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Deixando de lado a gritaria do speaker ouça-se o discurso de Theresa May

16 Janeiro, 2019

Theresa May coloca a questão central deste momento: o parlamento disse que não queria o acordo mas não disse o que queria. O parlamento não disse sobre como honrar a vontade expressa pelo povo num referendo que aquele mesmo parlamento resolveu realizar. Não sei se subscreveria o acordo negociado por May mas parecem-me insuportáveis o papel daqueles que ficaram sentados à espera que ela falhasse mais a arrogância de Bruxelas

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10 comentários leave one →
  1. weltenbummler permalink
    16 Janeiro, 2019 13:12

    os PALERMAS da politica

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  2. Carlos Gonçalves permalink
    16 Janeiro, 2019 14:04

    Por esta altura duvido muito que o RU queira realmente deixar de fazer parte da UE.
    E o que se passa naquele parlamento deve estar a ser experimentado pelos ilhéus como um verdadeiro enxovalho.

    http://passaparedes.blogspot.com/2019/01/nao-nos-deixaram.html

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  3. 16 Janeiro, 2019 14:05

    Vamos lá acreditar, que Theresa May depois de se ter posicionado contra o Brexit na campanha do referendo, ter assumido a posição de David Cameron e logo a seguir declarado eleições antecipadas, avançando para a campanha com um programa eleitoral imbecil que há memória , contra um dos adversários mais fácil de todos e um Labor esfarrapado. Conseguindo a proeza de deixar o seu partido mais fragilizado e sem maioria absoluta, para ir negociar um Brexit , acabando por aceitar todas as condições da EU num acordo que coloca o UK numa situação pior ainda e menos soberania, do que enquanto membro da EU. Sim vamos lá acreditar que isto tudo foi um”falhanso” de uma “falhada” que não recebeu ajuda dos “falhados” que ficaram sentados, à espera que a coisa “falhasse”.

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  4. Colono permalink
    16 Janeiro, 2019 14:11

    Por cá, vamos aguardar a votação do :

    RIVEREXIT ou BLACKMOUTAININ

    Mas que “ganda” Brox…)

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  5. Velho do Restelo permalink
    16 Janeiro, 2019 15:47

    Olhando para os países onde a democracia nasceu (GR) e onde supostamente atingiu o estado adulto (UK), não admira que ainda muitos há que hesitam em a adoptar.
    Parece óbvio que todos os intervenientes (ainda que por motivos diversos), preferiam que tudo continuasse como está :
    – Os britânicos não estavam informados sobre as condições de saída, e agora que espreitaram o problema, mudaram de posição. Mas só com um 2º referendo emendam o erro.
    – A UE não está interessada que o brexit corra bem para o UK, porque seria um sinal para outros imitadores tentarem a sorte. Só lhes resta complicar ao máximo para os fazer recuar.
    – A Theresa, pobre coitada, foi apanhada na teia e acaba comida pela aranha.
    – Os opositores dela não fariam melhor, mas estão felizes por a ver falhar.

    Ainda bem que há países onde a democracia atingiu a maior idade, para que nós “jovens democratas” possamos aprender algo com os erros deles.

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    • Carlos Gonçalves permalink
      16 Janeiro, 2019 16:13

      “– A UE não está interessada que o brexit corra bem para o UK, porque seria um sinal para outros imitadores tentarem a sorte. Só lhes resta complicar ao máximo para os fazer recuar.”
      Acredita nisso, realmente?

      É que essa é a convicção de imensos britânicos que pareciam retirar algum conforto da ideia de que isso pudesse acontecer (isto para já não falar dos movimentos da extrema direita continental). Nos fóruns ingleses em que o assunto é debatido, essa era a coisa que mais os entusiasmava. Mas o que o que se vai vendo é que o brexit está a ter um efeito dissuasor em relação a eventuais imitações por parte de países em que os movimentos “eurocéticos” (…) tinham alguma expressão.

      Agora uma coisa em relação à qual eu gostaria de conhecer uma evidência qualquer era em relação a essa parte em que alega estar a EU a “complicar ao máximo para os fazer recuar”…

      Aceitar incondicionalmente os termos de sua majestade, na sua qualidade de ” democrata de uma certa idade”?

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      • Carlos Gonçalves permalink
        16 Janeiro, 2019 17:23

        (p.s.: não é que corra o perigo de que haja alguém “de extrema-direita” capaz de me fazer notar que a “extrema-esquerda” também não vai à bola com a UE. Mas mais vale prevenir e corrigir-me: aquela associação antidemocrática que aqui pela pátria também assenta o rabo na assembleia nacional, que tem aquela cachopa que que pede chuva quando há incêndios e mortes, aquela que vai-se a ver e também abicha subsídios da CEE – essa mesma, uma baixinha rechonchuda que agora não me lembra o nome -, também é “eurocética”.)

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  6. 16 Janeiro, 2019 17:00

    um homem não teria aguentado metade do tempo.

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    • 16 Janeiro, 2019 23:46

      Tem razão , as mulheres são mais temerosas. Têm mais dificuldade em sair de situações abusivas, algumas até gostam mesmo de apanhar… Enfim .

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  7. Pedro permalink
    17 Janeiro, 2019 15:13

    Claro que ficaram sentados.

    Os proponentes do brexit sabem bem que tudo o que andaram a dizer é mentira e que o RU vai passar um mau bocado.

    Por isso é que assim que ganharam o referendo se puseram logo de lado.

    Sabiam que vinha bronca e assim, sentados, podem dizer que a culpa é toda do desgraçado (da) a quem couber desatar o embrulho.

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