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Aos jornalistas da SIC

5 Setembro, 2018

Aos jornalistas da SIC que chamaram repetitivamente à manifestação de Chemnitz, na Alemanha, de neonazi e de extrema direita, umas palavras:

Mete nojo ver o jornalismo servir uma agenda política. Mete raiva perceber que não há qualquer intenção de informar. Dá náuseas ouvir classificar, vezes sem conta, gente pacífica a desfilar com fotografias dos seus filhos, pais, netos, irmãos, mortos barbaramente por criminosos fanáticos, fiéis a uma ideologia medieval e assassina, de nazis ou radicais de extrema direita, quando não passam cidadãos em sofrimento, desesperados, revoltados contra esta política de destruição dos valores ocidentais. Dá asco ver que se esqueceram de informar que no mesmo dia, radicais de esquerda foram provocar os manifestantes e que outro grupo de nazis aproveitaram para se juntar ruidosamente. Repugna ver que desinformar é a táctica para que possam depois rotular e condenar quem se impõe contra a agenda de migrações massivas sem controlo.

Aprendam que os alemães não são racistas muito menos xenófobos. São um povo extraordinário, muito inclusivo, muito respeitador das liberdades individuais, com uma cultura e educação invejável. Estive na Alemanha e vi multiculturalismo em grande escala a conviver saudavelmente com a cultura alemã. Vi negócios turcos, vi negócios chineses, vi negócios mexicanos, vi negócios indianos, brasileiros, africanos e tantos outros. Mas não vi manifestações de alemães a pedir expulsão de nenhum deles. Porque os alemães, meus caros jornalistas fraudulentos da SIC, gostam de pessoas integradas a contribuir para a economia do país, que pagam impostos, que trabalham independentemente da sua origem! Têm vergonha do seu passado que condenam e por isso convivem bem com outras culturas desde que respeitem o país de acolhimento. Se fossem jornalistas a sério e não jornaleiros, estariam no terreno a comprovar isso mesmo.

Mas não. Isso não interessa porque poria por terra toda a vossa exausta narrativa de que os cidadãos que contestam estas migrações massivas são xenófobos. No entanto, sabem bem chamar os “bois pelos nomes” quando são padres católicos apanhados na pedofilia. Aí já não chamam “perturbação mental” aos horrores praticados a inocentes nem escondem a religião a que pertencem. Nem tão pouco condenam ou acusam de discriminação quem se manifesta contra estes padres ou o Vaticano. Até batem palmas!

Esta fantochada hipócrita a que chamam de jornalismo é a base da revolta na marcha de Chemnitz e é por isso, também nas vossas mãos, que corre o sangue destas vítimas.

Porque é mais criminoso aquele que permite o assassínio sem o denunciar e condenar, do que aquele que o pratica.

Pensem nisso. Pois amanhã podereis ser vós, os próximos a desfilarem nas ruas com um cartaz de um familiar morto ao pescoço, às mãos destes “perturbados mentais sem religião”, onde não faltará gente como vós a chamar-vos de racistas xenófobos por se terem coibido de fazer o que vos compete: informar com isenção e seriedade.

 

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88 comentários leave one →
  1. lucklucky permalink
    5 Setembro, 2018 18:27

    Jornalismo Marxista

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    • Alberto Silva permalink
      5 Setembro, 2018 21:20

      É verdade. Os marxistas de hoje que se apoderaram da comunicação social merecem levar com uma gata morta pelos queixos.
      Querem obrigar toda a gente a pensar como eles; como se as pessoas fossem todas parvas.
      Veja-se o que dizem do Trump desde que ele foi eleito Presidente dos States. Não param de lhe ladrar às canelas. Ainda por cima são estúpidos; não percebem que estão a ajudar à sua reeleição!
      Por cá temos os bloquistas e comunas em geral com os seus partidos, comissões de utentes disto e daquilo constituídas por meia dúzia de pindéricos que, comandados por esses partidos marxistas, são apresentados pelo jornalixo como representantes da sociedade portuguesa, “SOS Racismo” que melhor definida ficava se se chamasse “SÓ Racismo”, porque racistas são eles em relação às pessoas que não pensam como eles, etc.,etc..

      As pessoas em geral cada vez se apercebem mais desta pantominice que domina a comunicação social e exerce o seu poder sobre os povos. E quando alguém os enfrenta entram em modo Censura. Veja-se hoje o caso do Presidente da Quercos a querer cancelar um debate na Universidade do Porto. Será que esse Engenheiro Florestal sabe distinguir uma azinheira de um sobreiro a 50 metros de distância?

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  2. José Domingos permalink
    5 Setembro, 2018 19:06

    Estes jornalixos avençados, fazem e escrevem o que lhes mandam.
    Os censores dos comissários políticos não lhes permitem grandes liberdades, só se der jeito.
    Vêm educados nas madrassas do jornalixo, tipo iscte coimbra e outras controladas pela extrema esquerda.
    Mas coitados, também precisam de ordenado, também têm contas a pagar, escusavam era de serem tão servis

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    • Alberto Silva permalink
      5 Setembro, 2018 21:32

      O estado a que isto chegou com os marxistas a mandar no 1º Poder que é a Comunicação Social chama-se:

      “O Triunfo dos Porcos”

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  3. 5 Setembro, 2018 19:13

    Pessoas como a Senhora, de louvar a sua coragem, que denunciam esta prática já escasseiam em Portugal. Esses “jornaleiros” vendilhões, não passam ao fim e ao cabo de uns traidores de Pátria. Cadeia com eles!

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  4. raCSt14CrAmirocarrola@sapo.pt permalink
    5 Setembro, 2018 19:46

    Esta canalha esquerdóide instalada na SIC, e nas demais televisões, que se dizem jornalistas, são um nojo. Isenção e seriedade em informar, estes esquerdalhos têm zero. Uma verdadeira vergonha.
    O mano do tó das chamuças, um espertalhão de marca, sabe-a toda…
    Com a RTP e TVI passa-se a mesma indignidade.
    Jornaleiros de merda. Uns trastes. A ‘cultura-marxista’ instalada no seu auge!
    Tiro-lhe o chapéu Cristina. Na mouche. Parabéns.

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  5. A. R permalink
    5 Setembro, 2018 21:04

    Muito bem!

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  6. 5 Setembro, 2018 21:12

    Apoiado!

