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A saber

31 Julho, 2016

Os turistas descaracterizam a cidade. Os turistas expulsam os habirantes dos bairros tradicionais. Os turistas assim e assado… Mas construir ciclovias porque é crescente o número de turistas que querem andar de biciclete isso sim é óptimo. Quanto aos nativos devem ser milhares os habitantes tradicionais dos bairros tradicionais Lisboa ou que tendo sido expulsos par a periferia por causa do turismo  se deslocarão de biciclete do Cacém (que só agora com o turismo se encheu de gente) para Lisboa nestes dias de Agosto com temperaturas acima dos 30.

 

 

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17 comentários leave one →
  1. 31 Julho, 2016 12:25

    Já não se aguenta com essa praga de cavalgaduras. Atropelam meio mundo e andam pelos passeios como se fossem peões.

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  2. Nulo permalink
    31 Julho, 2016 14:17

    Xôdona Helena,

    Há que tempos que ando aqui encravado com uma vontade de lhe dizer como gosto de si e de a ver na TV, mas pronto tá dito tá dito e passo já ao caqui me trouxe.

    Essa coisa dos Nativos e/ou (<=não é zurrar de burro) Habitantes Tradicionais (N+HT) serem expulsos para a periferia tem que acabar. Sim que no meu tempo de N+HT se me viessem com coisas cagora era tudo pó turismo, caloja que no tempo da outra senhora era uma das do meu avô, é agora um restaurante ou era, caquilo não pára quieto, quando por lá passei há muitos anos, e que ainda por cima puseram um andar novo no sítio do sotão da "minha casa" parece até irritante, mas látá, o mal está feito. e depois mais abaixo vieram para lá com gastronomia do diabo. Um horror! Não se sei se não começava logo uma Abrilada qualquer para repor os direitos inalienáveis dos N+HT e garantir o direito a permanecer …

    Talvez tenha a solução e vou deixá-la aqui para a Xôdona Helena que se dá com gente altamente influente e até aparece na TV (já lhe disse que gosto muito de a ver?) possa fazer chegar a quem de direito para acabar com a descaracterização da vertente humana nos bairros históricos.

    Criação do conceito de figuração turística

    Prinzemplo:

    O Merdina, azeiteiro anti-Mouro, enquanto faz tirocínio e aquece os reactores para vôos mais altos, arranca lá na Cambra com mais uma ou duas taxas para alimentar uma fundação que teria por objectivo O ALFACINHA.
    Pesquisa e levantamento dos tipos históricos e/ou ainda possíveis de encontrar e documentar os já extintos, mas acima de tudo a certificação dos actuais para atribuição de um RFT – Rendimento de Figuração Turística.
    Látá, junte-te-se lhe as marchas populares e verásse nascer todo um sector de actividade que pode movimentar milhões e empregar milhares, que passará pela entronização da VINGANÇA XUNGA.

    Tanto Keu tinha para lhe dizer, as ideias jorram e infeliz vejo-as ir cano abaixo sem as conseguir reter, deve ser por hoje ser Domingo, o outro porkera Sábado, dia do senhor, do futebol e de ler o Xô Gonçalves.

    Fico-me por aqui kejá vai longo e muito desorganizado.
    Já lhe disse que gosto muito de si??

    (Tábem pronto vou-me embora)

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    • 31 Julho, 2016 19:41

      Se eu fosse a Donna HM mandava-te pó …

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      • Carlos Alberto Ilharco permalink
        31 Julho, 2016 20:49

        O interessante é que esta gente julga-se engraçada ao escrever assim, ainda não compreenderam que para ser palhaço é preciso talento, mas muito trabalho.

        Liked by 1 person

      • Nulo permalink
        31 Julho, 2016 22:11

        Do branco vá que não vá, só mesmo para acompanhar, senão fica para ti.

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  3. oscar maximo permalink
    31 Julho, 2016 14:57

    Contráriamente ao habitual, vou puxar a brasa á minha sardinha:
    Todos os dias, de trabalho, vou (e volto) de perto do Hotel Roma para perto do hotel Ritz (agora Four Seasons) para trabalhar, a pé, e demoro meia hora. Se for tomar o metro ao Campo Pequeno, demorava no total 20 minutos. No futuro, com a ciclovia Medina, vou demorar 15 a 20 minutos, sem pagar bilhete. A obra do Medina não se destina aos turistas, é em minha honra! Viva Medina! (enquanto não chegar a fatura no IMI).

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    • 31 Julho, 2016 16:14

      E também anda pelos passeios?
      Eu estou-me nas tintas para o que os ciclistas querem. O que importa é que por todo o lado andam pelos passeios e entram em elevadores com a traquitana como se não fosse nada com eles

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    • 31 Julho, 2016 16:15

      É a maior praga depois das cavalgaduras do asfalto. Deve ser para fazerem competição

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      • oscar maximo permalink
        31 Julho, 2016 17:02

        Cara Zazie, estou desolado por não poder responder á sua pergunta. Por enquanto sou apenas peão, mas daqui a meio ano, o Medina vai convencer-me a comprar uma bicicleta.
        Sobre o que mais me irrita nos ciclistas, é andarem no asfalto como se andassem no passeio, ou seja, quando circulam como carros DEVEM, tal como estes, dar passagem a peões na passadeira, e seguir as mesmas regras de trânsito.Tambem no cruzamento das ciclovias com passeios de peões, os ciclistas não costumam ser respeitosos.
        Conclusão: aquilo de que os ciclistas se queixam dos automóveis, praticam depois com os peões. Será vingança ?

