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Um Memorial, Uma Empresária e os Donos Disto Tudo

18 Setembro, 2017

Há algo neste país que urge mudar. Sempre que alguém diz ser  empresário não falta quem o associe de imediato à ladroagem,  à exploração salarial dos “pobres trabalhadores indefesos” para viverem “à grande e à francesa com contas offshores”. Ser empreendedor em Portugal acaba por ser  um acto muito mais corajoso do que assumir ser homossexual. As empresas são vistas  como  algo nocivo para a sociedade que é preciso castigar e por isso são fortemente penalizadas quer ao nível laboral quer fiscal. Tudo isto graças aos idiotas úteis de sempre  que se deixam manipular e comprar a troco de poder político. Mas cabe na cabeça de alguém que matando galinhas se continua a ter ovos?

Se houver uma insolvência, ainda é pior. Não se questiona as razões que levaram a deixar de poder honrar compromissos. Parte-se de imediato para o enxovalhamento na praça pública sem dó nem piedade.  A este assunto sobre “ser empresário em Portugal”, voltarei noutro artigo porque hoje venho falar de uma empresária em particular, que um dia por ter tido a nobre ideia de erguer um Memorial em honra das vítimas de Pedrógão Grande (faz hoje 3 meses), viu sua vida devastada… outra vez. Porquê? Ora claro está, por ter sido empresária e ter ficado insolvente! Alguém da CS lhe perguntou alguma coisa ou investigou os factos que lhe imputavam? Claro que não. Ir em busca da verdade dá muito trabalho. É preferível pegar em boatos já existentes e transformá-los em verdades mesmo que falaciosas. Sobretudo quando é essa a versão que mais interessa. É o país miserável que temos.

Por conhecer  muito bem o sector empresarial, eu não me deixei contaminar pelo “diz que disse” muito menos fiquei sensibilizada com os vídeos na internet dos “pobres trabalhadores”. Tenho muito calo nisso. Por isso,  tal como em tudo na vida, coloquei de imediato em dúvida e fui em busca da verdade. Estabeleci contacto com a vítima para ouvir em viva voz a sua versão que sem surpresa, não só apresentou um discurso coerente e detalhado, como exibiu prova documental dos factos. E é essa história que hoje vos quero contar.

Isabel Monteiro é uma Mulher empreendedora que, recusando-se a trabalhar no modelo de escravatura implementado até aí no mercado português, dominado por alguns profissionais da área de tradução e legendagem, cria em 1992, a Ideias & Letras, a única empresa de tradução, legendagem, dobragem e locução, com estúdios próprios, que mais tarde daria lugar à Dialectus, após um divórcio pouco “amistoso”. É a primeira e ÚNICA empresa que ensina as técnicas de legendagem, abrindo o mercado.

Foi em 1998, com a Guerra do Kosovo, que foi protagonista de uma  acção solidária, e responsável pela entrega em mão, no Kosovo, de 200 toneladas de comida e mais de 40 mil cobertores (veja aqui).

À frente da empresa líder no sector, em Março de 2008, aceita a proposta da SIC para entrada no capital social de uma das suas empresas, a DIALECTUS, com 90%. Isabel Monteiro era responsável da tradução de Informação desde 06 de Outubro de 1992.  Em 2008 a SIC entra para 15 áreas (alienando todas elas 1 ano depois). A IPLAY, por ex., comprada por 3,5 milhões de € e vendida por 1€, um ano depois (veja aqui). No ano de 2008, a SIC, com 90% da DIALECTUS, desviou para a concorrência centenas de milhares de euros, a pagar o dobro da tabela interna estipulada, como provam cópias de facturas ( Foto nº 6, 7 e 8). Como qualquer sócio minoritário íntegro, esta e outras situações anómalas foram denunciadas (em vários mails existentes) e ignoradas com enorme hostilidade. No início de 2009, das 16 empresas compradas em 2008, poucas restavam. À DIALECTUS a SIC propôs a recompra das quotas com base num contrato de exclusividade por 3 anos, renováveis, com ajustes anuais e uma cláusula penal de 10 mil euros por cada mês de incumprimento. Foi na escritura  que soube de uma dívida de 300 mil euros à banca e 80 mil € de tesouraria negativa.  Para cumprir o contrato a empresa cresceu e passou de 14 empregados a 40. Porém, a SIC nunca cumpriu.

Em Junho de 2011, são notórias manobras de mercado quer entre tradutores, quer entre actores. Um grupo de tradutores, encabeçado por duas das fundadoras da futura empresa SPELL, (Foto nº 1), cria uma mailing list, onde inclui 64 pessoas, das quais 4 empresas concorrentes. Informação priveligiada da DIALECTUS esteve exposta: clientes, preços, prestadores de serviços, contactos.  Os tradutores abordavam os profissionais que chegavam à empresa: denegriam a imagem e incitavam-nos a exigir o valor por eles praticado (30% acima do valor de mercado). Numa manobra orquestrada, cartelizaram o mercado, e impuseram um valor, enquanto freelancers, enquanto muitos deles praticavam uma tabela inferior para outras empresas, fragilizando a competitividade da Dialectus.  A partir de Janeiro de 2012, falharam horários, e entregas atempadas de peças da Informação da SIC, cortando o diálogo com a empresa. Eram freelancers, desde sempre, alguns com duas décadas de tempo de casa. Não eram exclusivos. Trabalhavam para outras empresas junto de quem praticavam valores mais baixos. A SIC, a partir de Setembro de 2011 reduziu em 60% a facturação, e só veio a pagar as últimas facturas, 16 meses mais tarde, com uma Injunção. Quatro dias antes da renovação, a Dialectus é informada pelo telefone, pelo então Director Geral, da não renovação do contrato. E retiraram todo o trabalho. Ficou com 40 empregados, uma estrutura  montada e sem 86% da facturação. Ou seja, nada.

