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Politicamente o que parece é

25 Junho, 2016

Como sabia e sabe quem está nesta fotografia
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59 comentários leave one →
  1. 25 Junho, 2016 13:30

    Que raio de prgunta, HMatos.
    Claro que quem está na fotografia é o OSalazar num baile da chita com a sua acompanhante e muito maquilhada Maria, coroada por ter vencido com o melhor fato e linda dança.

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  2. 25 Junho, 2016 13:35

    ops, afinal é a Isabel II. Pois é, é ela ! Ó p’ra ela a olhar embevecidamente p’ra ele e vice-versa !

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  3. manuel branco permalink
    25 Junho, 2016 13:48

    já deu para perceber que História não é a sua arte. Tente a moda. Há muito a dizer sobre o John galliano, um bife de Gibraltar. enfim, é bichona que sobra e não gosta de judeus. Tente a Prada, parece que foi comuna.

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    • antónio permalink
      25 Junho, 2016 18:03

      Ó Branco Imbecil: Ali está o último grande estadista que este país conheceu. O resto é comunismo facínora do qual és um ilustre verme !!

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      • 25 Junho, 2016 18:59

        Esta, minha, agora sem ironia alguma: AOSalazar foi de facto um estadista com estaleca, com nível elevado. Só que…
        Alguns dos seus discursos eram muito bem elaborados, delineados, com um português correcto, cada frase contextualizada.

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      • 26 Junho, 2016 19:17

        Verme e imbecil és tu. Arranja uma arma e mata-te, já que gostas tanto desse corrupto de merda que era o Salazar e podes ir juntar-te a ele na noutra vida.
        Graças a ele é que vivemos num país de atrasados mentais do Fátima, Futebol e Fado. O que é que esse merdas fez por Portugal?

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      • 26 Junho, 2016 21:01

        kdot50: és um completo ignorante. Não tens a mínima noção do que fez ou não fez Salazar. Informa-te primeiro antes de dizeres asneiras.
        Ignorante…

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  4. licas permalink
    25 Junho, 2016 13:53

    Ele contou uma anedota marota e ele desatou a rir. . .

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  5. licas permalink
    25 Junho, 2016 13:56

    Ela contou uma anedota marota e ele desatou a rir
    (fingindo que entendia a língua dos “beef”)

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    • Manuel permalink
      25 Junho, 2016 14:15

      O sr Presidente do Conselho falava quase de igual para igual, representava um império disperso por três continentes. Não havia burocratas europeus a dar recados ao governo.

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      • 25 Junho, 2016 14:37

        Ah ! Por isso é que a marota mãozinha esquerda da Isabel está encostadinha à perna do imperador…

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      • licas permalink
        25 Junho, 2016 14:57

        Pois, pois, mas já nessa altura a Índia, essa ingrata,
        tinha-se arredado do British Empire.

        MJRB
        e o cotovelo dele encostado à mama dela
        (não escrevi mamadela, senhores revisores/censores)

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  6. A.R permalink
    25 Junho, 2016 14:50

    Saudades de políticos honestos e que defendiam o povo contra os populismos

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    • Manuel permalink
      25 Junho, 2016 15:15

      Podia ser um autocrata, mas era um homem honesto. O regime tinha alguma corrupção, “portas giratórias” entre poder político e empresas,mas nada comparado com o actual. Lembro-me, por exemplo, do bacalhau no natal para o chefe das finanças, bom fdp. E nas câmaras também havia alguma corrupção, mas dos funcionários menores, em vez dos “robalos” actuais, naquele tempo era mais “cavalas”.

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      • 25 Junho, 2016 15:35

        O que é que me interessa a mais que rebatida e atirada como arma de arremesso honestidade do Salazar (honestidade pessoal, e a outra ?, as outras ??), se governou como se sabe a partir da década 1950 ?
        Os cidadãos governavam-se, viviam, cultivavam-se, tinham liberdade, evoluiram –por exemplo se comparados com alguns europeus– por causa e com a honestidade do botas ?
        Corrupção, favores, etc., não faltou nesse regime e no de Caetano. Foi pouco ? Não foi ! A diferença é que nessas décadas havia censura e hoje não há, na comunicação social, e não só essa diferença…

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  7. licas permalink
    25 Junho, 2016 15:16

    A. R.
    Também tenho saudades.
    ____1) da PIDE (ex-PVDE), cujos Tribunais Excecionais não davam possibilidade de defesa aos que lhes caiam nas garras,
    ____2) das Comissões de Censura (jornais, livros)
    ____3) dos “saltos” nos filmes estrangeiros devido a “cortes” à maneira.
    ____4) do prudente “bico calado” não fosse parar o desabafo a um da Legião Portuguesa
    ____5) da Mocidade Portuguesa, onde “de pequenino é que se torce o pepino”
    ____6) dos livros proibidos, originais e traduções, por perigosas armas destabilizadoras
    do regime que felizmente nos regia, tão ótimo que tentar mudá-lo constituía crime de Lesa Pátria.
    ____7) nos jardins públicos os put@s não poderem brincar na relva pois os guardas com uma varinha atirada habilmente por detrás ás curvas das pernas derrubavam (com alguma dor) os prevaricadores de número de anos de que de uma mão cheia sobravam dedos.

    Não posso lembrar-me desses tempos sem que me cheguem lágrimas aos olhos, palavra…

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  8. licas permalink
    25 Junho, 2016 15:36

    Continuando, A.R.
    __________Saudades das esposas precisarem de autorização escrita dos respectivos maridos para se deslocarem ao estrangeiro,
    __________E também em algumas profissões, v,g. enfermeiras, serem as mulheres
    proibidas de contrair matrimonio,
    __________De ter a ficha limpa (na PIDE) para se candidatar à função pública
    __________De se gramar do Presidente do Conselho (AOS) a hipócrita declaração (em tempo das escassíssimas eleições): pretendem Democracia? pois o único democrata sou eu. . .

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  9. chipamanine permalink
    25 Junho, 2016 15:38

    Helena está a aludir ao tempo do orgulhosamente sós? Por vontade das esganiçadas para lá caminhariamos num processo de albanizacao em curso ou não fossem estas as raízes ideológicas convenientemente guardadas nas arcas encoiradas parafraseando Aquilino.

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  10. 25 Junho, 2016 15:40

    A R

    não sabe o que é populismo. A R não soube o que aconteceu nesse regime.
    Ou então está a manganar com o pessoal.

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  11. licas permalink
    25 Junho, 2016 15:45

    Mais uma, A.R.
    ___________Postura: não são permitidos, nas artérias da Cidade (Lisboa), ajuntamentos de munícipes)

    E nós troçávamos ” estão proibidos ajuntamentos de mais de uma pessoa” . . .

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    • 25 Junho, 2016 15:51

      …E havia um quarto “F” depois de Fátima, Fado e Futebol, que poucos proferiam: Foda-se !

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  12. 25 Junho, 2016 16:49

    Uma pergunta: haverá diferença entre a licença do isqueiro e a dos portugueses desempenharem as funções que deviam ser exercidas pelos agentes do fisco? Antecipo já o que vão dizer: um funcionário à porta de cada estabelecimento! Não creio.Somos pequenos e conhece-mo-nos uns aos outros.

