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No pasa nada

25 Outubro, 2019

Como o Guardian ainda não deve ter noticiado o facto aqui pela pátria, editada e poligrafada, não se escreve uma linha sobre a anulação em França de uma conferência de Sylviane Agacinski sobre «L’être humain à l’époque de sa reproductibilité technique» na universidade Bordeaux Montaigne.
A viagem de Macron aos territórios ultramarinos (chamam-se mesmo assim) também teria muito para noticiar. E obviamente que tb poderiam descobrir que nas eleições municipais que vão ter lugar em Março vão ser apresentadas listas de muçulmanos para “defender os muçulmanos”

7 comentários leave one →
  1. Luís Lavoura permalink
    25 Outubro, 2019 10:56

    É semelhante ao cancelamento de um debate com Jaime Nogueira Pinto numa universidade portuguesa. A universidade não está para suportar os custos de segurança necessários para tal debate e portanto recusa-se a ceder instalações para ele. Está no seu direito e tal não pode ser considerado censura. Embora seja evidentemente muito lamentável que existam estas formas de intimidação contra a livre expressão.

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    • Carlos Gonçalves permalink
      25 Outubro, 2019 12:46

      Jaime Nogueira Pinto não é da sua massa. Ele nunca iria pedir serviços de segurança.
      É censura, seu merdas!

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      • JgMenos permalink
        25 Outubro, 2019 13:30

        O caso é que a canalha progressista ameaçava uma ‘intervenção’, democrática naturalmente, e a Universidade argumentou que sempre as ‘intervenções progressistas’ exigem cautelas securitárias.
        Como a Universidade está enfeudada à paz progressista…

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      • 25 Outubro, 2019 14:37

        Carlos Gonçalves, a que sei a Nova Portugalidade pediu especificamente para poder trazer o seu serviço de segurança para a conferencia (e foi esse o pretexto dado pela universidade para a cancelar).

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      • Carlos Gonçalves permalink
        28 Outubro, 2019 23:24

        Foi censura. Um dos (dois) mais graves atentados à democracia
        perpetrados ao longo da 3ª república. Acolhidos pela mais nauseabunda e silenciosa cumplicidade de todos. A porta-voz de (ambos) os atentados foi uma criatura que tem a desgraça de se parecer com uma bota da tropa e que por alturas da última campanha eleitoral – certamente por recomendações de conselheiros de imagem -, tinha por hábito fazer uso de batom enquanto acenava o focinho em modos de como quem diz “sim, senhora” às hipócritas inanidades da fofinha Catarina a pedir que venha a chuva.
        Oxalá a ninguém aconteça um dia acordar com essa cabra dessa bota atracada ao pescoço.

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  2. 25 Outubro, 2019 14:39

    A Helena Matos têm uma mania de linkar para textos escritos num obscuro dialeto galo-românico…

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  3. Prova Indirecta permalink
    25 Outubro, 2019 14:59

    Se a conferencista fosse uma qualquer Joaquina – gaga ou não – as réplicas do terramoto , chegavam à lua…

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