presidenciais
Guardado estava o ícone para o líder adequado
Fazendo minhas as palavras do Rui eu só acrescentaria que o ícone roubado durante três anos pelos nazis alemães (1941 a 1944) foi fielmente guardado entre 1944 e 2015 por Estaline, Malenkov, Khrushchev, Brejnev, Andropov, Chernenko, Gorbatchov, Ieltsin, Medvedev até que Tsipras foi eleito na Grécia e finalmente o ícone podia regressar a casa.
um enorme simbolismo
Embevecida, a comunicação social anuncia que Vladmir Putin devolveu à Grécia de Alexis Tsipras um ícone ortodoxo de S. Nicolau, que tinha sido roubado pelos nazis durante a 2ª Guerra Mundial e que ficara 70 anos sob depósito fiel da amiga Rússia. Um gesto de enorme simbolismo, não haja dúvida, agora que a própria Grécia está a ser patrioticamente resgatada aos novos nazis pelo bravo Alexis. A Rússia certamente não deixará de os ajudar…
Eu faço e aconteço
Uma das grandes alegrias de ser português reside no espectacular destaque dado pelos habitantes da vila mediática à eleição do busto, tão mais espectacular quanto os habitantes do resto do país ignoram este destaque. O Presidente, figura meramente decorativa a que se exige apenas um mínimo de decoro – por exemplo, não partilhar selfies em biquini às bolinhas rosa no Instagram – e inteligência mediana de típico embaixador em país amigo, detentor de um cargo não-executivo, é a figura que vai a cimeiras sempre iguais sobre os mesmos temas que não atam nem desatam – graças a Deus – e que, em casa, repete com afinco “eu estou atento” sem pensar perante toda e qualquer insignificância que atraia a atenção da população da vila mediática. É um prémio carreira ou, visto de um prisma cínico, um talhão no Panteão sem ter que saber jogar à bola.
É admirável que, para um cargo não-executivo, tanta gente se apresente disponível com frases como “o que eu faria”. Não farias nada, pá; e ainda bem. Sendo uma eleição a que qualquer um com mais de 35 anos pode concorrer (o que exclui, à partida, o potencial para um concorrente daquelas causas loucas como o veganismo por já ter batido as botas com défice proteico), é terreno livre para derrotados à partida, que conseguem na campanha atenção para a sua causa de eleição, como o elevador que não funciona no condomínio ou o alargamento da época de caça à perdiz; estes são os candidatos compreensíveis: os que aparecem durante dois meses, entram para o cânone crescente de tresloucados com ideias para o país e eclipsam-se, de regresso ao taxi mas agora com uma conta no Twitter do tipo @RodovaldoFagundes_PR2016 e uma bandeira made in China cheia de vincos.
No entanto, que apareça tanta gente disponível sem diagnóstico confirmado de maluco e que afirme ter ideias para o país é algo me preocupa. Digo-o com toda a sinceridade. Não me recordo sequer de campanhas anteriores com um candidato ideal, alguém que se limita a prometer usar uma tesoura do distrito de Portalegre para cortar fitas ou filigrana de Gondomar na lapela para o entediante discurso do 25 de Abril perante a multidão geriátrica à rasquinha da próstata. Seria pedir demais aos candidatos para limitarem as promessas ao que realmente interessa que é, tão somente, “eu vou parecer um Presidente”?
Terror fiscal
um presidente à medida da esquerda que temos
Sampaio da Nóvoa Presidente, por João Taborda da Gama.
Agitprop
Polícia dos EUA acusado de assassínio por matar afro-americano desarmado
Polícia dos EUA: É branco? Asiático? Indiano? Hispânico?… Este homem é identificado como polícia e como polícia de um país.
Afro-americano: isto quer dizer o quê? Que a vítima é negra? Que teve um antepassado em África? Nesse caso o polícia se for branco torna-se european-american?
A notícia de um acto – policia mata cidadão desarmado – deixou de ser a notícia de um acto para se tornar num panfleto.
