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Precisamos de um novo Salazar?

5 Janeiro, 2019

Precisamos de um novo Salazar? É uma pergunta interessante, que merece resposta. Quais os ingredientes de um novo Salazar – não confundir com um Homem Novo – que seriam desejáveis para que um novo Salazar pudesse ser considerado um Salazar novo?

Ser heterossexual
Isto é fácil. Basta pegar em todos os candidatos a novo Salazar que apregoam a igualdade de género, que isso é tudo malta que gosta de molhar o pincel ou ser a lata de tinta, como, afinal, todos os bichinhos, isto apesar de usarem mais os genitais que o género para a obtenção de satisfação. A igualdade de género é aquela série de clichés que batem as tradicionais linhas de engate como “és tão bonita” ou “buraco és tu”.

Ser branco
Isto também é fácil. Basta pegar em todos os candidatos a novo Salazar que não sejam pretos. Exclui-se o Mamadou Ba, ficam os restantes.

Ter um certo gosto por corporações controláveis
Felizmente, é muito fácil. Basta pegar em todos os candidatos a novo Salazar distribuídos por todos os reguladores como a ERC, a… momento, melhor por ordem alfabética: a ERA, a ERB, a ERC, a ERD, a ERE, a ERF, …, a ERZ, a ERAA, a ERAB, a ERAC…

Manter o país afastado de uma guerra mundial
Aqui é mais difícil. Só me ocorre o doutor Azeredo Lopes, que pode ou não enviar tropas que podem ou não voltar sem sabermos se chegaram sequer a alguma vez existirem tropas portuguesas.

Manter uma relação amorosa com servente (ou rumor disso)
Olha, o Sócrates. Ou o Marx. Ou aquelas pessoas que escrevem no Expresso. Ou até o Manuel Alegre, que é homem para as deslumbrar com um poema de leitura escolar obrigatória a 8,80€.

Ter uma visão para o país
Qualquer português ou indivíduo que habite no território nacional e ultramarino da língua portuguesa. Começar pelo Facebook.

Manter máquina de censura
Começaria pelos que escrevem no Expresso, depois da devida autorização do professor Louçã. Se quiser um autêntico bacanal de censura, convida-se também todos os que andaram a criminalizar o piropo e a legalizar o aborto, como se não fossem coisas contraditórias.

Ser sério
Aqui está a grande dificuldade. Alguma sugestão?

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40 comentários leave one →
  1. 5 Janeiro, 2019 11:13

    Acho que a nunca hipótese é alterar a última premissa. Explico: que seja sério após a tomada do Poder.

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    • 6 Janeiro, 2019 00:05

      Os socialistas quiseram incriminar o Miguel Macedo para que o povo diga que os políticos são todos iguais. Se o Sócrates anda a contas com a Justiça, o Miguel Macedo também…….
      A esperteza dos socialistas é só para o jogo baixo, a marosca, o engano. Não sabem fazer nada que preste. Veja-se o governo atual. São todos incompetentes para as funções governativas. Todos. Que ninguém se iluda com os prémios do Centeno. A sua ação é só cortar cegamente nas despesas, deixando o povo maltratado pelos serviços públicos.
      E vindo de onde vêm, esses prémios não convencem. Vêm de estruturas ligadas a uma União Europeia que se afunda dia a dia. Direi mesmo que a orquestra de André Rieu está para a UE como a orquestra do Titanic estava para o Titanic.

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  2. 5 Janeiro, 2019 11:50

    Muito bom post !

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  3. 5 Janeiro, 2019 12:29

    Ser entrevistado pelo Goucha é premissa obrigatória.

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  4. licas permalink
    5 Janeiro, 2019 14:34

    Vade retro Satanás,
    Com assuntos sérios não é de bom tom brincar…

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    • 6 Janeiro, 2019 10:11

      Pois não Licas. Venha Salazar e em força!!!

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      • licas permalink
        6 Janeiro, 2019 21:48

        falta “Imediatamente” .

