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A isto chama-se decadência

18 Agosto, 2017

Primeiro indignámo-nos. Depois gritámos que éramos isto e aquilo.  Depois que não tínhamos medo. Agora faz-se de conta que não aconteceu e chama-se-lhe recuperar a normalidade. Deixemo-nos de tretas: limitamo-nos a sobreviver esperando que a nós ainda não nos afecte.

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87 comentários leave one →
  1. Expatriado permalink
    18 Agosto, 2017 14:00

    Hoje, no programa da Júlia, na SIC, entrevistaram um ‘jorna’ do Expresso, um tal Hugo Franco, que disse, em relação ao ataque terrorista em Barcelona, qualquer coisa do género: “não estamos dispostos a um aumento de medidas de segurança (vídeo vigilância e barreiras à circulação automóvel) às custas da nossa privacidade individual”.

    Quem é este sujeito para falar no plural?

    Infelizmente, como ele há muitos…

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    • José da Costa permalink
      18 Agosto, 2017 14:54

      Os comunistas gostam muito de falar no plural. Falam por eles e pelos camaradas, ou melhor, pelos camaradas. Aquilo é um colectivo, não percebem, seus burros?
      E o coletivo funciona assim. Há um soberano que diz o que há a fazer e o colectivo todo diz amén. O soberano nem precisa aparecer. E a carneirada só tem que por a cassete.
      É evidente que este esquema tem as suas vantagens. Raramente os comunistas se contradizem. A isto chama-se liberdade, ou melhor, amplas liberdades.
      Só os burros não entendem.

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      • 18 Agosto, 2017 19:22

        O Gabriel Silva dizia o mesmo e também queria ir buscá-los de avião.

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    • Francisco Miguel Colaço permalink
      18 Agosto, 2017 16:34

      Pois eu estou de acordo com o sujeito.

      Quem troca liberdade por segurança acaba por ficar sem ambas.

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      • Expatriado permalink
        18 Agosto, 2017 17:12

        Acha?

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      • Francisco Miguel Colaço permalink
        18 Agosto, 2017 17:53

        Eu acho e Benjamin Franklin também achava, e Esopo também achava.

        Quando se troca liberdade por segurança fica-se seguramente sem liberdade de se segurar a liberdade, e livre de qualquer segurança.

        Prefiro a minha privacidade. Se não querem atentados, não deixem cá viver refugitralha sem nada que os ocupe — a não ser ir à mesquita indoutrinar-se em islamotralha.

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      • Expatriado permalink
        18 Agosto, 2017 17:56

        Assim está melhor… Mas, diga, que fazer enquanto não se limpa a islamo-tralha?

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      • Holonist permalink
        18 Agosto, 2017 18:59

        Vide ww II, USA e japoneses, esta la a solucao, so falta vontade. ( no caso dos US foram 2 solucoes, uma interna outra externa, defendo o uso de ambas)

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      • Francisco Miguel Colaço permalink
        18 Agosto, 2017 20:45

        Expatriado,

        A solução de Filipe: têm seis meses para provar que têm um emprego ou um negócio e que contribuem para a Segurança Social, isto é, que não são um peso nem andam desocupados — esses são os perigosos. Os que falharem a meta serão expulsos para os países de origem, ou, no caso de não haver papéis que atestem a sua origem, tratados como apátridas e espiões, perdendo os seus direitos cívicos.

        A queima de identidade é comum entre os imigrantes, agora chamados migrantes, para que não se possa determinar o país de origem. Os países africanos recusam aceitar de volta o indivíduo, se este não apresentar prova de origem e de identidade, assobiando assim para o ar; e a refugitralha sabe disto.

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      • Francisco Miguel Colaço permalink
        18 Agosto, 2017 20:49

        Entretanto há que dizer aos refugiados que quem não entrar até ao dia de hoje (e é assim que tem de se dizer) não terá direito a qualquer prestação, subsídio, estipêndio, entrega ou tença do Estado nem de qualquer organização cuja seja parcial ou totalmente custeada pelo orçamento do estado.

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      • 18 Agosto, 2017 21:52

        Francisco, tem muita razão naquilo que escreve mas o que fazer quando um governo não eleito aprova uma lei que facilita a entrada de estrangeiros com uma “promessa” de trabalho e proíbe a expulsão desse estrangeiro se ele cometer crimes graves, como homicídio e violação?

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      • Francisco Miguel Colaço permalink
        18 Agosto, 2017 21:56

        Fazê-lo perder por não poucochinho nas Eleições Autárquicas.