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  13. SRG permalink
    25 Junho, 2016 19:11

    Esta gentalha só se lembra do pior que existia no anterior regime, mas não referem aquilo que tinha de bom, já que nos libertou da 2ª guerra mundial, instituiu o Abono de Família, institui as Reformas , não éramos pedintes na Europa como somos agora, havia muito menos desemprego, os patrões preferiam dar 3 dias de trabalho do que encerrar as empresas: a imprensa apesar de controlada não deixava de informar já que havia verdadeiros jornalistas e não lacaios dos partidos como hoje há. E o mais importante, no anterior regime não se dispunha das tecnologias que hoje existem, porque se existissem, tenho a firme convicção que estaríamos bem melhores como país independente da C.E..
    Passei naquele tempo as passas do Algarve, mas tenho discernimento suficiente para distinguir o ontem do hoje, e não me envergonho de o propalar.

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    • 25 Junho, 2016 20:19

      Oh comentador/a, havia menos desemprego porque os beirões estavam todos na França e a malta nova andava pelas Áfricas, e você a comer passas no Algarve. Assim também eu!

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  14. 25 Junho, 2016 19:19

    Só ( | ) ‘s a comentar sobre l’ancien regime .FUDEI-VOS !

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  15. licas permalink
    25 Junho, 2016 19:53

    SRG PERMALINK
    25 Junho, 2016 19:11

    Garanto-lhe que se houvesse nesse tempo a Tecnologia informativa
    de que gozamos atualmente e “fosse proporcionada livremente”
    o Estado Novo não duraria nem um semestre.
    E APOSTO, à semelhança do que acontece noutros regimes semelhantes,
    seria cá, pelo Governo, proibida a InterNET,

    Uma pergunta, se quiser fazer obséquio de responder, quantos anos
    viveu sob o Estado Novo? (eu 40 anos).

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  16. licas permalink
    25 Junho, 2016 20:00

    Se, por acaso, só sabe do assunto pelo que lhe contaram
    então informe-se melhor (por favor) junto de mais testemunhas PRESENCIAIS.
    (do josephss, não precisa, já se sabe).
    E depois, diga-nos.

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  17. 25 Junho, 2016 20:15

    De facto a Inglaterra aproximou-se mais do fascismo. The Little Britain.

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  18. 25 Junho, 2016 20:27

    Se a rainha sorria foi porque, ao que dizem as más línguas, a noite em Setúbal tinha sido de gritos, que o príncipe Filipe era jovem, bonito e já não se viam há algum tempo. Ao que também dizem, a rainha contou ao Salazar que como não sabia inglês fez o que pareceu mais sensato e riu-se. Quando soube o que a senhora lhe tinha dito, ficou muito zangado, nunca mais a convidou e ouviram-no dizer: – Para fazer essas coisas numa visita de Estado fosse para Gibraltar!

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  19. licas permalink
    25 Junho, 2016 20:36

    xico, és parvo, não és?
    Estás a aludir a um partido fascista que afinal existiu, porém, sem qualquer influencia.
    Na altura (da guerra mundial) tomara nós termos um regime semelhante ao do RU.
    TOMARA NÓS.

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    • 25 Junho, 2016 21:10

      Isso do parvo é uma pergunta? E tu És analfabeto? É evidente que o post refere-se ao presente e por isso refiro-me à Inglaterra de hoje. Na altura da foto ainda era a Great Britain. Foi o xenofobismo e o chauvinismo tão bem retratado no Little Britain quem ganhou ontem. A senhora da foto não teve nada a ver, até porque a sua origem é alemã. (como quase todos os ingleses).

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  20. licas permalink
    25 Junho, 2016 20:51

    licas PERMALINK
    25 Junho, 2016 19:53

    E havia coros de animação “cultural”, como sejam:
    Angola é nossa, é nossa, é nossa!
    Quem manda? Salazar, Salazar, Salazar!
    E do botas:
    Temos o Santa Maria connosco!*

    * referia-se à devolução do paquete pelo Brasil após ter sido
    tomado de assalto por um bando chefiado por Henrique Galvão(?)
    se não me engano.

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  21. 26 Junho, 2016 01:49

    Não me parece que existam assim muitas diferenças entre o Estado Novo e o actual “regime”: os me(r)dia completamente dominados, os bufos continuam por aí (com a agravante de não sabermos quem são), desemprego e emigração galopante, diferenças sociais gritantes com cidadãos de primeira e de segunda, democracia poucochinha (partido derrotado nas eleições a governar), uma elite de funcionários públicos, escola pública para todos (mesmo sem livro único), muita corrupção (e agora junta-se o despesismo), justiça de papel, analfabetismo (devido ao facilitismo, agora é funcional), classes profissionais corporativas (médicos, professores, estivadores), futebolismo…

    Estamos assim tão diferentes? Para melhor?

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  22. licas permalink
    26 Junho, 2016 09:38

    Saudades de
    _______________________Tarrafal_____________

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  23. licas permalink
    26 Junho, 2016 10:43

    _______________do SNI = Secretariado Nacional de Informação
    (com filmes e exposições “formativas”, por exemplo sobre o “terrorismo” em Angola)

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  24. licas permalink
    26 Junho, 2016 10:51

    Saudades também da OPAN, cadeira liceal (3º ciclo), Organização Política
    e Administrativa da Nação e uma equivalente que tive de “gramar” no IST
    equivalente no objectivo.

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  25. A.R permalink
    26 Junho, 2016 13:55

    Licas

    Também deves ter saudades da Copcon, dos assassínios de dissidentes comunistas como José Miguel, da morte de manifestantes em Setúbal por lacaios comunistas, da ruína da economia nacional que o PCP trouxe, de 1.5 milhões de mortos que levaste a Angola, Moçambique, etc; deves ter saudades de entregar os arquivos da Pide, saudades de ser proibido ter uma impressora no leste, da NKVD, da STASI, das FP-25

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    • licas permalink
      26 Junho, 2016 23:23

      Estás completamente, redondamente enganado, A.R.
      Não tenho saudades nenhumas dos episódios que tiveste o trabalho de referir.
      O que contas, passou-se, todos nós assistimos.
      O.K.
      Mas calcula, o ancien régime (fascismo moderado) durou de 1926 a 1974 o que
      50-2=48 anos, o PREC de 11 Março de 1975 e no fim deste ano estava estrebuchando.
      (nesta altura clamo sempre: obrigado General Ramalho Eanes, muito obrigado).
      Todos nós achamos, excepto os furiosos seguidores/fãs do Estado Novo, que a
      diferença sai contundentemente significativa, pelo menos para os continentais.
      Porém ficai tranquilo, os que são verdadeiramente Democratas admitem sem
      quaisquer reservas que cada cidadão tem direito à sua opinião e deve, se assim
      o intender, expressá-la livremente. NÃO É, A.R. ?