Enquanto se precipitava a destruição concertada, por parte de alguns trabalhadores da Dialectus, a Buggin Media, uma empresa cópia, do ex-chefe dos técnicos (Foto nº 2), e que já tinha  programas no ar assinados entra para o mercado e passa a ser fornecedora da SIC até hoje.   Com uma morada falsa em Mirandela, quando nunca saiu de Oeiras, o dono Bruno Golias e os 13 empregados (todos ex-empregados Dialectus)  têm agora um “Processo por Fraude e Burla agravada ao Estado”, a correr termos no DIAP de Oeiras, procº nº 1059/16.4T9OER, por  terem recebido fundo de desemprego e garantia salarial até Dez de 2013, quando já tinham uma empresa montada e forneciam  a SIC todo o ano de 2013, e em alguns casos, ainda em 2012.

Um sindicato, CENA, foi o rosto da campanha organizada para fechar as portas à Dialectus, e arrastar o seu bom  nome na lama. Um dos arguidos do processo de Oeiras, é  órgão social desse sindicato. Nesta manobra de difamação e calúnia, atribuíram a Isabel Monteiro a falência de 4 empresas que nunca existiram. Colaram a DIALECTUS à falência de empresas de Manuel Forjaz que Isabel Monteiro NUNCA conheceu  sequer.  Propagam a informação na Internet. Isabel Monteiro, que já a 06 Fevereiro 1998 ganhava o primeiro processo por difamação na internet (Foto nº 3), procede agora legalmente, exigindo a prova factual do que é divulgado na net, nomeadamente, a informação que lhe imputa  4 empresas da área insolventes.

Em Junho de 2013, o então advogado da Dialectus, coloca uma ação por incumprimento contratual contra a SIC, Procº nº 3850/13.4TBOER valor: 360.000,00 €. Em Setembro, sai apressadamente da Dialectus, alegando falta de disponibilidade.  Quatro meses depois, em Janeiro de 2014, fecha “acordo” com a SIC, por 27500€, sem dar conhecimento a Isabel  ou à DIALECTUS e  mete o dinheiro ao bolso. (Foto nº 4 e 5).

Em 2013, a RTP dá cobertura a duas manifestações na porta da empresa, cujos vídeos circulam ainda hoje. Nunca abordaram a empresa ou confirmaram a informação que difundiram. Neste vídeo (veja aqui) estão Bruno Golias, que trabalhou na Dialectus 18 meses, dono da Buggin Media, “oficialmente” constituída em Abril de 2013, que já opera em 2012, e passa a fornecedor privilegiado  na área de dobragem a partir do início de 2013 ( ele e 13 ex-empregados Dialectus), respondem agora ao MP de Oeiras e Seg. Social, por recebimento ilícito de fundo de desemprego e fundo salarial até Dez. de 2013, quando trabalharam (e assinaram programas) para o seu único cliente, a SIC, todo o ano de 2013. Processo Nº 1059/16.4T9OER, no DIAP de Oeiras. O 2º vídeo que circula na net (veja aqui) exibe os tradutores da SPELL, concorrentes DIRETOS da DIALECTUS há 18 meses. O contrato com a SIC que teria a primeira renovação a 31 de Março de 2012, é entregue à empresa SPELL constituída para o efeito 3 dias depois, a  4 Abril de 2012 que, tal como a Buggin Media, entra para o mercado e é hoje a fornecedora de Carnaxide: um grupo de tradutores freelancers que durante duas décadas, viram assegurado o volume de trabalho pago acima do valor de mercado e construíram as suas carreiras, tendo aprendido tudo o que sabiam com as várias acções promovidas ora pela Ideias & Letras, ora, mais tarde, pela Dialectus. Com estes tradutores, estão actores que a SIC, de forma inédita, contratou directamente para a segunda temporada da série “O Mundo de Patty”. Nunca em 25 anos contratou actores directamente, e nunca mais voltou a fazê-lo.

Em Março de 2014, a Dialectus, armadilhada pelos empregados e colaboradores, patrocinados pela SIC é, inevitavelmente,  declarada insolvente.   

Decorridos 3 anos, os lobbies instalados no mercado, continuam a perseguir, inclusive, novos profissionais, condicionando-os. Um mercado que movimenta 3 milhões anuais, e que até 1992 pertenceu a lobbies,  durante 22 anos teve uma alternativa independente, onde a formação de novos profissionais, seguia o seu rumo por mérito. Com o fecho da DIALECTUS, o controlo e domínio do mercado volta para as mãos de alguns: retiram do mercado a empresa líder, e entram para o mercado 3 novas empresas.

As histórias, de pessoas ou empresas, contam-se com a verdade com base em factos. Todas as partes devem ser ouvidas, com total isenção. Mas aqui, neste Portugal onde os empresários são SEMPRE os malfeitores e os trabalhadores uns coitadinhos, não é assim.

Com as notícias que dão conta do desmantelamento do império SIC e dívidas de 189 milhões de euros (em parte, aqui, percebe-se porquê), achei que era o “timming” certo para este esclarecimento.

Mais do que informar, o meu texto de hoje pretende reflexão sobre as injustiças que se criam com falsos mitos de que a culpa é sempre dos empresários.

Fica aqui a prova que não é sempre assim.

FOTO nº 1

mailing list cristinamiranda.familycare gmail.com Gmail

FOTO nº 2

buggin media.png

FOTO nº 3

caso da internet   cristinamiranda.familycare gmail.com   Gmail.png

Foto nº 4

dav

Foto nº 5

dav

FOTO nº 6

DIALECTUS SIC cristinamiranda.familycare gmail.com Gmail (1)

FOTO nº 7

DIALECTUS SIC cristinamiranda.familycare gmail.com Gmail (2)

FOTO nº 8

DIALECTUS SIC cristinamiranda.familycare gmail.com Gmail

 

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101 comentários leave one →
  1. Alain Bick permalink
    18 Setembro, 2017 09:42

    “A lógica da política é: Se uma atividade se desenvolve muito devemos regulamentá-la,se continuar a se desenvolver devemos taxála, se começar a apresentar sinais de crise devemos subsidiá-la.” – Ronald Reagan

    “A sociedade aberta é impossível sem a lógica competitiva. Sem mercado não existe sociedade aberta. O ressentimento contra o mercado é o ressentimento contra a humanidade.” – Ludwig von Mises

    “O comerciante e o guerreiro tem sido antagonistas durante toda a história. O comércio não floresce nos campos de batalha, as fábricas não produzem durante os bombardeios, e os lucros não surgem das ruínas.” – Ayn Rand

    “Por trás de qualquer argumento contra o livre mercado reside uma falta de fé na própria liberdade.” – Milton Friedman

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  2. piscoiso permalink
    18 Setembro, 2017 10:07

    Decididamente vc não tem a noção de espaço num suporte como um blogue.