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      • Expatriado permalink
        18 Agosto, 2017 22:34

        Francisco Miguel Colaço

        Existe um jogo de palavras-chave geridas pelo politicamente correcto. “Refugiados, migrantes, imigrantes” em textos que apelam ao coração da cultura judaico-cristã para nos distrair, pela compaixão, à realidade do que se está a passar mesmo em frente dos nossos olhos. Todos os dias.
        A comunicação social, todos os meios, estão pejados de ‘fazedores de opinião’ que endoutrinam as massas a ‘ter pena dos coitadinhos’.

        Ajudar refugiados? Sim, aqueles que o são genuinamente, até que a situação nos países de origem se resolva e possam regressar em segurança.

        Migrantes? Ou, digamos, nomadas que buscam um local onde possam obter o que querem sem nada dar em troca? Se não têm documentos, que sejam recambiados ao ponto de onde partiram antes de cá chegarem.

        Imigrantes? Sim, aqueles que tragam mais valias ao país e que se integrem e respeitem a cultura local. Nos países do Golfo é assim é só lhes é permitido ficar enquanto tiverem um contracto de trabalho (sponsor). Lá não há segurança social nem subsídios para estrangeiros.

        A Europa, e não só, está moribunda de tão ‘drogada’ pelos palradores do politicamento correcto. Têm medo que os acusem com outras palavras-chave do discurso insultuoso dos esquerdoides.

        Faz tempo que está em criação um gueto islâmico em Lisboa, no Martim Moniz e arrabaldes. Quem sabe o que lá se passa? Quem controla todas aquelas lojas e os ‘contratos de trabalho’ daquela gente? De onde vem o dinheiro? Muitas perguntas que deviam exigir respostas mas…

        Os otomanos foram derrotados às portas de Viena. Desta vez não sei onde será. Mas não vai ser bonito, não.

        Está Escrito que assim será e não há escapatória!!

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      • Tiradentes permalink
        19 Agosto, 2017 06:27

        “Quem troca a liberdade por segurança acaba por ficar sem ambas”
        Verdade…foi por isso mesmo que importaram, apoiaram e ajudaram a acolher a insegurança.

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      • carlos alberto ilharco permalink
        19 Agosto, 2017 08:46

        O tempo das grandes frases acabou.
        Em Barcelona a dona da cidade estava avisada.
        Recusou colocar uns simples pinos (removíveis) como há no Bairro Alto para protecção passiva, sabe-se lá porquê.
        Hoje devia estar presa para toda a vida.
        Assim aprendiam e o próximo pensava duas vezes.

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      • Francisco Miguel Colaço permalink
        19 Agosto, 2017 22:06

        Tiradentes,

        Tenho menos hipótese de morrer por causa de um tresloucado ululista maometano do que no fundo de uma prisão, por ser conservador cristão, quando as leis de securismo totalitário que insidiosamente se têm instalado passarem a incluir-me. Suspeitosamente, essas leis aparecem poucas horas depois de um atentado ser concluído, tal como a polícia estava presente menos de um minuto depois do atentado de Barcelona.

        Se estas coincidências não nos fizerem suspeitar de nada, então teremos todos o currículo intelectual das Mortéguas e das Cacarinas e dos Jerococós deste mundo.

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      • Francisco Miguel Colaço permalink
        19 Agosto, 2017 22:13

        Expatriado,

        O Expatriado até pode ser cristão ou ateu, mas os que puxam os cordelinhos destas migrações são assumidamente satanistas.

        Acabar com o cristianismo é um favor ao dono. Os muçulmanos são peões sacrificiais. Meros peões que serão sacrificados quando for conveniente aos mafarricos. Os comunistas e calhaus e éme-érre-pum-puns irão no mesmo dia e na mesma hora. Passarão a ser odiados quando aos Soros deste mundo convier, assim como agora tudo se lhes desculpa.

        A táctica não é nova. Se me conseguir um exemplar do Avante entre Setembro de 1939 e Junho de 1941, agradeço. Já li um, mas não o tenho. Estranhamente nem o PCP os tem no sítio. O que será que era tão inconveniente nos tempos que medeiam entre o Pacto Ribbentrop-Molotov e a Operação Barbarrossa? Será que eles diziam bem de alguém inconveniente?

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    • José da Costa permalink
      18 Agosto, 2017 22:02

      A jhiad não é só sangue. Há a jhiad que não usa armas.
      É como a ETA. Havia a militar e a política.
      Há quem olhe aos meios para atingir os fins.
      E quem não é de Esquerda não é bom.
      Haverá jhiadistas na maçonaria? Talvez.
      O importante é a gente sorrir, ser optimista e atacar a Direita.

