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A Falsa “Liberdade” da Esquerda

29 Abril, 2018

Confesso que já não tenho paciência para os discursos “bonitos” de homenagem ao 25 Abril como se ele tivesse acabado de acontecer e não soubéssemos ainda o que nos esperava. Foram 44 anos de mentira, de falsa sensação de liberdade só porque agora podemos dizer quase tudo o que pensamos sem ir preso. Por enquanto.  E a prova está na abstenção que a seguir à revolução foi quase nula, no ano seguinte passou para 16,5% e a partir de 83,  disparou para 44%. A fraude não tardou a manifestar-se. Hoje, temos a terceira maior dívida do Mundo, o segundo maior défice da Europa, o país mais corrupto da média europeia e estamos no ranking  com  maior carga fiscal. Esta é a “bela liberdade” que ganhamos: o aprisionamento  financeiro – por dívida e corrupção – que nos empobrece e impede de ter vida condigna.

O país não mudou com a Revolução dos Cravos. Quando cheguei a Portugal em 78, e até assinarmos contrato de adesão à CEE, em 85,  nosso país não tinha dado um passo ainda na mudança que hoje conhecemos. Muito pelo contrário. Nacionalizações mataram a economia e já tínhamos no currículo duas bancarrotas até 1983!!. Se temos vias de comunicação excelentes, melhor habitação, melhor escolas, melhores hospitais, melhor formação, melhor mercado de trabalho entre outros,  devemos à tão demonizada UE que ainda não parou de canalizar fundos (grande burra!) para encherem inclusivamente muita conta bancária de oportunistas. Se parecemos um país desenvolvido, hoje, é por mérito dessa Europa e não nosso.

Porque se esse dinheiro nunca cá tivesse chegado, estaríamos mais atrasados em todos os segmentos do que durante o Estado Novo, devido à nossa constante incapacidade de nos governar, gastando mais do que a colecta em impostos,  para servir interesses particulares gigantescos, só com uma diferença: já não podíamos contar com os milhões de fundos da UE para nos salvar as contas. Estaríamos a imprimir desenfreadamente moeda para nos manter à tona, fazendo disparar a inflação e desvalorização do escudo, com todas as consequências que daí adviriam, elevando brutalmente o custo de vida e  pobreza. Ou seja, seríamos um “paraíso  Venezuelano” sem petróleo.

Não somos livres não senhor. Somos escravos modernos prisioneiros a escassos rendimentos, “dopados” por uma propaganda eleitoralista constante, para enganar incautos. Quando vejo as esquerdas encherem a boca com a palavra “Liberdade” a torto e a direito dá-me náuseas. E quando ainda por cima vejo liberais a festejar ao lado destes, fico doente. A “liberdade” que a esquerda festeja é exactamente aquela que os que prezam a VERDADEIRA LIBERDADE, abominam. Como podem dar as mãos se não estão a celebrar o mesmo?

A “liberdade” que a esquerda defende hoje, é igual à que defenderam no passado: um Estado totalitário que concentra em si toda a economia e serviços, inclusivamente os meios de comunicação; que regula e  limita  todas as liberdades individuais e colectivas. Regimes que conhecemos bem o “seu sucesso” através da Alemanha de Leste, na Coreia do Norte,  Cuba,  Venezuela e  União Soviética. É aquela “liberdade” que os faz tapar estátuas ou mudar os nomes às praças ou jardins para limpar a História ou atirar ovos em pleno festejo do dia da liberdade aos opositores. É a “liberdade” de dizer explicitamente que só fizeram uma aliança com o “diabo” para impedir a direita de governar (mas que democráticos) demonstrando intolerância por  todos os que não partilham a mesma cartilha. É a “liberdade” de quererem  controlar as redes sociais que consideram um “perigo à democracia”. É a “liberdade” de Soros, esse multimilionário sádico que quer impor uma nova ordem mundial totalitária – a partir do caos causado pela desconstrução da sociedade – e que eles não se importam de figurar na sua plataforma como aliados dessa nova ordem. Veja aqui na Plataforma de George Soros os portugueses aliados, entre eles Marisa Matias, Liliana Rodrigues, Ana Gomes, João Ferreira.  É a “liberdade” jornalística “independente” como o “Só Fumaça” – um jornal marxista – financiada com 80 000€ da Fundação George Soros (outra vez). Que bonito! Estou até “emocionada” com esta “liberdade” ditatorial que apregoam.