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    • Cristina Miranda permalink
      18 Setembro, 2017 11:25

      Ó coiso? Ainda anda aí? Não tem nada” mais interessante” para seguir? Hummm algo me diz que você não me consegue resistir… Paixão? Obsessão? Obrigada na mesma pela publicidade seja lá o motivo que o atrai em mim.

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      • piscoiso permalink
        18 Setembro, 2017 11:31

        Eu ando aqui muito antes de vc aparecer neste “blog plural, livre e liberal (Gabriel)” e responderei aos posts que muito bem entender. Se acha que responder aos seus disparates é paixão por si, provavelmente anda a querer fazer ciúmes ao seu marido.

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      • Cristina Miranda permalink
        18 Setembro, 2017 12:04

        ahahahahahahahahahahahahaha. Não criatura. Ninguém o proibe de estar onde QUISER ESTAR. Esse é o ponto fulcral. E tal como o demonstra, QUER ESTAR NOS MEUS posts. Seja muito bem vindo desde que não venha como de costume insultar a autora por despeito. OK?

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      • piscoiso permalink
        18 Setembro, 2017 12:12

        Se se der ao trabalho de verificar, pode ver que comento quase todos os posts, seja lá de quem forem. Porque razão não hei-de comentar os seus? Acha que é insulto discordar da extensão dos seus posts? Acha que é insulto ou assédio sexual o contraditório? Balha-me deuz!

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      • Cristina Miranda permalink
        18 Setembro, 2017 12:16

        Tem problemas cognitivos? Não foi nada disso que eu disse… vá… seja mais honesto nas suas afirmações e se está esquecido, vá reler os “diálogos”. Aproveite também para ir trabalhar. Está um bom dia para isso e há muitos impostos pra pagar.

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      • piscoiso permalink
        18 Setembro, 2017 12:49

        Como é que sabe que não estou a trabalhar? Presume que não se pode trabalhar em frente de um pc? O que vc quer é tentar valorizar-se atingindo um número de comentários que os outros não atingem, nem que seja à custa dos seus próprios comentários como “AHAHAH” e outra pérolas.
        Até me devia agradecer mais este comentário.

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      • Cristina Miranda permalink
        18 Setembro, 2017 12:55

        Trabalha. Estar aqui em período laboral é roubar o patrão.

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      • piscoiso permalink
        18 Setembro, 2017 13:46

        O que é que vc tem a ver com a minha vida privada?

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      • Cristina Miranda permalink
        18 Setembro, 2017 13:48

        já vi que hoje não se faz nada… ainda vai despedido hoje…

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      • madretarada permalink
        18 Setembro, 2017 13:51

        A coisa pisca gosta de comentar nos blogs alheios, mas censura os comentários no seu blog. Censura comentários inócuos apenas porque são de opinião contrária à sua.

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      • Tiradentes permalink
        18 Setembro, 2017 14:27

        “a tua Venezuela e Coreia do Norte” é que é um insulto inominável. Já “não ter noção do que é um blog” para quem escreve num blog é uma critica “insuflamável” da liberdade de expressão.

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      • piscoiso permalink
        18 Setembro, 2017 14:47

        Tiradentes, a minha crítica ao post, não tem nada a ver com liberdade de expressão, mas sim com a extensão do que se escreve em relação com o suporte. Depois, essa tua cassete da Venezuela e da Coreia está gasta.
        Madretarada, em minha casa, ou meu blogue, só entra quem tiver um comportamento civilizado.
        Cristina Miranda, para a sua conversa de treta fico-me por aqui.

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      • Cristina Miranda permalink
        18 Setembro, 2017 15:31

        Blá blá blá wiskas saquetas

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      • lupabinocular permalink
        18 Setembro, 2017 15:05

        piscoiso, fui censurado no seu blog, mas nunca tive qualquer comportamento disconforme com as normas de polidez ou lhaneza. Portanto, se ter comportamento civilizado é nunca discordar do autor, acho melhor também ficar por aqui.

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      • piscoiso permalink
        18 Setembro, 2017 15:08

        Lupabinocular, o que acabou de escrever é mentira.

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      • lupabinocular permalink
        18 Setembro, 2017 16:00

        piscoiso, fui censurado quando comentei há largos anos, com o nick Carlos,
        posts sobre futebol.

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      • Tiradentes permalink
        18 Setembro, 2017 17:23

        agora ainda me vem “explicar” o que está explicado …como bem refere a Cristina…blá blá blá…quem disse que era insulto não fui eu e nem fui eu que falou na liberdade de expressão (aqulio é uma referencia a outros). É claro que vc pode criticar a extenção do post, até porque vc aderente ao acordo ortográfico é contra o gasto de tinta nos h mudos, quanto mais nesta trabalheira de postar como a Cristina postou. Apenas fiz a comparação de que ela também pode considerar a sua critica como insulto, tal como vc considerou insultoa “tua Venezuela” (Não me venha com essa conversa porque eu não “gastei” nada com a Venezuela—-foi vc que gastou considerando insulto).
        Além do mais nada foi dirigido a si pessoalmente…foi à Cristina se reparar o meu comentário é resposta ao comentário dela e não ao seu.
        Deixe de ser alcoviteira intriguista (tb usado por si) sobre o que os outros dizem a terceiros tomando as dores que não lhe dizem respeito
        Já não me dirijo a você faz muito tempo e não é nehuma prima dona que me vai impedir de responder a outros.
        Para mim a Cristina posta o que quiser, como quiser e mais mal seria se ela tivesse os meus critérios, que jamais seria capaz de impôr aos outros para os desmerecer. Posso não gostar ou gostar mas não desmereco ninguém por isso. Para “orientador” de blog ou de outra coisa qualquer há sempre muitos iluminados que “acham” sempre o que os outros “devem” fazer.
        É também por essa razão, além da sua “susceptibilidade” apurada que sente e sabe como os outros se devem expressar, seja em blog, seja em comentário, ou a forma como os insulta que não me dirijo nunca a você.
        Passe bem.