Caro António-Pedro Vasconcelos
Caro António-Pedro Vasconcelos,
Depois de ter criado uma das mais enigmáticas imagens do cinema português, a da Ana Zanatti a polir o lustro a um Alfa Romeo, é com regozijo que o vejo regressar ao tema da metalização de pinturas através da sua experiência de gestão de empresas de aviação comercial. Durante uns tempos, também eu próprio fui especialista em cinema lá na ONU.

Lugar do morto, expressão usada para designar o passageiro que é transportado no veículo de outrem, que nada faz para providenciar a sua locomoção mas conhecido por queixar-se da forma como é conduzido.
Uma das questões que levanta no seu último guião, sobre se a privatização da TAP originaria o fim das greves por decreto, fez-me recordar o quão a privatização das salas de cinema me permitiu uma intensificação da greve ao cinema português contemporâneo. Não é que o rabo da Soraia Chaves deixe de merecer a minha atenção, porém, não consigo imaginar o que este traria de interesse a um edil, muito mais facilmente corruptível com pratos de cozido à portuguesa do que com a promessa de morte por ataque cardíaco. Isto é o conhecimento do país real, percebe?
Acrescento – às suas inúmeras certezas de gestão aeronáutica substanciadas pela capacidade de síntese de incongruências no discurso apoiado em tontices – apenas uma questão: há algum português cujo rendimento não seja oriundo do orçamento de estado ou de subsídios conexos que queira saber se a TAP é pública ou privada? Se sim, porque não faz um documentário subsidiado sobre ele, em nome da ciência?
Nova geração de políticas sociais
O novo presidente da câmara de Lisboa (alguém sabe se houve eleições?) anunciou uma nova geração de políticas sociais que inclui habitação social para a classe média. Ou como dizem no site da CML, “classe média entra na corrida à habitação social”. Conhecido informalmente como o “programa Baptista Bastos”, este programa vem mais uma vez mostrar que Lisboa é o maior trampolim da política nacional. Embora Fernando Medina revele muita falta de ambição. Estado social para a classe média (paga pela classe média alemã?) é uma adquirido do regime. Inovador seria criar habitação social para ricos.
Novas ambições
“É tempo de uma nova ambição”, disse o novo presidente da autarquia de Lisboa na tomada de posse do mandato para o qual não foi eleito, permitindo-lhe, assim, melhor aferir sobre instantes temporais que requerem ambições com nascimentos na posteridade das velhas.
Já sabe, o caro leitor: quando quiser uma nova ambição, trate de eleger a velha, que o progresso é sempre oriundo da tradição e não de democracia directa.
4 anos
Presidenciais: isto não está a acontecer
O ambiente mudou – usaram ambientador

Há pouco falava das corporações de universitários, da maneira como se protegiam. Há um poder que tinham e que não queriam dissipar. Claro que alguns professores têm poder.
Sinto-me uma pessoa mais do contra-poder do que do poder. A pergunta para mim é estranha. O único cargo onde poderia ter tido algum poder, mas foi um cargo de que gostei muito pouco, foi o de consultor do Presidente da República, do Dr. Jorge Sampaio. Não gostei daquele ambiente. Tenho uma extraordinária relação com o Dr. Jorge Sampaio, por quem tenho uma enorme admiração. Mas o lugar concreto de consultor…
A esse lugar foi dar como?
Um dia estava em casa e telefonaram-me. Não tinha falado uma vez com o Dr. Jorge Sampaio. Uma senhora disse-me que o Dr. Jorge Sampaio, que tinha sido eleito há umas semanas, em 1996, queria falar comigo. Pensei que fosse um amigo a gozar. A pessoa não se desmanchava, eu também não. Disse-lhe: “Muito bem, dê-me o número de telefone que ligo para aí”. Telefonei e era mesmo verdade. Ele estava no Forte de Catalazete, convidou-me e aceitei na hora. Depois verifiquei que não gostava.