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  7. Paulo Valente permalink
    5 Setembro, 2018 21:54

    Os jornalistas da SIC têm toda a razão. A manifestação foi organizada pelos neonazis encapotados da AfD com a participação dos neonazis não encapotados do Pegida. Como consequência, já há apelos de diversos quadrantes políticos democráticos para que a AdF seja colocado sob vigilância policial.
    A articulista está a tentar fazer em Portugal o mesmo papel que Trump nos EUA: acusar os jornalistas de mentirem invocando “factos alternativos”. Aprenderam com Putin. Imitam-no. Interrogo-me se a articulista fará parte da folha de pagamentos do Kremlin.

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    • Cristina Miranda permalink
      5 Setembro, 2018 22:12

      Olhe, boa tentativa mas não cola. Chama neonazis encapotados pra justificar sua narrativa. Espectáculo. Então faça o trabalho de casa e OUÇA os tais” neonazis” a falar sobre as motivações daquela marcha. Faça o favor de ver também os vídeos sobre as provocações de grupos de esquerda aos manifestantes. Ah! E olhe bem prós cidadãos na marcha e veja a quantidade de gente normal, homens, mulheres, de todas as idades e crianças. Eu não fabrico realidades alternativas. Eu apenas apresento factos. Quanto ao governo, não vá por aí pois na Alemanha ele é o primeiro a camuflar toda a verdade controlando a comunicação social.

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      • Paulo Valente permalink
        6 Setembro, 2018 02:14

        Governo? Quem falou em governo?
        Mas não diga mais nada. Afinal o problema para si não são só os jornalistas da SIC. São também todos os jornalistas alemães.
        Já agora, leu o Guardian? Não? Então leia. Fico á espera das suas diatribes contra os jornalistas britânicos. Etsá a ver a sua semelhança com a máquina de propaganda de Trump? E de Putin?
        Quer manifestações com homens, mulheres, velhos e crianças? Deve haver mutos filmes alemáes, italianos, húngaros, etc., com homens, mulheres, velhos e crianças. Todos com muito boas intenções. Esses filmes estarão datados dos anos 30 do século passado.

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      • Cristina Miranda permalink
        6 Setembro, 2018 09:23

        Olhe Paulo, eu aqui no texto estava só a dar o recado aos jornalistas da SIC por ter visto sucessivamente referirem-se à manif daquela maneira mas NUNCA disse que eram os ÚNICOS. Bem pelo contrário. A agenda é MUNDIAL. Como jornalista já devia saber disso. Aliás, vocês já nem vão aos locais. Já não investigam. Copiam o q lêem uns dos outros e publicam desde q sejam sigam a mesma linha. Quer enganar mas aqui a malta tem neurónios e vai lutar contra vossa agenda criminosa

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      • 6 Setembro, 2018 07:50

        E os social-nazis encapotados que fizeram a contra-manifestação?

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      • Zé Manel Tonto permalink
        6 Setembro, 2018 12:56

        “Já agora, leu o Guardian?”

        Mais vale ler o Avante, pelo menos não tentam fingir que são imparciais.

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      • Isabel permalink
        6 Setembro, 2018 21:55

        A declaração feita hoje pelo ministro do interior alemão de que também ele se poderia ter juntado à manifestação e que a imigração é o principal problema da Alemanha talvez acabe com o discurso de Paulo valente. De facto, não é possível discordar da madame merkel sem ser apelidado de xenófobo, nazi, euroceptico, fascista, extremista, etc

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    • JgMenos permalink
      5 Setembro, 2018 23:41

      Quando levares com um nazi pela frente vais perceber que toda a cretinice do corretês anda a promover que essa gente apareça.

      As bestas tendem a atrair bestas, e é nisso que o corretês vai dar.

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      • Paulo Valente permalink
        6 Setembro, 2018 02:17

        Vai passear tu mais o teu correctês, dado que não sabes com quem falas. E já agora, se correcto se escreve com “ct”, também “correctês” se deverá escrever om “ct”, excepto para quem já alinhou pela novilíngua, como parece ser o caso.

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      • Cristina Miranda permalink
        6 Setembro, 2018 09:19

        Paulo valente, já percebemos q és jornalista vida SIC a tentar lavar a cara aqui. E percebemos também q quando não há argumentos se preocupe com supostos erros gramaticais como se isso mudasse o sentido à mensagem. Nada de novo.

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      • lucklucky permalink
        6 Setembro, 2018 06:02

        E claro das duas pessoas que foram assassinadas não falas não é Paulo Valente.

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      • Cristina Miranda permalink
        6 Setembro, 2018 09:24

        Exactamente isso

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      • Paulo Valente permalink
        6 Setembro, 2018 10:27

        Cara Cristina Miranda, está muito enganada.

        Não sou jornalista e raramente vejo os telejornais da SIC. Sou engenheiro e professor universitário. Cometo o crime de ser funcionário público e ter ética de funcionário público, sim aquela a que se costuma chamar ética republicana e que foi teorizada por Sócrates (o grego, não o português) e por Platão.

        Tem razão quando diz que os jornalistas portugueses não vão ao local, não investigam. Aliás a minha opinião é mais radical: Portugal praticamente não tem jornalistas; tem apenas tradutores (e maus) de notícias. E se reparar, essas traduções são em regra do Guardian, quer sejam publicadas pelo Público quer sejam publicadas pelo Observador. E porquê do Guardian? Porque os ditos cujos tradutores só sabem (e mal) português e inglês, e porque o Guardian tem acesso gratuito. Compreendo que muito deva custar ao Observador publicar essas traduções, mas o Times funciona com assinatura e para um jornal (que não é) que se pretende de qualidade, publicar traduções de tablóides cairia mal (embora vontade não lhe deva faltar).

        Quanto ao suposto (que não é suposto) erro do “correctês”, não mudava obviamente o sentido à mensagem. Apenas a mensagem era em si própria uma cretinice, e se há coisas que eu não suporto são cretinices e o politicamente correcto.

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      • 6 Setembro, 2018 17:40

        Um social fáscista é sempre uma luminária que se ilumina a si próprio de tal forma inconsciente, que o seu brilho só vê cretinices nos outros. Todos os predicados éticos estão incluidos no seu ADN e a inteligência embora só funcione com um dos hemisférios cerebrais dá-lhe a felicidade de se sentir muito acima dos pobres mortais que possam ter alguma “ideia” ainda que longínqua dos seus dogmas.

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    • lucklucky permalink
      6 Setembro, 2018 05:48

      “Já agora, leu o Guardian?”

      Haha um jornal da extrema esquerda britânica, pro terrorista, pro islamista …e hoje até é pro burka mas há 20 anos era contra como boa parte dos marxistas…

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    • raCSt14CrAmirocarrola@sapo.pt permalink
      6 Setembro, 2018 19:12

      Este gajo é jornalista? Em que ‘madrassa’ tirou a besta o curso? Que conceito têm estes vendidos dessa palavrinha – ISENÇÃO?.