      A Direita deve ser silenciada porque,
      vendo bem,
      não conta para nada.

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  2. oscar maximo permalink
    18 Agosto, 2017 14:34

    Em Portugal, os supremacistas islâmicos estão muito agradecidos pelo multiculturalismo.

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    • José da Costa permalink
      18 Agosto, 2017 15:26

      Isto do multiculturalismo é como o comunismo.
      O que é meu, é meu.
      O que é teu, é nosso.

      Ah, e tal, abramos o país a todas as culturas. Somos democratas, carago!
      No fim, há uma cultura que quer dominar as outras. À mocada.

      Isto é do quaralho!

      O problema não são as diferentes culturas. O problema é não termos estadistas como era o Salazar. O gajo nem sequer proibia outras culturas, mas quando alguém pisava o risco era certo e sabido que levava na corneta.

      Eu acho ridículo esta coisa de a comunicação social, dependente das informações oficiais, ficar na expectativa de saber se uma qualquer ocorrência é ou não um acto terrorista. Os jornalistas que procedem assim, e os governantes, nunca deviam ter passado no exame de português nas suas formações académicas.
      Um cidadão ou uma cidadã ( está bem assim, cidadona do Bloco de Esterco, sem ofensa para o esterco que eu muito valorizo no meu quintal), vai no passeio da sua rua, leva com metralha no corpo, morre esvaído em sangue… se o bombista for um respeitável cidadão português, o caso não é terrorismo. Se for jhiadista é terrorismo.
      Deixem-se de merdas; terrorismo vem de terror. Quem faz terror é terrorista.

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      • carlos alberto ilharco permalink
        19 Agosto, 2017 08:48

        Excelente.

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  3. sam permalink
    18 Agosto, 2017 14:40

    Carpe diem! E os outros que se lixem.

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  4. Olympus Mons permalink
    18 Agosto, 2017 14:41

    a. A primeira coisa que morre no multiculturalismo, que é a hoje em dia considerado um valor fundamental, é o sentido de comunidade. Basta ler Robert putman para perceber que a partir de 5% de multiculturalismo numa comunidade as portas começam a fechar (e a quantidade de horas de televisão aumentam)
    b. Sem sentido de comunidade (princípios que bind and blind) o que acontece ao próximo é irrelevante para mim, e quanto mais depressa colocar para trás das costas, mais rápido o desconforto passa.
    c. A europa comete suicídio sensivelmente de 1500 em 1500 anos. Não temos registo do que se passou em 1200 BC, mas sabemos o que aconteceu com a queda de roma. E foi algo parecido com o que agora se passa. Roma caiu porque ninguém estava disposto a lutar por roma. Voltar a ter o output comercial de roma só com a revolução industrial, a probabilidade de sobrevivência de um soldado romano ferido só voltou a ser igualada na primeira grande guerra, etc, etc.

    Se calhar é isso que ai bem… Benvindo à próxima idade das trevas. Na pole position para nos definir o modo de vida está a civilização muçulmana. Enjoy!

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  5. JPT permalink
    18 Agosto, 2017 14:59

    “Decadência” é a da idoneidade e do prestígio da HM, do Rui Ramos e do Alberto Gonçalves, de cada vez que se põem a associar “imigração ilegal” e “refugiados” a crimes que, esmagadoramente, são praticados por pessoas que, ou nasceram na Europa, ou vieram legalmente para cá, quando crianças. Para lá de o “milenarismo” ser, em regra, fruto de excesso de imaginação e da falta de análise (quando não de neuroses, ou pior, como no caso dos autores desses homicídios indiscriminados), ele é particularmente inútil e insólito, num país em que a comunidade muçulmana é inexpressiva, como o nosso – pelo que nem a título de oportunismo dá proveito. Ora, é péssimo para aqueles que, como eu, não querem viver num país sugado até ao tutano pela clique parasitária e cínica que, por cá, se auto-denomina “esquerda”, que as pessoas que, com talento, denunciam essa burla colossal – veja-se o notável “post” anterior da HM – façam gala de, cantando e rindo, se auto-etiquetarem de racistas, sectários e/ou “lelés-da-cuca”.

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    • 18 Agosto, 2017 19:46

      A pátria espiritual desses europeus nascidos cá é por demais evidente. Se não consegue ver a relação entre o aumento das comunidades islâmicas e o aumento do terrorismo, vê muito mal.

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  6. 18 Agosto, 2017 15:21

    Políticos europeus com um objectivo claro : substituir a etnicidade europeia por uma etnicidade terceiro mundista e islâmica. Parabéns, estão a conseguir. Julgam que serão poupados nos seus condomínios privados, mas estão enganados. Puta que os pariu. Enquanto a população não os começar a insultar e a agredir eles não mudam.

