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Terá sido o Trump ou o Macron? Quiçá a China ou Angola sempre tão caprichosa

16 Julho, 2017

Vasco Lourenço está convencido de que o caso Tancos pode “ter mãozinha” de organizações, inclusive internacionais, que querem destruir a solução governativa de Portugal.

Ps. Por mim seguia a pista espanhola. Está a ver a  linha Gonzalez do PSOE que nem querem ouvir falar de aliança com o Podemos. Mas pelas almas homem investigue.

 

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13 comentários leave one →
  1. Democrata com larga experiência — Vende-se permalink
    16 Julho, 2017 18:25

    Gostei do pormenor de ter escrito a abreviatura de »post scriptum« com »s« minúsculo.

    E, claro está, ele que investigue.

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  2. 16 Julho, 2017 18:29

    AHAHAHAHAHA

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  3. LTR permalink
    16 Julho, 2017 18:46

    Já tinha ouvido dizer dizer que as farmácias andam com falta de alguns medicamentos para a tola.

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  4. Procópio permalink
    16 Julho, 2017 19:01

    Desde aquelas três noites que esteve ausente do serviço na Guiné o da melena oscila entre o disparate e a paranóia. Razão tinha o seu camarada comuna que bem o conhecia:
    ” “Vasco tem o direito de não entender que o mundo ultrapassa os limites do seu umbigo”. “O que não tem é o direito de ofender tudo e todos para dar largas ao seu exacerbado egocentrismo e à sua desmedida megalomania, parecendo usá-los como capa para mascarar as suas frustrações. Nem tem o direito de dissertar sobre o que não sabe, ou não conhece, atraiçoando a própria História do país”.
    O meu avô conhecia-o bem, um patusco da tropa, com patilhas ridículas, pá para ali pá para ali. Há um bom sinal nas declarações aventaleiras. O medo a instalar-se no toutiço.
    Ou então deixar-se de hesitações, vir com os camaradas para a rua, o bígamo ainda anda por cá, o homónimo já foi mas paciência, a falta que ele faz!… nada que obstaculize o outro golpe sempre desejado, o decisivo, na língua mais do que na mira. Depois das férias, agora estou na praia a beber uma bujeca e não me apetece levantar para ver grandes episódios.

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    • Colono permalink
      16 Julho, 2017 22:51

      O “cara” V. Lourenço , sofre de síndrome de boa messe!

      Eu sinto vergonha destes militares. Senhores Tenentes e Majores no activo…. tenham vergonha na cara…. só o facto de se entrar livremente no perímetro dos paióis (independentemente do valor do roubo) é já por si motivo de incúria ….
      ….

      Isto faz-me lembrar certos noticiários: -” Mais uma caixa multibanco explodida. Porém . não conseguiram levar o cofre….” Não levar o cofre deixou de ser relevante….” Como as armas são para abate ..,,, entrai vilanagem não é relevante!

      Colono Militar
      Norte de Angola 61/63

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  5. Procópio permalink
    16 Julho, 2017 19:12

    A solução governativa está bem descrita por R. Seabra no sumário que se segue:
    “Esta realidade veio recentrar o debate económico do país no essencial – não se queremos ou não consolidação orçamental (vulgo austeridade), mas qual a melhor forma de a aplicar para limpar os desequilíbrios acumulados no passado. A austeridade de esquerda trocou grande parte dos cortes em salários por cortes nos recursos atribuídos aos serviços – os mais cínicos dirão que os primeiros votam e os segundos não”.
    “Portugal continua assim, com mais ou menos ruído, rumo ao modelo económico que foi recalibrado durante o ajustamento – um modelo de pequena economia aberta assente em equilíbrio orçamental, captação de investimento estrangeiro e exportações. Posto isto, resta-nos concluir que já nem a nossa esquerda radical acredita no modelo de procura interna keynesiano. Esperemos agora que o desvendar do truque de ilusionismo não cause desespero entre as hostes mais extremadas ao ponto destas se sentirem forçadas a iniciar reais reversões nas reformas mais relevantes ao nível do mercado laboral e imobiliário!”.

