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brasil

7 Outubro, 2018
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Do1xWgHX4AAh0e0Questão prévia: tenho a maior desconsideração por aquela parte da esquerda lusitana que chama «fascista» a Bolsonaro e, depois, convive bem com Maduro, e procura justificar o miserável governo ditatorial venezuelano com as «ingerências» dos EUA, a «corrupção» da oposição e, argumento ainda mais desprezível, com a «democraticidade» do sistema que mantém o gordo e bestunto tiranete no poder. Não faço, por conseguinte, qualquer avaliação do candidato do PSL em função do que dizem estes sujeitos.

Posto isto, a minha opinião sobre o eventual futuro presidente brasileiro é de que se trata de um tipo absolutamente medíocre, impróprio para chefiar um país como o Brasil, com ideias perigosas sobre os regimes militares e a autoridade do estado, portanto, um tipo inconveniente para a sociedade cosmopolita que a brasileira merece ser.

Infelizmente, parece que foi o que sobrou. Não para mim, que não voto por lá, mas para uma população que se sente enganada, traída, roubada e, pior do que tudo, em perigo de vida permanente. Uma sociedade que se está nas tintas para a ameaça de «ditadura» de Bolsonaro, porque vive, desde há muito, numa verdadeira ditadura não declarada: a ditadura de quem tem medo de sair à rua e ser assassinado, assaltado ou violentado; a ditadura de quem vai parar a prisões desumanas; a ditadura de quem vive onde não há direitos fundamentais minimamente garantidos; a ditadura de coronéis, como esse grotesco Ciro Gomes, agora arvorado em «anti-fascista» militante; a ditadura de quem vota por «currais eleitorais», nome eufemisticamente dado a grupos de eleitores cujo voto é vendido por caciques, a 20 km da Avenida Paulista.

A eleição presidencial brasileira será decidida, não pela ameaça da «ditadura» de Bolsonaro, mas por dois flagelos muito reais: a insegurança e a corrupção. O crescimento e a ascensão do candidato de extrema-direita fez-se, aliás, com o mesmo voto que levou ao poder Lula da Silva: o «homem providencial» que vai tirar o Brasil do caos em que se encontra. Os homens providenciais quase sempre partilham o mesmo eleitorado.

Como não acredito em «homens providenciais», e tenho como atrasadas, ou fanatizadas, as sociedades e pessoas que se lhes rendem, desagrada-me a eventual vitória de Bolsonaro. Tem um bom candidato a ministro das finanças? Talvez, mas nada garante que o siga ou que o mantenha por muito tempo, se lhe começar a ser inconveniente. O sistema é presidencialista, o presidente é insusceptível de controlo político, logo, faz o que quiser do seu governo. Mas olhando para os demais candidatos com hipóteses de passarem à 2ª volta, todos estão, de uma forma ou doutra, comprometidos com aquilo que parece que os brasileiros mais condenarão nesta eleição: a corrupção. A começar por Haddad, um estarola sem vida política própria, sempre pendurado em Lula da Silva, e cuja insensibilidade política não lhe permitiu entender a desilusão de boa parte do eleitorado brasileiro com a venalidade do seu chefe. E, como lacaio que é, lá foi indo todas as segundas-feiras ao beija-mão do «seviciado», convencido que daí tiraria os votos necessários à eleição. Mas também Geraldo Alckmin, um bom gestor público, infelizmente conhecido, nas escutas da Lava-Jato, como o «Santo»; ou Ciro Gomes, um coronel nordestino à antiga, com tiques de violência autocrática ainda mais acentuados do que os de Bolsonaro.

Conheço profundamente o Brasil há mais de trinta anos, sendo que, desses, vivi lá seis. Sei bem que as pessoas que eventualmente levarão Bolsonaro à presidência do país querem somente duas coisas básicas: viver num país dirigido por gente que não os roube (muito) e onde possam sair à rua sem serem mortos ou sequestrados. Sendo certo que a cultura de corrupção que por lá grassa horizontalmente e a inaudita violência que se vive em boa parte do país não mudam por decreto, esperemos que o Brasil e os brasileiros possam melhorar, um pouco que seja, a sua condição de vida. Como? Não sei.

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28 comentários leave one →
  1. weltenbummler permalink
    7 Outubro, 2018 17:13

    esquerda
    as cabeças da HIDRA

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  2. lucklucky permalink
    7 Outubro, 2018 17:40

    Volta-se sempre ao desejo de excesso de poder sobre os outros.