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  26. Juromenha permalink
    26 Junho, 2016 15:37

    Bom, neste caso sim …e não.
    As duas personagens são, evidente e històricamente, ” directamente proporcionais entre si”.
    Já os povos que representam…desde o conceito de nação, de pertença, sentido de comunidade,conhecimento, respeito e orgulho pelos respectivos passados , próximo e/ou remoto ( a História de cada um deles ) – aí o pudor e a vergonha aconselham um prudente silêncio…

    P.S .Permitam-me o atrevimento de uma sugestão aos caros “co-tertulianos” que tão coloridamente adjectivaram o cavalheiro da fotografia : “Salazar”, de Filipe Ribeiro de Meneses, docente numa Universidade Irlandesa, e mais que insuspeito de “direitismos”…
    Trata-se de um “tijolo” – mas quero crer que darão o tempo por bem empregado.

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  27. Manuel A permalink
    26 Junho, 2016 19:45

    Quatro décadas para construir e quatro décadas para destruir Portugal
    (Duas Listas para comparar e meditar)

    O presente texto tem como propósito confrontar, de forma muito aligeirada, as realizações efectuadas pelos dois últimos Sistemas de Governação que ocorreram em Portugal: O Estado Novo e a Democracia, cada um em actividade durante, aproximadamente, quatro décadas.

    Durante o tempo do Estado Novo, houve uma Geração de Portugueses competentes, respeitadores da Lei e da Ordem e dos interesses do Bem Público que, em pouco mais de quatro décadas de trabalho árduo, deixaram a Nação portuguesa praticamente íntegra de seu território e nela implantada uma Obra imponente onde antes, pouco ou nada de semelhante existia. Acrescente-se ainda que toda essa Obra foi integralmente paga com dinheiro português.

    Ao recordar apenas algumas das muitas realizações dessa época ímpar, presta-se uma singelíssima homenagem àqueles que, sob a égide e determinação do Doutor António de Oliveira Salazar, souberam erguer essa Obra tão positivamente valiosa, vasta e profunda que se destaca, pelo contraste, daquela que imediatamente a antecedera e da que lhe sucedeu, em períodos de tempo comparáveis.

    Para dar testemunho desse contraste apresenta-se, em primeiro lugar, uma “reduzida” Lista de algumas parcelas da Obra do Estado Novo, concebidas, erigidas e totalmente apetrechadas, nesse período. Tais Obras, verdadeiros motores de Progresso e Bem–estar do Povo Português, foram executadas recorrendo, sempre que possível, a materiais, mão-de-obra e “saber fazer” de origem nacional, por pessoas responsáveis que não pactuaram com esbanjamentos criminosos nem graves omissões e, uma vez terminadas, prestavam publicamente contas de todas as despesas feitas.

    Em seguida, com desprazer, apresenta-se uma outra “pequena” Lista de “Obras” e situações que têm vindo a ocorrer, nas quatro décadas posteriores ao fim do regime do Estado Novo.
    Do confronto desta Lista com a anterior, fácil se torna ajuizar das consequências dos actos de gestão daqueles que tiveram e têm a responsabilidade de governar Portugal, durante ambos os períodos.

    De 1930 a 1974 , Obra efectuada na Região de Lisboa:

    1) Construção de Bairros Sociais.
    (Arco do Cego (conclusão); Madre de Deus; Encarnação; Caselas; Alvalade; Olivais; Bairros para Polícias).

    2) Construção do Aeroporto Internacional da Portela.

    3) Construção do Aeroporto Marítimo de Lisboa.
    (Hoje extinto. Na Doca dos Olivais está actualmente instalado o Oceanário de Lisboa).

    4) Construção do Instituto Superior Técnico.

    5) Construção da Cidade Universitária de Lisboa.
    (Faculdade de Direito, Faculdade de Letras, Reitoria, Cantina e o Complexo do Estádio Universitário).

    6) Construção do novo Edifício da Escola Técnica Industrial Marquês de Pombal.

    7) Construção do Liceu Filipa de Lencastre, no Arco do Cego.

    8) Construção da Escola Técnica elementar Francisco de Arruda e mais oito similares.

    9) Construção da Escola Comercial Patrício Prazeres.

    10) Construção da Biblioteca Nacional.

    11) Construção do Instituto Nacional de Estatística.

    12) Construção do Laboratório Nacional de Engenharia Civil.

    13) Construção do Edifício do Ministério das Corporações e Previdência Social.
    (Hoje Ministério do Trabalho).

    14) Construção do Metropolitano de Lisboa.
    (As primeiras 20 Estações).

    15) Construção da Ponte Salazar.
    (Incluindo os respectivos acessos).

    16) Captação e condução, para Lisboa, das águas do vale do Tejo.
    (Comemorada com a construção da Fonte Luminosa na Alameda Afonso Henriques).

    17) Plantação do Parque Florestal de Monsanto.

    18) Construção do Estádio Nacional (no Jamor) e alguns dos seus Anexos.

    19) Construção do Estádio 28 de Maio.

    20) Construção do Laboratório Químico Central do Instituto Superior de Agronomia.

    21) Construção do primeiro troço da Auto-estrada da Costa do Estoril.

    22) Construção do troço de Auto-estrada Lisboa a Vila Franca de Xira.

    23) Construção do Hospital Escolar de Santa Maria.

    24) Construção do actual Edifício do Instituto Ricardo Jorge.
    (Incluindo o arranjo paisagístico da área envolvente).

    25) Construção da maior parte dos edifícios do Instituto Português de Oncologia (IPO).

    26) Criação da Escola Superior de Enfermagem.
    (Instalada, quatro anos após a sua criação, no perímetro do IPO, embora com gestão independente quer administrativa quer financeira quer pedagogicamente; fonte: Blogue Restos de Colecção)

    27) Construção da maior parte do Hospital Júlio de Matos (mais de 30 pavilhões)

    28) Construção do Hospital Egas Moniz.

    29) Assistência Nacional aos Tuberculosos.
    (Criada ainda na época da Monarquia e com sede em Lisboa foi, durante o Estado Novo muito ampliada, pela instalação de vários Sanatórios e criação de dezenas de Postos de atendimento espalhados por todo o território; alguns feitos de raiz e todos equipados com os meios humanos e materiais adequados; tornaram assim possível, a obrigatoriedade do rastreio anual às populações do Comércio, da Função Pública e Estudantil. Daqui resultou uma forte e efectiva regressão, para valores mínimos, do número de pessoas infectadas pelo bacilo).

    30) Electrificação da linha do Estoril.

    31) Exposição do Mundo Português.
    (Permitiu a criação da Praça do Império, hoje a Sala de Visitas de Lisboa. Nela se destacam as zonas ajardinadas, a Fonte Luminosa, o Museu de Arte Popular, o Espelho de Água e o Monumento aos Descobrimentos).

    32) Construção e regularização da Estrada Marginal, Lisboa – Cascais.

    33) Criação da Emissora Nacional de Radiodifusão.
    (Incluindo a criação da unidade de Porto Alto e o Centro de Preparação de Artistas da Rádio, de onde saíram muitos dos Cantores e Apresentadores portugueses de renome).

    34) Criação da Radiotelevisão Portuguesa.
    (Incluindo montagem das antenas retransmissoras necessárias à cobertura de todo o Território).

    35) Criação da Companhia Aérea de bandeira (TAP).
    (Incluindo a criação das Oficinas de Manutenção de Aeronaves, famosas em todo o Mundo).