Neste dia, e perdoem-me a franqueza, o que esperava ver no Parlamento era um discurso arrebatador, verdadeiramente sentido, com muita revolta, a abanar com toda a estrutura política.  Alguém que olhasse nos olhos de todos os deputados presentes e dissesse em nome de todos nós, cidadãos defraudados: “Basta meus caros deputados! Basta!”. Alguém que rasgasse o politicamente correcto e tirasse as unhas de fora apontando sem dó nem piedade, sem diplomacia,  um a um, os pecados cometidos em 44 anos pela classe política e que suprimiram a liberdade conquistada, e não o contrário. Porque é disso que se trata: roubo de liberdades aos cidadãos e não ganhos.

Mas isso, sou eu, que sou do povo e nunca tive vida fácil. Que tive de batalhar arduamente cada cêntimo ganho. Que desde os 17 passei por vários governos e  sei quanto custa a vida,  governado por mentirosos. Que contei tostões. Que tive mais que um emprego em simultâneo para puder chegar ao fim do mês. Que tive muitos fracassos e vitórias à minha conta por isso conheço o terreno como ninguém. Que possuo uma carreira profissional extensa carregada de experiências ricas em aprendizagem feita de escaladas difíceis, sem apoios. Que conheço o SNS e sei que só serve para curar gripes porque se for urgente e não houver umas economias no bolso para ir ao privado, morre-se na lista de espera. Que sei que se as  escolas públicas não estupidificam mais que ensinam e não são piores  é porque temos profissionais maravilhosos que contrariam as estatísticas e se entregam de forma altruísta.

Porque é preciso nascer, crescer e trabalhar neste país desde cedo, no meio do povo,  para saber realmente o que ele é ou não é e do que precisa. Os outros, são parte do sistema, que viveram sempre confortavelmente e que rosnam mas não abocanham com medo de  perder o lugar ao sol.  Não sentiram a perda de liberdade.  Nem sabem sequer do que falo. Por isso vão continuar a festejá-lo como no 1º dia alheios ao roubo da liberdade pelas esquerdas.

 

 

 

 

 

 

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35 comentários leave one →
  1. 29 Abril, 2018 12:28

    Cristina,

    Uma coisa é ser incisiva, contundente e pertinente e outra é dizer a verdade. É uma autêntica blasfémia combinar as anteriores no mesmo texto.

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  2. 29 Abril, 2018 13:41

    Colaço
    29 Abril, 2018 12:28

    Excelente. . .É muito raro encontrar-se alguém
    apodando um texto de mentiroso nesse estilo “diplomático”.

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    • 29 Abril, 2018 14:07

      Encontrou sarcasmo onde ele não existia.

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      • 29 Abril, 2018 15:14

        Colaço
        ” Sarcasmo é uma palavra com origem no grego sarkasmós que significa zombaria, escárnio, motejo.”

        Sarcasmo, nem pensar! Tão apenas me detive na sua mensagem
        “Uma coisa é ser incisiva, contundente e pertinente e outra é dizer a verdade.”

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      • 29 Abril, 2018 15:36

        E continuei dizendo que é uma blasfémia juntar as duas.

        Que é o caso deste texto.

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  3. Juromenha permalink
    29 Abril, 2018 13:47

    O óbvio ululante ( perdoem o lugar comum).
    Infelizmente há um problema básico : neste monturo à beira mar descarregado, uma fauna maioritária gosta , aparentemente (?) , de ser aldrabada, roubada e tratada como débil mental por uma quadrilha , filial de outro “conglomerado” internacionalista , empenhada em aplicar, obedientemente e sem fissuras, as directrizes emanadas da casa-mãe.
    Basta ver a “legislação” parida pelo bordel de S. Bento…

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    • 29 Abril, 2018 14:12

      Quando se trata do destino a dar ao nosso dinheiro, eles não são tolos e têm arte.

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    • Andre Miguel permalink
      30 Abril, 2018 09:43

      A fauna maioritária está domesticada à séculos a pensar pequenino, basta-lhe o seu trabalhinho, a sua casinha, o seu passeiozinho de fim de semana. Os nativos do rectângulo nunca foram motivados a serem ambiciosos, os que tinham essa fibra fizeram as malas nos descobrimentos e nunca mais voltaram, nos dias de hoje os melhores seguem o ensinamento e emigram. Por isso o problema da nação é estar cada vez pior habitada: velhos, ignorantes e politiqueiros rascas. Um dia a coisa estoira e a bomba demográfica coloca o rectângulo no seu lugar: a Cuba da Europa. Pobre povo que tão fracas elites pariu.