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  7. Procópio permalink
    18 Agosto, 2017 16:03

    Algumas notas.
    Roma caiu numa decadência progressiva e irresistível ao ser submetida aos assaltos dos bárbaros.
    A decadência romana deveu-se à “burocratização excessiva” e à “opressão tributária”.
    O degradamento moral atingiu os níveis de Messalina em Suburra, percussora das causas fraturantes
    A partir do século IV o Império ficou completamente dependente da força de estranhos ou do pagamento de subsídios.
    As sociedades corrompidas pela discórdia, pela indisciplina, pela irresponsabilidade e pela inércia das populações ignaras, mais tarde ou mais cedo perecem.
    O dia está bom. Enquanto o pau vai e vem folgam as costas.

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  8. Raghnar permalink
    18 Agosto, 2017 16:18

    Mais um “maluquinho” na Finlândia a atacar à facada, com pelo menos um morto. Lá gritou “Deus é Maior”, como podia ter gritado “hoje é sexta-feira” ou “cheirei um peido do Salvador Sobral”. Uma certeza, no entanto, isto não tem nada a ver com o Islão pá…

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    • Francisco Miguel Colaço permalink
      18 Agosto, 2017 17:56

      O melhor que temos a fazer para acabar com os atentados é fazer a vontade à islamotralha: se eles têm tanta pressa de encontrar Deus, marcamos-lhe o encontro.

      Depois disto, eles passam a ser um problema dos diabos.

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      • nacionalista permalink
        18 Agosto, 2017 18:43

        Contra o islão, chouriça e garrafão !

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  9. Procópio permalink
    18 Agosto, 2017 16:19

    Mais uma faca extraviada. Os objectos andam inquietos.
    “Deixemo-nos de tretas: limitamo-nos a sobreviver esperando que a nós ainda não nos afecte”. Nem mais. O pior é que pode afectar-nos a qualquer momento, por ora fora de casa, um dia dentro. Alarmismos, designarão os filósufus barrigudos.

    “Kent Svensson, 44, from Sweden who was in Turku said he witnessed a man with “a huge white knife” running and stabbing people in his path.
    “It was really horrible. We were sitting on a terrace just next to the square and this woman just screamed like hell and this guy was standing in front of her with a huge knife just stabbing people,” he said.
    Ouvia-se distintamente: “Allahu Akbar”. A imprensa portuguesa vai omitindo o facto.
    Via-se sangue por toda a parte onde a vítima jazia do chão.
    Como habitualmente a polícia aconselha as pessoas a ficarem em casa.
    Em casa tá-se bem.

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    • Raghnar permalink
      18 Agosto, 2017 16:24

      Já temos gatinhos nas redes “sociais”, Procópio?

      https://ionline.sapo.pt/artigo/576691/ataque-em-barcelona-gatinhos-voltam-a-ajudar-autoridades?seccao=Mundo_i

      Isto não tem nome…

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      • 18 Agosto, 2017 22:04

        Encher o twitter de gatinhos para facilitar o trabalho da polícia?

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      • Francisco Miguel Colaço permalink
        18 Agosto, 2017 22:20

        Facilitar o trabalho da polícia ou esconder o autor do atentado?

        Em que é que a divulgação de imagens de um atentado dificulta o trabalho da polícia? Se estivessem a publicar imagens em directo da perseguição policial, isso eu percebia: estavam a guiar os fugitivos. Não era, porém, disso que se tratava.

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      • 18 Agosto, 2017 23:20

        “Facilitar o trabalho da polícia ou esconder o autor do atentado?”

        Também fiquei com a ideia que encher o twitter de gatinhos é uma manobra ridícula para não se falar no assunto. Que snowflakes…

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  10. Procópio permalink
    18 Agosto, 2017 16:37

    Tem pai que é cego, rapaziada.

    “O Governo fez mudanças na lei da imigração , tornando possível a um estrangeiro conseguir autorização de residência em Portugal através da “promessa de um contrato de trabalho”. A nova legislação, publicada em Diário da República, apanhou o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) de surpresa, uma vez que impossibilita que sejam expulsos imigrantes que tenham cometido crimes (homicídios, roubos ou tráfico de droga, por exemplo).

    A entidade responsável por executar a política de imigração e asilo no país, de acordo com as disposições da Constituição e da Lei e as orientações do Governo, contestou a medida e, anteriormente, já tinha alertado para os possíveis riscos de segurança que dela adviessem, revela o Diário de Notícias desta segunda-feira.