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      • Tiradentes permalink
        18 Setembro, 2017 17:24

        para o parafrasear: largue-me a barguilha

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      • 18 Setembro, 2017 17:47

        Oh Cristina Trolls ignoram-se pah! Deixai-os roerem-se.

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      • piscoiso permalink
        18 Setembro, 2017 18:52

        Cristina, esqueceu-se de pôr likes nos últimos comentários dos seus correligionários.

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      • piscoiso permalink
        18 Setembro, 2017 20:08

        Excelentíssimo senhor Mauro Pires, “Troll” é um termo que surgiu na Usenet, derivado da expressão trolling for suckers (lançando a isca para os trouxas).

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  3. Alain Bick permalink
    18 Setembro, 2017 11:43

    o pis continua sem COISO

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  4. Vitor permalink
    18 Setembro, 2017 11:53

    Os gatunos do ps, pcp e be têm como objetivo político roubar tudo o que puderem aos criadores de riqueza para distribuírem entre eles e entre os seus eleitores. Nada mais os move se não o roubo pura e simples. De momento, assaltam os proprietários, mas irão assaltar também os estrangeiros residentes não habituais, os senhorios, os proprietários de alojamentos locais e quando estes estiverem depauperados, arranjarão um novo alvo para roubar porque eles, o ps, o pcp e o be, não passam de vulgares gatunos com licença para roubar.

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    • 18 Setembro, 2017 12:05

      Isso mesmo. Resumiu o essencial. Acertou em cheio.
      Só falta começar a derrubá-los.

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      • André Miguel permalink
        18 Setembro, 2017 14:30

        Era bom, mas infelizmente creio que temos de venezuelar para a malta ficar curada; é que temos um povo inculto e ingorante que gosta que lhe digam como viver e ainda paga para isso…

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  5. André Miguel permalink
    18 Setembro, 2017 14:27

    Muito bem Cristina. Há falta de jornalistas nesta República Socialista bem haja pela blogosfera que vai metendo o dedo na ferida.

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  6. Artista Português permalink
    18 Setembro, 2017 14:42

    Cristina,
    Isabel Monteiro pode ser uma grande empresária e séria. Mas não deixa de ser ingénua… Confiar naquela escumalha de Carnaxide deu-lhe cabo da vida. Só mesmo uma totó! Basta ver a cotação daquela gente na bolsa. Em queda e cheios de dívidas. Estão entre os maiores censores e manipuladores que há no regime Veja-se o caso da “Grande Reportagem”.

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    • Cristina Miranda permalink
      18 Setembro, 2017 15:33

      Isabel, assim como tantas outras, foram enganadas pelo princípio da boa fé. Coisa rara nos tempos q correm. Eu sei o q isso é. A culpa não é dela. É da falta de valores e escrúpulos q abundam por aí.

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    • Isabel Monteiro permalink
      18 Setembro, 2017 16:14

      Trabalhei 22 anos para esse fornecedor, entre mais 17 canais de TV. Há 25 anos, asseguro-lhe, nunca poderia imaginar que o comportamento seria aquele que foi: afinal, o meu crime foi denunciar desvios e corrupção interna. Não me sinto “boa empresária” ou não teria sido tão ingénua. Sou honesta e serei sempre: o que não se coaduna com o meio empresarial português, e muito menos onde a Maçonaria manda, forte e feio.

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      • piscoiso permalink
        19 Setembro, 2017 08:43

        Afinal a culpa é dos empresários e não dos trabalhadores, como pretende o post.

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      • Cristina Miranda permalink
        19 Setembro, 2017 10:15

        Não leu ou não sabe ler. Não. Trabalhadores sem escrúpulos. Claro q tiveram 1 ajudinha dos DDT. Eu sei q não gosta de ler mas pra comentar convenientemente, tem de o fazer

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  7. 18 Setembro, 2017 15:17

    Pronto(s), não tardará a surgir 2 em 1: o arlindo separa-se temporariamente do coiso, muda a pele e escorrega viscoiso sobre as teclas.
    É menos intempestivo, não recorre ao sexo (no teclado) quando não tem argumentos, o que não implica que seja geringonço assexuado.

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  8. Manuel permalink
    18 Setembro, 2017 16:04

    A Cristina escreve bem, mas este assunto é um bocado pesado para o blog. Estarei sem paciência?

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    • Cristina Miranda permalink
      18 Setembro, 2017 16:27

      É sua opinião. Respeito.

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      • Tiradentes permalink
        18 Setembro, 2017 17:27

        A diferença entre uma opinião e a respectiva resposta está aqui em oposição com o discurso iluminado de como as outras pessoas o devem fazer. Simples uma pessoa pode considerar “pesado” e ao mesmo tempo interrogar-se se estará “sem paciência”. E a resposta também.

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  9. Isabel Monteiro permalink
    18 Setembro, 2017 16:16

    Piscoiso, é sempre assim tão estúpido, ou hoje é um dia especial?

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    • antónio permalink
      19 Setembro, 2017 08:59

      Andas por aqui a poluir o debate a soldo de quem ?? Vaza daqui, não acrescentas nada e és um pobre agente provocador. Vai bardamerda.

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    • piscoiso permalink
      19 Setembro, 2017 09:37

      Vai tu.

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    • Expatriado permalink
      19 Setembro, 2017 09:45

      Isabel Monteiro. Fique a saber que o coiso que pisca tem 365(6) dias especiais por ano. Mais os feriados!!

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      • Isabel Monteiro permalink
        19 Setembro, 2017 10:49

        Este Piscoiso é um bocado burro: portanto, para este Sr. a culpa de um grupo de empregados dar um calote na empresa do patrão, alinhar com os corredores corruptos de um cliente, montar um esquema e ir buscar Fundo Salarial e Fundo de Desemprego à SEG Social, enquanto todos trabalham paralelamente é culpa dos empresários??? Este coiso deve inscrever-se no tal Sindicato: que destrói empresas e postos de trabalho, para agradar a quem lhe paga para isso… Sou apartidária, de facto: mas a esquerda chica esperta tira-me do sério: sempre com o mesmo objetivo: o que é meu, é meu, o que é teu, é nosso… Vai trabalhar, pá…em vez de seres pago apra dizer parvoíces. (Sim…e vai lá fazer quixinhas ao Partido…) Eu vivo na Europa, não vivo nem na Venezuela, nem na Coreia do norte…oh, palhacinho! (irra…que criatura mais imbecil)

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      • Expatriado permalink
        19 Setembro, 2017 11:18

        Dizer “Este Piscoiso é um bocado burro” é um erro.

