos assassinados pelo Boko Haram nos últimos dias? Ou pelos 14 soldados tunisinos mortos há dois dias num ataque terrorista? Pois é, a indignação é muito selectiva, sobre a Nigéria a Jolie não tem dito nada, a Tunísia só serve para turismo, a Síria já não conta e o avião ucraniano foi, como se sabe, abatido pelos americanos ou ucranianos que se queriam ver livres do sr. Putin, cujo avião passara ali há pouco, garantem os sábios – embora não acrescentem o que ganhavam eles com isso e se esqueçam de que o avião presidencial é capaz de ter contra-medidas capazes de evitar um míssil, mas sabe-se lá, ás tantas uma caçadeira é capaz de o deitar abaixo -. Mas o mais certo é ter sido a Mossad para desviar as atenções de Gaza, até porque não havia passageiros israelitas entre as vítimas, os serviços secretos devem-nos ter alertado para não embarcarem, como fizeram antes do ataque às Torres que, como também se sabe, foram efectuados pela CIA e Mossad em conjunto. Já agora, a má qualidade da programação das televisões generalistas portuguesas também é culpa deles. E a crise no GES.

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  4. vsantos permalink
    19 Julho, 2014 21:54

    é sempre assim, os idiotas inúteis riem-se. Falem com franceses e com portugueses que vivem em frança, nas áreas onde os muçulmanos já são a maioria e depois não se admirem que a Frente Nacional tenha a votação enorme que teve. A França tem um problema enorme em mãos. Aguardem o regresso dos jihadistas franceses que foram para a Síria.

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    • 19 Julho, 2014 22:15

      Falou com franceses e portugueses que lhe disseram que os muçulmanos são uma nacionalidade?

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      • alberto permalink
        19 Julho, 2014 23:38

        ?

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      • alberto permalink
        20 Julho, 2014 00:13

        Desconheço o seu nível de interesse sobre a “religião” islâmica, mas a sua pergunta… As aspas indicam que mais que uma religião, é realmente uma “nacionalidade”.
        Se verificar, um islâmico japonês tem o mesmo comportamento que um árabe ou sul-africano.
        Aparentemente as normas da religião são simples, mas … depois vêm os “habits”. Um crente deve comportar-se como Maomé. Nos actos mais complexos aos mais simples, como o sacudir o pénis após urinar. Todos os hábitos de Maomé estão descritos de forma a indicar aos crentes como se comportarem.
        Poderá perguntar-se como é possível um movimento de envergadura mundial sem um centro de comando? Algo que tem a ver com a espiritualidade islâmica e a orientação tentacular das taricas. Algo difícil de explicar, mas equivalente a uma loja maçónica em cada igreja ou bairro.
        Sem um comando central, os maçónicos reconhecem-se e colaboram entre si.
        O islão é uma “nacionalidade” em que os crentes se obrigam, por exemplo, a combater a opressão. É obrigação combater a ditadura e mesmo, matar o ditador.
        E o que é uma ditadura para um islâmico? Pois “todos os regimes que proíbem o que o Corão permite e que permitem o que o Corão proíbe“.
        Se verificar, todo o Ocidente é uma “ditadura”.

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      • vsantos permalink
        20 Julho, 2014 10:21

        não são uma nacionalidade mas são uma religião que os une a todos na intolerância e na violência. Seja em frança ou no medio oriente, o fanatismo islâmico é responsavel por 90% da violência.

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      • 20 Julho, 2014 10:24

        Eu comentei o vsantos e não fui respondido. Ao alberto digo que está errado e não conhece os Islão, os seus clãs e não os distingue por desconhecimento. Quanto à face do Islão que tenta caracterizar corresponde a uma minoria onde se incluem integristas e a demonização que faz dos mesmos e por junto tem o mesmo nível de intolerância que esses usam para com os “infiéis ocidentais”. Quanto a coisas mais sérias digo que o problema específico de França não é o islamismo radical mas sim subgrupos sociais altamente marginalizados e que por essa via são um barril de pólvora sim. é o resultado de pôr intolerância racial e religiosa para com franceses (de origens culturais e étnicas não maioritárias) a levedar em socialismo durante décadas. Falar de franceses (e portugueses) por oposição a islâmicos revela ou ignorância ou grande distorção de análise.