    Nesse sentido, o serviço de agendamento na Internet onde os imigrantes registam as suas “manifestações de interesse” (SAPA) foi suspenso. A direção nacional do SEF enviou um comunicado a todos os dirigentes distritais a explicar que o mecanismo vai continuar assim até que o Ministério da Administração Interna esclareça o alcance do mais recente diploma, que nasceu de propostas do Partido Comunista (PCP) e do Bloco de Esquerda (BE).

    Nos próximos dias 24 e 25 de agosto, o SEF vai protestar contra a falta de recursos humanos. A entidade procura encontrar respostas para o problema, mas segundo o sindicado, em declarações ao Diário de Notícias, existe uma “ausência de respostas concretas por parte da ministra da Administração Interna face às dificuldades públicas que afetam o SEF, nomeadamente em relação à admissão de recursos humanos e capacitação operacional do SEF”.

    Para conquistar aliados todos os meios são lícitos.

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    • Francisco Miguel Colaço permalink
      18 Agosto, 2017 17:57

      «A nova legislação, publicada em Diário da República, apanhou o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) de surpresa, uma vez que impossibilita que sejam expulsos imigrantes que tenham cometido crimes (homicídios, roubos ou tráfico de droga, por exemplo).»

      Não é defeito. É feitio.

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  11. 18 Agosto, 2017 16:46

    Não vamos ceder ao ódio, porra! estou aqui a ler muitos comentários que roçam a xenofobia da extrema-direita neoliberal. Não queremos isso! Já agora, puxo a brasa à minha sardinha:
    https://olivrodasimagens.blogspot.pt/2017/08/sobre-o-atentado-em-barcelona.html

    E mais este:https://olivrodasimagens.blogspot.pt/2017/08/um-aviso-com-centenas-de-anos.html

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    • Expatriado permalink
      18 Agosto, 2017 17:53

      Certíssimo e cito do segundo link:

      …”O imigrante em questão – Eneias viaja para Itália à frente de um determinado séquito, levando os deuses da sua terra e um direito divino de residência. A sua intenção de se instalar não é tolerável e, se isso significar ‘guerras, guerras horrendas’, assim seja. Os imigrantes modernos, globalmente, não se comportam tão mal. Não precisam. Todavia, tal como Eneias, os nossos imigrantes vêm com os deuses da sua terra. Tal como Eneias, vêm com uma intenção insuportável de criar uma terra para eles. E se rivais indígenas desagradarem aos seus deuses, depressa tornarão esse facto conhecido.”…

      Faz tempos que eles tornaram esse facto conhecido. A Historia repete as acções dos reis Visigodos(?) que os deixaram entrar na península, vindos do magrebe. É vê-los por aí calmamente a aumentar os seus números…

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    • Francisco Miguel Colaço permalink
      18 Agosto, 2017 18:00

      João,

      Tenha cuidado com a sardinha a que puxa a brasa. Sairá queimado.

      Pense lá bem e dê-me números.

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      • 18 Agosto, 2017 21:06

        O fogo tocar-nos à a todos, um dia. Resta-nos vigiar porque não sabemos o dia nem a hora. Quanto a números, trezentos mortos nos últimos dez ataques na Europa parece-me bastante significativo. Dez ataques de vulto, entenda-se, fora os que diariamente morrem ou são feridos por facas extraviadas, Christines e outros fenómenos do género.

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      • Francisco Miguel Colaço permalink
        18 Agosto, 2017 21:46

        Não falo desses números. Esses conheço eu.

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      • 18 Agosto, 2017 23:43

        São números suficientemente significativos para fazer pensar quem tenha bom senso.

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      • Francisco Miguel Colaço permalink
        19 Agosto, 2017 22:22

        Não são esses números. Dê-me dos outros.

        Já agora dou-lhe três: cem mil (segundo outros, trezentos mil), duzentos milhões e dezasseis mil. Tenha cuidado em contrapô-los com verdade histórica. Já vi que o João, mesmo se bem intencionado, é um bocadinho desinformado e, logo, propenso a atirar foguetes para o ar.

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    • 18 Agosto, 2017 19:59

      Não cedeu você ao ódio, João? Ou não há xenofobia na esquerda? Como dizem os camaradas, o aproveitamento político das mortes é muito feio. A xenofobia, parceiro, não tem côr nem ideologia, mas se quisermos podemos comparar a variedade étnica dos EUA com a da Rússia ou Coreia.

