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O estrepitoso silêncio do parlamento português sobre a morte de Fernando Alban, numa cadeia na Venezuela versus a unânime indignação sobre o assassinato de Marielle Franco, no Brasil

10 Outubro, 2018

Todos os partidos do Parlamento português assinaram e aprovaram o voto de pesar e condenação pelo assassinato de Marielle Franco e de Anderson Pedro Gomes, transmitindo as condolências aos seus familiares, ao PSOL e ao povo brasileiro”.
O voto “exprime a mais veemente condenação pela violência e pelos crimes políticos e de ódio que aumentam de dia para dia no Brasil”.
O texto recorda ainda que Marielle Franco “foi a quinta vereadora mais votada do Rio de Janeiro nas eleições de 2016, com mais de 46 mil votos na sua primeira disputa eleitoral. Socióloga, feminista, militante dos direitos humanos e crítica da recente ocupação de vastas áreas urbanas pela intervenção militar do governo federal no Rio de Janeiro, Marielle Franco empenhou-se na luta pelos direitos humanos, especialmente em defesa dos direitos das mulheres negras e dos moradores de favelas e periferias, e na denúncia da violência policial”. O Parlamento guardou um minuto de silêncio.

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4 comentários leave one →
  1. Procópio permalink
    10 Outubro, 2018 09:41

    Equívoco é chamar parlamento à central de negócios.
    Na venezuela ainda agora leva a procissão no adro.
    Enquanto choverem os yans e os rublos, o assassínio compensa.
    Falta lá gente de bem, como o boaventura, o louçã, a actriz e o dinossauro a apoiarem o caminho imparável em direção ao progresso bolivariano. Irão a caminho, presumo.

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  2. Daniel Ferreira permalink
    10 Outubro, 2018 10:23

    Num país que é só mais um exemplo de como a extrema-esquerda destrói tudo por onde passa, com 60.000 ASSASSINATOS por ano (só a Síria, que está oficialmente em guerra, tem mais por ano) e onde ainda recentemente destruiram um Museu com História Insubstituível, estão agora preocupados que um político devolva algum poder às pessoas que estão por Bem. Fascismo, gritam os Fascistas!
    Quanto à homenagem feita a essa Terrorista Social que a trupe designa por Ativista dos Direitos Humanos, tudo se abafou quando se descobriu que o seu assassino era um sujeito de cor não-branca, claro está! Previsível

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  3. José Lopes da Silva permalink
    10 Outubro, 2018 11:15

    “Quanto à homenagem feita a essa Terrorista Social que a trupe designa por Ativista dos Direitos Humanos”….

    Eu assino por baixo o que diz a Helenafmatos. O problema é a sensação de que ela dá voz a este tipo de comentários. E se ela não se demarca disto, isso é uma forma de estrepitoso silêncio. Mas ela é que sabe, claro.

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  4. José Domingos permalink
    10 Outubro, 2018 12:03

    Este defunto era um reaccionário a tentar acabar com a revolução bolivariana, um fascista ou um nazi.
    Agora chamar á casa da treta, um parlamento….
    Aquilo é bom para o negócio, não há inocentes.

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