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As pernas dos banqueiros mantêm-se em repouso

20 Fevereiro, 2019

Pedidos de ajuda de famílias muito endividadas agravaram-se em 2018

Percentagem de rendimento disponível para pagar custos dos empréstimos subiu para 80% em 2018, quando deveria limitar-se a 35%. Primeiros dados de 2019 são “muito preocupantes”, envolvendo créditos recentes.

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9 comentários leave one →
  1. The Mole permalink
    20 Fevereiro, 2019 11:02

    É o “virar da página da austeridade” (nunca disseram o que é que estava escrito no verso…)

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    • 20 Fevereiro, 2019 13:31

      O virar da página da austeridade que esta geringonça vem anunciando desde sempre faz-me lembrar uma anedota de louras que ouvi há anos: – Como é que se entretém uma loura burra durante horas? Dá-se-lhe uma folha com “vire s.f.f.” escrito dos dois lados.

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  2. 20 Fevereiro, 2019 11:57

    A notícia da Reuters de 16 de fevereiro, assinada por Axel Bugge e por Sérgio Goncalves, não é um artigo de fundo, mas conta-nos aquilo que todos sabemos: a economia portuguesa não está de boa saúde.

    O governo do Partido Socialista mente quando quer apresentar um quadro rosa da situação nacional. Fá-lo por duas razões: para dar animo aos atores económicos e para justificar a chapelada política que protagonizou ao colocar-se no governo apoiado por comunistas e por um ajuntamento difuso de esquerdistas, depois de ter perdido as eleições face a uma coligação de centro-direita que tirou o país dos apertos em que o socialista Sócrates o tinha deixado.

    A contestação social que se tem vivido nos últimos tempos mostra-nos que a mentira ‘tem perna curta’.

    https://www.reuters.com/article/us-portugal-economy-analysis-idUSKCN1Q41RR?utm_campaign=trueAnthem:+Trending+Content&utm_content=5c66d77d4b738500018def84&utm_medium=trueAnthem&utm_source=twitter

    https://raposotavaresbolsaemercados.wordpress.com/2019/02/16/a-economia-portuguesa-vista-pela-reuters/

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  3. Weltenbummler permalink
    20 Fevereiro, 2019 13:12

    preparem-se para pagar falências dos bancos

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    • Luis permalink
      20 Fevereiro, 2019 23:58

      Eu não sou economista, mas cheira-me que como isto está só poderemos ter um banco português, as Caixas agrícolas e dois ou três bancos espanhóis. Não há mercado interno para mais.

      Convém não esquecer que as carteiras digitais e os bancos digitais com sedes em outros países europeus vai estoirar ainda mais a banca portuguesa, que em boa verdade não se tem sabido adaptar e preparar.

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  4. Daniel Ferreira permalink
    20 Fevereiro, 2019 13:54

    O “pai” dessa fraude que é a “economia” ensinada hoje disse:
    “By this means government may secretly and unobserved, confiscate the wealth of the people, and not one man in a million will detect the theft.” — John Maynard Keynes

    Todos os atores da vida real (pagos por “eles”) que vão à TV e aos jornais falar o que quer que seja são escolhidos a dedo para dizer tudo menos o que é facilmente comprovado: que tudo está feito para que os bancos fiquem com tudo no fim.

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  5. Manuel permalink
    20 Fevereiro, 2019 14:30

    Reitero que a situação económica-financeira é pior que nas vésperas da bancarrota Sócrates, porém, nem a oposição alerta para a situação. Mas será democracia gerir um país de bancarrota em bancarrota? Este regime não serve e os partidos são problema e não solução. Vejam bem: o partido novo do Santana (aliança) cheio de problemas velhos (um vice corrupto).

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  6. MJRB permalink
    20 Fevereiro, 2019 19:14

    Dinheiro, falta dinheiro aos tugas ? Vidas instáveis e problemáticas ? Não é isso que o crápula, mentiroso e aprendiz de ilusionista AC-DC afirma. Ouvi-lo na ARepública causa náuseas.

    …E hoje, o Tribunal da Relação anulou mais uma decisão da mãozinha Rosa no caso EDP. De tentativa em tentativa… EDP, Caso Marquês, compreende-se. Se as instâncias superiores da justiça não estiverem atentas…

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  7. Luis permalink
    20 Fevereiro, 2019 23:55

    Em Portugal deveria haver rating de crédito para toda a gente com mais de 18 anos. Em Inglaterra, quem não paga uma factura seja do que for, dois ou três meses depois fica com um registo no rating de crédito. E quando é pedido um empréstimo ou cartão de crédito, os bancos podem consultar esse rating. E muitos bancos recusam créditos a quem teve dívidas em anos recentes registadas na nota de rating, mesmo que já tenha sido saldadas.

    Na minha terrinha ocorre um facto curioso. Há uma padaria que já mudou de dono 7 vezes em 5 anos. A renda é de 1500 euros. Têm saído todos dali com dívidas. Mas depois alguém volta a arrendar e o ciclo repete-se. É também isto o povo português.

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