    36) Construção da Nova Casa da Moeda.

    37) Construção do Edifício Pedro Álvares Cabral.
    (Destinado à Comissão Reguladora do Comércio do Bacalhau. Hoje abriga o Museu do Oriente).

    38) Criação da Junta Nacional do Vinho e construção do respectivo Edifício.
    (Hoje sede do Instituto da Vinha e do Vinho, IP).

    39) Construção do Palácio da Justiça de Lisboa.

    40) Construção do Edifício da Polícia Judiciária.

    41) Construção das Gares Marítimas de Alcântara e da Rocha do Conde Óbidos.

    42) Regularização integral do Parque Eduardo VII e construção da Estufa Fria.

    43) Construção do Teatro Monumental. (Excelente edifício com duas salas, hoje já demolido)

    44) Construção de vários Mercados Municipais.
    (Dois exemplos apenas: Campo de Ourique e Arroios, este, na altura da sua construção, foi considerado o melhor de Portugal).

    45) Construção da Feira das Indústrias.
    (Na Junqueira; hoje Centro de Congressos).

    46) Construção do Palácio das Comunicações.
    (Praça D. Luiz. Hoje nomeado “Central Station”, destinado ao Empreendedorismo e à Criatividade).

    47) Construção das piscinas dos Olivais.
    (Primeiras Piscinas Olímpicas de Portugal)

    Obra efectuada por toda a área Continental e Ilhas Adjacentes:

    48) Criação de várias Escolas do Magistério Primário.

    49) Construção das Escolas Primárias (Plano dos Centenários) e recuperação das já existentes. (Em quase todas as Freguesias do País. Criação das Cantinas Escolares, adstritas a muitas delas.
    Em duas décadas, 1930/1950, passou a taxa de analfabetismo, em valores aproximados, de 73% para 20,3%. Em 1957, apenas menos de 1% das crianças, em idade escolar, não recebia instrução).

    50) Criação dos Liceus Nacionais e dos Liceus Normais (Masculinos e Femininos), em todas as capitais de Distrito e dezenas de outros Liceus e Escolas Secundárias, espalhados por todo o País.

    51) Criação, ampliação e apetrechamento de cerca de quarenta Escolas Comerciais e Industriais, Escolas de Artes Decorativas e Escolas de Regentes Agrícolas.

    52) Criação de Escolas de Enfermagem (Curso Geral, Curso complementar e Curso de Auxiliares)
    (Em Lisboa, Porto, Coimbra, Castelo Branco, Évora, etc.)

    53) Construção da Escola Náutica Infante D. Henrique.
    (Em Paço de Arcos – Oeiras).

    54) Construção da Cidade Universitária de Coimbra.
    (Novos edifícios: Faculdade de Medicina, Faculdade de Letras, Faculdade de Ciências, Biblioteca Geral, Observatório Astronómico, Estádio Universitário, Complexo da Cantina onde, para além de uma excelente e moderna Cantina, se inclui a Escadaria Monumental, o Teatro Gil Vicente e as instalações da Associação Académica e ainda todo o reordenamento urbano da Alta).

    55) Construção do Hospital Escolar de S. João.
    (No Porto; Edifício idêntico ao do Hospital Escolar de Santa Maria, em Lisboa).

    56) Criação da Estação Agronómica Nacional.
    (Sacavém/Oeiras).

    57) Criação da Estação Nacional de Melhoramento de Plantas.
    (Em Elvas).

    58) Criação do Laboratório de Física e Engenharia Nuclear.
    (Na Bobadela – Sacavém, para onde se adquiriu e instalou um reactor atómico de investigação. Portugal tornou-se, então, o 35º País do Mundo, a dispor de tão moderno equipamento científico).

    59) Construção dos Aeroportos de Pedras Rubras, de Faro e de Ponta Delgada.
    (O primeiro e o último, hoje denominados respectivamente: Francisco Sá Carneiro e João Paulo II).

    60) Construção da Ponte da Arrábida (no Porto).

    61) Construção da Ponte Marechal Carmona.
    (Em Vila Franca de Xira).

    62) Construção dos Aeroportos das Lajes e de Santa Maria.
    (Nos Açores; com comparticipação estrangeira).

    63) Construção do Aeroporto do Funchal (primeira fase).

    64) Construção dos principais aproveitamentos hidroeléctricos nacionais, concretizados em dezenas de Grandes Barragens.
    (Por exemplo os sistemas do Rabagão, Cávado, Douro, Mondego, Zêzere, Tejo e Ilha da Madeira, incluindo a construção e ampliação, por todo o território, de Subestações e da Rede Nacional de distribuição de electricidade, em todos os escalões).

    65) Construção de inúmeras Obras de Hidráulica onde se incluíram dezenas de Barragens de médio porte para regadio e, nalguns casos, também para a produção hidroeléctrica.
    (Centenas de km de canais de regadio, (p.ex. as levadas na Ilha da Madeira), secagem de pântanos, protecção das margens e correcção de alguns cursos de rios, em todo o Território Nacional).

    66) Construção de mais de 240 Pontes e Viadutos e ainda maior número de Pontões.
    (Já mencionadas três pontes, itens 15, 60 e 61, mas podemos acrescentar ainda, só a título de exemplo, o Viaduto Duarte Pacheco em Lisboa, o Viaduto sobre o rio Trancão na A1, a Ponte de Santa Clara em Coimbra; a Ponte sobre o Douro em Barca d’Alva; Pontes de Entre-os Rios, de Chaves, de Santa Clara–a-Velha no Concelho de Odemira, da foz do Dão – hoje submersa, etc., etc.).

    67) Melhoria geral da rede Rodoviária Nacional.
    (Em 30 anos apenas, entre Estradas Nacionais, Municipais e Caminhos em construção integral – com terraplanagens, pavimentações e reparações – o País foi enriquecido com mais de 21 600 km de Vias de Comunicação).

    68) Construção do troço de Auto-estrada Porto – Carvalhos.

    69) Melhoria geral de toda a Rede Ferroviária Nacional.
    (Renovação parcial da via e das viaturas de passageiros e mercadorias; melhoria das passagens de nível, da sinalização, das comunicações telegráfica e telefónica entre Estações e completa modernização de todas as Estações de Caminho de Ferro).

    70) Ampliação e renovação, em todo o território, da Rede Telefónica Nacional.
    (Incluindo também a melhoria geral de outros serviços de Telecomunicações: Telegrafia e TSF).

    71) Construção de cerca de duzentas Estações de Correios.

    72) Construção generalizada, por todo o País, de Redes públicas de abastecimento de água potável e Redes de saneamento.
    (Iniciou-se nesta época, a construção das primeiras ETAR, em alguns Concelhos).

    73) Execução de inúmeras Obras Portuárias por todo o Litoral português.
    (Leixões, Aveiro, Figueira da Foz, Lisboa, Sesimbra, Sines, Algarve, Madeira e Açores; menciona-se, por exemplo a construção de alguns esporões de protecção da costa, a construção e apetrechamento dos Portos de mar e Molhes, incluindo dragagens; construção de Cais, Docas, edifícios para as Capitanias, Lotas e ainda o apetrechamento dessas instalações com toda a espécie de equipamentos nomeadamente os usados na movimentação e armazenagem portuária).

