recordando um célebre “merceeiro do porto”
Semanas depois de ter enfiado 900 milhões de euros numa empresa já reconhecidamente falida, e de aparentemente o ter feito sozinho, sem ter sequer consultado os seus colegas da administração, o cidadão Granadeiro apresentou a demissão de todos os cargos que exercia na PT. Alega só agora o ter feito para cuidar dos interesses dos accionistas, que, a avaliar pela forma exemplar como os tem ultimamente defendido, lhe devem ter ficado imensamente gratos por mais estes preciosos dias passados à frente da empresa. Quanto à massa “emprestada”, uma “pipa” dela, como diria o cessante presidente Barroso, foi-se pelo ralo da pia ou pelo cano de esgoto, conforme as preferências de estilo. Já sobre as razões que o terão levado a tomar tão notável acto de gestão, que ditou o fim dos seus dias à frente da empresa (dessa e de outra qualquer, num país normal), Granadeiro limitou-se a dizer que a auditoria mostrará “que agi nos interesses da empresa”.
Esta miserável estória de contornos sicilianos tem somente um único mérito: demonstra, à evidência, as razões pelas quais um célebre “merceeiro do Porto” nunca poderia ter ficado à frente dos destinos da PT, e o que levou à tramoia que juntou todos os interesses do regime para impedir que ele assumisse o controlo da empresa, como teria sucedido pelas normais regras de mercado que esses interesses cuidaram de corromper. Ou será que alguém concebe o hoje demissionário CEO a “defender” deste modo os accionistas da PT, se Belmiro de Azevedo comandasse a empresa?

Muito bem lembrado.
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Nem mais
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Belmiro de Azevedo concorreu numa assembleia de accionistas pela posse da PT.
Perdeu, porque aparentemente não tinha dinheiro para a comprar e precisava de fingir que o tinha.
Não funcionou.
Uns dirão que foi uma solução normal em livre concorrência.
Outros fazem post explicando que se o árbitro tivesse sido parcial o resultado podia ter sido outro.
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E a Caixa foi lá votar a [co]mando de quem? Quem é que foi lá lampeirinho meter o robalo?
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Belmiro foi despejado pela janela pelo poder politico.
as empresas do ‘merceeiro’ não cometem tolices
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É por isso que devia ser a “inteligência” do eixo lisboa-cascais (para não dizer os FDP de lisboa) que deveriam pagar essa trampa que mais não diz da realidade da sociedade colonialista lisboeta! Uns biltres saloios!
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O dinheiro da PT já estava há anos no GES, desde a venda da Vivo e obviamente toda a administração sabia, vem nos próprios relatórios e contas. O facto de alguns dizerem que não sabiam serviu para tolos como o Rui acreditarem.
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E qual a quadrilha que , à altura, pastoreava este jardim à beira-mar plantado?..
Continuam a andar por aí, intocáveis, se não intocados…
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Já que estamos na PT, mais um refrescamento da memória. Este senhor Granadeiro declarou-se surpreendido (encornado) quando se soube do conúbio entre um tal Rui Pedro Soares e anterior governo (o da Bancarrota de 2011) para o “assalto ” à tvi. Se começarmos a puxar o cordel ficará patente a cleptocracia em toda a sua globalidade.
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O cordel foi puxado, só que depois entrou a tesoura procuradora.
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A propósito desse episódio do “merceeiro ” do Porto, lembro-me de uma manif de funcionários (apoiados pela CGTP) da PT, à porta do edifício onde decorria a Assembleia Geral, a aplaudirem efusivamente Joe Berardo, como o herói que não deixou que o bandido (Belmiro de Azevedo) comprasse a PT. Lindo!!!!!
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A quantidade de otários que anda por aqui hoje é impressionante.
A Sonae perdeu porque não tinha dinheiro, e queria comprar para partir em bocados com os quais se propunha ir pagando as dividas. A haver diferença era apenas nas moscas.
Em relação ao negocio em si do papel comercial da Rioforte, com um juro alto, não me lembro de ver criticar essa opção nos anos em que os juros deram jeito.
Mais, sendo tuga e necessitando de empréstimos para tudo e mais alma coisa, como é que podem criticar gestores que assumam riscos? Com esta lógica há muito que estávamos todos de tanga, pois ninguém nos emprestava nada.
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Diga-nos Churchill onde foi buscar a informação de que a Sonae só queria a PT para a partir aos bocados. Para mim simples inocente porque não tenho a sua inside information, os malandros foram o BES, o Berardo, o Granadeiro, o Vara, e finalmente o mestre Sócrates.
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Parece-me que o Winston não vai responder
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Parece-lhe mal
O Paulo Azevedo disse isso mais do que uma vez, que o negócios do Brasil e da multimédia era para vender.
A fusão da TMN com a Optimus era complexa para a autoridade da concorrência, pelo que provavelmente iriam ser forçados a vender uma parte.
Chega de explicação?
O Berardo perdeu dinheiro em barda
O BES tinha um activo porque isso era vantajoso, qual é o problema? Queriam que tivessem a maior posição na PT e não procurassem beneficio?
O Vara e o Sócrates é outro filme.
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Bem visto!
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Foi para isto que serviram as intervenções do estado com a golden share: para termos o nosso maior operador de telecomunicações controlado não a partir do Porto ou, ingomínia das ignomínias, Madrid, mas do Rio de Janeiro.
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Mas qual nosso, só se for accionista!
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Mas que oarvoice e provincialismo.
Havia muita e muita gente em Lisboa que era bem a favor da OPA.
Dizer que havia uma motivação reginal revela uma completa ignorância da realidade do que se passou.
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Seriedade bancária: acções.
Investir. Confiança.
Há já alguns anos que a ilusão se vem desvanecendo de euros para meia dúzia de cts…
Eu e o comendador joe, tivemos as nossas agruras…
A empresa que exporta burros para a mongólia, já não deslumbra – dizem…
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Há anos o grandioso Granadeiro sentiu-se encornado pelo jovem Pedro Soares.
Se agora voltou a ser encornado pelo DDT só me resta pensar que ele é um corno militante.
Sugeria-lhe confirmar se não está a ser encornado onde menos espera.
Como diria o outro, à primeira qualquer cai, à segunda cai quem é burro e à terceira cai quem é verdadeiramente corno.
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Chão todoch da terra doch inocheitezzz…
E diz que é du pai, k num veinde…
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