        Lembrai-vos: Para as Colónias, imediatamente e em força.
        Mais de 8000 mortes em vão da tropa, PARA NADA
        foi quanto o “génio” do António levou para o Inferno.

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      • 7 Janeiro, 2019 09:25

        Licas mentiroso de esquerda! A guerra estava ganha, por isso a URSS teve que passar ao Plano B: a Abrilada para derrotar-nos por dentro e não por fora.

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  5. Expatriado permalink
    5 Janeiro, 2019 15:37

    Diz-se que o velhote tinha alguma coisa em comum com o Socas44. Também comeu uma, pelo menos, jornalista (francesa). Só não sei se o Socas comeu ou foi comido…

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    • 6 Janeiro, 2019 00:16

      Se Salazar vivesse hoje, provavelmente nem tinha necessidade de recorrer à ditadura. Pela sua grande inteligência, deveria saber adaptar-se às circunstâncias. Será interessante recordar que após a revolta no quartel de Beja, a maioria dos militares revoltados foi promovida.

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      • licas permalink
        6 Janeiro, 2019 21:54

        Impossível, David Rosa; se ele tivesse um mínimo
        de sabedoria NEM SOUBE SER UM GAJO DO SEU TEMPO
        e descoloniaria tal como fizeram todos as nações europeias
        antecedendo a sua morte…

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  6. 5 Janeiro, 2019 16:18

    Precisamos apenas do melhor que tinha Salazar enquanto governante : homem honesto que não roubou o país nem era corrupto. É isto que irrita os esquerdalhos que tiveram em Mário Soares e José Sócrates os piores corruptos que mais roubaram Portugal. Os escândalos de Macau e dos processos que envolvem Sócrates e seus muchachos socialistas são um case-study sobre corrupção em qualquer parte do mundo. Quanto ao resto, podemos discordar mais ou menos das politicas seguidas que dependem sempre da capacidade governativa e intelectual dos governantes. Mas quanto à honestidade de um governante não há zonas cinzentas , ou se é honesto ou se é corrupto.

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  7. COLONO permalink
    5 Janeiro, 2019 16:38

    Das duas uma:

    Ou ele era muito bom, para o Povo o aguentar 50 anos…
    Ou o Povo é muito cobardolas…. teve de esperar um ror de anos, até que os oficiais do quadro das FA se zangassem com os milicianos…!
    Qual será?

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  8. Alexandre Silva permalink
    5 Janeiro, 2019 16:56

    Bom artigo…
    Para se ser candidato a Novo Salazar, também é importante preencher os seguintes requisitos:

    Não ter destruído um Império ultramarino com mais de 500 anos de história, colonização, integração, partilha de uma identidade nacional, sua história, língua, tradições e cultura;
    Não ter medalhas, como Monte Brancos, Freeport’s, Operação Marquês, etc!;
    Não ter pisado a bandeira nacional;
    Não ter entregue o Ultramar aos agentes guerrilheiros comandados pela URSS e EUA;
    Não ter ido para a política sem eira nem beira, e depois acumular tachos, ordenados milionários, enriquecido com ela!
    Não ser corrupto, incompetente, chulo do povo;
    Não obter um diploma de licenciatura ao domingo!;
    Não ter amigos especiais que pagam todas as despesas milionárias, incluindo apartamentos de luxo em Paris!
    Não ter fundações privadas com dinheiros do Estado, e muito menos uma fortuna em diamantes pela “exemplar” descolonização concedida a terroristas!;
    Não levar o país a 3 estrondosas bancarrotas em apenas 40 anos, apesar dos muitos biliões de euros recebidos da UE!
    Em resumo, para se ser um Novo Salazar é imprescindível ser-se muito honesto, muito sério, de uma total rectidão sem par, muito competente, profundo conhecedor de todos os domínios e áreas da Governação, ter uma visão muito clara, alargada, realista e pragmática do País, da Europa e do Mundo! Também tem de ser dedicado, muito trabalhador, imune a vigarices, falcatruas, corrupção! É importante que seja patriota, que ame o seu País, forte de carácter, personalidade vincada e lúcida, firme, disciplinado, metódico e que com alguma autoridade para se evitarem libertinagens…!
    É fundamental que engrandeça o País em todos os sectores e domínios, defensor da ordem, paz, estabilidade, progresso e desenvolvimento a todos os níveis!!!
    E ainda, que as obras públicas sejam planeadas e executaras no prazo estipulado, e que nunca sofram um único cêntimo de derrapagem, e muito menos, muitos milhões para os bolsos de uns quantos vigaristas alapados à mesa do Estado como sanguessugas e parasitas!!!!