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  8. A. R permalink
    5 Setembro, 2018 22:25

    Realmente quem se comporta como nazis são os grupos de esquerda: perseguições a apoiantes de Trump, apelos à violência nos “centos comerciais, bombas de gasolina, etc”, são os cercos a restaurantes onde almoça ou janta alguém do staff de Trump, são os antifas que mascarados partem, roubam e incendeiam, são as milícias que impedem conferências e debates de opinião, são as intimidações, são as humilhações públicas, é o insulto gratuito, é a ameaça até a familiares, é a demonização permanente.
    Toda a imprensa calada, quando não conivente e até colaborante, contra estes desmandos.

    A esquerda está desesperada.

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    • JgMenos permalink
      5 Setembro, 2018 23:43

      O Trump já é um produto da cretinice da esquerdalhada.
      É já uma besta criada por bestas do corretês.

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  9. carlos alberto ilharco permalink
    5 Setembro, 2018 23:01

    Crónica muito boa, como de costume, com um erro muito usual.
    Não são jornalistas, são locutores de telejornal.
    Um jornalista nunca se prestaria aquele serviço.

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    • Cristina Miranda permalink
      5 Setembro, 2018 23:21

      Exactamente. Tem toda a razão.

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    • Chopin permalink
      6 Setembro, 2018 00:14

      É o jornalismo corrupto. Há aqui, no mínimo, corrupção moral.
      Sem um jornalismo honesto, a tal democracia com que os trapaceiros da política enchem a boca, é meramente formal.
      A imprensa é um instrumento de dominação.

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      • carlos alberto ilharco permalink
        6 Setembro, 2018 08:20

        Certeiro, e a televisão porque gratuita ainda refina esse conceito.

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  10. Manuel Peleteiro permalink
    5 Setembro, 2018 23:17

    Parabéns

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  11. Vitor permalink
    6 Setembro, 2018 02:47

    não seria possível denunciar esta notícia à entidade para a comunicação social por exemplo?
    Os jornalistas não estão obrigados a cumprir certas boas práticas como consultar mais do que uma fonte, ser imparcais, que possam não ter sido seguidas nessa peça jornalística?
    Penso que também existe uma carteira de jornalista, ou seja nem todas as pessoas supostamente poderão escrever notícias, ainda por cima num orgão de comunicação social nacional como a SIC. Não existe nenhum mecanismo de fiscalização que verifique se as regras básicas do jornalismo estão a ser seguidas?
    Parece-me que apelidadar algum movimento ou grupo de pessoas de neo-nazis terá de ser algo bem fundamentado, ou então estão a incorrer num erro jornalístico?
    Sou a favor da liberdade de expressão mas penso que um jornalista para apelidar algum movimento de neonazi tem de apresentar motivos válidos, caso contrário a sua carteira de jornalista deveria ser retirada ou pelo menos suspensa.

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    • Paulo Valente permalink
      6 Setembro, 2018 03:00

      Poder até podia. Mas para quê?
      Para provar que o jornalista da SIC tinha razão?
      A manifestação foi organizada pela AfD com a participação do Pegida. Tem dúvidas acerca da ideologia de qualquer desses grupos? Olhe que os alemães não têm.

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      • Vitor permalink
        6 Setembro, 2018 04:16

        Claro que tenho. Quem são exatamente os neonazis? A AfD? O Pegida?

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      • Vitor permalink
        6 Setembro, 2018 04:18

        quais alemães é que não têm dúvidas? Quais as fontes em que o/a jornalista se baseou para os apelidar de neonazis?

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      • Cristina Miranda permalink
        6 Setembro, 2018 09:15

        A melhor fonte para retirar dúvidas é estar no terreno e falar cara a cara com esses cidadãos. Como foi o caso do meu marido que vive na Alemanha. Isso sim. Esses testemunhos é que são genuínos. Mas isso não interessa a estes jornalistas porque deita por terra a narrativa de xenofobia e racismo. A jornalista da SIC não levantou o cu do estúdio. Sabe ZERO sobre o q se está a passar na Alemanha. Podia até dar-se ao trabalho de OUVIR os vídeos q circulam dessas pessoas desesperadas

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      • Cristina Miranda permalink
        6 Setembro, 2018 09:16

        Mas não. Dá muito trabalho. E não seguir as agendas políticas dos donos das estações de TV pode colocar o emprego em risco. Nós sabemos como funciona

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      • Cristina Miranda permalink
        6 Setembro, 2018 09:42

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      • Cristina Miranda permalink
        6 Setembro, 2018 09:47

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      • Cristina Miranda permalink
        6 Setembro, 2018 09:58

        Paulo OUÇA COM ATENÇÃO o q é dito aqui pelos manifestantes da marcha. Onde está o discurso xenófobo?
        https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=2066462523365023&id=100000038853958

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      • Mario Figueiredo permalink
        6 Setembro, 2018 11:23

        Talvez ele queira ouvir a Cristina, enquanto lê e ouve estes e muitos outros testemunhos e pessoas vitimas ou não do que se está a passar na Europa. Mas o mais provável é que não o faça e atire para o ar qualquer tentativa da Cristina ou qualquer outra pessoa de lhe fazer ver estas coisas.

        O tipo de discurso acusatório que se fala aqui da esquerda e da direita PC, apenas tem tido sucesso nas nossas sociedades precisamente por que usa de um mecanismo que condiciona qualquer hipótese de diálogo. Qualquer pessoa que se desvie minimamente da narrativa progressista é imediatamente catalogada e arrumada na gaveta. Tal como a jovem no video acima, tal como os milhares de cidadãos alemães não-afiliados que participaram naquela manifestação (alguns que votam Merkel!), tal como a Cristina Miranda, tal como a Helena Matos, tal como muita gente, tal como eu. Devemos ser ignorados e nada do que tenhamos a dizer tem valor ou servirá para nossa defesa no tribunal de palha do politicamente correcto.

        Somos os neo-nazis, os xenófobos, os odiosos racistas, os sexistas, os extrema-direita, ou qualquer outro adjectivo que esteja na moda. E fazêmo-lo enquanto tratamos dos nossos filhos e paramos na passadeira quando está a chover para deixar as pessoas passar. E este mecanismo é extraordinariamente eficaz a silenciar massas de opiniões contrárias. Historicamente, diga-se — Foi assim que segundo a Bíblia se colocou Jesus na cruz e foi assim também que a Igreja Católica mergulhou a Europa nas trevas. E é assim que a religião muçulmana também se comporta em relação ao dilema crente e não crente. E se não estou a dar exemplos históricos não religiosos deste mecanismo de silenciamento de massas, é mesmo de propósito para qualificar o comportamento da esquerda e direita PC como fanatismo religioso da pior espécie.

