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A propósito da homofobia no Colégio Militar

30 Abril, 2016

não só reparo como não se coloca a questão das manifestações de amor entre alunas ou entre alunas e alunos – por que não dormitórios para todos, todas e tutti quanti? – como não posso deixar de sugerir ao senhor ministro da Defesa que tão preocupado anda com este assunto que veja em que pára a investigação às agressões acontecidas na Festa do Avante a dois cidadãos que estavam afectivamente actvos. Não só o caso suscitou a produção de um comunicado único na história do movimento comunista internacional como é muito eloquente.

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  1. ali kath permalink
    30 Abril, 2016 11:42

    o movimento ‘cu arrebentado’ chegou ao pcp
    diz-se que sempre houve paneleiros nas fileiras militares

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  2. 30 Abril, 2016 12:04

    No Colégio Militar tenta-se resolver um assunto de maneira regular. É a maldita Direita ao ataque. Dá demissão de altas chefias militares e tudo. O Ministro da Defesa é pacóvio, mas como é de Esquerda está tudo bem.
    Na festa do Avante há porrada nos queixos até partir, à la Stalin. Não há problema, é de Esquerda, não há crise. Se alguém quer averiguar o caso, abafa-se.
    A Esquerda é boa, a Direita é o inferno.
    Porreiro, pá.

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    • Bolota permalink
      30 Abril, 2016 12:13

      David,

      Essa cabeça é só trampa , não estás a misturar cagalhões com marmelos…

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  3. Bolota permalink
    30 Abril, 2016 12:11

    ” por que não dormitórios para todos”

    Helena

    Até que enfim de acordo, de preferência em camas de casal e cada um levava onde muito bem entendia.
    Só tenho uma duvida, quando se quer um Comando, Ranger, Fuzileiro ou Paraquedista, quer-se VALENTE e guerreiro.
    Encontrar um elemento masculino destas tropas de unhas pintadas , com rímel e com todos os tique de quem engole barras de sabão…

    Estive na tropa, na Guiné, havia um madeirense que tentou aliciar alguns o que não era difícil, foi chamado à razão e a partir dai até o tique perdeu…sofreu de abstinência como a maior parte de nós. Porque satisfazer o desejo podia habilitar-se a ir a andar e cair parte do aparelho reprodutivo.
    Ia mais á frente mas por aqui me fico.

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    • sam permalink
      30 Abril, 2016 13:03

      Silogismo do dia:
      Bolota não quer paneleiros na tropa.
      Comunas querem paneleiros na tropa.
      Logo… comunas enrabam Bolotas.

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      • Bolota permalink
        30 Abril, 2016 14:40

        sam,

        Hoje acordei com o meu lado Alentejano em alta, logo cheio de pachorraaaaaa.

        Conta lá ao pessoal o que tem a tua resposta a ver com o que diz o Bolota o acima????

        Conta lá ao pessoal que gozo é que dá vires com ofensas gratuitas que nem chegam a ser ofensas porque não te conheço de lado nenhum…
        Já te deste conta que o dia está lindo e há mais vida para alem do Blasfemias??? Mais logo dá o Sportem e……………..vai dar banho ao cão , meu..

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  4. procópio permalink
    30 Abril, 2016 12:21

    A festa do avante camarada é um local idílico, cheio de afetos e cultura.
    O marcelinho vai lá todos os anos e não tem que se arrepender.

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  5. procópio permalink
    30 Abril, 2016 12:24

    E já agora, mais uma ilustração de afectos:
    http://observador.pt/2016/04/30/filha-estaline-nome-do-pai/

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    • 30 Abril, 2016 13:44

      Q’um caralho mas afinal stalin nao era filho de judeu?? 😛

      “We can immediately see that Stalin’s surname, Djougaschvili, meaning the ‘son of Djou’ has been transliterated by the author of the second; more modern, argument from the first argument (i.e. Pinay’s) into being ‘son of a jew’ (the phonetics in English pronunciation apparently being similar). This has allowed the author of the second argument to claim that Stalin was jewish by taking the second part of Pinay’s assertion and combining it with the first via what I can only speculate to be the phonetic sound of the two words in English: ‘Djou’ and ‘jew’. We can see this referenced more in Pinay’s argument when he refers to Portuguese gypsies in that Sephardi jews (and some Ashkenazim) were known in Europe as ‘Portuguese’ (for example when you asked the question: ‘How many Portuguese lived in London in 1600?’ you would simply be asking how many jews and Marranos [secret jews who outwardly kept to Roman Catholicism but practiced jewish rites, fasts, and feasts privately] were in London in 1600). This might infer that Stalin’s parents were the descendents of settled Mizrahi and/or Sephardi jews, but this has been taken by the author of the second argument and folded into the claim that Stalin’s father was a jewish merchant and that Stalin’s surname means ‘son of a jew’ or ‘Jewison/Jewson’ in English.”