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  6. Alain Bick permalink
    16 Julho, 2017 19:41

    mãozinha masturbadora do ps

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  7. Arlindo da Costa permalink
    16 Julho, 2017 19:59

    Toda a gente sabe que o ISIS está de olho em Portugal.

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  8. Tiradentes permalink
    16 Julho, 2017 20:43

    Isto foram declarações do Vasquito, depois do almoço neh?

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  9. 16 Julho, 2017 20:45

    “solução governativa de Portugal”

    LMFAO – diga antes, solução desgovernativa!

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  10. Manuel A permalink
    16 Julho, 2017 23:29

    Sobre este Capitão de Abril, recolhemos e transcrevemos aqui, com a devida vénia, fragmentos do texto, da Obra: “Elites militares e a guerra de África” (Roma Editora, Lisboa 2009) da autoria do Doutor Manuel Godinho Rebocho, também Sargento-Mor Pára-Quedista na reserva:

    “A Companhia comandada pelo Capitão de Infantaria Vasco Correia Lourenço chegou à Guiné no dia 25 de Julho de 1969 de onde partiu, de regresso à Metrópole, no dia 26 de Junho de 1971. Em 30 de Julho de 1969 foi colocada em Cuntima, no Sector de Farim, no norte da Província.
    A leitura dos documentos sobre esta Companhia impressiona pela negativa e revela o que foi a Guerra de África e como a mesma foi, na generalidade, conduzida. Ao folhear as páginas, li a seguinte frase, sobre o que se teria passado no dia 30 de Maio de 1970 isto é, 10 meses após a chegada da Companhia a Cuntima: Sua Ex.a o General Comandante-Chefe visitou Cuntima da qual resultou uma tremenda crítica à acção do Comandante de Batalhão e do Comandante de Companhia”. O Comandante-Chefe era o General António de Spínola.
    ‘Na página seguinte e sobre o que se teria passado no dia 2 de Junho ou seja, três dias após a visita de Spínola, li: “O Ex. mo Comandante de Batalhão foi levado a Cuntima, por Sua Ex. a o Brigadeiro Comandante Militar, a fim de tomar medidas sobre os assuntos focados na crítica de Sua EX.a o General Comandante-Chefe, seguindo no mesmo dia para Bissau e outras localidades, para visita de estudo a vários aquartelamentos, com a finalidade de poder aplicar em Cuntima os ensinamentos colhidos.” Esclarecedor: vai um Brigadeiro levar um Tenente-Coronel a vários aquartelamentos para aprender e depois ensinar o Capitão Vasco Lourenço que, depois de «cursar» a Academia e após 10 meses na Guiné, apresentava carências desta natureza.

    Pela sua relevância histórica e pelo que contém de pertinente para a investigação, enquanto prova empírica de um comportamento e de uma relação social, transcrevo o despacho de Spínola sobre a sua visita a Cuntima, despacho que foi publicado pela circular 0.° 2237/C – P.o 33.8, da REP OPER (118).

    1. Inspeccionei no dia 30 do passado mês a guarnição militar de Cuntima.
    Desde há muito que estava informado de que o ambiente disciplinar da CCaç 2549 era mau e que nos últimos tempos piorara.
    Acusação: falta de aptidão do Capitão para comandar.
    O que vi, observei e ouvi na inspecção a Cuntima, excedeu tudo o que se possa imaginar.

    2.Rancho
    O pessoal queixou-se de que há cerca de 15 dias se encontrava sem batata e arroz e que teve falta de farinha e sal.
    Averiguada sumariamente a origem de tal anomalia, imediatamente concluí pela existência de graves negligências do CMDT/Compaª(119) e do Vaguemestre (120).
    Ambos se encontram de licença, com o conhecimento do CMDT/Bat (121).