        E para alguns de nós o Grande Medo até nem é uma manifestação dos receios legítimos de milhões de cidadãos europeus. O grande medo é o que este PC e o seu silenciamento das opiniões e o tom acusatório dado à narrativa progressista está a provocar nas nossas sociedades, à medida que cada vez mais pessoas acabam por radicalizar as suas posições como forma de defesa e por antagonismo às acusações que lhe foram dirigidas. Esse é que é o grande medo. Porque a falta de diálogo neste velho continente das dezenas de países e centenas de culturas num espaço físico diminuto com a dimensão dos estados unidos, sempre nos conduziu à revolta, à destruição e eventualmente à guerra.

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      • Mario Figueiredo permalink
        6 Setembro, 2018 11:29

        Nem a propósito, ainda ontem o meu cunhado me dizia que vamos deixar uma Europa em guerra os nossos filhos. Esse vai ser o nosso legado.

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      • Mario Figueiredo permalink
        6 Setembro, 2018 11:39

        E em retrospectiva, para não ficar o dito pela não dito, que fique claro que existem muitos outros exemplos não religiosos de condicionalismo psicológico por via da marginalização de sectores da sociedade.

        Assim, foi assim que os Estados Unidos em serviço aos conservadorismo republicano perseguiram comunistas nos anos 40 e 50. E foi assim que Pol Pot em serviço à sua revolução marxista matou milhões de Cambojanos.

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  12. Mario Figueiredo permalink
    6 Setembro, 2018 08:36

    Este jornalismo não é só manipulativo. É principalmente profundamente irresponsável, porque é precisamente através deste tipo discurso generalista e acusatório que o caminho está a ser traçado para uma cada vez maior bipolarização da sociedade.

    É absolutamente inconcebível, para um cidadão comum, ser apelidado de intolerante, racista, xenófobo, neo-nazi, sexista, fascista, ou lá o que for, quando expressa sentimentos de insegurança, ou sente-se no direito de defender aspectos da sua cultura ou tradições. O seu sentimento de revolta e injustiça para com essa atitude sobrepõe-se mesmo até à sua opinião formada sobre os temas que o levaram a esta situação. O marca psicológico que esta narrativa acusatória deixa é um terreno fértil para o extremar de posições e tem estado a conduzir a sociedade europeia precisamente nesse sentido.

    Um debate sério e honesto sobre a imigração e outros temas de carácter progressista ainda está por fazer na Europa. Nem existem sinais de que alguma vez se faça.

    Quando, por exemplo, ouvimos o nosso presidente da república dizer que se deve defender o acolhimento de refugiados porque estes são os valores da Europa, os nossos valores. não temos tido ninguém sério e honesto que lhe chame de mentiroso e que exponha a verdade que é que esta Europa foi forjada a ferro, fogo, sangue e lágrimas e que sempre procurámos como nações definir uma postura cínica e dominadora, mais ou menos construtiva, nas nossas relações internacionais. Esses valores de que ele fala são algo que almejamos, realmente. Mas não são uma realidade mesmo hoje e mesmo entre os países que compõem a Europa. Vê-se bem a solidariedade constitucional que a Europa reservou à Inglaterra do Brexit obtido pela via democrática.

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  13. Andre Miguel permalink
    6 Setembro, 2018 10:52

    Cristina, já agora faça um apelo para que os jornalistas parem de escrever MIGRANTES! Já cansa. Um migrante é um alentejano que vá para trás-os-montes ou um Portugues que vá para França. São IMIGRANTES caramba!!!

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  14. Zé Manel Tonto permalink
    6 Setembro, 2018 13:12

    Os jornalistas da SIC não têm culpa. Trabalham numa empresa pindérica de um país pindérico, sem dinheiro para os mandar para o terreno falar com as pessoas (quanto custam dois bilhetes numa low-cost para Berlim, mais um carro alugado e uns dias num hotel? Nem para isso chega o graveto?)

    Limitam-se a papaguear o que a jornaleirada sxtrangeira arrota. E a jornaleirada estrangeira, tão ou mais amestrada que a portuguesa, está bem no bolso de Soros e outra cambada, a querer que a Europa seja invadida por bárbaros de África e países muçulmanos.

    Esta cambada, com um QI médio inferior a 80, sem qualquer tipo de qualificações literárias ou profissionais, sem saber falar a língua dos países que invadem, só podem ser mantidos relativamente sossegados com alojamento, comida, wi-fi (são pobres, mas todos trazem smartphone) e transportes grátis, para eles, pagos pela Segurança Social e impostos dos europeus brancos a quem eles chamam racistas.

    Tempos difíceis criam Homens fortes, Homens fortes criam tempos fáceis, tempos fáceis criam Homens fracos, Homens fracos criam tempos difíceis. E o ciclo recomeça. estamos neste momento na Europa na última fase. Blair (o coveiro do UK), Macron, Renzi, Hollande, Merkel, May, as chico espertas do governo feminista da Suécia, Sanchéz, vão contribuir para encher o continente de guerras civis.

    A canalhada terceiro mundista que entrou está ainda relativamente sossegada. Uns motins e incêndios em Paris, assaltos de AK-47 no centro de Marselha, violações em massa de raparigas britânicas brancas em n cidades do UK, homicídios ocasionais por toda a Alemanha, mulheres europeias brancas com medo de sair à rua sozinhas em inúmeras cidades, o ocasional atentado terrorista, tudo isso é peanuts. Quando eles tiverem massa crítica e o dinheiro que lhes dão deixar de ser suficiente, vai acontecer o que acontece nos países deles, matam-se uns aos outros, frequentemente, e por motivos fúteis.

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    • Zé Manel Tonto permalink
      6 Setembro, 2018 13:16

      Acrescento apenas que antes de se matarem uns aos outros vai acontecer como nas ex-colónias portuguesas, na Rodésia, África do Sul, etc: primeiro juntam-se para acabar com os brancos, depois de deixarem de ter o inimigo comum matam-se entre eles.

      Vai ser pashtun contra bantu, contra zulu, contra bengali, contra árabe, contra punjabi, etc.

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    • Aónio Lourenço permalink
      6 Setembro, 2018 14:10

      Pode pf esclarecer com fontes fidedignas quantas raparigas inglesas foram violadas por muçulmanos? Ou é só um “feeling”?