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      • 18 Agosto, 2017 21:11

        Eu nunca vi xenofobia na esquerda. Só pureza de intenções. Se não acredita pergunte a Mao, ao Zé, ao Lenine, Mengistu, Castro, Pol Pot ou outros rapazes progressistas. Os seus seguidores actuais ainda não vão tão longe como eles,por enquanto só abrem fronteiras para que outros façam o trabalho – mas sempre sem ódio ou rancor.

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      • Expatriado permalink
        18 Agosto, 2017 21:38

        O João só estava a ser irónico com a dose certa de cinismo. Penso eu de que…

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  12. 18 Agosto, 2017 16:47

    E outra coisa Helena, pelo caminho, temos sempre de nos sentir culpados! De que? Para o que se pretende, qualquer coisa serve. É porque usamos petroleo ou gás natural. Se isto não chegar é porque colonizamos durante 500 anos África ou porque depois da I Guerra Mundial fragmentamos o Império Otomano ou porque criamos Israel depois da II Guerra Mundial. Qualquer coisa serve, o fundamental é passar a mensagem que só estamos a ter o que merecemos por sermos o que somos. A culpa é de quem nasceu e vive na Europa no sec. XXI.

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  13. Chopin permalink
    18 Agosto, 2017 16:55

    E na Finlândia, uma faca atacou mais uns quantos…
    Um jornaleiro diz que a polícia disparou sobre o “suspeito”. Se não fosse uma tragédia, dava vontade de rir.

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  14. piscoiso permalink
    18 Agosto, 2017 17:00

    O post fala no plural e não sei quem representa.
    Como escreve o José da Costa: “Os comunistas gostam muito de falar no plural.”

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  15. 18 Agosto, 2017 17:12

    tantos venturinhas juntos e quase todos com pseudonomes
    ah valentes!
    percebo, andam por aí os ciganos de loures é preciso ter cuidado
    eu se não fosse órfão ia já já esconder-me em casa da mamã

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  16. Expatriado permalink
    18 Agosto, 2017 17:15

    Como seria se esta cena fosse em Portugal?

    “Foi uma mulher polícia dos Mossos que abateu quatro dos terroristas de Cambrils. Segundo a agência Efe, que cita vários testemunhos, a agente da polícia catalã disparou a sua arma contra os atacantes quando estes saíram do carro e se dirigiram a ela empunhando facas, machados, machetes, cutelos e sacholas.”…

    http://observador.pt/2017/08/18/uma-so-agente-matou-quatro-terroristas/

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    • Manuel permalink
      18 Agosto, 2017 17:23

      Devia ser condecorada e uma promoção acelerada, são tempos de guerra.

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      • Expatriado permalink
        18 Agosto, 2017 17:29

        Isso será, por certo, em Espanha. Em Portugal estaria a contas com a ‘justiça’…

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  17. Expatriado permalink
    18 Agosto, 2017 17:22

    Para evitar ataques terroristas tem de se fazer prevenção como nos fogos. Limpar o terreno para eliminar a carga crítica e mandar os dejectos para as centrais de biomassa.

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  18. Baptista da Silva permalink
    18 Agosto, 2017 17:24

    Umas dezenas de mortos, umas condolências, e umas condenações, fica logo o problema resolvidos. Gritamos que não temos medo e esperamos onde e quando será o próximo atentado depois como já temos o discurso decorado é só repeti-lo….

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    • Francisco Miguel Colaço permalink
      18 Agosto, 2017 18:02

      Tenho a certeza de que lá a lista nunca pararia nos sessenta e quatro se sessenta e cinco houvessem.

      Isto é coisa dos moiros destas costas.

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    • Francisco Miguel Colaço permalink
      18 Agosto, 2017 18:10

      O próximo atentado será em França, antes do fim do intemporariamente perene estado de emergência. Isto é, no fim do Verão, início do Outono.

      O timing foi dado por Emmanuel Macron:

      Macron annonce la fin de l’état d’urgence… et de nouvelles mesures antiterroristes

      ANNONCE – Après deux ans d’état d’urgence, la France devrait en sortir d’ici l’automne prochain, a annoncé Emmanuel Macron devant le Congrès réunis à Versailles.

      Se ele quisesse mesmo acabar com o estado de emergência, tê-lo-ia feito a 3 de Julho em vez de augurar uma data nebulosa no futuro.

      Podem responsabilizar-me por estas palavras, se quiserem.

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      • Filipe Costa permalink
        18 Agosto, 2017 19:40

        Está responsabilizado oficialmente, cabou de estragar as minhas ferias.