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  9. Mário Fernandes permalink
    5 Janeiro, 2019 16:59

    Excelente texto.

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  10. Velho do Restelo permalink
    5 Janeiro, 2019 17:26

    O povo diz : “quem parte e reparte e não fica com a melhor parte, ou é burro ou não tem arte!”, ao que parece ele foi excepção à regra.
    Pelo que se vê acima, aplicam tantos filtros no critério que no final não sobra nada, e nem sequer consideraram a “inteligência”, e ele burro não era !
    Conclusão : daquilo já não se fabrica, por isso ou nos contentamos com uma versão mais modesta ou esperamos que a bio-tecnologia evolua e mandamos fazer um por encomenda!

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  11. licas permalink
    5 Janeiro, 2019 17:50

    Mas que cambada de chalados…

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    • alex.soares permalink
      5 Janeiro, 2019 18:03

      Senhor Licas, já passou tanto tempo, diga da sus justiça e da sua verdade: não pode ter sido por a “sopeira” o ter trocado. Mas por favor diga de uma vez por todas, o que é que o homem lhe fez, melhor, o que é que o Estado português lhe fez.
      Muito agradecido lhe ficava.
      Bem haja.

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  12. Pedro permalink
    5 Janeiro, 2019 19:04

    Falta a rubrica ASSASSINAR OPOSITORES.

    Neste momento a maior dificuldade está aí.

    Temos de recorrer ao gang do Mário Machado.

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    • 5 Janeiro, 2019 21:16

      Deixe a morada.

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    • Carlos Guerreiro permalink
      6 Janeiro, 2019 16:14

      Se for assassinar opositores, todos os comunas também podem-se candidatar, se for assassinar opositores e denunciar adversários, só os comunas se podem candidatar.

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  13. chipamanine permalink
    5 Janeiro, 2019 19:07

    Não precisamos de um! Precisamos de meia duzia para escovar esta horde de corruptos e incompetentes.

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  14. 5 Janeiro, 2019 19:55

    «Ter uma visão para o país
    Qualquer português ou indivíduo que habite no território nacional e ultramarino da língua portuguesa. Começar pelo Facebook.»
    Premissa mal formulada, ou mal compreendida. Na verdade, há burgessos que têm sempre uma visão para o país. Às vezes a visão tem alguma coerência e, noutros casos, essa visão dura mais do que 5 minutinhos… Ora, dá-me a ideia que não é isso que se pretende. Penso que o autor do post deveria ter especificado bem ao que vinha e, nesse pressuposto, redigir.: Ter apenas uma visão com pés e cabeça para o país nos últimos dez anos.

    Há, portanto, pelo menos duas dificuldades: ser sério e ter, de facto, uma visão coerente.
    (Pessoalmente, em novo, cheguei a ter visões hilariantes para o país com uma estética semelhante à do submarino amarelo dos Beatles, ora, também me parece, que isso não faz de mim um homem providencial para esta macacada…)

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  15. Leunam permalink
    5 Janeiro, 2019 20:37

    Sr. Alexandre Silva

    Dou-lhe os meus sinceros parabéns pelo seu excelente comentário.
    O melhor que já li sobre o Doutor António de Oliveira Salazar, neste contexto, por explicitar verdades incontestáveis.

    Salazar manteve-se no Poder até morrer porque o Povo Português assim o quis.

    Porque o Povo Português verificou, aceitou e aplaudiu a MUDANÇA RADICAL, para melhor, que Salazar introduziu em todos os sectores dependentes do Estado Português que, à época em que ele começou a governar, se encontravam na mais completa desordem e falência.