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      • Mario Figueiredo permalink
        6 Setembro, 2018 15:09

        Fontes fidedignas de inglesas violadas por muçulmanos? Ao menos podia disfarçar a sua desonestidade intelectual. Mas nem isso se deu ao trabalho, quando se torna óbvio que deixa espaço para ser você a julgar o que são fontes fidedignas ou não.

        Se você fosse mas é para a merda é que fazia bem. São filhos da puta como você que abrem a boca contra a violação com os vossos jeitinhos de betas moralistas, mas rapidamente escamoteiam gente como os Grooming Gangs de Newcastle que durante anos terão abusado de mais de 700 mulheres, ou o Grooming Gang de Roterham que terá abusado de um milhar de jovens e crianças, enquanto uma investigadora que o denunciava era insistentemente ignorada durante anos, apenas porque fazem parte das minorias que a sua mente distorcida considera dignas de protecção. Mas que estão agora a enfrentar um tribunal.

        Eu dou-lhe fontes fidedignas… o meu punho na sua cara.

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      • Mario Figueiredo permalink
        6 Setembro, 2018 15:10

        …Filho da puta!

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      • Mario Figueiredo permalink
        6 Setembro, 2018 15:32

        E não vale a pena vir para aqui com choradinho que o Mário Figueiredo é um mal-educado, rude, bruto e boçal. O MF é quem lhe apetece ser para as pessoas que não merecem qualquer respeito. E o MF não se deixa condicionar por pseudo moralismos de quem protege ou escamoteia violadores sem qualquer outra motivação que não seja a de fazer avançar a sua agenda liberal e progressista.

        Aos menos os policias e agentes de potecção civil que durante anos esconderam e ignoraram as vitimas e todos estes violadores organizados que agora enfrentam os tribunais, fizeram-no ou por interesse económico, ou por pressão profissional de um estado que se deixou corromper na franja. Mas você? Você não te qualquer justificação e só se pode qualificar como alguém que também alegremente receberia o guito para estar calado.

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      • lucklucky permalink
        7 Setembro, 2018 00:31

        Aqui vão uns feelings para o Aónio…

        Só um exemplo de como a Esquerda se está nas tintas para as mulheres, quando tem mais votos noutro lado:

        https://en.wikipedia.org/wiki/Rotherham_child_sexual_exploitation_scandal

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      • Zé Manel Tonto permalink
        7 Setembro, 2018 10:29

        No caso de Rotherham o relatório da comissão que trabalhou para o Council (não uns “xenófobos, racistas, islâmofóbicos”) concluiu que foram 1400 raparigas, a sua maioria brancas.

        Da página da wikipedia, linkada pelo lucklucky:

        “The failure to address the abuse was attributed to a combination of factors revolving around race, class and gender—contemptuous and sexist attitudes toward the mostly working-class victims”

        e brancas, acrescento eu…

        “fear that the perpetrators’ ethnicity would trigger allegations of racism and damage community relations”

        Coitados, são mais escuros que as vítimas, assobia-se para o lado.

        “the Labour council’s reluctance to challenge a Labour-voting ethnic minority;”

        Esquerdalha nojenta no seu esplendor.

        Mas infelizmente há mais:

        Rochdale

        https://en.wikipedia.org/wiki/Rochdale_child_sex_abuse_ring

        “The men were British Pakistanis which led to discussion on whether the failure to investigate them was linked to the authorities’ fear of being accused of racial prejudice.[5] The girls were mainly White British.”

        “A report compiled by The Times on 5 January 2011, related to convictions for child sex grooming in the North and Midlands. Of the 56 offenders convicted since 1997 for crimes relating to on-street grooming of girls aged 11 to 16, three were white, 53 were Asian of which 50 were Muslim, and most were from the British Pakistani community.”

        Telford

        https://en.wikipedia.org/wiki/Telford_child_sexual_exploitation_scandal

        “In a series of trials stretching over two years and concluding in May 2013,[9] seven men, were convicted of sexual offences against four girls aged 13 to 16. The offences included rape, controlling child prostitution, causing child prostitution, and trafficking for the purpose of prostitution.[10][4]

        In 2018, investigations by the Sunday Mirror alleged that the extent of the Telford grooming gang was far more vast than had previously been believed, with claims of up to 1,000 girls, most of them white,[11] having been victims of trafficking, drugging, beating, rape and even murder by members of the group and other groups, who are suspected to number in the hundreds, making it the largest of any grooming scandal to date.[12][13][14] Similar with other grooming gang cases it was alleged the authority’s failed to keep details of abusers from Asian communities for fear of being seen as racist,[15] with police having known about gang activities since the early 1990s.”

        Halifax

        https://en.wikipedia.org/wiki/Halifax_child_sex_abuse_ring

        “The Halifax child sex abuse ring was a group of British Asian men who committed serious sexual offences against under-aged girls in the English town of Halifax and city of Bradford, West Yorkshire. It was the largest child sexual exploitation investigation in the United Kingdom. In 2016, the perpetrators were found guilty of rape and other crimes in several separate trials at Leeds Crown Court.[1] In total, as many as a hundred men may have been involved in child abuse. Twenty-five suspects were charged by West Yorkshire Police and the Crown Prosecution Service and 15 of these were found guilty”

        Newcastle (este não conhecia)

        https://en.wikipedia.org/wiki/Newcastle_sex_abuse_ring

        “The Newcastle sex abuse ring were a gang of seventeen men and a woman who sexually abused adolescent girls and young women from 2010–2014 in Newcastle upon Tyne after plying them with alcohol and drugs. The men were of Bangladeshi, Turkish, Iranian, Iraqi, Indian and Pakistani heritage who were aged between 27 and 44”

        “Operation Shelter, the specific police operation in Newcastle which led to the four trials, identified up to 108 potential victims, while the wider Operation Sanctuary, targeting abuse in the entire Northumbria police district, has identified up to 278 victims”

        Oxford

        https://en.wikipedia.org/wiki/Oxford_child_sex_abuse_ring

        “The Oxford child sex abuse ring was a group of seven men who, in May 2013, were convicted of sexual offences including rape, conspiracy to commit rape, arranging or facilitating child prostitution, trafficking for sexual exploitation, and procuring a miscarriage. Their six underage victims[1] were “subjected to sexual violence marked out by its sadism: sexual assaults designed to draw blood, multiple rapes, [and] physical attacks in which [they were] choked”.[2] The girls were white[3] and all the abusers were not”