        @ gaj@ é como a pescada:

        Antes de ser já o era!!

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  10. 18 Setembro, 2017 16:27

    Essa senhora foi apanhada nas malhas que imobilizam este país. É assim que funciona. Há dois projectos para serem avaliados pelo IAPMEI, para ajudar a formar duas empresas no mesmo ramo. Um dos projectos é do marido da directora, outro não. Ganha o do marido. O outro consegue formar-se sem os subsídios da UE. O do marido da senhora já faliu. O outro não. Eu vi serem afixadas regras para candidaturas a subsídios na véspera do fim do prazo de entrega dos projectos. E não faltou quem os apresentasse – como conseguiram entregar cadernos com mapas, orçamentos, estimativas, dum dia para o outro é um “mistério”.
    Se essa senhora tivesse contratado um familiar dum qualquer ministro ou secretário de estado tinha ganho muito.

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    • Isabel Monteiro permalink
      19 Setembro, 2017 10:52

      Sabe, pelo caminho da minha luta para salvar a minha empresa deparei-me com muita coisa: muita corrupção, muito poder excessivo…é uma história curiosa. Ser português nos últimos 50 anos merece uma crónica de costumes: para que gerações vindouras entendam o que foi viver em Portugal: “A Vida Ao Contrário”, é isso mesmo: um relato de vida, profissional e pessoal, num país como este

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      • 19 Setembro, 2017 16:14

        Sabe, quando era mais novo não tolerava palermas a chatear-me. Também fui chamado às finanças vezes sem conta, era sempre “sorteado” para vistorias, etc.
        À minha conta foram exonerados dois directores-regionais e outros dois “engenheiros” foram para a pré-reforma. Nenhum departamento onde eu entrasse me recebia sem ranger de dentes. O truque é ser tão bera que lhe fazem as vontades só para se livrarem de si. E agarrá-los pelos tomates. Por exemplo pedir um parecer ao director-regional já com o parecer positivo do chefe dele. Ficar com duas cartas assinadas na mão – uma do director-regional a dizer que depois de contactado o director-geral o parecer foi negativo, e outra assinada pelo director-geral a dar um parecer positivo. Foi tão giro.
        Só que, cansei-me de ter de ser mais sacana que eles, não está na minha natureza. Além disso eu não era pago para ser sacana, e eles sim.
        Ao fim de uns anos fechei a loja. Tornei-me empregado. É mais fácil e o patrão que se moa. Houve quem achasse a atitude cobarde, mas a vida estava a passar-me ao lado. Essas coisas moem, física e psicologicamente. Um tipo tem que desdobrar tanto que às tantas precisa de dias com 25 horas. Acho que todos os que se queixam de serem empregados deviam ser obrigados a ser patrões durante um tempo. Chegar aos finais de mês e reparar que a preocupação principal não é “quanto ganhei” mas “como é que lhes vou pagar?”.

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  11. Alexandre Moreira permalink
    18 Setembro, 2017 17:38

    O post é extenso mas é esclarecedor . Muitas vezes é preciso ser extenso para esclarecer certos …coisos !! E mesmo assim fico com duvidas se podem ou não ser esclarecidos .

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  12. 18 Setembro, 2017 17:47

    Ó coisinho… mostra-me lá o link para o tratado definitivo sobre as regras inquestionavelmente acertadas do que é aceitável nos conteúdos da blogosfera, ratificado de forma universal por todos os bloggers, por sufrágio e aclamação, da autoria de “piscoiso”. É que eu cometi a imperdoável falha de ser autor de um nos tempos áureos dos blogs, que até era um dos mais lidos, sem tomar conhecimento das tuas sapientes e mandatórias normas. E caí na asneira de fazer textos mais longos que este. Não sei como não fui apedrejado em público. Fosga-se!

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    • piscoiso permalink
      18 Setembro, 2017 20:02

      Ó Ludwig van Lucas, as regras são as do bom senso.
      Vais para um chat e só utilizas frases curtas. Vais para um fórum e já te estendes um pouco mais, mas não muito. É senso comum porque escrevendo mais… ninguém lê.
      Se calhar foi por isso que o teu blogue acabou.
      Estás mesmo convencido que alguém leu tudo o que a Cristina publicou?
      Ora explica lá o que está escrito nas fotos 7 e 8.

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      • Cristina Miranda permalink
        18 Setembro, 2017 21:12

        Não te cabe a ti o’ coiso, avaliar. Cada um lê até onde quiser. Liberdade absoluta. Nem estás em posição de dar estatísticas. Mas te garanto q TODOS AQUELES q defenderam os trabalhadores da Dialectus por via dos vídeos, não vão perder 1 linha 😉

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      • piscoiso permalink
        19 Setembro, 2017 08:47

        Já lhe disse para ir tratar por “tu” o seu marido.
        Fique sabendo que avalio o que quiser na liberdade de expressão.
        Os comentários são isso mesmo, uma avaliação do seu post.
        Ou acha que só pode ter avaliações positivas, considerando as negativas como insultos?

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      • Cristina Miranda permalink
        19 Setembro, 2017 10:14

        O’ homem ninguém o proíbe de avaliar. Apenas não queremos baixaria nem insultos nem tentativas de ridicularizar o interlocutor. Coisa q faz muito bem.

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      • Isabel Monteiro permalink
        19 Setembro, 2017 10:53

        Ó Coisinho…se alguém leu tudo, não devia preocupar-te: agora que tu não leste, é ÓBVIO: ou não virias dizer que a culpa de uns inergúmenos roubarem o Estado, é do empresário. PS: só por curiosidade, pagam bem, para fazeres esta figurinha? Ou tb estás a receber fundo de desemprego, enquanto andas por aqui? Vai trabalhar, pá!