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      • Tiradentes permalink
        20 Julho, 2014 15:36

        É o que se pode chamar as maiorias irrelevantes.Só para dar dois exemplos mais próximos os Nazis eram minoria e dominaram a maioria e provocaram a 2ª Grande Guerra. Os bolcheviques eram minoria e dominaram a URSS quase 70 anos com a maior mortandade interna.
        As maiorias são carneiras e submissas, histórica e socialmente pelo que os 20% dos 1.200 milhões de muçulmanos radicais (25 milhões são uma “minoria ” muito mais relevante.
        E o resto é BSS e os seus “estudos para a paz”.

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  5. Procópio permalink
    19 Julho, 2014 22:58

    Umas pedras, uns carros, talvez até um autocarro queimados, não parece ser grande problema. Fado Alexandrino.
    Olhe que não…
    “The letters from ISIS were distributed in recent days to the dwindling number of Christian leaders in Iraq’s second largest city.
    The message added that ISIS leader Abu Bakr al-Baghdadi has agreed to allow them (Christians who do not agree to convert or pay extra taxes) to leave the northern Iraqi city by noon Saturday (5 a.m. ET). After that, the message said, “the only option is the sword.”
    But the international organization Human Rights Watch says the extremist group is already “killing, kidnapping and threatening religious and ethnic minorities” in Mosul and other Iraqi cities and towns.
    “Being a Turkman, a Shabak, a Yazidi or a Christian in ISIS territory can cost you your livelihood, your liberty, or even your life,” Human Rights Watch Middle East Director Sarah Leah Whitson said in a press release issued on Saturday from Duhok in Iraqi Kurdistan.
    Human Rights Watch has documented violence against these ethnic and religious minorities, reporting that tens of thousands of families have already fled their communities near Mosul in fear for their lives. Village residents have described horrific attacks by ISIS fighters, who “seize local men and pillage homes and places of worships,” Human Rights Watch said.
    The militants have summarily executed villagers and Iraqi soldiers alike, slaughtering a group of soldiers in Tikrit last month. Human Rights Watch also said ISIS extremists reportedly killed 40 Shia Turkmen, including children, in four communities in Kirkuk last month.
    Militant ISIS jihadists, a Sunni-dominated al Qaeda splinter group, have overrun large parts of Iraq and neighboring war torn Syria over the past months in a violent Islamist insurgency. The militants want to establish an Islamic state, or so-called caliphate, across Sunni areas of both countries.
    ISIS already controls hundreds of square miles where state authority has evaporated. It has ignored international borders, establishing a deadly presence from Syria’s Mediterranean coast all the way south to Baghdad, making its goal of a caliphate state seemingly within reach.
    The magnitude of the crisis is clear from the sharp rise in the death toll over the past two months”.

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    • 19 Julho, 2014 23:11

      Well, há uma ligeira diferença entre as ruas de Paris e as poeirentas ruas do Iraque.
      Na primeira termina tudo num pastis e a discussão após libertarem as endorfinas centra-se no problema de saber se o James vai ou não para Espanha.
      Na segunda o livrinho aconselha a matar o descrente.
      Na realidade nada que me incomode.
      Matematicamente um dia terminará por não haver oponente.
      Assim preze a Alá.

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      • neotontono permalink
        20 Julho, 2014 07:39

        And next we can take Berlim…

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      • 20 Julho, 2014 08:40

        É tudo muito relativo e a poeira dos séculos mostra isso.
        Repare pegando na metáfora de Berlim em Mesut Özil.(*)
        Conquistou Berlim depois Berlim conquistou-o a ele e agora deu à mesma uma Taça do Mundo.
        Honra para uns, dinheiro (talvez) para outros.

        (*)“The claim that Mesut donated money to Gaza is not true,” said the midfielder’s representative Roland Eitel.
        “Maybe in the future, who knows?