Laicidade outro nome para o medo
Candidato presidencial dos socráticos
Uma das grandes vantagens de Sampaio da Nóvoa para candidato presidencial é não se lhe conhecer qualquer ideia para o país. Infelizmente, esta candidatura não é só composta de boas notícias: além da postura hirta e da generalidade indignada de lugares comuns desprovidos de razão, lógica ou senso, há também uma espécie de auto-reconhecida seriedade apresentada com gravitas de actor de telenovela que não augura nada de bom se o candidato acredita, sozinho, que está mesmo a falar a sério.
Não sei se rir se chorar
A avaliar pelas declarações feitas ao longo do dia a propósito da morte de Manuel de Olveira creio que não devemos estar no mesmo país. Nunca tinha dado por tanto cinéfilo nesta ditosa pátria
Má sorte, ter nascido Santana
Parabéns aos lisboetas, que passam a ser governados por um senhor que passa no crivo de Jorge Sampaio, impedindo, assim, a necessidade de eleições antecipadas.
Folgar as costas
Havia uma lei para onerar consumidores pela cópia legal de obras que possam ou não possuir e que lhes permitia continuar a aceder legalmente à cópia que já podiam fazer. Na realidade, tratava-se de uma iniciativa para compensar autores pela cópia indevida, vulgo pirataria, apesar de ninguém ter cojones para o admitir ou sequer mencionar sem extrema indignação, esta tão típica do lusitano manso que acha que ninguém percebe algo se ninguém o mencionar.
O Presidente vetou-a. Não resolve o problema, mas folga as costas. A lei é uma nódoa.
Pergunta do dia
Quem disse que a mudança no País se iniciará nas regionais de 29 de Março e que será o primeiro travão ao falhanço da política de Passos Coelho?
mas certamente que não…
“Não esperem que assinemos uma rendição incondicional”, afirmou hoje o maravilhoso Alexis Tsipras, inquestionável sucessor na cátedra Mohammed Saeed al-Sahhaf, e figura cada vez mais incontornável da boa disposição política europeia. O desgravatado primeiro-ministro grego disse isto a propósito da sua já célebre intransigência nas negociações com os seus credores, cujos resultados tonitruantes obrigaram mesmo estes últimos a mudar de nome, tal o receio que lhe têm. Posto isto, Tsipras escusava de nos dizer o óbvio, que ele não se renderá sem condições. Sem um gordo cheque, certamente não deixará ninguém em paz.

Não, isto é mesmo a sério, não fui eu quem se lembrou desta maravilha. O original está aqui.
Parolada de volta
Hoje passou um tempo de antena do António Costa Partido Socialista. A ideia é o culto de personalidade. Da última vez correu mal, mas vocês é que sabem.

“o meu mundo é a preto e branco”.
o regresso de santana lopes
Quem anunciou a sua morte política vai ter de se desdizer.
o estoiro
Graças a políticas monetárias e económicas sensatas, que retiraram o país da inflação crónica de que padeceu durante muitos anos, o Brasil conseguiu um excelente crescimento económico por cerca de uma década, que terminou sensivelmente há quatro anos.
Infelizmente, durante esses anos de sucesso, o país não fez o que tinha a fazer e deixou todas as reformas de que necessitava por realizar. Pior do que isso, os últimos anos de governo inverteram as medidas económicas que asseguravam o crescimento, grosso modo, as que compuseram o “Plano Real”, e dedicaram à economia uma “atenção” de que ela não só não necessitava, como a pôs no miserável estado em que está. O governo decidiu-se a aumentar um já de si muito elevado grau de intervencionismo na economia, agravando a despesa pública com toda a sorte de programas ditos sociais, medidas de “impulso” económico a eito, controlo estatal de certos preços, como o dos combustíveis, para fins eleitorais, manutenção artificial de taxas de juro baixas para pôr o eleitorado a consumir, etc..
Um governo intervencionista carece, obviamente, de uma estrutura que o acompanhe. Por isso, revela a revista Isto É deste sábado, desde o fim do governo FHC, até hoje, as pastas ministeriais passaram de 24 para 39. Os números deste “inchaço” são verdadeiramente alucinantes, mas basta referir somente os dois seguintes: o número de funcionários que trabalham para os 39 ministérios ultrapassa os 113 mil e o seu custo salarial é de 400 biliões de reais, tendo crescido, de 2010 até 2014, em 120 biliões.