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  13. 18 Setembro, 2017 18:07

    Republicou isto em PortugalGate and commented:
    É um dos nossos maiores problema estruturais enquanto País: Não sabemos a noção de capital nem muitas vezes para que serve. Perseguimos quem o tem até ao inferno se for preciso. Quem produz é criminoso, criminoso porque se nâo paga por dificuldades de tesouraria, ora mais uma multa, ora toma lá outra taxa. Se fechar? É por incompetência! Nunca porque o Estado não é um Monstro de consumir os recursos dos outros!

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    • Isabel Monteiro permalink
      19 Setembro, 2017 11:00

      Mauro Pires, a Dialectus teve em 47 dias, 14 visitas do ACT. Teve uma multa: extintor fora de prazo. Todas elas por denúncias dos supostos empregados. Porque num país como Portugal, destruir uma empresa dá direito a 18 meses em casa a receber pelo correio. Vistorias, inspeções…Nah…É preciso é gamar subsídios. A história é muito má: a corrupção tem destas coisas. Passar de técnico de som a empresário, em Portugal ´basta ter um cliente (o principal) a quem interessa substituir fornecedores…É fácil… Fui 22 anos líder de mercado, de um mercado que eu abri: contra lobbies fortíssimos. E devo ser de peso no mercado, ou não me perseguiam ainda hoje. Quanto à justiça, tarda e não repõe os prejuízos, mas o Min Público estava atento: vamos ver se cumpre o seu papel. Qto ao “Polvo”…é o dono disto tudo…sempre foi. O BES, por exemplo, à minha conta, cobrou duas vezes o mesmo imóvel, e ainda o vendeu outra vez: e é credor da Dialectus (esqueceu-se foi de vir prestar contas. A Dialectus devia 70 mil euros, de 450 mil iniciais…) Portugal é uma país de Chico -Espertos: de incompetência, ladroagem, e subsído dependência. Enquanto assim for…não sai do pântano

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      • 19 Setembro, 2017 12:22

        Olá Isabel, eu sei da história. A Cristina contou-me. Portugal mudou alguma coisa, mas não o suficiente para não se deixar de chamar pântano.

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  14. basto_eu permalink
    18 Setembro, 2017 19:02

    Mais uma para os idiotas úteis comunas:
    As dívidas crescem cada vez mais.
    O Orçamento não chega para as despesas.
    O Centino diz que os vencimentos na função pública são para continuar.
    O alegado 1º vai diminuir as dívidas em 2018.
    Os impostos vão baixar no próximo ano.
    E o aldrabão sou eu…
    Carregue-lhes Cristina, e nunca os dedos lhe doam!

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  15. Filipe Costa permalink
    18 Setembro, 2017 19:22

    De fato, ou terno, arriscar o seu património para investir é só para pessoas que não tenham medo, por vezes corre mal, mas há quem não desista. Dou os meus parabéns à Cristina que continua a arriscar e à Isabel Monteiro, digo-lhe, não páre, continue a lutar pela vida.

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  16. 18 Setembro, 2017 20:14

    Para defender uma empresária dos epítetos que refere nos primeiros parágrafos, que até concordo dado ser contra generalizações absolutas, acaba por “throw under the bus” uma série de outros empresários.

    Assim, o que começou por ser uma apologia dos empresários portugueses, acabou por ser a demonstração da justeza das críticas que lhes fazem.

    Liked by 1 person

    • Cristina Miranda permalink
      18 Setembro, 2017 21:08

      Ninguém disse aqui que não havia maus empresários. O q aqui se trata é em relação AOS TRABALHADORES q são SEMPRE tidos como vítimas, quando na verdade não é de todo assim. Só isso. Leia de novo.

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      • 18 Setembro, 2017 23:53

        Nos comentários acima da própria Isabel Monteiro, não vislumbro qualquer azedume para com os trabalhadores.

        Já para os seus “colegas” empresários é bastante cáustica.

        Também ela necessita ler de novo?!

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      • Cristina Miranda permalink
        19 Setembro, 2017 10:17

        Vá ler o q escrevi. E não. Ela não está ressentida SÓ com os DDT. Porque nada teria sido possível se não fosse a ousadia desses trabalhadores em traí-la.

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  17. lupabinolucar permalink
    18 Setembro, 2017 20:37

    Deverá ser essa a razão pela qual ninguém lê António António Araújo no Malomil, Carlos Fiolhais, no De Rerum Natura, ou até mesmo António Barreto ou Galopim de Carvalho no Sorumbático.

    piscoiso, o Reino do Céu é seu, foi-lhe prometido em Mateus 5, 3-12.

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  18. Carlos permalink
    18 Setembro, 2017 20:41

    O comentário anterior é meu.

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  19. José Domingos permalink
    18 Setembro, 2017 21:54

    Mais uma pérola do nosso estado de direitos, o deles.
    Vamos ver se o post, não vai trazer problemas á Sra. Cristina, é que neste esgoto a céu aberto, outrora Portugal, existem abutres que se dão mal com a verdade.
    O morgado coiso, quanto é que lhe pagarão, para vir para aqui bolsar, ainda por cima, quando acossado, é ordinário, deve ter aprendido com o padrinho pinto, o manso.

    Liked by 1 person

  20. Arlindo da Costa permalink
    18 Setembro, 2017 23:31

    Li pacientemente este longo post e até vieram-me as lágrimas aos olhos….

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    • 19 Setembro, 2017 02:44

      enxugue-os com o coiso.

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    • Cristina Miranda permalink
      19 Setembro, 2017 10:18

      Eu sabia ar-lindo q a sua cabeça não dava pra mais. Só telenovelas mexicanas… E mesmo essas…

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    • Expatriado permalink
      19 Setembro, 2017 10:25

      Arrelindinho… Essas lágrimas são o resultado de só teres olhos para os Coisos. Seu cuck malandreco…

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  21. Procópio permalink
    18 Setembro, 2017 23:49

    Os donos disto tudo tiveram um percalço com o caso do ddt nº1, mas nada de essencial mudou. O sítio é um terreno árido em tudo menos em habilidades, corrupção e censura.
    Assim como o nº 1 da pulhítica deu lugar ao nº 2, também fora dela se acomodam as comadres. Há um avental muito largo a cobrir o terreno queimado e uma propaganda feroz que põe o semtino em bruxelas e a dívida a descer. E há muitos que acreditam.

