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Ao que chegámos

20 Dezembro, 2016

“Après l’attentat de Berlin, faut-il interdire les marchés de Noël en France?” – perguntava o Figaro. É melhor traduzir para que não haja dúvidas sobre a natureza da pergunta: “É necessário proibir os mercados de Natal em França?” Este questionário foi feito aos leitores daquele jornal após os atentados de Berlim e dá conta daquilo a que chegámos. Nos primeiros atentados gritava-se que nada colocaria em causa o nosso modo de vida. O atentado era então o resultado de uma qualquer iniquidade recente do mundo capitalista. Depois os atentados continuaram e passámos para a fase do fanatismo. Seguiu-se-lhe o tempo do incidente levado a cabo por pessoa não identificada que nada podia associar a redes terroristas….

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10 comentários leave one →
  1. 20 Dezembro, 2016 17:28

    Republicou isto em O LADO ESCURO DA LUA.

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  2. lucklucky permalink
    20 Dezembro, 2016 17:46

    Dhimmis

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  3. Juromenha permalink
    20 Dezembro, 2016 18:20

    Estamos em guerra e, excepção feita aos Russos, tudo assobia para o lado…

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  4. 20 Dezembro, 2016 19:17

    O Manuel Valls bem disse que os franceses terão que se habituar a viver baixo a ameaça do terrorismo. É esta a estirpe de políticos que nos governam em pleno século XXI.

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  5. Arlindo da Costa permalink
    20 Dezembro, 2016 19:21

    A Europa e os EUA a vender armamento aos terroristas, perdão «rebeldes» segundo a CNN e a BBC, e também aos estados terroristas da Arábia Saudita, Quatar, etc, etc e anda toda a gente boquiaberta e a mandar pêsames às famílias das vítimas.
    PQP esta canalha que governa o «Ocidente».

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    • lucklucky permalink
      20 Dezembro, 2016 20:50

      Já Síria de Assad, o Heezbollah e o Irão não são terroristas não é Arlindo…

      Tipos como tu apoiaram a lógica Terrorista e incentivaram-na no jornalismo Marxista dos nosso jornais e TV’s durante décadas agora admiram-se que os Islamistas a usem a mesma táctica.

      Quando era Frente Populares de Libertação, Bader Meinhoff , Fatah e Hamas o terrorismo era bom.
      “Desespero” justificavam os jornais e TV’s Marxistas do Expresso à Visão, do DN ao Publico, da RDP à TVI.
      Jornalistas que nunca perguntaram porque não existiam grupos terroristas femininos no mundo Árabe. Já sabiam que estavam a mentir.

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    • JMS permalink
      20 Dezembro, 2016 20:55

      Arlindinho,

      O Partido não te permite enganos quando te referes aos ídolos Coreia do Norte, Cuba, Venezuela, etc.

      Todos sabemos isso.

      Agora vais para o quadro escrever 100 vezes QATAR que é para aprenderes como se escreve. Qatar.

      Não te esqueças das orelhinhas de burro, tá bem?

      🙂

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  6. Sem Norte permalink
    21 Dezembro, 2016 04:01

    Algo que ninguém reparou neste ataque, e que tenho afirmado há algum tempo, é a alteração de paradigma.
    Até agora os atrasados mentais entram pelo charlie e afins, matam e saem para a rua de kalachnikov na mão a tentar matar até morrerem e serem mártires.
    E no dia que se lembrarem de matar e não serem apanhados? E no dia que se lembrarem por exemplo de pegar numa arma e irem de moto para um viaduto de uma autoestrada matarem 5/10 camionistas, e em 20 minutos estarem a dezenas de kms, para voltarem a fazer o mesmo noutra cidade? Ou irem para o cimo de um prédio em construção, ou devoluto matarem 5/10 pessoas fugirem e passado 2 semanas fazerem o mesmo noutro lado.
    Em Berlim este não quis ser mártir, e de certeza que daqui a duas semanas não está arrependido. O dia vai chegar, pensava que ia ser mais tarde quando eles se lembrariam de matar e fugir.

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  7. Isabel silva permalink
    14 Janeiro, 2017 22:50

    Em Portugal nao há conhecimento nem sensibilidade ao tema do terrorismo islâmico. Basta lembrar que a posse do PR/MRS teve lugar, em parte, na mesquita. Em que outro país da Europa se poderia admitir tal cerimonia? No entanto, a verdade é que eu nao faço ideia de quantos muçulmanos há em Portugal, onde vivem, se têm bairros especiais, se há casamentos muçulmanos, se as filhas, aos 12 anos, também sao obrigadas ou destinadas a casar com quem os pais decidem, etc etc e nunca ninguém fala disso. Esquisito, nao é?

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