Refira-se, para compor o panorama, que o Brasil é um estado federal (um falso federalismo, na verdade, mas com a estrutura de um verdadeiro) que possui três níveis de poder político: o federal, o estadual e o municipal. Cada um destes níveis de poder dispõe de uma complexa estrutura funcional e burocrática, sendo 27 os estados (26 estados e o distrito federal de Brasília, mais exactamente) e 5.570 os municípios.
Por fim, é conveniente lembrar que o Brasil é um dos países mais corruptos do mundo, o que quer dizer que, para além dos recursos consumidos pelo funcionalismo público em salários e outras benesses legais, há um valor incalculado, mas certamente gigantesco, de dinheiro roubado aos contribuintes.
Dá para perceber claramente aonde tudo isto vai parar, não dá?
Estamos em ano de eleições
Aquilo que o percurso de Sócrates revelou
Uma enorme disponibilidade da esquerda para apoiar caudilhos e uma extraordinária fragilidade daquele que, até agora, tem sido o principal partido português. Na verdade o PS gostou de Sócrates e aquilo que esperam de cada novo líder é que ele lhes devolva o espírito miliciano que tiveram com Sócrates. Nada disto é crime. Mas politicamente falando é um desastre. Para maior azar foi o nosso desastre e pode voltar a sê-lo outra vez
2 meses de Syriza
Passaram 2 meses desde que o Syriza ganhou as eleições gregas. Tempo de recordar este texto, escrito no dia das eleições gregas de 25 de Janeiro, do Miguel Esteves Cardoso:
Hoje é um dia importante. Espero que o partido Syriza ganhe as eleições com maioria absoluta. Alexis Tsipras é inteligente, corajoso, grego e europeu: não quer que a Grécia deixe de usar o euro.
Se ganhar com maioria, fará frente à União Europeia e defenderá uma união financeira que ajudará os países mais pobres, como Portugal.
Portugal não pode continuar a fingir que é diferente da Grécia. Não é. A Espanha, maior, também sabe que faz parte do mesmo grupo do savoir vivre que inclui a Itália inteira e quase toda a França.
A verdade é que existe — e sempre existiu — uma Europa do Sul, em que cada país se dividiu, inutilmente, entre Norte e Sul.
Se o Syriza ganhar (ou perder), devemos abraçá-lo e solidarizarmo-nos com ele. As eleições nacionais são a última afirmação da escolha política.
Poderia haver na Grécia um partido que, ao contrário do Syriza, quisesse sair do euro e voltar ao drachma, poupando biliões. Até há. Mas não têm hipótese de ganhar.
Os poderes do Norte da União Europeia querem dividir-nos e obrigaram-nos a competir entre nós, para descobrirmos quem é o escravo mais cumpridor.
Não há maior beleza do que a união política dos pobres e devedores. Obrigarmo-nos a ser de direita ou de esquerda é a mais horrenda manobra divisionista.
Hoje é domingo e a eleição na Grécia atira-nos para o silêncio. Isso é que era bom. Hoje queremos que ganhe o Syriza e, por conseguinte, as opiniões portuguesas que ainda sonham com um mínimo de liberdade.
Assim seja.
a leilão
O programa do futuro governo do PS vai ser posto na net, a leilão. Uma excelente ideia, sobretudo quando não se tem nenhuma outra.