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  4. 29 Abril, 2018 15:20

    Republicou isto em Palhota-da-Malamala.

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  5. 29 Abril, 2018 18:53

    Gostei do seu texto, o meu pai era socialista, sempre me disse que vivia melhor antes do 25 de Abril, mas agora podia falar. Acho que muito povo gosta de pagar pela suposta liberdade.

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  6. weltenbummler permalink
    29 Abril, 2018 19:08

    com o ditador antonio das mortes
    estamos na MERDA

    Liked by 1 person

  7. cachecol permalink
    29 Abril, 2018 20:29

    Para a mentira ser segura
    e atingir profundidade
    tem de trazer à mistura
    qualquer coisa de verdade
    (antonio aleixo)
    Assim , com a propaganda politica é possivel enganar os parolos durante 44 anos , Alias até qualquer D. Branca os engana …
    Por exemplo , não é verdade que o País tenha empobrecido com Salazar . (foi o periodo em que o afastamento entre o pib medio portugues e o europeu foi menor . ) . O unico periodo onde houve saneamento financeiro
    Natalidade ? (financeiramente insoluvel ) , Educação ? (um verdadeiro catavento)
    Financeiramente falido .
    Salario minimo ? (nunca falam em produtividade e formação)
    ………….
    Não me venham dizer que tenho liberdade .
    Assisto a uma caça ao voto . Não vejo governantes , apenas banhas da cobra

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  8. Leunam permalink
    29 Abril, 2018 21:28

    Parabéns Cristina.

    Liberdade, hoje, é uma PURA ilusão em Portugal e creio que por essa Europa fora; senão vejamos:

    1) Quando se nasce leva-se logo com nº de contribuinte e cartão de cidadão em cima.

    2) Quando se toma uma simples “bica” pedem-nos o nº de contribuinte, se pedirmos a factura. (Nota – esta situação é extensível a tudo quanto se compre ou se venda, como manda S. Fisco!).

    3) Quando se tira o cartão de cidadão é-lhe agregado um “Chip” no qual se podem gravar informações que o dono desconheça.

    4) Se se faz uma viagem por Auto-estrada lá estão as portagens a registar o movimento da viatura, quiçá os próprios ocupantes da viatura, do dia, hora, minuto e segundo em que isso se passou, isto é onde e quando entrou e onde saiu a viatura.

    5) Se vamos mandar fazer a inspecção anual do nosso carro, lá ficam registado quantos quilómetros o carro tem e, por comparação com a inspecção anterior, quantos quilómetros a viatura andou no ou nos anos anteriores.

    6) Se vou à Baixa lá estão as câmaras espalhadas por toda a parte para me filmar, e diz quem manda, que é para a minha Segurança! (Nota – se for ao cinema, ao futebol, a um museu ou até à praia é igual).

    7) Se tenho um cão ou um gato, como têm que ser vacinados, lá fica o registo do dono (Nome morada, telefone, nº de contribuinte, como se fossem também meus filhos!).

    8) Se tenho uma unha encravada e vou à minha médica de família, lá fica registado no computador do Estado, mais esta maleita, a juntar às outras que já tive, bem como os medicamentos prescritos.

    9) A farmácia, o supermercado, enfim muito do Comércio já lá têm registados o meu nº de contribuinte, morada, telefone, etc.,etc. bem como tudo o que comprei, quanto e quando e como ficou registado, possível se torna fazer comparações para concluir quais as minhas preferências e hábitos, ou seja: quem quiser dar-se a esse trabalho pode saber, em concreto, qual a cor que prefiro para as minhas cuecas!).

    10) Quanto aos meus Pensamentos é que eu julgo que ainda não os controlam em geral, pois como não vou à igreja confessar-me, ainda consigo amar e desprezar quem eu quero mas não estou seguro se, daqui a mais uma ou duas gerações, isso não virá a acontecer por cá porque: “Meu, é tudo aquilo que não pode ser dos outros!”.