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  6. Juromenha permalink
    20 Julho, 2014 08:39

    Os Russos, na sua maneira doce e afável , tolerante mesmo,de lidar com este tipo de coisas , cada vez obtêm mais compreensão – e até uma certa simpatia…

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  7. André permalink
    20 Julho, 2014 09:00

    Sem querer ser chato, à mínima coisa Paris começa logo a arder. Os parisienses já se habituaram. Mesmo assim, têm mais sorte que os palestinianos, que morrem nas suas casas ao ser bombardeados por um país estrangeiro que os mantém sob ocupação e cercados por muros há uns bons anos. No fundo, mesmo a arder, acho que preferia ser parisiense do que palestiniano.
    Quanto a coisas mais sérias, repare-se que enquanto existir apoio ocidental a um país ocupante de territórios em pleno Médio Oriente, não será nunca possível que existam moderados nos países islâmicos (eles terão sempre de lutar contra aqueles que se dizem libertadores, mas que todos sabemos que são apenas prolongamentos dos antigos ditadores). Em suma, Israel é o maior erro político do Ocidente nas últimas décadas, mas ainda ninguém se lembrou disso nos EUA (pelo menos, ninguém com poder para enfrentar o famigerado lobby judeu, que destina uma boa parte do apoio ao desenvolvimento norte-americano a um país mais rico que Portugal, Israel).

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  8. vsantos permalink
    20 Julho, 2014 10:28

    O ambiente em frança lembra os anos 30 em Berlim em que os judeus foram sistematicamente alvos de perseguições de deslegitimação da sua humanidade. A violência verbal e material contra tudo o que é judeu tem levado a que estes se vejam obrigados a abandonar frança ( e outros países europeus ) para fugirem a este clima de caça ao judeu. E tal como nos anos 30 a europa olha com desdém e sacode água do capote julgando que assim fica livre de problemas. Mas não fica como já se viu em Madrid -Atocha, em Londres nos atentados metro e na decapitação do militar o ano passado, Dinamarca – cartoonista, na Hollanda – Van Gogh, etc e ainda para mais quando se sabe que milhares de muçulmanos franceses e ingleses foram para a síria tirar uma graduação em multiculturalismo. Deixem-nos regressar.

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    • 20 Julho, 2014 10:49

      Quando lhe respondi há pouco ainda não tinha lido o seu anteiror comentário. A visão eles ou nós que personifica é uma visão que não leva em conta a realidade e só contribui para a incompreensão e intolerância. Assim como o Islão de que fala não passa de uma visão deturpada que toma uns quantos radicais que arregimentam a ignorância pelo todo, a sua perspectiva histórica do renascimento alemão das décadas de 20 e 30 reduz à perseguição de judeus algo muito diferente. Caso queira informar-se os camisas castanhas perseguiram todos os que não se lhe juntavam o que incluiu alemães (acima de tudo alemães) fossem judeus, homossexuais, comunistas, sociais-democratas ou sociais-cristãos. Eliminaram não só judeus como todos os que não correspondiam à definição normalizadora de arianismo e que levou ao extermínio de bebes e crianças e idosos que eram arianos (filhos e netos de alemães, ,mesmo não judeus) mas deficientes ou padeciam de incapacidades. Depois vem que judeus e sionismo são coisa diferente, dentro do sionismo existem correntes tão intolerantes (logo inequivocamente estúpidas) como existem em outras religiões. Quanto à questão territorial que abrange a questão palestina é preciso começar por saber o que é a Declaração de Balfour e depois ficar a ler uma horas/dias antes de ver o bem e o mal como questões que moram em exclusivo em um dos lados, depois é preciso saber o que é o clã Hachemita (dinastia) e estudá-lo igualmente por umas horas ou dias.
      É por causa de simplificações de análise como as suas que chegámos aqui. Mardor já tinha alertado que o sangue pelo sangue era o caminho estúpido que asseguraria mútuo extermínio.

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      • lucklucky permalink
        20 Julho, 2014 12:21

        É preciso não saber, ou pretender manipular para escrever isto:

        “Assim como o Islão de que fala não passa de uma visão deturpada que toma uns quantos radicais que arregimentam a ignorância pelo todo,”

        O Islão Radical não tem deturpação nenhuma, é só seguir o Corão e as haditas.

        Quem deturpa são aos islamicos moderados e os Sufis.

        O Islão Radical é o que está nos Livros Sagrados.

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      • 20 Julho, 2014 12:26

        Pois, é preciso saber quais as latitudes do Islão e onde o integrismo (o literalismo de interpretação do antigo testamento daria no mesmo) tem expressão. Acima de tudo é preciso de facto saber do que se fala e você não sabe. Basta consultar os próprios ministros islâmicos. Pode começar pela mesquita de Lisboa. Se ainda não começou quem de facto sabe do que fala?