    74) Criação das Bases aéreas.
    (Ota, Montijo, Monte Real, Beja, etc. incluindo a aquisição no Estrangeiro de um vasto conjunto de aeronaves e equipamentos afins e a criação das OGMA, verdadeira escola de Mecânica fina de elevada qualidade, totalmente dedicadas à Construção e Manutenção de Aeronaves militares).

    75) Renovação da Base naval da Marinha.
    (No Alfeite; simultaneamente Escola Naval e Estaleiro de construção e reparação Naval onde se construíram e repararam várias dezenas de vasos de guerra de toda a espécie).

    76) Aquisição do Navio Hospital “Gil Eanes”.
    (O segundo deste nome, o qual constituiu um apoio inestimável à Frota Bacalhoeira).

    77) Criação das Casas do Povo e das Casas dos Pescadores.
    (Incluindo a construção de centenas dos respectivos edifícios).

    78) Construção de novos Hospitais e Sanatórios e beneficiação dos antigos.
    (Apenas dois exemplos, dos muitos construídos por todo o País: a construção do Hospital Rovisco Pais – Leprosaria – na Tocha com dezenas de edificações espalhadas por uma área total de 110 ha, aproveitando integralmente uma doação do grande benemérito e a construção do Hospital Psiquiátrico de Sobral Cid – próximo de Coimbra – com 15 edifícios espalhados por uma área de 10 ha).

    79) Criação e implantação do Plano de colonização interna.
    (Permitiu grandes desenvolvimentos agrários em várias zonas do País, quase desabitadas e improdutivas. Um exemplo: Pegões, onde se aproveitou também uma doação do benemérito Rovisco Pais. Todos os colonos recebiam grátis, para além de uma casa de habitação, terreno para cultivar, sementes, algumas alfaias agrícolas e apoio pecuniário nos primeiros anos de instalação).

    continua

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  28. Manuel A permalink
    26 Junho, 2016 19:49

    80) Construção de dezenas de Palácios da Justiça, de Casas dos Magistrados e remodelação de muitos Tribunais. (Destaca-se aqui o Palácio da Justiça da Cidade do Porto).

    81) Construção de diversos Edifícios Prisionais, Prisões–escola e Residências de Guardas Prisionais.

    82) Construção das Centrais Termoeléctricas do Carregado e do Funchal.

    83) Contam-se por muitas centenas as obras de restauro efectuadas em Castelos, Igrejas e Catedrais, Museus e outros Edifícios e Monumentos Nacionais, Parques e Jardins do País.
    (Um pouco por toda a parte incluindo, geralmente, também as respectivas áreas envolventes.
    De referir ainda a construção de dezenas de Estátuas, Bustos e outros Monumentos evocativos de Ilustres Portugueses e Assuntos Pátrios notáveis, que hoje adornam muitos locais públicos).

    84) Construção e guarnição dos Postos de Controlo Fronteiriço e Alfandegário
    (Ao longo de toda a Fronteira terrestre e junto aos Portos de mar e Aeroportos, a maioria actualmente votados ao abandono e ao vandalismo).

    85) Construção de diversos Silos, de grande capacidade, para o armazenamento de cereais.

    86) Construção de diversos Quartéis de Bombeiros.

    87) Construção de muitas dezenas de Mercados Municipais.

    88) Construção de mais de uma centena de Bairros Sociais por todo o território.

    89) Construção de mais de uma dezena de Edifícios dos Paços do Concelho e construção do edifício da Junta Geral do Distrito Autónomo do Funchal.
    (Complementarmente, quase todos os edifícios dos Paços do Concelho, existentes no País, foram remodelados ou ampliados).

    90) Criação dos “Livros únicos” para os Ensinos Primário e Secundário.
    (Esta medida proporcionou grandes economias às Famílias portuguesas da época. Mais de 60 anos passados, após a primeira edição dos três primeiros Livros de Leitura do Ensino Primário, eles continuam a ser procurados nas sucessivas edições que o mercado reclama, porque a sua inegável qualidade, os mantêm valiosos e úteis).

    91) Criação das Pousadas de Portugal.
    (Disseminadas por todo o território e implantadas em locais de bela panorâmica)

    92) Criação da FNAT.
    (Hoje INATEL).

    93) Construção do Estádio 28 de Maio em Braga.

    94) Construção de diversas Colónias Balneares de Férias para crianças, em diversas praias.
    (Em Viana do Castelo e na Gala – Figueira da Foz , para só citar duas).

    95) Construção do “Portugal dos Pequenitos”.
    (Em Coimbra; uma obra muito apoiada pelo Dr. Bissaya Barreto).

    96) Construção da Creche/Infantário Ninho dos Pequeninos.
    (Em Coimbra; uma obra muito apoiada pelo Dr. Bissaya Barreto).

    97) Construção de diversas Casas da Criança.
    (Espalhadas pela Região Centro e também sugeridas e apoiadas pelo Dr. Bissaya Barreto).

    98) Instituição do ABONO DE FAMÍLIA, para os filhos de todos os pais assalariados.
    (Em 1944, Portugal era o décimo primeiro país, a nível mundial, a instituir o Abono de Família e o sétimo no conjunto dos países europeus que hoje constituem a União Europeia; fonte: Blogue Restos de Colecção).

    99) Instituição da ADSE.

    100) Aplicação efectiva e geral da Semana de Trabalho de 48 horas.

    101) Construção de vários Quartéis militares.
    (Por exemplo, Adidos da Força Aérea no Lumiar, Lisboa – hoje Hospital da Força Aérea, Comandos na Amadora, Caldas da Rainha, Viseu, Braga, etc.). De salientar também a ampliação e remodelação dos edifícios e apetrechamento de todos os Quartéis já existentes incluindo até, em alguns casos, a construção de habitações para Oficiais e Sargentos e suas Famílias).

    102) Desenvolvimento e apetrechamento sofisticado da Manutenção Militar, dos Hospitais Militares, do Laboratório e Farmácia Militar e também das Fábricas de Armas, Munições e Explosivos militares.
    (O fabrico nacional de variado material de guerra, de veículos específicos, navios para a Armada e até de aeronaves, veio permitir o desenvolvimento de capacidades e tecnologias muito avançadas para a época tornando assim possível a exportação de produtos de alto valor acrescentado: Fábricas em Braço de Prata, Moscavide, Bracarena, Oeiras, Tramagal, Alverca, etc.
    De referir aqui, igualmente, o esforço continuado, ao longo dessas quatro décadas, para melhorar e modernizar o Ensino e o Treino militar: Academia Militar, Escola Naval, Academia da Força Aérea, Navio Escola Sagres, Escolas de Pilotagem de Aviões – Aveiro, Sintra, Ota – Escolas de Fuzileiros Navais, Marinheiros, Pára-quedistas, Infantaria, Artilharia, Comandos, etc.: Vale de Zebro, Vila Franca de Xira, Mafra, Tancos, St.ª Margarida, Lamego).