    Porque o Povo Português lhe ficou muito reconhecido quando o Doutor Salazar, com a sua alta inteligência, conseguiu evitar que Portugal entrasse na 2ª Guerra Mundial pois estava ainda muito viva na nossa memória colectiva o desastre (massacre, melhor dizendo) a que Portugal foi sujeito na 1ª Guerra Mundial.

    Porque o Povo Português (do Continente, das Ilhas e do Ultramar) verificou que Salazar criou e introduziu uma grande melhoria nas condições da vida económica e social, à época, para que as novas gerações de portugueses e portuguesas se ilustrarem e subissem na escala social o que, na realidade, se verificou.

    A MAIOR PARTE, PARA NÃO DIZER A TOTALIDADE DOS PORTUGUESES QUE HOJE CONTESTAM SALAZAR, BENEFICIAM OU MUITO BENEFICIARAM NAS SUAS VIDAS E NAS DE SEUS PAIS E AVÓS DO MUITO LABOR, PODER DE DECISÃO E RECTIDÃO DESSE GRANDE PORTUGUÊS.

    Se fossem pessoas honestas deviam era estar-lhe muito gratas e prestar respeito à sua memória.

    Perante os muitos descalabros que Portugal tem vindo a sofrer desde 25 de Abril de 1974, devidos sobretudo à incompetência, cupidez e espírito de traição de muitos dos que têm governado por cá, concluo que PRECISAMOS DE UM NOVO SALAZAR.

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    • Velho do Restelo permalink
      6 Janeiro, 2019 09:51

      Caro Leunam, de acordo na generalidade, com alguns reparos :
      – O povo e o regime acomodaram-se reciprocamente. Foi mau para ambos. Tal como o PS se está a acomodar à ideia de ser o “centro” e por isso não tem de fazer grande coisa, basta mendigar o apoio ora à esquerda ora à direita para se manter no poleiro!
      – Infelizmente as “memórias” não são transmitidas genéticamente, quando muito podem ser transmitidas pela “educação”, e isso explica em parte o declínio e a facilidade com que ocorre o 25A. Em 1974 já pouca gente viva existia que se lembrasse das grandes guerras, e os poucos existentes ninguém lhe dava ouvidos, pois a onda dominante era de esquerda.
      – A outra parte da justificação do declínio resulta do próprio regime não ter sabido adaptar-se. Não soube resolver a guerra colonial.
      – Em 74 o povo aderiu efusivamente, porque não imaginava o tamanho da factura da “boda”! Pois, não há almoços grátis …

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  16. José Santos permalink
    5 Janeiro, 2019 22:15

    Claro que não é preciso. Neste momento já é o ministério das finanças quem manda no governo. E que tudo controla. E com uma vantagem: agora tem o apoio da sinistra, a dos partidos e a da comunicação que se diz social.

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  17. Manuel permalink
    5 Janeiro, 2019 22:23

    O professor Doutor Oliveira Salazar era autoritário, mas politicamente era um democrata cristão, portanto, convém ler umas coisas antes de invocar o nome de um dos maiores Portugueses de sempre. O lixo televisivo deve ser tratado com as devidas distâncias, aliás como o restante jornalixo.

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  18. Alexandre Silva permalink
    6 Janeiro, 2019 11:35

    Tudo maravilhoso no tempo do grande Estadista e Governante que foi Salazar, o maior Português de sempre!

    O combate ao analfabetismo e a sua descida em mais de 50% durante o Estado Novo foi notável. Na democracia liberal de triste memória da I República ela situava-se em 85%. Se bem que, o analfabetismo voltou depois do 25 de abril de 74 de triste memória!

    É só burros bem falantes que se julgavam e julgam muito evoluídos e educados com os diplomas feitos à pressão.

    Da excelente qualidade do ensino primário, liceal e universitário, e das magníficas escolas técnico comerciais e industriais, formaram-se milhares e milhares de portugueses durante o Salazarismo, gente com óptima preparação para enfrentar, evoluir e ter sucesso na sua vida profissional!