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      • Renato permalink
        20 Julho, 2014 13:00

        lucklucky, o seu conhecimento de islão é de almanaque. Você muito pouco conhece do Islão e ironicamente adopta a visão do wahabismo quanto à “deturpação” do corão pelas outras correntes.

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      • supra-muçulmano permalink
        20 Julho, 2014 14:08

        Não há qq livro real no islão. Todos os escritos no tempo de maomé foram destruído. Tudo no islão é falso ou está ao serviço de falsidades e maldades. caso o próprio maomé cá aparecesse com uma única letra, como isso contraria a doutrina islâmica, maomé teria que destruir essa letra e fugir a sete pés dos muçulmanos. O mesmo para allah.
        A verdade é que no islão, nem allah pode ter o mínimo espaço ou existência.
        E a verdade tb, é que não há um só muçulmano que conheça o islão ou o queira conhecer.
        Mas se alguém não concordar pode convocar o muslo mais erudito para desmentir esta e outras verdades.

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      • Tiradentes permalink
        20 Julho, 2014 15:44

        Quase que percebo. Então é a minha ignorância sobre o facto de a grande maioria dos islâmicos não respeitarem o Islão que provocou o “radicalismo” de seguirem à risca os preceitos do Corão.

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      • 20 Julho, 2014 16:45

        Se percebe e o quê não me respeita. Tenho obrigação comigo mesmo e com a verdade de dar testemunho do que conheço e não do que ouvi dizer. A esmagadora maioria dos fiéis islâmicos não se orienta por ódios (chame-lhes carneiros se quiser) e não se revê em radicalismos dos quais são as maiores vítimas. Eu como ecuménico recuso tentativas de colar aos islâmicos o rotulo de selvajaria e intolerância assim como recuso a hipocrisia em geral. Também o judaísmo fala de povo escolhido e é religiosamente intolerante se visto apenas pelo lado da ortodoxia e isso não me faz rotular os mesmos na generalidade.

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      • Tiradentes permalink
        20 Julho, 2014 20:35

        Calma homem. Mas eu concordo consigo. A grande dos fiéis islamicos ( que vc parece conhecer quase todos e por isso o seu testemunho) não se orienta por ódios ( toda a gente o sabe). O que lhe digo é que essa imensa maioria ( que todos os outros não conhecem excepto vc) não cumpre os preceitos do Corão como o próprio Corão os obriga. Quanto às maiorias e o seu testemunho factual posso lhe repetir que também sou “testemunha” que o Partido Nazi também era uma minoria assim como os Bolcheviques o eram. O resultado das maiorias foi o que se sabe.
        Estatística descritiva é muito boa para sociologia, “que por acaso” ,NÃO é uma ciência exacta.
        Como pode ver não chamei carneiro a islâmico nenhum sem chamar primeiro aos europeus nos exemplos dados.
        Não se amofine que eu nasci/vivi em terra onde a maioria é islâmica, quiçá mais testemunha que vossa excelência. Convivi com a moderação e assisti à imoderação (vou lhe chamar assim pela sua sensibilidade e não lhe chamar radicalismo), onde ainda muito jovem “assisti” à purificação pelo fogo de alguns “hereges” que tinham renegado a confissão.
        “portantes” fora teorias à parte continua a lhe dizer que as maiorias podem e muitas vezes são…irrelevantes para o decurso da história.

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      • 20 Julho, 2014 20:56

        Não amofino com facilidade e consigo seria a primeira vez, mas atente que mais do que àquilo que diz é à cadeia de comentários onde colocou o seu que respondo. Apenas lhe digo que o literalismo na leitura de qualquer texto sagrado não é a via seguida pelo grosso dos fiéis e se essa maioria é relevante para o curso da história ou não o é não se substitui ao respeito que essas pessoas devem merecer pelas suas crenças desde que em sã convivência com a diferença, e pareceu-me ver notas de intolerância em comentários acima que assumem um zelo anti-islâmico tão ruim quanto aquilo que criticam. Quanto a Bolcheviques já por aqui tive oportunidade de citar a origem do termo (por definição era o partido da minoria) quanto ao Partido Nacional-Socialista é bem diferente, eram menos minoritários que o resultado PS nas europeias. Não considero saber assim tanto do assunto mas já investi muitas horas a tentar perceber essas temáticas e não consigo ficar quedo e mudo perante alguns comentários maniqueístas. Não por acaso considero mais do meu mundo o Sheikh David Munir que a Esther Muznik, prefiro a tolerância dos que me são diferentes do que o autismo dos que me parecem meus iguais.