    103) Acolhimento fraterno e seguro, prestado pelo Estado Português a inúmeros refugiados de guerra.
    (Entre os quais se destaca o Sr. Caloust Gulbenkian que, em agradecimento desse bom acolhimento e segura protecção, dotou adequadamente a Fundação que tem o seu nome, a qual tanto tem ajudado e cultivado sucessivas gerações de Portugueses, há mais de cinco décadas a esta parte, nos mais diversos ramos do Saber, da Arte e da Cultura).

    104) Concessão, pelo Estado Português, de apoios diversificados a muitos dos investidores privados nacionais e estrangeiros (grandes e pequenos) que, pelas suas iniciativas, criaram ou desenvolveram empreendimentos de vulto e dos quais resultou Pão, Trabalho, Formação, Segurança e Apoio a milhares de famílias portuguesas, apoio traduzido na criação de Bairros operários, Escolas, Creches, Cantinas, Postos Médicos, Colónias de Férias, Clubes de Futebol, Serões para Trabalhadores, etc.
    (Exemplos de Organizações e Indústrias então criadas, desenvolvidas ou introduzidas em Portugal: Siderurgia Nacional, Cuf, Lisnave, Setenave, Estaleiros Navais de Viana do Castelo, Mague, Sorefame, Cometna, Fundições, Carris, Duarte Ferreira – Tramagal, Indústrias de Camionagem, de Montagem de Automóveis, Autocarros e Camions, Fabrico de Pneumáticos e Componentes mecânicos para Automóveis, Sacor, Cimenteiras, Cerâmicas, Construtoras Civis, Casa do Douro, Têxteis da lã e do algodão, Confecções, Tapeçarias artísticas de Portalegre, Fabrico de Fardamento Militar, Curtumes, Calçado e Chapelaria, Fósforos, Cordoaria, Indústria Agro-Alimentar, Indústria Conserveira, Moagem de cereais, Nestlé, Indústria Vidreira, Indústria Cerâmica, Philips Portuguesa, Standard Eléctrica, Siemens, Efacec, Indústrias de Cabos Eléctricos e de Motores eléctricos, Indústrias do Papel, Exploração Mineira, Indústria Farmacêutica, Companhias de Navegação, grandes empreendimentos Hoteleiros de categoria internacional e tantas mais).

    Quando alguém diz que tudo isto foi feito à custa da exploração ultramarina, esta é a resposta:

    E os Povos de lá, não ficaram a dispor de uma Língua Universal, um bem inestimável?

    Não ficaram milhões de indivíduos autóctones com Cursos escolares primários, Cursos médios e Cursos universitários ministrados não só na Metrópole mas também por todo o Ultramar, pagos pelo Erário Público Português?

    E o que lá ficou edificado?

    Não ficaram todas as Províncias Ultramarinas, nomeadamente Angola e Moçambique, dotados de dezenas de CIDADES COMPLETAS, onde se incluíam toda a espécie de Edifícios habitacionais, Edifícios administrativos e Edifícios religiosos, Mercados Municipais, Redes completas de abastecimento de águas e electricidade, Redes de efluentes, Escolas primárias, Liceus, duas Universidades, Hospitais, Quartéis e várias outras instalações militares e até Estádios de Futebol e unidades completas de Radiodifusão, pagos pelo Erário Público Português?
    (Tudo isto feito com Qualidade, convenientemente apetrechado e a funcionar regularmente).

    Não ficaram disseminadas pelos territórios ultramarinos, muitas Pontes e Viadutos, Barragens grandiosas e grandiosas redes de distribuição eléctrica (Cambambe e Cabora Bassa, por exemplo), inúmeras Estradas (só em Angola, mais de 5000 Km terraplanados e asfaltados de 1961 a 1970), Linhas de Caminhos de Ferro, incluindo todo o material circulante, Portos de mar e modernos (à época) Aeroportos e Aeródromos, pagos pelo Erário Público Português? (Tudo isto feito com Qualidade, convenientemente apetrechado e a funcionar regularmente).

    Para quem recebeu um País rural, quase analfabeto, na Bancarrota e numa agitação política e social tremenda, que atravessou (durante nove anos) as épocas difíceis da Guerra Civil espanhola e da 2ª Guerra Mundial, que teve de enfrentar a Guerra do Ultramar em três frentes; que após a sua governação deixou o País sem dívidas, A CRESCER, EM MÉDIA, A MAIS DE 6% AO ANO, na última década da sua governação, que até devolveu integralmente o dinheiro recebido de empréstimo do Plano Marshal, que deixou em cofre 50* milhões de contos de réis em divisas e quase 866** toneladas de ouro nas reservas do Estado, é Obra! (fontes: * Blogue: “O Adamastor”; **Blogue: The Bests”).

    Comparemos agora a Lista anterior com a Lista de algumas das realizações do período posterior de outros 40 anos, dito da LIBERDADE e da DEMOCRACIA, que a seguir expomos:

    De 1974 e 2014, os Governantes deste período de tempo, conseguiram:

    1) Levar o País a TRÊS (3) Bancarrotas.
    Como consequência de desgovernos. Atente-se, por exemplo, às excessivas despesas feitas por todos os Órgãos de Soberania, acrescidas das vultosas Subvenções concedidas, quer aos Partidos Políticos representados na Assembleia da República, quer às centenas de Fundações (“nascidas como cogumelos”…).
    Acrescentem-se também, os custos da Gestão das inúmeras Empresas Públicas e Organismos afins entretanto criados.
    Todas estas despesas deviam ser sempre um exemplo de contenção e parcimónia mas, afinal, consomem quantias fabulosas, impensáveis num País de poucos recursos como é Portugal.

    2) A destruição massiva do emprego.
    Actualmente há, oficialmente, 700 000 portugueses desempregados ou seja uma taxa de desemprego acima dos 16% (em 2013) e muitos mais haveria se não tivessem emigrado aos milhares!
    Isto é o resultado da progressiva destruição do tecido empresarial nacional.
    Vamos assistindo, por todo o País, ao definhar:
    – Da Agricultura: pela importação de bens alimentares que antigamente se produziam internamente, pelo abandono das terras e das explorações pecuárias por falta de rentabilidade, pelos pavorosos incêndios florestais anuais e até já houve incentivos para arrancar árvores e para não semear, etc.
    – Das Pescas: com incentivos à venda e abate de embarcações e de licenças de pesca.
    – Da Indústria e do Pequeno Comércio em geral, com falências e encerramentos de Empresas, às centenas, devido a diversos e graves factores; destes destacamos alguns pelos quais o Estado Português é responsável: a Justiça cara e morosa, a Legislação em constante mudança, a Burocracia imensa e complexa, o forte aumento dos Impostos e das Rendas de casa, a redução da procura interna e, recentemente, a importação massiva dos mais diversos artigos de origem oriental.
    Mais de 85% das famílias portuguesas têm hoje, um ou mais elementos desempregados, pois as leis entretanto promulgadas facilitam o despedimento rápido, quase sob qualquer pretexto e com encargos reduzidos para a entidade patronal. E mesmo assim, nem sempre se respeita a lei.
    Hoje 434 800 jovens, dos 15 aos 32 anos, nem estudam nem trabalham – são a chamada Geração “nem-nem”; (fonte: Público “on-line” 24/11/2013). (ver Apêndice nº 3).