    Conclusão:
    Para haver verdadeira liberdade era preciso que pudéssemos cantar como dizia uma cantiga antiga:
    “Se eu tivesse a liberdade que a pulga tem no lençol, apalpava as moças todas, esta é dura, aquela é mole!”
    Livre, foi Viriato até à chegada dos Romanos.
    De então para cá… o REDIL, mais largo ou mais apertado, sempre conforme com a boa ou má índole e competência do pastor ou do seu criado.

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  9. Daniel Ferreira permalink
    29 Abril, 2018 22:03

    “Portugal surge logo a seguir à Croácia, Quénia, Eslovénia e Sérvia. O inquérito foi realizado pela consultora Ernest & Young, que entrevistou 3.800 pessoas em 38 países da Europa Ocidental e de Leste, Médio Oriente, Índia e África”

    De uma população mundial de 6.000.000.000 de pessoas entrevistaram… 3.800!!!
    De 192 paises analisaram… 38!!!
    Deixaram de fora Ásia e América Latina… metade do planeta!!!
    E daqui concluiram que somos o 5º mais corrupto do mundo?!

    Que o Blasfémias não se tenha que submeter a ética jornalistica é uma coisa, mas a RTP sujeita-se a uma coisas destas? Com esta estatistica que não vale um chavelho, o rigor das restantes estatísticas compromete a solidez da opinião emitida!

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    • Mario Figueiredo permalink
      30 Abril, 2018 01:18

      O estudo está disponível aqui: http://www.ey.com/Publication/vwLUAssets/ey-emeia-fraud-survey/$FILE/ey-emeia-fraud-survey.pdf. O documento é mais interessante do que a péssima abordagem da RTP fez crer.

      Em primeiro lugar, o estudo não é global. Procura estudar apenas os países que adoptou e não faz extrapolações para o resto do mundo.
      O estudo revela a percepção do índice de corrupção e não o verdadeiro índice de corrupção. Ou seja, Portugal está em quinto lugar no número de pessoas que maior indicação deram de acreditar que a corrupção é generalizada no seu país.
      O estudo centra-se apenas na prática económica e as pessoas entrevistadas foram todas quadros de grandes empresas. O estudo não faz extrapolações para outros tipos de corrupção.
      O estudo saiu em Junho de 2015, encomendado como ferramenta promocional do Departamento de Fraude da EY Britânica. Estávamos em campanha eleitoral em Portugal, pelo que não me admira nada que o mau e desonesto tratamento jornalístico que a RTP deu a este estudo tivesse como alvo a candidatura de PPC.

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      • Cristina Miranda permalink
        30 Abril, 2018 10:55

        De facto não tinha reparado. Já corrigi. Mas nada altera ao que é dito no texto. Somos um país altamente corrupto. Nem precisamos de estudos para ver isso. Entra pelos olhos adentro com tantos processos e muitos que ficaram por levantar à escumalha política. Entre eles, o Mário Soares que se safou à grande e à francesa sem 1 única condenação.

        Liked by 1 person

      • cachecol permalink
        30 Abril, 2018 22:19

        E CAVACO ???

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  10. 30 Abril, 2018 00:57

    Excelente texto, Cristina. Parabéns!

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  11. Arlindo da Costa permalink
    30 Abril, 2018 02:17

    Ó Srª Drª Cristina : Onde está a verdadeira «Liberdade» da Direita?

    Onde estava o pessoal da «direita» quando foi preciso livrar Portugal duma ditadura fascista e mesmo no 25 de Novembro que era preciso enfrentar os militares da extrema-esquerda? Diga lá!

    Se hoje respiramos Liberdade, Democracia Liberal e respeito pelos Direitos Humanos, isso se deve ao MFA, à resistência organizada no tempo do MFA e aos partidos da esquerda, principalmente o PS.

    Não tolero a ingratidão.

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    • becas permalink
      30 Abril, 2018 23:22

      Se respiramos liberdade se deve ao coronel Jaime neves e aos comandos e também ao Eanes . O MFA era muita mistura incluindo comunistas, que ainda hoje não sei o que querem .

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  12. Artista português permalink
    30 Abril, 2018 09:41

    Muito bem Cristina. Continue. A única liberdade que se vê ser cada vez mais respeitada é a liberdade de roubar. Um PM que rouba e o jornalismo só se indigna com a divulgação de dados de investigação. Tudo está podre e a podridão vem dos credores.São eles que a impõem.

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  13. joao permalink
    30 Abril, 2018 13:39

    eu escrevi um comentario ontem, mas pelos vistos apagaram-no, ha censura aqui

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    • Cristina Miranda permalink
      30 Abril, 2018 15:47

      qual comentário? eu nunca apago comentários a menos que exprimem falta de respeito pela autora.