    3. Alojamento de Pessoal
    As condições de alojamento são péssimas, com a agravante de se encontrar em construção um aldeamento que oferece a experiência suficiente para se improvisarem rapidamente instalações aligeiradas, que satisfaçam condições mínimas de habitabilidade.
    Há pessoal a viver em abrigos, que são buracos absolutamente inabitáveis.
    O pessoal encontra-se há dez meses na Província e ainda não tem colchões. Porquê? Quando unidades mais recentes já os têm.

    4. Armamento
    Encontrei G3 em péssimo estado de limpeza e conservação, o que denota que há muito tempo não é passada revista ao armamento, negligência grave de comando em campanha.
    Note-se que as Companhias Africanas e as milícias vêm revelando especial cuidado com a conservação do amamento.

    5. Acção disciplinar sobre o pessoal
    Proíbo que com base na presente inspecção se punam soldados (refiro-me ao armamento), pois as faltas por mim detectadas encontram-se cobertas pelos Comandantes de Pelotão e estes pelo Comandante de Companhia a quem deve ser pedida responsabilidade.
    ———————–
    8. O CMDT/CTIG (122) deve providenciar no sentido do CMDT/Bat.se deslocar a PELUNDO, e o CMDT/CCaç 2549 (123) a PELUNDO e JOLMETE, para verificarem o que é possível fazer-se em matéria de instalações numa zona de esforço, simultaneamente com a actividade operacional.
    Saliente-se que a Companhia de JOLMETE foi comandada por um Capitão do QC e encontra-se proposta para a medalha colectiva da Cruz de Guerra de 1ª Classe.

    —————————

    A circular da responsabilidade do General António de Spínola revela que o Capitão Vasco Correia Lourenço, um Capitão das Academia , não tinha aptidão para comandar. O seu pessoal passava fome, vivia em buracos e dormia sem ao menos um colchão. Na Guiné nos meses de Julho, Agosto e Setembro, que aqueles homens já ali havia passado, as chuvas caem com violência de verdadeiros dilúvios e estes jovens, filhos de Portugal, dormiam num buraco e no chão.

    O armamento estaria próximo da inoperacionalidade: as G3 enferrujam bastante o que torna duvidoso o seu funcionamento, nessas condições. E estavam em guerra, ainda que aquela fosse uma zona relativamente serena, o que lhes valia. Spínola, experiente e conhecedor proíbe que sejam punidos os soldados.

    Por fim, em termos severamente humilhantes, Spínola inferioriza a companhia de Vasco Lourenço relativamente às Companhias de homens africanos e às próprias milícias, terminando por ordenar que o Capitão da Academia fosse aprender com um Capitão miliciano, que comandara a Companhia colocada em Jolmete.

    O mínimo que se pode afirmar é que a formação militar não teve, neste caso, qualquer influência na qualidade do desempenho, a diferenciação esteve nos valores e nas capacidades pessoais. Spínola ordena que Vasco Lourenço vá aprender com um miliciano.”

    —————————-
    Notas:
    118 REP OPER significa Repartição de Operações.
    119 Comandante de Companhia
    120 Responsável pela alimentação
    121 Comandante de Batalhão
    122 Comandante do Comando Territorial Independente da Guiné
    123 Termo que designa o Comandante de Companhia, Capitão Vasco Lourenço

    ————————————————————————————————————————-
    Pois foi assim…

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    • Colono permalink
      17 Julho, 2017 10:45

      Nessa altura, como estratega brilhante, ele já tinha os planos do golpe do 25 Abril…

      Não fora ele….tudo abortaria… Otelo que o diga!

      “Num golpe militar sem precedentes nos anais da historia do 25 Abril, há que mencionar a brilhante tomada (sem baixas) da messe e adega adstrita aos edifícios da Academia Militar….”
      In – War Historey – Times de Londres

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      • Tiradentes permalink
        17 Julho, 2017 12:04

        ahhhhhhhhhhhhhh por isso é que quando o via nas messes a comer vinha sempre uma garrafa de vinho diferente para a mesa dele? Porra que a adega que o gajo tomou aos “fássistas” estava bem fornecida. O rapaz nunca bebia o vinho que “os outros” bebiam

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