    Porém, em 1974, existiam SETENTA E UMA (71) empresas portuguesas com mais de 1000 empregados e hoje contam-se apenas DUAS (2); (fonte: INE).

    3) A destruição do Ensino em geral.
    É confrangedora a média negativa das classificações obtidas actualmente nos Exames Nacionais para o Ensino Médio e confrangedora é a ignorância evidenciada por muitos licenciados e estudantes universitários, em questões simples de Cultura Geral, nomeadamente na Língua Portuguesa escrita e falada, História e Geografia de Portugal e na História e Geografia Universais. (Vejam-se, por exemplo, os concursos sobre Cultura Geral, na RTP).

    O encerramento de inúmeras Escolas, a introdução de métodos pedagógicos de qualidade duvidosa (ensino da Matemática por processos “inovadores”, uso de Computadores no Ensino Básico, etc.) e a concentração dos alunos em colmeias escolares afastando-os do seu ambiente familiar, tudo isto tem originado a diminuição da qualidade do Ensino, o aumento do abandono escolar e constitui mais um factor que contribui para a desertificação do território interior nacional, já de si bastante acentuada.

    Cabe ainda aqui referir, o enorme desinvestimento feito no ensino da Língua Portuguesa que se estende até aos descendentes dos nossos Emigrantes, pelo despedimento de dezenas de professores contratados para dar aulas aos seus filhos.

    Em contraponto, está em curso o projecto de ensinar em Portugal o idioma inglês, nas escolas oficiais do Ensino Básico, às crianças portuguesas que ainda mal conhecem a Língua Mãe e a sua Gramática. (Escolas oficiais há, onde até já se ensina Mandarim (!) a crianças de 8-10 anos…).

    Igualmente grave é o facto de nada ser feito pelas Autoridades para reduzir a péssima influência a que a Juventude está hoje sujeita, não só pelo abuso da Diversão Nocturna, mas também dos frequentes Eventos “culturais” alienantes, fontes de graves licenciosidades e dos piores vícios.
    Daqui resulta que, muitos dos Homens e Mulheres de Amanhã, não adquirem hábitos de trabalho e não praticam o respeito por si próprios nem pelo seu semelhante.
    Além disso estão completamente alheios ao sentimento do amor à Pátria, por desconhecimento do que é e foi Portugal e tão-pouco têm ideia do papel que pretendem desempenhar na futura Sociedade que os espera.

    Atente-se, por exemplo, ao que dizem e fazem muitos Jovens em eventos tais como: Festivais musicais, Jogos de Futebol, Praxes académicas e na praga dos omnipresentes “Grafitti” em paredes, no mobiliário urbano, nos Autocarros de transportes públicos, no Metro, nos Comboios, etc.

    Contrariar as más tendências dessa parte significativa da Juventude, deveria ser tarefa não só das respectivas Famílias mas também dos Governos que realmente quisessem preparar o Futuro; como isso parece não acontecer entre nós, está gravemente posta em causa a Nação portuguesa enquanto nação livre, próspera e perene.

    4) Mandar efectuar a remodelação de Escolas.
    Esta decisão (considerada publicamente por uma Ministra da Educação, como tendo sido “uma grande festa!”) fez despesas enormíssimas mas, em muitos casos, as Obras ficaram suspensas a meio, por falta de verbas. (Como, por exemplo, na Escola António Arroio em Lisboa, onde não existe, há mais de um ano, um Refeitório; isto obriga a que os Alunos e as Alunas tomem as suas refeições diárias tendo por mesas e cadeiras o chão da calçada, nas Ruas e nos Passeios fronteiros à Escola ou em Cafés e esplanadas das redondezas).
    Consta que as despesas na recuperação dos edifícios das escolas “derraparam” para mais do triplo – de 940 milhões de euros para 3.168 milhões – e a requalificação de algumas das 205 escolas que então tinham sido intervencionadas custou 30 mil euros, por aluno!.
    Escolas há, cujas Obras recentes de remodelação foram executadas com tão fraca qualidade, que deram origem a muitas reclamações e à necessidade de despesas adicionais avultadas, para efectuar as respectivas correcções – mais de Trinta Milhões de euros (!) – segundo os Jornais.

    Entretanto, noutros Estabelecimentos de Ensino, permitiram-se gastos exorbitantes, não só com a aquisição de Obras de Arte, mas também com o uso de materiais de construção muito nobres, tudo perfeitamente desnecessário e despropositado.

    A par destes desconcertos assiste-se, por todo o território nacional, ao encerramento de diversos Serviços, indispensáveis às populações envelhecidas e isoladas.
    Tais Serviços foram criados para benefício e comodidade do Povo e, muitas vezes, instalados em edifícios próprios feitos de raiz e noutros casos em edifícios melhorados com obras recentes; citamos, por exemplo: alguns Hospitais em Lisboa, Centros de Saúde, Correios, Escolas, Repartições de Finanças e Tribunais (previsivelmente), Meios de transporte ferroviário, Postos da GNR, etc. (ver Apêndice nº 1, no final).
    Tudo isto vem causando os mais diversos prejuízos e incómodos às populações, extensivos até aos Emigrantes portugueses, com o encerramento de vários Consulados de Portugal no Estrangeiro.

    5) Dotar o País com diversas Auto-estradas.
    Algumas são redundantes (!) e outras de interesse muito duvidoso (visto registarem tão reduzido tráfego que nem sequer geram receita para custear a respectiva manutenção).
    Tanto as Auto-estradas como outras obras, nomeadamente Pontes diversas, foram parcialmente construídas com dinheiro de empréstimos avalizados pelo Estado, ficando muitíssimo onerosos para a presente e futuras Gerações de Portugueses.
    Portugal tem hoje, quatro vezes mais quilómetros de Auto-estrada, por habitante, do que o Reino Unido e mais 60% do que a Alemanha! (fonte: Semanário “O Diabo”).
    Ainda a referir que se construíram, durante as últimas quatro décadas, uma quantidade inimaginável de Rotundas Rodoviárias, disseminadas por toda a parte, sendo que, só no Município de Viseu (507 km quadrados) atingem o número de 197 (!). Pergunta-se: todas necessárias?

    6) Dotar o País com Dez (10) Estádios de Futebol.
    Vários destes Estádios estão economicamente insolventes e um deles, pelo menos, com dívidas por saldar que se arrastam desde a sua construção (2004); outros estão inacabados e quase todos com fraca utilização ao longo do ano.
    O mesmo se passou com a construção do Pavilhão de Portugal na Expo 98 e, por todo o País onde se levantaram Pavilhões gimno-desportivos, Bibliotecas e Piscinas, muitas destas unidades tem reduzido uso e algumas estão encerradas e em degradação.

    Construíram-se também dezenas de Parques Industriais, um pouco por todo o País, muitos deles pouco produtivos e com edifícios encerrados.

