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Já se sabe que quando se lê o «Ainda» vamos ter causa

2 Fevereiro, 2016

«O sonho da maternidade vem com prazo de validade. Quando não há mais tempo para esperar por um pai, há mulheres que tomam as rédeas da situação e vão ao estrangeiro fazer tratamentos de fertilidade. Em Portugal, a prática é ilegal mas deverá mudar em breve.»

Estas mulheres querem ter filhos.
Tiveram-nos sozinhas.
Não está em causa o amor que sentem pelos filhos.
Mas as crianças têm direito a um pai.
Alguns são uns canalhas.
Muitos mais amam deviotadamente os filhos mas sacrificam-se poucio por eles.
Outros fazem tudo por eles.
Mas seja o pai como for as crianças têm direito a um pai.
E não só as crianças.
Quando nos tornamos adultos, quando as coisas falham ou correm muito bem, quando…. poder chamar Pai é algo a que todos temos direito.

3 comentários leave one →
  1. ali kath's avatar
    ali kath permalink
    2 Fevereiro, 2016 11:29

    de fornecedores de esperma, a filhos com 2 pais e pais abandonados no hospital

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  2. Boris's avatar
    Boris permalink
    2 Fevereiro, 2016 15:32

    A doutrinação do marxismo cultural já começou!

    No Domingo passado, a SIC passou uma “bela reportagem” sobre o tema da reprodução medicamente assistida para mulheres solteiras! E eu que pensava que a reprodução humana era feita a 2…
    Claro que a seguir vem o “direito” para as lésbicas e para os gays (estes vão precisar de uma parideira mas também se arranja)…

    É preciso fechar a caixinha da Pandorca quanto antes!!!

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  3. Manuel Branco's avatar
    Manuel Branco permalink
    3 Fevereiro, 2016 14:14

    Rezando as estatísticas que dez por cento dos maridos julgam que são eles os pais. A partir do terceiro pimpolho o melhor mesmo é exigir o teste – de que muitas nem querem ouvir falar e até querem proibir. Parece que as clínicas só de as verem sabem logo qual o resultado. As de má consciência ficam num nervosinho miudinho.

    Por outro lado, casar, ver a querida virar uma matrona pendilhona a envenenar tudo e todos torna razoável pensar numa alternativa: barriga de aluguer. Fica caro mas não custa divórcio, sem partilhas, sem pensão de alimentos e sem a obrigação de aturar um virago estuporado. Quem as fez que as ature. E para o resto está o Correio da Manhã, com uma oferta variada e de qualidade.

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