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    • 19 Setembro, 2017 02:42

      Exacto, “um avental muito largo”.
      E continuará a haver gentinha que acredita também na “bondade” de bandidos de colarinho branco.

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  22. carlos alberto ilharco permalink
    19 Setembro, 2017 08:54

    Li o extenso post, li os comentários e tenho a dizer duas coisas.
    Um diálogo civilizado é impossível quando uma das partes coloca coração onde devia estar razão.
    A maioria das fotos são ilegíveis.

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    • Cristina Miranda permalink
      19 Setembro, 2017 10:12

      Leia e veja no computador. Falar em coração com apresentação de provas é como dizer q os tribunais são locais onde se discute sentimentos

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      • carlos alberto ilharco permalink
        20 Setembro, 2017 16:27

        Referia-me à discussão entre a senhora e o anónimo Piscoiso.
        Na minha modesta opinião nenhum ficou bem na foto.
        Os documentos apresentados continuam ilegíveis no computador

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      • Cristina Miranda permalink
        20 Setembro, 2017 21:10

        Isso resolve-se. Mas é curioso q eu consigo ver bem..

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  23. António C. Mendes permalink
    19 Setembro, 2017 09:40

    O Blasfémias é um local digno de elogio, no que toca à ética e à honestidade intelectual. Permitir que gente arruaceira, sem educação, inconvenientemente vazia e sem noção de limites, opine livremente dentro de nossa casa é um acto de nobreza extraordinário. Ser criado pelas tias não é condição sine qua non para não ter educação. Afinal, as pobres senhoras podem não ter a culpa e existe o livre arbítrio!

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    • 19 Setembro, 2017 10:38

      Tenho estranhado que não haja tios do piscoiso.

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      • Expatriado permalink
        19 Setembro, 2017 11:22

        Fugiram quando @ cois@ nasceu.

        Não quiseram assumir responsabilidades pelo que aí vinha.

        E do pai? Alguma vez foi referido pel@ gaj@??

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    • piscoiso permalink
      20 Setembro, 2017 11:56

      “Permitir que gente arruaceira, sem educação, inconvenientemente vazia e sem noção de limites, opine livremente dentro de nossa casa é um acto de nobreza extraordinário. ”
      Exactamente!

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  24. 19 Setembro, 2017 12:40

    Expatriado,

    ou então, mudaram de sexo e de nome.

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  25. 20 Setembro, 2017 11:29

    Li o texto duas vezes. Ausência total de objectividade, apenas para fazer valer a tese que os patrões são uns santos e os empregados|colaboradores, juntos com o capital, são uns trastes. Então o advogado, de uma dívida de 360 000 euros, reduz esta a 27 500 € e ela fica satisfeita em receber apenas este valor a prestações??? esta história tem mais buracos que um queijo suiço, talvez com menos emoção e agenda política tivesse corrido melhor.

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    • Cristina Miranda permalink
      20 Setembro, 2017 11:55

      Pois é… tem a certeza q leu o texto certo? Quer mais objetividade do q aquela q é descrita com factos e provas? Quer saber o destino desse advogado? Processo judicial. Sabe, já se queixaram do texto por ser extenso, imagine q incluo tudo o q merece ser incluído(porque faz parte da história), seria 1 testamento. Sim. É 1 síntese q mesmo assim tem 1600 palavras. Apenas para descrever sucintamente o q se passou na realidade. Não gostou do q leu porque faz parte desta trupe de trabalhadores sem escrúpulos? Temos pena. Quando se conta 1 história, ouve-se SEMPRE os 2 lados.

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      • 20 Setembro, 2017 11:59

        Exactamente por se ter ouvido só um dos lados e querer tomar a parte pelo todo é que saiu o que saiu.

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      • Cristina Miranda permalink
        20 Setembro, 2017 12:16

        Vamos lá ver se nos entendemos: ninguém aqui ouviu só 1 lado. Há imensa informação sobre esta matéria. É só ouvir e ler os profissionais da,área. Não inventei nada aqui. Tudo o q li e ouvi, converge nisto. Inclusivamente tenho no texto 1 documentário norueguês q revela o mesmo. Foi ver? Só o texto tem 3 links de gente diferente. Viu-os?

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    • Isabel Monteiro permalink
      20 Setembro, 2017 17:35

      Eu? Receber a prestações??? O Sr. RG não percebeu bem: a Dialectus e eu enquanto gerente só soube disto, por mero acaso, 4 anos depois, mais precisamente em Maio/2017. O Sr Advogado, mudou o processo de Oeiras, para Cascais, onde fez o acordo. Só ouviu um dos lados? E durante 4 anos, alguém ouviu alguma coisa que não os “pobres trabalhadores” coitadinhos? Já agora, fique com a informação em primeira mão: a mesma empresa, que tem uma morada em Mirandela, e NUNCA saiu de Oeiras, patrocinou com dois cheques a campanha eleitoral em 2013, do concelho onde supostamente existe enquanto sede de uma empresa Multimédia de topo: aqui tem a sede. Tem razão, esta história cheira pior que muitos queijos: não é, é para o meu lado.

      https://www.google.pt/maps/@41.5636186,-7.1304029,3a,60y,90t/data=!3m6!1e1!3m4!1sGYHz2AbAhEAplK2osLXlZg!2e0!7i13312!8i6656?hl=pt-PT

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      • 21 Setembro, 2017 10:06

        Limitei-me ler a acta do tribunal junta, aí é referido: a redução do valor da dívida a praticamente a menos de um décimo do seu valor, e o pagamento em duas prestações; Se não soube de nada, com que representantes da empresa o advogado fez o acordo homologado pelo juiz? Estes não eram legítimos?

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      • Cristina Miranda permalink
        21 Setembro, 2017 10:21

        Os advogados têm procuração com plenos poderes. Se forem de má fé, podem fazer o q quiserem no âmbito do processo. A vítima só se dará conta q foi enganada muito mais tarde.

