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Lenços a acenar, mães a chorar e grandoladas pá, muitas grandoladas pá…

22 Novembro, 2017

Trabalhadores vão ser arrancados à sua casa, à sua família, é o desequilíbrio, o desacerto, a precaridade das vidas, o capital que tudos esmaga…

Governo muda sede do Infarmed para o Porto em 2019

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26 comentários leave one →
  1. Expatriado permalink
    22 Novembro, 2017 17:55

    Foi o que eu disse no post do Rui a…

    “As TVs vão estar presentes nas despedidas desta (e)migração forçada para que todo o populéu veja a babá e ranho das dores da separação.

    Não foi o Passos que…”

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  2. rão arques permalink
    22 Novembro, 2017 18:03

    Porque não o Museu dos Coches, a Estufa Fria, o Jardim Zoológico ou mesmo o Pastel de Belém para a Invicta?

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  3. Procópio permalink
    22 Novembro, 2017 18:05


    Ponham-lhe o banquinho e encurtem as calças aos fardados. Ou minguaram com o efeito geringonça?

    O caso do Infarmed vai ser um case study. Um instituto bicéfalo.
    Vai ser bom para todos. Vem a sede para o Porto com os do Porto.
    Os de Lisboa ficam em Lisboa.
    Vai ser só em 2019, até lá arranja-se lugar para todos. Nós pagamos.
    Uma dúvida. Quantos ensaios por ano faz o Infarmed a genéricos postos à venda no mercado?
    “Os ensaios clínicos em Portugal continuam em queda, seis meses depois de o Infarmed ter criado uma plataforma “on-line” para os aumentar, e a autoridade do medicamento não consegue fazer um balanço da atividade daquele portal.
    Desde 2008 que o número de pedidos de autorização de ensaios clínicos tem vindo a diminuir, de 146 nesse ano, para 116 em 2009, 107 em 2010 e 88 em 2011″. DN.

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  4. LTR permalink
    22 Novembro, 2017 18:10

    Como as políticas que o senhor Costa (mandatário para a governação dos dois partidos que governam com 20% dos votos) preconiza para o interior e para a descentralização não passam da oralidade, faz-se de conta que se descentraliza, o que dentro do modus operandi de alguém com as “qualidades” da aberração só pode ser conseguido à pressão.

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  5. Arlindo da Costa permalink
    22 Novembro, 2017 18:20

    Pelo menos não vão para o desemprego ou para cascos de rolha no estrangeiro como vaticinava o tecnoformatado Passos Coelho….

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    • comendador permalink
      22 Novembro, 2017 18:51

      Cascos de rolha onde fica . O Passos Coelho tem que aparecer sempre em todas as merdas, que doutrinação essa o AC

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    • 22 Novembro, 2017 20:03

      ai não que não vão, pergunta à malta da CGD obrigada a rescindir e aos outros que ficam sob ameaças ( de despedimento se não venderem produtos bancários mesmo que os clientes os não queiram) e coação o que é que se passa, palerma. Vejam o comunicado do STEC ( terror social na CGD ). E não venhas falar na reestruturação que isso foi para inglês ver ( tal como foi o inquérito à má gestão dos administradores xuxas que roubaram a CGD em milhões), pois os srs administradores têm hoje ordenados à Cristiano Ronaldo ( graças à alteração da lei do gestor público ) e de 12 passaram para 17.

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  6. Procópio permalink
    22 Novembro, 2017 18:28

    A caça aos votos faz correr riscos. O Infarmed é pólvora.
    Da maneira como isto está, puxar por um cordel é o suficiente para sair ranço.
    O tuga aguenta muito, aguentou o botas por décadas, tal como o mesquita em braga, e muitos outros da mesma jaez, o 25A tudo bem, mas convém não abusar.
    Conforme se há de ver não é a legionella, não é a e. coli, não são as armas roubadas a granel, não são os incêndios encomendados, não é a guerra civil nas estradas, não é o pó nas escolas, não são os seguranças das discotecas, nem os dinossauros no jardim das delícias, nem os bichos a comerem nos restaurantes, nem a água do tejo poluída, nem os impostos exorbitantes, nem o sufoco do meio do mês, nem as falsas notícias da tv,
    a geringonça mata.