    O ensino pós – 74 é igual a zero, medíocre, reles, que previligiou a quantidade à qualidade.

    É bem verdade que a instrução deve ser dada aos mais capazes, o lugar aos mais competentes e trabalho para todos, sem parasitagem!

    Só que misturar incapazes e dar-lhes licenciaturas, com aprovações automáticas -tudo para iludir a UE e cumprir critérios estatísticos -, só penaliza as futuras gerações e hipoteca o País.

    Os lugares são dados e merecidos aos mais competentes, e não aos parasitas paridos em abril de 74, que se alaparam na vagabundagem dos partidos e no palratório nacional, a comerem à custa do Estado! Por isso é muito mais, é que este Portugal está completamente falido! A modernidade apregoada de um Portugal livre e democrático, não passa da história da carochinha, é sim, um País que penhorado, com uma dívida pública gigantesca, elevado défice público, farto desemprego, a agricultura, pescas e indústria destruídas, criminalidade em todas as esquinas, assaltantes banqueiros e políticos do sector económico e financeiro.
    E finalmente, como não somos todos iguais, uns vão para trolhas e paneleiros (como o reviralho abrilento e proxeneta que aqui merdeia), e os outros vão para médicos, advogados, engenheiros, técnicos qualificados, professores que eram a prática corrente nesses belos tempos memoráveis do Estado Novo!

    Como, “orgulhosamente sós”? São tão ignorantes que nem sabem – porque são os tais incapazes néscios -, citar o depoimento de Salazar e o seu respectivo enquadramento! Portugal na década de 60, “estava tão só”, que era nada mais nada menos, membro das maiores instituições e organizações internacionais! Nunca ninguém defendeu um Portugal isolado da comunidade internacional, e, muito menos Salazar, que era admirado e elogiado pelos líderes democráticos das maiores potências mundiais, tal era o seu enorme prestígio e o prestígio de Portugal!
    Apenas dois rebuçados para os aziados, que confirmam os factos históricos e inegáveis:a visita oficial a Portugal da rainha Isabel Ii de Inglaterra, em 1957 (por sinal bem sorridente e muito alegre sentada num sofá à conversa com Salazar), e a visita oficial do presidente americano Dwight Eisenhower em 1960, profundo admirador de Salazar, da sua política e da sua grandiosa Obra ao serviço de Portugal!

    Essa célebre expressão apenas queria dizer, que nós enquanto povo e nação, heróico, valente, determinado e fiel aos seus bons princípios históricos de colonizadores, soubéssemos defender e resolver o problema do terrorismo nas nossas três províncias ultramarinas, por nós próprios, sem precisarmos de invocarmos alianças militares com países amigos, ou espectáculos mediáticos, a fim de conseguirmos repor a paz, a ordem e o sossego naquelas partes territoriais de Portugal!

    Cai por terra as mentiras divulgada sobre o analfabetismo (hoje ainda são muitos mais), e foi durante o Estado Novo que mais escolas, institutos, faculdades escolas profissionais, comerciais e industriais se construiu, mais campanhas intensas e alargadas de alfabetização se promoveram, maiores taxas de sucesso no ensino se alcançaram, maior avanço houve cede forma exponencial na cultura, na ciência (até com um prémio Nobel na Medicina, Egas Moniz), na música, nas artes, na música, literatura, desportos, etc, Ao contrário do regime abrileiro, tudo miserável, sem o mínimo de qualidade, rigor, competência e sabedoria!

    A economia e as finanças como todos sabem, foi um sucesso estrondoso alcançado por esse génio Catedrático de Coimbra, contas em ordem, robustas, equilibradas, enorme desenvolvimento, progresso, que até deu para acumular centenas de toneladas de ouro, como almofada financeira do Estado!