    Dotar o País de inúmeras “Obras Artísticas”, pagas pelo Erário Público “a peso de ouro”, quase todas desnecessárias e de gosto muito duvidoso. (Apenas três exemplos: uma no topo Norte do Parque Eduardo VII em Lisboa, outra junto às Portagens da Ponte Vasco da Gama e até um “filme” que deixa os espectadores sem imagens, durante quase todo o tempo da sua exibição (!). Só nestes três exemplos, no seu conjunto, o custo final terá rondado, pelo que foi escrito nos jornais da época, na moeda actual, o equivalente a 1 Milhão e quatrocentos mil euros!).

    Dotar a cidade de Beja com um Aeroporto Internacional, que funciona nalguns fins-de-semana!

    Dotar o País de variadas Construções e Equipamentos, cujos orçamentos foram sempre largamente excedidos, tendo desaparecido dinheiros que até, nalguns casos, originaram Processos-crime em Tribunal. (Exemplos: Expo 98, Metropolitano de Lisboa, Casa da Música e Casa do Cinema no Porto, Centro Cultural de Belém em Lisboa, etc.).

    Também o Estado Português encomendou inúmeros pareceres jurídicos e estudos, com custos elevadíssimos e utilidade duvidosa, como os efectuados para o novo Aeroporto de Lisboa e para o TGV. Relativamente a este último, as obras foram iniciadas e, em seguida, mandadas suspender pelo Estado; as empresas envolvidas reclamam agora grandes indemnizações pelos prejuízos decorrentes.

    continua

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    • licas permalink
      27 Junho, 2016 01:22

      Nem no Alentejo foi capaz de promover a construção uma barragem de dimensões
      à medida das necessidades da lavoura . . .
      Preferiu o sistema de semi-escravidão dos camponeses para benefício
      dos péssimos lavradores que só sabiam produzir trigo com baixíssimas
      produções por hectare. Idade média indiscutível.
      Produção científica zero nos Laboratórios estatais onde os Diretores
      eram nulidades não proporcionando as condições necessárias
      para que a Investigação fosse o motivo principal da atividade.
      A Indústria era essencialmente extrativa, mal equipada, de produtividade
      comparável à do século XIX. De “ponta” não havia, nem no Estado,
      nem no privado. Quase inteiramente incidiam na transformação direta das
      matérias-primas coloniais: óleos alimentares, soja, sabão, fiação de algodão.
      Escandalosamente comica a obrigatoriedade de licença de isqueiro:
      para concorrer desfavoravelmente com a Estatal Indústria Fosforeira.
      Os Sindicatos eram todos do Nacionais: todo e qualquer sindicalizado
      permanecia sem qualquer defesa, nas mãos do patronato sem poder reivindicar.
      Não havia ambulâncias para levar um doente ao Hospital: a família metia-o
      num táxi e ala.
      Mesmo anos depois da II grande guerra houve senhas de racionamento
      para leite, arroz, farinha, etc, até para o pão (2 papo-secos/dia/pessoa).
      Auto-estradas quase não existiam: a estrada estreita, via simples em cada sentido,
      passava por dentro das povoações que servia.

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  29. licas permalink
    26 Junho, 2016 23:38

    Se houve dirigente mais incapaz de entender o Mundo
    em que viveu, A.O.S. foi o campeão incontestado.
    Estúpido e teimoso como ele não se encontra igual na nossa História.

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    • SRG permalink
      27 Junho, 2016 17:46

      Estúpidos são todos aqueles que acreditaram em corruptos e aldrabões que destruiram o país. Só poderá estar satisfeito com este regime, quem dele tirou proveito, usufrui de benesses e recebe chorudas reformas e ordenados incompatíveis com o nível de vida miserável de quem nem dinheiro tem para ir a um médico. Se está satisfeito com esta bandalheira espero que se sinta feliz. Eu pessoalmente não quero este país para os meus netos. Passe bem

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  30. Arlindo da Costa permalink
    27 Junho, 2016 01:30

    Um bonito casal.
    Só por esta circunstância Portugal devia declarar que também quer sair da Europa totalitária e pró-soviética.

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  31. licas permalink
    27 Junho, 2016 07:14

    Manuel A.

    __________Igualmente grave é o facto de nada ser feito pelas Autoridades para reduzir a péssima influência a que a Juventude está hoje sujeita, não só pelo abuso da Diversão Nocturna, mas também dos frequentes Eventos “culturais” alienantes, fontes de graves licenciosidades e dos piores vícios.________________________________________

    No felizes tempos do Salazar a atividade “cultural” mais popular da juventude era “ir às putas”, não era?

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  32. licas permalink
    27 Junho, 2016 07:44

    SRG PERMALINK
    25 Junho, 2016 19:11
    ___________________ não éramos pedintes na Europa como somos agora, havia muito menos desemprego. Esta gentalha só se lembra do pior que existia no anterior regime, mas não referem aquilo que tinha de bom, já que nos libertou da 2ª guerra mundial___________

    Salazar levar-nos a lutar contra o Adolfo (Hitler), nem por milagre: a saudação Nazi-Fascista das crianças da Mocidade Portuguesa – braço direito levantado era a saudação ao nosso Professor Primário: havia a minha professora da 1ª classe não era verdadeiramente fã desse gesto
    Emigração para França: mais de um milhão de pessoas, clandestinamente, fugidas a
    “passo” porque cá não havia empregos. Fora as legalmente fugindo do “paraíso” .

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  33. licas permalink
    27 Junho, 2016 08:00

    Aí por 1945, numa região considerada rica, Torres Vedras, o trabalho do campo
    era remunerado para os homens 20$00 diários (de sol nascente
    ao sol posto), as mulheres, 10$00.
    Nas Beiras era muito mais “barato”.

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    • SRG permalink
      27 Junho, 2016 17:51

      Não compare esse tempo ao de agora, lembre-se que já passaram quase 50 anos de “democracia” corrupta. Vá rapidamente ao oftalmologista porque está com os olhos embaciados.

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      • licas permalink
        27 Junho, 2016 21:24

        O Estado Novo começa pela corrupção original: a de que existe
        um indivíduo que:
        ____é a alma da Nação
        ____é insubstituível
        ____as suas crenças sobre o futuro da Nação são
        _________perfeitas
        _________indiscutíveis
        _________constituem o desígnio dos concidadãos

        Numa palavra: FASCISMO

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  34. licas permalink
    27 Junho, 2016 20:16

    SRG fiz uma pergunta simples a que não respondeu:
    Quantos anos viveu no Estado Novo?

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    • SRG permalink
      28 Junho, 2016 18:10

      Já lhe respondi que vivi 35 anos no Estado Novo, e para terminar definitivamente, só espero que seja muito feliz nesta democracia corrupta assim como todos os que a apoiam.
      Passe bem

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    • SRG permalink
      28 Junho, 2016 18:17

      E quanto à palavra fascismo, ela foi inventada para definir o regime de Mussulini. O de Salazar era um regime Corporativo. É necessário distinguir com seriedade e não com estrabismo. Aliás este não é o local apropriado para discutir estes assuntos, porque os nossos pontos de vista iriam levar-nos a muitas histórias que o senhor provavelmente desconhece. Passe bem

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  35. licas permalink
    27 Junho, 2016 21:17

    SRG_____________Consulte
    __________Caracterização Estado Novo____
    e depois diga-me qual das duas análises, a sua e a minha
    está mais perto do CONSENSO GERAL.

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