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  3. 7 Outubro, 2018 18:38

    ” O crescimento e a ascensão do candidato de extrema-direita fez-se, aliás, com o mesmo voto que levou ao poder Lula da Silva”

    Tem certeza? Pelo que tenho lido, a base de Bolsonaro é sobretudo as classes média e alta educadas – muito diferente do que penso ser o eleitorado de Lula

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    • Carlos Guerreiro permalink
      7 Outubro, 2018 21:56

      Grande evolução do Brasil, 40% são classe média e alta “educadas”, pelo que se consideramros as deseducadas teremos apenas uns 20% para a classe baixa…

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      • Carlos Gonçalves permalink
        7 Outubro, 2018 22:18

        ahahahahah…..

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    • Alexandre Policarpo permalink
      8 Outubro, 2018 00:07

      Foi o Haddad que lhe disse isso?

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  4. Tiro ao Alvo permalink
    7 Outubro, 2018 19:17

    Tem razão Rui, eu também penso que o Brasil está numa encruzilhada difícil. E tenho medo do comportamento dos brasileiros, de uma maneira geral – o medo é muito mau conselheiro. Oxalá Bolsonaro se venha a revelar um presidente minimamente capaz, já que ele não se vai confrontar com um país político evoluído, pelo contrário. Ele não vai ter que vencer pesos e contrapesos, como está a acontecer nos EUA ao Trump, ele vai ser um reizinho, tal como reizinho foi o Lula, que acabou por trair o seu povo.
    O que não entendo é que apareçam por aqui uns esquerdistas a defenderem o indefensável. Mas, se calhar, isso não é para entender, como não é para entender o apoio que essa gente dá ao ditador Maduro. Tratam destas coisas como se estivessem a discutir coisas do futebol e entre adeptos maluquinhos da bola.

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    • lucklucky permalink
      7 Outubro, 2018 20:11

      “O que não entendo é que apareçam por aqui uns esquerdistas a defenderem o indefensável.”

      São esquerdistas. O controlo sobre os outros faz parte do que são.

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    • Carlos Gonçalves permalink
      7 Outubro, 2018 22:24

      “…tal como reizinho foi o Lula,…”
      Pois o “reizinho” está de chelindró, ou é mentira que ande por lá a fazer passadeiras?
      Não há “pesos e contrapesos” no Brasil, porquê?
      Não têm uma constituição e uma justiça independente do poder político que se têm revelado MUITO mais robustas e funcionais que as nossas????

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  5. santos permalink
    7 Outubro, 2018 19:21

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  6. Carlos Conde permalink
    7 Outubro, 2018 21:42

    Que preocupação boba, rui a.
    O Brasil é longe.
    Parece que você, aqui no sítio em que mete o seu voto na urna, um presidente preocupante.
    Ganha juízo e deixa brasileiro escolher.

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  7. Carlos Gonçalves permalink
    7 Outubro, 2018 22:32

    “O sistema é presidencialista, o presidente é insusceptível de controlo político, logo, faz o que quiser do seu governo. ”

    Não conheço o Brasil, nunca lá estive e não tenho qualquer vontade de lá vir a estar depois de ouvir muito atentamente o que de lá me contam do que se tornou. Mas também julgo perceber que possui uma constituição e instituições muito mais robustas e funcionais, inquestionável independentes do poder político. Esta circunstância devia de ser simplesmente embaraçosa para que entre nós se consente olhar o Brasil com república das bananas.

    A 3 de outubro disse assim:

    O sistema é presidencialista, o presidente é insusceptível de controlo político, logo, faz o que quiser do seu governo.

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  8. BandoDeCorruptos permalink
    8 Outubro, 2018 02:00

    Ahahahahah, numa choldra como este país, onde o pr é avençado dum tão grande corruptor que a própria família o tratava por dono disto tudo, um pr que montou uma palhaçada para garantir que a PGR era substitúida por uma subordinada dos corruptos que roubaram as eleicções para se acabarem os incóodos para todos estes canalhas, onde logo de seguida se sorteia um juíz até dar o resultado que estes corruptos querem para acabar com o processo que os envolve a todos, onde altas figuras do estado andaram a violar crianças à guarda do estado e onde acabaram com o processo com a ajuda do então pr sampaio eum deles é agora presidente da casa de putas dita AR, ou num país onde o maçon corrupto (perdoem-me a redundância) paulo rangel pode usar os tribunais e o estado para, corrompendo juízes, advogada de defesa e agora até profes universitários, perseguir cidadãos que o desmacaram, como o Pedro Arroja conta no Portugal Contemporâneo, neste país falar do Brasil, onde um presidente corrupto está preso juntamente com os seus ricardos salgados, com essa arrogância de superioridade é só pra tolos que querem que tudo continue na mesma.

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  9. Artista Português permalink
    8 Outubro, 2018 08:34

    Uma divertida é essa de os grandes adeptos da escolha electrónica na nossa PGR, estarem agora muito desconfiados do voto electrónico no Brasil. Mas lá os corruptos estão na prisão. E cá? Faz-me recordar o refrão daquela canção brasileira: “Tanto mar….tanto mar….”