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  7. maria permalink
    22 Novembro, 2017 18:34

    O opinador Arlindo Costa está a ser desonesto. Sabe perfeitamente que Passos nunca mandou emigrar. Ele disse apenas que o excesso de professores em Portugal, se quisessem tinham uma oportunidade em Angola.
    Por cá dos ditos 300.000 quantos regressaram?

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  8. Procópio permalink
    22 Novembro, 2017 18:35

    No ano passado foram cerca de 600 os médicos que pediram «passaportes» para emigrar, um crescimento de 30% em relação ao ano anterior.

    Miguel Guimarães informou que a Ordem «ainda está a contactar, um a um, os médicos que em 2016 pediram os certificados indispensáveis para exercerem noutros países, para aferir o número concreto de profissionais que acabaram mesmo por emigrar». Contudo, o dirigente considera que o simples aumento destes pedidos deve ser suficiente para que o Governo pense, com urgência, «numa forma eficaz» para fixar os médicos em Portugal.

    O documento “Número da Ordem” relativo a 2016, a que a agência Lusa teve acesso, mostra que só num ano aumentou em 19% o número de dentistas com inscrição suspensa na Ordem, sendo a emigração o principal motivo desta suspensão. Os enfermeiros portugueses continuam interessados em trabalhar no Reino Unido, após o referendo que aprovou a saída da União Europeia (Brexit)
    Em dois meses, de setembro a novembro de 2016, entraram em funções no Reino Unido 461 enfermeiros de nacionalidade portuguesa, conta a edição de hoje do Jornal de Notícias.

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    • José Ribeiro permalink
      23 Novembro, 2017 09:22

      Caro Procópio,

      “O documento “Número da Ordem” relativo a 2016, a que a agência Lusa teve acesso, mostra que só num ano aumentou em 19% o número de dentistas com inscrição suspensa na Ordem, sendo a emigração o principal motivo desta suspensão.”

      Estive na Holanda recentemente e tenho uma prima dentista que para lá “emigrou”, faz ano e meio. Perguntei-lhe quando regressaria de vez. Obtive a resposta pronta:
      – “Nunca! Só vou a Portugal para rever a família. Aqui ganho 4x mais, tenho tudo o que preciso, transportes públicos a cada 3-8 minutos, o funcionalismo público funciona e atendem as pessoas com mimos (chás, cafés, bolinhos, bolachas, …), se tiver filhos, o Estado paga metade da renda da casa, a saúde é grátis até aos 18 anos, e muitas muitas outras benesses.”

      E perdoem-me os excelentíssimos comentadores e autores pelo vernáculo, mas está aqui um cabrão do mais triste e idiota útil de m€rd@ a mandar bitaites de cascos de rolha no estrangeiro que não vê a ponta dum corno à frente e lento de compreensão, deve ter os neurónios no cu em vez no cérebro. É um dos fdp pagos à peça e chulo do OE.

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  9. Procópio permalink
    22 Novembro, 2017 18:42

    O grande líder assistiu esta quarta-feira a um exercício militar em Mafra.
    Sintam-se desvanecidos, porra!

    https://static.globalnoticias.pt/dn/image.aspx?brand=DN&type=generate&name=original&id=8935806&w=579&h=371&t=20171122151300

    Terá comentado para o sargento:
    “Que bom, não oiço nada com estes headphones”!
    “Posso levá-los para casa e andar sempre com eles”?
    Resposta eventual do militar: “Qualquer dia ficas cá no quartel e não sais!”

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  10. Tiro ao Alvo permalink
    22 Novembro, 2017 18:52

    Para já, o que o governo arranjou, é que o Infarmed paralisasse, entrando modo “plenário” permanente.

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  11. 22 Novembro, 2017 19:42

    FILHOS DA PUTA. NÃO CONSIGO DIZER ISTO DE OUTRA MANEIRA.