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      • Tiradentes permalink
        20 Julho, 2014 22:24

        Quanto às leituras e o sentido delas cada um faz as que quer, ou talvez as faça orientadas para aquilo que as preocupa ou julga ser mais importante. A leitura de textos sagrados também e quanto a filologia e epistemologia do texto pode divagar quanto quiser. Assim como a pormenores de carácter histórico do nazismo ou do bolchevismo que na essência não mudaram nada o curso da história que mencionei, talvez de uma forma “curta e grossa”, porque não faço da caixa de comentários deste nenhuma aula.
        Pode ( e deve?) preferir a tolerância é livre para isso segundo os seus parâmetros assim como pode aplicá-la tanto aos radicais islâmicos como aos anti-islâmicos. Se fosse fazer juízos de valor interpretativos como vc fez erradamente diria que está mais preocupado com os segundos do que com os primeiros, ou seja, possivelmente com os efeitos do que com as causas. Mas não faço isso….sou tolerante o suficiente para o deixar em paz nos julgamentos que faz dos outros a começar por mim.

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      • 20 Julho, 2014 22:35

        Exactamente.

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      • lucklucky permalink
        21 Julho, 2014 09:43

        Ou seja você fala de religião e nem sequer sabe a diferença entre um a religião proselita e uma que não é proselita.

        Eu prefiro as religiões intolerantes que me recusam que as religiões “tolerantes” que me querem converter.

        No caso da Islâmica se a cenoura não funcionar é jyyzia , o terror e finalmente a bala.

        E não o Munir não é tolerante, basta o seu discurso.
        Só se vê se alguém é tolerante se estiver numa posição de poder.

        Uma Ideologia Totalitária como o Islão não é tolerante. É como dizer que um Marxista Leninista é tolerante.

        Se seguir a sua ideologia com honestidade não pode ser.

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      • 21 Julho, 2014 20:20

        De facto não sei distinguir religiões pelo proselitismo. Registo ainda que no seu comentário afirma que não sei de religião (nem nada nem muito, porém não o suficiente) e sou desonesto. Chegados a este ponto desejo-lhe continuação de boa tarde.

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      • lucklucky permalink
        21 Julho, 2014 09:45

        Só quando uma Igreja puder ser construída na Arábia Saudita teremos um Islão tolerante.

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  9. vsantos permalink
    20 Julho, 2014 10:42

    Na manif em Paris gritavam morte aos judeus, armados de facas e barras de ferro. Os muçulmanos tentaram invadir nesse dia uma sinagoga no que foram impedidos pela policia. No dia anterior atiraram um cocktail molotov a uma sinagoga em Aulnay-sous-Bois e tb em Belville. Em 2006 um adolescente judeu foi raptado, torturado e assassinado. Em 2012 assassinaram um rabi e 3 crianças num escola judaica em Touluse. Este ano assassinaram 4 judeus num ataque ao Museu Judaico de Bruxelas ( tb e sempre por um muçulmano francês que esteva na siria ). Na Suécia, os judeus tiveram que fugir de Malmoe, cada vez mais área muçulmana. Podíamos ficar aqui o resto do dia mas não vale a pena. O ódio ao judeu em frança e no resto da europa está de volta. Parece-me que isto é um problema sério. Pelo menos as autoridades francesas já o reconheceram.

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    • 20 Julho, 2014 10:50

      A sua intervenção demonstra o pânico oficializado.
      Em 2007/2008/2009/2010/2011 segundo as suas contas nada houve.
      Em 2012 quatro desgraçados por um maluco.
      Em 2013 ano de paz do Senhor.
      Este ano mais quatro por outro maluco.
      Por acaso não sei, mas bem gostava de saber quantas mulheres foram assassinadas pelos queridos companheiros de 2007 a 2014.
      O senhor parece aqueles jornalistas de esquerda que vão a uma manif e contam centenas de milhares que só existem na sua cabeça.
      Melhores cumprimentos.