    Ora, com tão grande desenvolvimento, elogiado repetida e sobejamente na Europa nos EUA, na Ásia e em África, Portugal alcançou como nunca antes e depois do Estado Novo, um nível muito acelerado de rápido crescimento em todos os sectores e domínios da vida nacional no continente e no ultramar, com milhares e milhares de Obras públicas (sem esmolas estrangeiras…), orçamentos exactos e sem derrapagens, tudo executado a tempo e horas como planeado, ao invés do Portugal abrilento, onde abunda o caos, as vigarices, os desvios de dinheiros, as derrapagens, a falta de qualidade das obras, etc.!

    A dívida pública , assim como a inflação e o desemprego praticamente eram iguais a ZERO durante o Estado Novo do grande Salazar, e as contas públicas registaram quase sempre grandes superavits. Já no regime abrileiro dos capitães panascas e gays, veja-se a “inteligência “ e a “competência” destes “iluminados dotores sem u”, cá do burgo: as troikas em Lisboa comandadas por funcionários de 5a categoria enviados de Bruxelas, para supervisionar as contas públicas portuguesas falidas, hipotecaras e necessitadas de intenso crédito, apesar dos muitos biliões recebidos da UE, vulgo fundos comunitários, para um País com uma casta politiqueira de merda, frustrada, corrupta e altamente ignorante e incompetente!!!

    Notícias recentes da comunicação social, dão conta que só na última década, mais de 500.000 portugueses deixaram este País dito “moderno “, “democrático” e “europeísta”, para a emigração, ou seja, tinham tanto emprego aqui e tão grandes salários, que decidiram fugir para o estrangeiro para viverem pior, se calhar! Sado-masoquistas!

    Quer dizer, hoje, neste Portugaleco miserável a todos os níveis, a emigração é muito maior do que na década de 60, mas com uma diferença:
    Naquele tempo, toda a gente tinha emprego estável, só os parasitas que andavam entretidos em Paris e em Argel a conspirar e conspurcar contra Portugal, mais uns quejandos, é que se queixavam de tudo e mais alguma coisa! Empregos estáveis e com salários superiores ao custo de vida / inflação, e que dava perfeitamente para ter uma vida condigna e honesta, ter família, casa própria e ainda ter o espírito de poupança! É certo que houve emigração para França e outros países, e legitimamente, todos os portugueses iam para ganharem salários mais elevados, não por estarem desempregados em Portugal!

    Depois do abrilento nauseabundo de 74, é a ociosidade que impera, o desemprego por todo o lado, e os novos emigrantes à procura de empregos, que não encontram neste Portugal corrupto e faz de conta!

    Felizmente, nos gloriosos tempos de Salazar, havia emprego para toda a gente! Só meia dúzia de parasitas é que não trabalhavam, e optaram por fazer umas campanhas contra Portugal no estrangeiro, mas ninguém lhes deu importância porque eram tão insignificantes que viviam atolados como ratos numa sarjeta imunda, e que de vez em quando vinham à tona! Os cães que ladraram foram sempre muito muito poucos, e o que é certo é que a caravana Salazarista passou sempre, apoiada, elogiado e amada pela esmagadora maioria dos Portugueses, diria mesmo, de toda a Nação lusa, sempre alegre, cantando e rindo!

    Mas já que esses apaniguados abrileiros se mascaram de “democratas”, de forma hipócrita e falsa, já que eles sim, são os ditadores dos partidos falidos e corruptos, cá vão dois rebuçados para a tosse:

    Churchill disse sobre Salazar: “Um Homem tão grande para um pequeno País!”.

    De Gaulle deu a sua “sentença” também: “Salazar é hoje o maior Estadista da Europa!”.

    Aqui têm dois democratas de duas grandes potências mundiais, de dois grandes impérios, a dizerem de sua justiça!!!!

    Se dúvidas ainda subsistem no espírito de certas almas decadentes, faça-se muito simplesmente um Referendo a nível nacional, perguntando aos portugueses, quem entre os políticos vivos e mortos eles escolheriam para bem governar o país e liderar a Nação!
    Ponha-se o voto popular nas urnas, e depois verão o que o povo ditará e ordenará!!!!

    Viva Salazar!

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  19. Leunam permalink
    6 Janeiro, 2019 14:20

    Velho do Restelo
    “Em 1974 já pouca gente viva existia que se lembrasse das grandes guerras, e os poucos existentes ninguém lhe dava ouvidos, pois a onda dominante era de esquerda”.