        “In March 2015, a report revealed that more than 300 children, mostly girls from the city of Oxford, could have been groomed and sexually exploited in the area. It accused the Thames Valley Police, then led by Chief Constable Sara Thornton, of disbelieving the girls and failing to act on repeated calls for help, and Oxfordshire Social Services of failing to protect them despite compelling evidence they were in danger.[5] The report also called for research into why a significant number of perpetrators of child grooming are of “Pakistani and/or Muslim heritage””

        Bristol

        https://en.wikipedia.org/wiki/Bristol_child_sex_abuse_ring

        “The Bristol child sex abuse ring was a group of 13 Somali men who committed sexual offences against underage teenage girls in Bristol, in southwestern England. In November 2014, they were convicted of offences including rape, paying a child for sex, causing or inciting child prostitution, sexual acts with children and sex trafficking”

        Peterborough (outro que não conhecia, mas com 9,4% de população islâmica, não é de estranhar)

        https://en.wikipedia.org/wiki/Peterborough_sex_abuse_case

        “The Peterborough sex abuse case involved 10 men who committed sexual offences against under-aged girls, some as young as 12, in the English city of Peterborough, Cambridgeshire.[1] In a series of trials in 2014 and 2015, they were found guilty of rape, child prostitution and trafficking for sexual exploitation.[2] The men were of Pakistani,[1] Iraqi Kurdish, Czech and Slovak Roma heritage”

        Vá lá, não são todos mouros, alguns são ciganos roma…

        Derby (mais um que não conhecia, sempre a aprender)

        https://en.wikipedia.org/wiki/Derby_child_sex_abuse_ring

        “The Derby child sex abuse ring was a group of men who sexually abused up to a hundred girls in Derby, England.[1][2][3] In 2010, after an undercover investigation by Derbyshire police, members of the ring were charged with 75 offences relating to 26 girls. Nine of the 13 accused were convicted of grooming and raping girls between 12 and 18 years old.”

        “The leaders were Abid Mohammed Saddique and Mohammed Romaan Liaqat”

        Se em meia hora se encontra isto tudo, das duas uma: ou defendes os mouros porque és tonto, ou estás a trollar.

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      • Aónio Lourenço permalink
        7 Setembro, 2018 14:24

        Por acaso o Mário nunca foi abusado por nenhuma aiatolá quando era criança, foi? É que espuma ódio, raiva e ira por todos os poros!

        Quer facultar-me fontes fidedignas com uma relação de causalidade? E que demonstrem que a taxa de violações perpetradas por muçulmanos é superior aos demais?

        E mesmo assim sendo (acredito que seja), devemos condenar uma pessoa, porque outras do mesmo grupo são criminosas? Sabia que a comunidade portuguesa no Canadá tem índices de criminalidade superiores aos nativos? Como ficamos? Condenaos a priori todos os portugueses que vivem no Canadá?

        Perceba Mário, que um dos pilares mestres do liberalismo é o racionalismo. E V. Exa. quando toca a muçulmanos, usa muito mais as vísceras do que a razão.

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      • Zé Manel Tonto permalink
        7 Setembro, 2018 20:39

        Cristina, tenho um comentário a aguardar moderação que dá ao Aónio as informações que ele pretende.

        Quando tiver um minuto aprove, que o homem não tem estado atento ao que se passa, pode ser que descubra algumas coisas novas.

        Obrigado.

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  15. Aónio Lourenço permalink
    6 Setembro, 2018 14:08

    O Blasfémias a demonstrar mais uma vez, como sobejamente sabido, que tem tanto de liberal quanto eu de muçulmano: zero! Não passam de beatos islamofóbicos na senda de uma neocruzada!

    A Psicologia Evolutiva explica:
    https://www.veraveritas.eu/2018/07/da-imigracao-economica-da-xenofobia-e.html

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    • Tiago Vasconcelos permalink
      6 Setembro, 2018 19:19

      O Aónio é um cepo que está a Leste da realidade. Prova disso é o seu desconhecimento acerca do mais chocantes casos de violação de adolescentes da História do Reino Unido.

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    • Cristina Miranda permalink
      6 Setembro, 2018 21:55

      O’ Aonio, sente-se bem? É q assim de repente parece-me perturbado. Os médicos sabem que fugiu? Veja lá. Se saiu sem autorização vão colocar-lhe o colete de forças. Just saying

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      • Aónio Lourenço permalink
        7 Setembro, 2018 14:26

        Prezada Cristina! Pefeitamente bem! Mas sinto o ódio aqui a espumar por todos os poros, aquele tipo de ódio bélico e primário que ofusca a Razão. Just saying!

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      • Cristina Miranda permalink
        7 Setembro, 2018 22:09

        ahahahahahahahahahahahaha eu? ódio? ahahahahahahahahahahahaha não consigo odiar ninguém muito menos por andarem a dizer baboseiras. No máximo rio-me.

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      • Mário Fernandes permalink
        7 Setembro, 2018 15:47

        Caro Aónio,

        Ódio primário é pleonasmo. E tem sido esse (ou esses ódios) que têm movido o mundo desde que é mundo.

        O amor também. Com a diferença que, como afirma Pessoa, o verbo amar não se conjuga no passado. Quando se ama, ama-se para sempre.

        Já o odiar não é eterno. Um exemplo: quando o Chávez morreu deixei de o odiar. Passei a odiar a sua memória.

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      • Mario Figueiredo permalink
        7 Setembro, 2018 23:12

        O que é primário — e sempre foi — é a utilização da palavra “ódio” para designar animosidade e aversão. É apenas mais uma palavra a adicionar aos epítetos de racista, xenófobo, etc, que o politicamente correcto já usa para classificar quem discorda da narrativa que se tenta impor, já que ao ódio está normalmente associado a irracionalidade visceral e portanto uma pessoa que odeia é uma pessoa cuja opinião não tem valor. Voltamos portanto ao principio: silenciar a opinião contrária por via da sua marginalização.

        O Aónio cai com a mesma facilidade de um tonto nas armadilhas dialécticas do discurso PC. E tal como um tonto, revela a sua completa incapacidade para pensar pela sua própria cabeça. Incapacidade essa que é aliás sistematicamente demonstrada sua pela insistência em usar nos seus posts a pseudo-ciência que dá pelo nome de Psicologia Evolutiva, e agora também pela forma como se deixou ridicularizar pelo seu absoluto desconhecimento da realidade Inglesa.

        Existe um termo que define pessoas como você, que julgam ter atingido um patamar de conhecimento e capacidade argumentativa baseada apenas em lógica superficial do mesmo estilo que se encontra em livros intitulados “Aprenda […] em 2 semanas”: Idiotas.

