As Cativações de Centeno Matam
O recente caso escandaloso de legionella num hospital público (sim, num hospital… público!) não deixa dúvidas: As cativações de Centeno matam. Matou nas estradas pessoas que fugiam aos fogos por indicação das autoridades sem meios operacionais. Mata agora pessoas que se dirigiam ao hospital para se tratarem porque a limpeza e manutenção dos equipamentos não estava a ser feita. Mata gente com doença oncológica por falta de assistência com 5 milhões já aprovados para os serviços de oncologia, mas suspensos. Matará ainda mais gente quando houver cheias ou sismos por falta de prevenção e meios, outra vez. Ou simplesmente enquanto esperam por cirurgia onde a limpeza de ficheiros impede de se saber a dimensão do drama. Sim, as cativações estão matar e não se ficam por aqui. As escolas já servem comida com larvas, ou em decomposição, sem carne ou porções diminutas… e os cortes na GNR e PSP disfarçados com alunos que nem começaram o curso. Sem falar das verbas do OE 2018 que não cobrem integralmente as refeições a reclusos.
Para quem não sabe, “cativações” é o termo técnico para designar “suspensões”. Ou seja, é uma ferramenta usada pelos financeiros para TEMPORARIAMENTE suspender verbas e ganhar alguma folga financeira. Nunca pode ser definitivo. É como suspender o ar enquanto respiramos, estão a ver? Se o mantivermos suspenso, morremos. Aqui é exactamente o mesmo.
Quando se recorre a este mecanismo como forma exclusiva de contenção de despesa está-se criminosamente a retirar verbas ESSENCIAIS ao bom funcionamento dos serviços públicos que só nos hospitais vai em 9,2 mil milhões. Ou nos transportes onde 20% da frota está PARADA por falta de manutenção. Pior, está-se também a PARAR o país criando graves dificuldades de tesouraria em todas as empresas fornecedoras do Estado que, sem liquidez, ou se endividam ainda mais ou entram em insolvência. Bonito serviço, não?
Ora, eu não tenho dúvidas nenhumas que o nosso “CR7 das cativações” sabe disso. Isto é básico em gestão. Porém, ao seguir firme por esta trajectória está simplesmente a dizer de forma dissimulada “que se lixe”. Importa-lhe, tal como ao Costa, o momento. E o momento é de encobrimento, de cirurgia plástica às contas. Se depois algo correr mal, pouco importa pois tal como o próprio o disse “em 2018 já não será ele o Ministro das Finanças”.
O que importou nestes 2 anos de governação da geringonça, essa criação maravilhosa que junta 3 derrotados de esquerdas à frente dos destinos da nação, foi encher de regalias os de sempre: função pública e corporações. Veja-se a última preocupação destes ao querer reformas antecipadas aos funcionários públicos que entrem no desemprego ( inconstitucional ao abrigo do artº 13º)! Aqui não houve cativações. Abriu-se cordões à bolsa e todos os dias se prometeu mais e mais. Não só aos Funcionários Públicos mas também investiram largamente e sem limites neles próprios. Não houve qualquer problema de verbas. Tal como Costa afirmou foi “chapa ganha, chapa distribui“. Claro, mas só para eles e função pública.
Ironicamente, precisamente quando o calendário nos lembra que o comunismo nasceu há 100 anos, sentimos na carne a aplicação ainda em modo muito inicial dessa ideologia de Marx. A concentração no Estado de TODAS as prioridades só com elites e corporações deixando o povo com migalhas entregue à sua sorte. Pior: na teoria dos carniceiros comunistas, morrer por aplicação desta ideologia de sonho é apenas dano colateral das Revoluções de Outubro, Novembro ou do raio que os parta, onde morrer não era um problema: RESOLVIA problemas. Ou seja, morrer gente não lhes tira o sono. Só o Focus Group que é preciso ir controlando para que a popularidade se mantenha alta e os votos correspondentes. Emoções? Quando não há, inventam-se. Tudo em prol da ideologia propagandista e de vaidade. Tal e qual os regimes vermelhos.
Por isso, as cativações vão continuar independentemente de quem morra. Porque o DINHEIRO DE BRUXELAS faz falta para pagar salários e reformas a esta malta e ele não pode falhar. Isso é que importa. Enganar a CE até onde for possível para manter o nível de vida que ambicionam.