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      • 30 Abril, 2016 13:59

        oooooh 😛 Stalin afinal era português fodassse (vinha de Baleizao)

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      • 30 Abril, 2016 14:18

        ‘At the head of the names stands Stalin himself, who for a long time was regarded as a Georgian of pure descent. But it has been revealed, that he belongs to the Jewish race; for Djougachvili, which is his surname, means “Son of Djou,” and Djou is a small island in Persia, whither many banished Portuguese “Gypsies” migrated, who late settled in Georgia.

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      • 30 Abril, 2016 14:22

        Maurice Pinay in ‘The Plot against the Church’ (fonte)

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  6. manuel branco permalink
    30 Abril, 2016 14:25

    não misture assuntos.

    um caso como o da festa do avante – não há camaradas paneleiros! foi o comentário do vigilante – tem zero a ver com o colégio militar.

    neste estamos perante uma instituição estatal. o estado não pode fazer excepções na aplicação da lei, que é geral e abstracta. se os alunos se recusam a formar com o outro, então é um caso de indisciplina e de expulsão, se necessário colectiva.

    isto tudo, deixando de lado uma questão prévia: o encerramento do colégio militar e por razões que nada têm a ver com isto.

    Porque carga de água num país em que já não há serviço militar obrigatório temos que sustentar tal coisa? quem quer ser oficial vai para a academia – e parece que havia ainda outro para as donzelas, as meninas virgens filhas dos senhores oficiais. No tempo em que aprendiam bordados.

    se o estado tivesse coragem ou acabava ou privatizava o colégio militar. mas não, é uma vaca sagrada corporativa. duvidar do seu prestígio, do seu contributo e doutras tretas quejandas é ser contra a Pátria. A não ser que seja familiar próxima de militares deixe o assunto para eles. Estão apenas a defender a broa deles. Os senhores generais estão para o caso como Mário Nogueira está para a FENPROF. São igualitos.

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    • 30 Abril, 2016 14:53

      😛 “não há camaradas paneleiros!” … só simpatizantes!

      Dizem Q o “che” dava-lhes um tratamento especial 😛

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  7. JCA permalink
    30 Abril, 2016 17:12

    .
    O basico, quem tem razão:
    .
    os que desistiram da hereditariedade da Vida Humana ou os que não desistem da Vida e procriam ?
    .
    .
    =Single Bronze Age ‘king’ responsible for half of western European men
    https://www.rt.com/viral/341169-king-half-european-men/
    .
    .
    Embora uns e outros sejam produto da Natureza incontrolavel pelo ser Humano,
    .
    embora no controlavel pelo Humano, simplesmente uns e outros têm de saber respeitar-se sem violencia fisica à porrada duns igual à psicologica de engate doutros mas civilizacionalmente não profilhada por todos, apenas minorias. Simplesmente no meio de tanta conversa, penso eu de que.
    .

    .

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  8. Meio Vazio permalink
    30 Abril, 2016 17:51

    O medo de melindrar alguém (…sempre os mesmos, de restos, porque os outros podem ser enxovalhados de qualquer maneira) impõe a estupidez de não se poder reflectir seriamente (passe a redundância) sobre assuntos que até o mereceriam. A Helena quase sempre o faz; e neste texto de modo certeiro. E ainda bem; há poucos cronistas preocupados (ou não censurados) com a higiene mental desta “coisa pública”.

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  9. Meio Vazio permalink
    30 Abril, 2016 19:43

    … e por que cargas de água é que qualquer apreciação que não seja de louvor e aplauso tem de ser identificada com “fobia”? Parece que sobre homossexuais (e não só) apenas há duas alternativas: ou “filia” ou “fobia”. Os escolásticos chamavam “falso dilema” a esta falácia; eu prefiro ser mais prosaico e usar o termo “estupidez”.

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