        Ora, existe uma regra básica — pode mesmo chamar-lhe primária — que vem desde a Grécia Antiga, altura em que a arte do diálogo foi aprimorada pela ciência e se transformou em Dialéctica: Podemos dialogar com uma pessoa odiosa, mas não com um idiota.

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      • Aónio Lourenço permalink
        8 Setembro, 2018 10:23

        Prezada Cristina, quando usa vocábulos como “nojo” e “raiva” para se referir à classe jornalística, à qual também não morro de amores, denota sentimentos primários, muito similares ao ódio.

        Caro Mário Figueiredo, considerando que não conhece a minha mãe, ao chamar-me de filho da puta porque simplesmente discorda da minha opinião, não está a ser técnica ou cientificamente rigoroso no epíteto, está apenas a usar uma figura de estilo que manifesta puro ódio. Não há nada de politicamente correto ou incorreto, é apenas um facto.

        Caro Mário Fernandes, de facto, o ódio é sempre primário, mas o que quis enaltecer, é que o ódio é sempre anti-racional. E fácil detectar o ódio, quando passamos para a agressividade verbal ou física contra terceiros. Repare que o ódio tem uma razão evolutiva de existir, quando nos fazem mal a nós ou a quem amamos, é natural e legítimo que reajamos com ódio e agressividade. A questão que importa aferir, racionalmente falando, é qual o verdadeiro perigo que representa o Islão para a democracia e para a sociedade ocidentais, e quantos desses medos não são catapultados pelos média, blogues e demais difusores do medo e do ódio.

        Assim, tal como reconheço à direita muito mais racionalidade nas questões económicas, reconheço à esquerda muito mais racionalidade nas questões sociais. Daí (side note) o meu partido aqui na Holanda ser o D66 🙂

        Saudações

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      • Cristina Miranda permalink
        8 Setembro, 2018 10:35

        Ahahahah nada disso! Estou apenas a reforçar um sentimento. Na escrita são as palavras q transmitem a imagem daquilo q queremos descrever. Se interpretou ódio é lá consigo. Cada um é livre de interpretar o q quiser . Mas obrigada por este momento de humor. Gosto imenso de rir e você tem humor

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      • mg42 permalink
        8 Setembro, 2018 14:57

        Não há nada como ler o paternalismo condescendente dos merdosos sofistas ateus iluminarios “racionalistas”, que nos “educam”, à não reacção enquando assistimos aos nossos irmãos, pais, filhas e filhos, serem esturpados, esmagados, esfaqueados e obrigados a submeter-nos a culturas estrangeiras historicamente inimigas e invasoras, em nome da “empatia” dos merdosos judas racionalistas iluminados que os suportam e lhe abrem as portas. O Ódio a quem nos esfaqueia e o enforcamento aos merdosos iluminários materialistas e relativistas seculáres, que intencionalmente os suportam no seu SADISMO cobardola, sob a máscara da empatia e da virtude, é um sentimento bem RACIONAL e EVOLUTIVAMENTE imprescindivel à sobrevivência dos povos e preservação das suas culturas.
        O vosso tempo dos merdosos judas Aónios está-se a esgotar. A paciência é uma virtude que tem os seus limites.

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      • Aónio Lourenço permalink
        9 Setembro, 2018 17:35

        Claro que são as palavras que transmitem os sentimentos, para isso é que elas servem. Mas que sentimentos queremos transmitir com vocábulos como “raiva”, “nojo” ou “asco”!? A Psicologia Evolutiva também explica, que em média, as mulheres são muito mais sensíveis a terem este tipo de reações xenófobas, tendo todavia os homens (normalmente os com pouco intelecto) sempre uma atitude mais agressiva e musculada.

        Façamos uma pergunta objetiva: quantos Europeus são mortos por ano pelo Islão? E por sinistros rodoviários? E pelo excesso de sal ou açúcar?

        Antes de responderdes com as vísceras, tentai aferir os números.
        http://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/the-top-10-causes-of-death

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      • Aónio Lourenço permalink
        9 Setembro, 2018 19:50

        @mg42, claro que o ódio, o medo ou todos os sentimentos são evolutivos. Nunca disse o contrário, e sim, obviamente que tiveram o propósito de nos proteger contra ameaças de alienígenas. A diferença é que esses sentimentos foram formados evolutivamente no Paleolítico, e são prejudiciais na civilização.

        Queira por favor ter a bondade de ler:
        https://www.veraveritas.eu/2014/07/a-origem-e-o-anacronismo-do-medo.html

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      • mg42 permalink
        9 Setembro, 2018 21:50

        “A diferença é que esses sentimentos foram formados evolutivamente no Paleolítico, e são prejudiciais na civilização.”

        Os dentes e os punhos até foram formados antes do paleolítico, mas os dentes ainda continuam a servir para comer e sorrir, e o ódio e os punhos para te os tirar da carinha alegre de ilumirária pedântica sabichona.

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  16. Fernando Liz permalink
    6 Setembro, 2018 14:17

    Exma Sra Cristina Miranda
    Parabéns pela sua reflexão porque mais uma vez coloca o dedo na ferida.
    Prova disso é o estado de Negação em que se encontram vários dos seus leitores, Negando a REALIDADE utilizando para tal uma argumentação Reductio ad Hitlerum.

    Hoje na sequência da entrevista que o Herman José deu, TAMBÉM já lhe começaram a chamar Nazi…

    Recordo aos Paladinos de Esquerda arautos da “verdade”, que o Zeca Afonso (esse conhecido Nazi), deixou escrito na letra da Grândola Vila Morena que
    “O POVO É QUEM MAIS ORDENA”

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  17. mg42 permalink
    6 Setembro, 2018 18:03

    Dona Cristina a gasolina funciona melhor nessa “gente” do que palavras…

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  18. Arlindo da Costa permalink
    6 Setembro, 2018 19:05

    É verdade, Drª Cristina. Os alemães foram sempre um povo perseguido e aberto ao multi-culturalismo.

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  19. Leunam permalink
    6 Setembro, 2018 20:37

    “Tempos difíceis criam Homens fortes, Homens fortes criam tempos fáceis, tempos fáceis criam Homens fracos, Homens fracos criam tempos difíceis”.

    Frase lapidar que é a VERDADE!

    Zé Manel Tonto:

    Não pode ser mais certeiro nestes seus comentários.

    Os “governantes” que andam por cá e por essa Europa fora, (salvo poucas excepções) não passam de idiotas úteis comprados e ao serviço de uma irmandade de energúmenos que querem destruir as Nações da Europa (e depois do Mundo) na sua diversidade, valor material e moral, para nela se implantar um sistema universal de escravos a trabalhar para um quantos mandões, à moda da antiga união soviética: A Nova Ordem Mundial.