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  10. 8 Outubro, 2018 11:07

    Análise interessante, que levanta a velha questão de escolher o mal-menor.

    A dificuldade está em definir o mal menor quando temos dois candidatos fascistas na segunda volta. Que critério devemos usar? Se nenhum dos candidatos representar um perigo para a periclitante democracia Brasileira, a escolha é simples – votar à esquerda ou à direita conforme as preferências de cada um e aguentar mais cinco anos. Porém, se Bolsonaro representar um perigo para a democracia no Brazil então é preferível que a direita vote em Haddad.

    O exemplo Francês pode ser relevante. Será que Bolsonaro é mais perigoso do que Marie Le Pen? Não sei! aguardo comparações.

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    • Os corruptos que se cuidem permalink
      8 Outubro, 2018 13:43

      Perdoem a ignorância, mas qual é o perigo de Marina Le Pen? Alguém me pode explicar devagarinho para um burro como eu poder entender?

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      • 8 Outubro, 2018 14:35

        Defende ideias fascistas que se fossem implementadas rápidamente levariam ao fim da democracia em França.
        Bem mais moderado era o corporativismo de Salazar e mesmo assim não não conseguia sobreviver num regime democrático.
        O mesmo se aplica ao fascismo de esquerda (comunistas e afins) cujo regime leva sempre a sistemas ditatoriais seja na Venezuela ou na China. O problema não está em eleger partidos fascizantes. O problema está em ter sistemas democráticos fortes que previnam que esses partidos, uma vez eleitos, usem o poder do estado para a pouco e pouco acabarem com o regime de alternância democrática. É esse o dilema hoje em dia na Hungria e na Europa de Leste onde a tentativa de abandonar as regras de um estado de direito e controlar a justiça visam criar uma ditadura do tipo vigente na Russia de Putin.

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  11. Procópio permalink
    8 Outubro, 2018 11:07

    Aquela lista de inocentes, a mim, não me diz nada. Tenham paciência, são boa gente de esquerda, acima de toda a suspeita, amantes do povo, vítimas de juízes mal intencionados.
    Se ao menos os sorteassem electonicamente evitariam esses obstáculos à revolução tão necessária lá, como cá, neste sítio, onde o imperialismo, o liberalismo, o neo colonialismo, o fássismo e a extrema direita de mão dada com os violadores das meninas púdicas ameaçam liberdade dos trabalhadores e principalmente dos que não pretendem fazer nada, nem deixam fazer coisa alguma.
    Admito que possam ter “desviado” uns cobres por distração, mas isso que importância tem? A intenção desses impolutos, lá como cá, é avançar para uma “nova política”, uma sociedade sem classe nenhuma, onde uns figurões encartados arrotam e mandam e os outros amocham por serem reacionários, feios e maus. Exemplos não faltam, ainda há pouco o maduro fez um aumento dos funcionários com que nem o kosta pode competir. Estes bloguistas impedrernidos não atinam.
    Já vai sendo tempo de lhes fechar as goelas.
    Isto se fosse em países que eu cá sei, nem as chegavam a abrir.

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  12. Procópio permalink
    8 Outubro, 2018 11:28

    Eu ando cheio de medo com estas notícias do Brasil, eu sei lá se essas ideias não podem vir até cá perturbar o nosso sossego? Vai daí consultei esta peça.

    La supremacía cultural izquierdista pierde su arma capital: el miedo
    HERMANN TERTSCH – ABC – 05/10/2018

    Con ese título, «Alles faschos ausser Mutti», se ríe el historiador y politólogo Jan Gerber de toda la patulea de políticos y periodistas de izquierdas y derechas que llaman fascista, facha y nazi a todo el que no piensa como ellos. Dice que esa manía de llamar nazi y fascista a todos los demás lleva a la izquierda a analizar la realidad sobre premisas falsas y por tanto la indice permanentemente al error y a la derrota. Y eso que Jan Gerber es un historiador marxista cuyos seguidores son precisamente quiene smás cultivan esa extendida costumbre. Porque no vayan a creer Ustedes que es exclusivamente española. Está muy extendida por el continente y la utilizan por supuesto los comunistas, que inventaron el hábito y ya en los años veinte del siglo pasado llamaban «socialfascistas» a sus hermanos socialistas que no quisieron entrar en la III Internacional. Hoy lo utiliza hasta la canciller Angela Merkel que se ha ido tanto hacia la izquierda que ya tiene a su derecha a media Alemania.