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      • André Miguel permalink
        30 Abril, 2018 21:04

        Um liberal não coloca limites à liberdade de expressão dos outros, pois a sua opinião também pode constituir uma falta de respeito ou ofensa para outrem.

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      • Mario Figueiredo permalink
        1 Maio, 2018 10:28

        Ó André Miguel pare lá com a demagogia. Um liberal não é saco de pancada apenas porque acredita na liberdade. Um liberal tem a liberdade de decidir quem quer ou não ouvir dentro da sua casa ou em espaços por si geridos.

        Se quer falar de fundamentalismo ideológico, vire à esquerda. Estamos conversados?

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      • André Miguel permalink
        1 Maio, 2018 16:47

        Se o Mário não tem estômago para ouvir o que não gosta estão já se rendeu ao marxismo. A liberdade de expressão não pode ter limites, a partir do momento que censura está a legitimar que o censurem a si. Cuidado com esta arma de dois bicos. Liberalismo é isto mesmo, permitir que aqueles de quem discordamos se expressem, pois é a única forma de os podermos refutar. Não se esqueça que discussão é que nasce a sabedoria.

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  14. 30 Abril, 2018 17:54

    Na venezuela: apagão, aqui, apagona. . .
    Também começo a estar farto de Jeremíadas. É contra o meu feitio, e também não sou de andar com saudosismos idiotas: Gramei QUARENTA anos de Salazarismo. Dá-me suficiente base para fazer comparação fundamentada.
    Ide dar água ao cão. . .

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  15. 30 Abril, 2018 17:54

    Na venezuela: apagão, aqui, apagona. . .
    Também começo a estar farto de Jeremíadas. É contra o meu feitio, e também não sou de andar com saudosismos idiotas: Gramei QUARENTA anos de Salazarismo. Dá-me suficiente base para fazer comparação fundamentada.
    Ide dar água ao cão. . .

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  16. SRG permalink
    30 Abril, 2018 19:57

    Há aqui indivíduos que têm um trauma com o Salazar que até mete pena. Vivi muitos anos no seu regime, lutei no Ultramar e cumpri o meu dever com a Pátria e confesso que me causa uma certa pena, não haver gente com dois dedos de testa para perceber que os tempos eram outros, não havia a tecnologia que há hoje, e apesar disso, fizeram-se obras que mudaram o caos que a 1ª República nos legou. Salazar também fez asneiras ? Fez. Mas não, podemos dizer que havia tanta corrupção como a que existe actualmente. Portanto estamos agora no Eldorado dos corruptos.

    Liked by 1 person

  17. SRG permalink
    30 Abril, 2018 20:01

    Errata: A virgula na frase “Mas não” está a mais. Sorry

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  18. 30 Abril, 2018 20:34

    Pois,,,
    (como dizia a “irmã do Solnado”)

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  19. maria permalink
    1 Maio, 2018 04:09

    Outro texto brilhante, Cristina. Mais um para a colecção. As suas críticas objectivas e frontais atingindo à politicagem corrupta e aldrabona que finge que nos governa e pelo contrário governa-se e bem roubando obscenamente os portugueses – o que vem fazendo desavergonhadamente desde há quatro décadas – são mais do que bem-vindas e fazem-nos bem à alma. Haja quem tenha a coragem, a inteligência e os conhecimentos para o fazer, como é o caso da Cristina. E sem medos.
    Tudo quanto escreva para denunciar este bando de gente maldita, nunca será demais.
    Maria

    Liked by 1 person

  20. Porreiro Pá permalink
    2 Maio, 2018 17:32

    Fizeram-se coisas más, antes? Fizeram-se…
    Fizeram-se coisa boas, depois? Fizeram-se…
    Antes, o dinheiro era dos portugueses…
    Hoje, o dinheiro é da Comunidade Internacional…
    Antes, havia corrupção?…Sim
    Hoje há mais.
    Antes a literacia era baixa…
    Hoje a literacia é enganosa…
    9 + 9 = 34, disse uma jovem de 30 anos e com o 9 º ano…

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    • cachecol permalink
      2 Maio, 2018 19:25

      Quem e que lhe disse que antes havia corrupção . Indique-me os nomes ou terei que lhe chamar fala barato o que alias hoje infelizmente e a regra

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