O resto da população não passam de números. Mais um menos um, tanto faz.

um alívio para a falida insegunça social zarolha
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Haja funcionários “bem pagos” e o país está “tranquilo”. Isto também ajuda a sanar o velho embuste sindical, propalando durante muito tempo noutros tempos, que a principal preocupação dos sindicados “são os serviços prestados às pessoas”! Os sindicatos – legitimamente – preocupam-se apenas o bucho dos seus associados. E fazer “forcing” para mudar políticas nesse sentido!
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Estranhamente faltam na paisagem os cartazes indignados do Bloco. Nem um pio sobre incêndios, mortos, SIRESP, legionella, cativações – NADA!
Passos Coelho governou sob uma chuva de protestos, insultos, e greves (em média uma de 4 em 4 dias), enquanto resolvia o buraco socialista. Este governo tem pavoneado a sua incompetência sem entraves, mas a altíssimo preço para todos.
Daqui a uns tempos alguém terá de pagar as cativações, e o défice dá um pulo igual ao que deu quando a UE obrigou a colocar na despesa pública tudo o que Sócrates manteve desorçamentado. E lá virão os Arlindos e Piscoisos, e outros mais insidiosos, com gráficos e números a tentar meter os dedos nos olhos dos outros.
Espero que a memória do povo não seja curta, porque neste ano em particular, está bem à vista o que são o PS, PCP e BE.
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“Espero que a memória do povo não seja curta”.
Penso que nunca li desejo mais estapafúrdio que esse (sem ofensa).
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Faltaram as cativações aos hospitais de Coimbra. O buraco foi tapado com dinheiro dos donativos para Pedrógão
E os Socialistas, mais as esganiçadas até se riram -não sei de que se riem os néscios, mas andam sempre a rir.
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Este governo geringonço … não tarda, a par dos Siresp e Kamovs, a propor a nacionalização das agências funerárias…
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Relembrando um post anterior…………
Saio da cama onde roncara
Cativo as unhas e os pêlos da cara
Tomo um bom banho, ponho a gravata
Logo pareço um tecnocrata
Cativo a baguete e fatias de queijo
Saio de casa lançando um beijo
Rua compacta, fila a parar
Cativo à esquerda pra me despachar
No Ministério os gastos rejeito
E sem cerimónias, cativo a direito
Já no almoço, perante os mordomos
Peço laranja, cativada em gomos
Quanto ao café, cativo-o com leite
Pois fica mais fraco e é um deleite
E respeito o médico, que me deu o mote
Cativo no açúcar, só meio pacote
De volta ao trabalho, défice a escalar
Não há problema, é só cativar
Saio mais cedo e sem desmazelo
Vou ao barbeiro, cativo o cabelo
Chego a casa, patilhas imberbes
Cativo a relva e mais duas sebes
Na hora da ceia cativo o pão
Mais meia pastilha para o coração
Dentes lavados, cozinha arrumada
Vou para a cama com a minha amada
Ensaio um avanço, demonstro paixão
Cativa-me as vazas, diz-me que não
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A saúde vai a caminho da excelência soviética!
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A austeridade criminosa do Vitor Gaspar, da Marilú, do Passinhos e do hermafrodita do Portas não matavam??? Era um bálsamo, com certeza :)….
Oh porca miséria! Mas será que esta gente trabalha para a água que bebe?
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Baza ! … Asqueroso ! Vai, abutre, vai jantar ao … Panteão !
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Meu caro, a austeridade desses foi por IMPOSIÇÃO de 1 documento ASSINADO por SOCRATES e TROIKA conhecido por MEMORANDO DE ENTENDIMENTO e que RESULTOU da BANCARROTA em que o PS nos VOLTOU a por. Por muito que tente branquear a História jamais a conseguirá mudar. Temos pena.
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Cristina Miranda,
Não subestime o poder dos neo-totalitários como o Arlindo, a Cacarina e o Jirónimo de mudar o passado. Esse é um dos exercícios favoritos dessa gentalha.
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Longa vida Cristina, que as mãos nunca lhe doam para dizer as verdades que os bem instalados não gostam. Vivemos apenas de aparências, ou seja, para políticos vida de ricos, para os portugueses de segunda, apenas migalhas. Porca miséria…
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