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      • Francisco Miguel Colaço permalink
        18 Agosto, 2017 21:49

        Moi ou Macron? Plaintez-vous à:

        a/c Emmanuel Macron
        Palais de L’Elisée
        55, rue du Faubourg-Saint-Honoré
        8eme Arrondissement
        Paris

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  19. Procópio permalink
    18 Agosto, 2017 17:58

    http://www.dn.pt/mundo/interior/pelo-menos-um-morto-e-um-ferido-em-esfaqueamento-na-alemanha-8713978.html
    Última notícia: as facas têm punho neoliberal, gume imperialista e aço inoxidável.

    http://www.jn.pt/mundo/interior/estado-islamico-refere-portugal-em-nova-ameaca-5008150.html

    “O autoproclamado Estado Islâmico ameaça Espanha e refere Portugal num vídeo em que lembra o desejo de reconquistar a Península Ibérica. “Pagareis caro” ter expulsado os muçulmanos.
    Um vídeo difundido pelo autoproclamado Estado Islâmico (EI), que mostra a execução de cinco pessoas, no Iraque, mostra um terrorista a proferir uma ameaça à Península Ibérica.
    “Juro que pagareis um preço muito alto e que o vosso final será muito doloroso. Se Deus quiser, recuperaremos Al Andalus”, nome dado à Península Ibérica pelos conquistadores islâmicos, no século VIII.
    Cidades que, ainda hoje têm uma forte marca muçulmana, são referidas no vídeo. “Nenhum muçulmano pode esquecer Córdova, Toledo e Játiva [em Valência]. Há muitos muçulmanos fieis que juram recuperar Al Andalus”, diz um militante do EI. No vídeo, de cerca de oito minutos, garante que a “Península Ibérica jamais será esquecida”.

    Existem em solo português agentes que nem se quer se disfarçam ao andar calmamente com ar arrogante pelas ruas com suas mulheres vestidas de preto, só se lhe vêm os olhos.
    A polícia não os identifica.

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    • Francisco Miguel Colaço permalink
      18 Agosto, 2017 18:03

      «Existem em solo português agentes que nem se quer se disfarçam ao andar calmamente com ar arrogante pelas ruas com suas mulheres vestidas de preto, só se lhe vêm os olhos.»

      Emancipação feminismo 4.0, versão Cacarina e Mortéguas, Irresponsabilidade Ilimitada.

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  20. Procópio permalink
    18 Agosto, 2017 18:16

    Os intelectuais nunca se enganam. No sítio os intelectuais são de isquierda, claro.

    Curiosas opiniões, tipo leite mugido da vaca, sobre terminologia
    “O terrorismo é a guerra por outros meios que, por sua vez, é a política por outros meios.
    Quando se declara guerra ao terrorismo, literalmente apenas se está a dizer que se pretende a guerra por outros meios que não os do terrorismo, o que não é nada fácil de garantir que exista tal coisa. Porque se quiséssemos o fim da guerra, diríamos guerra à guerra, o que não deixava de ser uma outra guerra.
    Ora, quando um dos lados usa terrorismo alegadamente contra o terrorismo apenas está a dizer que o seu terrorismo se baseia em melhores valores que os do outro terrorismo. Mas, no fim, apenas se duplica terrorismo. E nunca se acaba com a guerra, porque essa não era a finalidade”. J. R. Almeida

    Em breve seremos apelidados de terroristas, a menos que nos deixemos trucidar.
    Se formos apelidados de nacionalistas, fascistas, patriotas, contra-revolucionários, imperialistas, totalitários, reaccionários, teremos o destino marcado.
    Basta a acusação vir dos garantes do status quo, vulgo geringonça.

    As facas são longas e estão em muitos armários.

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  21. Arlindo da Costa permalink
    18 Agosto, 2017 18:26

    Maldita a hora que o Iraque foi invadido e malditos todos aqueles que aqui e em todo o mundo apoiaram um dos maiores crimes contra a Humanidade e cujas consequências vamos sofrer por muitas décadas e décadas.

    Malditos sejam que aqui na lusa pátria apoiaram o bêbado Bush, o pepsodent Blair (mentiroso), o Cantiflas Aznar e o criado de quarto, o ifame Barroso!

    Que o fogo dos infernos os consumam até ao tutano!

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    • sam permalink
      18 Agosto, 2017 19:15

      Conta-nos lá, Lindinho: quantos dos terroristas são iraquianos?

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      • 18 Agosto, 2017 21:08

        Antes de 2003 não havia terrorismo islâmico. O Arlindo será daqueles que consideram que a expansão islâmica teve o dedo da cia e da mossad por detrás. Sempre a manobrar desde o século VII!

        Liked by 1 person

      • 18 Agosto, 2017 22:31

        O 11 de Setembro de 2001 foi um desastre aéreo…

        Liked by 1 person

    • José da Costa permalink
      18 Agosto, 2017 21:38

      Força, Arlindo!
      És o mayor.