Polémica incendeia redes sociais
Ricardo Araújo Pereira: Tudo o que se diz nas redes sociais é notável, ao contrário do que se diz, por exemplo, em snack-bares. As pessoas também dizem coisas em snack-bares. Normalmente, as mesmas coisas que se dizem nas redes sociais, o que é curioso. No entanto, os jornalistas nunca tomaram o pulso aos snack-bares. Nunca noticiaram: “Tal caso está a gerar polémica nos snack-bares.” Talvez porque seja impossível saber o que se diz em todos os snack-bares. No entanto, também há milhares de milhões de utilizadores de redes sociais, pelo que custa a crer que seja possível saber qual é a opinião das redes sociais. Em princípio, estão lá todas as opiniões possíveis. Provavelmente por razões de deslumbramento tecnológico, atitudes de snack-bar, quando tomadas em redes sociais, ganham, para os jornalistas, outra credibilidade. Digo que são atitudes de snack-bar porque, tal como no snack-bar, nas redes sociais também não há conversas em voz baixa – circunstância que os próprios jornalistas reconhecem. Eis um apanhado das últimas notícias sobre o que se passa nas redes sociais: “Polémica com Dolce e Gabbana incendeia redes sociais”, “Está esclarecida a polémica que incendiou as redes sociais. O cachecol de Varoufakis é mais velho que a crise”, “Post de assessora de congressista americano incendiou as redes sociais”, “Irmã de Neymar incendeia as redes sociais”, “Este é o vestido que incendiou as redes sociais”, “Etiqueta de roupa da marca indonésia Salvo Sports incendiou as redes sociais”, “Várias personalidades negras de Hollywood entregaram prémios nos Oscars, pormenor que incendiou as redes sociais”, “‘Era tudo maquilhagem’, diz Uma Thurman sobre a polémica que rapidamente incendiou as redes sociais”, “Gustavo Santos voltou a criticar o ‘Charlie Hebdo’, depois de um post no facebook que incendiou as redes sociais”. Pelos vistos, um incêndio perpétuo (semelhante ao do inferno mas, provavelmente, mais intenso) lavra nas redes sociais. Uma turba agita-se para lapidar opiniões, comentários e peças de roupa. E os jornalistas vão atrás, para contabilizar o número de pedras arremessadas
Agora que o domínio do francês
está quase a tornar-se um traço genético nacional talvez ainda vamos a tempo de perceber o que aconteceu em França nas últimas eleições. Estava convencida que não se tinha abordado o impacto destes resultados porque nas redacções não se sabia francês. Mas agora estou em crer que à excepção de alguns tolinhos que, como é o meu caso estudaram anos e anos aquela a língua, estiveram profissionalmente ligados a empresas francesas e lêem todos os dias a imprensa francesa mas certamente por estupidez nossa não conseguimos escrever sequer um livrito leve em francês quanto mais ficarmos bilingues ao ponto de escrevermos sobre filososfia primeiro em francês e depois passarmos o texto para português, todos os mais portugueses (feita excepção a este grupo) saberão certamente ler estes dados e perder dois segundos a perceber o que vem aí.
A ler
Para perceber a doideira que está instalada no país vizinho
leia-se o que as esquerdas espanholas escreveram sobre a queda do avião da Germanwings Note-se que alguns fazem parte da chamada esquerda moderada. Imagine-se se fossem radicais!
«Soy el negro del negro»
O episódio do dia pode servir para que se investigue mais a figura fascinante do ghost writer. Muita gente recorreu a eles e é livre de o fazer (outra coisa é apresentar como sua uma tese que não escreveu) O escritor fantasma, o negro… são eles mesmos figuras literárias. Há anos num artigo sobre Camilo José Cela encontrei esta história que hoje finalmente tenho um pretexto para contar: A Alejandro Dumas se le murió el negro, y estaba desesperado. Pero llegó a su casa un sujeto desconocido con el siguiente capítulo del folletón. «¿Y usted, quién es?», preguntó Dumas. «Soy el negro del negro».
A sério que estas pessoas não vão para casa por não terem condições económicas? Se for uma questão de falta de “condições económicas” então entregue-se às famílias o dinheiro que vão custar as vagas nos lares.
Há coisas que não se entendem
O PS apresenta-se às eleições na Madeira coligado com o PTP, o MPT e o PAN. A esta coligação deu o nome “Mudança”. Só se for a mudança para o manicómio de quem achou que isto trazia algum valor acrescentado na hora de votar.
Soltem os pilotos
Pessoas que defendem veementemente a presunção de inocência de todos os reclusos cujo nome é Sócrates, presumem igualmente a culpa homicida de todos os pilotos de aviação civil que nunca poderão ficar sozinhos no cockpit.