    O maior erro de Salazar foi o de não ter sido mais duro e eficaz contra os traidores de Portugal que minaram parte da sociedade, sobretudo a juventude, com ideias que o tempo tem demonstrado serem altamente perniciosas à nossa vivência colectiva

    Os soldados portugueses que escaparam do massacre da 1ª Guerra mundial e que ainda não tinham morrido até 1974, estavam, nesta altura, na casa dos setenta.
    Vários dos que por lá estiveram e que bem conheci, eram unânimes em reconhecer os progressos, bem-estar e tranquilidade, conseguidos pelo Estado Novo e muito o elogiavam.

    Assisti pessoalmente a diversas conversas com esses Homens e Meus Pais e Avós.
    Eu já tinha feito o 2º Ano do liceu, ainda na década de 50, e recordo-me de que já falava algum francês com alguns deles que, por pilhéria, gostavam de me desafiar e testar, pois alguns tinham passado pela França.

    Também as gerações da 1ª e 2ª décadas do Séc. XX, sabiam bem o que tinham passado na sua meninice e juventude e, ao chegarem aos fins da 3ª década, deparam-se com enormes melhorias a todos os níveis. Não faltava trabalho, com baixos salários, é certo, mas valorizavam muito a paz e tranquilidade com que foram construindo as suas vidas.

    Não me recordo de alguma vez ter ouvido na voz do Povo, que eu conheci razoavelmente por meu pai estar ligado ao comércio de balcão, numa terra do interior de Portugal, alguém maldizer do Governo central ou local; pelo contrário ouvi sempre elogios muito bem fundamentados.

    Pobres de pedir não conheci meus conterrâneos. Conheci sim gente afadigada a ganhar o “pão de cada dia” denodadamente mas alegre e, não raro, a cantar.

    Era a nova Casa do Povo a dar apoio médico e de enfermagem gratuitos, era uma Casa da Criança (creche) novinha a estrear, eram a Escolas, cada uma com sua Professora por todo o lado, era um novo fontanário aqui, era a estrada nova calcetada ali, era o novo Hospital, a substituir um edifício antigo e não apropriado para este fim, onde agora até já se faziam operações, era um novo Liceu (Escola Secundária) para muitos dos miúdos que saíam das escolas primárias, eram as Feiras anuais cheias de Povo que vinha de todo o lado fazer as suas “mercas” e transbordar de alegria e boa disposição, era a Banda Filarmónica que renasceu das cinzas e tinha mais de 40 Figuras, novos instrumentos e fardas, eram os arraiais apinhados de gente por altura das festas religiosas enfim foram muitos momentos inesquecíveis de júbilo, tranquilidade e esperança.
    Tudo isto se reflectia positivamente no Comércio local, como é óbvio.

    Dos filhos desse Povo, muitos deles foram estudar para Coimbra e formaram-se nas Faculdades, coisa impensável ainda 20 anos antes!

    Infelizmente a peste do comunismo minou muita da Juventude que já não passou o que os Pais e Avós tinham passado e iludiu-se.

    Com o 25 de Abril, uma NAÇÂO que lutava pelo progresso e por manter aquilo que lhe pertencia, entregou-se aos seu inimigos e está e estará por séculos a sofrer pelo que fez.

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  20. Velho do Restelo permalink
    7 Janeiro, 2019 18:55

    Caro Leunam, respeito as suas memórias e vivências, mas convém recordar que alguns desses festejos que refere, não eram em honra de “santos” mas sim de militares regressados das colónias após comissão forçada! Deve recordar-se que na partida não havia festa, e quando chegavam com fato de madeira também não! Por isso, apesar de reconhecer muitas dessas virtudes do estado novo, lamento que não tenha tido a inteligência de programar a entrega das colónias de forma controlada. O povo ria e cantava para esconder o que lhe ia realmente na alma! A guerra colonial foi o grande calcanhar de aquiles que fez o regime cair.

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