Deve ter sido um fim-de-semana fraco de notícias então para terem falado tanto nisso… Podiam ter feito como a BBC em 1930, passado música de piano There is no news
Mais uma factura para o Zé pagar. Os sindicatos deviam viver com as quotas dos seus associados. Como os partidos também o deviam ser. Apenas pessoas singulares e limitado o valor que cada pessoa singular pudesse dar.
E esse pulha ainda vai ter direito a subsídio de reintegração = a 1 mês de salário por cada ano que não vendeu aulas e acrescidos de mais 1 mês de subsídio de férias por cada ano que andou na moinice.
Mas, se eu mandasse, pagava-lhe a viagem para a Koreia do Norte.
Bilhete de ida.
Oscilo entre a estupefacção de ver semelhante troglodita à frente de uma agremiação representativa daqueles que se dizem ter “a mais exigente profissão do mundo” e o conforto do o saber longe de molestar a minha prole estando dentro de uma sala de aula. De modo egoísta concluo: do mal o menos.
. . . Nogueira queria dizer: período de adaptação até chegar à idade de reforma
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uma nojeira
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Nogueira, nogeira, nojeira.
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A Democracia tem destas coisas. Mas será constitucional em Portugal?
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Os familiares dos mortos por legionella também podem enviar a conta aos maluquinhos por desregulação que criaram as condições para o surto?
Malditos reguladores
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Legionella é comum.
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Deve ter sido um fim-de-semana fraco de notícias então para terem falado tanto nisso… Podiam ter feito como a BBC em 1930, passado música de piano
There is no news
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URL errado
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Mais uma factura para o Zé pagar. Os sindicatos deviam viver com as quotas dos seus associados. Como os partidos também o deviam ser. Apenas pessoas singulares e limitado o valor que cada pessoa singular pudesse dar.
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E esse pulha ainda vai ter direito a subsídio de reintegração = a 1 mês de salário por cada ano que não vendeu aulas e acrescidos de mais 1 mês de subsídio de férias por cada ano que andou na moinice.
Mas, se eu mandasse, pagava-lhe a viagem para a Koreia do Norte.
Bilhete de ida.
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Oscilo entre a estupefacção de ver semelhante troglodita à frente de uma agremiação representativa daqueles que se dizem ter “a mais exigente profissão do mundo” e o conforto do o saber longe de molestar a minha prole estando dentro de uma sala de aula. De modo egoísta concluo: do mal o menos.
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