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Tapada das Necessidades

15 Novembro, 2019

Na zona central será demolido um dos edifícios que compunham o antigo jardim zoológico e no seu lugar construir-se-á um restaurante com “estrutura metálica envidraçada”. (…) Por fim, na zona mais a norte vão ser demolidos todos os edifícios da antiga Estação Florestal Nacional, para ser erguido um imóvel onde funcionará um espaço partilhado de trabalho (cowork), um auditório com capacidade para 200 pessoas, uma cafetaria e um centro interpretativo da Tapada.

A CML que nos mói a cabeça se pretendemos fazer obras, os activistas disto e daquilo, os defensores da treta agora calam-se?

11 comentários leave one →
  1. 15 Novembro, 2019 09:11

    Que vergonha!

    E não militância que vá para lá amarrar-se àquilo para impedir?

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  2. JgMenos permalink
    15 Novembro, 2019 09:26

    Não conheço o espaço, mas havendo cimento há comedoria!

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  3. Leviatã permalink
    15 Novembro, 2019 10:18

    É por estas e muitas mais outras que cada vez tenho mais a certeza que as “democracias” têm de acabar. Só serviram para dar cabo da Europa.

    Aliás… Em cerca de 5000 anos de História escrita, as instituições “democráticas” são extremamente recentes, visto que são uma invenção do século XIX. E desde aí até então, só deram problemas.

    Não que os outros sistemas não dessem também problemas. Mas nunca a “paz social” esteve tão ameaçada e destruída como agora. E nunca tantos medíocres e incompetentes chegaram tão longe e tão alto como nos sistemas democráticos.

    Por isso já deixei de votar. Não financio voluntariamente espectáculos rascas.

    E para os eventuais comentadores que se derem ao trabalho de ler isto e me chamar de “fassista reaccionário” só tenho a dizer :
    “Vocês querem é mamar à conta do Sistema, vigaristas”! 😎

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    • 15 Novembro, 2019 12:38

      A república constitucional (com laivos de democracia) ainda é o menos mau dos sistemas para um aleatoriamente nascido.

      A escravatura também era constante na humanidade até ao Sec. XIX, mas ainda bem que demos cabo dela.

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      • Jornaleca permalink
        16 Novembro, 2019 07:08

        Isso é relativo. Depende como define o termo escravo.

        Uma parte da juventude está tão podre, que voltou a ser escravo. São esses burros, que pensam que o dinheiro nasce nas árvores e nunca viram uma, e que votam nesses ladrões socialistas e da esquerda.

        No mundo árabe muçulmano, a escravatura nunca acabou. Mas não era isso que você tinha na mente, talvez. A esquerda nunca criticou os fascistas muçulmanos. Aqui nota-se a profunda falsidade desta esquerda. Inatacável!! A esquerda é a coisa mais falsa do mundo, no mesmo patamar como o muçulmano.

        Em China a escravatura continua a existir, graças aos cabrões comunistas.

        Em Cuba também.

        O socialismo é uma forma de escravatura nojenta.

        Repare o que os tecnocratas socialistas e perversos em Bruxelas estão a preparar em regras estúpidas, para encarecer andar de carro, de uma forma brutal. Todos os carros novos terão que ter certas coisas, que tornam andar de carro no futuro, uma forma de escravatura.

        O carro até vai ter que controlar a velocidade. Se o condutor ultrapassar um certo limite, o carro desobedece ao condutor. Assim na teoria. Isto pode pôr a vida do condutor em perigo.

        Demais: os macacos ordinários em Bruxelas querem obrigar todos os carros a ter uma espécie de Black Box, como nos aviões, no futuro. O que à primeira vista parece bom, torna-se num inferno, quando reparar nos pormenores.

        A escravatura nunca acabou.
        A esquerda nunca percebeu o funcionamento e a beleza do ser humano.

        O Marxismo não é ciência, mas só vigarice.

        Só cristãos autênticos é que são livres. Só esses.

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    • Miguel Neto permalink
      16 Novembro, 2019 04:26

      Ai financia financia! A menos que não pague os impostos, impostos pelo governo eleito mesmo sem ir lá votar.

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    • Portuga permalink
      17 Novembro, 2019 00:35

      Concordo plenamente. Veja-se o que está a acontecer agora na França, por exemplo.

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  4. JPT permalink
    15 Novembro, 2019 14:21

    A CML, dita de esquerda, é o sonho de um liberal: baixa impostos (as taxas e taxinhas são para os camones), dá rédea solta aos patos-bravos e “empreendedores”; do património público só não vende, concessiona ou cede para festas o que não pode; está-se nas tintas para o património; negligencia os transportes públicos; fica a ver passar os aviões e os cruzeiros, que cobrem a cidade de poluição. É a prova de que saíres de cravo ao peito em Abril, deres uns tachos aos artistas e aos … eeeh… aqueles rapazes que arranjam empregos uns aos outros na EGEAC, e organizares workshops de igualdade de género, podes fazer exactamente o mesmo que a Helena Matos faria, e governar com apoio do BE e do PCP.

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  5. Weltenbummler permalink
    15 Novembro, 2019 14:44

    com tanta necessidade de dinheiro a seguir vai o Parque Eduardo VII
    o palácio do MNE também vai em breve
    e se o PR se descuida numa viagem oficial quando regressar já foi despejado

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  6. Miguel Neto permalink
    16 Novembro, 2019 04:41

    Lá para imporem aos outros, os proprietários, que façam dos seus imóveis habitação social ou, em alternativa, que paguem mais IRS, para isso esta malta é boa.

    Para expropriar terrenos de privados para construir uns guetos (também conhecidos como bairros sociais) e ao mesmo tempo darem uns dinheiritos a ganhar a uns construtores amigos, esta malta é fantástica e muito social-preocupada.

    Mas para utilizar os imóveis que o Estado tem por aí para fazerem as tais habitações com rendas controladas, está quieto.

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  7. Jornaleca permalink
    16 Novembro, 2019 07:25

    Um espaço partilhado de “cowork”?

    Então, isso não é uma forma moderna de escravatura? Para esconder os fracassos totais em matéria de emprego?

    Andam a governar desde o 25 de Abril esses filhos da puta da esquerda fascista e andam a dar as culpas aos outros?

    Dizem, que no Reino Unido, um terço (33,33333 por cento) dos que trabalham por própria conta, não conseguem sobreviver mais de três meses, se deixassem de fazer o seu trabalho.

    Dezasseis (16) por cento das pequenas e médias empresas no Reino Unido não conseguem pagar os próprios empregados a tempo, pontualmente, ao fim do mês.

    Se nem os cabrões dos socialistas no Reino Unido conseguem melhor que isto, como deve ser em Portugal?

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