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      • Isabel Monteiro permalink
        21 Setembro, 2017 21:03

        RG, o advogado em causa era advogado da empresa desde 2004. E era também administrador. Como cliente, e não sou advogada, segui o conselho dado pelo advogado. Supostamente, segundo me informou, a ação tinha caído com.a Insolvência. Não era verdade. A Adm Insolvência, alegadamente, tem a decorrer um.processo contra este advogado. Eu, de igual modo, também tenho. Agora, depois de ter vindo a saber que a TV que “não devia nada nem sabia do que se falava” (v. Notícia CM)..afinal tinha chegado a “acordo” pagando 27500€ ao mesmo, de igual modo agi judicialmente e junto da OA, organismo no qual não tenho a menor confiança.

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  26. 20 Setembro, 2017 16:06

    Ninguém disse que inventou (ou seja se o fez não tenho forma de saber, pelo que dou de barato que poderá ser a verdade de uma das partes, faltando as outras. O que aqui quis salientar é que não demonstra isenção, pelo simples facto que veio com o de santifica a patroa (e todos os patrões) e diaboliza os trabalhadores (logo todos os trabalhadores) na relação profissional, pouco importanto se a história é manca de nascença.
    Menos emoção e mais rigor, é o meu conselho, se me é permitido.

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    • Cristina Miranda permalink
      20 Setembro, 2017 21:12

      Nada disso. Você é q está aqui a pôr propositadamente emoção onde ela não existe. Falo assim dos empresários e trabalhadores por experiência própria. Voltarei a este assunto, desta vez com minha própria experiência

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      • 21 Setembro, 2017 10:09

        As experiências próprias não são passíveis de generalizações. E dividir o mundo em anjos (a empresária Inês Monteiro) e demónios (os trabalhadores) … haja pachorra.

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      • Cristina Miranda permalink
        21 Setembro, 2017 10:19

        Pois é… E lá vamos nós outra vez. Releia se faz favor. O q o texto diz é bem é que ALGUÉM andou e anda a dizer q a escumalha anda toda nos empresários, que os trabalhadores são sempre os coitadinhos. Nem vale a pena colocar esta afirmação em causa. É público. O q venho dizer neste texto e PROVAR é q essa teoria é falsa. Há maus dos 2 lados da barricada. Capice? Ou vai continuar a fazer de conta q não entendeu a mensagem? A minha experiência CONTA SIM SENHOR para explicar o q pessoas como você q nunca empreendeu na vida, NAO SABE.

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      • Isabel Maria Mattoso Monteiro permalink
        21 Setembro, 2017 21:18

        RG, não vi em lado nenhum dividir o mundo em anjos e diabos: fui vulgarizada, forte e feio: por um cliente/socio/cliente de 22 anos; por empregados e colaboradores externos que se organizaram para deitar abaixo uma empresa e dividir entre si os clientes da mesma; e por advogado que é um vocalista. Percebeu agora? Não serei com certeza a única no mundo: onde felizmente há patrões anjos e patrões nojentos e empregados honestos e outros desonestos. Tem razão, haja pachorra… (não me chamo Inês, chamo-me Isabel) Já agora, por mera curiosidade: apoia burlas à Seg Social, de beneficiários de falsos subsidios, (que os seus impostos pagam), qdo todos estavam a trabalhar? Compreende que uma empresa que nunca saiu de Oeiras tenha uma sede em Mirandela onde por acaso também uma empresa de enchidos? Tudo isto para si, é normal, limpo e transparente? Para o MP e outros organismos de investigação não é. Mas enquanto vai e não vai: o único lesado é o empresário, a quem ninguém devolve 24 anos de trabalho honesto.”E se fosse consigo???” Tenho curiosidade…

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  27. 20 Setembro, 2017 16:08

    “veio com o propósito” corrijo.

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  28. 21 Setembro, 2017 21:24

    Quem se mete com o lobby dos calores do cu, leva.
    Veja o que aconteceu ao Pedro Arroja.

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  29. 23 Setembro, 2017 21:09

    Tenho seguido a indignação e luta pelo esclarecimento desta situação por parte de Isabel Monteiro, e confesso que após a leitura deste artigo fiquei bem mais situado, e ao mesmo tempo indignado com tamanha malvadez…mas infelizmente é assim,sempre que ouço alguém(“importante”) dizendo na televisão que confia na justiça,eu de imediato esboço um sorriso e comento com os meus botões “coitado” ! Fugindo ao tema e só para criar um roda pé,lamento ver em muitos sítios, tal como aqui,comentários utilizando linguagem desapropriada,que em nada valorizam as tomadas de posição de quem a usa.

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  30. Isabel Monteiro permalink
    9 Outubro, 2017 14:02

    Para que não restem dúvidas: é falso que prestadores de serviços de tradução ALGUM MOMENTO tenham sido falsos recibos verdes: Já em 2007, uma outra tradutora que tinha tentado tomar de assalto o contrato, tentou o mesmo: sim, gostavam de conseguir isso, mas NUNCA o foram: pelo contrário: cumpriam todos os requisitos de prestadores de serviços inclusivé, prestando serviços para outros clientes. Em segundo lugar, é FALSO que tenham sido “enrolados”. Enrolaram e bem, e sabem disso: alinharam num esquema sórdido da responsabilidade de alguns, e no fim querem ser vítimas. Mas não são. Vítimas são dezenas de pessoas, tradutores também, e atores também, que só passado dois anos é que perceberam o que foi planeado nos bastidores. O Sr. Paulo Montes, que até assistiu placidamente a uma falência de outra empresa da área, já que trabalhava lá, antes de vir pedir trabalho à Dialectus, sabe disso muito bem. A objetividade? Essa é a única vez que a vejo presente: já que até aqui, arranjaram um culpado e mentiram de todas as formas que puderam, incluindo atribuir 4 falências a uma pessoa que nem nunca teve 4 empresas na área, sequer. Deitaram ao chão uma empresa líder com 24 anos no mercado, e com isso entraram para o mercado, pela mão de umn cliente a quem conseguiram convencer. Tradutores, atores e ex-funcionários. E isto é um FACTO. O resto…são as divagações dos coitadinhos…que precisam de usufruir daquilo que outros constroem.

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