    Basta ler o “Guia da Conspiração Global de David Icke” ou as obras de Daniel Estulin para se ficar esclarecido.
    Boa parte das novas gerações criadas na Europa em tempo de paz, nasceram no regalo da abundância, da vida facilitada e de muita indisciplina.
    Não têm passado por privações sérias; mais dia menos dia vão ser confrontadas com situações de frustração que não saberão aceitar nem tolerar.

    Em Portugal, pode dizer-se que a Escola, a Igreja e a Instituição Militar, têm vindo a reduzir significativamente o seu peso na formação moral e enriquecimento mental do povo e isso vai ter um elevado custo social.
    Depois, misturando etnias e gentes de baixa formação com povos mais evoluídos, em proporções desajustadas, vai dar conflito, pela certa; veja-se o caso Brasileiro.

    E aqui chegados… cortar-se-ão aos bocados uns aos outros, disso estou convicto .

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    • Zé Manel Tonto permalink
      7 Setembro, 2018 01:58

      “Boa parte das novas gerações criadas na Europa em tempo de paz, nasceram no regalo da abundância, da vida facilitada e de muita indisciplina.
      Não têm passado por privações sérias; mais dia menos dia vão ser confrontadas com situações de frustração que não saberão aceitar nem tolerar.”

      Não é tanto pela paz e abundância, é mais pela indisciplina.

      A geração com 60 anos e a com 20 anos, no Reino Unido, onde vivo, cresceu com paz e abundância. Mas a dos 20 anos cresceu com indisciplina. Está bom de ver qual é que trabalha no duro e qual é que pouco faz.

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      • mg42 permalink
        7 Setembro, 2018 21:19

        Está completamente equivocado, é da geração dos “60” anos de onde vem a indisciplina, “sex drugs and rock and roll”, “hey teacher leave those kids alone”. A geração dos rolling stones, the doors, dos hippies, dos woodstock, da marijuana e do LSD, da queima dos sotiãs, da revolução sexual, do maio de 68, da revolução de Abril, do michel foucaults, do andy warhol, do larry flynt , hugh hefner, as paradas do orgulho, etc. A indisciplina da geração dos 20 anos é fruto da revolução cultural da geração dos 60 os chamados ” baby boomers”. Não só foram eles os responsáveis pelos os movimentos activistas, como foram eles que passaram a integrar e dominar o intelectualismo académico, as sociologias, e as pedagogias.

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      • Zé Manel Tonto permalink
        8 Setembro, 2018 00:12

        mg42,

        Não estou equivocado coisa nenhuma, porque vivo cá e sei o que vejo.

        Vejo um senhor com mais de 60 anos a ficar a fazer horas extras na fábrica e o filho que trabalha na mesma fábrica a raspar-se assim que acaba o turno.

        Vejo um chefe de equipa com 63 anos que na terça feira já vai com mais de 12 horas extra em cima.

        Vejo que os mais velhos vão muito mais frequentemente trabalhar Sábado de manhã que os mais novos, alguns nunca os vi a trabalhar num Sábado nos últimos dois anos.

        Vejo e dizem-me miúdos com 20 anos, que não querem estudar e ganhar competências, porque só queriam acabar o secundário e sobre a escola acrescentam “fuck that”.

        A questão é que a geração dos 60 anos podia armar um escabeche, mas no fim do dia não havia pão para malucos e acabavam por ter que pegar no trabalho e deixar-se de parvoíces. Já a dos 20 tem muita coisa grátis e não tem que deixar as macacadas.

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      • mg42 permalink
        8 Setembro, 2018 00:55

        Mais uma vez, não confunda a sua experiência pessoal com a realidade histórica. E se quiser ter uma melhor ideia sobre o que foi a geração dos 60 leia um pouco por exemplo sobre Peter Hitchens no livro dele the “Abolition of Britain” agora reeditado escrito por ele há 20 anos e como aquilo que o Zé está a ver agora é o desenvolvimento consequencial do que foi a geração dos “60”.

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  20. Andre Miguel permalink
    7 Setembro, 2018 10:03

    Quando sao aqueles tipos de rezam virados para Meca, são as facas que ganham vida e atacam, quando a vitima é um politico de direita trata-se uma lesão hepatica:

    https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/brasil-bolsonaro-e-operado-apos-ser-esfaqueado-em-ato-de-campanha

    Esta nossa imprensa está cada vez melhor!

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    • Chopin permalink
      7 Setembro, 2018 15:04

      Os Sapos até nisso erraram, não há lesão hepática alguma. O fígado não foi atingido. E creio que nem isso os preocupa, tão má é a qualidade do jornalismo (militância partidária) em Portugal.
      Se analisarmos a notícia na imprensa, percebe-se facilmente porque ninguém compra jornais e porque só sobrevivem pendurados nos subsídios com dinheiros públicos.

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      • Chopin permalink
        7 Setembro, 2018 15:09

        Uma senhora que lê notícias, garantia ontem à noite na SIC que a tentativa de assassinato de Bolsonaro era um “ato individual” !
        Antes do inquérito policial, antes de conhecida a motivação do autor do crime, a SIC já sabia tudo isto. Notável!
        Por vezes não damos o valor devido a este jornalismo de investigação.

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      • Zé Manel Tonto permalink
        7 Setembro, 2018 20:46

        “acto individual”

        É que nem de propósito abro a página de um jornal online e uma peça noticía que foi detido segundo suspeito.

        A realidade é tramada, sempre a dar a volta aos esquerdistas.

        eheh

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  21. Prova Indirecta permalink
    8 Setembro, 2018 23:10

    Fora do tópico , diriam ( mas eu não ) : a exígua cobertura do atentado do Bolsonaro espelha o que espelha no panorama da imprensa nacional e internacional . Já ladrão do Lula , até estar confinado na cela e mesmo aí , se esbracejava , se ia à missa , se era elegível , aí estava ele em cada casa no telejornal diário . Um verdadeiro putedo , como diria o camarada Arnaldo .

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    • Aónio Lourenço permalink
      9 Setembro, 2018 19:52

      Os esquerdalhos dizem que a média está controlada pela direita e pelo grande capital, os “fassistas” dizem que a média é controlada pela esquerda! É à vontade do freguês!

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  22. 10 Setembro, 2018 22:54

    Dautónios e zémarias abundam neste país, que desgraça!

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  1. Aos jornalistas da SIC – PortugalGate

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