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      • vsantos permalink
        20 Julho, 2014 18:31

        Bom esforço para esconder a realidade. Os exemplos que dei foram apenas uma pequena amostra, ou seja aquilo que os media noticiaram . Os incidentes similares na realidade acontecem às centenas por essa europa fora. Chamar malucos a esses radicais é não querer perceber a realidade. Eles não tem nada de malucos e são um perigo real como se vê pela quantidade de muçulmanos franceses que voaram para a Síria para combater e fazer parte da jihad internacional. Franceses, britânicos, canadenses, americanos etc…apenas uma coisa os une , a religião muçulmana e o ódio ao ocidente.

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    • lucklucky permalink
      20 Julho, 2014 12:47

      Os Judeus são só um detalhe de uma Religião Supremacista como o Islão.

      Como a maioria das TVs e Jornais portugueses fazem censura, muitos não sabem mas recentemente foi descoberto que várias escolas Publicas Britânicas uma conspiração para tomar conta de várias escolas publicas.:

      http://www.telegraph.co.uk/education/educationnews/10977187/Christians-lie-and-wives-must-have-sex-or-go-to-hell-Trojan-Horse-pupils-told.html

      “Children were taught that all Christians are liars and attempts were made to introduce Sharia law in classrooms as part of an alleged ‘Trojan Horse’ takeover plot of Birmingham schools, an inquiry has found.

      The inquiry commissioned by Birmingham City Council found evidence of religious extremism in 13 schools as school governors and teachers tried to promote and enforce radical Islamic values.

      Schools put up posters warning children that if they didn’t pray they would “go to hell”, Christmas was cancelled and girls were taught that women who refused to have sex with their husbands would be “punished” by angels “from dusk to dawn”.

      The report found that the extremism went unchecked because the council “disastrously” prioritised community cohesion over “doing what is right”.

      It concluded that there was a “determined effort” by “manipulative” governors to introduce “unacceptable” practices, “undermine” head teachers and deny students a broad and balanced education.

      Sir Albert Bore, Birmingham’s leader, apologised for the council’s handling of the scandal.

      He said: “The actions of a few, including some within the council, have undermined the reputation of our great city.

      “We have previously shied away from tackling this problem out of a misguided fear of being accused of racism.” (…)

      Para se ler em lingua Portuguesa é preciso ir ao Brasil:
      http://oglobo.globo.com/mundo/o-que-uma-conspiracao-muculmana-revelou-sobre-as-escolas-britanicas-13013911

      Também informem-se sobre as tentativas de implantar o ensino do Islão na escola Publica Brasileiria feita por deputados de Esquerda e Extrema Esquerda aqui à alguns anos atrás incluíndo os ligados ao lobby homossexual, aqueles que seria passados a ferro pelo mesmo Islão.

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      • 21 Julho, 2014 15:09

        Olá LL. Gabo-lhe a paciência.
        Lembre-se que anda por aí muito pessoal que não sabe ler. Curiosamente alguns mesmo com ensino, instrução, educação, de nível superior.
        Engolem, e papagueiam, acriticamente, tudo o que ouvem ou o que lhes colocam à frente. É assim na “religião”, na política e no futebol.
        Como bem sabe o nosso “ensino” gera personagem deste tipo, há várias … gerações. Cabecinhas loiras desprovidas de senso crítico.
        Gabo-lhe a paciência LL.

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  10. A. R permalink
    20 Julho, 2014 16:25

    Manifestações a favor da violência e da guerra são feitos pelos violentos e belicosos que a europa importa como bananas e sustenta como crianças de colo

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  11. 20 Julho, 2014 18:31

    Uma avenida no 19, onde vive uma grande comunidade muçulmana, aparte da quantidade de policia nas ruas, não se deu por nada no resto da cidade.

    À mesma hora milhares de jovens estavam no Hotel de Ville http://www.villaschweppes.com/article/festival-fnac-live-un-deuxieme-jour-moite-moite_a5536/1

    Só mais uma achega, estamos no meio do Ramadão, os realmente religiosos não estavam lá.

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