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Memória intermitente

27 Abril, 2017

Um dos exercícios mais fascinantes em Portugal é ouvir Jośe Miguel Júdice.  Em 2009 quando se discutia o Freeport o dr Júdice teorizava sobre “as mentiras escritas nos jornais.”  Mentiras essas aliás que teriam levado até a que ele, Júdice, se demitisse do cargo “fascinante” para que fora convidado por Sócrates. Uma história a recordar

 

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7 comentários leave one →
  1. 27 Abril, 2017 12:56

    José Miguel Júdice é outro filho dilecto deste putrefacto regime que se diz democrático.

    JMJ nada fez por Portugal ao longo destas décadas. Pelo que Portugal nada deve a JMJ nem este merece qualquer respeito enquanto participante da vida pública ou política. JMJ é mais um que medrou neste regime e que orientou a vidinha sem que a sociedade disso algo beneficiasse.

    Não levemos demasiado a sério as suas baboseiras nem gastemos demasiado tempo com elas e com ele.

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  2. 27 Abril, 2017 13:39

    Mais um episódio da chafurdice da direita portuguesa.

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  3. Arlindo da Costa permalink
    27 Abril, 2017 19:34

    José Miguel Júdice teve e ainda tem razão.

    Afinal onde estão as «verdades» propaladas nos jornais?

    Se alguém encontrar uma arrisca-se a receber uma bola de berlim com o prazo de validade em dia.

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    • Sem Norte permalink
      28 Abril, 2017 05:34

      Como comuna fascista tu a jogares a baleia azul deves de ser o máximo.

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  4. 27 Abril, 2017 20:12

    Casa Pia:
    «António Costa e Ferro Rodrigues voltam a falar ao telefone perto das 19h30, tendo o primeiro indicado que estava a chegar “a casa do Júdice” e que sabe que há “uma testemunha da judiciária não é fiável”.»
    «José Miguel Júdice, que era bastonário dos advogados entre 2001 e 2004, quando o processo Casa Pia eclodiu e começou a ser julgado, considerou que as penas aplicadas, “para a moldura penal, são pesadas”».

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  5. José Domingos permalink
    27 Abril, 2017 21:34

    Mais uma eminência parda desta républicazeca, putrefacta e mal frequentada.

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  6. licas permalink
    27 Abril, 2017 22:58

    Inocêncio II e os «Vistos Gold»
    Quando D. Afonso Henriques pensou em libertar-se da Suserania do Condado de Leão, propôs ao Papa assumir-se Rei de Portugal. A Igreja que na época era quem passava os “vistos” acordou aceder mediante a tença anual de 4 onças de ouro.
    Terão sido o Papa e Afonso reus de corrupção para acto lícito?

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