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    • Carlos Alberto Ilharco permalink
      31 Julho, 2016 20:53

      3,5 quilómetros em meia hora vestido para trabalhar, nada mau.
      Dentro de quatro anos pode ir aos Olímpicos.

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  4. Nulo permalink
    31 Julho, 2016 16:41

    Oh Máximo,

    Essa eu não percebo, então precisa de ciclo vias para ir do Roma ao Ritz? Eu vivi uns anitos no Reino das biclas aka Países Baixos, havia de facto ciclo vias mas eram ao lado das autoestradas e coisas no género (está bem foi há muito tempo) e o meu transporte era a bicicleta (não não morava no centro) e nunca tive problemas.

    Cá muitas vezes, para ir trabalhar e regressar a casa, fiz S. Pedro Estoril – Praça de Espanha (50 e poucos minutos) pela Marginal e nunca tive problemas, subi a serra da Estrela e não mandei cortar o transito e não é que uma vez na ciclo via Cascais – Guincho um grupo de ciclistas curiosos, na passagem, me atirou ao chão felizmente sem consequências e mais tarde um outro dito “ciclista” repetiu a dose e parti o fémur junto à bacia o que para além de intervenções cirúrgicas deu-me uma perna mais curta!!

    O perigo, mesmo agora em Portugal, acredito que com mais gente a andar se torne melhor, nem vem exclusivamente dos carros que são o grande papão, mas como no caso das armas, das pessoas de nós mesmos.

    Sim continuo a ter uma bicla xpto mas ando, quando me apetece, sózinho e longe.

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    • oscar maximo permalink
      31 Julho, 2016 17:16

      Oh Sr.Nulo, por certo já ouviu falar muitas vezes no dia da cidade sem carros. Pois esse dia é o dia em que saem mais noticias do tipo: autocarro abalroou ciclista. Sempre que a velocidade de dois veículos é muito diferente, é perigosa a aproximação entre eles. Andar de bicicleta em Lisboa. só é seguro em ciclovias, os carros não estão acostumados a elas nem cumprem a lei dos 50 km/h. Claro que não é tão perigoso como fazer como aqueles que andam na Estrada Marginal, mas é certamente muito mais que andar de mota, que tem outras defesas.

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      • Nulo permalink
        31 Julho, 2016 18:24

        Provavelmente o ciclista estava convencido que era tudo dele pois não estou a ver o condutor do autocarro que tem mais quilómetros e horas de condução em transito complicado a pôr o emprego em risco já sem falar da vida dos outros para marcar pontos na guerra da circulação.
        Uma cidade sem carros não quer dizer sem autocarros.
        As leis da física são anteriores aos direitos e é de todo o interesse respeitá-las mesmo que estejamos convencidos dos nossos direitos. Pode-se dar o caso de uma interpretação errada …

        Se V. não anda como é que sabe que não é seguro? Ouviu dizer, consta que? Se fosse a si experimentava não esperar pelas ciclovias e aprendia a andar bem e habituava-me a circular no transito com todos os matadores (intencional, loll) A convivência é possível convém é não empastelar a vida aos outros só porque se tem direito de existir.

        Não ande nos passeios, estabeleça contacto visual com os outros utentes da via, peões, carros, autocarros outros ciclistas etc para além das regras de transito e desenvolva a capacidade de comunicar as suas intenções na circulação, é a melhor forma de se entender com os outros e evitar acidentes.

        Mas não espere, comece já a andar em situação de menos tráfego como é o mês de Agosto. Boa sorte (também é preciso, pois se não for o seu dia pode ser o do condutor do autocarro, loll)

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  5. lucklucky permalink
    31 Julho, 2016 16:50

    “Expulsos”?

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    • Euro2cent permalink
      31 Julho, 2016 23:50

      Quando não há estaleca para fazer à progressista sem dinheiro – mandar a polícia meter em vagões – faz-se à progressista com dinheiro – torna-se-lhes a despesa incomportável.

      O que ambos queriam era o extermínio, mas o desterro para o Cacém é “close enough for government work”. Não tornam a ver-lhes a cara a incomodar turistas e pessoas com motorista no centro de Lisboa.

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  6. Arlindo da Costa permalink
    1 Agosto, 2016 01:08

    Silly season, senhora Helena 🙂

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  7. JP Ribeiro permalink
    1 Agosto, 2016 17:10

    Silly season indeed. Foi preciso vir um portuense para os lisboetas dizerem bem do Presidente da Câmara. Bravo.

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