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  12. 22 Novembro, 2017 19:57

    As pessoas não são números, haja respeito pelos trabalhadores, os trabalhadores têm direitos,….como ? não é o PSD neo-liberal que governa ? eh lá…espera lá…..temos que mudar a cartilha. Ó Costa, manda lá um twitter do Panteão ou algo do género….que tal um TGV lisboa-Porto para levar os 300 trabalhadores do Infarmed de ida e volta ? viva o socialismo .

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  13. Rui permalink
    22 Novembro, 2017 20:36

    Das melhores medidas do Costa até agora. Espero que seja para continuar com outras instituições. Se o fizer ainda acabo a votar nele.
    Muito se fala das tais “reformas estruturais” que o país precisa. Na minha opinião esta é uma das mais importantes. Descentralizar. A regionalização num país com a nossa dimensão não faz o mínimo sentido, é um desperdício e duplicação de recursos enorme. Mas a centralização de todos os centros de decisão e de emprego público em Lisboa também não fazem nenhum sentido e tem causado uma enorme migração de pessoas para Lisboa. Atualmente para um jovem em início de carreira o diferencial de oportunidades profissionais em Lisboa versus o resto do país é enorme. É uma falta de equidade entre os cidadão portugueses de que ninguém fala mas que na minha opinião causa um grande prejuízo ao país.
    Acredito que até para os próprios Lisboetas esta descentralização será benéfica pois irá diminuir a pressão sobre o preço das casas e do arrendamento.
    Obviamente que vão haver sempre interesses corporativos e pessoas incomodadas com esta reformas, mas quando as mudanças são no sentido certo esse incómodos e custos valem a pena.

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    • 22 Novembro, 2017 20:52

      Descentralizar era mandar o Infarmed para o Alandroal, não para o Porto. Se Portugal não é só Lisboa, certamente que não é só Lisboa e Porto. Ponham o parlamento em Freixo-de-espada-à-cinta. Isso é descentralizar.
      Os governantes estão tão acantonados em Lisboa que se os espanhóis invadissem Portugal até ao Montijo, não davam por nada.

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      • Rui permalink
        22 Novembro, 2017 20:57

        é um primeiro passo.
        Mas tem razão, deveria haver um plano estruturado de descentralização. Por exemplo nos próximos 2 anos todas as capitais de distrito receberem alguns serviços públicos de Lisboa. Facilitar a mobilidade de funcionários públicos para fora da capital e dificultar o inverso. Dificultar a contratação de funcionários públicos em Lisboa (e talvez Porto) e facilitar nas restantes regiões do país.
        Acho que esta decisão poderia ser um pontapé de saída para um plano nacional de descentralização.

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  14. José Ramos permalink
    22 Novembro, 2017 21:00

    Mas haverá algum motivo, a não ser uma espécie de “compensação” bacoca e pueril, para o Infarmed se deslocar?

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  15. Eremita permalink
    23 Novembro, 2017 10:00

    Além de outros, a Helena tem problemas de ortografia.

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  16. Arlindo da Costa permalink
    23 Novembro, 2017 17:36

    Espero que mudem muitos mais institutos e serviços, agora para o interior, Alentejo e Trás-os-Montes, dinamizando aquelas terras e combatendo a desertificação.

    Lisboa é boa mas é para fazer turismo.

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  17. Eduardo Galinha permalink
    23 Novembro, 2017 18:26

    Aceitam-se apostas.
    Os papalvos ainda não perceberam a táctica da geringonça dos encostas.
    Para desviar as atenções dos reais problemas do país o senhor da encosta lança estes bitaites. comentadores, analistas e até ministros e secretários de estado vão atrás.
    Não percebem que é o truque do avança e recua.
    Não se fizeram estudos, não se fizeram contas, não se consultou nada nem ninguém e atiram-se estes foguetes para o ar e muitos papalvos correm logo a apanhar as canas
    Aceito apostas em como o Porto fica a ver navios e o rio, mais uma vez, a chuchar no dedo ludibriado pelo senhor da encosta da capital.

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