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    • LDM permalink
      18 Agosto, 2017 22:36

      Vai-te catar, Arlindo!

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    • Tiradentes permalink
      19 Agosto, 2017 06:30

      sim e o massacre fe Munique foi provocado pelo Bush

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  22. Francisco Miguel Colaço permalink
    18 Agosto, 2017 20:54

    Arlindo,

    Veja lá o sentido do voto do PeiÉsse em 2003 e pode alargar a sua lista.

    Santa paciência, não sei se o Arlindo é um esperto a armar-se em perfeito imbecil ou um laparoco a tentar passar por esperto. Tenho a minha opinião, mas admito poder estar errado.

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    • Filipe Costa permalink
      18 Agosto, 2017 21:27

      Ii isso na RR:

      o atentado terrorista mais mortífero do continente europeu aconteceu em 1988, naquela que é conhecida pela tragédia de Lockerbie. Um Boeing 747-121 com destino a Nova Iorque explodiu no ar, provocando a morte de 270 pessoas de 21 nacionalidades diferentes. Inicialmente, suspeitou-se de que se tratava de um novo ataque do movimento separatista da Irlanda do Norte, mas a acusação acabou por recair sobre dois líbios.

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    • Francisco Miguel Colaço permalink
      18 Agosto, 2017 21:54

      Madrid, 2004, com 2050 feridos e 193 mortos ou anda perto ou ultrapassa, dependendo da contabilidade.

      Nem imagino o que os romanos fariam por menos. Os judeus de Massada souberam.

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  23. licas permalink
    19 Agosto, 2017 01:11

    D. Afonso Henriques é que sabia como se deve lidar com os Maometanos…

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    • Francisco Miguel Colaço permalink
      19 Agosto, 2017 09:19

      Considerando que 1) ele por mais de uma vez fez tratados com taifas (reinos muçulmanos) e 2) por mais de uma vez andou à bulha com cristãos (com o Rei de Leão), D. Afonso Henriques não é exactamente um arquétipo de como devemos lidar com a situação nestes dias.

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  24. 19 Agosto, 2017 01:41

    Enforquem os traidores, empalem os terroristas, expulsem os invasores para o meio do atlântico, arrasem com as mesquitas, e pulverizem medina. Vão ver que rápidamente acabam as brincadeiras. E digo isto como solução comedida .

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  25. Francisco Miguel Colaço permalink
    19 Agosto, 2017 09:26

    Não se esqueça do plano: meter o suficiente para meter a Europa no caos, mas nunca o necessário para subjugar a Europa. Esperam que os Europeus venham a aceitar de joelhos o governo militarizado e centralizado dos globalistas, trocando o que ainda resta da nossa liberdade por uma ilusão de segurança.

    Passou assinada pelo Professor Martelone sem que ninguém desse conta a medida que autoriza as ditas “secretas” a aceder a qualquer comunicação, sem mandato judicial nem causa provável. Onde está a indignação que isso deveria suscitar? Acham que essa prerrogativa não irá ser abusada? Confiam no Costrástrofe, no Jindrómino, na Cacarina e nas Mortéguas?

    Bem vindos à URSS, versão 2.0 Beta 1. E ao dealbar sonho do Álvaro Cunhal, a República Socialista Portuguesa.

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  26. piscoiso permalink
    19 Agosto, 2017 09:44

    Com tanto ódio vertido por aqui aos maometanos, é como se os convidassem ao terrorismo por cá.

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    • 19 Agosto, 2017 14:54

      Eu propus uma acção a tipos como tu, logo na primeira proposta . Agora vai lá arranjar um cinto com bombas, faz-te rebentar e poupa-nos o trabalho.

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      • 19 Agosto, 2017 15:05

        ferro e fogo sobre esses assassinos !
        E chapadas a quem os defende veladamente ou descaradamente !

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    • Francisco Miguel Colaço permalink
      19 Agosto, 2017 22:24

      Piscoiso,

      O Piscoiso será alvo deles muito antes de mim. Sou conservador, cristão, e estou muito abaixo na lista do que os desinformados escarralhados.

      Não sei ler árabe, mas felizmente o Alcorão anda traduzido. E os Haddit (Éditos) também.

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  27. licas permalink
    19 Agosto, 2017 10:38

    Os tíbios fazem o que é preciso para estimular as bestas
    a serem ainda mais brutais. Eles agradecem a publicidade “lava-nódoas.
    (é preciso tratar o crime tal como é, nunca relativizar segundo a “origem”).

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