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Melhor que um lugar a preço módico para estacionar nas Janelas Verdes só uma declaração de IRS que não possa ser tratada informaticamente

3 Julho, 2018

«Os políticos recusam que as suas declarações sejam tratadas informaticamente Para o povo fez-se o e-factura. Para os representantes do povo “é vedada a transcrição em suporte informático do conteúdo das declarações”.

O mesmo Estado que ainda não descobriu as maravilhas da tecnologia para tratar 14 mil declarações de rendimentos dos políticos é o mesmo que trata mais de 5 milhões de declarações de IRS e 465 mil declarações fiscais de empresas regularmente.»

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7 comentários leave one →
  1. LTR permalink
    3 Julho, 2018 10:18

    Uma companhia que andou a cobrar a mais nos contadores e que não devolve a massa porque é muito complicado. Um banco público que emprestava sem garantias às centenas de milhões e anda tudo à solta. Uma ponte que se pagou várias vezes. Um cidadão que decidindo constituir-se na forma de empresa vê as multas pelo mesmo facto multiplicadas no seu valor só por assumir essa forma. Um imposto sobre outro imposto. Umas entidades reguladoras impotentes e quase inertes para os serviços universais e uma ASAE policial para o resto. Multas que deixam qualquer micro-empresa não milionária de rastos. Cobranças para uns nos tribunais demorados e para outros via autoridades, com ameaças de penhora. Umas sugestões de possibilidade de perdão da coima porque passou na TV.

    Tudo sinais de terceiro mundo que entram pelos olhos adentro e passam ao lado nas campanhas eleitorais.

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  2. Raghnar permalink
    3 Julho, 2018 10:28

    Autoridade Totalitária para o “pata-rapada”, amplas liberdades para a casta. Chamam-lhe “democracia”…

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  3. Rão Arques permalink
    3 Julho, 2018 10:46

    O EST(R)ADO DA NAÇÃO, escrito com barbas que vem do tempo de um tal Guterres:
    -Sociedade Portuguesa hoje
    Analfabetismo funcional; in(cultura)/ignorância; apatia cívica/irresponsabilidade; ilusão/aparato/ostentação; irracionalidade/inversão de valores; indigência mental/anestesia colectiva; ensino postiço e inconsequente; autoridade tolhida e envergonhada; justiça sinuosa e selectiva; responsabilidades diluídas e baralhadas; mediocridades perfiladas e promovidas; capacidades trituradas e proscritas; sofisma institucionalizado.
    -Quês e porquês
    Maleita atávica e condicionamento manipulado pelos poderes instalados; negligência paralisante no dever de participação; vício embriagante na desculpa cómoda do dedo acusador sempre em riste. Culpar D. Sebastião, o padeiro da esquina ou dirigentes de ocasião é nossa mestria e sina nossa. Culpados somos todos nós, acomodados na obsessão estéril de celestiais direitos. Também é com a nossa apatia pelos valores de intervenção e cidadania, que somos conduzidos repetidamente para o conhecido pantanal. Os nossos governantes são o reflexo e extensão da gente que somos, mas valha a verdade em escala cujo grau de refinamento, incapacidade e subversão de interesses colectivos ultrapassa os limites da decência. Que o actual 1º ministro em vez de esbracejar governe e em vez de iludir assente, invertendo essa carga em desequilíbrio e remetendo para as calendas a política de feirola de contrafeitos.
    -Receituário extraviado
    Cabe cultivar que ao cidadão comum não deve competir apenas votar ciclicamente em deputados acorrentados pela disciplina partidária. Na sociedade como nos bancos da escola, acautelar conceitos/aulas de civismo e cidadania, o que é liberdade, democracia, educação e compostura. A televisão pública como veículo que molda, não pode servir só para futebol, novelas e propaganda oficial. Não basta compor a rama, é preciso cavar a terra e aconchegar os tomates. Por hora o circo ameaça continuar, mas que o tempo (grande mestre) se encarregue de nos despertar enquanto é tempo. A nós, suporte colectivo de tragédias e façanhas, competirá sobretudo intervir responsável e interessadamente no que a todos diz respeito, não concedendo carta branca ao desbarato para o traçado do caminho, ao círculo restrito de políticos abengalados.

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  4. 3 Julho, 2018 15:00

    Eu compreendo-os… É gente especial.

    Caso Madonna: o Medina não pede desculpa, falta-lhe classe para isso. Mais um que pensa que Lisboa é dele, fará o que quiser, tal como os P”S”‘s pensam que (“pais da democracia” –uma ova…) o país é deles.

    Há muito tenho desconfiado que há um compromisso (negociata ?) entre a Madonna, a CMLisboa, o Turismo de Portugal e o governo, para promover Lisboa e o país. Em troca-de…?

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    • Zé Manel Tonto permalink
      3 Julho, 2018 21:27

      “Há muito tenho desconfiado que há um compromisso (negociata ?) entre a Madonna, a CMLisboa, o Turismo de Portugal e o governo, para promover Lisboa e o país. Em troca-de…?”

      Que esse acordo existe é óbvio, e até é bem pensado.

      Uma dúzia de fotos por semana da Madonna a comer pasteis de Belém, a dar uns passeiozinhos em Cascais, Sintra, etc., com a quantidade de gente que a segue, é publicidade com projecção mundial.

      Até podiam mobilar-lhe um palacete que ganhavam dinheiro na mesma.

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  5. lucklucky permalink
    3 Julho, 2018 15:01

    A arrogância dos democratas. Só vai piorar com o jornalismo pró-politica que temos.

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  6. Arlindo da Costa permalink
    3 Julho, 2018 19:53

    Todas as declarações são tratadas de igual forma. Há aí qualquer confusãozinha….como é habitual…

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