    Ahora se alarma porque esa mitad no le da ya un voto de derechas a un partido, el suyo, la CDU, que se dice de derechas pero después solo hace política de izquierdas. En cuanto ha surgido un partido de derechas han comenzado a peregrinar hacia el mismo. Ese partido es el Alternativa por Alemania al que por supuesto Merkel llama nazi y facha como lo hacen todos los medios de comunicación alemanes que tienen una homogeneidad que recuerda a tiempos peores. No, no se han vuelto nazis de golpe el 18% de los alemanes que ya están decididos a votar a la AfD que ya es el segundo partido más votado, se acerca a la CDU que sigue cayendo y ha dejado atrás al histórico SPD que agoniza. Tampoco es nazi ni lo fue nunca el Partido Popular Suizo (SVP) que lleva ya años en el poder con éxito y sentido común. Si leyeron la prensa española cuando el SVP se convirtió en el partido más votado era Suiza creerían que Heinrich Himmler había asumido el poder en Berna. Era mentira. Como tantas cosas. Lo mismo ha pasado en Austria con el FPÖ y hasta con el canciller Sebastian Kurz al que llaman ultraderechista por aliarse con el FPÖ y formar el gobierno de más apoyo popular y más éxito en mucho tiempo. Hay hastío en toda Europa ante esos insultos y amenazas ya de la Comisión Europea, políticos izquierdistas, gobiernos con prepotentes en Berlín o París o la prensa europea uniformada en la corrección política.

    Desaparece ese miedo a ser calificado de ultraderechista porque se ha dejado de aceptar el mantra socialdemócrata. Las mentiras son evidentes. Las cartas están boca arriba. Tiene guasa que hubiera esta angustiosa necesidad por desmentir que se es ultraderechista en un continente en el que queda gente orgullosa de ser comunista, miembros de una secta responsable de más de cien millones de muertos. En España es especialmente grotesco, con el ultraderechista tachado de malvado y el ultraizquierdista en todas las televisiones a dar clases de civismo y moral. Pues también en España, en esta sociedad realmente cobarde que es la nuestra, se dan cuenta muchos de que para ser realmente libre en el pensar, hablar y escribir hay que perder el miedo a que te llamen facha o franquista. Ha sido la mordaza más eficaz para implantar una permanente supremacía de la mentira desde hace muchas décadas. Pero toca a su fin. Por eso están del los nervios tantísimos farsantes y beneficiarios de los privilegios de la supremacía cultural y mediática izquierdista en España. Porque se les acaba el chollo.

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    • maria permalink
      26 Outubro, 2018 21:36

      Grande texto em espanhol ou em castelhano, se quisermos ser puristas. Muitos parabéns ao comentador Procópio que o reproduziu. Polìticamente tudo o que se passa lá, passa-se cá sem tirar nem pôr. “La supremacia cultural y mediática izquierdista en España” pode dizer-se sem receio d’errar que é mesmíssima em Portugal.

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  13. José Domingos permalink
    8 Outubro, 2018 12:09

    Quem não afina pela correnteza é de extrema direita, parece que nos estão a acenar com o lobo. E a extrema esquerda é democrática.

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  14. Zé Manel Tonto permalink
    8 Outubro, 2018 17:59

    Eu até há mês e meio atrás não conhecia nada das ideias do Bolsonaro.

    Depois a minha cunhada esquerdista começou a falar mal do homem. Sem ir ler nada, simpatizei com o sujeito. Se esquerdista não gosta, não pode ser completamente ruim.

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  15. Arlindo da Costa permalink
    10 Outubro, 2018 04:11

    E os governos anteriores ao PT? Faz aí a lista e pede espaço ao Google pois serão milhões de metros quadrados de páginas virtuais.

    E mesmo durante os governos do PT, quantos corruptos do PSDB, do MDB, do PDT e doutros tantos partidos passaram à esquerda?

    Tenham honestidade intelectual e não se enganem a si próprios!

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  16. 13 Outubro, 2018 23:49

    não li o texto, só me ative ao meme. foi o suficiente pra comprovar o corolário de Umberto Eco: “‘As redes sociais deram voz aos imbecis”.
    se bem que no caso, além do autor ser imbecil, ele é também desonesto, cria uma lista imaginária que deve ter saído em algum momento de devaneio da sua mente canalha ou, quem sabe, quando recebeu alguma grana de algum patrocinador desinteressado.
    canalhas costumam viver de grana desinteressada.
    vagabundo

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    • rui a. permalink*
      14 Outubro, 2018 00:25

      É sempre estupendo verificar que o que escrevemos provoca reacções cutâneas a escumalha anónima como este sujeito. Tipos reles, ordinários e aparentados com ladrões, que se solidarizam com outros iguais a eles. Ver que o que escrevemos os incomoda dá-nos a sensação plena do dever cumprido. Só lamento não poder enfiar-lhe dois sopapos nas ventas, o que seria fazer o pleno. Mas ratos destes não metem o focinho de fora.

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      • maria permalink
        26 Outubro, 2018 22:10

        Rui, comentário-resposta cinco*****

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